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Re: Diário de Sonhos Lúcidos do Sombra

em Seg Set 01, 2014 7:19 pm
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01/09/2014
Este é bem longo. A cada dia desde que comecei a escrever os sonhos eu consigo me lembrar de mai e mais detalhes.

Não me lembro do que estava acontecendo antes da lucidez chegar, mas eu estava na casa dos meus pais e era noite. Quando tomei consciência do sonho deixei tudo para trás e corri para a janela. Antes de pular, só para garantir, testei a realidade olhando os dedos de minha mão. Todos os dedos eram dedões, então pulei na rua sentindo a liberdade da lucidez.
Na rua, eu resolvi assustar um homem que tentava pular um muro.
(Isso é uma coisa que eu costumo fazer nos sonhos lúcidos. Não é muito criativo e é bem infantil.)
Depois de assustar o homem eu percebi que aquilo era muito sem graça. Saí andando e o vento na rua começou a soprar bem forte. (O vento é um elemento que quase sempre aparece nos meus sonhos lúcidos.) Percebi que ele queria me carregar e me deixei levar.
Aos poucos, o cenário do sonho foi desaparecendo e eu comecei a flutuar no meio do nada com aquele vento forte batendo em mim.
Depois de um tempo flutuando na ventania, gritei algo assim: “Eu me rendo a você, Vento! Me entrego a Zeus!”
E o vento ia ficando mais e mais forte e a expectativa sobre o que iria acontecer ia aumentando.
Aos poucos, reparei que paredes escuras estavam surgindo ao meu redor e um novo cenário foi se materializando. Vi-me dentro de uma gaiola pequena forrada com um tecido preto. Abaixo da gaiola ficava uma ventoinha soprando um vento forte.
Fui me dando conta daquela nova realidade enquanto a ventoinha diminuía a velocidade. Puxei o tecido preto e vi muitas outras gaiolas iguais à minha. Dentro delas estavam outras pessoas “animalizadas” como eu e tudo isso estava dentro de uma sala que parecia um laboratório de experiências com animais. (Esta cena me lembrou umas do filme “Matrix” quando Neo acorda no mundo real pela primeira vez e vê outras bilhões de pessoas “dormindo” em suas cápsulas.)
(Neste ponto, acho que eu estava só “meio lúcido”. Eu sabia que aquilo era um sonho, mas fiquei passivo diante de tudo.)
Quando o vento parou, o pano se levantou e eu vi dois cientistas me olhando. O chefe usava preto e o outro usava branco.
O chefe começou a falar com dificuldade, como se o português fosse uma língua difícil, mas eu sabia que ele estava fingindo. Depois ele começou a falar normalmente e eu disse “Eu sabia que você estava mentindo...”
Ele disse que, no passado, um vírus havia devastado o mundo e eu era uma pessoa que havia sido resgatada do passado para estudos sobre a doença. (Esta cena é bem parecida com o filme “Os 12 Macacos”.) Todo o sonho de antes com o vento havia sido uma ilusão criada por eles para ajudar nas experiências.
Quando eles se viraram, eu escapei da gaiola, mas eles não se alarmaram. O homem de branco simplesmente se sentou e gritou alguma palavra que significava que o chão seria eletrificado.
Então, o outro cientista acionou uma alavanca e uma corrente elétrica começou a passar pelo chão. Era um mecanismo a ser usado quando uma cobaia fugia, para imobilizá-la.
Aqui, eu usei minha lucidez de forma ativa e não deixei que a corrente me eletrocutasse. Pisei no pé do homem de branco que estava usando um chinelo de borracha e segurei uma garrafa que estava numa mesa.
O homem sentado não pensou que eu pudesse ser perigoso com uma garrafa, mas, quando a corrente elétrica cessou, eu o atingi com um golpe de garrafa na cabeça e ele caiu desmaiado no chão transformado em gato preto.
Depois de dar mais alguns golpes, fugi por uma porta e, passando por uma recepção, percebi que aquilo era um simples pet shop.
Para que ninguém reparasse minha estranheza, eu disse “Tchau gente” para as pessoas na recepção e saí para a rua.
Era noite e eu sabia que será questão de tempo até que alguém viesse atrás de mim.
Havia um pequeno companheiro comigo, talvez um rato e nós corremos e entramos num beco no momento em que dois homens saíam do pet shop e começavam a nos perseguir.
Corremos pelo beco olhando e eu percebi que lá no final havia um buraco de esgoto com grades. Eu deveria tomar cuidado para não cair no buraco, mas quando cheguei lá, escorreguei e caí lá dentro.
Nesta hora eu percebi que o sonho conspirava a meu favor, pois caí no memento exato em que os homens iam entrar no beco. Como eu estava dentro do buraco, eles não me viram e seguiram por outro caminho e eu pude escapar.
Depois disso o sonho perdeu sentido e a lucidez foi embora completamente. Só me lembro de ter me abrigado em algum buraco e ter me transformado numa Natalie Portman criança-rato com bigode de gente roendo um chocolate.


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Re: Diário de Sonhos Lúcidos do Sombra

em Ter Set 02, 2014 12:11 am
Esse sonho lúcido foi bem interessante e até me fez lembrar dos relatórios de experiências de Carlos Castaneda pela imersão e detalhes do enredo. Gostei de ler! certo
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Re: Diário de Sonhos Lúcidos do Sombra

em Qua Set 03, 2014 6:17 pm
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Reizen Endler escreveu:
Esse sonho lúcido foi bem interessante e até me fez lembrar dos relatórios de experiências de Carlos Castaneda pela imersão e detalhes do enredo. Gostei de ler! certo

Obrigado pela comparação. Eu já li um livro dele, A erva do diabo. É muito bom feliz


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Re: Diário de Sonhos Lúcidos do Sombra

em Qua Set 03, 2014 6:18 pm
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03/09/2014
Me desculpem pelo post longo, mas este foi o melhor sonho que já tive.
Aqui vai:

Começou na varanda de uma casa. Eu estava lá com várias pessoas.
Alguém carregava duas meninas bebês. Uma delas ainda não tinha nem um ano de vida e a outra ainda não tinha dois. A menor era deixada no chão e, apesar de sua pouca idade ela andava normalmente passando entre nossas pernas. Era muito estranho ver aquela criança caminhando por toda parte com sua cabeça careca desproporcional.
Ela se aproximou para brincar com meu gato e eu disse para seus pais tomarem cuidado, pois o gato poderia arranhá-la. Alguém disse que ela também poderia arranhar o gato, pois suas unhas eram afiadas.
Eu arranhões no chão e pensei que o gato havia a arranhado, mas depois, reparei que o gato estava todo arranhado.
Resolvi sair dali e entrei sozinho numa pequena sala. Ali a lucidez veio sem que eu me esforçasse e eu comecei a tentar interpretar o sonho à medida em que ele acontecia.
A outra menina era atrevida e, com a ajuda de um tio, ficava se pendurando no parapeito a ponto de cair.
Naquela sala, havia móveis da antiga casa de minha esposa junto com móveis da casa onde eu morava com meus pais e entendi que aquilo representava meu casamento. E a “mistura de coisas” que aconteceu entre as duas famílias.  
Parece que minha interpretação foi acertada, pois eu vi uma porta que não estava lá antes que me levaria a outro local e eu soube que em cada sala que eu entrasse, uma interpretação deveria ser dada e outras passagens seriam reveladas.
Assim, fui passando de sala em sala (infelizmente eu não me lembro de como elas eram e nem a interpretação que lhes dei). Cada uma delas me levava a um nível mais baixo (no começo do sonho eu estava num andar superior da construção.
Chegou um momento em que haviam portas e passagens por todos os lados na construção e várias pessoas estavam andando lá dentro. Eu imaginei que fossem algo como influências externas violando meu espaço interno e me incomodaram um pouco (a incursão para dentro e para baixo na construção simbolizava uma expedição para dentro do inconsciente). Mas, talvez, estas pessoas fossem apenas partes de mim.
Eu perguntei ao sonho o que estava acontecendo e vi um quadro na parede. No quadro havia monstros indo em direção ao mar e mergulhando nas águas revoltosas. Eram monstros como dinossauros e Godzilla.
Interpretei essa mensagem da seguinte maneira: o mar simboliza o inconsciente e os monstros são características ameaçadoras da psique que estavam se reunindo lá nas profundezas para e esperar que eu chegasse lá para confrontá-los.
Fiz uma segunda pergunta e recebi a resposta, mas não me lembro de nenhuma das duas, mas eu soube que eu iria ficar cara a cara com uma parte importante do inconsciente quando chegasse ao “fundo” daquela incursão. Era como um labirinto, mas eu seguia sem problemas como se meu caminho estivesse totalmente liberado.
Fiz uma terceira pergunta e era sobre como eu deveria agir quando encontrasse o que quer que eu encontraria. Ao entrar num último cômodo, vi outro quadro na parede que mostrava animais que choravam pela morte de seus filhotes. Lembro-me claramente de que um deles era um pato chorando sobre a casca de seu ovo quebrado (eram desenhos caricatos). Interpretei que, na hora certa, eu deveria abaixar a cabeça como o pato e agir com humildade. (Eram interpretações irracionais, mas na hora eu sabia que estava certo)
Após gritar “Eu sou um pato!” saí pela porta.
Agora eu estava sob céu aberto e lá fora havia um gramado pequeno murado e depois dele estava uma casa velha.
Fiquei esperando algum sinal sobre como prosseguir dali em diante quando uma senhora saiu pela mesma porta que eu e começou a jogar água de um balde no chão.
A água era um sinal.
Fiz com que ela caísse sobre minha cabeça e meu rosto até que começou a chover. Fui para o gramado deixar a chuva cair em mim. Uma moça saiu correndo da casa dizendo que eu era louco e que não deveria deixar aquela água cair em mim, mas eu não liguei. Eu sabia que a chuva havia sido enviada para mim.
Vendo as poças de água no chão de terra, a chuva caindo e o buraco cheio de água no meio do jardim (como uma piscina na terra nua) reconheci plenamente o tema água e soube que eu deveria entrar na casa velha para encontrar uma parte profunda do meu inconsciente.
Andei pelo gramado molhado, subi na soleira e entrei na casa velha que era toda feita de madeira. Assim que entrei, tudo escureceu e eu fui dominado por uma força que me prendeu impedindo todos meus movimentos. Minha própria mão estava apertando minhas partes íntimas para demonstrar que a força tinha total controle sobre mim e que se eu tentasse resistir, sofreria consequências.
Eu sabia que era um teste e que eu deveria me entregar àquilo. Meu estado mental estava tão bem equilibrado que eu sentia o medo vir, mas conseguia deixá-lo fluir atravez de mim seguindo um curso natural sem deixar que ele me apavorasse.
Então, uma voz trovejante falou.  Quando eu respondi minha voz também era trovejante, pois eu (o ego) e ele (o self) eramos o mesmo ser.
Infelizmente, eu só me lembro do final da conversa.
Quando comecei a perguntar quem era ele, ele ficou calado. Eu dizia algo assim: “Você é aquele que é conhecido como a sombra (em psicologia analítica)? Você é a sombra?”
Não houve resposta, mas eu sabia que ele estava ouvindo. (Acho que o silêncio foi uma negativa. Ele não era minha sombra. Tamanho controle só pode ser obra do self.)
Fui libertado do controle e a escuridão sumiu. Me vi de volta na sala de entrada da casa velha. Tudo feito de madeira. Havia um corredor à minha direita.
De repente, a porta da entrada se abriu e a moça que antes tivera medo da chuva entrou dizendo que iria me ajudar.
Ela estava eufórica armada com uma caixa de papelão que eu peguei e joguei fora quando a sacudi para que se acalmasse. (Ela simboliza uma parte de mim, talvez meu lado feminino ou, como é conhecida em psicologia analítica, minha ânima.)
Ela queria me seguir e eu não vi mal nisso.
Havia um corredor com três portas para três quartos. Entramos no primeiro deles onde havia móveis velhos (não me lembro muito bem deste quarto.)
No segundo havia duas camas. Apesar de ser dia, estava escuro, mas não era um escuro de simples falta de luz. Era um clima opressor de pesadelo.
Controlando o fluxo de medo, entrei no quarto esperando que coisas horríveis estivessem deitadas nas camas.
Um celular tocava e eu fui encontrá-lo debaixo do cobertor de uma das camas.
A anima estava com muito medo, mas eu ilhava diretamente para as sombras do quarto esperando o que quer que pudesse vir, mas nada veio naquele quarto.
Ao entrar no terceiro quarto, vi mais uma cama e, antes que eu pudesse pensar, uma criatura pulou de debaixo dos cobertores e me agarrou com braços compridos.
Era uma figura monstruosa de mulher sem pernas e com dentes pontudos e olhos totalmente brancos. A força dela era muita e estava me imobilizando. Mas novamente eu me concentrei e lembrei do pato. Abaixei a cabeça tentei relaxar.
Mas a Anima gritava muito, ela estava apavorada, então eu tive que gritar para que ela fosse embora. Depois que ela saiu eu pude me concentrar melhor no monstro. Foi como se ao expulsar aquela parte medrosa de mim do quarto, o medo fosse embora.
Segurei a monstra com um abraço e tentei ser carinhoso com ela e isso começou a funcionar.
Fiz carinhos nela e aos poucos ela foi se acalmando. Deitei-a na cama e seu rosto mudou. Era o rosto de minha esposa e a cena ficou tranqüila.
Depois disso eu disse para a menina (comecei a me referir a ela como menina) que se agarrasse no meu pescoço e eu a levaria para me acompanhar no resto da casa.
As pernas dela começaram a nascer, mas, mesmo assim, eu a carreguei nas costas levando-a para o último lugar da casa.
(Ao expulsar a Anima e ficar com minha esposa, o sonho simbolizou o abandono da idealização personificada pela anima e sua substituição por uma pessoa real, não idealizada que é o que acontece no casamento.)
Voltei para a sala da entrada e vi uma escada na qual eu deveria subir para chegar ao andar de cima. Ao subir, a menina desceu de minhas costas.
Quando abri a porta no topo da escuda, entrei em outro clima escuro e opressor. A força me dominou novamente e eu perdi os movimentos do corpo.
Lá dentro havia alguma coisa sem forma oculta pelas sombras e a voz trovejante soou em meus ouvidos novamente. Desta vez ela estava raivosa.
Vi um livro no chão (uma bíblia?) e a voz começou a me repreender por eu ter carregado a menina. Gritou comigo dizendo: “Vocês são católicos! Seus católicos.” E eu respondia “Não sou católico!”.
Aos poucos a paralisia foi diminuindo e eu fui sentindo o fluxo do medo enquanto caminhava em direção à escuridão. Ele gritava “Você é um clérigo!” e eu dizia que não e não.
Duas botas se movimentaram sozinhas encima de uma mesa enquanto a voz dizia que eu era um padre e eu ia andando lentamente em sua direção.
As botas foram atiradas na minha direção e eu consegui falar “Eu sou mais um místico do que um religioso.”
Antes que eu terminasse a frase, ele se materializou na forma de um senhor idoso sem barba com uma expressão tranqüila. Ele me indicava com a mão uma última porta. Lá dentro estava um cômodo muito diferente dos outros, pois ele tinha uma luz que acalmava. Uma “luz” oposta à “escuridão” do resto da casa.
Entramos lá e eu perguntei se a menina podia entrar também. Ele disse que sim, mas logo que entrei, o sonho se desfez e eu acordei.
(Assim que acordei eu pensei “Nossa! Este foi o melhor sonho que eu já tive.”. A sensação que tive foi de total relaxamento físico e mental como se alguma coisa dentro de mim houvesse se “encaixado”. )


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Re: Diário de Sonhos Lúcidos do Sombra

em Qua Set 03, 2014 11:50 pm
Uau! Isso é o que eu chamo de super sonho lúcido seja lá como o for o estado mental em relação a lucidez, controle parcial ou submissão ao inconsciente...

Muito bom! Gostei! Sabe relatos grandes assim me atraem a atenção, pois geralmente são experiências únicas e fantásticas! Ainda mais analisando o seu ponto de vista interpretativo trouxe mais vida e significado ao sonho em si. Eu não me atreveria a interpretar o seu sonho, você já foi bem além desse ponto e deixou bem claro a experiência em si.


E não posso deixar de mencionar! Excelente recordação! certo
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Re: Diário de Sonhos Lúcidos do Sombra

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