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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Dom Fev 05, 2017 4:36 pm
Licantropo escreveu:
Nossa Königin, que sonho aterrorizante. Sonho assim, pra mim é pesadelo. Teu subconsciente tava doido por uma briga hein, primeiro briga no ônibus, depois briga no bar. Já experimentei em sonhos também essa angústia de não ter como voltar pra casa, é horrível mesmo.

Foi um pesadelo mesmo, Licantropo. A angústia de não conseguir voltar para casa, foi mais terrorizante do que as brigas no ônibus e no bar.
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05.02.2017 - Massinhas de modelar

em Dom Fev 05, 2017 4:41 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Eu estava numa casa com várias pessoas. De repente eu fiquei sozinha na sala e todos tinham ido dormir. Eu deitei no sofá para cochilar um pouco, mas não consegui, porque eu ouvia vozes das pessoas conversando nos quartos. Ouvi passos no corredor e eu levantei para ver quem era. Não encontrei ninguém.
Voltei para sala, deitei e fechei os olhos. Sinto a presença de alguém na sala e abro os olhos e encontro a dona da casa e a filha dela. A mulher disse que a filha estava atrapalhando todos a dormir e por isso ela ficaria comigo até ela ficar com sonho, e saiu. Ficamos eu a menina. Ela era estranha. Tentei puxar conversa e a menina não falava nada. Só ficava olhando para chão. Procurei algo na sala para entreter a garota e achei uma caixa cheia de massinhas de modelar. Sentamos a mesa e começamos a modelar bichinhos. A menina tinha um talento incrível. Ela modelava os bichos com perfeição. Quando terminamos de montar, os bichinhos que ela modelou ganhou vida. Achei uma câmerade fotos instantâneas tipo polaroide e começamos a fazer fotos juntas com os animais vivos.
A menina parecia estar se divertindo muito. Ela começou a conversar comigo e falou que a aquela mulher não era a mãe dela e me pediu para ajudá-la a sair da casa, pois os pais deles estariam esperando por ela lá fora. Saímos em silêncio e fomos até o quintal onde tinha um lindo jardim. Havia um casal lá e a menina correu até eles. Conversamos um pouco e eles se foram.
Volto para casa e pego as fotos que havíamos feito juntas. Noto que em todas as fotos a menina sumiu os animais que ela fez sumiram ficando somente eu nas fotos.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Seg Fev 06, 2017 11:32 am
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Königin escreveu:
Eu estava numa casa com várias pessoas. De repente eu fiquei sozinha na sala e todos tinham ido dormir. Eu deitei no sofá para cochilar um pouco, mas não consegui, porque eu ouvia vozes das pessoas conversando nos quartos. Ouvi passos no corredor e eu levantei para ver quem era. Não encontrei ninguém.
Voltei para sala, deitei e fechei os olhos. Sinto a presença de alguém na sala e abro os olhos e encontro a dona da casa e a filha dela. A mulher disse que a filha estava atrapalhando todos a dormir e por isso ela ficaria comigo até ela ficar com sonho, e saiu. Ficamos eu a menina. Ela era estranha. Tentei puxar conversa e a menina não falava nada. Só ficava olhando para chão. Procurei algo na sala para entreter a garota e achei uma caixa cheia de massinhas de modelar. Sentamos a mesa e começamos a modelar bichinhos. A menina tinha um talento incrível. Ela modelava os bichos com perfeição. Quando terminamos de montar, os bichinhos que ela modelou ganhou vida. Achei uma câmerade fotos instantâneas tipo polaroide e começamos a fazer fotos juntas com os animais vivos.
A menina parecia estar se divertindo muito. Ela começou a conversar comigo e falou que a aquela mulher não era a mãe dela e me pediu para ajudá-la a sair da casa, pois os pais deles estariam esperando por ela lá fora. Saímos em silêncio e fomos até o quintal onde tinha um lindo jardim. Havia um casal lá e a menina correu até eles. Conversamos um pouco e eles se foram.
Volto para casa e pego as fotos que havíamos feito juntas. Noto que em todas as fotos a menina sumiu os animais que ela fez sumiram ficando somente eu nas fotos.

Aí está um belo sonho, se bem que o final Koenigin, foi meio assustador. e.e
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Seg Fev 06, 2017 5:37 pm
Pyros, Foi divertido fazer as fotos com a menina e os bichinhos, e no final fiquei um pouco chateada, porque acabei sozinhas nas fotos.
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06.02.2017 - O Assalto.

em Seg Fev 06, 2017 6:00 pm
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Eu estava junto com três rapazes e nós planejavam ir ao banco sacar um dinheiro de uma mulher que havia morrido. Apesar de não concondar com o plano eu resolvi participar. (não sei por que?). Para sacar o dinheiro era necessário a presença da mulher, mas como ela havia morrido, levamos o cadáver dela até o banco.
Chegando ao banco e fomos direto ao cofre onde estava a grana da mulher. Eu levava a chave e os três rapazes carregavam a defunta. Depois que eu abri o cofre, eles abandonaram o corpo no chão e foram me ajudar a pegar a grana.
Um segurança apareceu e nos perguntou porque a mulher estava no chao e um dos rapazes disse i que ela estava estava telefonando. O guarda nos deixou e foi falar com ela. Enquanto ele dialogava com o cadáver, dois dos rapazes colocaram dinheiro sobre um lençol e segurando pelas pontas,  levaram o dinheiro para fora do banco. Era muita grana!
Andamos em direção a uma estação de metrô, mas eu achei que seria perigoso entrar no metro com o lençol cheio da grana. O dinheiro estava exposto e qualquer um poderia nos roubar.
Decidimos pegar um táxi. Ficamos na rua até que um táxi branco passou, fizemos sinal, e ele parou alguns metros a nossa frente. Corremos até ele, mas não entramos, porque já estávamos na frente prédio onde íamos dividir a grana. maluco
Os dois que carregavam o lençol entraram no prédio, enquanto eu e o outro caro, dispensavamos o táxi.  O cara que estava comigo falou para nos apressarmos, senão os outros dois iam sumir com nossa parte do dinheiro. Para agilizar, decidimos que eu ia pela escada e ele pelo elevador. Ele disse para eu subir até o 8 andar. Lá ele esperaria por mim.
Subi vários andares e não chegava no oitavo andar. Decidi pegar o elevador quando atingi o quinto andar. Uma placa indicava que o elevador estava no fim do corredor e eu percorri por ele enorme e quando cheguei no final, vi que ele se estendia tanto para direita, como para esquerda e havia mais duas placas indicando o elevador nas duas direções. Fui para esquerda e não encontrei o elevador.
Voltei e fui para direita e não encontrei nada, além de mais corredores. Tentei voltar para escada e ela havia sumido. Voltei e segui até uma enorme porta que apareceu no fim do corredor e ao abri-la, tinha mais corredor. Continuei andando e encontrei um mulher segurando a mão de um menino. Perguntei onde estava o elevador e ele me falou para seguir o corredor e virar à esquerda. Fiz o que ela disse e nada de elevador. Achei uma escada e desci que dava acesso ao andar de baixo, desci e  encontrei dois elevadores. Abri a porta do primeiro e não tinha nada além de um buraco negro. Fechei a porta e fui para o elevador do lado. Não dava para entrar nele, porque ele tinha um monte de móveis e alguns tapetes enrolados bloqueando a porta. Vi um faxineiro no fim do corredor e fui até ele para ver se ele me ajudaria a desbloquear o elevador. Ele disse que não poderia fme ajudar, porque aqueles móveis pertenciam a uma família que estava se mudando para um apartamento daquele andar. Perguntei onde ficava a escada e ele não respondeu. Apenas disse que eu era muito linda e meu deu uma banana de presente e foi embora.
Fiquei sozinha no corredor segurando a banana e continuei procurando uma saída. Novamente passo pela enorme porta e encontro novamente a mulher segurando o menino.
Ela fala uma coisa e eu a mando catar coquinhos. Vejo um corredor com a porta aberta e entro. Lá te uma senhora gorda e ela olha para minha banana e fala:
- Você acredita que é linda, só porque tem essa banana? Querida, aquele homem disse que eu também era linda e agora eu estou aqui presa nesse lugar, sem nada para comer.
Olho para mesa e tem três panetones e uma bandeja de mirtilos. Eu pergunto porque ela não o panetone ou o mirtilos. Ela fica brava e fala:
- Eu quero uma banana.
Eu ofereço a minha e ela não aceita, mas continua resmungando que está com fome. Eu deixo a banana em cima da mesa e saio.
Contínuo procurando por um elevador e acordo com o toque do despertador.
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07.02.2017 - Morangos

em Ter Fev 07, 2017 9:20 am
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Estava numa antiga casa da minha avó e lá tinha um alpendre, que na verdade nunca existiu. Eu tinha alguns morangos na mão e resolvi plantá-los em vasinhos. Logo brotou uma plantinha que crescia rápido. De repente, apareceu um menino, talvez filho da vizinha, e sentou num canto e ficou quieto. Perguntei porque ele não estava brincando com as outras crianças, ele disse que ninguém queria brincar com ele. Fiquei com dó e resolvi montar um balanco no alpendre para ele brincar. Arrumei uma corda e amarrei nas vigas que sustentam o telhado e para fazer o assento, eu usei um violino quebrado que eu achei próximo o balanco. O menino sentou no violino e começou a balançar todo feliz. Nesse meio tempo, os pés de morangos cresceram e tomaram todas ripas do telhado do alpendre e notei que já estava nascendo morango. Achei estranho, eles crescerem tão rápidos, mas não me lembrei de questionar a realidade. Agora os morangos estavam amadurecendo, e aparecem no quintal, vários rapazes trazendo um monte de bichos. Galinhas, porcos, cabras, cachorro. Eles falaram que a família do menino saíram para viajar e meu avô vai cuidar dos animais enquanto, ela estiver foram. Eles foram embora e me deixaram com aquele monte de bichos que começaram a destruir o alpendre. O menino também havia sumido. As cabras começaram a comer meus pés de morango. Tentei afastar os bichos e ao mesmo tempo colher alguns morango que já estavam maduros e acordei.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Ter Fev 07, 2017 1:26 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Königin escreveu:
Eu estava junto com três rapazes e nós planejavam ir ao banco sacar um dinheiro de uma mulher que havia morrido. Apesar de não concondar com o plano eu resolvi participar. (não sei por que?). Para sacar o dinheiro era necessário a presença da mulher, mas como ela havia morrido, levamos o cadáver dela até o banco.
Chegando ao banco e fomos direto ao cofre onde estava a grana da mulher. Eu levava a chave e os três rapazes carregavam a defunta. Depois que eu abri o cofre, eles abandonaram o corpo no chão e foram me ajudar a pegar a grana.
Um segurança apareceu e nos perguntou porque a mulher estava no chao e um dos rapazes disse i que ela estava estava telefonando. O guarda nos deixou e foi falar com ela. Enquanto ele dialogava com o cadáver, dois dos rapazes colocaram dinheiro sobre um lençol e segurando pelas pontas,  levaram o dinheiro para fora do banco. Era muita grana!
Andamos em direção a uma estação de metrô, mas eu achei que seria perigoso entrar no metro com o lençol cheio da grana. O dinheiro estava exposto e qualquer um poderia nos roubar.
Decidimos pegar um táxi. Ficamos na rua até que um táxi branco passou, fizemos sinal, e ele parou alguns metros a nossa frente. Corremos até ele, mas não entramos, porque já estávamos na frente prédio onde íamos dividir a grana. maluco
Os dois que carregavam o lençol entraram no prédio, enquanto eu e o outro caro, dispensavamos o táxi.  O cara que estava comigo falou para nos apressarmos, senão os outros dois iam sumir com nossa parte do dinheiro. Para agilizar, decidimos que eu ia pela escada e ele pelo elevador. Ele disse para eu subir até o 8 andar. Lá ele esperaria por mim.
Subi vários andares e não chegava no oitavo andar. Decidi pegar o elevador quando atingi o quinto andar. Uma placa indicava que o elevador estava no fim do corredor e eu percorri por ele enorme e quando cheguei no final, vi que ele se estendia tanto para direita, como para esquerda e havia mais duas placas indicando o elevador nas duas direções. Fui para esquerda e não encontrei o elevador.
Voltei e fui para direita e não encontrei nada, além de mais corredores. Tentei voltar para escada e ela havia sumido. Voltei e segui até uma enorme porta que apareceu no fim do corredor e ao abri-la, tinha mais corredor. Continuei andando e encontrei um mulher segurando a mão de um menino. Perguntei onde estava o elevador e ele me falou para seguir o corredor e virar à esquerda. Fiz o que ela disse e nada de elevador. Achei uma escada e desci que dava acesso ao andar de baixo, desci e  encontrei dois elevadores. Abri a porta do primeiro e não tinha nada além de um buraco negro. Fechei a porta e fui para o elevador do lado. Não dava para entrar nele, porque ele tinha um monte de móveis e alguns tapetes enrolados bloqueando a porta. Vi um faxineiro no fim do corredor e fui até ele para ver se ele me ajudaria a desbloquear o elevador. Ele disse que não poderia fme ajudar, porque aqueles móveis pertenciam a uma família que estava se mudando para um apartamento daquele andar. Perguntei onde ficava a escada e ele não respondeu. Apenas disse que eu era muito linda e meu deu uma banana de presente e foi embora.
Fiquei sozinha no corredor segurando a banana e continuei procurando uma saída. Novamente passo pela enorme porta e encontro novamente a mulher segurando o menino.
Ela fala uma coisa e eu a mando catar coquinhos. Vejo um corredor com a porta aberta e entro. Lá te uma senhora gorda e ela olha para minha banana e fala:
- Você acredita que é linda, só porque tem essa banana? Querida, aquele homem disse que eu também era linda e agora eu estou aqui presa nesse lugar, sem nada para comer.
Olho para mesa e tem três panetones e uma bandeja de mirtilos. Eu pergunto porque ela não o panetone ou o mirtilos. Ela fica brava e fala:
- Eu quero uma banana.
Eu ofereço a minha e ela não aceita, mas continua resmungando que está com fome. Eu deixo a banana em cima da mesa e saio.
Contínuo procurando por um elevador e acordo com o toque do despertador.

Esse foi o melhor assalto a banco já registrado nas histórias oníricas HAHAHAHAHAHA

Dava para roteirizar um filme. Qual a melhor forma de pegar a grana de alguém que já morreu? Levando ele com você oras!!!
Mas Koenigin, parece que no fim das contas, os 3 caras acabaram ficando com a grana e você apenas com uma banana.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Ter Fev 07, 2017 1:50 pm
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Sempre tive uma dúvida em relação aos seus relatos.

Os personagens dos seu sonhos falam em Alemão? kkk deve ser louco


'

Faça um reality check agora e me agradeça depois... piscar

Bons sonhos para você certo  

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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Ter Fev 07, 2017 2:32 pm
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Oi Kon, estou passando para apreciar os seus últimos sonhos, particularmente eu gosto muito da leitura dos mesmos, lembra-me muito o estilo do Ramon de escrever, mas não pelo conteúdo e sim pela escrita em si, apresentando boa coerência dos fatos e passagens bem engraçadas. Adorei o sonho com o Sr. Lucifer, bem enigmático a passagem.

Abraços! viva
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qua Fev 08, 2017 3:29 pm
Pyros:

Pyros escreveu:
Königin escreveu:
Eu estava junto com três rapazes e nós planejavam ir ao banco sacar um dinheiro de uma mulher que havia morrido. Apesar de não concondar com o plano eu resolvi participar. (não sei por que?). Para sacar o dinheiro era necessário a presença da mulher, mas como ela havia morrido, levamos o cadáver dela até o banco.
Chegando ao banco e fomos direto ao cofre onde estava a grana da mulher. Eu levava a chave e os três rapazes carregavam a defunta. Depois que eu abri o cofre, eles abandonaram o corpo no chão e foram me ajudar a pegar a grana.
Um segurança apareceu e nos perguntou porque a mulher estava no chao e um dos rapazes disse i que ela estava estava telefonando. O guarda nos deixou e foi falar com ela. Enquanto ele dialogava com o cadáver, dois dos rapazes colocaram dinheiro sobre um lençol e segurando pelas pontas,  levaram o dinheiro para fora do banco. Era muita grana!
Andamos em direção a uma estação de metrô, mas eu achei que seria perigoso entrar no metro com o lençol cheio da grana. O dinheiro estava exposto e qualquer um poderia nos roubar.
Decidimos pegar um táxi. Ficamos na rua até que um táxi branco passou, fizemos sinal, e ele parou alguns metros a nossa frente. Corremos até ele, mas não entramos, porque já estávamos na frente prédio onde íamos dividir a grana. maluco
Os dois que carregavam o lençol entraram no prédio, enquanto eu e o outro caro, dispensavamos o táxi.  O cara que estava comigo falou para nos apressarmos, senão os outros dois iam sumir com nossa parte do dinheiro. Para agilizar, decidimos que eu ia pela escada e ele pelo elevador. Ele disse para eu subir até o 8 andar. Lá ele esperaria por mim.
Subi vários andares e não chegava no oitavo andar. Decidi pegar o elevador quando atingi o quinto andar. Uma placa indicava que o elevador estava no fim do corredor e eu percorri por ele enorme e quando cheguei no final, vi que ele se estendia tanto para direita, como para esquerda e havia mais duas placas indicando o elevador nas duas direções. Fui para esquerda e não encontrei o elevador.
Voltei e fui para direita e não encontrei nada, além de mais corredores. Tentei voltar para escada e ela havia sumido. Voltei e segui até uma enorme porta que apareceu no fim do corredor e ao abri-la, tinha mais corredor. Continuei andando e encontrei um mulher segurando a mão de um menino. Perguntei onde estava o elevador e ele me falou para seguir o corredor e virar à esquerda. Fiz o que ela disse e nada de elevador. Achei uma escada e desci que dava acesso ao andar de baixo, desci e  encontrei dois elevadores. Abri a porta do primeiro e não tinha nada além de um buraco negro. Fechei a porta e fui para o elevador do lado. Não dava para entrar nele, porque ele tinha um monte de móveis e alguns tapetes enrolados bloqueando a porta. Vi um faxineiro no fim do corredor e fui até ele para ver se ele me ajudaria a desbloquear o elevador. Ele disse que não poderia fme ajudar, porque aqueles móveis pertenciam a uma família que estava se mudando para um apartamento daquele andar. Perguntei onde ficava a escada e ele não respondeu. Apenas disse que eu era muito linda e meu deu uma banana de presente e foi embora.
Fiquei sozinha no corredor segurando a banana e continuei procurando uma saída. Novamente passo pela enorme porta e encontro novamente a mulher segurando o menino.
Ela fala uma coisa e eu a mando catar coquinhos. Vejo um corredor com a porta aberta e entro. Lá te uma senhora gorda e ela olha para minha banana e fala:
- Você acredita que é linda, só porque tem essa banana? Querida, aquele homem disse que eu também era linda e agora eu estou aqui presa nesse lugar, sem nada para comer.
Olho para mesa e tem três panetones e uma bandeja de mirtilos. Eu pergunto porque ela não o panetone ou o mirtilos. Ela fica brava e fala:
- Eu quero uma banana.
Eu ofereço a minha e ela não aceita, mas continua resmungando que está com fome. Eu deixo a banana em cima da mesa e saio.
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Esse foi o melhor assalto a banco já registrado nas histórias oníricas HAHAHAHAHAHA

Dava para roteirizar um filme. Qual a melhor forma de pegar a grana de alguém que já morreu? Levando ele com você oras!!!
Mas Koenigin, parece que no fim das contas, os 3 caras acabaram ficando com a grana e você apenas com uma banana.
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O crime não compensa mesmo, Pyros.  Fiquei sem a grana, perdida num labirinto de corredores e no final nem com a banana fiquei. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qua Fev 08, 2017 3:38 pm
Adrm escreveu:Sempre tive uma dúvida em relação aos seus relatos.

Os personagens dos seu sonhos falam em Alemão? kkk deve ser louco

Adrm, alguns falam português e outros falam alemão. Depende onde eu estou no sonho. Se estou em lugares, que me lembram o Brasil, os personagens falam geralmente português. Se estou em algum lugar da Alemanha, eles falam alemão. Há casos que fogem da regra, por exemplo. Meu marido e eu no sonho, sempre falamos em alemão, não importa onde nós estamos. Com a minha família só falo em português. É meio doido, mas no fim, nos nos entendemos. muito feliz
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qua Fev 08, 2017 3:46 pm
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Reizen Endler escreveu:Oi Kon, estou passando para apreciar os seus últimos sonhos, particularmente eu gosto muito da leitura dos mesmos, lembra-me muito o estilo do Ramon de escrever, mas não pelo conteúdo e sim pela escrita em si, apresentando boa coerência dos fatos e passagens bem engraçadas. Adorei o sonho com o Sr. Lucifer, bem enigmático a passagem.

Abraços! viva
Oi, Reizen. O sonho com Lúcifer foi bem enigmático e eu acho que ele realmente me ajudou. Depois desse sonho, eu nunca mais sonhei com a "prova final" que sempre me atormentava. O incêndio na faculdade provocado por ele, realmente botou um ponto final na história.
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09.02.2017 - Aranhas.

em Qui Fev 09, 2017 7:01 pm
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Sonhei que fui visitar a família de um amigo. Estávamos conversando na sala e não havia uma boa iluminação. A dona da casa pediu para que eu acendesse a luz de um abajur que estava ao lado da poltrona onde eu estava sentada. Eu puxei a correntinha do abajur e a luz, ao se acender, revelou um cenário de horror para mim. A sala estava toda tomada por teia de aranhas. Tinhas aranhas penduradas para todos os lados. Sobre o encosto da poltrona onde eu estava, haviam tanta aranhas que me fizeram levantar aos gritos e muitas delas vieram penduras em mim. Quanto eu mais me debatia, tentando tirá-las de mim, mas eu me enroscava em outras teias, juntando mais aranhas em cima de mim. Acordei assustada e demorei para voltar a dormir. Tive que acender a luz do quarto para ver se não havia aranhas na minha cama.
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12.02.2017 - Cartão de Crédito

em Dom Fev 12, 2017 5:23 pm
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Sonhei que minha amiga , veio me visitar  e eu fui buscá-la no aeroporto e lá, sei lá porque, me deram um cartão de crédito. Peguei minha amiga e fomos passear na parte turística da cidade. Usei o tal cartão para apagar algumas compras e entradas para um museu. Enquanto estávamos na fila, apareceu uma policial, e perguntou a todos na fila se alguém poderia ajudá-la em um caso. Ninguém se manifestou. Perguntei se era algo complicado, ela respondeu que não. Aceitei em ajudá-la e fui com ela até a entrada do museu, onde haviam outros policiais olhando uma pequena tampa de metal redonda no chão. O problema era que alguém tinha pintado essa tampa de rosa e a cor tinha que ser removida. Isso nao me pareceu um caso do outro mundo, peguei um pano e esfreguei na tampa e a cor saiu. A policial ficou toda feliz e disse que graças a minha ajuda, iriamos todos receber um dinheiro de recompensa.
Entramos no museu para preencher um papel e me solicitaram aquele cartão de crédito que eu ganhei no aeroporto. Entreguei o cartão e a pessoa disse que ele não era meu. Peguei o cartão de volta e olhei o nome e estava escrito "Rubens Carneiro".
Resolvi voltar para aeroporto, mas antes eu tinha que pegar minha amiga que ficou sozinha na fila do museu e não a encontrei. Saio à procura dela e a encontro em frente a uma loja. Ela estava muito brava e quis ir embora. Pedi desculpas e prometi que a não deixaria só novamente. Ela aceitou as desculpas e fomos para o aeroporto, chegando lá tínhamos que pegar uma fila para reclamar sobre o cartão. Não sei porque, saí da fila e deixei minha amiga novamente sozinha (Oops... I did again  lingua ).Quando voltei ela não estava mais lá. Saio a procurá-la. Acordo.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Qua Fev 15, 2017 9:34 pm
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Königin:

Sonhei que fui visitar a família de um amigo. Estávamos conversando na sala e não havia uma boa iluminação. A dona da casa pediu para que eu acendesse a luz de um abajur que estava ao lado da poltrona onde eu estava sentada. Eu puxei a correntinha do abajur e a luz, ao se acender, revelou um cenário de horror para mim. A sala estava toda tomada por teia de aranhas. Tinhas aranhas penduradas para todos os lados. Sobre o encosto da poltrona onde eu estava, haviam tanta aranhas que me fizeram levantar aos gritos e muitas delas vieram penduras em mim. Quanto eu mais me debatia, tentando tirá-las de mim, mas eu me enroscava em outras teias, juntando mais aranhas em cima de mim. Acordei assustada e demorei para voltar a dormir. Tive que acender a luz do quarto para ver se não havia aranhas na minha cama.

Como eram as aranhas? perplexo

Königin:

Sonhei que minha amiga , veio me visitar  e eu fui buscá-la no aeroporto e lá, sei lá porque, me deram um cartão de crédito. Peguei minha amiga e fomos passear na parte turística da cidade. Usei o tal cartão para apagar algumas compras e entradas para um museu. Enquanto estávamos na fila, apareceu uma policial, e perguntou a todos na fila se alguém poderia ajudá-la em um caso. Ninguém se manifestou. Perguntei se era algo complicado, ela respondeu que não. Aceitei em ajudá-la e fui com ela até a entrada do museu, onde haviam outros policiais olhando uma pequena tampa de metal redonda no chão. O problema era que alguém tinha pintado essa tampa de rosa e a cor tinha que ser removida. Isso nao me pareceu um caso do outro mundo, peguei um pano e esfreguei na tampa e a cor saiu. A policial ficou toda feliz e disse que graças a minha ajuda, iriamos todos receber um dinheiro de recompensa.
Entramos no museu para preencher um papel e me solicitaram aquele cartão de crédito que eu ganhei no aeroporto. Entreguei o cartão e a pessoa disse que ele não era meu. Peguei o cartão de volta e olhei o nome e estava escrito "Rubens Carneiro".
Resolvi voltar para aeroporto, mas antes eu tinha que pegar minha amiga que ficou sozinha na fila do museu e não a encontrei. Saio à procura dela e a encontro em frente a uma loja. Ela estava muito brava e quis ir embora. Pedi desculpas e prometi que a não deixaria só novamente. Ela aceitou as desculpas e fomos para o aeroporto, chegando lá tínhamos que pegar uma fila para reclamar sobre o cartão. Não sei porque, saí da fila e deixei minha amiga novamente sozinha (Oops... I did again  lingua ).Quando voltei ela não estava mais lá. Saio a procurá-la. Acordo.

Coitada da sua amiga Königin, abandonou ela duas vezes e ainda fez umas comprinhas para o Rubens Carneiro pagar gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sex Fev 17, 2017 5:07 pm
Érika escreveu:
Königin:

Sonhei que fui visitar a família de um amigo. Estávamos conversando na sala e não havia uma boa iluminação. A dona da casa pediu para que eu acendesse a luz de um abajur que estava ao lado da poltrona onde eu estava sentada. Eu puxei a correntinha do abajur e a luz, ao se acender, revelou um cenário de horror para mim. A sala estava toda tomada por teia de aranhas. Tinhas aranhas penduradas para todos os lados. Sobre o encosto da poltrona onde eu estava, haviam tanta aranhas que me fizeram levantar aos gritos e muitas delas vieram penduras em mim. Quanto eu mais me debatia, tentando tirá-las de mim, mas eu me enroscava em outras teias, juntando mais aranhas em cima de mim. Acordei assustada e demorei para voltar a dormir. Tive que acender a luz do quarto para ver se não havia aranhas na minha cama.

Como eram as aranhas? perplexo

Königin:

Sonhei que minha amiga , veio me visitar  e eu fui buscá-la no aeroporto e lá, sei lá porque, me deram um cartão de crédito. Peguei minha amiga e fomos passear na parte turística da cidade. Usei o tal cartão para apagar algumas compras e entradas para um museu. Enquanto estávamos na fila, apareceu uma policial, e perguntou a todos na fila se alguém poderia ajudá-la em um caso. Ninguém se manifestou. Perguntei se era algo complicado, ela respondeu que não. Aceitei em ajudá-la e fui com ela até a entrada do museu, onde haviam outros policiais olhando uma pequena tampa de metal redonda no chão. O problema era que alguém tinha pintado essa tampa de rosa e a cor tinha que ser removida. Isso nao me pareceu um caso do outro mundo, peguei um pano e esfreguei na tampa e a cor saiu. A policial ficou toda feliz e disse que graças a minha ajuda, iriamos todos receber um dinheiro de recompensa.
Entramos no museu para preencher um papel e me solicitaram aquele cartão de crédito que eu ganhei no aeroporto. Entreguei o cartão e a pessoa disse que ele não era meu. Peguei o cartão de volta e olhei o nome e estava escrito "Rubens Carneiro".
Resolvi voltar para aeroporto, mas antes eu tinha que pegar minha amiga que ficou sozinha na fila do museu e não a encontrei. Saio à procura dela e a encontro em frente a uma loja. Ela estava muito brava e quis ir embora. Pedi desculpas e prometi que a não deixaria só novamente. Ela aceitou as desculpas e fomos para o aeroporto, chegando lá tínhamos que pegar uma fila para reclamar sobre o cartão. Não sei porque, saí da fila e deixei minha amiga novamente sozinha (Oops... I did again  lingua ).Quando voltei ela não estava mais lá. Saio a procurá-la. Acordo.

Coitada da sua amiga Königin, abandonou ela duas vezes e ainda fez umas comprinhas para o Rubens Carneiro pagar gargalhada
Érika. As aranhas eram aquelas domésticas, com abdomen gordo e pernas longas. Eu tenho pavor de aranhas. medo
A minha amiga realmente ficou chateada.  Quanto ao Rubens, rs, ficou com saldo devedor.  lol
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07.03.2017 - Cacos de Guarrafas

em Ter Mar 07, 2017 12:28 pm
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Era noite e eu estava com uma moça dentro de um ônibus. Descemos num ponto e eu queria ir para casa. Ela queria visitar um amigo que morava ali perto, mas não queria ir sozinha. Eu topei e enquanto descíamos uma rua, ela me contou que esse rapaz fez faculdade comigo, mas ele não sabe que concluiu o curso. Ela estava indo lá para mostrar a realidade para ele.
A casa do rapaz ficava no fundo de uma outra casa.
Entramos pelo corredor ao lado e abrimos o portão da casa dele. Vimos as luzes acesas e parecia que ele estava em casa. De repente, ouvimos um grito assustador vindo do interior da casa. A moça que eu acompanhava saiu correndo e fechou o portão antes que eu saísse e sumiu. Eu pulei o muro e fui para casa da frente. A porta estava aberta e eu entrei. Não havia ninguém na casa.
Olhei pela janela e vi que o rapaz me observava através da janela dele.  
Decidir sair e ir falar com rapaz. Não consegui entrar no quintal dele, porque havia muitos cacos de garrafas espalhados no chão. Volto na casa da frente e pego uma vassoura e limpo o caminho por onde vou passando. O rapaz aparece todo ensanguentado. Acordo.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Ter Mar 07, 2017 6:32 pm
Na hora que você disse que sua amiga não queria ir sozinha, eu já desconfiei que ia virar um pesadelo, e ela ainda te deixou para trás na hora de correr correr  O rapaz estava ensanguentado por que estava ferido ou era sangue de outra pessoa?
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sex Mar 24, 2017 6:13 pm
Não sei te responder, Érika. Eu acordei logo depois dele aparecer.
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24.03.2017 - Campeonato de Mergulho

em Sex Mar 24, 2017 6:16 pm
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Sonhei que estava num clube ou resort e estava rolando umas atividades para animar o pessoal. Lembro-me que meu marido estava ao meu lado, mas ele estava conversando com uns amigos e eu decidi ir até a piscina.
Na piscina estava rolando um campeonato de mergulho muito estranho. Os participantes têm que mergulhar na piscina, segurando uma taça de vinho vazia, ir até o fundo, tocar o piso com a mão e voltar para a superfície com a taça cheio de vinho tinto. Ganha quem conseguir a taça mais cheia.
Um por um ia mergulhando de cabeça e ia para fundo e voltava com a taça com um pouco de vinho.
Fui convidada para participar do campeonato mas não cheguei a mergulhar, porque antes de chegar a minha vez, meu marido apareceu contando que ia haver um jogo de futebol entre homens e mulheres e ele ia participar e queria que eu participasse com ele.
Fomos em direção do campo e de repente, anoiteceu. Encontramos com os outros e um rapaz falou que o jogo ia demorar um pouco para começar, porque estavam preparando o campo. Pelo que eu entendi, seria preciso demolir o clube/resort, para construir o campo no lugar. Fomos para uma casa e era a casa de meus pais.
Todos se reuniram na sala e eu fiquei em pé próxima da porta, olhando os tratores demolindo o clube e achando aquilo tudo tão estranho. Notei aquela coloração alaranjada típica que nos meus sonhos (como se fosse um eterno crepúsculo), mas não sei porque, eu não questionei a realidade.
Quando tudo estava demolido, apareceu o rapaz dizendo que devíamos ir para campo. Tudo era terra revirada e parecia que havia chovido, pois tinham enormes poços de lama.
Tinha duas traves no campo e os dois times começaram a se posicionar. Eu fui para o meio do campo e num instante seguinte eu estava na casa de meus pais novamente.
Que diabo está acontecendo? – Pensei.
O rapaz apareceu novamente, dizendo que todos me esperavam no campo para começar o jogo.
Falei para ele o que tinha acontecido e ele ficou parado e me olhando sem falar nada.
O despertador tocou e eu acordei.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sex Mar 24, 2017 10:12 pm
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Kon escreveu:Que diabo está acontecendo? – Pensei.
lingua

Cara você não sabe como eu adoro essa expressão. gargalhada

Um pouco mais e a lucidez vinha no final do sonho.
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sab Abr 01, 2017 2:55 pm
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Königin :
Königin escreveu:
Sonhei que estava num clube ou resort e estava rolando umas atividades para animar o pessoal. Lembro-me que meu marido estava ao meu lado, mas ele estava conversando com uns amigos e eu decidi ir até a piscina.
Na piscina estava rolando um campeonato de mergulho muito estranho. Os participantes têm que mergulhar na piscina, segurando uma taça de vinho vazia, ir até o fundo, tocar o piso com a mão e voltar para a superfície com a taça cheio de vinho tinto. Ganha quem conseguir a taça mais cheia.
Um por um ia mergulhando de cabeça e ia para fundo e voltava com a taça com um pouco de vinho.
Fui convidada para participar do campeonato mas não cheguei a mergulhar, porque antes de chegar a minha vez, meu marido apareceu contando que ia haver um jogo de futebol entre homens e mulheres e ele ia participar e queria que eu participasse com ele.
Fomos em direção do campo e de repente, anoiteceu. Encontramos com os outros e um rapaz falou que o jogo ia demorar um pouco para começar, porque estavam preparando o campo. Pelo que eu entendi, seria preciso demolir o clube/resort, para construir o campo no lugar. Fomos para uma casa e era a casa de meus pais.
Todos se reuniram na sala e eu fiquei em pé próxima da porta, olhando os tratores demolindo o clube e achando aquilo tudo tão estranho. Notei aquela coloração alaranjada típica que nos meus sonhos (como se fosse um eterno crepúsculo), mas não sei porque, eu não questionei a realidade.
Quando tudo estava demolido, apareceu o rapaz dizendo que devíamos ir para campo. Tudo era terra revirada e parecia que havia chovido, pois tinham enormes poços de lama.
Tinha duas traves no campo e os dois times começaram a se posicionar. Eu fui para o meio do campo e num instante seguinte eu estava na casa de meus pais novamente.
Que diabo está acontecendo? – Pensei.
O rapaz apareceu novamente, dizendo que todos me esperavam no campo para começar o jogo.
Falei para ele o que tinha acontecido e ele ficou parado e me olhando sem falar nada.
O despertador tocou e eu acordei.
Oi, Königin!

Como vai minha amiga? Tudo na santa paz?

Esse relato tinha tudo pra ser de um sonho lúcido. Faltou pouco. gargalhada

Achei curioso quando você disse que seus sonhos têm uma cor alaranjada de crepúsculo. Bem curioso isso. Os meus sonhos trazem mais cenários noturnos, como se fosse noite lá no sonho. Não sei porque. suspeito Acho que é porque eu fica acordado até tarde da madrugada, vendo filmes na TV. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sab Abr 01, 2017 7:11 pm
Reizen Endler escreveu:
Kon escreveu:Que diabo está acontecendo? – Pensei.
lingua

Cara você não sabe como eu adoro essa expressão. gargalhada

Um pouco mais e a lucidez vinha no final do sonho.
Pois é, Reizen, faltou mais tempo mesmo. Se o relógio tocasse um pouco mais tarde, eu teria ficado lúcida. nao3
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Re: Diário dos Sonhos da Königin

em Sab Abr 01, 2017 7:19 pm
Ramon escreveu:
Königin :

Königin escreveu:
Sonhei que estava num clube ou resort e estava rolando umas atividades para animar o pessoal. Lembro-me que meu marido estava ao meu lado, mas ele estava conversando com uns amigos e eu decidi ir até a piscina.
Na piscina estava rolando um campeonato de mergulho muito estranho. Os participantes têm que mergulhar na piscina, segurando uma taça de vinho vazia, ir até o fundo, tocar o piso com a mão e voltar para a superfície com a taça cheio de vinho tinto. Ganha quem conseguir a taça mais cheia.
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Fui convidada para participar do campeonato mas não cheguei a mergulhar, porque antes de chegar a minha vez, meu marido apareceu contando que ia haver um jogo de futebol entre homens e mulheres e ele ia participar e queria que eu participasse com ele.
Fomos em direção do campo e de repente, anoiteceu. Encontramos com os outros e um rapaz falou que o jogo ia demorar um pouco para começar, porque estavam preparando o campo. Pelo que eu entendi, seria preciso demolir o clube/resort, para construir o campo no lugar. Fomos para uma casa e era a casa de meus pais.
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Quando tudo estava demolido, apareceu o rapaz dizendo que devíamos ir para campo. Tudo era terra revirada e parecia que havia chovido, pois tinham enormes poços de lama.
Tinha duas traves no campo e os dois times começaram a se posicionar. Eu fui para o meio do campo e num instante seguinte eu estava na casa de meus pais novamente.
Que diabo está acontecendo? – Pensei.
O rapaz apareceu novamente, dizendo que todos me esperavam no campo para começar o jogo.
Falei para ele o que tinha acontecido e ele ficou parado e me olhando sem falar nada.
O despertador tocou e eu acordei.
Oi, Königin!

Como vai minha amiga? Tudo na santa paz?

Esse relato tinha tudo pra ser de um sonho lúcido. Faltou pouco.  gargalhada

Achei curioso quando você disse que seus sonhos têm uma cor alaranjada de crepúsculo. Bem curioso isso. Os meus sonhos trazem mais cenários noturnos, como se fosse noite lá no sonho. Não sei porque. suspeito Acho que é porque eu fica acordado até tarde da madrugada, vendo filmes na TV. gargalhada
Oi, Ramon. Eu estou bem, Ramon. Ando um pouco sumida do fórum, mas é por falta de tempo para anotar meus sonhos e ainda digitá-los. Hoje eu consegui anotar um. sonho comum.
Muitos dos meus sonhos tem essa coloração alaranjada. Não sei explicar porque, mas já percebi que os sonhos com essa coloração são carregados de emocoes e muitos viram pesadelos. Não curto muito quando meus sonhos são assim. neutro
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01.04.2017 - A Caminhada

em Sab Abr 01, 2017 7:21 pm
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Sonho hiper-realista.
Sonhei que estava correndo no bosque e encontrei um grupo de pessoas que me convida para fazer trilha (trekking) com eles e sei lá porque eu aceitei o convite e de repente, eu estava andando com o grupo, carregando uma mochila nas costas.
Durante a caminhada, fui conversando com dois rapazes que estavam mais a frente. Nós nos afastamos um pouco dos restantes do grupo e chegamos primeiro numa estreita trilha entre dois rochedos e atravessamos e fomos parar num pequeno vilarejo abandonado. Andamos olhando as vitrinas das lojas abandonadas. Vi uma loja com a porta com a porta arrobada e entrei para ver o que tinha lá. Havia pilhas e mais pilhas de jornais velhos. Peguei um jornal e vi a foto de um dos rapazes que estavam junto comigo e uma reportagem que eu não cheguei a ler, porque o rapaz, que tinha a foto estampada na página, arrancou o jornal da minha mão. Ele estava muito nervoso e começou a rasgar todos dos jornais da loja.
Perguntei ao outro rapaz sobre a foto do jornal e ele disse que o cara tinha assassinado uma pessoa e era fugitivo. O rapaz ouviu nossa conversa e nos ameaçou, caso a gente contasse para o resto do grupo, que ele era um assassino.
Voltamos a caminhar todos calados. Eu fui discretamente diminuindo o meu ritmo e fui ficando para trás e corri de volta, atravessando a fenda da rocha e me escondi numa moita e fiquei esperando o resto do pessoal chegar.
O grupo chegou eu me junto a eles. Eu não falei nada sobre o que aconteceu e logo passávamos pela rua das lojinhas. Agora os jornais que foram rasgados estavam todos colados nas paredes da loja, dando destaque a foto e a manchete da reportagem.
Aqui eu não me recordo direito o que aconteceu. Lembro-me do rapaz aparecer e ele tentou descolar os jornais da parede sem sucesso. Não me lembro do resto.
Continuamos a trilha e desta vez eu estava no fim da fila. Meu irmão mais velho estava lá e ele estava acompanhado por duas moças. Elas demonstravam não gostar de mim, mas eu não arrumei confusão.
Um nevoeiro apareceu e meu irmão falou para todos nós dar as mãos, para nós não nos perdermos e eu seguei a mão de alguém que estava usando uma luva.
Achei estranho e me aproximei da pessoa para ver quem era. Eu vi um palhaço que usava calca amarela, camisa branca cheia de babados, com três botões coloridos enormes e com uma maquiagem horrível, que deixava ele com uma cara de maluco. Dei um grito e sai correndo.
Consegui sair do nevoeiro e reencontrei meu irmão. Falei do palhaço e ele disse que devíamos sair dali o mais rápido possível.
Ele arrumou dois tocos de árvore e disse para eu subir no toco e dar um impulso com o pé. Fiz o que ele disse e eu comecei a deslizar como se estivesse num esqueite. Ele fez o mesmo e começamos a nos movimentar bem rápido.
O sonho começou a ficar mais esquisito. Parecia que nós estávamos dentro de um jogo de vídeo game, pois grandes bolas de neve iam aparecendo e nos tínhamos que desviar delas, e cada vez que desviava, soava um som e aparecia no céu os pontos obtidos.
Eu estava indo bem, até que os obstáculos mudaram e apareceram buracos no solo e eu não consegui desviar de um deles e eu perdi meu toco-skate e cai, me esborrachando no chão. Perdi meus pontos e o sonho mudou.
Eu estava novamente na loja dos jornais colados nas paredes. O guia do grupo apareceu e disse que tínhamos que ser rápidos, pois logo ia escurecer e criaturas da noite iam nos atacar. Saímos da loja e nos reunimos com os outros do grupo. O guia falou para voltarmos pela fenda por onde atravessamos, pois ele conhecia um lugar seguro. Voltamos, mas começou a anoitecer e no alto de um morro perto das fendas, começaram a surgir umas criaturas esquisitas.
Falei para o guia que no vilarejo havia várias casas abandonadas e que poderíamos buscar proteção em alguma delas. Ele gostou da minha ideia e voltamos para vilarejo.
Procuramos por alguma casa que aparentasse segura, mas só encontramos casas sem portas e janelas.
A noite caiu de vez e e o medo tomou conta de todos. Cada um saiu correndo para um lado e eu fiquei sozinha. Eu tinha a sensação que as criaturas estavam mas próximas. Comecei a correr e encontrei numa esquina um homem e uma garotinha. O homem disse que no fim da rua havia um casarão seguro e fomos para lá. Chegamos em frente a um enorme portado de grades e tinha um senhor como porteiro. Pedimos para ele abrir o portão e ele disse que só duas pessoas podiam entrar e uma delas tinha que ser a menina.
Depois de tentar negociar com o porteiro e sem sucesso. O pai da garota disse que eu entraria com ela e ele tentaria pular o muro.
A menina e eu entramos e ao fechar o portão, as criaturas cercaram a casa. Levei a menina para dentro do casarão e lá estava uma senhora que nos acolheu. Falei que o pai da garota estava tentando entrar no casarão, mas que as criaturas chegaram e não sabia se ele tinha conseguido ou não. A senhora sugeriu ficar tomando conta da garota, enquanto eu ia até o jardim e procurasse pelo pai dela.
Atravessei o jardim e percorri toda extensão do muro e não vi ninguém. Eu vi uma torre de vigia num e subi para tentar visualizar melhor. Não vi ninguém, só as criaturas, que ficavam arranhando o muro com suas garras.
Fiquei com medo delas voltarem e decidi voltar para o casarão. Encontrei algumas pessoas conversando e perguntei da senhora que estava tomando conta da menina. Todos disseram que não havia uma senhora na casa.
Sai a procura da menina pelo casarão, que era muito bonito, até eu subir a escada e chegar no andar superior. Era só ruína. Entrei num cômodo, onde tinha uma cortina encardida tapando uma porta e vi a senhora conversando com alguém (na verdade, eu não vi quem era essa pessoa). Ela falava em entregar a menina para as criaturas. A menina estava sentada numa poltrona chorando. Eu entro e discuto com a mulher, pego a menina no colo e saio.  Vamos para o jardim e penso nos esconder na torre de vigia.  Corro com a menina para torre. Acordo.


Última edição por Königin em Qua Abr 05, 2017 6:35 pm, editado 1 vez(es)
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