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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Jun 21, 2015 10:59 pm
Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:@ Ramon

Pois é, que bom que somos lembrados muito feliz . O Hiriu, comenta que ás vezes fala com o Reizen e que ele pretende voltar ao fórum, mas, por enquanto não está tendo possibilidade. Vamos ver né, o que acontece nesse meio ano...
Tudo bem, Emerson. Quando o Reizen puder, ele aparece aqui no forum pra dar um alô. Pelo menos é bom saber que ele está vivo. Kkkk Quando ele voltar, a gente recebe ele pra dar um abraço de boas vindas aqui no fórum. certo

Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:
A biblioteca dos sonhos

Método: WILD

Me aproveitando das emoções do sonho anterior e não lúcido, onde me encontrava num grupo de estudos, naquela atmosfera de evolução... Entro em estado lúcido. Estava numa sala pequena, composta por uma mesa, rodeada de várias pessoas, sendo uma dessas minha namorada. Aparentemente ela também se encontrava em estado diferente dos demais. Eu e ela não nos sentíamos no dever de seguir o curso do sonho. Juntos, como se ela também estivesse lúcida, voamos para fora do local e nos encontrávamos no ambiente próximo ao centro do Jurassic World (vemos o filme no cinema e isso deve ter me influenciado).

Minha intenção era invadir aquele lugar para encontrar algo do filme ou algum dinossauro (quem sabe?!) e então algo surpreendente ocorre: uma rachadura surge nos céus, formando uma janela retangular na altura das nuvens, em forma de livro. Consegui entrever por aquela estrutura que além daquilo se via uma grande biblioteca e tive a ideia de que aquele sonho, era parte dum livro ou duma estória. Eu e minha minha namorada, voamos então para os céus e transpassamos a estrutura, chegando a biblioteca. Havia lá, vários de nossos amigos e um em especial estava falando com as letras todas trocadas. 

Era engraçado porque dava a impressão que as pessoas ali, quando liam os livros, entravam em sonhos e minha namorada nessa curiosidade, busca pegar um escrito e começa a ler. Uma moça, que está um ano abaixo do meu na faculdade, se aproxima, pois, segundo, também estava lúcida e queria ver como seria tirar foto em sonho lúcido. Ela chama a mim, minha namorada e meu amigo, que falava errado, para aparecer na imagem, contudo minha namorada não se movia. Ao encostar nela, percebo que ela fica que como uma estátua, e sobre ela escrito desconectado (bem estilo jogo online, quando cai a internet de alguém). Imagino que esse era imenso sonho compartilhado e que ela devia ter acordado, volto, assim para tirar a foto. A moça arruma a câmera sobre uma mesa e corre para aparecer na imagem. Finda a atividade, esse meu amigo também fica desconectado e depois a moça se desconecta. Quando me aproxima dela, para tentar entrever se ela acordada ou não, se minha hipótese era verdade, tento... Coloco minha mão na cabeça dela, tentando sentir seus pensamentos. 

De fato, ela acordada, porém no Iraque. Pelo que via, ela se chamava Amy (diferente da vida real) e era jornalista que, se encontrava em outro país. Não sei se isso era outro sonho dela ou era alguém, chamava Amy, na forma dessa moça, contudo, acordei e não tive tempo para maiores conclusões.
--------------------------------------
Ao acordar, quis saber os sonhos de minha namorada para ver se batiam, porém, mais uma vez, ela não lembrava o que tinha sonhado. Encontrando meu amigo depois, ele também não sabia e essa moça da faculdade, eu não converso... Então fiquei sem saber se foi um sonho compartilhado ou não.
Uma biblioteca no céu? Só você pra imaginar essas coisas viu, Emerson. Kkkk
Eu ia preferir imaginar uma pizzaria ou uma churrascaria rodízio. gargalhada

Agora falando sério. Não creio que você teve um sonho compartilhado dessa vez. Pelo menos, não houve, na vida real, nenhum sinal nos outras, que indicasse alguma confirmação de que voces estiveram sonhando juntos no mesmo sonho.

Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:
O bosque - segunda parte

Método: WILD

No sonho não lúcido anterior, eu apostava corrida com uma moça no meio da rua e na reentrada, uso da mesma memória...
Estamos lado a lado, uma vez mais, porém eu, estando lúcido, corro rapidamente e parecia igual aqueles filmes do Flash ou Superman, em que tudo ao lado parece parado ou em câmera lenta. 

Eu a ultrapasso rapidamente, passando também por carros, vento, etc. Já mais a frente do caminho, percebo que estou muito longe e tamanha foi minha velocidade no chão, que ascendi sobre ele alguns metros. E era como se eu estivesse parado no ar e numa tentativa de me mover, imagino e crio um cinto, com dois foguetinhos, um de cada lado, para me impulsionarem novamente ao ponto de partida. Assim o faço e para pousar giro a abertura dos objetos para cima. 
como esses ligados no robô

Já no chão, nem a moça, nem as pessoas que assistiam a corrida, estavam ali e em seus lugares havia minha mãe e um amigo meu. Voo sobre eles até o telhado de uma casa, aparentemente eu não conseguia pegar impulso do chão. Minha intenção, era aí, voltar até os céus. Do telhado salto, e subo pelos ventos até uma altura considerável e de lá de cima vejo na floresta, que fica ao lado de minha cidade, uma estátua de leão preto gigante, no mesmo local para onde voei, quando conheci o bosque (na verdade o leão estava no bosque). Voo para lá, porém vai parecendo que conforme vou me aproximando, minha altitude vai caindo, até que quando chego na altura do morro, onde está o bosque, estou na altura do chão.
Aqui começo a ouvir:


Vejo várias crianças na mata, são escoteiros e estão procurando material para fazer uma fogueira. Ou elas não me veem ou não se importam comigo, porque minha presença não lhes altera em nada. Aqui o clima fica mais úmido e gelado. 

Sigo para cima do morro, e encontro na mata um pequeno rio com várias pedrinhas nas margens. Decido me aproximar para sentir e narrar a sensação da água, mas, acabo acordando.
Esse lance de não conseguir pegar impulso do chão para voar, acontece muito comigo em alguns dos meus sonhos lúcidos. Dá uma aflição danada quando isso acontece.

Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:
A casa que some...

Método: CAT

O despertador estava para 06:00, acordei 5:40 e voltei a dormir, acordando 5:58. Nesse intervalo tenho o lampejo de lucidez. Antes quando não estava lúcido, no sonho, um dos vizinhos estava dando em cima de minha namorada e fui até a casa dele, para saber o que estava acontecendo. Mas, no meio do caminho, fico lúcido e percebo que meu destino não mais existia, a casa de meu vizinho desaparecera, deixando apenas muro e quintal. 

A rua em moramos é alta, quando comparada a avenida, donde ela sai, e tenho a ideia então de voar até a altura dos postes da avenida. Era como um experimento, minha intenção era entender a mecânica de altitude e velocidade no voo. Assim o faço e voo até o fim da avenida, ultrapassando um posto a cada segundo. Realizado metade do experimento, intento ir ao bosque, para encontrar algum animal diferente e acordo.
------------------
Assim que der tempo, posto aqui a altura dos postes e o comprimento da avenida, para fazermos o cálculo da velocidade.
Seria legal fazer os vizinhos sumirem, pelo menos no sonho, já que não dá pra fazer isso na realidade. Pois tem uns vizinhos que são bem barulhentos e inconvenientes. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Jul 04, 2015 9:59 am
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
@ Léo

Eu dividi o espaço pelo tempo, a fórmula da velocidade média. O espaço vi por mapas e o tempo pelo período que fazia de um poste a outro.
Seja sempre bem vindo meu amigo.

@ Ramon

Com certeza, iremos recebê-lo de braços abertos. viva

Ah eu não criei... haha Se fosse por mim, seria um lugar meio zen para relaxamento.
Pois é brother, nenhuma das pessoas envolvidas me retornou alguma informação, não foi dessa vez...

Aham, parece que ficamos pesados, não sei o que influencia, porque tem sonhos que estamos leves e outros muito pesados.

Não afirmo coisa alguma, mas, tem uns vizinhos bem complicados mesmo. Tem uns que gostam de conflitos, por sorte, muitos desses meus já se mudaram. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Jul 04, 2015 9:59 am
Homem vs. dinossauro

Método: CAT sem querer

Como alguns sabem, com o retorno das aulas da faculdade, acabei tendo de ir dormir e acordar cedo. Hoje sendo sábado e sem o uso de despertador, tive um sonho lúcido...

Eu me encontrava no quintal da casa de minha avó e havia várias pessoas lá. Elas faziam um tipo de experimento, e com dinossauros... Havia umas jaulas de ferro e vidro enormes no fundo do quintal/ terreno. E por alguma razão, que não lembro, as jaulas se quebram e alguns dinos fogem. Eram dois tiranossauros rex e um espinossauro.
o dino maior é o espino e o menor o tirano

Contudo desde o principio, eu já me achava lúcido e voei para me proteger. Mesmo sendo um sonho, ninguém quer ser devorado por um animal desses (já tive essa experiência em sonho). Nos céus avistei as torres e postes de energia, enquanto aquelas criaturas atacavam as pessoas. Sem temor, arranquei os postes do chão e afiando-os na rua, preparei "lanças" e as atirei contra eles.
Os dois tiranossauros, pereceram rapidamente, mas, o espinossauro, mesmo com um poste fincado nas costas, correu em minha direção. Voei e mesmo no ar, onde eu não conseguia muita altitude, ele tentava me pegar, como um gato para com um pássaro. Fui para o telhado de uma casa e arranquei dele a antena de televisão. Enquanto o dino pulava para tentar de morder, aproveito uma oportunidade e jogo a antena, também afiada, em seu pescoço e enfim, ele vem a morrer.
não fui eu que fiz o desenho, mas, parece bastante com o de meu sonho

Desço ao chão novamente para ver precisava usar mais alguma habilidade (pessoal eu estava lúcido o tempo todo). E não deu outra, o complicado do espinossauro, se transformou em meio humano meio dino, e estava vivo. Ele me abocanha na rua e acordo...
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Jul 04, 2015 12:36 pm
Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:
Homem vs. dinossauro

Método: CAT sem querer

Como alguns sabem, com o retorno das aulas da faculdade, acabei tendo de ir dormir e acordar cedo. Hoje sendo sábado e sem o uso de despertador, tive um sonho lúcido...

Eu me encontrava no quintal da casa de minha avó e havia várias pessoas lá. Elas faziam um tipo de experimento, e com dinossauros... Havia umas jaulas de ferro e vidro enormes no fundo do quintal/ terreno. E por alguma razão, que não lembro, as jaulas se quebram e alguns dinos fogem. Eram dois tiranossauros rex e um espinossauro.
o dino maior é o espino e o menor o tirano

Contudo desde o principio, eu já me achava lúcido e voei para me proteger. Mesmo sendo um sonho, ninguém quer ser devorado por um animal desses (já tive essa experiência em sonho). Nos céus avistei as torres e postes de energia, enquanto aquelas criaturas atacavam as pessoas. Sem temor, arranquei os postes do chão e afiando-os na rua, preparei "lanças" e as atirei contra eles.
Os dois tiranossauros, pereceram rapidamente, mas, o espinossauro, mesmo com um poste fincado nas costas, correu em minha direção. Voei e mesmo no ar, onde eu não conseguia muita altitude, ele tentava me pegar, como um gato para com um pássaro. Fui para o telhado de uma casa e arranquei dele a antena de televisão. Enquanto o dino pulava para tentar de morder, aproveito uma oportunidade e jogo a antena, também afiada, em seu pescoço e enfim, ele vem a morrer.
não fui eu que fiz o desenho, mas, parece bastante com o de meu sonho

Desço ao chão novamente para ver precisava usar mais alguma habilidade (pessoal eu estava lúcido o tempo todo). E não deu outra, o complicado do espinossauro, se transformou em meio humano meio dino, e estava vivo. Ele me abocanha na rua e acordo...
Se você estava lucido o tempo todo no sonho, porque não fez os dinossauros virarem pequenos lagartos inofensivos e dóceis? kkkk

Agora, deve ser chocante sonhar com dinossauros. Uns bichos tão grandes e assustadores como esses. medo Nunca sonhei com os lendários dinossauros. Mas, uma vez sonhei com os Rolling Stones, os dinossauros do rock. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Ago 02, 2015 6:04 pm
@ Ramon

É que nem tudo consigo interferir. Tem algumas coisas no sonho, que se mudo muito acabo acordado e prefiro, mesmo com medo do bicho, ficar no

sonho. haha

Foi Ramon, era como um lagarto maior e brabo. Ah mas, esses são também, músicos maiores e mais brabos... guitar
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Ago 02, 2015 6:06 pm
O bosque - parte terceira



Método: DEILD

Me aproveitando do cenário do sonho não-lúcido anterior, o qual não lembro, mas, sei que estava numa construção abandonada, reinicio o sonho no mesmo local. Era uma sala em construção, onde se via a argamassa e as aberturas para janela e porta, ainda estavam vagas. Do espaço da janela eu via a rua lá fora, movimentada com muitos carros e pessoas. Pulo a "janela" e na rua encontro uma amiga, que diz, que viu o Jackie Chan como um morador de rua.

Ela estava preocupada, dizendo que ele perdera o emprego e respondi que não, quem sabe ele estivesse ensaiando um papel. Um caminhão se aproxima da avenida e uma ideia me surge.
Pulo no móvel e dele para o ar, usando e de sua velocidade e ganhando mais impulso... Voei a alguns metros do chão, até a altura das casas e vejo então distante o morro, onde está o bosque. Dessa vez, eu precisava vasculhar aquele local.
Rapidamente atravessei o caminho e cheguei a floresta, que fica em volta de minha cidade, e identifiquei no "pé" do morro o mesmo rio do sonho anterior.
Fragmento do bosque - parte segunda:
Voo para lá, porém vai parecendo que conforme vou me aproximando, minha altitude vai caindo, até que quando chego na altura do morro, onde está o bosque, estou na altura do chão.
Vejo várias crianças na mata, são escoteiros e estão procurando material para fazer uma fogueira. Ou elas não me veem ou não se importam comigo, porque minha presença não lhes altera em nada. Aqui o clima fica mais úmido e gelado.

Sigo para cima do morro, e encontro na mata um pequeno rio com várias pedrinhas nas margens. Decido me aproximar para sentir e narrar a sensação da água, mas, acabo acordando.

Sigo pelo rio e vejo que sua nascente é uma cachoeira imensa. Acendo nela, até sua altura máxima e lá em cima no morro, identifico um plato, rico na vegetação e para minha surpresa e quem sabe, por estar acostumado uma espécime de rubiaceae.

Nesse local, no rio que originava a cachoeira a atmosfera era tão pura e suave, que me senti muito leve. Começo a ouvir uma música no ambiente:


Me aproximo da água e adentro. A altura do rio, no plato, era até a altura de minhas pernas e sinto, nelas, aquele gelado da água da serra. (como é bom sentir a natureza pura, né) Observo as pedrinhas do rio, algumas amarelinhas, outras brancas, e tinha até aquelas que pareciam cristais. E aqui também era como se eu soubesse de antemão a história daquele local, é como se eu adquirisse uma visão temporal no sonho. Aparentemente ali havia um casal, que havia feito uma escalada e ambos faleceram no alto do morro.

A cachoeira separava a formação geológica em duas partes e por isso aquele morro (não me perguntem como consegui esse conhecimento) era conhecido como Morros dos Dois, ou Morro do Coração ou Amor (algo relacionado ao casal).
Em dado momento, noto umas rochas mais douradas e escuras e me pergunto se não era ouro, mas, deixei para lá e resolvi seguir rio acima (o rio que originava a cachoeira). Voando sobre as águas, noto que as plantas ao meu redor se dobravam sobre o córrego, formando um maravilhoso túnel de troncos e folhas.

Adiante vejo andando pelas águas um homem de camisa rosa e logo atrás, uma mulher de jaqueta, com capuz de pelos. Eles me olham estranho e mais que rapidamente "afio" meus dedos, pronto para lançar um raio e me defender. Contudo, pelo bem de todos, e talvez pela calma que eu estava, ajo de outra maneira.
Oi casal digo aos dois.
Olá, seja bem vindo. ela responde.
Obrigado, vocês aquele casal, que dizem que faleceu por aqui? pergunto.
Sim, mas, não estamos mortos. Nós apenas moramos aqui e raramente descemos a cidade, só isso. Essa é minha prima, ela veio nos visitar. comenta a mulher.

Nessa altura da conversa, eu já havia voado até os dois e já havíamos aportado a margem, para dela, nos aproximarmos duma casinha de madeira, próxima ao rio, e onde uma outra mulher estava sentada num banquinho.

Oi, tudo bem? falo para a moça.
Tudo e com você? Que faz aqui? ela questiona.
Então, estou aqui como num sonho lúcido e gostaria de passar o maior tempo, que der, aqui com vocês ou nesse lugar, porque gostei bastante. Se incomodam de minha presença? comento.
Não, pode ficar, sem problemas. responde o rapaz.

Infelizmente nesse momento, parece que começo a perder a lucidez e acabo acordando. O interessante desse sonho foram as sensações, os detalhes e o fato de que em quanto no sonho e um pouco depois de acordar, eu sentia uma leve pressão nos lobos parietais e temporais do cérebro.


Última edição por EmersonPawoski em Dom Ago 02, 2015 9:50 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Achei a música)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Ago 02, 2015 8:54 pm
Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:
O bosque - parte terceira


Método: DEILD

Me aproveitando do cenário do sonho não-lúcido anterior, o qual não lembro, mas, sei que estava numa construção abandonada, reinicio o sonho no mesmo local. Era uma sala em construção, onde se via a argamassa e as aberturas para janela e porta, ainda estavam vagas. Do espaço da janela eu via a rua lá fora, movimentada com muitos carros e pessoas. Pulo a "janela" e na rua encontro uma amiga, que diz, que viu o Jackie Chan como um morador de rua.

Ela estava preocupada, dizendo que ele perdera o emprego e respondi que não, quem sabe ele estivesse ensaiando um papel. Um caminhão se aproxima da avenida e uma ideia me surge.
Pulo no móvel e dele para o ar, usando e de sua velocidade e ganhando mais impulso... Voei a alguns metros do chão, até a altura das casas e vejo então distante o morro, onde está o bosque. Dessa vez, eu precisava vasculhar aquele local.
Rapidamente atravessei o caminho e cheguei a floresta, que fica em volta de minha cidade, e identifiquei no "pé" do morro o mesmo rio do sonho anterior.
Fragmento do bosque - parte segunda:
Voo para lá, porém vai parecendo que conforme vou me aproximando, minha altitude vai caindo, até que quando chego na altura do morro, onde está o bosque, estou na altura do chão.
Vejo várias crianças na mata, são escoteiros e estão procurando material para fazer uma fogueira. Ou elas não me veem ou não se importam comigo, porque minha presença não lhes altera em nada. Aqui o clima fica mais úmido e gelado.

Sigo para cima do morro, e encontro na mata um pequeno rio com várias pedrinhas nas margens. Decido me aproximar para sentir e narrar a sensação da água, mas, acabo acordando.

Sigo pelo rio e vejo que sua nascente é uma cachoeira imensa. Acendo nela, até sua altura máxima e lá em cima no morro, identifico um plato, rico na vegetação e para minha surpresa e quem sabe, por estar acostumado uma espécime de rubiaceae.

Nesse local, no rio que originava a cachoeira a atmosfera era tão pura e suave, que me senti muito leve. Começo a ouvir uma música no ambiente:
Assim que eu lembrar da música, coloco aqui. Se alguém quiser ajudar (é que não sei o nome dela) é mais ou menos assim: tanto tempo, eu quero você...

Me aproximo da água e adentro. A altura do rio, no plato, era até a altura de minhas pernas e sinto, nelas, aquele gelado da água da serra. (como é bom sentir a natureza pura, né) Observo as pedrinhas do rio, algumas amarelinhas, outras brancas, e tinha até aquelas que pareciam cristais. E aqui também era como se eu soubesse de antemão a história daquele local, é como se eu adquirisse uma visão temporal no sonho. Aparentemente ali havia um casal, que havia feito uma escalada e ambos faleceram no alto do morro.

A cachoeira separava a formação geológica em duas partes e por isso aquele morro (não me perguntem como consegui esse conhecimento) era conhecido como Morros dos Dois, ou Morro do Coração ou Amor (algo relacionado ao casal).
Em dado momento, noto umas rochas mais douradas e escuras e me pergunto se não era ouro, mas, deixei para lá e resolvi seguir rio acima (o rio que originava a cachoeira). Voando sobre as águas, noto que as plantas ao meu redor se dobravam sobre o córrego, formando um maravilhoso túnel de troncos e folhas.

Adiante vejo andando pelas águas um homem de camisa rosa e logo atrás, uma mulher de jaqueta, com capuz de pelos. Eles me olham estranho e mais que rapidamente "afio" meus dedos, pronto para lançar um raio e me defender. Contudo, pelo bem de todos, e talvez pela calma que eu estava, ajo de outra maneira.
Oi casal digo aos dois.
Olá, seja bem vindo. ela responde.
Obrigado, vocês aquele casal, que dizem que faleceu por aqui? pergunto.
Sim, mas, não estamos mortos. Nós apenas moramos aqui e raramente descemos a cidade, só isso. Essa é minha prima, ela veio nos visitar. comenta a mulher.

Nessa altura da conversa, eu já havia voado até os dois e já havíamos aportado a margem, para dela, nos aproximarmos duma casinha de madeira, próxima ao rio, e onde uma outra mulher estava sentada num banquinho.

Oi, tudo bem? falo para a moça.
Tudo e com você? Que faz aqui? ela questiona.
Então, estou aqui como num sonho lúcido e gostaria de passar o maior tempo, que der, aqui com vocês ou nesse lugar, porque gostei bastante. Se incomodam de minha presença? comento.
Não, pode ficar, sem problemas. responde o rapaz.

Infelizmente nesse momento, parece que começo a perder a lucidez e acabo acordando. O interessante desse sonho foram as sensações, os detalhes e o fato de que em quanto no sonho e um pouco depois de acordar, eu sentia uma leve pressão nos lobos parietais e temporais do cérebro.
Você também sonho com Jackie Chan? Esses dias eu também sonhei com o Jackie Chan. kkkk

Essa floresta do seu sonho parece ter sido um lugar mágico. Faz tempo que eu não sonho com florestas. As locações nos meus sonhos estão sendo mais na cidade e interiores de casas. Crying or Very sad
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Ago 02, 2015 9:52 pm
Atualização:
Achei a música. Eeeeeee viva

@ Ramon

Sonhei, que engraçado né?! Será que vimos a mesma coisa na tv?

E era meu amigo, era lindo. Só de lembrar, já fico mais leve. Quem sabe tenha relação com meu curso, aí acabo sonhando com esses lugares.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Ago 03, 2015 12:44 am
Emerson escreveu :

EmersonPawoski escreveu:Atualização:
Achei a música. Eeeeeee  viva

@ Ramon

Sonhei, que engraçado né?! Será que vimos a mesma coisa na tv?

E era meu amigo, era lindo. Só de lembrar, já fico mais leve. Quem sabe tenha relação com meu curso, aí acabo sonhando com esses lugares.
Foi o filme "A Hora do Rush 3" que você viu na TV?... Esse eu vi no SBT. certo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Ago 03, 2015 7:40 am
Ótimo sonho, Emerson! Como sempre, gostei muito das imagens que você escolheu para combinar com o conteúdo do sonho.

Eu achei muito legal também essa mini-história sobre o Morro do Coração, e como é que pegou o nome.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Ago 29, 2015 9:56 am
@ Ramon

Ah que pena meu amigo, sonhar com a natureza é muito bom. Mas acho que a cidade também tem suas belezas.
Olha que bem podia ser, eu vi a propaganda do filme. Quem sabe tenha sido isso?!

@ Madrugada

Obrigado Nick, são imagens escolhidas com muito carinho e amor, por isso ficam boas. Pois é a história do casal, que bonito né? O interessante é que não sei de onde veio o nome.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Ago 29, 2015 9:57 am
Animais brasileiros ou do mundo inteiro?



Método: DEILD

Como estou acostumado a acordar todo dia cedo durante os dias úteis da semana, hoje não foi diferente. O relógio biológico parece não entender que é sábado, mas... Até que foi bom. Me utilizei dessa situação para simular movimentos e locais em minha mente, enquanto meu corpo permanecia na mesma posição.

Comecei com movimentos de pernas, braços, e fui aumentando o nível até dirigir um carro. Nesse ponto eu já imagina a estrada e todo o caminho que fazia, até que então, consigo adentrar num sonho, já lúcido.
Estou num carro preto e largo (não consigo lembrar o modelo) com câmbio manual e dirijo numa rodovia entre duas cidades (parece que é entre minha cidade e a cidade que estudo). Nas margens do percurso há vegetação, pois onde moro a composição vegetal é bem expressiva (remanescente da Mata Atlântica). Num dado momento estaciono num posto de combustíveis onde um rapaz de roupas despojadas mexia num carro. Não sei se por curiosidade ou o que, eu quis me aproximar e falar com ele.
Dizia que estava construindo um carro com peças  sobressalentes, que encontrava na rodovia (alguma coisa que caia de algum carro mal regulado) e que estava quase terminando.

Ele me pergunta se queria testar e aceito a chance. Segundo ele, como o móvel ainda estava em fase de aprimoramento, não era bom usá-lo na rodovia e sim numa estradinha de terra, que havia atrás do posto, e que adentrava na floresta.
Assim o faço e o caminho é serpentiforme, onde consigo até sentir a brisa fresca da vegetação pela janela. Resolvo descer do veículo e sentir eu mesmo o local. O chão era composto por camadas de areia e pequenas rochas, vegetação era bem frondosa (impedindo qualquer um de ver o que havia dentro da floresta), o clima úmido e gelado. Obviamente vou atrás do tema de minha pesquisa (as borboletas e mariposas), para ver que espécie encontro em meus sonhos. Olhando e olhando vejo uma borboleta Tigre Azul da Índia.

Mais adiante no caminho e talvez por minha influência vejo um grupo de borboletas rosa claro, todas amontoadas em torno de frutas podres no chão (certamente estavam se alimentando). Pulo nelas, para vê-las voando e foi algo fantástico, pois cai no chão e elas saíram, mas, ficando de barriga para cima enquanto voavam, eu tinha a impressão de que elas eram (como diz o poeta Catulo da Paixão Cearense) estrelas do céu verde da floresta. Sigo adiante pelo caminho de terra e vejo um porco do mato perturbando um esquilo, ele tentava mordê-lo e impedi-lo de subir numa árvore.
Eiii eu afasto o porquinho.

O esquilo consegue fugir, mas, para minha surpresa, o porco vem atrás de mim, mas, não como um filhote... Parece que ele se transforma numa mistura de javali com hipopótamo.
Corro desesperado (mesmo sendo sonho, pode-se sentir medo e dor) e tomo a forma de um lobo para ficar mais rápido e mesmo assim o bico se aproxima, até que decido me defender.
imaginem no lugar do dinossauro, uma mistura de javali com hipopótamo

Me transformo num gorila e começo a atacar a mandíbula do javali-hipopótamo, para fazê-lo perder o equilíbrio. A tática funciona e cambaleante, o bicho vai embora. Começo a perder a lucidez, mas, antes de acordar tento gravar alguma imagem da região em minha mente, para poder desenhar.
Acordo.
------------------------
O desenho ainda está sendo feito, assim que terminar, coloco aqui.


Última edição por EmersonPawoski em Seg Set 07, 2015 9:04 am, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Ago 29, 2015 2:46 pm
EmersonPawoski escreveu:@ Ramon

Ah que pena meu amigo, sonhar com a natureza é muito bom. Mas acho que a cidade também tem suas belezas.
Olha que bem podia ser, eu vi a propaganda do filme. Quem sabe tenha sido isso?!
Amigo?! Ah, Emerson, gostaria muito que você fosse amigo mesmo, mas, duvido muito. gargalhada

Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:
Animais brasileiros ou do mundo inteiro?


Método: DEILD

Como estou acostumado a acordar todo dia cedo durante os dias úteis da semana, hoje não foi diferente. O relógio biológico parece não entender que é sábado, mas... Até que foi bom. Me utilizei dessa situação para simular movimentos e locais em minha mente, enquanto meu corpo permanecia na mesma posição. 

Comecei com movimentos de pernas, braços, e fui aumentando o nível até dirigir um carro. Nesse ponto eu já imagina a estrada e todo o caminho que fazia, até que então, consigo adentrar num sonho, já lúcido.
Estou num carro preto e largo (não consigo lembrar o modelo) com câmbio manual e dirijo numa rodovia entre duas cidades (parece que é entre minha cidade e a cidade que estudo). Nas margens do percurso há vegetação, pois onde moro a composição vegetal é bem expressiva (remanescente da Mata Atlântica). Num dado momento estaciono num posto de combustíveis onde um rapaz de roupas despojadas mexia num carro. Não sei se por curiosidade ou o que, eu quis me aproximar e falar com ele.
Dizia que estava construindo um carro com peças  sobressalentes, que encontrava na rodovia (alguma coisa que caia de algum carro mal regulado) e que estava quase terminando. 

Ele me pergunta se queria testar e aceito a chance. Segundo ele, como o móvel ainda estava em fase de aprimoramento, não era bom usá-lo na rodovia e sim numa estradinha de terra, que havia atrás do posto, e que adentrava na floresta.
Assim o faço e o caminho é serpentiforme, onde consigo até sentir a brisa fresca da vegetação pela janela. Resolvo descer do veículo e sentir eu mesmo o local. O chão era composto por camadas de areia e pequenas rochas, vegetação era bem frondosa (impedindo qualquer um de ver o que havia dentro da floresta), o clima úmido e gelado. Obviamente vou atrás do tema de minha pesquisa (as borboletas e mariposas), para ver que espécie encontro em meus sonhos. Olhando e olhando vejo uma borboleta Tigre Azul da Índia.

Mais adiante no caminho e talvez por minha influência vejo um grupo de borboletas rosa claro, todas amontoadas em torno de frutas podres no chão (certamente estavam se alimentando). Pulo nelas, para vê-las voando e foi algo fantástico, pois cai no chão e elas saíram, mas, ficando de barriga para cima enquanto voavam, eu tinha a impressão de que elas eram (como diz o poeta Catulo da Paixão Cearense) estrelas do céu verde da floresta. Sigo adiante pelo caminho de terra e vejo um porco do mato perturbando um esquilo, ele tentava mordê-lo e impedi-lo de subir numa árvore. 
Eiii eu afasto o porquinho.

O esquilo consegue fugir, mas, para minha surpresa, o porco vem atrás de mim, mas, não como um filhote... Parece que ele se transforma numa mistura de javali com hipopótamo.
Corro desesperado (mesmo sendo sonho, pode-se sentir medo e dor) e tomo a forma de um lobo para ficar mais rápido e mesmo assim o bico se aproxima, até que decido me defender. 
imaginem no lugar do dinossauro, uma mistura de javali com hipopótamo

Me transformo num gorila e começo a atacar a mandíbula do javali-hipopótamo, para fazê-lo perder o equilíbrio. A tática funciona e cambaleante, o bicho vai embora. Começo a perder a lucidez, mas, antes de acordar tento gravar alguma imagem da região em minha mente, para poder desenhar.
Acordo.
------------------------
O desenho ainda está sendo feito, assim que terminar, coloco aqui.
Bem interessante esses movimentos fantasmas na hora do relaxamento. Eu vi o Michael Raduga falar sobre isso no livro dele. É uma técnica que parece funcionar muito bem. certo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Set 05, 2015 9:56 pm
Bom sonho, Emerson. Quero ver o desenho quando acabar.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Set 07, 2015 10:46 am
@ Ramon

Sim, te considero como amigo.
Funciona bem sim, mas, depende do estado de sono da pessoa. Quando estou bem acordado, não adianta muito essa técnica.

@ Madrugada

Fico feliz que tenha gostado Nick... Bom, na verdade esqueci de desenhar a paisagem. hahaha Assim que eu fizer coloco aqui.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Set 07, 2015 10:48 am
Essa noite tive três sonhos lúcidos mais ou menos curtos, mas, que serviram para matar a saudade do mundo onírico por enquanto.

Método: DEILD em todos.

Peter Pan

Já começo lúcido voando sobre a costa de uma cidade. O ambiente era lindo com muitas pedras na praia e água azul escuro.

Não lembro como eram as casas do local, mas, vi que havia ali um palácio, em cuja entrada estava escrito: Mimpliton (ou Mintliton, era alguma coisa assim). Aquela paisagem me lembrou de uma música feudal e logo, a mesma começou a tocar:


Ficou tudo muito lindo a água do mar ficou mais clara, onde agora eu podia ver meu reflexo. Com a forma de um menino do séc XIX, com coletinho, calça, sapato e um chapéuzinho, eu voava nas bordas daquela cidade e me sentia leve. Acordo.
------------------------
Parando a violência com mais violência


Igualmente já inicio no ambiente estando lúcido. Dessa vez, estou em uma das ruas de minha cidade, onde converso com umas pessoas que não conheço.
Eu acho que as pessoas se aproximam uma das outras unicamente com interesse de algo. dizia uma delas.
Acho que não, cara. Ás vezes pode haver afinidade... comento.
Pois penso que as aparências enganam, essa afinidade é uma máscara. ele continua.
Talvez no plano físico, sim, talvez seja fácil enganar... Mas onde estamos, não, só se une aqui, quem tem afinidade. respondo.

Se aproximam outras pessoas do local e essas com quem converso, parecem ser adversárias das anteriores citadas.
Saiam daqui ou bateremos em vocês... É... Vão embora! eles gritam.

E os recém chegados, também agressivos respondem a altura.
Chega, ninguém vai brigar aqui. Cada um para seu lado. falo mais alto.


Faço meus braços ficarem compridos e enrolo cada grupo em um braço, jogando-os em pontos distantes da rua. Aqueles com quem eu conversava, fogem para dentro de uma casa com porta vermelha. Eu os sigo e crio uma parede de tijolos em frente a porta, para que não saíssem e arrumassem mais confusão. Acordo.
------------------------
O noticiário e a borboleta dos sonhos


Desperto numa praia dessa vez, começo o sonho deitado na areia, com as pequenas ondas, que chegam mais perto das dunas, me molhando. Levanto e sigo até uma rua da cidade onde vejo que alguns meninos conversavam. Eles me chamam e falavam sobre cometer um furto. Diziam estar a mando de um bandido local. Para minha sorte surge ao longe um amigo meu de bicicleta e o uso como alavanca para me afastar daquelas crianças. Ele estava indo guardar a bicicleta num estacionamento e eu minto que o acompanhava porque ia pegar a bicicleta de minha mãe, que estava lá.

Chegamos no local e enquanto ele se vira para colocar o cadeado no móvel, transformo uma bike feminina no mesmo estilo da de minha mãe. Quando ele se vira, eu estava com o móvel de minha mãe nas mãos. Nos despedimos e vejo numa televisão ajeitada num dos pilares do estacionamento, um noticiário. (opa eu nunca tinha visto um noticiário em sonhos, será que tem algum programa de tv? algum filme?) Curioso, fiquei ali para assistir.
a mulher parecia-se com Glória Maria

Na tela apareciam um homem e uma mulher, sendo ela morena e ele claro. Era um jornal.
Boa noite a todos, tivemos um desfalque na programação de hoje. Estavam previstos outros eventos, mas, por falhas técnicas, esses não ocorreram. Para compensar o desfalque a equipe permitiu que vocês pudessem escolher um pedido a ser realizado. dizia a mulher.

Pensei comigo em qual pedido?! Podia pedir mais tempo no sonho, mais resistência a mudanças no sonho (para não acordar quando mudasse algumas coisas) ou algum animal para desenhar. Saio de bicicleta do estacionamento, na esperança de ficar mais tempo no sonho e ver mais coisas, contudo rapidamente começo a perder a lucidez. Penso então, vai o desenho então... Adentro com velocidade numa vegetação próxima da rua onde estava e ao chocar a bicicleta com as raízes de uma arvore, voo entre os galhos e consigo ver uma borboleta bem diferente do que eu conhecia.

Levanto de minha queda e tateando o chão, consigo manter a lucidez. Agora eu precisava guardar na memória os detalhes do animal para desenhar ao acordar. Retorno as ruas, quando me deparo com uma senhora de cabelos brancos.
Olá, a sra. conhece uma borboleta daqui que é "assim, assim e assim" (eu não quis escrever todos os detalhes da pergunta)? pergunto.
Ah sim conheço, meu marido estudou sobre ela. É um hesperídeo que só ocorre aqui. ela responde.
Nossa que surpresa, de todas as pessoas, fui falar logo com alguém que sabia do negócio. Seu marido era biólogo? questiono.
Ele era e eu sou desenhista. Então, lembro que ele pediu que eu desenhasse a borboleta na publicação dele, porque ele não sabia desenhar. Rs, rs... ela comenta.
Que legal, então não tem como ela existir mesmo no Paraná? falo.
Ah não, nós não estamos na Terra. Essa não é uma espécie terrestre e não sobreviveria lá.. ela dialoga.

Admito que já esperava uma resposta como aquela. Quis continuar a conversa, porém, acabei acordando.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Set 09, 2015 3:03 am
Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:@ Ramon

Sim, te considero como amigo.
Funciona bem sim, mas, depende do estado de sono da pessoa. Quando estou bem acordado, não adianta muito essa técnica.
Também te considero um grande amigo, brother. certo

----------
Realmente, a técnica que você aplicou no outro sonho, funciona melhor no estado de sonolência e relaxamento profundo. 

Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:Essa noite tive três sonhos lúcidos mais ou menos curtos, mas, que serviram para matar a saudade do mundo onírico por enquanto.

Método: DEILD em todos.

Peter Pan


Já começo lúcido voando sobre a costa de uma cidade. O ambiente era lindo com muitas pedras na praia e água azul escuro. 

Não lembro como eram as casas do local, mas, vi que havia ali um palácio, em cuja entrada estava escrito: Mimpliton (ou Mintliton, era alguma coisa assim). Aquela paisagem me lembrou de uma música feudal e logo, a mesma começou a tocar:


Ficou tudo muito lindo a água do mar ficou mais clara, onde agora eu podia ver meu reflexo. Com a forma de um menino do séc XIX, com coletinho, calça, sapato e um chapéuzinho, eu voava nas bordas daquela cidade e me sentia leve. Acordo.
No primeiro sonho, você voava com um chapéu na sua cabeça?... E o chapéu não caiu com a força do vento não? gargalhada

Mas,falando sério, voar sobre a costa marítima é uma das experiências mais empolgantes pra se fazer num sonho lúcido. Sem falar que "Voar" é o meu RC favorito no sonho. certo

Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:
Parando a violência com mais violência


Igualmente já inicio no ambiente estando lúcido. Dessa vez, estou em uma das ruas de minha cidade, onde converso com umas pessoas que não conheço.
Eu acho que as pessoas se aproximam uma das outras unicamente com interesse de algo. dizia uma delas.
Acho que não, cara. Ás vezes pode haver afinidade... comento.
Pois penso que as aparências enganam, essa afinidade é uma máscara. ele continua.
Talvez no plano físico, sim, talvez seja fácil enganar... Mas onde estamos, não, só se une aqui, quem tem afinidade. respondo.

Se aproximam outras pessoas do local e essas com quem converso, parecem ser adversárias das anteriores citadas.
Saiam daqui ou bateremos em vocês... É... Vão embora! eles gritam.

E os recém chegados, também agressivos respondem a altura.
Chega, ninguém vai brigar aqui. Cada um para seu lado. falo mais alto.


Faço meus braços ficarem compridos e enrolo cada grupo em um braço, jogando-os em pontos distantes da rua. Aqueles com quem eu conversava, fogem para dentro de uma casa com porta vermelha. Eu os sigo e crio uma parede de tijolos em frente a porta, para que não saíssem e arrumassem mais confusão. Acordo.
Emerson ataca de super herói de novo. gargalhada 

Quando você aplica esses super poderes no sonho, voce já tinha planejado antes do sonho ou essas ideias surgem na hora dentro do sonho, Emerson?

Emerson escreveu:

O noticiário e a borboleta dos sonhos


Desperto numa praia dessa vez, começo o sonho deitado na areia, com as pequenas ondas, que chegam mais perto das dunas, me molhando. Levanto e sigo até uma rua da cidade onde vejo que alguns meninos conversavam. Eles me chamam e falavam sobre cometer um furto. Diziam estar a mando de um bandido local. Para minha sorte surge ao longe um amigo meu de bicicleta e o uso como alavanca para me afastar daquelas crianças. Ele estava indo guardar a bicicleta num estacionamento e eu minto que o acompanhava porque ia pegar a bicicleta de minha mãe, que estava lá. 

Chegamos no local e enquanto ele se vira para colocar o cadeado no móvel, transformo uma bike feminina no mesmo estilo da de minha mãe. Quando ele se vira, eu estava com o móvel de minha mãe nas mãos. Nos despedimos e vejo numa televisão ajeitada num dos pilares do estacionamento, um noticiário. (opa eu nunca tinha visto um noticiário em sonhos, será que tem algum programa de tv? algum filme?) Curioso, fiquei ali para assistir.
a mulher parecia-se com Glória Maria

Na tela apareciam um homem e uma mulher, sendo ela morena e ele claro. Era um jornal.
Boa noite a todos, tivemos um desfalque na programação de hoje. Estavam previstos outros eventos, mas, por falhas técnicas, esses não ocorreram. Para compensar o desfalque a equipe permitiu que vocês pudessem escolher um pedido a ser realizado. dizia a mulher.

Pensei comigo em qual pedido?! Podia pedir mais tempo no sonho, mais resistência a mudanças no sonho (para não acordar quando mudasse algumas coisas) ou algum animal para desenhar. Saio de bicicleta do estacionamento, na esperança de ficar mais tempo no sonho e ver mais coisas, contudo rapidamente começo a perder a lucidez. Penso então, vai o desenho então... Adentro com velocidade numa vegetação próxima da rua onde estava e ao chocar a bicicleta com as raízes de uma arvore, voo entre os galhos e consigo ver uma borboleta bem diferente do que eu conhecia.

Levanto de minha queda e tateando o chão, consigo manter a lucidez. Agora eu precisava guardar na memória os detalhes do animal para desenhar ao acordar. Retorno as ruas, quando me deparo com uma senhora de cabelos brancos.
Olá, a sra. conhece uma borboleta daqui que é "assim, assim e assim" (eu não quis escrever todos os detalhes da pergunta)? pergunto.
Ah sim conheço, meu marido estudou sobre ela. É um hesperídeo que só ocorre aqui. ela responde.
Nossa que surpresa, de todas as pessoas, fui falar logo com alguém que sabia do negócio. Seu marido era biólogo? questiono.
Ele era e eu sou desenhista. Então, lembro que ele pediu que eu desenhasse a borboleta na publicação dele, porque ele não sabia desenhar. Rs, rs... ela comenta.
Que legal, então não tem como ela existir mesmo no Paraná? falo.
Ah não, nós não estamos na Terra. Essa não é uma espécie terrestre e não sobreviveria lá.. ela dialoga.

Admito que já esperava uma resposta como aquela. Quis continuar a conversa, porém, acabei acordando.
Lembro que, alguns dias atrás, você me perguntou se eu sabia o que você estudava dentro da biologia. Você estuda a vida das borboletas? certo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Out 11, 2015 1:48 pm
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@ Ramon

Não caiu não, a física nos sonhos parece ser bem diferente né... Ah foi lindo Ramon, tanto voar como o mar. (até rimou)
Igualmente não, são ideias que surgem na hora. É meio estranho, mas, é algo de momento. Isso mesmo, estou trabalhando com diversidade de borboletas e mariposas no litoral paranaense, você acertou.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Out 11, 2015 1:49 pm
Transportadoras Emerson: as mais rápidas do mercado

Método: WBTB

Anda sendo muito complicado essas semanas para ter um sonho lúcido, mas, hoje resolvi tentar...

Parte não lúcida:

Estou num posto de combustível próximo a rodovia. Pergunto a alguém, onde ficava o banheiro e me indicam uma porta do local. Adentro e percebo que havia uma pequena janelinha no cômodo. Pela janela eu podia ver o céu lá fora. Era noite e o interessante é que desde o começo do sonho, não me sentia no Brasil e o fato que se seguiu só confirmou minha ideia. Vi no escuro dos céus uma aurora rosa (gente é muito lindo, uma experiência fantástica).

Ela me passava uma sensação tão forte, divina, selvagem, delicada, sutil... Sei lá tudo que é belo no Universo.

Parte lúcida:

Fiquei lúcido imediatamente. Sai do banheiro e fui ao pátio do posto de combustível. Pediram-me para realocar um estabelecimento do local. Com minha mente reduzi e levantei o objeto e coloquei onde achei mais espaçoso, concluindo em colocá-lo novamente no tamanho normal.
Decidi pular no teto desse estabelecimento para pegar impulso e voar até a aurora.

Assim o faço e decolo muito alto (raras vezes pego impulso e altitude tão intensas), contudo começo a perder a lucidez antes de chegar lá e acordo.
Foi uma experiência curta, porém, muito legal.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Out 11, 2015 8:20 pm
Olá EmersonPawoski! Gostei dos seus relatos, muito interessantes! Vc usando um notebook foi demais! Gosto da forma como vc usa imagens para ilustrar acontecimentos piscar

Aproveitando para tirar uma dúvida com vc que é experiente, eu já vi frases em placas e paredes nos meus (em sonhos não lúcidos) mas por mais que eu tente entender o que está escrito não consigo... fica tudo embaralhado! Até fui pesquisar sobre isso e dizem que a parte do cérebro que interpreta a leitura não fica ativa durante o sono.

Vc consegue ler normalmente ou empregou alguma técnica para conseguir fazer isso?


Uma força misteriosa que funciona apenas com gatos:
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Out 11, 2015 10:59 pm
Também gostaria de ter paciência pra relatar os sonhos dessa forma kkk


"O sonho é a porta de entrada para o universo interior que existe dentro de nós."
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Out 21, 2015 2:12 pm
Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:
Transportadoras Emerson: as mais rápidas do mercado


Método: WBTB

Anda sendo muito complicado essas semanas para ter um sonho lúcido, mas, hoje resolvi tentar...

Parte não lúcida:

Estou num posto de combustível próximo a rodovia. Pergunto a alguém, onde ficava o banheiro e me indicam uma porta do local. Adentro e percebo que havia uma pequena janelinha no cômodo. Pela janela eu podia ver o céu lá fora. Era noite e o interessante é que desde o começo do sonho, não me sentia no Brasil e o fato que se seguiu só confirmou minha ideia. Vi no escuro dos céus uma aurora rosa (gente é muito lindo, uma experiência fantástica).

Ela me passava uma sensação tão forte, divina, selvagem, delicada, sutil... Sei lá tudo que é belo no Universo.

Parte lúcida:

Fiquei lúcido imediatamente. Sai do banheiro e fui ao pátio do posto de combustível. Pediram-me para realocar um estabelecimento do local. Com minha mente reduzi e levantei o objeto e coloquei onde achei mais espaçoso, concluindo em colocá-lo novamente no tamanho normal.
Decidi pular no teto desse estabelecimento para pegar impulso e voar até a aurora.

Assim o faço e decolo muito alto (raras vezes pego impulso e altitude tão intensas), contudo começo a perder a lucidez antes de chegar lá e acordo.
Foi uma experiência curta, porém, muito legal.
Essa paisagem do sonho deve ter sido linda. Pena que o sonho acabou cedo demais.

Mas, mesmo assim, deve ter sido muito boa essa experiência. certo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Out 27, 2015 8:02 pm
@ Lynx
Seja bem vindo ao diário, espero que goste. Hmmm, não uso técnica alguma. Acho que vai evoluindo, no começo que também não conseguia ler as coisas. Não sei explicar o processo, mas, sei que deve se manter calmo na hora.

@ Dreamer

Não é tão complicado quanto parece... haha

@ Ramon

Foi ótima, estou querendo ter outro sonho lúcido, só para voar e chegar a uma aurora.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Out 27, 2015 8:02 pm
Atenção: o sonho, a seguir, contém informações sobre a origem da espécie humana sobre determinados enfoques que não representam a opinião geral. Essas informações poderão causar desconforto se estiverem em desacordo com determinados modelos de pensamento. É válido lembras que o fórum é um lugar livre para ideias e é interessante que continue assim.

O berço da civilização


Método: nenhum

parte não lúcida:

Lembro de ter ciência da posição geográfica em que me encontrava, sabia que sob mim haveria no futuro uma estrada entre duas cidades. Sim meus amigos, eu estava no passado. No lugar de prédios e ruas, eu via muita vegetação e corpos d'água. Planava livre e solto enquanto acompanhava a brincadeira de dois tigres dente de sabre. Lembro que marcavam o território da mesma maneira que os grandes felinos da atualidade (por uma glândula anal, eles parecem soltar "algo", porém é apenas para marcar território).

Eles seguem por um curso de água até um banhado e eu os acompanho voando. Aparentemente eu estava imaterial, pois, minha presença não era percebida. No trajeto vejo um primata, semelhante a um gorila. Me aproximo dele e o tempo a minha volta começa a acelerar. O "gorila" começa a perder pelos, enquanto vai se tornando semelhante a um homem de aparência rude.

parte lúcida:

Com essa mudança abrupta no sonho, fico lúcido. O banhado aumenta nesse tempo, causando também erosão e tornando-se um lamaçal. Aquele homem que eu acompanhava se reúne então com outros humanos no lamaçal. Eles se sujavam na lama, enquanto, pegavam lama e faziam pequenos bonecos de forma humana.

Como sou muito curioso me aproximo das esculturas para ver as "artes" e tratavam de duas figuras masculinas, entretanto, uma dessas chamou-me a atenção. Ela lembrava a imagem de Jesus enquanto vivo ou me causava essa impressão... Sei que quando toquei na escultura senti uma emoção muito forte e que me fez chorar. Chorar de alegria e felicidade. Aquele sentimento me inundou de tal forma que me parecia que Ele estava presente naquele momento presidindo os primeiros passos dos homens e que com Ele daria tudo certo no final.
Começa uma música no sonho:


E ouço alguém me chamar. Havia uma mulhter e uma menina, que também voavam sobre o lamaçal.
Emerson, há alguém que quer falar com você. dizia a mulher, apontando para a criança.

De alguma maneira, sabia que todo o sonho era uma mensagem da criança: o passado, a escultura de Jesus, o sentimento...
Nós já conversamos, entendi a mensagem. digo e sorrio para a menina, enquanto ela corresponde com outro sorriso.

Acordo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Out 27, 2015 10:03 pm
Que sonho lindo! Amo sonhos assim...
Sou evangélica (não sou fanática nem chata kkkk) e por esses dias eu tive um sonho nesse estilo.
Eu saía da igreja no sonho e uma mulher, vinha me falar que td o que eu havia aprendido era mentira, ela me falava das leis que regem o universo e que a concepção que os humanos tem sobre Deus é equivocada. Por fim ela diz que eu deveria ficar com o filho dela que é meio humano e meio extraterrestre. Foi um sonho beeeeeem viajado, mas me fez questionar muitas coisas.
Sonhos assim nos fazem pensar, acrescentam em nossa vida. Muito bom seu relato.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

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