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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sab Abr 01, 2017 7:53 pm
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Super sonho bem interessante e teve bastante transições, isso demonstra uma grande qualidade no sonho e recordação do onironauta em si, muito bacana, sonhos assim são sempre epicos, misteriosos e nos faz pensar sobre as coisas.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Ter Abr 04, 2017 12:15 pm
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Königin escreveu:
Reizen Endler escreveu:Oi Kon, estou passando para apreciar os seus últimos sonhos, particularmente eu gosto muito da leitura dos mesmos, lembra-me muito o estilo do Ramon de escrever, mas não pelo conteúdo e sim pela escrita em si, apresentando boa coerência dos fatos e passagens bem engraçadas. Adorei o sonho com o Sr. Lucifer, bem enigmático a passagem.

Abraços! viva
Oi, Reizen. O sonho com Lúcifer foi bem enigmático e eu acho que ele realmente me ajudou. Depois desse sonho, eu nunca mais sonhei com a "prova final" que sempre me atormentava. O incêndio na faculdade provocado por ele, realmente botou um ponto final na história.

Também tinha essa dúvida. Há muitos brasileiros por ai na realidade?


CORES DOS MEUS RELATOS:

  • Analise ou pensamento/observação.
  • Dialogo, titulo
  • Descrição de um cenário/objeto/pessoa.
  • Realidade ou fato importante.

Orvalho do sonhar:
Fantasiar me conforta
Deslumbrado a imaginar
Sera que e so eu?
Ou alguem se importa?


para nao se desesperar
Sucumbir em expectativas
pois se nao suprir
Posso pelo menos sonhar

Sair desse lugar imundo
Fingir que nao e isso
Tornar tudo intenso
Criar o próprio mundo


Injetar alegria
Olhar fixo para o nada
Rir sozinho
Ate o final do dia


Sentir a liberdade ao voar
Observar o próprio reflexo
E fechar os olhos
Para voltar a sonhar

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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qua Abr 05, 2017 6:54 pm
Reizen Endler escreveu:Super sonho bem interessante e teve bastante transições, isso demonstra uma grande qualidade no sonho e recordação do onironauta em si, muito bacana, sonhos assim são sempre epicos, misteriosos e nos faz pensar sobre as coisas.
Eu gosto de sonho super-realista. Mesmo que ele seja apenas um sonho não-lúcido, o que vivi e senti nele ficará guardado na minha memória como se fosse algo que aconteceu de verdade, assim como outros sonhos que em outros tempos e até hoje eu me recordo deles.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qua Abr 05, 2017 7:00 pm
Hiriu escreveu:
Königin escreveu:
Reizen Endler escreveu:Oi Kon, estou passando para apreciar os seus últimos sonhos, particularmente eu gosto muito da leitura dos mesmos, lembra-me muito o estilo do Ramon de escrever, mas não pelo conteúdo e sim pela escrita em si, apresentando boa coerência dos fatos e passagens bem engraçadas. Adorei o sonho com o Sr. Lucifer, bem enigmático a passagem.

Abraços! viva
Oi, Reizen. O sonho com Lúcifer foi bem enigmático e eu acho que ele realmente me ajudou. Depois desse sonho, eu nunca mais sonhei com a "prova final" que sempre me atormentava. O incêndio na faculdade provocado por ele, realmente botou um ponto final na história.

Também tinha essa dúvida. Há muitos brasileiros por ai na realidade?

Oi Hiriu. Eu não sei exatamente quantos brasileiros vivem por aqui. Acredito que seja uma média de 50.000 brasileiros.
A maioria vive nas grandes cidades, principalmente em Berlim e Munique.
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06.04.2017 - Areia no tênis

em Qui Abr 06, 2017 4:20 pm
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O sonho não foi curto, mas não tive tempo e anotá-lo durante a manha e por isso muita coisa eu acabei esquecendo. Vou escrever apenas uma parte que ainda me lembro.
Eu estava numa casa que tinha só um cômodo. Os móveis da cozinha, sala e quarto estavam todos no mesmo local. Havia duas cama de solteiro, uma ao lado da outra. A posição das camas me lembrava muito de um antigo quarto, no qual, dividia com a minha irmã, quando éramos crianças. Minha cama ficava encostada na parede.
No sonho, havia um rapaz deitado numa das cama e eu sentei na outra cama e comecei a conversar com ele. Não me lembro exatamente o que conversamos. Acho que era sobre mudança. Íamos mudar de casa.
Sei lá por que, eu decidi ir correr e pequei meu par de tênis que estava de baixo da cama. Eles eram cinza, mas na verdade eles são pretos. Mesmo percebendo que a cor estava errada, eu não questionei a realidade.
Calcei os tênis e me levantei para sair. Senti que havia areia dentro do meu tênis e me incomodava muito para andar. Tirei o tênis para limpá-lo. Ao virar o tênis, uma cascata de areia desabou de dentro dele e não parava mais cair. Quando pareceu que toda areia tinha saído, eu senti areia no outro tênis e muito mais areia saiu de dentro dele. Saiu tanta areia que o chão do quarto ficou parecendo um deserto.
O rapaz reclamou que a areia entrou na geladeira dele, que estava num canto do cômodo. Ele começou a limpá-la e eu fui ajudá-lo. Abri a porta da geladeira e ela deu acesso a um outro lugar. Entrei nela e acordei.
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07.04.0217 - O lobo

em Sex Abr 07, 2017 7:57 am
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Sonhei que estava num quintal de uma casa, que tinha como limite uma floresta em volta. Era dia e estava nublado. Por algum motivo, qual eu não me recordo, eu não queria entrar na casa. Lembro-me que havia uma mulher comigo. Não sei quem era.
Essa mulher entrou na casa para verificar se ela estava vazia e eu fiquei do lado de fora pensando se eu devia entrar ou não. Eis que aparece um lobo. Ele era enorme, cinzento e tinha olhos claros. Na hora, bateu um medo, mas como ele não me atacou, o medo se foi. Ele se aproximou e ficou sentado do meu lado.
Decidi ir embora, mas o lobo avançou sobre mim e mordeu a minha mão. Eu me afastei dele e corri para calcada e ele veio atrás e continuou me mordendo. Voltei para o quintal e ele parou de me morder.
Decidi entrar na casa e o lobo veio atrás de mim.
O interior da casa tinha uma fraca iluminação, que vinha das estreitas janelas de madeira. A casa estava vazia e o chão de madeira estalava, por onde eu caminhava. Eu senti um pouco de medo e apoiei a minha mão no lobo. Ele não se incomodou. Eu me senti melhor.
Continuamos andando pela casa até chegar num quarto, onde encontrei aquela mulher que estava comigo antes no quintal. Ela me falou que a dona da casa estava me esperando. Perguntei onde estava a tal dona e essa mulher se transformou numa senhora que lembrava a minha mãe.
A sósia da minha mãe tentou me abraçar e eu não deixei. Perguntei quem ela era e a resposta foi:
-Eu sou sua mãe.
Respondi que seria impossível, pois minha mãe já faleceu a muito tempo. A mulher lançou um riso medonho, que fez o lobo rosnar.
De repente, a mulher começou a crescer e pêlos escuros e longos se espalharam pelo corpo e ela ficou parecendo um gorila.
Ela veio para cima de mim e o lobo pulou em cima dela. Eu sai correndo e ao sair da casa fui parar num milharal. Eu corri muito e me joguei numa pequena valeta que apareceu no caminho. Fiquei lá agachada, morrendo de medo da mulher gorila aparecer e me atacar.
Acordei.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sex Abr 07, 2017 3:32 pm
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Mulher gorila?Que coisa sinistra,kkkk.Ainda bem que o lobo deu uma ajuda.Bem legal,bastante detalhes.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Ter Maio 02, 2017 4:11 pm
Andrelp escreveu:Mulher gorila?Que coisa sinistra,kkkk.Ainda bem que o lobo deu uma ajuda.Bem legal,bastante detalhes.

Ela era bem peluda e tinha uns braços fortes e cabeludos. A depiladora dela devia estar de férias. hahaha! gargalhada
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02.05.2017 - Velcro Fly

em Ter Maio 02, 2017 4:19 pm
Sonhei que estava na casa de uma amiga que eu não a vejo a muito tempo. Nós conversávamos sobre os filhos dela e de repente um celular tocou. Atendi a ligação e falei com um desconhecido. Quando ele falou o nome dele, Gustavo, algo aconteceu. Eu fui teleportada para onde ele estava e conversei com ele pessoalmente. Conversamos sobre uma viagem que ele gostaria que eu o acompanhasse. Ele disse que havia comprado um prédio na Índia e precisaria ir comigo, pois metade do prédio me pertencia.

Eu disse que não iria e quis encerrar a conversa. De repente, eu estava novamente na casa da minha amiga e desliguei o celular.
Saímos e fomos até um centro comercial. Lá encontrei meu irmão mais velho e ele me convidou para visitar um amigo dele que morava ali perto

O amigo era o tal Gustavo. Novamente surgiu a conversa da viagem para índia e eu disse não.

Para mudar de assunto, o cara pegou uma mochila vermelha e a segurou no colo, como se estivesse segurando um violão. Ele disse que havia feito uma música para mim e começou a cantá-la. A mochila produzia um som de uma guitarra e ao mesmo tempo umas batidas de bateria. A música que ele cantava me era familiar. Eu já tinha ouvido a música em algum lugar.
Enquanto ele tocava e cantava, eu perguntei ao meu irmão se ele não conhecia essa música. Ele também a achou conhecida.
Estranhamente, passei a ouvir duas músicas.. A melodia das duas era a mesma, mas a letra cantada pelo cara era em português e a outra, em inglês. A música em inglês ficou mais alta que a  reconheci. Era "Velcro Fly" do ZZ Top.

Perguntei por que ele estava cantando essa música e ele respondeu, mas não me lembro mais da resposta dele. Ele abriu a mochila vermelha e me deu uma foto, mas não me lembro, quem estava nela.

Acordei.

Procurei no Youtube musicas do ZZ Top e  achei a música que ouvi no meu sonho:

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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sex Dez 08, 2017 5:08 pm
Um sonho bem resumido que eu tive no dia 08. 09. 2017:
Sonhei que estava fazendo pão e quando eu o tirei do forno para serví-lo, era um bolo de chocolate. Eu desconfiei que algo estava errado, mas não ganhei licidez.

Enviado pelo Topic'it
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A estranha casa e a mulher dos coelhos

em Qua Dez 20, 2017 7:55 am

Sonho 1:
Sonhei que minha amiga havia comprado uma casa e ela me convidou para conhecê-la. A casa era grande, bonita e também estranha, pois ela parecia parte de um centro comercial. A casa tinha uma divisão estranha, por exemplo, onde seria os quartos dos filhos, era um playground de shopping. Pelo corredor da sala, transitavam pessoas com sacolas. Eu achava que algo estava errado ali, mas só fiquei na desconfiança.
Andei pela casa toda, e descobri passagens que me levaram a sair da casa e andar pela rua.
Tentei voltar para casa, mas ela havia desaparecido. No local estava apenas um centro comercial cheio de consumidores passeando pelo local.

Sonho 2:
Estava na minha casa, acompanhada do meu marido. Nós esperávamos a entrega de um material de construção. Apareceu uma mulher que dizia ser minha vizinha e perguntou se eu ia estar na casa amanhã. Eu disse não e quis saber a razão da pergunta. Ela respondeu que estava doente e que gostaria que eu comprasse dois coelhos para ela.  
- Onde vende os coelhos? - Perguntei - Talvez eu possa ir comprá-los ainda hoje.
Ela me levou até a calcada e começou a tossir e a cuspir na minha bolsa que estava no chão. Então, ela limpou o nariz com a mão, que ficou toda lambuzada de ranho (eca!) e apontou a mão melecada para uma direção onde estaria uma casa de portão azul. Em seguida ela estendeu a mão remelenta para me agradecer e se despedir.
Eu olhava com nojo para mão dela e ela falava :
- Vamos, pegue a minha mão...
Felizmente acordei antes dela me agarrar.
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O estranho encontro na praia

em Qua Jan 10, 2018 6:47 pm
Foi um sonho hiper-realista.

Lembro-me estar na frente de uma casa branca, com janelas grandes e um jardim na frente. A dona da casa veio me recepcionar e me convidou para entrar. Havia uma certa movimentação de pessoas. Parecia que ia rolar uma festa para alguém importante. Eu quis ir embora, mas a mulher insistiu para que eu ficasse e chamou seus filhos para me fazer companhia. Era dois marmanjos, que se comportavam como crianças, fazendo brincadeiras toscas. Eu saio de perto deles e fui passear pela casa. Cheguei no quintal do fundo e caminhei por uma estrada de pedra que levava para além do muro da casa e até o alto de morro. Atrás do morro tinha uma praia muito bonita. Achei a trilha que me levou até a areia. O mar era calmo e o melhor de tudo, não havia ninguém na praia. Eu sentei na areia e fiquei olhando o mar. A dona da casa apareceu e falou que alguém queria me ver. Quando eu vi a pessoa eu só pensei em sair dali. Nós conversamos e foi desagradável.
Lembro-me que o tempo mudou. Parecia que ia cair um temporal. A mulher pediu que eu voltasse com eles para a casa, mas eu recusei. Sai de perto deles. Acordei
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qui Jan 11, 2018 10:35 am
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Que gente esquisita, não pelo fato de convidarem uma estranha para casa e sim por não aproveitar uma praia assim tão boa e tão próxima.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sex Jan 12, 2018 8:23 am
EmersonPawoski escreveu:Que gente esquisita, não pelo fato de convidarem uma estranha para casa e sim por não aproveitar uma praia assim tão boa e tão próxima.

Verdade, Emerson. A praia era paradisíaca e não havia ninguém por lá.
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O relogio

em Sex Jan 12, 2018 8:24 am
Eu estava em algum lugar, não me lembro o eu fazia, apareceu uma senhora e ela me pediu para ajudá-la em alguma coisa e eu dei a ela um objeto. Não sei o que era. Agradecida ela me levou até uma pequena e antiga loja. No balcão, fomos atendidas por um rapaz alto, magro e muito educado. A senhora contou o que eu tinha feito e falou para o rapaz que eu deveria ganhar o objeto mais caro da loja. Ele pegou uma gargantilha muito bonita e quis colocar no meu pescoço. Eu recusei e falei para a senhora que não queria presentes caros e me despedi. Antes que eu saísse, o rapaz falou que ele teria o presente certo para mim e que quando eu visse, eu não ia recusar. Ele se abaixou atrás do balcão, pegou uma caixinha e de dentro dela tirou um relógio de pulso e me deu.
O relógio tinha pulseiras de couro preto, era redondo, o tambor feito de um metal prateado tão liso que parecia um espelho, o interior dele era branco, não tinha ponteiros e nem números, em compensação tinha uma mancha preta que ficava mudado de forma. Parecia um teste de Rorschach.
Achei o relógio tão lindo e acabei ficando com ele. O rapaz colocou o relógio no meu pulso e eu fiquei distraidamente, olhando a mancha mudar de forma.
De repente, eu não estava mais na loja. Estava ao lado de uma fonte, num pequeno vilarejo. Era dia e a pessoas transitavam de um lado para outro e pareciam preocupadas. Andei um pouco na cidade e acabei vendo porque as pessoas estavam preocupadas. Elas estavam perdendo suas casas. Do nada, as casas eram emolidas e no lugar delas, surgiam templos pontiagudos de madeira entalhada. Eles eram incríveis. Eu continuei andando e toda vez que passava por um desses templos, o relógio no meu pulso se soltava. Eu parava e prendia e ficava olhando o templo, pensando se entrava nele ou não.
Quando eu estava quase decidida a entrar, apareceu meu marido falando que tínhamos que ir para uma pensão, pois estava anoitecendo. Achei estranho ele aparecer do nada, mas não questionei a realidade.
Fomos para uma casa bem antiga, que por fora era pequena, mas por dentro, era gigantesca. Cômodos bem amplos com corredores que pareciam infinitos. Ficamos num quarto absurdamente grande e só tinha a cama. Fui até a janela para ver a paisagem e vi um dos templos. O relógio se soltou novamente do meu pulso.
Ele começou a emitir um som estridente e acordei com o despertador tocando.
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Cachorro?

em Sex Jan 26, 2018 5:40 am
Estava eu acompanhando minhas sobrinhas até uma cabeleireira. Chegando lá a dona me fala:
- Nossa! Que lindo cachorro você tem.
- Cachorro? - indaguei.
Foi então que eu percebi, que eu tinha um cachorro de raca labrador do meu lado e eu o segurava pela coleira.
- De onde veio esse cachorro? - perguntei e uma das minhas sobrinhas respondeu eu tive a ideia de trazer o meu cachorro  para que a cabeleireira pintasse os pelos dele de cor-de-rosa.
- Hein?
A dona do salão começou a falar que o cachorro ia ficar lindo com os pelos pintados de cor-de- rosa e a crina dele seria pintada nas cores do arco-íris
- Peraí...crina? Desde de quando cachorro tem crina?
- O seu pônei tem - falou a cabeleira. e meu cachorro não era mais um cachorro. Era um pequeno pônei
- Desde quando eu tenho um pônei?
- Ah, Tia! Larga a mão de ser desconfiada. Vamos tomar um sorvete, enquanto a cabeleireira cuida do seu cachorro.
- Mas, não é um pônei?
Larguei o cachorro, ou melhor, o pônei com a mulher e fomos até a sorveteria.
Chegando lá local e encontramos atrás de um balcão a cabeleireira.
Ela falou que meu cachorro estava quase pronto. Só precisaria secar os pelos dele dentro de caixa de madeira que estava sobre o balcão da sorveteria.
A mulher tentava abrir a caixa esfregando o um ramo de cheiro-verde na portinhola. Eu sugeri a ela que parasse de fazer aquilo e simplesmente usasse a mão para abrir a maldita caixa. Ela fez o que eu disse e tirou de lá um misto-quente, cuja as bordas das fatias de pão-de-forma tinham as cores do arco-íris.
- O que está acontecendo aqu? - perguntei, muito confusa - Cadê o meu cachorro?
- Tia, você não tem cachorro.
Sem falar nada, deixei o local e desci a rua em direção a minha casa
...
Acordei
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Fragmentos

em Qui Fev 08, 2018 8:45 am
Sonho 1
Sonhei que estava fazendo trilha com uma amiga, quando estávamos num alto de uma colina eu apontei para um vilarejo e falei que morava ali. Minha casa ficava ao lado da torre de um castelo. Uma tempestade começou a cair e sei lá de onde, apareceu uma enorme onda que cobriu todo o vilarejo. Pensei na minha família e vizinhos e pedi para minha amiga e eu voltarmos rapidamente para lá, para ver se todos estavam bem.
As ruas estavam alagadas. O nível da água estava acima do meu joelho. Eu cheguei até a torre quando de longe vi uma nova onda se aproximando. Minha amiga saiu correndo e sumiu. Eu dei a volta na torre e encontrei uma porta de madeira e ela estava emperrada. Comecei a empurrar com forca, mas não consegui abrir. A onda desabou em cima de mim, acordei.

Sonho 2
Sonhei que eu falava para Luke Skywalker que ele era um idiota e eu não queria que ele se juntasse com os rebeldes.
Obs.: ontem a noite eu fui assistir uma apresentação de uma orquestra sinfônica da cidade de Praga. O filme do Star wars era exibido enquanto a orquestra tocava ao vivo a trilha sonora. Eu gosto do filme, mas sempre achei o Luke Skywalker um babaca. jedi

Sonho 3
Sei lá porque, eu fui num estúdio de tatoos para por um piercing na orelha. Um casal me atendeu e pediram para eu deitar numa maca. A mulher cortou meu cabelo e eu fiquei muito brava, pois eu só queria que colocasseo piercing. Eu quase bati nela.
Depois de me acalmar, o marido apareceu todo de luva e máscara, para fazer o furo na minha orelha. Ele pegou uma estaca feita com um cabo de vassoura e começou a marretar no meu ouvido. Não doeu, mas senti minha orelha quente e pulsando. Ele não conseguiu fazer o furo e chamou outro cara para ajudá-lo.
O outro me segurou, abriu minha boca puxou a minha língua. Com uma agulha grossa, tentaram furar-la. Eu gritava para me soltarem.

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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Ter Maio 22, 2018 10:46 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Meu Deus do céu, esses sonhos 1 e 3 foram tensos hein. Mas que mulher doida, tu pede piercing e ela te corta o cabelo kkkkkkkkkkkkk
Me desculpe, mas eu rachei de rir quando os caras tentaram furar sua língua


[...]
— E como eu posso te chamar?
— Bom, você pode me chamar de Daniel, que era o meu nome quando eu era totalmente humano, pode também me chamar de Lobo, que era meu nome quando eu era totalmente uma entidade cósmica. Mas você também pode me chamar de Pai.
— Pai?
— Sim, todos os lobos e lobisomens são meus filhos, todos vieram de mim.
[...]

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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qua Maio 23, 2018 9:07 am
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Konigin, o seu é um dos diários que mais gosto de ler. Espero que fique sempre conosco. Abraços.


CORES DOS MEUS RELATOS:

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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qui Maio 24, 2018 9:51 am
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Oi, Königin

Passei aqui pra dizer que ainda estou vivo e sonhando, sonhando muito. Kkkk Recentemente, depois de vários meses sem ter sonhos lúcidos, tive um sonho lúcido espontâneo. Pensei que eu tinha desaprendido como sonhar lúcido. Mas tive essa bela surpresa de ficar lucido num sonho, depois de tanto tempo sem praticar. kkkk

Faz tempo que a gente não se ver aqui no fórum hein? Espero que você esteja bem, minha amiga. E sonhando, sonhando muito sonhos lúcidos. Kkk

Um forte abraço!... Fica com Deus! certo
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qua Jun 20, 2018 9:38 am
Licantropo escreveu:Meu Deus do céu, esses sonhos 1 e 3 foram tensos hein. Mas que mulher doida, tu pede piercing e ela te corta o cabelo kkkkkkkkkkkkk
Me desculpe, mas eu rachei de rir quando os caras tentaram furar sua língua

O sonho foi muito bizarro mesmo. hehehe!

Hiriu escreveu:Konigin, o seu é um dos diários que mais gosto de ler. Espero que fique sempre conosco. Abraços.

Obrigada, Hiriu. Eu pretendo voltar a participar mais do fórum e espero que os outros participantes voltem também. Todo mundo entrou em hiato por aqui. =)

Ramon escreveu:Oi, Königin

Passei aqui pra dizer que ainda estou vivo e sonhando, sonhando muito. Kkkk Recentemente, depois de vários meses sem ter sonhos lúcidos, tive um sonho lúcido espontâneo. Pensei que eu tinha desaprendido como sonhar lúcido. Mas tive essa bela surpresa de ficar lucido num sonho, depois de tanto tempo sem praticar. kkkk

Faz tempo que a gente não se ver aqui no fórum hein? Espero que você esteja bem, minha amiga. E sonhando, sonhando muito sonhos lúcidos. Kkk

Um forte abraço!... Fica com Deus!  certo


Oi, Ramon. Eu estou bem. A minha rotina mudou muito de um tempo para cá e acabei me afastando do fórum. Eu continuo frequentando o mundo onirico e estou até caçando um mastodonte por lá. hahaha! Ainda vou contar a Saga do Mastodonte aqui no forum.

Um grande Abraço.
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Viagem para "Singapuros"

em Seg Jun 25, 2018 5:40 pm
Sonho hiper-realista.

Eu estava reunida com a minha família e alguns amigos e estávamos nos preparando para uma viagem. Lembro-me que perguntei várias vezes qual era o nosso destino e ninguém respondeu. Todos pareciam aborrecidos comigo. Minha mãe mandou eu vestir um blusão azul e obedeci e guardei no bolso do meu blusão o meu passaporte minha carteira.
Enquanto todos terminavam que arrumar suas coisas, eu percebi que todos estavam diferentes, principalmente minha mãe que estava muito magra e seus olhos estavam arregalados. Minha atenção sobre a minha estranha família logo se dispersou, porque eu sentia um calor danado com o blusão e decidi retirá-lo. Minha mãe reclamou e eu não dei bola. Eu ia sem o blusão e ponto final.
Não me lembro como chegamos no aeroporto. Estávamos num local aberto e vi descendo do céu uma esfera enorme.
- Isso não é um avião. - Comentei e ninguém parecia se importar.
De repente, estávamos dentro da esfera. Uma aeromoça ou esferomoça que estava usando um uniforme branco me indicou onde estava meu assento. Estava no fim de um corredor, num local isolado e havia apenas uma poltrona para três pessoas e uma mesa branca.
Fiquei ali sozinha por um tempinho e para não cair no tédio, eu fui dar uma volta. Encontrei meu irmão mais novo e nos conversamos um pouco.  Em seguida, fui procurar uma cantina e só achei uma mesa com copos e uma garrafa d'água. Enchi um copo e voltei para o meu assento.
Uma janela enorme se abriu e eu vi um mar azul e cristalino. Aquela imagem me deixou fascinada e ao mesmo tempo com uma grande cara de interrogação. O mar estava na vertical. Por instante pensei que poderia ser uma cachoeira, mas eu me aproximei da janela e vi que o mar estava na vertical. Alguém apareceu do meu lado e comentou:
- Isso é realmente lindo, não é?
- Sim. Como é possível o mar está nessa posição? - Perguntei
A pessoa respondeu que eu devia voltar para o meu assento, porque a esfera ia fazer um pouso.
Eu continuei olhando a janela e vi que havia muita areia e prédios com formatos que nunca vi foram aparecendo e o mar estava ao fundo, ainda na vertical.
Duas aeromoças apareceram e pediram para eu voltar para meu lugar, pois logo íamos chegar ao nosso destino. Eu perguntei para onde íamos e uma delas disse que era para Singapura.
-Singapura?
-Sim. Veja a nossa roupa, respondeu a moça.
Reparei que as roupas delas haviam mudado totalmente. Elas usavam vestidos vermelhos de seda e um laço no cabelo, e sem razao, elas falavam comigo numa língua que eu não entendia.
Eu fiquei totalmente confusa, mas nao queistionei a realidade. Fui para o meu assento, mas logo retornei para janela e levei uma bronca da aeromoça. Ela me mandou sentar de novo e eu respondi que não ia obedeça-la pois algo de errado estava acontecendo e eu queria saber o que era. Elas saíram correndo e um senhor apareceu para falar comigo e disse que eu tinha fome e que as moças iam me trazerem algo para comer.
Trouxeram um pão que parecia uma esponja e um copo de café também, mas levaram o café embora, argumentaram que eu havia pegado água sem permissão e por isso eu nao merecia o café.
O senhor disse que estávamos chegando e que era para eu pegar meu passaporte e ir para uma outra sala onde me reuniria com os meus familiares e assim poderíamos desembarcar.
Nesse momento, eu descobri que havia deixado o passaporte no blusão.  
Fui para a tal sala e sentei quieta. Fiquei pensando no que eu diria quando me perguntasse do meu passaporte. Revirei meus bolsos e encontrei minha carteira de identidade. Decidi que apresentaria minha carteira de identidade e seja o que Deus quiser.
A porta se abriu, eu e meus irmãos saímos e seguimos por um corredor. Uma funcionária do local apontou para a porta do elevador e fomos para lá. Quando a porta abriu, não tinha elevador
Era um poço de vidro e nas paredes tinham umas lâminas prateadas parecidas com pás e de tamanhos diferentes. Pelo que a moça explicou, aquelas pás eram os degraus da escada e que devíamos descer através delas, mas nós só poderíamos utilizar as pás grandes. Meus irmãos foram primeiro e morrendo de medo lá fui eu. Pisar naquelas pás era horrível. Elas vibravam e pareciam que ia quebrar. Eu dei uma olhada no fundo do poço e aquilo parecia não ter fundo. Meu coração disparou e eu travei e não conseguia sair mais do lugar. Tentei voltar mas mas pás de cima estavam muito longe. Fiquei ali por alguns momentos e então notei que do lado uma pequena plataforma com bagagens descia acelerado. Não pensei duas vezes. Na próxima plataforma que passou eu pulei para ela. Com o meu peso ela descia acelerado e para não me esborrachar, eu joguei as malas fora e a velocidade diminuiu. Cheguei ao solo numa boa.
Fui para uma sala onde tinha vários guichês e uma longa maca de massagem. Vi que as pessoas da fila deitavam-se na maca e iam rastejando até o guichê para ser atendido.
Uma maca estava vazia e a atendente mandou eu ir deitar nela e me rastejar.
Fui rastejando e encontrei um papel preso com um alfinete. Quis abri-lo, mas alguém falou para não mexer, pois pertencia a uma pessoa que estava ali ilegalmente e ela foi presa.
- A próxima a ser presa será eu. - Pensei.
Chegando no guichê eu peguei minha identidade e entreguei para a Senhora que estava lá. Tentei explicar que não tinha meu passaporte, mas ela não se importou. Comentou algo sobre sobre o meu cartão. Notei que minha identidade estava diferente. Estava branca e tinha algo gravado nela. Não me lembro o que era.
A mulher falou algumas coisas que não me lembro e pegou uma tigela de porcelana, encheu de moedas e me entregou e apontou para saída.
Eu saio carregando a tigela sem entender nada.
Encontrei meus irmãos e perguntei se eles ganharam uma tigela de moedas também e eles responderam que não. Falaram para eu devolver a tigela. Fui devolver, mas ela não aceitou. e colocou mais moedas na tigela.
Olhei para meus irmãos e eles saíram correndo. Corri atras deles e me perdi. Fui parar na entrada de um túnel. (Esse túnel eu já sonhei com ele antes e tenho um pavor de entrar nele.)
Voltei por onde eu vim e me perdi. Andei um bocado até que encontrei toda minha família já com as malas na mão me esperando e todos estavam zangados comigo.
Caminhamos para saída e passamos por uma praça onde tinha uns brinquedos com bichinhos esquisitos. Meu irmão quis brincar um pouco por lá e eu fui com ele. Tinha um bicho estranho que segurava um cordão com doces (eu acho que era doce). Meu irmão arrancou o cordão e um segurança apareceu. Ele disse que eu tinha que pagar pelos doces e eu fui até uma máquina onde tinha janelinha de vidro com uma mocinha dentro. Eu perguntei qual era o preço do doce e ela falou comigo na língua dela, mas eu entendi. O preço estava estampado na embalagem do doce e era 120 qualquer coisa (esse qualquer coisa era na verdade 3 símbolos esquisitos)
Eu peguei algumas daquelas moedas que eu ganhei e dei para a moça. Ela apontou para um botão e eu entendi que era para eu colocar a moeda num orifício e apertar o tal botão. Fiz isso e a máquina começou a apitar e apareceu num mostrador que eu só podia usar aquelas moedas se eu tivesse comprado algo acima de 400 qualquer coisa.
Então a moca pegou uma tigela e encheu de moedas e me deu.
O segurança me expulsou do parque e meu irmão chorava porque o doce caiu no chão. Olhei para o doce caído e começou a sair de dentro dele, mais moedas e uns bichinhos em miniaturas.
eu juntei tudo na tigela e peguei meu irmão e fomos procurar o resto do pessoal.
Passamos por uma casinha colorida e meu irmão entrou nela. O segurança apareceu e me deu uma bronca. Eu comecei a discutir com ele e ele começou a soar um apito.
O som foi ficando alto e eu acordei.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

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