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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Dez 01, 2013 1:16 pm
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As cronicas de Fogo e Metamorfose.
Há algum tempo venho a acompanhar Avatar a Lenda de Korra e deu-me vontade de controlar o fogo. Então resolvi por tentar.


Parte: 12
Método: DEILD

Luz na escuridão

Parte não lúcida:
Estou num asilo. As casas dos idosos são brancas e de concreto. A área total é de um quarteirão e as casas se encontravam nas bordas do terreno. No meio havia um tipo de salão grande onde os idosos se alimentavam, jogavam bingo, e outros tipos de reuniões... Por alguma razão lá estou e vejo alguns senhores a dizer que a vida agora era diferente e os jovens não eram muito bons. Continuo a andar pelo local e encontro o Dean Winchester (personagem da série Supernatural. Aparentemente somos irmãos e estávamos ali para um "trabalho" . Chegamos nesse salão do meio. Abrimos as portas e vemos que lá dentro há outros caçadores de monstros. Há um corredor no meio da estrutura e portas que se abrem em suas laterais. Havia duas portas abertas antes da área de alimentação. numa há uma mulher loira magra amarrada uma cadeira e noutra está o John Locke (personagem da série Lost). Os caçadores dizem que não é para eu chegar perto dele.

Entro na sala e sento num banco a sua frente. Pergunto quem era ele. Ele dizia pertencer a outra raça e que os humanos não queriam que ele falasse a verdade, por isso fora trancado. De repente ele usa terno, não está mais amarrado e me trás livros e mais livros sobre ciência para eu ler. Diz-me que serão gastos 50 milhões apenas em pesquisas e muito mais na resolução dos problemas de nosso planeta. Percebo que todos os livros que ele me trás são livros que já são meus. Deduzo então que aquilo é tudo coisa de minha cabeça.

Parte lúcida:
Fico lúcido. Por alguma razão Locke fica agressivo. Ele chega com um livro de Stephen Hawking e o joga no chão. Havia um rapaz de meu lado. Ele salta em minha direção para me ferir , eu desvio. Por alguma razão senti que aquilo era mais que um sonho lúcido, senti que um personagem onírico estava a tentar me enganar. Começo a socar o ar e disparar jatos de fogo para todos os lados. Por vezes, faço como na imagem abaixo, mas para queimar o local. Em minha cabeça tudo aquilo a minha volta fazia parte da ilusão de Locke.

Queimei o cara ao meu lado e Locke. Mas esse último parecia ser resistente. Resolvi por tentar algo novo. Clamei pela fênix, diz a lenda que suas luzes podem desfazer o mal. Gritei fênix e uma luz surgiu em meu peito. Senti como ela fosse parte de mim e senti asas de fogo em minhas costas, mas não em forma de asa e sim como se fosse uma luz. Minha aparência era como a de um santo, aqueles que o peito fica com brilho. Isso mais o fogo...

Peço a fênix que me tire da ilusão e parece que aquele poder dela de imitar qualquer som é que surge. Começo a ouvir essa música.


Esse som vibrava e conforme isso o salão começa a se quebrar. O próprio Locke parecia estar a se rachar como se fosse um boneco de cerâmica. No fim tudo se quebra e me encontro novamente na sala do Locke, mas ele estava a suar e cansado. Os outros caçadores vinham em minha direção e repetiam para eu não falar com ninguém. Acordo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Dom Dez 01, 2013 6:23 pm
Emerson e seu novo companheiro onirico era o Dragão agora a intrigante FENIX legal, o Dragon vais ficar com inveja vio kkkkkkk,
A parte que voçê começa a soltar fogo pelas mãos é muito loko muito bom eu nunca tentei manipular elementos assim como voçê, mas um elemento que gostaria muito de treinar é o da agua e o ar são meus preferidos, até+++ Brother Emerson feliz feliz feliz feliz feliz
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Dez 02, 2013 1:36 am
Voce tem uma certa interacao com os elementos e a natureza neh. Eu gosto dos seus desenhos. Parabens, eu gostaria de ver mais desenhos seus. leitura 


CORES DOS MEUS RELATOS:

  • Analise ou pensamento/observação.
  • Dialogo, titulo
  • Descrição de um cenário/objeto/pessoa.
  • Realidade ou fato importante.

Orvalho do sonhar:
Fantasiar me conforta
Deslumbrado a imaginar
Sera que e so eu?
Ou alguem se importa?


para nao se desesperar
Sucumbir em expectativas
pois se nao suprir
Posso pelo menos sonhar

Sair desse lugar imundo
Fingir que nao e isso
Tornar tudo intenso
Criar o próprio mundo


Injetar alegria
Olhar fixo para o nada
Rir sozinho
Ate o final do dia


Sentir a liberdade ao voar
Observar o próprio reflexo
E fechar os olhos
Para voltar a sonhar

(Hiriu)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Dez 02, 2013 6:15 pm
Cara eu fico um tempo sem voltar ao fórum e quando volto, uau caramba o Emerson ta bombardeando o fórum com um relato mais surpreendente do que o outro e os desenhos das fênix's estão cada vez mais originais!

Excelente recordação ali no finalzinho em rapaz, detalhes sobre detalhes daria até para escrever algo a respeito dessas criaturinhas mágicas, parabéns! certo

Ah é nada é só o que me vem a cabeça nessa hora, velhos e bons tempos! iori

Outro excelente relato Emerson, deixo esse vídeo como tributo ao seus últimos sonhos!

Coloca em 1:05! piscar 


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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qui Dez 05, 2013 1:24 pm
@ Izael - os dragões sempre estarão em meu mundinho há há. É que gosto de viajar na maionese e encontrar esses seres. Tente tenho certeza que com teus talentos tu consegues.

@ Hiriu- como dito acima, é que na verdade, gosto de viajar enquanto sonho. Ah cara, para quem está na luta todo dia, essa competição do séc XXI. Estágio, trabalho, estudos, então, quando sonho quero mais é controlar elementos, conhecer animais e tal. Aqui tem meus desenhos: http://liberdade501.blogspot.com.br/

@ Reizen- não que isso. Teus relatos são muito mais bombardeadores, meu caro. Sim foi muito bacana conhecer mais do ciclo de vida dela. Obrigado pelo conhecimento, agora deu-me vontade de ver Cavaleiros do Zodíaco.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qui Dez 05, 2013 8:39 pm
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O Avatar dos sonhos...

Método: estresse mesmo...

Parte não lúcida:
Estou no meio duma mata próxima a minha cidade. Lá, estranhamente converso com um ser que era galo, da cabeça a cintura, e lesma, da cintura para baixo.

Era um ser psíquico poderoso e eu percebia que durante o diálogo, que se ele se irritasse o tempo começa a ficar tempestuoso. Por alguma razão tive de sair dali para fazer algo na cidade. Resolvi ir rápido, para não deixar o ser preocupado.
Na cidade encontro um de meus primos. O pessoal da tropa quer ver você fazer aquilo novamente dizia ele. Vem a minha mente lembranças duma cena em que eu comandava uma tropa, na invasão dum território e eu era líder. Para assegurar vitória, eu tinha usado as técnicas de Sun Tzu. Digo a meu primo que agora não tinha tempo para isso.
Volto a correr pela cidade e vejo a casa daquele ser. Pelo que me parecia ele tinha sido no passado um humano e depois virou a criatura. Sua casa era de madeira e estava toda cercada por arvores e plantas epitetas (que se apoiam no substrato, como as bromélias). Aparentemente o ser havia assim deixado porque botara um ovo e queria que todos pensassem que aquele lugar estava abandonado e portanto sem ovo algum por perto.
Continuo a correr pelas ruas e chego em minha faculdade (que é em outra cidade). Lá vejo que o coordenador do curso e os alunos do segundo ano planejavam matar o professor de química, enquanto o mesmo saía de seu laboratório.

Rapidamente corri para o laboratório e puxei o professor para o corredor e nos escondemos atrás da porta. (ah sim deixei a porta aberta para que pensassem que ele tinha saído). Então um aluno do segundo ano viu nossa sombra. Moveu a porta e tentou nos socar. Do nada tirei uma lanterna de minhas costas e iluminei seu rosto. Ele começa a gritar.

Parte lúcida:
Estava tudo muito estranho, mas a lanterna despertou minha lucidez. Agora vejo tudo com mais nitidez por um instante e então minha visão começa a ficar embaçada. Sei que vou acordar, então procuro encontrar a textura de algo. Saio do corredor e vejo uma fila de alunos com jaleco/ guarda pó. Esperavam para ter aula de química no laboratório.

Vejo minha namorada e decido beijá-la. Assim o faço, mas ela parece mecânica e gelada. Na hora minha visão ficou mais nítida. Sai a voar pela faculdade. No pátio principal há duas meninas a discutir. Uma entrega um guarda chuva a outra. A que recebe o produto sai pela entrada principal braba. Lá fora está um temporal e na escada de entrada se via um homem com capa de chuva, chapéu e cheio de guardas-chuva.

Ele recebe a menina. Os dois começam a andar pela rua e os ouço a falar que aquele temporal era causado pelo Avatar, o elo entre os dois mundos (pareceu-me ser o onírico e o real). Disseram que tinha a forma dum galo misturado a uma lesma. Lembrei do ser que vi antes. Me aproximei deles e disse que sabia onde estava o Avatar. O homem me disse que o único ser no momento que podia pará-lo era a fênix e eu lhe respondo que posso chamá-la. Ele diz que não é possível, que não pode ser evocada e que Fawe/ Faye/ Faith (era um desses nomes) está em outro mundo no momento. Acordo.


Última edição por EmersonPawoski em Sex Dez 06, 2013 12:38 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qui Dez 05, 2013 10:11 pm
EmersonPawoski:
EmersonPawoski escreveu:
O Avatar dos sonhos...

Método: estresse mesmo...

Parte não lúcida:
Estou no meio duma mata próxima a minha cidade. Lá, estranhamente converso com um ser que era galo, da cabeça a cintura, e lesma, da cintura para baixo.

Era um ser psíquico poderoso e eu percebia que durante o diálogo, que se ele se irritasse o tempo começa a ficar tempestuoso. Por alguma razão tive de sair dali para fazer algo na cidade. Resolvi ir rápido, para não deixar o ser preocupado.
Na cidade encontro um de meus primos. O pessoal da tropa quer ver você fazer aquilo novamente dizia ele. Vem a minha mente lembranças duma cena em que eu comandava uma tropa, na invasão dum território e eu era líder. Para assegurar vitória, eu tinha usado as técnicas de Sun Tzu. Digo a meu primo que agora não tinha tempo para isso.
Volto a correr pela cidade e vejo a casa daquele ser. Pelo que me parecia ele tinha sido no passado um humano e depois virou a criatura. Sua casa era de madeira e estava toda cercada por arvores e plantas epitetas (que se apoiam no substrato, como as bromélias). Aparentemente o ser havia assim deixado porque botara um ovo e queria que todos pensassem que aquele lugar estava abandonado e portanto sem ovo algum por perto.
Continuo a correr pelas ruas e chego em minha faculdade (que é em outra cidade). Lá vejo que o coordenador do curso e os alunos do segundo ano planejavam matar o professor de química, enquanto o mesmo saía de seu laboratório.

Rapidamente corri para o laboratório e puxei o professor para o corredor e nos escondemos atrás da porta. (ah sim deixei a porta aberta para que pensassem que ele tinha saído). Então um aluno do segundo ano viu nossa sombra. Moveu a porta e tentou nos socar. Do nada tirei uma lanterna de minhas costas e iluminei seu rosto. Ele começa a gritar.

Parte lúcida:
Estava tudo muito estranho, mas a lanterna despertou minha lucidez. Agora vejo tudo com mais nitidez por um instante e então minha visão começa a ficar embaçada. Sei que vou acordar, então procuro encontrar a textura de algo. Saio do corredor e vejo uma fila de alunos com jaleco/ guarda pó. Esperavam para ter aula de química no laboratório.

Vejo minha namorada e decido beijá-la. Assim o faço, mas ela parece mecânica e gelada. Vou a menina do lado, S, a mesma coisa... Chega a vez da terceira da fila, R. Dessa vez, estou desesperado. Ao me aproximar vejo que ela usa por baixo ela usava um macacão legging escuro. Admito, não ter conseguido resistir. Desabotoei a veste branca e, sim como um selvagem, mordo o macacão e rasgo um pedação. Do buraco coloco a mão e começo a abrir toda a roupa. Por baixo ela ainda vestia aquelas roupas eróticas, que parecem espartilho e e meia calça. Puxei toda a roupa e a fiz montar em mim. Na hora minha visão ficou mais nítida.  Depois deixei ela ali acoplada a mim, enquanto saia a voar pela faculdade. Eu queria encontrar L (doutro sonho não lúcido) e lhe perguntar porque tinha se despedido de mim, mas não a encontro. Percebo que R já não está mais em mim. No pátio principal há duas meninas a discutir. Uma entrega um guarda chuva a outra. A que recebe o produto sai pela entrada principal braba. Lá fora está um temporal e na escada de entrada se via um homem com capa de chuva, chapéu e cheio de guardas-chuva.

Ele recebe a menina. Os dois começam a andar pela rua e os ouço a falar que aquele temporal era causado pelo Avatar, o elo entre os dois mundos (pareceu-me ser o onírico e o real). Disseram que tinha a forma dum galo misturado a uma lesma. Lembrei do ser que vi antes. Me aproximei deles e disse que sabia onde estava o Avatar. O homem me disse que o único ser no momento que podia pará-lo era a fênix e eu lhe respondo que posso chamá-la. Ele diz que não é possível, que não pode ser evocada e que Fawe/ Faye/ Faith (era um desses nomes) está em outro mundo no momento. Acordo.
Que bicho esquisito esse que você desenhou. Parece um galeto enfiado dentro de um pimentão verde.kkkkkkkkk

Nossa! Essas garotas são suas colegas de Biologia?perplexo 

Só tem gatinha, hein. piscar 

Pela cara, deve ser tudo gente fina.certo 
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qui Dez 05, 2013 10:18 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
As cronicas de Fogo e Metamorfose.
Há algum tempo venho a acompanhar Avatar a Lenda de Korra e deu-me vontade de controlar o fogo. Então resolvi por tentar.


Parte: 13a
Método: DEILD

As casas marcadas

Depois de acordar daquele fascinante sonho, usei DEILD e para variar deu aquele leve paralisia. Senti meu rosto comprimido, enquanto ouvia um zumbido eletrônico e para me distrair, me imaginava a voar por minha cidade. Poucos instantes depois lá estava eu no ar. Percebo que minha visão não está tão boa e resolvo fazer como no último sonho.
Lá de cima fico como uma águia a procurar alguém, mas nada e por incrível que pareça aquilo de procurar, acomodou o sonho. Voo, a descer a rua, e vejo que em cada casa há um símbolo meio etéreo na frente. São como zodíaco ou formas de animais. Numa casa de madeira, vejo meu signo Libra e para lá voo. Pouso, abro a porta e vejo que lá vivia uma família, composta por um pai, uma mãe e uma filha loira. Sem razão alguma, os pais saem e a jovem pega uma espingarda. Sai de casa, ouço uns tiros e ela volta com o corpo de dois cães pretos grandes. Eles ainda estão vivos, mas visivelmente abatidos.
considerem apenas a moça na foto

Me aproximo deles e ela aponta a espingarda para mim, os cães também rosnam em minha direção. Decidido, pulo para trás e soco o ar, a disparar fogo naqueles infelizes. Num dado momento, as chamas cessam e não restam nem cinzas. Pela porta entram duas irmãs gêmeas. O engraçado é que nessa parte minha visão embaçou. Surge uma menina pela porta, a segurar um bichinho azul de pelúcia. Sua presença me deixava confuso. Fico constrangido e minha visão fica boa. Decido então queimar as irmãs, de alguma maneira, senti que esse era o desejo da criança. Disparo chamas nelas e jogo os corpos carbonizados no armário dum dos quartos. A menina parecia brincar comigo. Ela imitava meus movimentos, enquanto ria. Depois me perguntou como que os padres falavam em meu mundo e eu disse que eles ficavam a repetir sempre a mesma coisa, que a fé era bonita, mas tinha muita repetição. Ela ri. Acordo aborrecido, pois sentia que devia ter falado de algo sério com ela.

Parte: 13b
Método: DEILD

Fawe, Faye, Faith ou Stein/ Stan, a fênix
Chateado por ter errado, decidi por DEILD voltar no sonho e consertar minha personalidade. Dessa vez não teve paralisia. Me encontrei dessa vez em frente da casa, mas o símbolo de Libra não estava mais lá. Olho para os lados e quanto percebo a fênix, na forma média (garça), está ao meu lado.

Era bem alta e considerei que das suas patas ao peito dava a altura de meu diafragma e do peito até a ponta de sua cabeça passava de mim. Contei algo próximo de 2 metros de altura. Sai da casa a moça loira com sua espingarda e um cara ruivo junto dela. Os dois brabos em minha direção. Glória... Eu havia conseguido voltar no tempo onírico... A moça solta a arma e cola seu corpo ao do rapaz e então surge um cara grande e gordo para me atacar. A fênix só toma dianteira e lhe dá uma bicada na orelha. Aiii o cara reclama.
Ele queria atrapalhar a missão desde o começo. Foi quem te influenciou a perder o controle de suas emoções. Eu implantei em tua mente os símbolos nas casas para que aqui viesse e encontrasse Maria Clara, aquela menina. Vocês precisavam resolver um assunto, agora precisamos encontrá-la e tentar novamente. a voz da fênix era como a de um homem adolescente, estilo aventureiro.

Ela abaixa a cabeça e monto em suas costas. Meus pés se acomodam enrolados em seu longo pescoço e minhas mãos também no pescoço, só que mais próximo da cabeça. Ela levanta voo e num instante chegamos as nuvens.

Quer dizer então que você não é um personagem normal Fawe? Por que você aparecia sempre de maneiras diferentes? perguntei.
Não, eu sou como Lisa. Sou seu amigo fora daqui e em sua mente tomo essa forma. Me adapto as suas necessidades e de acordo com minha missão. - Fawe responde.
E quanto a Lisa? questionei.
Ela está no cumprimento doutra missão no momento, mas está tudo bem. ele comentava com certa alegria e bondade.

No ar eu via vagamente a ponta de prédios.
Que tal eu sair de você e voar de seu lado? imaginei.
Não é possível Emerson, aqui não é seu mundo, aqui não tem poderes. Já estamos perto...

Enquanto no ar, ouvi por todos os lados essa música:


Fiquei muito impressionado e assustado. Agarrei forte no pescoço de Fawe. Pensei sobre seu nome e cheguei a conclusão que significava em algum idioma. Chegamos num tipo de estrutura branca que era como um salão coberto por uma abóboda e sobre essa cristas pontiagudos em forma curva voltados para o centro.
Pousamos em frente a isso e chegou um casal a nós.

Ei Stein/ Stan. Tudo bem? Sentimos tua falta? Que faz aqui?
Eu trouxe ele para terminar uma missão. responde Fawe.
Olha, é... Fawe ou Stein o teu nome? Sinto atrapalhar, é que estou confuso... argumento.
Que isso, Fawe ou Stein, são ambos meu nome. Stein foi nome em minha última existência e Fawe foi na penúltima. Esse casal conheci quando era Stein e você conheci quando era Fawe. Sempre fomos amigos, é que sob algumas influências não lembramos. Agora procuremos Maria Clara. explica Fawe.

O casal se despede de nós e entra num tipo de ônibus voador brilhante. Eu e a fênix adentramos na estrutura. Acordo.
-----------------
Refleti muito sobre esse sonho. Acordei lá pelas 3:50 AM e nossa demorei a dormir de tão impressionado com os diálogos.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Sab Dez 07, 2013 6:20 am
É difícil não ficar impressionado com a facilidade que você tem pra ter sonho lúcido e visualizar certas figuras nos sonhos. Como é caso da sua Fênix onírica. Parabéns!certo 

Eu ainda não consigo escolher o que quero sonhar ou o que vou ver no próximo sonho. Crying or Very sad 
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Dez 09, 2013 1:28 pm
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@ Ramon- obrigado, meu amigo. Mas acredito que tu é bem melhor que eu. Tu até consegue na soneca da tarde ter sonho lúcido. Sim, eu viajo bastante com figuras oníricas. Dão todo um brilho ao sonho.
----------------------------------

Método: DEILD

Acordei lá pelas 6:00 AM e foquei nas sensações dos últimos sonhos. Minha mente começou a ficar vaga e eu via uma criatura que parecia o pé grande ou homem das neves (estava entre os dois, pois era meio cinza e de pé grande). Eu ia e voltava para perto de seu rosto até que fiquei lúcido e me encontrei num lugar, parecido com Utah.

O humanoide vem me atacar, mas estou calmo e nem me importo. Ele está alguns metros distantes e o pego com minha mão em perspectiva (que parecia ser maior que ele dada aquela distância) e o arremesso para dentro duma fenda num daqueles morros do local. Tudo é escuro lá. Mas sinto que ele se transforma em três escorpiões enormes. Minha intenção era encontrar a fênix enquanto pegava fogo e sabia que seria atrapalhado. Comecei a controlar a terra dos dois lados da fenda para trancar os animais lá dentro. Não deu muito certo, mas as rochas caíram e esmagaram os escorpiões.
Pensei aonde eu veria a fênix?! No céu... É claro. Fiz como o super homem misturado a um dominador de terra. Me agachei e forcei o chão para baixo (foi um dos melhores voos que já fiz). Aí só pulei e no chão voltar ao normal me jogou para as nuvens numa imensa velocidade.


Lá fiquei a olhar para as nuvens para ver o fênix Fawe e num momento a vi. Era como na última vez, igual a uma garça azul nas extremidade da frente e o resto amarela. Voava e das partes azuis de seu corpo saiam chamas azuladas que seguiam até um pouco depois da cauda.  Voei a segui-lo, porém quando descemos das nuvens, não mais o vi e sim dei de cara com uma montanha de neve. Cai de barriga no chão gelado, mas não sentia frio. Conseguia ver o reflexo do sol na superfície cristalina e no olhar para os lados vi a Raava (personagem da série Avatar não achei link em português, espanhol foi o mais próximo) a voar por ali.

Acordei...
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Dez 09, 2013 2:31 pm
Emerson eu só não entendi o seu objetivo era virar um fênix ou algo parecido?


Spoiler:



"Apenas não olhe pra trás"


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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Seg Dez 09, 2013 5:42 pm
Que sonho fantastico perplexo,sou facinada pelo pé grande
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Dez 10, 2013 2:16 am
EmersonPawoski:
@ Ramon- obrigado, meu amigo. Mas acredito que tu é bem melhor que eu. Tu até consegue na soneca da tarde ter sonho lúcido. Sim, eu viajo bastante com figuras oníricas. Dão todo um brilho ao sonho.
Não sou não.  gargalhada  Eu tive sorte na soneca. As vezes tenho sonhos lúcidos espontâneos em raros momentos. Mas, não com a mesma frequência que você. certo 


EmersonPawoski:

Método: DEILD

Acordei lá pelas 6:00 AM e foquei nas sensações dos últimos sonhos. Minha mente começou a ficar vaga e eu via uma criatura que parecia o pé grande ou homem das neves (estava entre os dois, pois era meio cinza e de pé grande). Eu ia e voltava para perto de seu rosto até que fiquei lúcido e me encontrei num lugar, parecido com Utah.

O humanoide vem me atacar, mas estou calmo e nem me importo. Ele está alguns metros distantes e o pego com minha mão em perspectiva (que parecia ser maior que ele dada aquela distância) e o arremesso para dentro duma fenda num daqueles morros do local. Tudo é escuro lá. Mas sinto que ele se transforma em três escorpiões enormes. Minha intenção era encontrar a fênix enquanto pegava fogo e sabia que seria atrapalhado. Comecei a controlar a terra dos dois lados da fenda para trancar os animais lá dentro. Não deu muito certo, mas as rochas caíram e esmagaram os escorpiões.
Pensei aonde eu veria a fênix?! No céu... É claro. Fiz como o super homem misturado a um dominador de terra. Me agachei e forcei o chão para baixo (foi um dos melhores voos que já fiz). Aí só pulei e no chão voltar ao normal me jogou para as nuvens numa imensa velocidade.


Lá fiquei a olhar para as nuvens para ver o fênix Fawe e num momento a vi. Era como na última vez, igual a uma garça azul nas extremidade da frente e o resto amarela. Voava e das partes azuis de seu corpo saiam chamas azuladas que seguiam até um pouco depois da cauda.  Voei a segui-lo, porém quando descemos das nuvens, não mais o vi e sim dei de cara com uma montanha de neve. Cai de barriga no chão gelado, mas não sentia frio. Conseguia ver o reflexo do sol na superfície cristalina e no olhar para os lados vi a Raava (personagem da série Avatar não achei link em português, espanhol foi o mais próximo) a voar por ali.

Acordei...[/quote]
Aí, tá vendo? perplexo 

Você consegue postar uma média de 1 ou 2 SL's por semana. E eu, quando tenho sorte, é 1 ou 2 SL's por mês. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Dez 10, 2013 4:02 am
As casas marcadas:
As cronicas de Fogo e Metamorfose.
Há algum tempo venho a acompanhar Avatar a Lenda de Korra e deu-me vontade de controlar o fogo. Então resolvi por tentar.


Parte: 13a
Método: DEILD

As casas marcadas

Depois de acordar daquele fascinante sonho, usei DEILD e para variar deu aquele leve paralisia. Senti meu rosto comprimido, enquanto ouvia um zumbido eletrônico e para me distrair, me imaginava a voar por minha cidade. Poucos instantes depois lá estava eu no ar. Percebo que minha visão não está tão boa e resolvo fazer como no último sonho.
Lá de cima fico como uma águia a procurar alguém, mas nada e por incrível que pareça aquilo de procurar, acomodou o sonho. Voo, a descer a rua, e vejo que em cada casa há um símbolo meio etéreo na frente. São como zodíaco ou formas de animais. Numa casa de madeira, vejo meu signo Libra e para lá voo. Pouso, abro a porta e vejo que lá vivia uma família, composta por um pai, uma mãe e uma filha loira. Sem razão alguma, os pais saem e a jovem pega uma espingarda. Sai de casa, ouço uns tiros e ela volta com o corpo de dois cães pretos grandes. Eles ainda estão vivos, mas visivelmente abatidos.
considerem apenas a moça na foto

Me aproximo deles e ela aponta a espingarda para mim, os cães também rosnam em minha direção. Decidido, pulo para trás e soco o ar, a disparar fogo naqueles infelizes. Num dado momento, as chamas cessam e não restam nem cinzas. Pela porta entram duas irmãs gêmeas. O engraçado é que nessa parte minha visão embaçou. Surge uma menina pela porta, a segurar um bichinho azul de pelúcia. Sua presença me deixava confuso. Fico constrangido e minha visão fica boa. Decido então queimar as irmãs, de alguma maneira, senti que esse era o desejo da criança. Disparo chamas nelas e jogo os corpos carbonizados no armário dum dos quartos. A menina parecia brincar comigo. Ela imitava meus movimentos, enquanto ria. Depois me perguntou como que os padres falavam em meu mundo e eu disse que eles ficavam a repetir sempre a mesma coisa, que a fé era bonita, mas tinha muita repetição. Ela ri. Acordo aborrecido, pois sentia que devia ter falado de algo sério com ela.

Parte: 13b
Método: DEILD

Fawe, Faye, Faith ou Stein/ Stan, a fênix
Chateado por ter errado, decidi por DEILD voltar no sonho e consertar minha personalidade. Dessa vez não teve paralisia. Me encontrei dessa vez em frente da casa, mas o símbolo de Libra não estava mais lá. Olho para os lados e quanto percebo a fênix, na forma média (garça), está ao meu lado.

Era bem alta e considerei que das suas patas ao peito dava a altura de meu diafragma e do peito até a ponta de sua cabeça passava de mim. Contei algo próximo de 2 metros de altura. Sai da casa a moça loira com sua espingarda e um cara ruivo junto dela. Os dois brabos em minha direção. Glória... Eu havia conseguido voltar no tempo onírico... A moça solta a arma e cola seu corpo ao do rapaz e então surge um cara grande e gordo para me atacar. A fênix só toma dianteira e lhe dá uma bicada na orelha. Aiii o cara reclama.
Ele queria atrapalhar a missão desde o começo. Foi quem te influenciou a perder o controle de suas emoções. Eu implantei em tua mente os símbolos nas casas para que aqui viesse e encontrasse Maria Clara, aquela menina. Vocês precisavam resolver um assunto, agora precisamos encontrá-la e tentar novamente. a voz da fênix era como a de um homem adolescente, estilo aventureiro.

Ela abaixa a cabeça e monto em suas costas. Meus pés se acomodam enrolados em seu longo pescoço e minhas mãos também no pescoço, só que mais próximo da cabeça. Ela levanta voo e num instante chegamos as nuvens.

Quer dizer então que você não é um personagem normal Fawe? Por que você aparecia sempre de maneiras diferentes? perguntei.
Não, eu sou como Lisa. Sou seu amigo fora daqui e em sua mente tomo essa forma. Me adapto as suas necessidades e de acordo com minha missão. - Fawe responde.
E quanto a Lisa? questionei.
Ela está no cumprimento doutra missão no momento, mas está tudo bem. ele comentava com certa alegria e bondade.

No ar eu via vagamente a ponta de prédios.
Que tal eu sair de você e voar de seu lado? imaginei.
Não é possível Emerson, aqui não é seu mundo, aqui não tem poderes. Já estamos perto...

Enquanto no ar, ouvi por todos os lados essa música:


Fiquei muito impressionado e assustado. Agarrei forte no pescoço de Fawe. Pensei sobre seu nome e cheguei a conclusão que significava em algum idioma. Chegamos num tipo de estrutura branca que era como um salão coberto por uma abóboda e sobre essa cristas pontiagudos em forma curva voltados para o centro.
Pousamos em frente a isso e chegou um casal a nós.

Ei Stein/ Stan. Tudo bem? Sentimos tua falta? Que faz aqui?
Eu trouxe ele para terminar uma missão. responde Fawe.
Olha, é... Fawe ou Stein o teu nome? Sinto atrapalhar, é que estou confuso... argumento.
Que isso, Fawe ou Stein, são ambos meu nome. Stein foi nome em minha última existência e Fawe foi na penúltima. Esse casal conheci quando era Stein e você conheci quando era Fawe. Sempre fomos amigos, é que sob algumas influências não lembramos. Agora procuremos Maria Clara. explica Fawe.

O casal se despede de nós e entra num tipo de ônibus voador brilhante. Eu e a fênix adentramos na estrutura. Acordo.
-----------------
Refleti muito sobre esse sonho. Acordei lá pelas 3:50 AM e nossa demorei a dormir de tão impressionado com os diálogos.

[quote="EmersonPawoski"]@ Ramon- obrigado, meu amigo. Mas acredito que tu é bem melhor que eu. Tu até consegue na soneca da tarde ter sonho lúcido. Sim, eu viajo bastante com figuras oníricas. Dão todo um brilho ao sonho.
----------------------------------
Caramba, sem palavras esse sonho Emerson foi espetacular tudo cara, todos os detalhes e suas descobertas a respeito da fênix estão atingindo níveis alarmantes, nossa é como se fosse outra parte de ti ou personagem onírico de extrema importância, talvez um guia ou mestre onírico?

Método DEILD:
Método: DEILD

Acordei lá pelas 6:00 AM e foquei nas sensações dos últimos sonhos. Minha mente começou a ficar vaga e eu via uma criatura que parecia o pé grande ou homem das neves (estava entre os dois, pois era meio cinza e de pé grande). Eu ia e voltava para perto de seu rosto até que fiquei lúcido e me encontrei num lugar, parecido com Utah.

O humanoide vem me atacar, mas estou calmo e nem me importo. Ele está alguns metros distantes e o pego com minha mão em perspectiva (que parecia ser maior que ele dada aquela distância) e o arremesso para dentro duma fenda num daqueles morros do local. Tudo é escuro lá. Mas sinto que ele se transforma em três escorpiões enormes. Minha intenção era encontrar a fênix enquanto pegava fogo e sabia que seria atrapalhado. Comecei a controlar a terra dos dois lados da fenda para trancar os animais lá dentro. Não deu muito certo, mas as rochas caíram e esmagaram os escorpiões.
Pensei aonde eu veria a fênix?! No céu... É claro. Fiz como o super homem misturado a um dominador de terra. Me agachei e forcei o chão para baixo (foi um dos melhores voos que já fiz). Aí só pulei e no chão voltar ao normal me jogou para as nuvens numa imensa velocidade.


Lá fiquei a olhar para as nuvens para ver o fênix Fawe e num momento a vi. Era como na última vez, igual a uma garça azul nas extremidade da frente e o resto amarela. Voava e das partes azuis de seu corpo saiam chamas azuladas que seguiam até um pouco depois da cauda.  Voei a segui-lo, porém quando descemos das nuvens, não mais o vi e sim dei de cara com uma montanha de neve. Cai de barriga no chão gelado, mas não sentia frio. Conseguia ver o reflexo do sol na superfície cristalina e no olhar para os lados vi a Raava (personagem da série Avatar não achei link em português, espanhol foi o mais próximo) a voar por ali.

Acordei...

Fiquei imaginando esse voo estilo Superman pegando impulso terrestre, cara é muito f@d4 ainda estou para experimentar uma experiência dessa com certeza!

Excelentes relatos brother, continue postando! certo

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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Dez 10, 2013 6:04 pm
Gostei do lugar do sonho, quero sonhar com um lugar assim com um Sol bem radiante... e premento ser uma aventura tbm!!

qual era seu objetivo com a fenix? só vela?

belo sonho =D


Se há silêncio, deixe-o aumentar...algo surgirá
Se há tempestade, deixe-a rugir, ela acalmara!
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Dez 10, 2013 6:59 pm
@ Crono- não, eu queria ver a fênix, que é um animal venho a acompanhar em meus últimos relatos. Era isso. Já fiz isso com dragão e agora com fênix. Se quiser, pode conferir nas páginas anteriores.

@ Larissa- quem sabe um dia eu faça uma aventura dedicada a ele e quem sabe descubra sua verdadeira forma...

@ Ramon- ah seu... Seu... Sonhador profissional, é sorte para mim. Pare com isso cara, você é bem melhor, tem bem mais experiência. Até sonha na tarde... kkkk

@ Reizen- sim, foi muito fantástico o diálogo. Lembrou-me muito a Lisa, mas ela era séria e amável e Fawe mais jovial e tranquilo. Isso era bem assim o pulo é que não achei imagem que demonstrasse meu pensamento, boa sorte, espero que consiga.

@ Metal- em primeira ordem, sim. Depois se desse eu voava com ela e conversaria... Mas é tudo muito corrido no sonho, então de primeira procurei só ver mesmo. Vai lá meu amigo, tenho certeza que ainda verá muito do Sol e seus raios. Boa sorte.
------------------------------------------------
Então pessoal essa semana estão no fim as disciplinas da faculdade e pude ter uns momentos de inspiração. Deu-me na ideia de desenhar uma garça e foi, foi, foi, eu não sabia como fazer a asa, a cauda e fui na procura de bases fotográficas. Aí pensei que chato fazer ela parada, com as asas curvas, quero... Inovar e deu nisso.

Depois, a pintei no PC mesmo, para ficar parecida com Fawe, na tentativa de ajudar na visualização do personagem. Deixo claro que não é ele a garça que quis fazer, só fiz a pintura para auxilio de uma ou outra leitura do relato.


Última edição por EmersonPawoski em Qui Dez 12, 2013 10:41 am, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Dez 10, 2013 7:40 pm
@ Hiriu- não, na verdade não. É que eu sou movido por desafios. Não sei se já conferiu o tópico de desafios inteiro. Todas as páginas. A maioria eu dei um jeito de conseguir. Quando conheço um método novo, a mesma coisa. Depois que se torna comum ou é só para mim, não consigo ter lúcido. Acho que funciono por motivação, sei lá.

Caramba, entao meus PARABENS Sr Emerson. Voce me parece uma pessoa bem focada. Eu gosto de quem gosta de desafios...

Seus sonhos sao muito bonitos Sr. Eu sou fa do seus desenhos, e gostaria de ve-los com mais frequencia.
Seus dois ultimos sonhos foram fantasticos. O sonho "As casas marcadas" daria ate para fazer um livro.
abraco


CORES DOS MEUS RELATOS:

  • Analise ou pensamento/observação.
  • Dialogo, titulo
  • Descrição de um cenário/objeto/pessoa.
  • Realidade ou fato importante.

Orvalho do sonhar:
Fantasiar me conforta
Deslumbrado a imaginar
Sera que e so eu?
Ou alguem se importa?


para nao se desesperar
Sucumbir em expectativas
pois se nao suprir
Posso pelo menos sonhar

Sair desse lugar imundo
Fingir que nao e isso
Tornar tudo intenso
Criar o próprio mundo


Injetar alegria
Olhar fixo para o nada
Rir sozinho
Ate o final do dia


Sentir a liberdade ao voar
Observar o próprio reflexo
E fechar os olhos
Para voltar a sonhar

(Hiriu)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Ter Dez 10, 2013 10:39 pm
Topa fazer um desafio lucido sobre o pé grande Emerson?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Dez 11, 2013 12:51 am
Os desenhos da garça ficou legal. certo 

Seus desenhos são bem interessantes, Emerson. Eu vi todos os seus desenhos no seu blog. E você tem um jeito bem peculiar de dar um acabamento nos desenhos que fica bonito e original. certo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Dez 11, 2013 11:42 am
@ Hiriu- obrigado pela consideração meu amigo, mas não precisa mentir também... Tu é bem mais focado que eu. Até medita... Se eu tento meditar acabo ficar ainda mais tenso... kkkk Vê em meu blog. Em baixo de minhas mensagens tem um link assim: uma casinha e do lado www Lá tem meus desenhos. Sim também penso que daria um conto.

@ Larissa- topo. Qual é teu plano? Encontrá-lo? Falar com ele?

@ Ramon- obrigado, nem eu vi todo meu blog... Só posto e saio... Que jeito? Fiquei curioso, o que faço é forçar algumas regiões e outras não. Na garça, por exemplo, ao lado do olho tem uma sombra. Para quem vê parece que é um olho grande, mas é na verdade a sombra daquele anexo carnoso que as aves aquáticas tem em cima do bico. Eu sempre procuro ser bem realista.


Última edição por EmersonPawoski em Qui Dez 12, 2013 10:40 am, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Dez 11, 2013 1:54 pm
Desafio lucido:
Encontrar o pe grande.
ele provavelmente vai tentar comer a gente,o desafio e enfrenta-lo conversando.
que tal?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Dez 11, 2013 2:01 pm
O lamento da fênix

Método: uma boa noite de sono e incubação

Parte não lúcida:
Lembro que meu primo e seus pais haviam viajado para algum lugar de avião e ele havia deixado seu notebook em minha casa por algum motivo. Eu estava em meu quarto, na cama, a digitar algo quando chega meu primo pela porta com roupa de piloto. Ele agradece por eu cuidar do notebook e vai embora. Achei aquilo muito estranho e fui até o interruptor de luz. O movi e percebo que a luz não apaga.

Parte lúcida:
Percebo que estou em sonho e saio a voar de minha casa. Vou até o centro da cidade e passo por um local de eventos. Há muitos jovens lá em baixo. Pareciam ser rebeldes, não de violência, era mais como exploradores que queriam ser mais que seus pais. Desço e procuro brincar com eles. Digo que sou o melhor deles e que sou o máximo. Ele riem de mim e perguntam quem eu era.
Emerson Pawoski lhes digo.

Eles pesquisam num computador do local meu nome e nada encontram. Peço que procurem nas gavetas algum histórico. Mexem num porta arquivos de ferro e encontram uma folha antiga que parece uma escritura.

Nossa, ele é o criador daqui, o mantenedor. É o Emerson. Diz aqui que ele criou tudo aqui, mas que porque era sério e realmente queria conhecimento, foi menos conhecido. Havia um outro que era seu amigo e que fazia brincadeiras, fora ele quem levou toda fama, quando na verdade tudo veio do Emerson. diz um deles.

Achei curioso aquilo e pergunto quem era esse outro, mas eles não sabem responder. Ficam quietos na verdade. Para assustá-los um pouco, faço meu corpo brilhar e saio a voar. Ficam todos maravilhados. Agora passo por uma casa antiga. Entro a voar pela janela, e vejo que é uma casa enorme e no centro dela havia uma área aberta onde tinha uma lagoa. Está escrito numa rocha ao lado da lagoa: O silêncio do Ogro.
Voo novamente a dentro da casa pela janela e vejo que há uma mulher loira de terno a guiar um grupo de turistas por ali. O ambiente era todo decorado, chão com brilho, paredes ornamentadas com peças.

Minha mãe está no grupo. Ela me chama e diz que tinha voltado a dar aula para adultos e que era para dizer isso para ela na vida real, porque se sabia que ela estava triste e que isso a daria esperança. (é que na vida real minha mãe é professora e ela foi movida duma escola de supletivo para uma de crianças, mas ela não tem muito jeito com crianças e vive a reclamar sobre isso, ela quer muito voltar ao antigo emprego).
Voo até minha casa novamente. Eu não lembrava de plano de ação algum, sinto até mesmo ter esquecido do pé grande. Entro em casa e passo pelo corredor e vejo no quarto de minha mãe uma coruja filhote meio morta. Oras ela fechava o olho, oras não. Estava apoiada sobre as bordas da cama de meus pais. Pego a e levo até o quintal. Lá pego uma folha com o pensamento de que era curativa e dou para a coruja cheirar. Assim que o faz, ela fica melhor e então voa e fica parada no muro.
Começo a perder a lucidez e no desespero, começo a tocar em arvores, chão, muro... Para sentir a textura, é aí que aparece um cara moreno em meu quintal. Eu o chamo e peço para lutarmos, isso traria minha visão novamente. Trocamos uns socos e chutes e fico bem. Eu o agradeço. Chamo pela fênix.
Fewe, Fewe... (a pronúncia disso é fei).

E nada...
Faith, Faith... (a pronúncia aqui é feit e significa fé em inglês).

Vejo então no céu uma forma de ponta de lança a rasgar os ares. Era a fênix e pagava fogo. Ele fez uma manobra no ar e pousou em meu quintal. Estava em meio termo, sua forma era entre garça e gavião. Suas cores eram na maioria cinza, mas mantinha as penas eriçadas douradas amareladas.

Que houve com você? Faith? É fé mesmo seu nome? pergunto.
Sim, é fé o significado... Estou no fim desse período, é algo normal. Em breve volto. Daqui a uma hora exatamente, cantarei meu último som e morrerei. ele responde.
E como nos veremos? questiono.
Através daquela corujinha que você salvou a pouco... É parte de mim que ficará sempre contigo. comenta Faith.
E quanto a Lisa? Ela já voltou?! chamo.

De repente sai do depósito de ferramentas, que tem no fundo de meu quintal a leoa Lisa. Ela vem em minha direção e fica ao lado de Faith. Vejo que a altura dos dois é muito parecida (isso para Lisa quando está de pé só com as patinhas de trás do chão). Eu a abraço e digo que sentia sua falta. Ela me responde o mesmo.
Lisa, Faith me disse como nos conhecemos e quanto a você? Disse que nos conhecíamos fora daqui. Como é sua verdadeira forma? falo.

Ela olha para frente e medita um pouco, aí olha para mim e começo a ver sobre ela uma nuvem (como aquelas de pensamento de desenho animado) onde há uma mulher gordinha com roupa de empregada. Eu a reconheço e acordo, acho que a emoção foi forte.
------------------------------
Quando acordei, já não lembrava quem era a pessoa. Olho em meu celular. É 6:55 AM. Deito e por DEILD volto ao mesmo sonho, mas infelizmente sem lucidez.
------------------------------
Parte não lúcida:
Estou numa rua de paralelipípedos e há muitas pessoas lá também. Há uma estátua ou é ele mesmo no meio de todos. É Faith em forma totalmente cinza, de asas abertas, e paralisado como pedra. Chegam pelo ar várias fênix, muitas mesmo. São de diversas cores e lideradas por uma mais a frente que parecia uma águia cinzenta, essa usava no peito um tipo de colar com uma pedra redonda escura de pingente. Ele, é um macho, diz que farão o funeral de mais um amigo que cumpriu sua missão. Não sei como, acho que com a mente, as fênix movem várias madeiras que estão num canto da rua em direção a Faith. Acho que era para facilitar a combustão.
esse último desenho não fui eu quem fiz, procurei imagens e essa ficou compatível com o relato, então só inseri aqui

Depois de postas, o líder e algumas outras fênix abrem seus bicos e jogam labaredas na estátua e rapidamente a mesma incendeia.
------------------------------
Acordo com um som de piano bem triste na cabeça, não sei descrever, e vejo que são 7:50 AM, quase uma hora depois do que Faith disse. Aquilo me deixou bem emocionado que depois não consegui mais dormir.
A música parecia-se com isso:


Última edição por EmersonPawoski em Qua Dez 11, 2013 6:05 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Dez 11, 2013 2:03 pm
Larissa escreveu:Desafio lucido:
Encontrar o pe grande.
ele provavelmente vai tentar comer a gente,o desafio e enfrenta-lo conversando.
que tal?

Certo, aceito o desafio... Do jeito que mandou, dá um pouco de medo de ser devorado, mas, vamos lá.
Abraços.


Última edição por EmersonPawoski em Qui Dez 12, 2013 10:43 am, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Dez 11, 2013 2:43 pm
o desafio é justamente paara enfrentar o medo!MUAHAHA
eu aposto q sou mais medrosa q vc hihihi
Se nos enfrentarmos o medo no sonho podemos enfrentar na vida real!
ah!,vai ter data de termino o desafio?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

em Qua Dez 11, 2013 7:14 pm
Aja tempo pra ler Emerson.

Cara tu tem Sonho lúcido quase todo os dias mano tu é um sortudo,e eu nem se quiser nunca tive o meu DROGAAAAAAA


Última edição por Crono em Qui Dez 12, 2013 4:43 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Emerson Pawoski

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