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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

em Seg Maio 16, 2016 12:38 pm
KKKKKKKKK Esse com certeza foi o sonho mais divertido que eu li em muito tempo. Poxa Lican, ou melhor dizendo Daniel, o cara intimou você é perder "aquela" virgindade 0.0. Era esse cara aí que tu tinha que ter matado. Os caras nem pagam uma bebida mais já vão intimando. Mas o mais legal mesmo deve ter sido ver o povo falando: Desiste cara quando ele quer comer um , ele consegue... kkkkkkkkkk Rachei o bico nessa parte.

Parabéns viu cara e principalmente pela sua facilidade em lembrar dos detalhes de seus sonhos, isso torna seus relatos mais vívidos xD.
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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

em Ter Maio 31, 2016 3:20 pm
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Ramon escreveu:
Spoiler:
Licantropo escreveu:
Cara, é incrível como nada no sonho consegue mais me assustar a ponto de fazer o sonho virar pesadelo. Pesadelo seria se o meu padrasto estivesse mesmo no meio dos cadáveres.
Aí seria uma coisa terrível mesmo. Mas, graças a Deus que o seu padrasto está bem.  viva

Agora você falou uma coisa curiosa, hoje em dia é difícil ter um pesadelo que seja realmente assustador. Porque a medida que adquirimos maturidade, vamos perdendo o medo de muitas coisas que tínhamos quando criança. É por isso que a ciência afirma que as crianças têm mais pesadelos do que os adultos. Porque, no geral, as crianças se assustam com qualquer coisa estranha que sonham. Diferente de nós, que já somos adultos.


Cara, tem razão, e eu tava analisando meus sonhos, e vi que mesmo tendo uns elementos que me metem medo no mundo onírico, o sonho não chega a virar um pesadelo, como quando eu sonho com mendigos ou assaltantes (creio que esse medo de assaltante nos sonhos é algum resquício de trauma do dia em que levei dois tiros).
A última vez que eu tive um pesadelo do tipo pesadelo mesmo, eu sentia que era perseguido, mas quando olhava para trás não via ninguém, mas mesmo assim, a sensação continuava. Eu entrava em casa, trancava tudo e ficava paranoico olhando para a rua, tentando achar o perseguidor. No dia seguinte, levei os tiros.

Pyros escreveu:
Spoiler:
KKKKKKKKK Esse com certeza foi o sonho mais divertido que eu li em muito tempo. Poxa Lican, ou melhor dizendo Daniel, o cara intimou você é perder "aquela" virgindade 0.0. Era esse cara aí que tu tinha que ter matado. Os caras nem pagam uma bebida mais já vão intimando. Mas o mais legal mesmo deve ter sido ver o povo falando: Desiste cara quando ele quer comer um , ele consegue... kkkkkkkkkk Rachei o bico nessa parte.

Parabéns viu cara e principalmente pela sua facilidade em lembrar dos detalhes de seus sonhos, isso torna seus relatos mais vívidos xD.

Pô cara, me deu mó raiva no sonho, o cara nem me chamou pra jantar a luz de velas e já foi pedindo cy kkkkkkkkkkkkkkk, pena que a arma com a qual eu matei o falso zumbi não estava mais comigo quando o cara queria meu cy. Mas já imaginou, se o cara era um parente do Latrell (de As Branquelas). Poutz!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk


[...]
— E como eu posso te chamar?
— Bom, você pode me chamar de Daniel, que era o meu nome quando eu era totalmente humano, pode também me chamar de Lobo, que era meu nome quando eu era totalmente uma entidade cósmica. Mas você também pode me chamar de Pai.
— Pai?
— Sim, todos os lobos e lobisomens são meus filhos, todos vieram de mim.
[...]

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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

em Seg Jun 20, 2016 11:55 pm
Licantropo escreveu:
Cara, tem razão, e eu tava analisando meus sonhos, e vi que mesmo tendo uns elementos que me metem medo no mundo onírico, o sonho não chega a virar um pesadelo, como quando eu sonho com mendigos ou assaltantes (creio que esse medo de assaltante nos sonhos é algum resquício de trauma do dia em que levei dois tiros).
A última vez que eu tive um pesadelo do tipo pesadelo mesmo, eu sentia que era perseguido, mas quando olhava para trás não via ninguém, mas mesmo assim, a sensação continuava. Eu entrava em casa, trancava tudo e ficava paranoico olhando para a rua, tentando achar o perseguidor. No dia seguinte, levei os tiros.
Acho que nesse pesadelo você teve um tipo de premonição, Licantropo.
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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

em Qua Fev 01, 2017 7:45 pm
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Ramon escreveu:
Spoiler:
Licantropo escreveu:
Cara, tem razão, e eu tava analisando meus sonhos, e vi que mesmo tendo uns elementos que me metem medo no mundo onírico, o sonho não chega a virar um pesadelo, como quando eu sonho com mendigos ou assaltantes (creio que esse medo de assaltante nos sonhos é algum resquício de trauma do dia em que levei dois tiros).
A última vez que eu tive um pesadelo do tipo pesadelo mesmo, eu sentia que era perseguido, mas quando olhava para trás não via ninguém, mas mesmo assim, a sensação continuava. Eu entrava em casa, trancava tudo e ficava paranoico olhando para a rua, tentando achar o perseguidor. No dia seguinte, levei os tiros.
Acho que nesse pesadelo você teve um tipo de premonição, Licantropo.

Cara, foi mal o vácuo, fiquei meio desanimado com a seca de sonhos, fora que eu me mudei do Rio para cá pra Colatina no ES, e fiquei sem internet por um bom tempo. Mas agora eu estou de volta.
Eu vira e mexe tinha esses negócios em sonho, mas tem tempo que não me deu mais isso.


[...]
— E como eu posso te chamar?
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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

em Qui Fev 02, 2017 4:40 pm
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159º Dia

25/01/2016 04:00 a 06:00

Eu via em minha mente, depoimentos de jovens nordestinas que nem tinham casa direito, moravam em quartinhos de quintais alheios e usavam banheiros abertos nos mesmo quintais. Elas iam participar do The Voice.
Eu visitava casa um dos quintais e caçava algum lugar pra dar um mijão. Aí entrei num quintal que tinha pedra de brita, e fui no banheiro ao ar livre e um quintal sem nem conhecer o dono ou a dona do quintal. Abri o chuveiro, me afastei e fui mijar, mas não conseguia. Do nada, começou a entrar gente no quintal. Tentei tampar a vista com o portão, mas o portão, além de estar com um buraco enorme, ficava voltando pro batente. Então eu desliguei o chuveiro e saí sorrateiramente do quintal.
O sonho cortou pra eu, minha mãe, meu pai(drasto) e meu irmão na praça de alimentação de algum shopping que tinha na Colatina do sonho. Eu cheguei depois dos três na praça de alimentação e minha mãe disse:
— Se você não conseguir comer seu lanche todo, deixa pro seu irmão.
Desembrulhei o lanche e vi que era um joelho com algo que não lembro ao lado. Eu disse:
— Vai sobrar não.
— Guloso! — Alguém respondeu.
Aí eu me virei para trás, e vi minha tia S* e meu primo L* em outra mesa, ela fez aquele sinal de "me liga". Cutuquei minha mãe e disse:
— Ali a tia S*, mãe, acho que ela quer que tu ligue para ela.
— Mas eu estou sem crédito. — respondeu minha mãe.
Ouvi minha tia S* dizer algo lá da outra mesa, sobre ter confundido alguma coisa, e ouvi também a voz da minha prima K*.
Aí o sonho voltou para eu saindo do quintal lá, e acabei saindo na rua onde moro agora, então os dois sonhos se misturaram e eu estava andando com meus pais por ruas que eram de Colatina no sonho.
Minha mãe vivia repetindo:
— Só sei que eu pedi R$ 80,00 à mulher, na maior cara de pau, e ela me deu.
Naquele momento descíamos o morro do bairro onde morávamos e subíamos um morro que não existe. Então passamos por 2 igrejas. Eu disse que uma era neomourisca e tanto eu, quanto minha mãe, confundíamos janelas com naves e torres. A outra igreja tinha a entrada pela rua de baixo.
Fomos para a rua de baixo e eu via um terreno ao lado da igreja neomourisca, à venda, e na igreja neomourisca, havia uma placa dizendo:

VENDE-SE O TERRENO
AO LADO

E do nada, eu e meus pais estávamos no que parecia ser uma basílica. Tudo era feito de pedras brancas, até uma estátua humana enorme que servia como fonte. Tudo era muito grande, parecido com a descrição que Eduardo Spohr dá em Filhos do Éden sobre a arquitetura atlante. Mas havia uma parte em obras, uma expansão, eu acho. Haviam alguns sofás com manequins.
— Ó a mente do arquiteto funcionando. — disse minha mãe.
— Eu, em obra, sou igual cachorro na lama. — eu disse
Mas acordei.
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161º Dia

16/02/2016 09:00 a 11:20

Aconteceram algumas coisas antes que não me lembro, mas lembro-me de estar na rua com a minha prima N* e mais um rapaz que não existe.
Estava tendo uma balada e estávamos indo para lá. O rapaz era filho do organizador e podia entrar sem ingresso, e ele nos botou pra dentro da balada sem ingresso também.
Lá dentro, eu e a N* tivemos uma ideia e fomos apresentar essa ideia ao pai do rapaz. Ele adorou a ideia. Estávamos voltando para a porta da casa de festas, quando apareceu minha irmã e uma amiga que não existe mas que eu já havia visto em sonho.
Gamei na amiga da minha irmã e dei uma abraço e beijos no rosto dela. Aí fiquei sem graça e dei um abraço na minha irmã também. Então chamei a amiga para um canto (a moça era bem bonita), e ela começou a dizer que se apaixonou por mim, e queria namorar comigo. Então nos beijamos ali naquele cantinho mesmo. Foi selinho, de língua, lambida na orelha, e eu com uma ereção louca. Mas acordei.

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164º Dia

18/06/2016 02:00 a 07:24

Eu estava viajando e havia parado em Campos dos Goytacazes. Eu estava com um grupo de amigos oníricos e estávamos fazendo fila para passar nossos lanches para a comanda. Aí veio a N* com uma bandeja contendo um lanche que não lembro o que era, e toda hora eu e ela saíamos da fila para pegar mais coisas.
Passamos nossos lanches para a comanda e fomos comer, eu N* e o nosso grupo. Mas eu acabei passando pela cozinha, onde me deram um prato.
Na mesa, comecei a me preocupar porque não havia levado dinheiro e o dinheiro estava no ônibus. Manifestei essa preocupação ao grupo e uma amiga onírica disse:
— Ah, o Rafa (amigo onírico) para e depois tu dá o dinheiro a ele.
Eu aceitei a ideia, de início, mas fui falar com a minha mãe (que apareceu do nada) e voltei a ficar aflito. Saí por um atalho para ir ao ônibus, e vi o motorista do meu ônibus apressando os passageiros.
Então bateu uma certeza absurda de que meu ônibus me deixou para trás. Eu e minha mãe corremos e rapidamente estávamos em Colatina. Ouvimos dizer que meu ônibus estava na rodoviária. Eu e minha mãe corremos para lá, mas eu corri mais rápido e acabei me perdendo dela. Cheguei na frente da rodoviária (que mais parecia a entrada de um mercado do bairro onde eu morava no RJ) e fui para os fundos, e notei que o Rio Doce estava cheio. Cheguei nos fundos da rodoviária e não havia nenhum sinal do ônibus, então apareceu um tio-avô onírico do nada e disse:
— Rapaz, deixa comigo que eu resolvo.
Começamos a caminhar para um prédio que não existe na vida real e ele falava para alguém:
— Esse rapaz não é meu neto, é meu bisneto. Não, pera. Se ele é filho da minha sobrinha, ele é meu sobrinho neto.
Entramos no prédio, que por fora era moderno, mas por dentro, era antiquado. Subimos uma escada e encontramos uma amiga da minha mãe e o filho dela, e ambos estavam bêbados. Eu me sentia cansado quando ouvi meu tio-avô dizer:
— Cuidado com a escada de bêbado!
Notei que a escada que subia, parecia que descia, aí pensei "EITA!" Assim que subimos, o prédio virou uma casa velha e abandonada, e meu tio-avô virou o traste do meu pai biológico. Andamos por um corredor e entramos num quarto, cuja cama era idêntica à dele. Cheguei a comentar isso com ele, mas acabei acordando.


[...]
— E como eu posso te chamar?
— Bom, você pode me chamar de Daniel, que era o meu nome quando eu era totalmente humano, pode também me chamar de Lobo, que era meu nome quando eu era totalmente uma entidade cósmica. Mas você também pode me chamar de Pai.
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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

em Sex Fev 03, 2017 4:02 pm
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168º Dia

10/11/2016 09:30 a 09:55

Eu ainda estava viajando no Rio, e não sei porque eu havia transferido minha mala da casa da minha tia S* para casa da minha tia R*. Eu estava voltando da casa da minha tia R* para casa da minha tia S*, e enquanto andava pela rua da minha tia S*, ali havia umas casas muito lindas, topíssimas. Fiquei com vontade de morar nelas, mas depois pensei "Essas casas ficavam nesse trecho mesmo? Ah, devem ter construído depois que eu me mudei." E não fiquei lúcido. 1ª monguice.
Cheguei no portão da minha tia S*, mas fiquei receoso de não ter ninguém acordado. Eu queria usar o wifi de lá, mas fiquei com vergonha de ser cara de pau, e essa vergonha junto com o receio de estarem todos dormindo, me fez dar meia volta.
Ao dar meia volta, vi meu tio V* estacionar um carro preto na calçada, e dentro do carro, no banco da frente, vi o meu primo L* como ele era aos 7 anos de idade. Cumprimentei os dois e comecei a voltar pra casa da minha tia R*. Ao pensar no L* com 7 anos de idade, fiquei pensando "Será que eu voltei no tempo ou estou sonhando?" Comecei a fazer o reality check das mãos, puxei os dedos, mas elas continuavam normais.
Eu ainda não estava convencido e comecei a pensar "Tô com os olhos ardendo de sono, e isso sempre acontece quando estou perto de desvendar o sonho. Mas aí eu falei comigo mesmo:
— Mas eu estou ouvindo minha voz, e isso não acontece em sonhos.
Resultado: não fiquei lúcido. 2ª monguice
Continuei andando na rua da minha tia S* e vi uns moleques andando de skate. Cheguei perto deles e falei:
— Muito maneiros os skates de vocês.
— Pega um aí e dá uma volta. — disse um dos moleques.
— Não, não, valeu. Da última vez que subi num skate, caí de bunda no chão.
Me despedi deles e continuei andando. Na altura da casa do F*, havia um portão no meio da calçada, que levava a um cômodo aberto com telhas de amianto sustentadas por vigas de madeira, tipo garagem (como na imagem, só que mais rústico e com abertura do outro lado)
Abri o portão para eu passar e dentro desse cômodo, passava uma mulher grande, que não reconheci.
Assim que ela saiu, eu percebi que estava no servidão do quintal onde eu morava. Encontrei minhas primas N*, R* e uma versão crescida da M*. Uma delas me perguntou:
— Você viu a doida ali agora?
— Aquela era a Monstra? — devolvi a pergunta.
— Aham. — a R* respondeu.
(Monstra é a mulher de um tio meu)
De repente, eu estava sozinho, pensando em como eu ia arrumar dinheiro  para minha passagem de volta. Pensei num trabalho de fiscal de prova para concursos, mas o meu primo L* não havia deixado nada avisado. Aí lembrei que a P* havia ligado para a minha mãe (fora do sonho isso aconteceu mesmo) para oferecer serviço de caixa em show. Mas aí eu comecei a pensar "Espera um pouco. A P* ligou para a minha mãe lá em Colatina. Como que eu lembro disso se estou a dias no Rio?" Antes que eu tivesse tempo de fazer um reality check, acordei.
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2017
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170º Dia

31/01/2017 04:33 a 09:07

Eu, minha mãe e meu pai(drasto) estávamos viajando de carro para uma cidade chamada Tiritins (que não existe), e essa cidade ficava em MG. Eu não lembrava se a cidade ficava antes ou depois de Resplendor.
Pois bem, seguíamos por uma estrada de asfalto e paramos num lugar para comer. Mas quando voltamos para a estrada, ela havia virado uma estrada de terra. Seguimos por ela margeando um rio que eu acreditava ser o Rio Doce. Na outra margem do rio, havia um paredão de pedra muito bonito.
Continuamos andando e eu vi um córrego que tinha uns 3 palmos de largura, cujas águas passavam por debaixo da estrada, para depois desaguar no Rio Doce.
Não sei o que aconteceu, mas do nada, eu estava a pé, e não havia nenhum sinal do carro. Fiquei esperando pra ver se o carro passava, e quando o carro passou, eu me vi dentro dele, e concluí que não tinha necessidade de eu entrar no carro, pois eu já estava lá.
Comecei a andar e comecei a subir um aclive muito acentuado. Era alto demais e eu estava ficando cansado. Aí vi meus pais na minha frente, a pé também. Teve uma hora que precisamos usar as mãos para ajuda na subida.
Do nada, a estrada de terra um telhado, e após esse telhado, havia um vilarejo com vários casarões antigos e bonitos. Eu e meus pais começamos a fazer uns parkour doidos  para chegar ao chão.
Aí, na minha cabeça, começou a passar um vídeo da NT* junto com o pessoal de um grupo de facebook que participo, e eles estavam num dos casarões do vilarejo. Aí acordei.


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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

em Dom Fev 05, 2017 7:06 pm
Lincantropo:
Licantropo escreveu:168º Dia

10/11/2016 09:30 a 09:55

Eu ainda estava viajando no Rio, e não sei porque eu havia transferido minha mala da casa da minha tia S* para casa da minha tia R*. Eu estava voltando da casa da minha tia R* para casa da minha tia S*, e enquanto andava pela rua da minha tia S*, ali havia umas casas muito lindas, topíssimas. Fiquei com vontade de morar nelas, mas depois pensei "Essas casas ficavam nesse trecho mesmo? Ah, devem ter construído depois que eu me mudei." E não fiquei lúcido. 1ª monguice.
Cheguei no portão da minha tia S*, mas fiquei receoso de não ter ninguém acordado. Eu queria usar o wifi de lá, mas fiquei com vergonha de ser cara de pau, e essa vergonha junto com o receio de estarem todos dormindo, me fez dar meia volta.
Ao dar meia volta, vi meu tio V* estacionar um carro preto na calçada, e dentro do carro, no banco da frente, vi o meu primo L* como ele era aos 7 anos de idade. Cumprimentei os dois e comecei a voltar pra casa da minha tia R*. Ao pensar no L* com 7 anos de idade, fiquei pensando "Será que eu voltei no tempo ou estou sonhando?" Comecei a fazer o reality check das mãos, puxei os dedos, mas elas continuavam normais.
Eu ainda não estava convencido e comecei a pensar "Tô com os olhos ardendo de sono, e isso sempre acontece quando estou perto de desvendar o sonho. Mas aí eu falei comigo mesmo:
— Mas eu estou ouvindo minha voz, e isso não acontece em sonhos.
Resultado: não fiquei lúcido. 2ª monguice
Continuei andando na rua da minha tia S* e vi uns moleques andando de skate. Cheguei perto deles e falei:
— Muito maneiros os skates de vocês.
— Pega um aí e dá uma volta. — disse um dos moleques.
— Não, não, valeu. Da última vez que subi num skate, caí de bunda no chão.
Me despedi deles e continuei andando. Na altura da casa do F*, havia um portão no meio da calçada, que levava a um cômodo aberto com telhas de amianto sustentadas por vigas de madeira, tipo garagem (como na imagem, só que mais rústico e com abertura do outro lado)
Abri o portão para eu passar e dentro desse cômodo, passava uma mulher grande, que não reconheci.
Assim que ela saiu, eu percebi que estava no servidão do quintal onde eu morava. Encontrei minhas primas N*, R* e uma versão crescida da M*. Uma delas me perguntou:
— Você viu a doida ali agora?
— Aquela era a Monstra? — devolvi a pergunta.
— Aham. — a R* respondeu.
(Monstra é a mulher de um tio meu)
De repente, eu estava sozinho, pensando em como eu ia arrumar dinheiro  para minha passagem de volta. Pensei num trabalho de fiscal de prova para concursos, mas o meu primo L* não havia deixado nada avisado. Aí lembrei que a P* havia ligado para a minha mãe (fora do sonho isso aconteceu mesmo) para oferecer serviço de caixa em show. Mas aí eu comecei a pensar "Espera um pouco. A P* ligou para a minha mãe lá em Colatina. Como que eu lembro disso se estou a dias no Rio?" Antes que eu tivesse tempo de fazer um reality check, acordei.
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2017
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170º Dia

31/01/2017 04:33 a 09:07

Eu, minha mãe e meu pai(drasto) estávamos viajando de carro para uma cidade chamada Tiritins (que não existe), e essa cidade ficava em MG. Eu não lembrava se a cidade ficava antes ou depois de Resplendor.
Pois bem, seguíamos por uma estrada de asfalto e paramos num lugar para comer. Mas quando voltamos para a estrada, ela havia virado uma estrada de terra. Seguimos por ela margeando um rio que eu acreditava ser o Rio Doce. Na outra margem do rio, havia um paredão de pedra muito bonito.
Continuamos andando e eu vi um córrego que tinha uns 3 palmos de largura, cujas águas passavam por debaixo da estrada, para depois desaguar no Rio Doce.
Não sei o que aconteceu, mas do nada, eu estava a pé, e não havia nenhum sinal do carro. Fiquei esperando pra ver se o carro passava, e quando o carro passou, eu me vi dentro dele, e concluí que não tinha necessidade de eu entrar no carro, pois eu já estava lá.
Comecei a andar e comecei a subir um aclive muito acentuado. Era alto demais e eu estava ficando cansado. Aí vi meus pais na minha frente, a pé também. Teve uma hora que precisamos usar as mãos para ajuda na subida.
Do nada, a estrada de terra um telhado, e após esse telhado, havia um vilarejo com vários casarões antigos e bonitos. Eu e meus pais começamos a fazer uns parkour doidos  para chegar ao chão.
Aí, na minha cabeça, começou a passar um vídeo da NT* junto com o pessoal de um grupo de facebook que participo, e eles estavam num dos casarões do vilarejo. Aí acordei.
Lincantropo, você questionou várias vezes a realidade no sonho e arrumou "desculpas" para justificá-las. Fez RC e infelizmente ele falhou. Poxa! Faltou muito pouco para ganhar lucidez. perplexo
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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

em Dom Fev 05, 2017 10:21 pm
Königin escreveu:
Lincantropo:

Licantropo escreveu:168º Dia

10/11/2016 09:30 a 09:55

Eu ainda estava viajando no Rio, e não sei porque eu havia transferido minha mala da casa da minha tia S* para casa da minha tia R*. Eu estava voltando da casa da minha tia R* para casa da minha tia S*, e enquanto andava pela rua da minha tia S*, ali havia umas casas muito lindas, topíssimas. Fiquei com vontade de morar nelas, mas depois pensei "Essas casas ficavam nesse trecho mesmo? Ah, devem ter construído depois que eu me mudei." E não fiquei lúcido. 1ª monguice.
Cheguei no portão da minha tia S*, mas fiquei receoso de não ter ninguém acordado. Eu queria usar o wifi de lá, mas fiquei com vergonha de ser cara de pau, e essa vergonha junto com o receio de estarem todos dormindo, me fez dar meia volta.
Ao dar meia volta, vi meu tio V* estacionar um carro preto na calçada, e dentro do carro, no banco da frente, vi o meu primo L* como ele era aos 7 anos de idade. Cumprimentei os dois e comecei a voltar pra casa da minha tia R*. Ao pensar no L* com 7 anos de idade, fiquei pensando "Será que eu voltei no tempo ou estou sonhando?" Comecei a fazer o reality check das mãos, puxei os dedos, mas elas continuavam normais.
Eu ainda não estava convencido e comecei a pensar "Tô com os olhos ardendo de sono, e isso sempre acontece quando estou perto de desvendar o sonho. Mas aí eu falei comigo mesmo:
— Mas eu estou ouvindo minha voz, e isso não acontece em sonhos.
Resultado: não fiquei lúcido. 2ª monguice
Continuei andando na rua da minha tia S* e vi uns moleques andando de skate. Cheguei perto deles e falei:
— Muito maneiros os skates de vocês.
— Pega um aí e dá uma volta. — disse um dos moleques.
— Não, não, valeu. Da última vez que subi num skate, caí de bunda no chão.
Me despedi deles e continuei andando. Na altura da casa do F*, havia um portão no meio da calçada, que levava a um cômodo aberto com telhas de amianto sustentadas por vigas de madeira, tipo garagem (como na imagem, só que mais rústico e com abertura do outro lado)
Abri o portão para eu passar e dentro desse cômodo, passava uma mulher grande, que não reconheci.
Assim que ela saiu, eu percebi que estava no servidão do quintal onde eu morava. Encontrei minhas primas N*, R* e uma versão crescida da M*. Uma delas me perguntou:
— Você viu a doida ali agora?
— Aquela era a Monstra? — devolvi a pergunta.
— Aham. — a R* respondeu.
(Monstra é a mulher de um tio meu)
De repente, eu estava sozinho, pensando em como eu ia arrumar dinheiro  para minha passagem de volta. Pensei num trabalho de fiscal de prova para concursos, mas o meu primo L* não havia deixado nada avisado. Aí lembrei que a P* havia ligado para a minha mãe (fora do sonho isso aconteceu mesmo) para oferecer serviço de caixa em show. Mas aí eu comecei a pensar "Espera um pouco. A P* ligou para a minha mãe lá em Colatina. Como que eu lembro disso se estou a dias no Rio?" Antes que eu tivesse tempo de fazer um reality check, acordei.
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2017
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170º Dia

31/01/2017 04:33 a 09:07

Eu, minha mãe e meu pai(drasto) estávamos viajando de carro para uma cidade chamada Tiritins (que não existe), e essa cidade ficava em MG. Eu não lembrava se a cidade ficava antes ou depois de Resplendor.
Pois bem, seguíamos por uma estrada de asfalto e paramos num lugar para comer. Mas quando voltamos para a estrada, ela havia virado uma estrada de terra. Seguimos por ela margeando um rio que eu acreditava ser o Rio Doce. Na outra margem do rio, havia um paredão de pedra muito bonito.
Continuamos andando e eu vi um córrego que tinha uns 3 palmos de largura, cujas águas passavam por debaixo da estrada, para depois desaguar no Rio Doce.
Não sei o que aconteceu, mas do nada, eu estava a pé, e não havia nenhum sinal do carro. Fiquei esperando pra ver se o carro passava, e quando o carro passou, eu me vi dentro dele, e concluí que não tinha necessidade de eu entrar no carro, pois eu já estava lá.
Comecei a andar e comecei a subir um aclive muito acentuado. Era alto demais e eu estava ficando cansado. Aí vi meus pais na minha frente, a pé também. Teve uma hora que precisamos usar as mãos para ajuda na subida.
Do nada, a estrada de terra um telhado, e após esse telhado, havia um vilarejo com vários casarões antigos e bonitos. Eu e meus pais começamos a fazer uns parkour doidos  para chegar ao chão.
Aí, na minha cabeça, começou a passar um vídeo da NT* junto com o pessoal de um grupo de facebook que participo, e eles estavam num dos casarões do vilarejo. Aí acordei.
Lincantropo, você questionou várias vezes a realidade no sonho e  arrumou "desculpas" para justificá-las. Fez RC e infelizmente ele falhou. Poxa! Faltou muito pouco para ganhar lucidez. perplexo

Pois é, e no dia, eu acordei morrendo de raiva da minha monguice no sonho. Pior foram as desculpas que eu estava arrumando.


[...]
— E como eu posso te chamar?
— Bom, você pode me chamar de Daniel, que era o meu nome quando eu era totalmente humano, pode também me chamar de Lobo, que era meu nome quando eu era totalmente uma entidade cósmica. Mas você também pode me chamar de Pai.
— Pai?
— Sim, todos os lobos e lobisomens são meus filhos, todos vieram de mim.
[...]

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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

em Seg Fev 06, 2017 10:25 am
Poxa você esteve várias vezes próximo de um sonho lúcido e não conseguiu. Isso rola várias vezes comigo também... até chegar ao ponto de que acho que mesmo se alguém no sonho me disse que estou lúcido eu vou simplesmente jogar essa pessoa longe e continuar andando de boas hehehe.

Mas não desista da lucidez, continue sempre relatando aqui, você escreve muito bem e dá para ter uma boa imagem de como foi seu sonho.
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Re: Diário dos Sonhos de Licantropo

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