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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Dom Jan 14, 2018 5:29 pm
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Königin escreveu:
Ramon escreveu:Oi, Königin, passei aqui pra desejar um feliz natal pra você e sua família. viva

Obrigada pelos votos natalinos, Ramon. Espero que ano de 2018 tenha começado repleto de coisas boas para você e família, e que você e todos nós tenhamos muitos sonhos lúcidos todas as noites. Um grande abraço.
brindar
Oi, Königin! Valeu pelas palavras, minha amiga. Deus te abençoe!

2018 já chegou mas eu ainda não consegui voltar à ter sonhos lúcidos. Ainda! Kkk Fiquei muito tempo sem praticar. Mas eu to com uma intuição que não vai demorar para eu voltar a ter SL. Semana passada consegui perceber um sonho e quase fiquei lucido nele. Foi por pouco. kKkk
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01.02.2018 - Aeroporto

em Qui Fev 01, 2018 11:52 am
Tive uma breve lucidez num sonho que tendia a virar um pesadelo. Uma pena que foi curto.

Sonhei que estava visitando um casal amigo dos meus pais. Minha viagem de volta estava marcada para amanhã. Lembro-me estava no quarto das filhas do casal, arrumando minha mochila e meu passaporte tinha uma capa azul. Estranhei, porque meus passaportes têm capa verde e o outro vermelho. Tirei de dentro dele o bilhete de viagem e descobri que meu a data da minha viagem não era amanhã e sim, hoje e o pior, meu avião ia decolar em uma hora e trinta minutos. Eu entrei em pânico. Soquei minhas roupas dentro da mochila e fui pedir para a a dona da casa me chamar um táxi. Num instante o táxi estava parado frente ao portão e eu fui pegar minha mochila, e me surpreendi que ela não estava arrumada. Toda minha roupa estava pendurada no cabide
Decido só pegar algumas pecas de roupa e sai correndo para pegar o táxi.
O táxi já tinha partido. Que vontade de chorar. Olhei para relógio e faltava apenas 30 minutos. Perguntei a dona da casa, se ela poderia me levar até o aeroporto e ela conversou com o marido dela e ele aceitou. Entramos num carro e ele se transformou em um pequeno avião. Durante o voo, eu estava quieta e perguntas começaram a pipocar na minha mente:
"De onde veio esse avião?"
"Como o marido dela tirou um brevê se ele é daltônico e cego de um olho?"
"A amiga da minha mãe não morreu no ano passado?"
De repente, estava sozinha na entrada do aeroporto. Abro um bolso da mochila onde devia estar o passaporte e ele não está lá. Aquilo era tudo tão bizarro.
-Isso só pode ser um sonho! Falei e fiquei lúcida.
Consciente que estava sonhando, decido embarcar no avião sem o ticket e o passaporte.
"Eles não vão me barrar. Estou sonhando" - pensei
Vou para portão de embarque...
Acordei.

Obs: Já sonhei com esse aeroporto várias vezes. Ele parece sempre perto de uma rodovia próxima a cidade de Americana. Toda vez que eu chego nele, parece que está anoitecendo. No rol de entrada, tem um teto ponteagudo, sustentado por umas tubulacoes que se cruzam de forma esquisita. Parece que aquilo vai desabar. Há um sofá redondo de cor marrom bem no centro e no guichê sempre tem uma mocinha de cabelos pretos com um sorriso esquisito. Ela está sempre tomando um refrigerante em lata. O local de acesso para embarque é vigiando por dois guardas, que ficam na frente de um enorme portao de ferro.


Última edição por Königin em Qui Fev 01, 2018 12:01 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Fev 01, 2018 11:58 am
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Esse acabou de sair do forno hein!? hahaha E que pânico se atrasar para o voo e perder o passaporte!

Fiquei tanto tempo sem entrar aqui que achei que teria dezenas de páginas de sonhos seus, mas pelo visto você entrou em um hiato também.. rs lol
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Fev 01, 2018 12:15 pm
daydreamer escreveu:Esse acabou de sair do forno hein!? hahaha E que pânico se atrasar para o voo e perder o passaporte!

Fiquei tanto tempo sem entrar aqui que achei que teria dezenas de páginas de sonhos seus, mas pelo visto você entrou em um hiato também.. rs  lol  

Oi, Daydreamer. Eu estive um tempo afastada do fórum. Finalmente comprei minha casa e agora ela está sendo reformada. Tá uma correria por aqui e estou tentando me organizar para finalmente digitar os sonhos que eu tive durante minha ausência. Sao quase dois diários cheios de sonhos lucidos.

Nem sei por onde comecar... lingua
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Fev 01, 2018 3:10 pm
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" Abro um bolso da mochila onde devia estar o passaporte e ele não está lá. Aquilo era tudo tão bizarro.
-Isso só pode ser um sonho! Falei e fiquei lúcida. "

Eu provavelmente pensaria que fui roubado.


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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 07, 2018 12:24 pm
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Pois é muito feliz
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 07, 2018 2:01 pm
Tadaki escreveu:" Abro um bolso da mochila onde devia estar o passaporte e ele não está lá. Aquilo era tudo tão bizarro.
-Isso só pode ser um sonho! Falei e fiquei lúcida. "

Eu provavelmente pensaria que fui roubado.

Mrdream escreveu:Pois é muito feliz  

Se eu tivesse chegado essa conclusao o sonho teria virado pesadelo. Hehehe!
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O Livro de Contos

em Qua Fev 07, 2018 2:07 pm
Sonho 1
Acordei de madrugada e quando voltei a dormir, ouvi alguém em chamando, abri os olhos e estava em pé na sala iluminada com o luar. Sabia que estava sonhando, mas fiz um RC para não perder o hábito. Um amigo meu estava na sala e falou que estava chovendo e por isso ele não iria no cinema e se eu quisesse poderia usar ficar com a entrada dele.
Ele me entregou um livro de capa de couro marrom e eu tentei ler o título, mas estava todo embaralhado. Perguntei que livro era aquele e ele disse que era um livro de contos.
Entreguei o livro a ele e pedi para que ele lesse em voz alta.
O primeiro conto era sobre uma menina sequestrada por um homem barbudo e ela estava presa dentro de uma gaiola, até que apareceu uma aranha de cabelos compridos e ofereceu ajuda a ela.
Enquanto ele lia, a história começou realmente acontecer, como se fosse um filme. Eu estava nela, as só como observadora.
Vi a menina presa na gaiola e tentei tirá-la de lá. A aranha bizarra apareceu escorregando pela teia de repente e eu me afastei. Ela começou a falar que ia ajudar a menina, pois estava apaixonado por ela. A aranha era horrorosa. Era preta, tinha um rosto humano, mas dentes em formas presas de aranha e tinha um cabelo preto, comprido e arrepiado, parecia um rockeiro.
A aranha chamou as três corujas, que na verdade eram três gigantes idênticos, mas um usava uma roupa de imperador, o segundo um terno cinza e o terceiro uma toga preta.
Os três falavam ao mesmo tempo e ao ouvir a história da moça, condenaram o barbudo para exilio. Eu não vi o barbudo em nenhum momento.
De repente, eu estava na sala de novo e meu amigo havia fechado o livro. Perguntei sobre o final da história e ele disse que a menina casou a aranha e vivia feliz.
Eu duvidei desse final. Falei que não confiava na aranha e achava que a mocinha ainda estava em perigo.
- Você tem razão – falou meu amigo – O final da história é outro. A aranha devorou a moça.
Meu marido apareceu na sala falando que a nossa cama nova havia chegado e que já estava montada no quarto da minha nova casa. De repente, estávamos no quarto e lá havia uma cama de bambu.
Era uma cama simples com vários bambus amarrados com palha. Olhando a cama de perto, eu reparei que nas pontas dos bambus estavam nascendo brotos.
Mostrei para meu amigo e ele admirado falou. Nossa! A sua cama é a mesma da lenda da cama de bambu.
Que lenda.
Está aqui no livro. Ele me mostrou uma página do livro onde tinha uma cama de bambu desenhada. Ele falou que era uma lenda chinesa, sobre uma cama de bambu que dá brotos e eles crescem até o céu. Falou que eu tinha que por vasos de terra nos pés da cama para que os brotos se desenvolvessem mais rapido. Ele pegou um prato com terra e colocou debaixo de um pé dacama. Os brotos aproximos dele comecaram a crescer. O despertador toca e eu acordo.

Sonho 2
Prepara o café da manha e volto para cama.
Sonho que estou na entrada do cinema. Não me lembro que filme eu ia ver. Entrei na sala e ela estava cheia de adolescentes e eles faziam uma algazarra
Notei que a iluminação da sala naquele tom laranja e desconfiei que estava sonhando. Olho para mãos e estão faltando dedos.
Ganho lucidez e me levanto para sair dali.Havia um apresentador e ele fica bravo comigo por eu não estar no meu lugar
Eu não dou atenção a ele e saio atravessando a parede. Vou parar na sala e meu amigo e sua irmã estão sentados a mesa.
Ele fala que tem um conto muito interessante no livro e é sobre um mendigo que perdeu os dedos. Na verdade é uma espécie de charada
Temos que descobrir quantos dedos o mendigo perdeu
A irmã dele começa a ler
Era uma vez um mendigo que sofreu um acidente e perdeu dois dedos. No hospital o médico reimplantou 4 dedos, foi por segurança, pois poderia haver rejeição.
Um dedo apodrece e cai levando com ele três dedos
O medico reimplanta não me lembro quantos e então vem a pergunta
Quantos dedos o mendigo perdeu?
Eu não entendi nada e pedi para ler de novo. O amigo não deixa e toma o livro dela. Eu tomo o livro dele e tento ler o texto.
O que aparecia na página era algo assim:
Era uma vez um mendigo _______________________________2, ______________________4, ___________________7, ______________13 dedos.
O sonho se desfaz e eu acordo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Fev 09, 2018 11:35 am
Após ser acordada por uma mão no meu meu ombro, eu me levanto e não vejo ninguém no quarto. Olhos para minha mão esquerdam e vejo muitos dedos. Estou sonhando.
Saio do quarto atravessando a parede e estou nele novamente. Caio de costas e atravesso o chão. Estou numa rua onde há muitos prédios. É dia, olho para o céu, vejo sol e sua luz não me incomoda. Continuo olhando e estrelas aparecem. Vejo a Lua e dou um impulso e saio voando em direção dela. A Lua se despedaça e parte dela me atinge e sou transportada para um outro local. Estou num túnel e encontro um senhor sorridente. Pergunto seu nome e ele diz ser Ramides. Eu pergunto a ele sobre algo que não me lembro e ele me pede para acompanhá-lo e me leva através do túnel até uma sala onde estava uma mulher de cabelos ruivos. Ramides me apresenta a ela e os dois conversam numa língua estranha sobre algo, logo ele sai e ela me leva até uma outra sala onde tinha um computador ligado. Ela aponta para a tela do computador e fala algo na língua dela. Eu digo que não a entendo e peco para ela falar na minha língua. Com um sotaque, ela fala para eu utilizar aquele computador para buscar as respostas que eu quero. Havia um mouse que não funcionava e eu tinha que apertar um botão que tinha no meio da tela, toda vez que eu quisesse mudar o conteúdo dela.
Tentei ler algo, mas logo minha atenção mudou para uma parede de vidro que apareceu do lado esquerdo. Fui lá perto e vi através do vidro e vi uma objeto prateado com uns tubos que saíam da parte de cima dele e se estendiam atravessando o teto. Perto desse objeto havia um rapaz de cabelos lisos com uma franja que cobria toda a testa. Ele parecia trabalhar naquele objeto. Ele me viu, mas não me cumprimentou. Tive a sensação que a sala começou a se movimentar.
A mulher me chamou e eu perguntei a ela o que era aquele objeto. Ela me respondeu na sua língua. Insisti na pergunta e não tive resposta.
Vi o rapaz fazer um sinal me chamando e eu fui até ele. Ele disse que ia me mostrar algo. Fomos para um corredor e vi um clarão.
Acordei.
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Será que "ele" vai ajudar?

em Qua Jun 20, 2018 8:27 am
Fui acordada e ao adormecer, ouvi uma voz masculina, abri os olhos e vi três esferas vermelhas. Ignorei a voz e as esferas e me levantei. Não sei porque eu só conseguia flutuar e assim fui até a cozinha. Lá tentei por os pés no chão, mas não consegui. Fui para sala e enquanto flutuava de um lado para o outro eu pensava em fazer algo interessante no sonho. O sonho estava instável e parecia que ia se desfazer. Lembrei-me de procurar o mastodonte e comecei a abrir gavetas da minha estante para procurar alguma pista. Ouvi vozes vindas do meu quarto e fui ver quem era. Não vi ninguém e para não perder mais tempo, decidi sair do quarto atravessando a parede, mas acabei me enroscando numa cortina branca que tinha na janela. Enquanto eu me desenroscava, vi de relance em um canto dois "vultos" conversando. Um deles falava algo sobre me ajudar a procurar o que eu queria sem a permissão dos superiores e o outro insistia para ele não fazer aquilo. Eu pedi ajuda a eles para me desroscar da cortina. Um veio em minha direção e quando ele estava bem próximo, o sonho ficou turvo e eu acordei.
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Chá de Gato

em Seg Jul 02, 2018 5:23 pm
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(Data original do sonho: 29.07.2018)
Acordei e fui ao banheiro e voltei para cama. Fechei os olhos e tive uma imediata sensação que estava a flutuar. Abri os olhos e estava um pouco escuro, mas aos poucos, o ambiente foi se iluminando e percebi que atravessava o teto do quarto e fui parar em um outro quarto desconhecido. Esfreguei as mãos e falei estabilidade. Minha lucidez aumentou e vi que estava deitada numa cama de cabeceira de madeira e com lençol azul claro. Levantei-me e olhei ao redor do quarto. Não havia nada além da cama.
Sai do quarto e passando pelo corredor, ouvi vozes que vinham de um cômodo logo a frente. Chamei por elas e uma delas perguntou quem era e parecia muito assustada ou surpresa com a minha presença. Entrei na sala onde tinha um sofá com vários gatos. Havia também uma pequena mesinha e dois gatinhos idênticos, de pelos manchados. Eles miaram para mim. Fiz um carinho num deles e ele se transformou numa xicara de chá (?). Os donos da casa apareceram e era um jovem casal. O marido parecia muito surpreso com a minha presença. Ele perguntou meu nome e como eu tinha chegado ali. Eu falei que estava sonhando e ele meio que acreditou, mas as trocas de olhares entre os dois.
Perguntei porque o gatinho tinha virado uma xicara com chá e a mulher disse que era uma bebida para mente e que eu devia tomar. Eu peguei a xícara, mas não experimentei. A bebida era bem escura e tinha um aroma de café.
Conversamos um pouco e eu perguntei se eles sabiam o que era o Mastodonte que eu procurava. Eles disseram não, mas que uma certa pessoa na casa poderia me responder. Eles me levaram para a cozinha e lá estava o homem barbudo preparando chás de gatos. Ele tocava nos gatinhos e num pisar de olhos as se transformavam em xícaras. Ele me ofereceu outra xícara e me disse para beber o chá, pois a bebida ia me ajudar a esclarecer as minhas dúvidas. Eu peguei a xícara e tomei o chá e sem esperar, o barbudo me empurrou, eu cambaleei e senti algo se enrolando na minha cintura, que me puxou com força e eu caí numa escuridão. Foi uma queda acelerada e parecia real. Pensei por um momento que ia acordar, mas fui novamente puxada pela cintura e minha queda mudou de direção. Um novo sonho surgiu e eu e continuava sendo arrastada, sobrevoando um rio. Numa das margens tinha uma linha de trem e lá vi meu trem vermelho. vi que ali era minha oportunidade de chegar até o trem e lutei para me soltar. Não continuei sendo arrastada e o trem se foi.
Eu estava ali sem saber o que fazer e para onde ia, decidi deixar essa força me arrastar até onde ela queria.
Fiquei olhando o rio e a água era cristalina como o mar do sonho da viagem para "Singapuros", mas tinha tons que mesclavam entre azul claro ao escuro.
Num determinado momento, parei de ser puxada e eu consegui voar de volta ao local onde vi o trem, procurei a linha do trem e só encontrei árvores de folhas esquisitas. Continuei voando e decidi mergulhar no rio e antes de atingir a água, tudo escureceu e eu acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Jul 19, 2018 9:15 am
Chá de gato.

Bom realmente, o café serve para mente. rsrsrs
Lindo sonho e bastante poético. As vezes o inconsciente fala de maneira muito estranha conosco.
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22.11.2018 - O Teste

em Qui Nov 22, 2018 7:57 pm
Como sempre, acordei  de madrugada, preparei o café do marido e voltei para cama. Adormeci e fui acordada antes dele sair. Voltei a dormir e comecei a ouvir barulho que vinha do corredor. Parecia que alguém chutava a porta. Eu quis me levantar, mas estava paralisada. Ouvi passo vindo do corredor e uma coisa horrenda entra no quarto. Ignoro a coisa e me concentro para me levantar da cama. Consigo virar meu corpo de lado, mas logo sou agarrada pela criatura. Senti suas garras no meu ombro esquerdo e na cintura do lado direito.  Tentei me soltar usando minhas mãos e senti que a pele da coisa era espinhosa.  Ela apertou as garras dela com mais forca e eu acordei.  Na verdade tive um falso despertar, porque ao sentar na cama e percebi que o quarto tinha aquela iluminação alaranjada, típica dos meus sonhos e eu não estava sozinha no quarto. A coisa continuava lá e de novo me agarrou pelos ombros.  Levei um susto tão grande, que gritei e desta vez acordei de verdade.
Levantei, tomei um copo d’água e voltei para cama. Adormeci de imediato e acordei com a coisa subindo na minha cama.
- Que desgraça! Você aqui de novo! – falei e me revirei na cama para tentar fugir dela, mas fui agarrada de novo.  Ela me abracou por trás com forca com as garras fincadas nas minhas costelas. Doía muito.
Dominei meu pânico e falei com um tom imperativo : - Me solte já!
Senti a pressão das garras diminuindo, mas a criatura continuava me segurando. Voltei a falar:
- O que você que comigo?
- Eu preciso te falar algo muito importante e você tem que me ouvir.
- Ok. Solte-te, diga o que você quer e depois vá embora.A coisa me soltou e começou a falar. No começo eu entendia o que ela falava, mas a coisa começou a falar numa língua estranha e eu fiquei ali com uma cara de pastel, sem entender nada.  
- Eu não estou entendendo. Por favor, fale na minha língua.
A coisa ficou brava  e eu decidi que não ia mais ficar ali no quarto com ela. Tentei atravessar a parede e não consegui. A coisa me puxou, conseguime soltar e corri para janela. Havia uma cortina vermelha esquisita e ao abri-la tinha outra cortina do mesmo tecido. Não importava quantas cortinas eu tentava abrir, sempre aparecia mais e ela ia ficando pesada e dura, até que se transformou numa parede vermelha. Deixei a cortina de lado, fui abrir a porta e ela estava trancada. Olhei no espelho, vi meu reflexo e pedi uma solução e ele saiu do espelho e correu atravessando a parede. Meu reflexo me abandou. medo
Respirei fundo e fui de novo em direção da parede, só que desta vez eu fui de costas, pois eu li uma vez, quando um sonhador está com dificuldade de atravessar uma parede, ir de costas ajuda a “quebrar” o bloqueio. Deu certo. Fui parar em um outro local. Fui parar num corredor com inúmeras portas de elevadores. O corredor tinha um aspecto de antigo. As paredes eram decoradas com madeira feia e as portas dos elevadores pareciam enferrujadas e ao lado direito uma delas havia um botão de acesso vermelho antigo.
Ouvi a voz da coisa e sai correndo pelo corredor e descobri que ele era em L. Quando cheguei no fim do corredor, havia uma porta e eu apertei o botão. A porta abriu e havia um homem alto, cabelos escuros, usava uma roupa branca e tinha um rosto sério. Eu me assustei com a presença dele e dei a meia-volta. Quando ele me chamou pelo meu nome eu parei e voltei.
Ele me convidou para entrar na cabine e quando eu entrei, notei que havia um espelho e não havia reflexo nele. A porta se fechou e a cabine se transformou num salão. Havia muitas pessoas lá e elas estavam entretidas com uns papéis que estavam expostos  numa espécie de bancada.
Perguntei para o homem, que lugar era aquele e ele não me respondeu. Disse apenas para eu dar uma volta e que logo ele falaria comigo.
Perambulei pelo salão, para ver se havia algum rosto conhecido, mas só vi estranhos. Um grande grupo que estava no centro do salão falava sobre a dificuldade de ler textos que estavam expostos no salão.
Fui ver os papeis.  Encontrei alguns mapas de anatomia muito estranhos.  Havia um mapa de um coração com um sistema circulatório muito esquisito. Um outro mapa mostrava órgãos em locais anatômicos totalmente diferentes e até mesmo absurdos, como um útero localizado no tórax.
Tinha um livro aberto e eu li algo sobre fisiologia do coração, que citava células adiposas, provenientes de alimentos como queijo e sei lá quê, circulavam pelas artérias superiores do coração eram armazenadas na região abdominal num órgão chamado pajenol.
Perguntei para uma pessoa se ela não achava que aqueles mapas não correspondiam corretamente a anatomia humana e ela me respondeu que os mapas não eram de humanos.
Sai dali e fui ver o resto da exposição. Aproximei-me de um grupo que tentava ler umas frases e o pessoal parecia muito confuso. Eu dei uma olhada no papel e li algo (não me lembro o que li).
O tal homem voltou e falou:
- Você conseguiu ler o texto. Isso significa que está preparada para fazer o teste.
- Que teste? – Perguntei.
- É um teste que vai de dar o acesso infinito ao mundo dos sonhos.
- Hein?
Ele me levou numa sala e onde tinha várias pessoas e eu tomei o meu lugar. Dei uma olhada no local e era muito esquisito. Não havia paredes e nem teto. Era um breu sem fim. Somente onde estávamos sentados que havia aquela iluminação alaranjada. Não tinha um ponto ou foco de luz. A luz existia como se fosse um nevoeiro. Muito surreal.
O homem me entregou um punhado de folhas de seda que estavam dobradas em quatro. Ele disse que o teste era ler e escrever num papel o que havia lido.
- OK! Chuchu beleza! – Pensei.
O que parecia ser algo simples, foi um sofrimento. Para começar, eu não conseguia desdobrar as folhas de seda.  Eu abria as dobras e novas dobras apareciam. As folhas pareciam não ter nada escrito.
Chamei o cara e falei que havia algo errado com as minhas folhas e ele disse que eu tinha que prestar atenção no que eu estava fazendo, senão eu não ia conseguir.
Voltei a desfazer as dobras e e fazia isso olhando atentamente. Percebi que palavras e números iam surgindo e desapareciam nas folhas, conforme eu virava cada dobra. Então, comecei a prestar atenção eu fui anotando. Outra dificuldade surgiu. O que eu escrevia, não era o que eu tinha lido. Isso me irritou muito, porque eu lia a palavra ou número e repetia mentalmente para não esquecer, e escrevia outra totalmente diferente. Por mais que eu tentasse corrigir, não consegui escrever o que era correto. Eu não me recordo mais das palavras, mas dos números eu ainda me lembro de alguns.  Lembro-me que li 43 e anotei 23. Depois li 14 e anotei  04.
Minha irritação aumentou quando outras pessoas que estavam fazendo o teste, começaram a conversar, fazendo minha concentração ir para espaço. Tinha um carinha chato que puxava um papo comigo a cada minuto.  Eu me irritei tanto que me levantei e fui trocar de lugar.
O tal homem (eu não me lembrei de perguntar o nome dele) perguntou se eu havia terminado e eu falei que não, mas mesmo assim eu ia entregar o meu teste. Disse que não havia como fazer o teste naquele momento, pois meu subconsciente estava me trolando.
Ele pegou minhas anotações, deu uma olhada e falou que eu tinha escrito tudo errado. Expliquei para ele sobre a confusão de ler uma palavra e escrever outra totalmente diferente.  Ele me tranquilizou dizendo que aquilo era normal e que se eu quisesse eu poderia continuar o teste.
Não cheguei a
responder, porque eu acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

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