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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Mar 05, 2017 8:33 pm
É muito interessante o fato de sempre tocar uma música diferente nos seus sonhos. Gostei da história da catedral e da mensagem que você passou para o Arthur no final do sonho, pena que não deu pra saber o que ia acontecer depois.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Mar 07, 2017 7:34 am
Parabéns pelo sonho, Emerson. Para mim, você concluiu o desafio.
Gostei da sua Quimera "Gato Radioativo". A história da catedral envolvendo o Rei Arthur foi uma viagem. O ataque do Dragão, me lembrou o seu sonho anterior, no qual você pesquisou o no Google onírico sobre a história da catedral e leu um texto sobre um ataque de dragão.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Mar 11, 2017 8:57 am
@ Reizen

Sim, também notei isso. Eu praticamente naveguei sobre memórias. Obrigado.

@ Erika

É uma pena mesmo. Acho que de tanto ouvir música em sonho, isso meio que influencia nos próximos sonhos.

@ Konigin

Obrigado. Aham... Esse sonho parece ter explicado o outro. É, não foi aquela quimera, mas, quebrou o galho...
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Mar 11, 2017 9:00 am
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Portal para viagens espaciais?

Para conseguir fazer o desafio do patronum, tentei hoje algo inusitado...

Método: MILD

Desperto em um bar (daqueles decorados com coisas antigas) e lembro de ver a venda numa prateleira uma caminha de madeira para boneca por 60,00 R$. Eram duas estruturas que formavam os lados da cama e o que as unia era duas maderinhas. Percebo um quadro no bar e tenho a ideia de entrar no quadro para encontrar meu patrono naquela paisagem. Era uma pintura que mostrava um barco pirata navegando sobre uma nebulosa.


Pego uma das maderinhas da cama de boneca e dou um zoom no quadro até entrar nele e então me vejo no espaço sideral. Há um som de chiado por toda parte, mas, isso não me atrapalha. Falo expecto patronum (eu esperava que surgisse uma baleia espacial) e surge aos poucos a forma de uma libélula prateada.

Tento me aproximar do animal, mas, a nebulosa no fundo começa a mudar de forma e se torna outro quadro. De repente eu estava num campo de baseball. Faço um zoom ao contrário com minha mente e volto ao bar. O quadro de baseball estava ao lado do quadro da nebulosa. Vejo alguns rapazes pensando no quão caro era um chope naquele bar e como era sonho, tiro do balcão e dou a eles sem nada pagar ao barman (haha). Acordo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Mar 13, 2017 11:26 am
Que sonho fantástico! Você ter entrado no quadro me lembrou um filme de Nárnia que assisti, estou impressionada com o seu domínio no sonho e a ideia de fazer um patronum no sonho lúcido foi simplesmente brilhante, eu quero muito isso pra minha vida!!! Eu sou super fã da saga Harry Potter e nem nos meus sonhos mais loucos eu imaginei que poderia descobrir meu patronum através de um sonho, isso me animou mesmo para ter um sonho lúcido.
Sério mesmo, de onde vocês tiram essas ideias?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Mar 15, 2017 2:16 pm
EmersonPawoski escreveu:
Portal para viagens espaciais?

Para conseguir fazer o desafio do patronum, tentei hoje algo inusitado...

Método: MILD

Desperto em um bar (daqueles decorados com coisas antigas) e lembro de ver a venda numa prateleira uma caminha de madeira para boneca por 60,00 R$. Eram duas estruturas que formavam os lados da cama e o que as unia era duas maderinhas. Percebo um quadro no bar e tenho a ideia de entrar no quadro para encontrar meu patrono naquela paisagem. Era uma pintura que mostrava um barco pirata navegando sobre uma nebulosa.


Pego uma das maderinhas da cama de boneca e dou um zoom no quadro até entrar nele e então me vejo no espaço sideral. Há um som de chiado por toda parte, mas, isso não me atrapalha. Falo expecto patronum (eu esperava que surgisse uma baleia espacial) e surge aos poucos a forma de uma libélula prateada.

Tento me aproximar do animal, mas, a nebulosa no fundo começa a mudar de forma e se torna outro quadro. De repente eu estava num campo de baseball. Faço um zoom ao contrário com minha mente e volto ao bar. O quadro de baseball estava ao lado do quadro da nebulosa. Vejo alguns rapazes pensando no quão caro era um chope naquele bar e como era sonho, tiro do balcão e dou a eles sem nada pagar ao barman (haha). Acordo.

Só tinha coisa cara nesse bar! O lado bom é que se você olhar de novo provavelmente vai ter outro preço e o lado ruim é que pode ser mais caro, não que dinheiro seja problema para nós milionários oníricos :p (ou seríamos caloteiros oníricos?)
Bem criativa sua ideia de entrar no quadro! Quando você foi parar no outro quadro pensei que deve ser assim que se sentiriam os personagens que ficam nos quadros de Hogwarts quando passam de um quadro para o outro, foi muito legal teu sonho, a libélula era de tamanho normal? Você usou as madeirinhas como varinha?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Mar 15, 2017 4:15 pm
EmersonPawoski:

EmersonPawoski escreveu:
Portal para viagens espaciais?

Para conseguir fazer o desafio do patronum, tentei hoje algo inusitado...

Método: MILD

Desperto em um bar (daqueles decorados com coisas antigas) e lembro de ver a venda numa prateleira uma caminha de madeira para boneca por 60,00 R$. Eram duas estruturas que formavam os lados da cama e o que as unia era duas maderinhas. Percebo um quadro no bar e tenho a ideia de entrar no quadro para encontrar meu patrono naquela paisagem. Era uma pintura que mostrava um barco pirata navegando sobre uma nebulosa.


Pego uma das maderinhas da cama de boneca e dou um zoom no quadro até entrar nele e então me vejo no espaço sideral. Há um som de chiado por toda parte, mas, isso não me atrapalha. Falo expecto patronum (eu esperava que surgisse uma baleia espacial) e surge aos poucos a forma de uma libélula prateada.

Tento me aproximar do animal, mas, a nebulosa no fundo começa a mudar de forma e se torna outro quadro. De repente eu estava num campo de baseball. Faço um zoom ao contrário com minha mente e volto ao bar. O quadro de baseball estava ao lado do quadro da nebulosa. Vejo alguns rapazes pensando no quão caro era um chope naquele bar e como era sonho, tiro do balcão e dou a eles sem nada pagar ao barman (haha). Acordo.
Parabéns por concluir o desafio, Emerson. Adorei a parte que você entra no quadro. A visão da nebulosa deve ter sido surreal. Você conseguiu criar um patrono. Eu infelizmente, só consegui criar luz intensa que acabou me acordando. lingua
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sex Mar 24, 2017 6:35 am
Emerson eu li na semana passado, parabéns por completar o desafio da Veivi, muito bacana mesmo, caramba uma libélula prateada quem iria imaginar tal coisa, fantástico vou adicionar os pontos na guia dos desafios lúcidos (+100). viva
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sex Abr 07, 2017 8:47 am
@ Onirirca
Fico feliz que tenha gostado do sonho e que o tenha estimulado. A ideia veio do tópico Desafios Lúcidos.

@ Veivei
É o bar dos sonhos, haha, se é que entendeu... gargalhada Curiosa essa lembrança porque (não li os livros, desculpa), nos filmes eles mudavam mesmo de um quadro para outro e até você comentar não lembrava disso... Quem sabe por isso tenha ocorrido no sonho. Sim, usei a maderinha com varinha e libélula era do tamanho de numa nebulosa.

@ Konigin
Então você também conseguiu. O seu patronum é um ouriço-do-mar.

@ Reizen
Obrigado, pois é, eu imaginava naquela situação uma baleia, mas, dentro de mim havia o desejo de ser um leão (sabe porque né...)

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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sex Abr 07, 2017 8:47 am
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Reencontro com meus bebes

Método: paralisia do sono bem aproveitada

Depois de tem um sonho não lúcido sobre uma máquina de lavar nova que minha mãe havia comprado e que veio estragada... Acordo sem conseguir me mover, estou numa paralisia do sono. Aproveito para relaxar e ter um sonho lúcido. Ao sair do quarto vou a cozinha e chamo por meu cachorrinho (que faleceu em novembro de 2016 por causa de cinomose) Tobi. Sinto em minha perna seu focinho, ele estava embaixo da mesa como sempre fazia. Ai que saudades.
Me abaixo e sinto sua cabecinha, seu pelo curto, as patinhas juntas (era um daschund preto).
como esses da foto

Era o meu bebe e logo vieram os outros dois junto, o viralata Nino e a pinscher Lilica. E como antes de ele falecer, vou para o quintal para correr com eles (era um momento nosso). Aqui começa uma música que vem do alto de uma montanha perto de minha casa (como se tivesse um alto-falante lá).


Lá fora era dia com um sol lindo e as gramas do quintal estavam bem verdes. Tudo estava bom. E para minha surpresa vem de casa, depois que todos estávamos lá fora, minha primeira cadelinha (viralata também e mãe do Nino) que faleceu envenenada em 2006.
Oi Gabi

Ela estava rolicinha como sempre foi e com os quatro ali juntos, pude comparar a altura e comprimento de todos (todos são/ eram pequenos mesmo). Faço carinho neles e acordo.
---------------------------------------------------
Ao acordar, chorei (e como chorei gente), pois o fato do sonho trazer algo feliz representou para mim que enquanto, esses que já se foram, estavam comigo, eram felizes.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Maio 14, 2017 10:22 am
O aliens do planeta X


Estou lúcido desde o começo. Eu deixo a cena se fazer. É escuro, é noite e eu estou em um bairro americano, com uma paisagem desértica, como Texas ou Nevada. As casas são de madeira branca. Eu estou em um quintal de um desses. Tudo é bastante e eu ando sobre a grama para ver além da parede. Há um parque com balanço e escorregador. Abaixo do balanço há uma espécie de leão-macaco preto, mas seu rosto parece como uma cobra, com mandíbulas projetadas. Salto a parede e vou para o macaco. A criatura é curiosa e se aproxima. Seus olhos são azul fluorescente e sei que não é um macaco, mas estou na Terra e não no planeta. Eu toco sua cabeça e imagino entrar em seu mundo.


O lugar é uma selva colorida, uma mistura de folhas verdes e rosa. Aqui é manhã. O aliens-macaco ocorre em grupos na copa. O céu é também colorido e o sol é azul claro. Eu deixei a selva à beira procurando algo mais.
Depois da selva há um campo de rochas onde eu posso ver um humanóide de 2,5-3 metros de altura. Tem os braços longos com mãos grandes e tem um léque do pescoço. O rosto é igual ao macaco, como uma cobra. Seu corpo é algo metálico vermelho com branco e sobre o folho é desenhado um recurso aposemático com essas cores.


Não pode me ver, então eu me imagino perceptível aos seus sentidos. O léque do pescoço está tremendo em minha direção e abre a boca, projetando uma longa língua que me toca. Aproxima-se das mãos que me cobrem e estendo meus braços para sentir sua pele. Parece um toque humano. Eu acordei antes que me agarra.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Set 02, 2017 7:28 pm
Ainulindalë


Recentemente li O Silmarillion de Tolkien e fiquei bastante impressionado com os Ainur, ou precisamente os Valar, e decidi encontrá-los em sonhos lúcidos. Essas são minhas tentativas.

Parte primeira:

Método: DEILD

Desperto num campo e ao longe vejo uma cidade colonial. Não sei se foi a cidade ou a relva, ou até quem sabe a lua cheia da noite, mas, algo me lembrou do que queria fazer. Encontrar um Valar. Como estou no campo meu primeiro pensamento é Orome, o Valar da caça e que anda por aí num cavalo branco/ prateado. Saio andando até o estábulo, esperando vê-lo quando abrir o portão, porém vejo apenas o cavalo e que cavalo... O bicho era enorme. Tão alto quanto o estábulo.

Como não havia Orome, eu mesmo montei no cavalo, projetei uma lança em minha mão direita e saí cavalgando pela cidade em alta velocidade. Era mais rápido que qualquer carro, moto ou ônibus e confesso que algumas vezes empalava os automóveis com a lança. Fomos até a costa da cidade (pois é tinha uma praia) e desmontei do cavalo para ir ao mar e encontrar Ulmo, o Valar das águas. Quando toquei as ondas pude sentir o frio da água, porém, sem vida. Mais uma vez, eu tomei o lugar do Valar e comecei a movimentar a maré com movimentos de meus braços (criando ondas) até que acordei.

Espero na próxima vez encontrar algum dos personagens do livro (Valar) e conversar com eles. Para quem não clicou nos links, os Valar são entidades enviadas pelo criador/ Deus nos livros de Tolkien para zelar pela Terra e cada um está ligado a uma força da natureza. Como sou biólogo, achei interessante ouvir o que eles tem a dizer.

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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Set 02, 2017 7:50 pm
Que legal, deve ter sido incrível a sensação de cavalgar num cavalo desse,
Manipular as ondas do mar também Deve ser legal mas é algo que custa muito pra manter o sonho, quanto mais manipulamos o sonho maior é a chance de acordarmos ,
Gostei dos personagens do livro quando conseguir conversar com algum deles descreva ai no forum kkk
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sex Set 08, 2017 9:58 am
@ Ruhan

Realmente é muito bom, mas, depende da pessoa. Tem gente que não gosta de bicho. Cavalo é legal porque inspira liberdade.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sex Set 08, 2017 9:58 am
Ainulindalë - Námo (Mandos)

Método: nenhum

Em meio a um sonho não lúcido, desperto em uma rua de paralelepípedos (aparentemente próxima a casa de meus avós maternos). Há um homem alto, além do natural, em meio da rua. Ele usa um manto marrom escuro e está num trono. Rapidamente o reconheço e talvez por isso tenha ficado lúcido. Era Námo , o Vala ligado ao julgamento das coisas (algo como a legislação divina encarnada).

Ele parece ter uma impressão tranquila e complacente, ao contrário do que parece no livro. O cara tava numa boa...
Sabe... Vou te mostrar um pouco de quem sou para que possa me entender. Te darei a imortalidade e direi a todos os homens que você será um mago imortal capaz de dar imortalidade para as pessoas. ele fala.
Tudo bem, vamos ver. respondo.

A cena muda e estou numa montanha coberta de gramas. Chegam até mim, subindo a montanha dois homens com mochilas.
Olá mago, viemos até aqui pedir a imortalidade. Pode-nos fornece-la? um pergunta.

Curiosamente percebo as consequências de uma resposta positiva. Ao longo dos anos eles se tornariam tiranos invencíveis.
Não posso, sinto muito. respondo.
Então tomaremos de você. eles dizem.

E vem para cima de mim na violência. Para me defender, e como estou lúcido, amasso seus corpos e coloco na mochila. Algum tempo depois chega uma mulher, também viajante. Ele pergunta sobre o marido e o irmão que chagaram a li há pouco para falar comigo em busca da imortalidade.
Eu os coloquei para resolver um enigma dentro dessa mochila. Se o resolverem serão imortais. Pode levar a bolsa. eu minto.

A mulher ficaria esperando, por algum tempo, que de alguma forma, os dois saíssem da mochila.

Eu também disse que ela não podia abrir. Quando ela percebesse o "acontecido" eu já teria ido embora. A cena muda outra vez.
Estou com Námo novamente. Ele explica então que seu julgamento não era mau. Por ele perceber o futuro e o pensamento das pessoas, não pode provir de tudo (mimar) o ser humano. Mas ao definir um julgamento, ele também era gentil, fazendo a pessoa compreender o porque de estar sendo condenado por algo. Foi um diálogo curto, mas, foi o primeiro encontro com um dos Valar.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Set 09, 2017 8:39 am
Ainulindalë - Melkor e Irmo

Método: WILD

Na contagem eu já me preparava para encontrar algum lugar que mostrasse algum dos Valar. Antes do cenário se formar vejo o elmo de Melkor (Ainur mais poderoso, mas, não considerado Vala) com uma silmaril na coroa (do lado direito).

A imagem alterna para uma discussão entre um casal, onde uma mulher batia no marido até o que o mesmo caísse no chão se urinasse.
Quando o cenário finalmente se forma, estou numa sala branca com cinco mulheres. Elas provocam-me sexualmente, mas, nada faço, pois sei que estou num sonho. Elas param e uma porta se abre atrás delas, de onde sai um homem de terno e óculos. Ele se apresenta como um professor universitário que estava testando reações nos sonhos das pessoas e tinha ficado impressionado com o fato de eu me perceber num sonho.
Você é Irmo? O Vala dos sonhos? pergunto.
Sim, mas, sou diferente do que parece nos livros. Além de viajar pelos sonhos, eu também os estudo. ele responde.
Há outros Vala por aqui? questiono.
Aqui não, estou para apresentar os resultados de minha última pesquisa num congresso com outros analistas de sonhos (Morpheus, João Pestana, etc). Mas posso modificar teu sonho para encontrar os outros. ele fala.
Seria muito bom. concluo.

E ele então faz o cenário mudar outra vez. Dessa vez estou numa montanha bem alta, de onde desce uma cachoeira. Aparentemente eu tomara o lugar de um personagem de sonho, pois pessoas me procuravam na floresta em torno de mim, como se eu estivesse perdido. Meu celular (eu tinha um) toca e um dos homens que estavam ali me acha, porém ele não me procurava para algo bom. Vinha pronto para me matar. Saio voando para o céu e começa a tocar uma música.

Algo em minha mente me diz que tenho de voar até o Peru e lá fazer morada.

Enquanto vou passando pela floresta da montanha vejo uma preguiça gigante e desco até ela. Pergunto sobre algum Valar ou sobre qual eu seria mais parecido e ela aponta com as duas patas para uma pantera negra que sai de um arbusto. Não entendo.
Digam algum nome. falo.

E ambos os animais se assustam. Decido não mais mexer com eles. Voo novamente e após a floresta há uma cidade. Vejo um prédio que me chama atenção por ser alto e não ter paredes. Estava ainda em construção e nome da construtora estava escrito numa fachada no último andar. Planejo ver o nome do Vala mais parecido comigo na faixa. Quando chego lá está escrito: Súlimo (sobrenome do Vala Manwe dos ventos) e acordo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Set 12, 2017 10:40 pm
Ainulindalë - Varda e Manwe


No sonhou eu queria saber onde poderia estar meu cachorrinho daschund (pois estava desaparecido em outra cidade e eu temia que alguém o pegasse [na realidade ele já faleceu em decorrência de cinomose). Infelizmente na casa, apenas minha namorada tinha carteira e usamos um carro conversível para ir de uma cidade a outra. Antes da partida, no entanto, (é noite) as estrelas começam a cair do céu como se fosse chuva de granizo (produziam o mesmo som  quando caiam na lataria.

E então umas estrelas/ granizo cai em mim e a pessoa no banco de motorista deixa de ser minha namorada e se torna outra mulher, a qual não lembro a feição. Ela disse que ia me levar a alguém importante. Desperto, então, lúcido no banheiro de minha casa e há vários brinquedos no chão (brinquedos que foram meus na infância). Fico rememorando algumas coisas  enquanto os olho e me chama a atenção dos ovos (um grande e um pequeno) do Kinder. Não lembro o que havia no pequeno, porém, no grande desejei ao abrir ver um dos Valar. Quando abro, há varias fotos antigas em preto e branco de povos antigos. Duas fotos me chamam a atenção: vários homens (soldados vikings) se seguravam para não serem jogados pelo vento soprado por uma cabeça humana gigante de ar e em outra foto a mesma cabeça está criando brisas com assopros leves.

Aquele é Manwe e a moça do carro deveria, assim, ser Varda, a valie da Luz. Quando percebo essas coisas é como se Manwe entrasse em minha cabeça e suas palavras me diziam que eu não devia me culpar tanto pela morte de meu cachorrinho, pois eu não era um ser perfeito que sabia fazer o tratamento correto para a cura da doença e que é "humano" errar. Ele também me fez perceber o quanto ajudei Tobi a evoluir, pois, quando o adotamos soubemos que a antiga dona batia nele e por isso era assustado, e, quando ele estava comigo, consegui tirar esse trauma dele. Lembro que Manwe falou algo sobre a saudade também, que ela ocorria dos dois lados, tanto dos vivos como dos não-vivos. Acordo com uma música na cabeça:

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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Set 24, 2017 10:36 am
Ainulindalë: A caverna no céu (Manwe)



Método: nenhum

Esse sonho foi bem curto. Desperto lúcido em um campo e decido encontrar Manwe, o Valar dos ventos e símbolo da sabedoria e bondade. Em minha visão Manwe estaria nos céus sobre as nuvens (bem como no livro) e começo a voar. Para me manter estável no sonho, voo batendo os braços como asas lentamente, pois, o voo estilo Super-Homem não parecia dar certo. Assim voei, enquanto ouvia:

Na parte:
Queria saber voar
Pra lá do alto poder ver você
Te ver sorrir te ver sonhar
Coisas lindas quero te dizer

Se um anjo encontrar
Eu vou pedir pra ele te proteger
Oh, estrela, que me faz enxergar
Que a vida é linda de viver.


Ao passar das nuvens vejo uma formação rochosa flutuante com um cavado, era uma caverna. Pouso naquele espaço e vejo um homem de roupas brancas, era gordinho e lembrava o Hurley de Lost.

Ele se apresenta como Manwe e diz que no livro não aparece como um combatente porque não lhe cabia essa função. Ele era a representação da paz, assim como em Lost havia o Jacob, que vestia branco e representava o bem e o Homem de Preto, que representava o mal. Não era papel do bem causar danos, mesmo que fosse para eliminar o mal. Acordo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

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