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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 23, 2016 4:45 pm
Brazuko escreveu:Olá Konigin! Acabei de ler todo o diário de sonhos lúcidos do Ramon! Agora é a vez do seu! piscar certo ! Vai ser muito emocionante conhecer as suas aventuras oníricas!

Eu criei esse post só para eu ir editando e atualizando em qual página e sonho eu parei do seu diário, Senão eu me perco porque são muitos gargalhada gargalhada !

_____________________________________________________________________________
PRÓXIMO SONHO:

20.08.2015 - O Encontro com a Chanceler.
_______________________________________________________________________________

Olá, Brazuko! Espero que você goste do meu diário. lol
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18.05.2016 - O colchonete

em Seg Maio 23, 2016 6:10 pm
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Sonho correspondente a dia 18.05.2016

Acordei de madrugada com os roncos do meu marido e fui para sala. Peguei um colchonete laranja, que eu comprei alguns dias atrás e joguei sobre o tapete, deitei e fechei os olhos. Ouço cantos de passarinhos e abro meus olhos e vejo que estou deitada no colchonete, no meio de uma floresta. Sentei no colchonete e dei uma olhada em volta. Era dia, parecia ser de manhã e havia árvores coníferas para todos os lados.
Eu já sabia que estava sonhando, no momento que vi a cor diferente do colchonete, no sonho ele era roxo. Fiz um RC para confirmar.
Ouvi um barulho atrás de uma árvore e me levantei para ir lá verificar. De repente, aparece uma pessoa e veio em minha direção. Ela era bem alta e usava uma máscara de metal que me lembrava o rosto da Optimus Prime. A máscara era feita com chapinhas de metal, colocadas de modo sobrepostas uma, que se moviam como se fosse músculos, e davam ao rosto expressões faciais. O "Optimus" começou a falar, mas eu não entendia o que ele dizia. Em seguida, ele apontou para uma direção e eu me viro para olhar. No local que ele apontava, tinha vários corações humanos amontoados. Quando eu me viro novamente em direção dele, o Optimus se transformou num enorme Louva-a-deus, mas o rosto continuava o mesmo. Eu me afasto e me preparo para correr, mas o louva-a-deus introduz a sua pata pontuda no meu ombro esquerdo. Sinto uma fisgada e caio no chão e acordo, com uma dor no meu ombro que se estende até o pescoço.
Acordei com um torcicolo danado. Não cosegui voltar dormir no colchonete. Fui para sofá. Tive um sonho comum.

PS.: Devolvi o colchonete para loja. Ninguém consegue dormir naquela porcaria. maluco
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20.05.2016 - Centro Comercial

em Seg Maio 23, 2016 7:40 pm
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Acordei de madrugada com sede, fui beber água e resolvi ficar uns 15 minutos acordada para tentar um sonho lúcido.
Volto para cama, deito de bruços e fecho os olhos. estava quase caindo no sonho quando ouço passo vindo do corredor. Tento me mexer, mas estou paralisada. Percebo um vulto se aproximando e subindo do meu lado na cama. Sinto seu peso nas minhas costas. Mantenho a calma e rapidamente começo a rolar para o lado. Sinto minhas pernas presas. Rolo novamente e vou parar no chão. Eu esfrego minhas mãos e levanto minha cabeça para ver se o vulto ainda está na cama. Vejo um coração sobre o meu lado da cama e meu marido está sentado me olhando. Ele diz que precisamos sair. Eu pergunto sobre o coração, mas ele não responde. Pego o coracao para guardá-lo. Abro a uma gaveta e tiro uma caixa dela. Guardo o coração dentro dela e a deixa sobre o criado mudo. Pergunto onde vamos e ele diz que precisa comprar algumas roupas. Em seguida, ele se levanta e vai para corredor. Eu vou atrás.
De repente, não estávamos no corredor do meu apartamento, mas andávamos num corredor de um pequeno centro comercial. Era dia, pois estava tudo tão claro. Entramos numa loja cheia de mulheres. Parecia ter uma liquidação ali. As mulheres se comportavam como malucas.
Meu marido segue para a ala masculina e diz se eu quiser, eu poderia escolher algo para mim. Dei uma olhada em volta da loja, para ver o que tinha de interessante. A loja era esquisita. O chão era de paralelepípedos e totalmente irregulares. As prateleiras não paravam de balançar e se alguém tentava pegar algo delas, elas caiam sobre a pessoa. No fundo da loja tinha um homem e ele tinha uma pistola na mão. Ele ficava girando a pistola no dedo e às vezes ele batia com ela na cabeça da mulher que estava no caixa.
Olhando uma prateleira, eu vi a caixa que eu usei para guardar o coração e me abaixei para pega-la. Eu queria ver se o coração ainda estava dentro dela. De repente, apareceu uma moça, carregando uma montanha de roupas e ela se esbarrou em mim, me fazendo derrubar a caixa sumiu na montanha de roupa que ela também deixou cair. Abaixei para procurar a caixa, mas não encontrei. A moça resmungou alguma coisa, mas eu não dei ouvidos.
Meu marido apareceu segurando algumas pecas de roupa. Dei uma olhada e achei muito estranhas as roupas que ele escolheu. Eram todas verdes. Perguntei porque ele escolheu verde, e ele respondeu que a cor não importava. Então, ele saiu da loja, sem pagar pelas roupas. Fiquei chocada com a atitude dele e também fiquei apreensiva. O dono da loja tinha uma pistola, vai que o maluco resolve vir atrás do meu marido.
Por sorte o cara não veio atrás. Meu marido caminhou para o estacionamento do centro comercial e parou ao lado de um carro que não nos pertence. Ele jogou as roupas no chão e entrou no carro. Eu também entrei, afinal, queria saber qual era o plano dele.
O dia virou noite.
Ele ligou o carro e saímos. Logo estávamos parados numa entrada para uma autoestrada. De repente, meu marido acelera o carro e entra na contramão da autoestrada. Isso foi a coisa mais apavorante do mundo. Ele dirigia em alta velocidade, se desviando dos carros que vinham na mão contrária. De repente passou um carro de polícia por nós, que desviou seu curso e veio atras de nós. Meu marido dirigia mais rápido. Pensei em sair do carro e trocar de sonho, mas não tive coragem de deixá-lo sozinho. Tive uma ideia melhor.
Comecei a me imaginar que estava no comando do carro e de repente, eu estava sentada ao volante e o meu marido estava sentando no banco de passageiro. Comecei a diminuir a velocidade e ir em direção ao acostamento.
Um carro preto apareceu na nossa frente. A medida que eu deslocava para o lado o carro preto fazia o mesmo e continuava vindo em nossa direção. Os carros iam se chocar, mas no último instante, eu virei o volante tão rápido que o carro capotou para lado, caindo na outra autoestrada. De repente era dia e não havia mais polícia nos perseguindo e nem o carro preto.
Saímos do carro e eu pergunto a ele porque ele dirigiu na contramão e ele respondeu que a vida não era mais importe. Fiquei brava e disse que nunca mais gostaria de ouvir aquilo.
Percebo que o sonho mudou, pois estamos numa rua com várias casas. Uma tempestade se aproxima. Meu marido diz para eu ir embora, pois um tornado ia parecer e destruir tudo. Eu pego na mão dele e digo que vou ficar lá, pois tudo o que estava acontecendo era um sonho. O vento foi ficando mais forte e começou a arrancar os telhados das casas. Carros eram arrastados e meu marido e eu éramos empurrados juntos. De repente, um vento forte arrasta meu marido para longe de mim e ele some no meio de toda poeira que aquela ventania produzia. Eu fiquei ali sozinha, desesperada. Achei melhor acabar com o sonho. Fechei os olhos e me joguei de costas no chão, desejando acordar, assim que eu abrisse os novamente.
Acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 23, 2016 11:47 pm
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Konigin, sdds, ando tão sem tempo de ler o diário de vcs, mas fiz questão de ler o seu sonho.
A parte do coração me lembrou o seriado once upon a time, a personagem regina guarda os corações em caixas. 
E vc como sempre, com grandes sonhos. Beijos!
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Ter Maio 24, 2016 5:15 pm
Carol:
caroleete escreveu:Konigin, sdds, ando tão sem tempo de ler o diário de vcs, mas fiz questão de ler o seu sonho.
A parte do coração me lembrou o seriado once upon a time, a personagem regina guarda os corações em caixas. 
E vc como sempre, com grandes sonhos. Beijos!

Carol, quanto tempo! viva
Você faz uma falta danada aqui no fórum. Fico feliz por você aparecer aqui no meu diário.
Você tem uma boa memória. Eu assisti a primeira temporada do seriado a um tempo atrás e não me lembrava mais dessa parte da Regina que guardava os corações em caixas. Aquela mulher era malvada! medo
Carol, apareça sempre! dança
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25.05.2016 - O Grande Corredor das Portas

em Qua Maio 25, 2016 6:34 pm
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Acordei às 5 da manhã e após preparar o café do meu marido e voltei a dormir. Não me recordo do início do sonho. Era um sonho comum, eu caminhava pela calçada, indo em direção a um prédio enorme que ficava em frente de uma praça.
Encontrei meu marido na entrada do prédio. Subimos para primeiro andar através das escadas e fomos parar num corredor. Apareceu um homem vestido de branco e ficou conversando com meu marido, enquanto eu ficava olhando o corredor e notei as inúmeras portas fechadas por toda extensão. De repente, eu me lembrei do "Grande Corredor de Portas" do Brazuko e falei em voz alta: "Estou sonhando!". Olho para minha mão esquerda e vejo muitos dedos nela. Volto minha atenção para meu marido, mas ele e o homem de branco haviam sumido. Eu sigo caminhando pelo corredor e uma porta se abre e sai de lá um homem que aparentava ter 50 anos. Ele era baixo, calvo e tinha uma barriga saliente
Eu perguntei se aquele corredor era o Grande corredor das portas do Brazuko. Ele não soube responder. Então, perguntei se por acaso, havia aparecido aqui outras pessoas, com chaves especiais para abrir as portas e ele respondeu que havia aparecido algumas pessoas, mas elas não tinham chaves e aparentavam estar confusas e logo iam embora.
Perguntei em seguida, qual era porta que eu encontraria o Morpheus e o cara ficou agressivo. Falou que não ia responder mais minhas perguntas e disse também, que se Morpheus quisesse me encontrar, ele já teria feito.  
Eu me aborreci e me afastei dele, dizendo que ia procurar o Morpheus sozinha, afinal o sonho era meu.
Fui em direção a uma porta, mas não cheguei abri-la, porque meu marido me acordou para dizer que estava saindo para trabalho.

Voltei a dormir e acordei ao ouvir passos de alguém entrando no quarto. Pensei que fosse meu marido voltando para dizer algo. Eu tentei me virar para ver quem era e não consegui. Estava paralisada.
O maldito vulto deitou-se do meu lado e colocou a sua mão no meu pescoço. Ele falou alguma coisa no meu ouvido, mas eu não entendi nada. Eu me concentrei no meu corpo. Consegui afundar no colchão e caí no mesmo corredor do sonho anterior.
Eu me levantei e olhei para minhas mãos e notei que faltava meu antebraço direito. Olhei mais uma vez e o meu antebraço apareceu. Nesse momento, e pela primeira vez, eu vi minha sombra projetada na parede. A sombra me chamou a atenção porque ela tinha vida própria. Ela ficava pulando e agitando os bracos.  
De repente, o corredor ficou sinistro. Tive a sensação que alguém estava ali me observando. Minha sombra, apontou para um dos lados do fim do corredor e uma sombra escura veio se aproximando, como se as luzes fossem se apagando, vindo em minha direção.
Minha sombra se desprendeu da parede e veio em minha direção e se uniu a mim. Foi muito estranho.
Eu corri em direção a uma porta e tentei abrir a porta mas não consegui. Eu senti um medo daquela sombra e mais que de pressa, me joguei de costas no chão, afundei e cai no corredor novamente. Não sei se era o mesmo corredor ou se era um corredor do andar de baixo. Eu me levantei e mais que depressa foi para uma porta. Falei que mim mesma que eu encontraria Morpheus do outro lado. Tentei abrir a porta, mas ela estava trancada. Tive a ideia de pegar a chave alada do Brazuko emprestada. Eu fechei a minha mão, desejando que a chave alada viesse para palma da minha mão. De repente, senti algo na minha mão e ao abri-la, eu estava com a chave alada. Eu olhei fixamente para chave e falei:"Se você for a chave alada do brazuko, voe!". A chave levitou um pouco e logo em seguida repousou na palma da minha mão. Eu ri e pensei "estou com a chave do Brazuko. Espero que ele não esteja precisando dela nesse momento" gargalhada
Coloquei a chave na fechadura e a girei. A porta se abriu. Antes de entrar, achei melhor mandar a chave de volta para o dono. Eu segurei a chave na palma da minha mão e dei um leve assopro. Abri a mão e estava vazia.
Entrei no local e tinha uma poltrona e uma mesa. Num canto próxima a janela tinha uma mulher. Ela tinha cabelos escuros e compridos até a altura dos ombros. Ela se movimentava de modo estranho, balançando a cabeça para frente. Eu perguntei a ela, onde estava Morpheus, mas ela não me respondeu. Apenas Ela em minha direção com aquele estranho jeito de andar e foi aí que percebi que ela tinha perna de galinha e por isso seu andar era ta bizarro. Ela me minha direção e me empurrou gritando para devolver as unhas dela.  Eu me levantei e quis argumentar que não sabia do que ela estava falando, mas ela agia como maluca e me empurrou novamente e eu caio perto da mesinha. Tinha uma caixa sobre a mesa e eu joguei na doida. Ela se desviou e a caixa acertou na parede e ficou grudada nela. Eu pensei comigo, se a caixa grudou na parede, a mulher também vai grudar. Desejei um bastão e o achei do lado da mesa. Eu me levantei segurando o bastão e fui para cima dela. Eu não consegui chegar perto dela, porque o sonho se desfez e eu acordei na minha cama.
Sentei na cama e fiquei pensando no sonho absurdo que tive. Resolvi levantar e ir tomar meu café. Ao sair do meu quarto, vi que estava no corredor das portas novamente. Eu ainda estava sonhando.  De novo, fui puxada por uma forca que me jogou na cama e fiquei lá deitada imóvel. Havia alguém mas eu não conseguia ver quem é. Ouvi uma voz masculina dizendo que eu deveria parar de buscar por Morpheus. Eu respondi que o sonho era meu e nele eu faço o que eu quero.  A voz gritou que eu estava errada e que é ele controla tudo, até a minha existência.
Eis que a coisa ficou medonha. Lembram-se da minha minha sombra que se juntou a mim? Pois é, ela saiu do meu corpo e ficou pairando no ar. Ela mudou de forma, assumindo um contorno masculino.
Uma espécie de fio preto saiu do peito da sombra e entrou no meu peito. Então a sombra perguntou: "Você quer saber como é morrer? Vou te mostrar".
Comecei a ouvir meu coração que estava acelerado. Os batimentos foram ficando lentos e ao mesmo tempo, minha mente foi ficando vazia e até que parei de ouvir meus batimentos e dei um suspiro e tudo desapareceu por um momento.
Um vazio total.
Suspirei novamente e ouvi meu coração novamente. A sombra ainda estava conectada comigo. Eu comecei a gritar, dizendo que nada aquilo aconteceu e que tudo era um sonho. Desejei com fervor que aquela sombra sumisse e ela desapareceu.
Eu consegui me levantar e logo fui derrubada de novo. Aquela mulher com perna de galinha apareceu gritando que eu tinha roubado as unhas dela.
No chão, eu notei que minhas unhas estavam diferentes. Elas começaram a crescer, se transformando em unhas de gavião. Eu me levantei e a mulher olhou para minhas mãos e disse que as unhas eram dela. Eu respondi. "Vem pegar".
Pra que fui falar isso?
A doida veio pra cima de mim. Eu arranhei o rosto da mulher com as unhas e corri para porta, desejando acordar assim que a atravessasse.
Acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Maio 25, 2016 9:31 pm
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Que sonho incrível!!! O Brazuko vai ficar pulando de felicidade quando ler ele kkkkkkk. Aliás devo dizer que imaginei que você seria a primeira a ter uma grande experiência com o corredor, mas não imaginava que ainda por cima conseguiria ter o domínio para usar o totem de outro usuário!!! Muito divertido isso em königin.
O final foi realmente bizarro, senti o próprio coração parar deve ser atormentador. Quando vi como a sombra era pensei que ela se tornaria um inimigo onírico seu como certas vezes aconteceram com seu reflexo no espelho. Agora, me surgiu uma duvida também, será que esta sombra não era a sombra de outra pessoa e ela apenas tomou a sua forma para se camuflar?
Mas agora começa mais um mistério... acho que pode até ser um desafio lúcido daqui pra frente, a caçada ao Morpheus. Pode até ser divertido em

Como sempre tenho que agradecer por ter tido a chance de ler sonhos como esse. Agora também fiquei empolgado pra chegar ao Grande Corredor das Portas. brindar
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Maio 26, 2016 10:41 am
Pyros:
Pyros escreveu:Que sonho incrível!!! O Brazuko vai ficar pulando de felicidade quando ler ele kkkkkkk. Aliás devo dizer que imaginei que você seria a primeira a ter uma grande experiência com o corredor, mas não imaginava que ainda por cima conseguiria ter o domínio para usar o totem de outro usuário!!! Muito divertido isso em königin.
O final foi realmente bizarro, senti o próprio coração parar deve ser atormentador. Quando vi como a sombra era pensei que ela se tornaria um inimigo onírico seu como certas vezes aconteceram com seu  reflexo no espelho. Agora, me surgiu uma duvida também, será que esta sombra não era a sombra de outra pessoa e ela apenas tomou a sua forma para se camuflar?
Mas agora começa mais um mistério... acho que pode até ser um desafio lúcido daqui pra frente, a caçada ao Morpheus. Pode até ser divertido em

Como sempre tenho que agradecer por ter tido a chance de ler sonhos como esse. Agora também fiquei empolgado pra chegar ao Grande Corredor das Portas. brindar

Pyro, o sonho foi realmente interessante, principalmente por causa da minha sombra. Foi a primeira vez que eu notei minha sombra num sonho. Eu nunca me preocupei em olhar para minha sombra. Acho que ela nunca esteve comigo antes.
No momento que a sombra mudou de forma, pensei que poderia ser o Morpheus. Depois que eu acordei, eu pensei melhor e acho que a sombra e o fato de eu "experimentar a morte" na verdade está relacionado com o problema de saúde do meu marido. Há duas semanas atrás meu marido precisou ser internado porque ele estava com fortes dores do peito. Depois de muitos exames, os médicos descobriram que ele tem três obstruções nas artérias do coração e por isso ele será submetido a uma cirurgia para colocar três pontes de safenas. Eu estou muito preocupada com a cirurgia e minha preocupação está se refletindo nos sonhos.
Acredito que é por isso, que meus sonhos estão ficando "Dark".
Usar a chave do Brazuko foi muito legal. Quando eu desejei a chave, eu pensei naquela foto que ele postou no diário dele. Fiquei muito contente quando a chave apareceu na minha mão. Espero que o Brazuko não fique bravo por isso... hehehe!
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Maio 26, 2016 12:40 pm
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Ola tenho passado pelos diarios novos por aqui e como esse me parecia do mebro mais assíduo resolvi passar por ultimo porque pelo que parece tem muito conteudo aqui e que pelo que me parece vai levar um tempo até poder conseguir desfrutar de todo ele me parece que você e os  SLs são amigos de longa data espero aprender bastante contigo . bem um dos motivos tambem de ter passado é para perguntar se sabe se o Emerson Pawoske ainda frequenta o forum.
sobre SLs o seus ultimo foi muito interessante me veio um monte de referencias em mente enquanto lia lembrava do filme Paprika ( é sobre sonhos lucidos  se ainda não viu superecomendo) acho sempre interessante quando temos uma especie de Checkpoint nos sonhos no seu caso tanto corredor quanto a cama , eu me lembrei mesmo de matrix nos primeiros instantes mas a parte da voz dizendo que controla tudo me fez lembrar do jogo stanley the parable em que todo o jogo se baseia em abrir portas e interagir com o narrador que diz a mesmas coisas dependendo de nossas escolhas.

                                                             

Spoiler:

Königin escreveu:
Acordei de madrugada com sede, fui beber água e resolvi ficar uns 15 minutos acordada para tentar um sonho lúcido.
Volto para cama, deito de bruços e fecho os olhos. estava quase caindo no sonho quando ouço passo vindo do corredor. Tento me mexer, mas estou paralisada. Percebo um vulto se aproximando e subindo do meu lado na cama. Sinto seu peso nas minhas costas. Mantenho a calma e rapidamente começo a rolar para o lado. Sinto minhas pernas presas. Rolo novamente e vou parar no chão. Eu esfrego minhas mãos e levanto minha cabeça para ver se o vulto ainda está na cama. Vejo um coração sobre o meu lado da cama e meu marido está sentado me olhando. Ele diz que precisamos sair. Eu pergunto sobre o coração, mas ele não responde. Pego o coracao para guardá-lo. Abro a uma gaveta e tiro uma caixa dela. Guardo o coração dentro dela e a deixa sobre o criado mudo. Pergunto onde vamos e ele diz que precisa comprar algumas roupas. Em seguida, ele se levanta e vai para corredor. Eu vou atrás.
De repente, não estávamos no corredor do meu apartamento, mas andávamos num corredor de um pequeno centro comercial. Era dia, pois estava tudo tão claro. Entramos numa loja cheia de mulheres. Parecia ter uma liquidação ali. As mulheres se comportavam como malucas.....


sobre esse eu fiquei em duvida onde você obteve lucidez? essa coisa do coração foi meio creep , mas depois de um tempo me pareceu até um pouco inocente , me lembrou filmes um filme francês , bem bom SLs para você até a proxima brindar
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Maio 26, 2016 11:28 pm
Königin:

Acordei às 5 da manhã e após preparar o café do meu marido e voltei a dormir. Não me recordo do início do sonho. Era um sonho comum, eu caminhava pela calçada, indo em direção a um prédio enorme que ficava em frente de uma praça.
Encontrei meu marido na entrada do prédio. Subimos para primeiro andar através das escadas e fomos parar num corredor. Apareceu um homem vestido de branco e ficou conversando com meu marido, enquanto eu ficava olhando o corredor e notei as inúmeras portas fechadas por toda extensão. De repente, eu me lembrei do "Grande Corredor de Portas" do Brazuko e falei em voz alta: "Estou sonhando!". Olho para minha mão esquerda e vejo muitos dedos nela. Volto minha atenção para meu marido, mas ele e o homem de branco haviam sumido. Eu sigo caminhando pelo corredor e uma porta se abre e sai de lá um homem que aparentava ter 50 anos. Ele era baixo, calvo e tinha uma barriga saliente
Eu perguntei se aquele corredor era o Grande corredor das portas do Brazuko. Ele não soube responder. Então, perguntei se por acaso, havia aparecido aqui outras pessoas, com chaves especiais para abrir as portas e ele respondeu que havia aparecido algumas pessoas, mas elas não tinham chaves e aparentavam estar confusas e logo iam embora.
Perguntei em seguida, qual era porta que eu encontraria o Morpheus e o cara ficou agressivo. Falou que não ia responder mais minhas perguntas e disse também, que se Morpheus quisesse me encontrar, ele já teria feito.  
Eu me aborreci e me afastei dele, dizendo que ia procurar o Morpheus sozinha, afinal o sonho era meu.
Fui em direção a uma porta, mas não cheguei abri-la, porque meu marido me acordou para dizer que estava saindo para trabalho.

Voltei a dormir e acordei ao ouvir passos de alguém entrando no quarto. Pensei que fosse meu marido voltando para dizer algo. Eu tentei me virar para ver quem era e não consegui. Estava paralisada.
O maldito vulto deitou-se do meu lado e colocou a sua mão no meu pescoço. Ele falou alguma coisa no meu ouvido, mas eu não entendi nada. Eu me concentrei no meu corpo. Consegui afundar no colchão e caí no mesmo corredor do sonho anterior.
Eu me levantei e olhei para minhas mãos e notei que faltava meu antebraço direito. Olhei mais uma vez e o meu antebraço apareceu. Nesse momento, e pela primeira vez, eu vi minha sombra projetada na parede. A sombra me chamou a atenção porque ela tinha vida própria. Ela ficava pulando e agitando os bracos.  
De repente, o corredor ficou sinistro. Tive a sensação que alguém estava ali me observando. Minha sombra, apontou para um dos lados do fim do corredor e uma sombra escura veio se aproximando, como se as luzes fossem se apagando, vindo em minha direção.
Minha sombra se desprendeu da parede e veio em minha direção e se uniu a mim. Foi muito estranho.
Eu corri em direção a uma porta e tentei abrir a porta mas não consegui. Eu senti um medo daquela sombra e mais que de pressa, me joguei de costas no chão, afundei e cai no corredor novamente. Não sei se era o mesmo corredor ou se era um corredor do andar de baixo. Eu me levantei e mais que depressa foi para uma porta. Falei que mim mesma que eu encontraria Morpheus do outro lado. Tentei abrir a porta, mas ela estava trancada. Tive a ideia de pegar a chave alada do Brazuko emprestada. Eu fechei a minha mão, desejando que a chave alada viesse para palma da minha mão. De repente, senti algo na minha mão e ao abri-la, eu estava com a chave alada. Eu olhei fixamente para chave e falei:"Se você for a chave alada do brazuko, voe!". A chave levitou um pouco e logo em seguida repousou na palma da minha mão. Eu ri e pensei "estou com a chave do Brazuko. Espero que ele não esteja precisando dela nesse momento"  gargalhada
Coloquei a chave na fechadura e a girei. A porta se abriu. Antes de entrar, achei melhor mandar a chave de volta para o dono. Eu segurei a chave na palma da minha mão e dei um leve assopro. Abri a mão e estava vazia.
Entrei no local e tinha uma poltrona e uma mesa. Num canto próxima a janela tinha uma mulher. Ela tinha cabelos escuros e compridos até a altura dos ombros. Ela se movimentava de modo estranho, balançando a cabeça para frente. Eu perguntei a ela, onde estava Morpheus, mas ela não me respondeu. Apenas Ela em minha direção com aquele estranho jeito de andar e foi aí que percebi que ela tinha perna de galinha e por isso seu andar era ta bizarro. Ela me minha direção e me empurrou gritando para devolver as unhas dela.  Eu me levantei e quis argumentar que não sabia do que ela estava falando, mas ela agia como maluca e me empurrou novamente e eu caio perto da mesinha. Tinha uma caixa sobre a mesa e eu joguei na doida. Ela se desviou e a caixa acertou na parede e ficou grudada nela. Eu pensei comigo, se a caixa grudou na parede, a mulher também vai grudar. Desejei um bastão e o achei do lado da mesa. Eu me levantei segurando o bastão e fui para cima dela. Eu não consegui chegar perto dela, porque o sonho se desfez e eu acordei na minha cama.
Sentei na cama e fiquei pensando no sonho absurdo que tive. Resolvi levantar e ir tomar meu café. Ao sair do meu quarto, vi que estava no corredor das portas novamente. Eu ainda estava sonhando.  De novo, fui puxada por uma forca que me jogou na cama e fiquei lá deitada imóvel. Havia alguém mas eu não conseguia ver quem é. Ouvi uma voz masculina dizendo que eu deveria parar de buscar por Morpheus. Eu respondi que o sonho era meu e nele eu faço o que eu quero.  A voz gritou que eu estava errada e que é ele controla tudo, até a minha existência.
Eis que a coisa ficou medonha. Lembram-se da minha minha sombra que se juntou a mim? Pois é, ela saiu do meu corpo e ficou pairando no ar. Ela mudou de forma, assumindo um contorno masculino.
Uma espécie de fio preto saiu do peito da sombra e entrou no meu peito. Então a sombra perguntou: "Você quer saber como é morrer? Vou te mostrar".
Comecei a ouvir meu coração que estava acelerado. Os batimentos foram ficando lentos e ao mesmo tempo, minha mente foi ficando vazia e até que parei de ouvir meus batimentos e dei um suspiro e tudo desapareceu por um momento.
Um vazio total.
Suspirei novamente e ouvi meu coração novamente. A sombra ainda estava conectada comigo. Eu comecei a gritar, dizendo que nada aquilo aconteceu e que tudo era um sonho. Desejei com fervor que aquela sombra sumisse e ela desapareceu.
Eu consegui me levantar e logo fui derrubada de novo. Aquela mulher com perna de galinha apareceu gritando que eu tinha roubado as unhas dela.
No chão, eu notei que minhas unhas estavam diferentes. Elas começaram a crescer, se transformando em unhas de gavião. Eu me levantei e a mulher olhou para minhas mãos e disse que as unhas eram dela. Eu respondi. "Vem pegar".
Pra que fui falar isso?
A doida veio pra cima de mim. Eu arranhei o rosto da mulher com as unhas e corri para porta, desejando acordar assim que a atravessasse.
Acordei.

Até que enfim alguém conseguiu entrar no corredor das portas dança pena que apareceu essa mulher com pernas de galinha para te atrapalhar. Não sei como você ainda tentou argumentar com essa mulher, quando eu visse as pernas de galinha dela acho que já saía correndo gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Maio 27, 2016 4:15 pm
Joshds:

JOSHDS escreveu:Ola tenho passado pelos diarios novos por aqui e como esse me parecia do mebro mais assíduo resolvi passar por ultimo porque pelo que parece tem muito conteudo aqui e que pelo que me parece vai levar um tempo até poder conseguir desfrutar de todo ele me parece que você e os  SLs são amigos de longa data espero aprender bastante contigo . bem um dos motivos tambem de ter passado é para perguntar se sabe se o Emerson Pawoske ainda frequenta o forum.
sobre SLs o seus ultimo foi muito interessante me veio um monte de referencias em mente enquanto lia lembrava do filme Paprika ( é sobre sonhos lucidos  se ainda não viu superecomendo) acho sempre interessante quando temos uma especie de Checkpoint nos sonhos no seu caso tanto corredor quanto a cama , eu me lembrei mesmo de matrix nos primeiros instantes mas a parte da voz dizendo que controla tudo me fez lembrar do jogo stanley the parable em que todo o jogo se baseia em abrir portas e interagir com o narrador que diz a mesmas coisas dependendo de nossas escolhas.

                                                             

Spoiler:

Königin escreveu:
Acordei de madrugada com sede, fui beber água e resolvi ficar uns 15 minutos acordada para tentar um sonho lúcido.
Volto para cama, deito de bruços e fecho os olhos. estava quase caindo no sonho quando ouço passo vindo do corredor. Tento me mexer, mas estou paralisada. Percebo um vulto se aproximando e subindo do meu lado na cama. Sinto seu peso nas minhas costas. Mantenho a calma e rapidamente começo a rolar para o lado. Sinto minhas pernas presas. Rolo novamente e vou parar no chão. Eu esfrego minhas mãos e levanto minha cabeça para ver se o vulto ainda está na cama. Vejo um coração sobre o meu lado da cama e meu marido está sentado me olhando. Ele diz que precisamos sair. Eu pergunto sobre o coração, mas ele não responde. Pego o coracao para guardá-lo. Abro a uma gaveta e tiro uma caixa dela. Guardo o coração dentro dela e a deixa sobre o criado mudo. Pergunto onde vamos e ele diz que precisa comprar algumas roupas. Em seguida, ele se levanta e vai para corredor. Eu vou atrás.
De repente, não estávamos no corredor do meu apartamento, mas andávamos num corredor de um pequeno centro comercial. Era dia, pois estava tudo tão claro. Entramos numa loja cheia de mulheres. Parecia ter uma liquidação ali. As mulheres se comportavam como malucas.....


sobre esse eu fiquei em duvida onde você obteve lucidez? essa coisa do coração foi meio creep , mas depois de um tempo me pareceu até um pouco inocente , me lembrou filmes um filme francês , bem bom SLs para você até a proxima brindar
Bem-vindo ao meu diário, Joshds! O Emerson ainda frequenta o fórum, mas ultimamente ele tem aparecido muito pouco. Deixe um recado no diário dele ou mande uma mensagem privada. Pode ser que ele receba um email e venha até o fórum para dar um alô. piscar
Paprika eu assisti no começo do ano. Gostei muito do filme, principalmente das cenas que ela entra na TV e em obras de arte. O filme retrata muito bem o sonho lúcido.
Sobre sua dúvida, minha lucidez veio com a alucinação durante a paralisia do sono. Na maioria das vezes, eu já entro no sonho lúcida, após perceber que estou paralisada e as alucinações aparecerem para me atormentar.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Maio 27, 2016 4:29 pm
Érika escreveu:
Königin:

Acordei às 5 da manhã e após preparar o café do meu marido e voltei a dormir. Não me recordo do início do sonho. Era um sonho comum, eu caminhava pela calçada, indo em direção a um prédio enorme que ficava em frente de uma praça.
Encontrei meu marido na entrada do prédio. Subimos para primeiro andar através das escadas e fomos parar num corredor. Apareceu um homem vestido de branco e ficou conversando com meu marido, enquanto eu ficava olhando o corredor e notei as inúmeras portas fechadas por toda extensão. De repente, eu me lembrei do "Grande Corredor de Portas" do Brazuko e falei em voz alta: "Estou sonhando!". Olho para minha mão esquerda e vejo muitos dedos nela. Volto minha atenção para meu marido, mas ele e o homem de branco haviam sumido. Eu sigo caminhando pelo corredor e uma porta se abre e sai de lá um homem que aparentava ter 50 anos. Ele era baixo, calvo e tinha uma barriga saliente
Eu perguntei se aquele corredor era o Grande corredor das portas do Brazuko. Ele não soube responder. Então, perguntei se por acaso, havia aparecido aqui outras pessoas, com chaves especiais para abrir as portas e ele respondeu que havia aparecido algumas pessoas, mas elas não tinham chaves e aparentavam estar confusas e logo iam embora.
Perguntei em seguida, qual era porta que eu encontraria o Morpheus e o cara ficou agressivo. Falou que não ia responder mais minhas perguntas e disse também, que se Morpheus quisesse me encontrar, ele já teria feito.  
Eu me aborreci e me afastei dele, dizendo que ia procurar o Morpheus sozinha, afinal o sonho era meu.
Fui em direção a uma porta, mas não cheguei abri-la, porque meu marido me acordou para dizer que estava saindo para trabalho.

Voltei a dormir e acordei ao ouvir passos de alguém entrando no quarto. Pensei que fosse meu marido voltando para dizer algo. Eu tentei me virar para ver quem era e não consegui. Estava paralisada.
O maldito vulto deitou-se do meu lado e colocou a sua mão no meu pescoço. Ele falou alguma coisa no meu ouvido, mas eu não entendi nada. Eu me concentrei no meu corpo. Consegui afundar no colchão e caí no mesmo corredor do sonho anterior.
Eu me levantei e olhei para minhas mãos e notei que faltava meu antebraço direito. Olhei mais uma vez e o meu antebraço apareceu. Nesse momento, e pela primeira vez, eu vi minha sombra projetada na parede. A sombra me chamou a atenção porque ela tinha vida própria. Ela ficava pulando e agitando os bracos.  
De repente, o corredor ficou sinistro. Tive a sensação que alguém estava ali me observando. Minha sombra, apontou para um dos lados do fim do corredor e uma sombra escura veio se aproximando, como se as luzes fossem se apagando, vindo em minha direção.
Minha sombra se desprendeu da parede e veio em minha direção e se uniu a mim. Foi muito estranho.
Eu corri em direção a uma porta e tentei abrir a porta mas não consegui. Eu senti um medo daquela sombra e mais que de pressa, me joguei de costas no chão, afundei e cai no corredor novamente. Não sei se era o mesmo corredor ou se era um corredor do andar de baixo. Eu me levantei e mais que depressa foi para uma porta. Falei que mim mesma que eu encontraria Morpheus do outro lado. Tentei abrir a porta, mas ela estava trancada. Tive a ideia de pegar a chave alada do Brazuko emprestada. Eu fechei a minha mão, desejando que a chave alada viesse para palma da minha mão. De repente, senti algo na minha mão e ao abri-la, eu estava com a chave alada. Eu olhei fixamente para chave e falei:"Se você for a chave alada do brazuko, voe!". A chave levitou um pouco e logo em seguida repousou na palma da minha mão. Eu ri e pensei "estou com a chave do Brazuko. Espero que ele não esteja precisando dela nesse momento"  gargalhada
Coloquei a chave na fechadura e a girei. A porta se abriu. Antes de entrar, achei melhor mandar a chave de volta para o dono. Eu segurei a chave na palma da minha mão e dei um leve assopro. Abri a mão e estava vazia.
Entrei no local e tinha uma poltrona e uma mesa. Num canto próxima a janela tinha uma mulher. Ela tinha cabelos escuros e compridos até a altura dos ombros. Ela se movimentava de modo estranho, balançando a cabeça para frente. Eu perguntei a ela, onde estava Morpheus, mas ela não me respondeu. Apenas Ela em minha direção com aquele estranho jeito de andar e foi aí que percebi que ela tinha perna de galinha e por isso seu andar era ta bizarro. Ela me minha direção e me empurrou gritando para devolver as unhas dela.  Eu me levantei e quis argumentar que não sabia do que ela estava falando, mas ela agia como maluca e me empurrou novamente e eu caio perto da mesinha. Tinha uma caixa sobre a mesa e eu joguei na doida. Ela se desviou e a caixa acertou na parede e ficou grudada nela. Eu pensei comigo, se a caixa grudou na parede, a mulher também vai grudar. Desejei um bastão e o achei do lado da mesa. Eu me levantei segurando o bastão e fui para cima dela. Eu não consegui chegar perto dela, porque o sonho se desfez e eu acordei na minha cama.
Sentei na cama e fiquei pensando no sonho absurdo que tive. Resolvi levantar e ir tomar meu café. Ao sair do meu quarto, vi que estava no corredor das portas novamente. Eu ainda estava sonhando.  De novo, fui puxada por uma forca que me jogou na cama e fiquei lá deitada imóvel. Havia alguém mas eu não conseguia ver quem é. Ouvi uma voz masculina dizendo que eu deveria parar de buscar por Morpheus. Eu respondi que o sonho era meu e nele eu faço o que eu quero.  A voz gritou que eu estava errada e que é ele controla tudo, até a minha existência.
Eis que a coisa ficou medonha. Lembram-se da minha minha sombra que se juntou a mim? Pois é, ela saiu do meu corpo e ficou pairando no ar. Ela mudou de forma, assumindo um contorno masculino.
Uma espécie de fio preto saiu do peito da sombra e entrou no meu peito. Então a sombra perguntou: "Você quer saber como é morrer? Vou te mostrar".
Comecei a ouvir meu coração que estava acelerado. Os batimentos foram ficando lentos e ao mesmo tempo, minha mente foi ficando vazia e até que parei de ouvir meus batimentos e dei um suspiro e tudo desapareceu por um momento.
Um vazio total.
Suspirei novamente e ouvi meu coração novamente. A sombra ainda estava conectada comigo. Eu comecei a gritar, dizendo que nada aquilo aconteceu e que tudo era um sonho. Desejei com fervor que aquela sombra sumisse e ela desapareceu.
Eu consegui me levantar e logo fui derrubada de novo. Aquela mulher com perna de galinha apareceu gritando que eu tinha roubado as unhas dela.
No chão, eu notei que minhas unhas estavam diferentes. Elas começaram a crescer, se transformando em unhas de gavião. Eu me levantei e a mulher olhou para minhas mãos e disse que as unhas eram dela. Eu respondi. "Vem pegar".
Pra que fui falar isso?
A doida veio pra cima de mim. Eu arranhei o rosto da mulher com as unhas e corri para porta, desejando acordar assim que a atravessasse.
Acordei.

Até que enfim alguém conseguiu entrar no corredor das portas dança pena que apareceu essa mulher com pernas de galinha para te atrapalhar. Não sei como você ainda tentou argumentar com essa mulher, quando eu visse as pernas de galinha dela acho que já saía correndo gargalhada

Eu já consegui. Agora estou na espectativa para saber quem será o próximo. Será muito interessante ler as outras versões do grande corredor das portas. dança Erika, eu só consegui argumentar com ela porque eu tinha esperança que o Morpheus ia marcar presença. Nossa! Ela era medonha! medo gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Maio 27, 2016 4:34 pm
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Depois que o mar desabou na minha cabeca e me fez acordar (relato do sonho => aqui.), voltei a dormir e lá estava eu novamente no parque. Desta vez estava sozinha. Por algum motivo que eu não me lembro, eu sai da trilha e caminhei entre as árvores e até chegar num num galpão do antigo aeroporto militar, que existiu aqui na minha cidade. (Esse aeroporto foi construído na segunda guerra mundial).
Entrei no galpão e o sonho mudou. Eu estava num prédio de conferências. Havia um grupo de mulheres e entre elas estava minha amiga de infância. Nós conversamos um pouco e ela me disse que lá estava acontecendo um congresso para professoras. Fomos para a sala onde haveria uma palestra.
A sala da palestra parecia mais um restaurante. Havia um monte de mesas redondas com toalhas brancas. O local já estava lotado quando entramos. Conseguimos achar duas cadeiras livres, mas não tínhamos mesas. Porém, as cadeiras estavam bem em próximo da mesa dos palestrantes.
A palestra começou e o palestrante pegou o microfone. Eu achei o palestrante muito parecido com o Larewnce Fishbourne, mas não liguei os pontos no momento.
De repente a palestra foi interrompida pela minha amiga.
- Essa palestra é uma farsa! Vocês estão tentando enganar minha amiga. - Disse ela apontando para mim.
Eu fiquei morrendo vergonha, porque todo mundo olhou em minha direção. Minha amiga continuou com escândalo.
- Ela sabe quem é você. Ela irá se recordar!
Nesse momento eu tive um insight. Eu olhei para minha mão esquerda e meus dedos estavam todos tortos. Nesse instante, eu me levantei e falei o palestrante.
- Você é Morpheus!
Ele deu um sorriso amarelo e tentou desviar o assunto.
- Sim! Você é o Morpheus! Eu procurei por você no grande corredor das portas!
Um tumulto começou. Interromperam a palestras e disseram que o almoço seria servido. Vários garçons entraram carregando bandejas. Eu me levantei e fui em direção do Morpheus, mas apareceeu dois garçons e um deles disse que eu devia deixar o local. Eu disse que não ia sair, enquanto não falasse com Morpheus. Ele disse para eu nao tumultuar o local e eu continuei tentado chegar ao Morpheus. Um deles pegou uma lanterna e apontou uma luz em direção do meu rosto. Tudo ficou claro e eu acordei.
Fiquei deitada sem me mexer, com a esperança de voltar no sonho, mas o despertador tocou e eu tive que levantar.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Maio 27, 2016 5:20 pm
Königin:

Depois que o mar desabou na minha cabeca e me fez acordar (relato do sonho => aqui.), voltei a dormir e lá estava eu novamente no parque. Desta vez estava sozinha. Por algum motivo que eu não me lembro, eu sai da trilha e caminhei entre as árvores e até chegar num num galpão do antigo aeroporto militar, que existiu aqui na minha cidade. (Esse aeroporto foi construído na segunda guerra mundial).
Entrei no galpão e o sonho mudou. Eu estava num prédio de conferências. Havia um grupo de mulheres e entre elas estava minha amiga de infância. Nós conversamos um pouco e ela me disse que lá estava acontecendo um congresso para professoras. Fomos para a sala onde haveria uma palestra.
A sala da palestra parecia mais um restaurante. Havia um monte de mesas redondas com toalhas brancas. O local já estava lotado quando entramos. Conseguimos achar duas cadeiras livres, mas não tínhamos mesas. Porém, as cadeiras estavam bem em próximo da mesa dos palestrantes.
A palestra começou e o palestrante pegou o microfone. Eu achei o palestrante muito parecido com o Larewnce Fishbourne, mas não liguei os pontos no momento.
De repente a palestra foi interrompida pela minha amiga.
- Essa palestra é uma farsa! Vocês estão tentando enganar minha amiga. - Disse ela apontando para mim.
Eu fiquei morrendo vergonha, porque todo mundo olhou em minha direção. Minha amiga continuou com escândalo.
- Ela sabe quem é você. Ela irá se recordar!
Nesse momento eu tive um insight. Eu olhei para minha mão esquerda e meus dedos estavam todos tortos. Nesse instante, eu me levantei e falei o palestrante.
- Você é Morpheus!
Ele deu um sorriso amarelo e tentou desviar o assunto.
- Sim! Você é o Morpheus! Eu procurei por você no grande corredor das portas!
Um tumulto começou. Interromperam a palestras e disseram que o almoço seria servido. Vários garçons entraram carregando bandejas. Eu me levantei e fui em direção do Morpheus, mas apareceeu dois garçons e um deles disse que eu devia deixar o local. Eu disse que não ia sair, enquanto não falasse com Morpheus. Ele disse para eu nao tumultuar o local e eu continuei tentado chegar ao Morpheus. Um deles pegou uma lanterna e apontou uma luz em direção do meu rosto. Tudo ficou claro e eu acordei.
Fiquei deitada sem me mexer, com a esperança de voltar no sonho, mas o despertador tocou e eu tive que levantar.

Acho que esse Morpheus não vai conseguir escapar de você por muito tempo gargalhada
O que você planejava falar com ele Königin?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Maio 27, 2016 5:32 pm
Que cena. Seus sonhos são muito bem descritos. guitar
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Dom Maio 29, 2016 10:46 am
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Königin escreveu:
A internet e o fórum são viciantes. Esses ultimos dias eu quase não parei em casa, mas sempre que eu tinha uma oportunidade, pegava o celular para ler as postagens do fórum. Eu só não respondia aos tópicos porque eu sou míope e digitar no teclado do celular é um desafio muito grande para mim.  gargalhada
Opa! Desculpa, Königin. Não tinha visto esse comentário ainda. Foi mal.  vergonha

Você está certa, digitar textos no celular é muito ruim mesmo. Ja tentei usar meu celular pra escrever aqui no fórum. Mas, quase morria de raiva, porque eu escrevia uma letra e meu dedo tocava em outra. Aí, tinha que ficar corrigindo tudo que escrevia o tempo todo. Desisti do celular e comprei um tablet. gargalhada

Königin escreveu:

Königin escreveu:
Acordei de madrugada com sede, fui beber água e resolvi ficar uns 15 minutos acordada para tentar um sonho lúcido.
Volto para cama, deito de bruços e fecho os olhos. estava quase caindo no sonho quando ouço passo vindo do corredor. Tento me mexer, mas estou paralisada. Percebo um vulto se aproximando e subindo do meu lado na cama. Sinto seu peso nas minhas costas. Mantenho a calma e rapidamente começo a rolar para o lado. Sinto minhas pernas presas. Rolo novamente e vou parar no chão. Eu esfrego minhas mãos e levanto minha cabeça para ver se o vulto ainda está na cama. Vejo um coração sobre o meu lado da cama e meu marido está sentado me olhando. Ele diz que precisamos sair. Eu pergunto sobre o coração, mas ele não responde. Pego o coracao para guardá-lo. Abro a uma gaveta e tiro uma caixa dela. Guardo o coração dentro dela e a deixa sobre o criado mudo. Pergunto onde vamos e ele diz que precisa comprar algumas roupas. Em seguida, ele se levanta e vai para corredor. Eu vou atrás.
De repente, não estávamos no corredor do meu apartamento, mas andávamos num corredor de um pequeno centro comercial. Era dia, pois estava tudo tão claro. Entramos numa loja cheia de mulheres. Parecia ter uma liquidação ali. As mulheres se comportavam como malucas.
Meu marido segue para a ala masculina e diz se eu quiser, eu poderia escolher algo para mim. Dei uma olhada em volta da loja, para ver o que tinha de interessante. A loja era esquisita. O chão era de paralelepípedos e totalmente irregulares. As prateleiras não paravam de balançar e se alguém tentava pegar algo delas, elas caiam sobre a pessoa. No fundo da loja tinha um homem e ele tinha uma pistola na mão. Ele ficava girando a pistola no dedo e às vezes ele batia com ela na cabeça da mulher que estava no caixa.
Olhando uma prateleira, eu vi a caixa que eu usei para guardar o coração e me abaixei para pega-la. Eu queria ver se o coração ainda estava dentro dela.  De repente, apareceu uma moça, carregando uma montanha de roupas e ela se esbarrou em mim, me fazendo derrubar a caixa sumiu na montanha de roupa que ela também deixou cair. Abaixei para procurar a caixa, mas não encontrei. A moça resmungou alguma coisa, mas eu não dei ouvidos.
Meu marido apareceu segurando algumas pecas de roupa. Dei uma olhada e achei muito estranhas as roupas que ele escolheu. Eram todas verdes. Perguntei porque ele escolheu verde, e ele respondeu que a cor não importava. Então, ele saiu da loja, sem pagar pelas roupas. Fiquei chocada com a atitude dele e também fiquei apreensiva. O dono da loja tinha uma pistola, vai que o maluco resolve vir atrás do meu marido.
Por sorte o cara não veio atrás. Meu marido caminhou para o estacionamento do centro comercial e parou ao lado de um carro que não nos pertence. Ele jogou as roupas no chão e entrou no carro. Eu também entrei, afinal, queria saber qual era o plano dele.
O dia virou noite.
Ele ligou o carro e saímos. Logo estávamos parados numa entrada para uma autoestrada. De repente, meu marido acelera o carro e entra na contramão da autoestrada. Isso foi a coisa mais apavorante do mundo. Ele dirigia em alta velocidade, se desviando dos carros que vinham na mão contrária. De repente passou um carro de polícia por nós, que desviou seu curso e veio atras de nós. Meu marido dirigia mais rápido. Pensei em sair do carro e trocar de sonho, mas não tive coragem de deixá-lo sozinho. Tive uma ideia melhor.
Comecei a me imaginar que estava no comando do carro e de repente, eu estava sentada ao volante e o meu marido estava sentando no banco de passageiro. Comecei a diminuir a velocidade e ir em direção ao acostamento.
Um carro preto apareceu na nossa frente. A medida que eu deslocava para o lado o carro preto fazia o mesmo e continuava vindo em nossa direção. Os carros iam se chocar, mas no último instante, eu virei o volante tão rápido que o carro capotou para lado, caindo na outra autoestrada. De repente era dia e não havia mais polícia nos perseguindo e nem o carro preto.
Saímos do carro e eu pergunto a ele porque ele dirigiu na contramão e ele respondeu que a vida não era mais importe. Fiquei brava e disse que nunca mais gostaria de ouvir aquilo.
Percebo que o sonho mudou, pois estamos numa rua com várias casas. Uma tempestade se aproxima. Meu marido diz para eu ir embora, pois um tornado ia parecer e destruir tudo. Eu pego na mão dele e digo que vou ficar lá, pois tudo o que estava acontecendo era um sonho. O vento foi ficando mais forte e começou a arrancar os telhados das casas. Carros eram arrastados e meu marido e eu éramos empurrados juntos. De repente, um vento forte arrasta meu marido para longe de mim e ele some no meio de toda poeira que aquela ventania produzia. Eu fiquei ali sozinha, desesperada. Achei melhor acabar com o sonho. Fechei os olhos e me joguei de costas no chão, desejando acordar, assim que eu abrisse os novamente.
Acordei.
Essa loja que você foi com seu marido, dava vários sinais de ser um sonho. Pois havia muita coisa surreal acontecendo ao mesmo tempo. Só não entendi o porque do seu marido pegar o carro e sair em alta velocidade na contra mão. Mas, aquilo tudo era sonho mesmo. Era pra você pegar seu marido e se teletransportarem direto pra sua casa. Acaba de uma vez com aquele pesadelo. gargalhada

Königin escreveu:

Königin escreveu:
Acordei às 5 da manhã e após preparar o café do meu marido e voltei a dormir. Não me recordo do início do sonho. Era um sonho comum, eu caminhava pela calçada, indo em direção a um prédio enorme que ficava em frente de uma praça.
Encontrei meu marido na entrada do prédio. Subimos para primeiro andar através das escadas e fomos parar num corredor. Apareceu um homem vestido de branco e ficou conversando com meu marido, enquanto eu ficava olhando o corredor e notei as inúmeras portas fechadas por toda extensão. De repente, eu me lembrei do "Grande Corredor de Portas" do Brazuko e falei em voz alta: "Estou sonhando!". Olho para minha mão esquerda e vejo muitos dedos nela. Volto minha atenção para meu marido, mas ele e o homem de branco haviam sumido. Eu sigo caminhando pelo corredor e uma porta se abre e sai de lá um homem que aparentava ter 50 anos. Ele era baixo, calvo e tinha uma barriga saliente
Eu perguntei se aquele corredor era o Grande corredor das portas do Brazuko. Ele não soube responder. Então, perguntei se por acaso, havia aparecido aqui outras pessoas, com chaves especiais para abrir as portas e ele respondeu que havia aparecido algumas pessoas, mas elas não tinham chaves e aparentavam estar confusas e logo iam embora.
Perguntei em seguida, qual era porta que eu encontraria o Morpheus e o cara ficou agressivo. Falou que não ia responder mais minhas perguntas e disse também, que se Morpheus quisesse me encontrar, ele já teria feito.  
Eu me aborreci e me afastei dele, dizendo que ia procurar o Morpheus sozinha, afinal o sonho era meu.
Fui em direção a uma porta, mas não cheguei abri-la, porque meu marido me acordou para dizer que estava saindo para trabalho.

Voltei a dormir e acordei ao ouvir passos de alguém entrando no quarto. Pensei que fosse meu marido voltando para dizer algo. Eu tentei me virar para ver quem era e não consegui. Estava paralisada.
O maldito vulto deitou-se do meu lado e colocou a sua mão no meu pescoço. Ele falou alguma coisa no meu ouvido, mas eu não entendi nada. Eu me concentrei no meu corpo. Consegui afundar no colchão e caí no mesmo corredor do sonho anterior.
Eu me levantei e olhei para minhas mãos e notei que faltava meu antebraço direito. Olhei mais uma vez e o meu antebraço apareceu. Nesse momento, e pela primeira vez, eu vi minha sombra projetada na parede. A sombra me chamou a atenção porque ela tinha vida própria. Ela ficava pulando e agitando os bracos.  
De repente, o corredor ficou sinistro. Tive a sensação que alguém estava ali me observando. Minha sombra, apontou para um dos lados do fim do corredor e uma sombra escura veio se aproximando, como se as luzes fossem se apagando, vindo em minha direção.
Minha sombra se desprendeu da parede e veio em minha direção e se uniu a mim. Foi muito estranho.
Eu corri em direção a uma porta e tentei abrir a porta mas não consegui. Eu senti um medo daquela sombra e mais que de pressa, me joguei de costas no chão, afundei e cai no corredor novamente. Não sei se era o mesmo corredor ou se era um corredor do andar de baixo. Eu me levantei e mais que depressa foi para uma porta. Falei que mim mesma que eu encontraria Morpheus do outro lado. Tentei abrir a porta, mas ela estava trancada. Tive a ideia de pegar a chave alada do Brazuko emprestada. Eu fechei a minha mão, desejando que a chave alada viesse para palma da minha mão. De repente, senti algo na minha mão e ao abri-la, eu estava com a chave alada. Eu olhei fixamente para chave e falei:"Se você for a chave alada do brazuko, voe!". A chave levitou um pouco e logo em seguida repousou na palma da minha mão. Eu ri e pensei "estou com a chave do Brazuko. Espero que ele não esteja precisando dela nesse momento"  gargalhada
Coloquei a chave na fechadura e a girei. A porta se abriu. Antes de entrar, achei melhor mandar a chave de volta para o dono. Eu segurei a chave na palma da minha mão e dei um leve assopro. Abri a mão e estava vazia.
Entrei no local e tinha uma poltrona e uma mesa. Num canto próxima a janela tinha uma mulher. Ela tinha cabelos escuros e compridos até a altura dos ombros. Ela se movimentava de modo estranho, balançando a cabeça para frente. Eu perguntei a ela, onde estava Morpheus, mas ela não me respondeu. Apenas Ela em minha direção com aquele estranho jeito de andar e foi aí que percebi que ela tinha perna de galinha e por isso seu andar era ta bizarro. Ela me minha direção e me empurrou gritando para devolver as unhas dela.  Eu me levantei e quis argumentar que não sabia do que ela estava falando, mas ela agia como maluca e me empurrou novamente e eu caio perto da mesinha. Tinha uma caixa sobre a mesa e eu joguei na doida. Ela se desviou e a caixa acertou na parede e ficou grudada nela. Eu pensei comigo, se a caixa grudou na parede, a mulher também vai grudar. Desejei um bastão e o achei do lado da mesa. Eu me levantei segurando o bastão e fui para cima dela. Eu não consegui chegar perto dela, porque o sonho se desfez e eu acordei na minha cama.
Sentei na cama e fiquei pensando no sonho absurdo que tive. Resolvi levantar e ir tomar meu café. Ao sair do meu quarto, vi que estava no corredor das portas novamente. Eu ainda estava sonhando.  De novo, fui puxada por uma forca que me jogou na cama e fiquei lá deitada imóvel. Havia alguém mas eu não conseguia ver quem é. Ouvi uma voz masculina dizendo que eu deveria parar de buscar por Morpheus. Eu respondi que o sonho era meu e nele eu faço o que eu quero.  A voz gritou que eu estava errada e que é ele controla tudo, até a minha existência.
Eis que a coisa ficou medonha. Lembram-se da minha minha sombra que se juntou a mim? Pois é, ela saiu do meu corpo e ficou pairando no ar. Ela mudou de forma, assumindo um contorno masculino.
Uma espécie de fio preto saiu do peito da sombra e entrou no meu peito. Então a sombra perguntou: "Você quer saber como é morrer? Vou te mostrar".
Comecei a ouvir meu coração que estava acelerado. Os batimentos foram ficando lentos e ao mesmo tempo, minha mente foi ficando vazia e até que parei de ouvir meus batimentos e dei um suspiro e tudo desapareceu por um momento.
Um vazio total.
Suspirei novamente e ouvi meu coração novamente. A sombra ainda estava conectada comigo. Eu comecei a gritar, dizendo que nada aquilo aconteceu e que tudo era um sonho. Desejei com fervor que aquela sombra sumisse e ela desapareceu.
Eu consegui me levantar e logo fui derrubada de novo. Aquela mulher com perna de galinha apareceu gritando que eu tinha roubado as unhas dela.
No chão, eu notei que minhas unhas estavam diferentes. Elas começaram a crescer, se transformando em unhas de gavião. Eu me levantei e a mulher olhou para minhas mãos e disse que as unhas eram dela. Eu respondi. "Vem pegar".
Pra que fui falar isso?
A doida veio pra cima de mim. Eu arranhei o rosto da mulher com as unhas e corri para porta, desejando acordar assim que a atravessasse.
Acordei.
Eu acho que eu fui daquelas pessoas confusas no corredor das portas, que o cara falou no seu sonho. Kkkk Porque eu sonhei com o corredor das portas, mas, acordei antes de chegar a botar os meus nele.  gargalhada

Königin escreveu :

Königin escreveu:
Depois que o mar desabou na minha cabeca e me fez acordar (relato do sonho => aqui.), voltei a dormir e lá estava eu novamente no parque. Desta vez estava sozinha. Por algum motivo que eu não me lembro, eu sai da trilha e caminhei entre as árvores e até chegar num num galpão do antigo aeroporto militar, que existiu aqui na minha cidade. (Esse aeroporto foi construído na segunda guerra mundial).
Entrei no galpão e o sonho mudou. Eu estava num prédio de conferências. Havia um grupo de mulheres e entre elas estava minha amiga de infância. Nós conversamos um pouco e ela me disse que lá estava acontecendo um congresso para professoras. Fomos para a sala onde haveria uma palestra.
A sala da palestra parecia mais um restaurante. Havia um monte de mesas redondas com toalhas brancas. O local já estava lotado quando entramos. Conseguimos achar duas cadeiras livres, mas não tínhamos mesas. Porém, as cadeiras estavam bem em próximo da mesa dos palestrantes.
A palestra começou e o palestrante pegou o microfone. Eu achei o palestrante muito parecido com o Larewnce Fishbourne, mas não liguei os pontos no momento.
De repente a palestra foi interrompida pela minha amiga.
- Essa palestra é uma farsa! Vocês estão tentando enganar minha amiga. - Disse ela apontando para mim.
Eu fiquei morrendo vergonha, porque todo mundo olhou em minha direção. Minha amiga continuou com escândalo.
- Ela sabe quem é você. Ela irá se recordar!
Nesse momento eu tive um insight. Eu olhei para minha mão esquerda e meus dedos estavam todos tortos. Nesse instante, eu me levantei e falei o palestrante.
- Você é Morpheus!
Ele deu um sorriso amarelo e tentou desviar o assunto.
- Sim! Você é o Morpheus! Eu procurei por você no grande corredor das portas!
Um tumulto começou. Interromperam a palestras e disseram que o almoço seria servido. Vários garçons entraram carregando bandejas. Eu me levantei e fui em direção do Morpheus, mas apareceeu dois garçons e um deles disse que eu devia deixar o local. Eu disse que não ia sair, enquanto não falasse com Morpheus. Ele disse para eu nao tumultuar o local e eu continuei tentado chegar ao Morpheus. Um deles pegou uma lanterna e apontou uma luz em direção do meu rosto. Tudo ficou claro e eu acordei.
Fiquei deitada sem me mexer, com a esperança de voltar no sonho, mas o despertador tocou e eu tive que levantar.
Um aeroporto militar da segunda guerra mundial? Deve ser um lugar bem interessante de conhecer. Será que é mal assombrado? medo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 30, 2016 7:04 am
Érika escreveu:
Königin:

Depois que o mar desabou na minha cabeca e me fez acordar (relato do sonho => aqui.), voltei a dormir e lá estava eu novamente no parque. Desta vez estava sozinha. Por algum motivo que eu não me lembro, eu sai da trilha e caminhei entre as árvores e até chegar num num galpão do antigo aeroporto militar, que existiu aqui na minha cidade. (Esse aeroporto foi construído na segunda guerra mundial).
Entrei no galpão e o sonho mudou. Eu estava num prédio de conferências. Havia um grupo de mulheres e entre elas estava minha amiga de infância. Nós conversamos um pouco e ela me disse que lá estava acontecendo um congresso para professoras. Fomos para a sala onde haveria uma palestra.
A sala da palestra parecia mais um restaurante. Havia um monte de mesas redondas com toalhas brancas. O local já estava lotado quando entramos. Conseguimos achar duas cadeiras livres, mas não tínhamos mesas. Porém, as cadeiras estavam bem em próximo da mesa dos palestrantes.
A palestra começou e o palestrante pegou o microfone. Eu achei o palestrante muito parecido com o Larewnce Fishbourne, mas não liguei os pontos no momento.
De repente a palestra foi interrompida pela minha amiga.
- Essa palestra é uma farsa! Vocês estão tentando enganar minha amiga. - Disse ela apontando para mim.
Eu fiquei morrendo vergonha, porque todo mundo olhou em minha direção. Minha amiga continuou com escândalo.
- Ela sabe quem é você. Ela irá se recordar!
Nesse momento eu tive um insight. Eu olhei para minha mão esquerda e meus dedos estavam todos tortos. Nesse instante, eu me levantei e falei o palestrante.
- Você é Morpheus!
Ele deu um sorriso amarelo e tentou desviar o assunto.
- Sim! Você é o Morpheus! Eu procurei por você no grande corredor das portas!
Um tumulto começou. Interromperam a palestras e disseram que o almoço seria servido. Vários garçons entraram carregando bandejas. Eu me levantei e fui em direção do Morpheus, mas apareceeu dois garçons e um deles disse que eu devia deixar o local. Eu disse que não ia sair, enquanto não falasse com Morpheus. Ele disse para eu nao tumultuar o local e eu continuei tentado chegar ao Morpheus. Um deles pegou uma lanterna e apontou uma luz em direção do meu rosto. Tudo ficou claro e eu acordei.
Fiquei deitada sem me mexer, com a esperança de voltar no sonho, mas o despertador tocou e eu tive que levantar.

Acho que esse Morpheus não vai conseguir escapar de você por muito tempo gargalhada
O que você planejava falar com ele Königin?
Eu queria dois favores dele. Primeiro, perguntar sobre o caso do meu irmão aparecer criança nos meus sonhos e o segundo, pedir uma pílula vermelha. Eu tenho uma curiosidade enorme em saber como seria o mundo real dentro do sonho. dança
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 30, 2016 7:05 am
Andrelp escreveu:Que cena. Seus sonhos são muito bem descritos. guitar
Obrigada! brindar
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 30, 2016 8:20 am
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Ramon escreveu:
Opa! Desculpa, Königin. Não tinha visto esse comentário ainda. Foi mal.  vergonha

Você está certa, digitar textos no celular é muito ruim mesmo. Ja tentei usar meu celular pra escrever aqui no fórum. Mas, quase morria de raiva, porque eu escrevia uma letra e meu dedo tocava em outra. Aí, tinha que ficar corrigindo tudo que escrevia o tempo todo. Desisti do celular e comprei um tablet. gargalhada
Acontece exatamente o mesmo comigo. hehehe! E para piorar, meu celular está configurado para o alemão e quando eu começo a escrever em português, ele vai autocorrigindo as palavras e substituindos por palavras em alemão. O texto incompreensível. Da vontade de jogar o aparelho na parede. lingua

Ramon escreveu:Essa loja que você foi com seu marido, dava vários sinais de ser um sonho. Pois havia muita coisa surreal acontecendo ao mesmo tempo. Só não entendi o porque do seu marido pegar o carro e sair em alta velocidade na contra mão. Mas, aquilo tudo era sonho mesmo. Era pra você pegar seu marido e se teletransportarem direto pra sua casa. Acaba de uma vez com aquele pesadelo. gargalhada
O comportamento do meu marido no sonho tem uma lógica. Ele anda muito pessimista e eu estou preocupada com ele. Acredito que meu subconsciente trouxe o problema para o sonho, para eu aprender a lidar com a situação. Acho que funcionou. Eu consegui assumir o controle do carro. feliz

Ramon escreveu:Eu acho que eu fui daquelas pessoas confusas no corredor das portas, que o cara falou no seu sonho. Kkkk Porque eu sonhei com o corredor das portas, mas, acordei antes de chegar a botar os meus nele.  gargalhada
Acho que todos aqui ficaram confusos no corredor. Inclusive eu. gargalhada

Ramon escreveu:Um aeroporto militar da segunda guerra mundial? Deve ser um lugar bem interessante de conhecer. Será que é mal assombrado? medo
O local é liberado para visitas. Às vezes, os bombeiros e a equipe antibombas da polícia treinam lá. Eles fazem um treinamento de desarmamento de bombas. Já levei alguns sustos com barulho de explosões, enquanto eu corria.
Se é mal assombrando eu não sei. Melhor não descobrir. piscar
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30.05.2016 - Marli.

em Seg Maio 30, 2016 8:21 am
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Não me recordo do começo do sonho, mas em um determinado ponto, eu estava caminhando pela rua em direção um prédio. Era um hospital. Passei por uma entrada lateral do prédio e uma mulher que vinha da direção contrária me disse para tomar cuidado com os cacos de vidros que estavam espalhados no chão do playground. Segundo ela, muitas crianças se machucaram enquanto brincavam lá. Agradeci o alerta e segui adiante.
Passei pelo playground e vi os cacos de vidros espelhados entre dois montes de terra. De repente, apareceu uma menina numa bicicleta em alta velocidade e ela foi em direção do primeiro monte de terra, pulou da bicicleta e caiu em cima dos cacos de vidros. Ela se esfregava com vontade nos cacos que faziam cortes profundos por todo corpo. Em seguida, ela se levantou, correu para o segundo monte de terra e sentou-se nele e ficou me olhando.
Apareceram mais três meninas. Elas vieram correndo, dando saltos de estrelas e por fim, se jogaram sobre os cacos. Depois de se cortarem bastante, elas foram se juntar com a outra menina no segundo monte.
Elas me olharam e me chamaram para brincar com elas. Eu fiz um sinal negativo com a cabeça. Esfregar o corpo nos cacos de vidro não me parecia algo divertido.
De repente, essas meninas se levantam e correm em direção a um buraco que apareceu do do lado playground. Eu grito para elas pararem de correr, mas elas continuaram e jogam dentro dele. Vou para beira do buraco para ver se elas sobreviveram, mas o buraco havia sumido. Desconfio que estou sonhando. Olho para minha mão esquerda e vejo três polegares a mais. Fico lúcida.
Olho em volta e vejo a entrada do hospital. Entro lá e sou recebida por um enfermeiro. Ele diz que meu marido está sendo preparado para cirurgia e pede para acompanhá-lo. Sigo o enfermeiro e ele me leva para um corredor cheio de portas e ele abre uma delas. Era um quarto com três camas. Somente uma cama estava vazia. As outras duas tinham duas senhoras deitadas. Ele diz que eu devo ficar ali até a cirurgia terminar.
Ele sai e as duas senhoras começam a falar comigo. Não me recordo exatamente sobre o que conversamos, mas eu estava um pouco irritada com a conversa. As duas senhoras não falavam coisa com coisa. Para não ficar parada e perder a lucidez, Eu movimento pelo quarto e sentei na minha cama, para saber se o colchão era macio. Era duro como pedra. O enfermeiro aparece trazendo um saco de roupa suja. Ele despeja todo conteúdo no chão ao lado da minha cama. Achei aquilo nojento. Eu me levantei e comecei a discutir com o enfermeiro, dizendo que não ia podia jogar roupas sujas no chão do hospital. Onde estava as regras de higiene?
Eu saio do quarto e sigo pelo corredor e entro numa sala onde tinha várias crianças brincando. Passei por elas, e fui em direção a uma escada que tinha lá. De repente uma delas, grita meu nome.
- Königin! Ei, Königin! Você se lembra de mim? Sou eu, a Marli.
- Desculpe-me, mas eu não me lembro de você. - Falei.
- Sou eu a Marli. Nós estudamos juntas na terceira série, você não se lembra? Você foi várias vezes na minha casa para brincarmos de bonecas.
- Verdade? - Falei toda sem graça, porque eu realmente não me lembrava da menina.
A menina pegou uma bolsinha e tirou de lá um chapéu de boneca e disse:
- Você se lembra desse chapéu? Foi você que me deu de presente e fez um juramento que ficaríamos juntas para sempre.
Peguei o chapeuzinho e fiquei olhando. Ele era feito de palha, tinha uma fitinha de cetim e florzinhas de cerâmica na cor rosa.
- Sinto muito, mas eu realmente não me lembro de você e não me lembro de ter feito esse juramento.
A menina fez uma cara de choro e abaixou a cabeça. Cheguei perto dela para confortá-la, mas ela me empurrou e eu cai próxima da escada.
-Você prometeu que ficaríamos juntas! -gritou a menina. - Nós vamos ficar juntas por bem ou por mal.
A fisionomia dela e das outras crianças que ali brincavam mudaram. Eles pareciam zumbis. Os olhos vermelhos delas me davam medo. Eu me levantei e corri de volta ao corredor e fui em direção ao meu quarto. Quando cheguei lá, havia um médico me esperando. Ele disse que tinha que falar comigo sobre o meu marido, mas antes eu teria que me sentar na cama.
Ok. Sentei e ele sentou do meu lado e pegou a minha mão. Então, começou a acariciar meu rosto e a me beijar. Então, ele sussurrou no meu ouvido:
- Por que você está fazendo isso?
- Não sei. respondi e me afastei dele. Achei melhor sair do quarto e no corredor encontro as crianças vindo em minha direção.
Volto correndo para quarto, fecho a porta e falo para as duas senhoras.
- Se algumas crianças aparecerem perguntando por mim, diga que eu fui embora. - corri para o banheiro e fechei a porta.
O banheiro era muito estranho. As paredes dele eram feitas de tabuas e elas eram mal colocadas. Havia um pequeno espaço entre as tabuas e quem estivesse do lado de fora poderia espiar numa boa.
Eu ouvi as crianças conversando com as duas senhoras e então, elas saíram. Percebi sombras de crianças passando pelo lado de fora do banheiro e de repente, vejo olhos vermelhos me encarando através do espaço das tábuas. Uma das crianças grita:
-Ela está no banheiro.
As crianças correram de volta ao quarto e eu fiquei pensei num plano de fuga. Desenhar uma porta e sumir dali. Não precisei da porta. O despertador tocou e eu acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 30, 2016 11:45 am
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Eu fora dessas crianças perplexo
Sempre que eu sonho com banheiro acontece isso também,posso ser observado facilmente por outros enojado,as vezes fico ali esperando quem ta por perto sair e nada,eles agem como se nada estivesse acontecendo,que raiva
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 30, 2016 12:18 pm
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Königin, esse sonho com o Morpheus foi interessante, ele parece que ou está fugindo de você ou quer que você passe por algumas "provas" para chegar até ele kkkkk.
Nas já esse ultimo sonho...que sonho bizarro Königin. Parece que a cirurgia de seu marido realmente está afetando os seus sonhos. Bom, não sei se ela já aconteceu, mas estou na torcida que dê tudo certo viu? xD

Explorar um lado mais sombrio dos sonhos pode ser legal, mas não acho que é tão bom quando as nossas preocupações reais que são o ponto de ignição para isso... bom, mas quem sou eu pra falar e.e eu sou mais uma criança bobinha mesmo. De qualquer forma, estou na torcida por vocês.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 30, 2016 2:36 pm
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Nossa konigin seus sonhos tem um ar creep mas mesmo lendo essas coisas eu dou risada essas crianças no seus sonhos estão a mil , não sei se tenho algum problema mas quando começou a descrever as crianças rolando em cacos de vidros comecei a rir muito , acho que é a falta de nexo e minha imaginação to com medo de mim mesmo .
Morpheus parece estar brincando com você nossa que isso essa abordagem dele indireta nem precisou do corredor, bom SLs para você até a proxima.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 30, 2016 3:45 pm
Andrelp escreveu:Eu fora dessas crianças perplexo
Sempre que eu sonho com banheiro acontece isso também,posso ser observado facilmente por outros enojado,as vezes fico ali esperando quem ta por perto sair e nada,eles agem como se nada estivesse acontecendo,que raiva
Também não gosto. Eu me sinto acuada e fico muito apreensiva, porque tenho a sensação que a qualquer momento vou ser atacada.  medo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Seg Maio 30, 2016 4:06 pm
Pyros:

Pyros escreveu:Königin, esse sonho com o Morpheus foi interessante, ele parece que ou está fugindo de você ou quer que você passe por algumas "provas" para chegar até ele kkkkk.  
Nas já esse ultimo sonho...que sonho bizarro Königin. Parece que a cirurgia de seu marido realmente está afetando os seus sonhos. Bom, não sei se ela já aconteceu, mas estou na torcida que dê tudo certo viu? xD

Explorar um lado mais sombrio dos sonhos pode ser legal, mas não acho que é tão bom quando as nossas preocupações reais que são o ponto de ignição para isso... bom, mas quem sou eu pra falar e.e eu sou mais uma criança bobinha mesmo. De qualquer forma, estou na torcida por vocês.
Pyros, vou tentar chegar até o Morpheus e vou pedir a ele a pílula vermelha. Quero ver qual será a "realidade" que existe no meu mundo onírico. hehehehe
A cirurgia ainda não aconteceu, mas já está agendada. Será em junho. Estou me esforçando em pensar somente em coisas boas antes de dormir, para não ter sonhos tão conturbados. Eu não gosto de explorar meus sonhos sombrios, mas não tem jeito, eles vem. Já passei por isso, quando era adolescente e minha mãe ficou muito doente. A solução que eu encontrei é não interagir muito no sonho. Deixo o sonho rolar como foi planejado e quando ele fica insuportável, dou um jeito de mudar o sonho ou acordar.
Obrigada, pela torcida.  brindar
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

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