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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Sex Jan 02, 2015 6:46 pm
Que sonho mais estranho, Emerson. Não se parece muito com o padrão de sonho que você costuma ter. Qual sera o significado desse sonho?
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qua Jan 07, 2015 10:52 am
Acho que eu me sentia numa situação de perigo, então achava que o problema era um, quando na verdade era outro. E tive que sair dessa concepção (muros do colégio) para resolver o problema. Não sei né...
------------------------
Estava numa arena com outras pessoas. Vestíamos uniformes futuristas com estilo medieval. Nossas armas eram medievais, como machados, espadas, clavas, etc. Devíamos escolher uma arma para lutar, nossos oponentes seriam dinossauros. Os portões se abriram e entramos. Os demais até tentavam lutar, mas, aos primeiros sinais de que podiam ser feridos, voltavam para a entrada. Eu pego um machado e um escudo e começo com os menores: raptores, troodons, etc. Eu fazia um corte em seus pescoços quando se aproximavam.

Para enfrentar o tiranossauro rex, tive de usar uma lança para deixar sua boca aberta e então feri-lo por dentro.
Derrotado o animal, pus fim a todos os problemas da arena e por aquilo, os criadores da luta me colocaram no próximo estágio.
Eu agora me via num plano contínuo de geleiras e icebergs. Tinha de ir pulando de um em um até chegar num lugar. Vencida essa prova me tornei um soldado especial do país em que vivia e me colocavam para resolver situações de risco.
Era como a SWAT e uma dessas missões tínhamos de salvar reféns de um grupo de pessoas más.
Estava tudo certo, até que então descobri que uma das reféns era uma menina de meu ensino médio.
Lembro que a viagem de helicóptero, e todo o trajeto de minha base até onde estavam os reféns, ouvia:


No final, minha equipe resolveu a situação e terminou com um beijo entre mim e a menina.
Abraços.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qua Jan 07, 2015 11:28 am
bacana,um sonho medieval,muito bom emerson!
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qui Jan 08, 2015 1:45 am
Taí, um tipo de sonho que é difícil de eu sonhar. Seus sonhos são muito mágicos e cheio de fantasias, Emerson. Bem no estilo do clássico Alice no país das maravilhas. Ou melhor, Emerson no país das maravilhasgargalhada
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qui Jan 08, 2015 9:56 am
Que sonho loko iguais aos meus kkkk. Gostei da parte que misturou a tema futurista e medieval, e a parte dos dinossauros lol


"se olhar para o abismo, o abismo ira olhar pra você"
Criado por algum inteligente

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Criado por um gênio eu

[right]"o cubo não fala, mas se falar, ignore"
Criada por uma batata

[left]"o bolo é uma mentira"
Criado por... É serio, o bolo é uma mentira!
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Dom Jan 18, 2015 11:31 am
@ Luna- que bom que gostou, sim, os medievais trazem algo de nosso universo interno quase sempre...

@ Ramon- os seus também têm meu amigo, alguns têm sim. Aquele da criatura do espelho foi mágico, só que foi assustador medo hehe

@ Sonic- fico feliz que tenha gostado Douglas, pois é, no mundo onírico sempre há essas misturas de vários assuntos.
-------------------------------------
17/01

Estou com amigos numa cidade litorânea, estávamos passeando até que soubemos que um monstro viria atacar a cidade pelo mar. Também sentíamos um vento forte vindo das águas. Tempestades e tempo nublado surgiram. Por alguma razão nos separamos e eu estava indo a rodoviária da cidade para sair de lá o mais rápido possível. Do local onde estava com meus amigos até a rodoviária, vi que os vendedores de lojas abandonavam seus locais, então... Pensei: por que não? Entrei em uma loja e peguei dois kinder ovos. (para quem não me conhece em meus sonhos os kinder ovos são uma presença). Comi um no percurso e o outro guardei.

Na rodoviária o único ônibus que saia era um bem velhinho, aqueles sem conforto... Mesmo assim, entrei e fui. A rodovia até outra cidade era bela pela mata que a cercava. Era uma floresta baixa, de modo, que podia ser vista quilômetros a dentro. Percebi então que o monstro não vinha do mar, mas, sim da floresta. Era igual ao godzilla e estava dormindo sobre a floresta. Imenso, sua respiração era o que causava os ventos fortes na região.


18/01

Estou em um escritório com minha namorada, escrevíamos um livro e dávamos palpites para ajudar. Lembro que quando conversamos, meio que, víamos a cena do livro. O livro falava da história de um casal de irmãos, mas, o primeiro capítulo (no passado) falava de como os pais deles se conheceram. Foi numa prova de vestibular, se encontraram por acaso e dali surgiu um grande amor. Enquanto víamos essa cena, consegui ouvir ao fundo o começo de Lucy in the sky with diamonds.


A cena muda então ao segundo capítulo (no presente) onde o filho do casal, agora um rapaz de cabelo comprido chegava de avião numa cidade metropolitana.
------------------------------
Nesse outro sonho, a impressão que tive é que recebi várias mensagens, mas como sou meio fraco ainda, gravei pouco e só lembrei de uma mensagem. Era como se alguém me falasse aquelas palavras e mostrasse uma cena que as fizesse entender melhor.
A mensagem que lembro era: Ás vezes grandes instrumentos são como coisas simples, por exemplo, um quadro negro na mão de um professor, pode mudar vidas.

E a imagem que me surgia era de uma professora árabe ensinando crianças a ler, escrever e obter consciência de suas vidas.
----------------------------
Estava num barco, com um instrutor e outras pessoas. Estávamos no Rio Amazonas. (como eu sei? Bom, era um rio muito largo e comprido, com estilo florestal igual ao que tem na Amazônia) Tínhamos de ir de um barco a outro. Esse outro se aproximou e ficou paralelo ao nosso por uns metros. Entre nós, uma jangada. Pulamos na jangada e dela ao outro barco. No novo barco, o instrutor iria me fazer pescar. Deu-me uma vara com carretilha. (essa peça que gira para puxar o anzol)

Joguei o anzol na água, vi pelas sombras que os peixes da região eram grandes e não tardou até que eu pegasse um. Puxei, puxei, com força, usei a carretilha... Até que quando levantei o objeto da água, vi que era um sapo gigante do tamanho de um cachorro. Não sei se por pena ou medo, fui baixando o fio para que ele voltasse a água. Enquanto ele voltava, parecia que o barco em que estávamos se inundava. Corri para a margem oposto ao barco anterior, pois ali não mais água ou floresta e sim o quintal de meus avós maternos. Corri e pulei, ultrapassando o muro. Já no quintal tudo se acalmou e acordei.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Sex Jan 30, 2015 11:52 am
O beijo do vampiro

Lembro que era morador de rua ou algo assim e vivia de alimentos dados por outras pessoas. Num dia ninguém havia dado coisa alguma, então decidi roubar uma loja de comidas. Peguei um tipo de prato pronto embalado e sai correndo. O dono do local foi atrás de mim e me pegou. A comida caiu no chão e começamos a brigar.
Não sei o que houve, mas, acabei me tornando um vampiro, assim no meio do dia, e em vez de me alimentar da comida do cara, comecei a me alimentar de seu sangue. Ele morre e não sei se é a polícia ou alguma outra organização que aparece, mas, umas pessoas me rendem e me levam para um lugar...

Quando me dou conta, estou numa maca, num hospital. Minha roupa era outra e diziam que eu devia me afastar de sangue por um tempo, porém dada minha condição, ainda precisava de carne.
Eles davam me frango assado e coisas assim, mas, sem sangue. A princípio planejava minha fuga, quando alguém viesse, o morderia, beberia sangue, ficaria forte e fugiria, mas, percebi o quanto era bem tratado naquele lugar. As pessoas eram boas, tinha televisão, dvd, comida, roupas limpas... Lembro que comecei a desistir da ideia de fugir e passei a cogitar viver ali ou ajudar aquelas pessoas a ajudarem outros que estavam na mesma situação que eu.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Seg Fev 02, 2015 12:20 am
Ás vezes grandes instrumentos são como coisas simples, por exemplo, um quadro negro na mão de um professor, pode mudar vidas.


Tai uma frase que vou levar pra vida!!
----
E quanto a esse sonho da pesca... Cara, eu ja não gosto de sapo nem pequeno, imagina um do tamanho de um cachorro!
----

Esse teu ultimo sonho me fez lembrar do meu tio, que algum tempo atrás era viciado em álcool e drogas, e que era sustentado pela minha mãe. Ele definitivamente sugava o sangue dela, pois ele não trabalhava e portanto não contribuía em nada com as despesas da casa, com o tempo essa situação foi só piorando até a situação se tornar insustentável, o que acabou com a internação dele. Felizmente correu tudo bem, e hoje ele está em outro estado, ajudando na recuperação de dependentes químicos!


Só se vive bem ao ar livre e a luz do Sol. Tudo aquilo a que tiram a liberdade,perde a identidade e logo morre.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Seg Fev 02, 2015 2:56 pm
@ Junin- opa Ailton, que legal, também gostei da frase. Ás vezes temos essas inspiraçãos que nos tornam pessoas melhores.

Tadinho do sapo, nem tinha culpa de ser grande, é que ele tinha ossos MUITO largos.

Fico feliz por teu tio, certa vez li que alguns sofrimentos que temos, são na verdade para conhecermos um problema e assim podermos ajudar pessoas nessas situações.
-----------------------
Forte como um touro

Eu era uma mulher, que tinha um marido e três filhos. Pertencíamos ao exército americano, eu e meu marido e em razão dum desentendimento, começamos a ser caçados pelo governo. O enredo desse sonho passasse alguns anos antes de 2000, assim o notei por como eram os objetos do sonho (carros e móveis).

Por nossa e proteção de nossos filhos, fugimos (deixando as crianças sob a tutela de minha irmã) numa noite num trem e foi então que conhecemos um ex-sargento soviético e seu grupo. Eles planejavam desbravar um portal que levava a outra dimensão, algo que os russos haviam descoberto, mas, ninguém tinha coragem de entrar. (sobrou para esses ex-militares russos a tarefa, uma vez, que eles não tinham mais função). Acabamos eu e meu marido indo com eles...
O tempo passou e voltamos em alguns anos para a Terra. Meu marido morrera nessa outra dimensão, tendo sobrevivido do grupo, apenas eu e o ex-sargento. Nós, sobreviventes, tivemos de fazer inúmeras cirurgias do outro lado, trocar órgãos, ossos por metais para sobreviver a aquele local diferente.

Quando voltamos nossa aparência era normal, mas por dentro, éramos diferentes.
Decidi ir a casa de minha irmã para rever meus filhos, o ex-sargento me acompanhava.
Para minha surpresa meus filhos não me reconheciam como mãe e minha irmã me julgava um ser horrível por ter abandonado minhas crianças, ela não entendia que o governo nos oferecia perigo e assim entramos em discussão, essa terminando em minha irmã permitindo que eu desse uma volta com as crianças, para ver se havia algum sentimento.
Minha irmã morava ao sopé dum morro e subi com meus filhos nesse morrinho, e lá em cima havia um touro solto. Meu filho mais velho quis brincar com o touro e esse veio com tudo nas três crianças.

Me aproveitando de meus ossos serem metálicos, segurei o touro pelos chifres e estávamos equiparados em força, nem ele me empurrava, nem eu o fazia. Para vencê-lo, dedico me jogar com ele do morro, ao menos, causaria algum dano. O fiz e depois da queda vi que ele morreu com o impacto e eu, sobrevivi graças aos ossos metálicos. Por alguma razão sinto no momento que 1/3 da carne do boi já não podia ser aproveitada.
--------------------
Esse sonho foi no domingo (01/02/2014) e meu primo estava passando a noite lá. Acordamos e ele também gosta de falar sobre sonhos, conversamos e chegamos a conclusão de algumas simbologias apresentadas: o touro representa nossa natureza animal, o ego, as paixões mais fortes e avassaladoras; as crianças são a inocência, o sonho, imaginação, criatividade, bondade e emoções mais puras e eu (a mulher "representando emoções" do exército com ossos de metal) sou a experiência ganhada pela vida.

Então a passagem de um exército a outro simboliza os eventos diferentes que ocorrem na vida, mudamos dum evento para outro todo dia e como mudei para proteger as crianças, era porque minha permanência numa mesma perspectiva estava tirando minha pureza. As crianças nao me reconheceram (desconfiada, cheia de feridas e mágoas, desgostosa da vida )como a luz não vê razão nas sombras. Novamente em contato com esse meu lado emocional melhor, o touro (impulsos animais e fraquezas morais) tentaram destruir essa pureza e eu com a experiência fui segurando esse evento. A experiência me ensinou, pelo sonho, que não vale a pena deixar o ego sobre a pureza e é pela experiência, pelo aprendizado (com possíveis sofrimentos como no caso das prótses de metal) que pode-se combater as fraquezas morais.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qua Fev 04, 2015 2:10 pm
Natureza selvagem

Lembro de chegar num estabelecimento de comércio, onde no sonho, minha namorada trabalhava. Fui até lá para vê-la e então fui surpreendido ao ver, que no sonho, ela usava roupas provocantes. Chateado, questionei o porque daquilo e ela respondia que eram normas do local. Imediatamente comecei a insistir que ela voltasse em casa e se trocasse, que não se rebaixasse a aquela vestimenta.

De alguma maneira, sabia que ela era lobisomem fêmea, mas, era como se em vez de virar meio humana meio lobo, virava só lobo e ela era uma loba branca. Fora eu, quem a havia mordido, que por minha vez, era um lobo preto.
Lembro que enquanto ela ia para casa, um rapaz a seguia. Agoniado fui atrás dele em forma de lobo preto e na rua mesmo, a vista de todos, o derrubei. Se o mordesse, ele poderia vir a ser um lobisomem, então se o fizesse teria de matá-lo e não queria matar alguém. Coloquei minhas afiadas patas em seu pescoço e na forma de lobo (eu era meio mágico mesmo) falei que ele devia não mais intervir ou na próxima vez, não seria apenas um aviso.
--------------------------------
Sob a tutela da observação percebi alguns aspectos interessantes desse sonho. O lobo representa nossa natureza selvagem. O fato de minha namorada estar num local de comércio indica relacionamento, ela pelo fator emocional e o comércio simbolizando trocas (um relacionamento exige trocas de bens e deveres). Ao que pude entender, pelo sonho, eu via as pessoas sendo em seus egos, conforme meus defeitos, enxergando nelas as falhas que tenho. Sobre o fato de eu ter intervindo na ação do rapaz, pode indicar que não gosto de quando as pessoas perseguem minhas falhas ou as demonstram, agindo com fúria para me defender.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qua Fev 04, 2015 10:00 pm
A fonte

Mais uma vez eu pertencia ao sexo feminino, mas, não era uma mulher e sim uma náiade, uma ninfa da água na mitologia grega (tipo uma elfa/ fada/ espírito da natureza). Eu tinha uma irmã e ambas gostávamos do mesmo rapaz, o que nos infelicitava, porque, ele ainda decidia sobre uma de nós. Vivíamos num rio que fazia curva ao pé dum pequeno morro, tudo no meio duma floresta. Lembro que era mais velha que minha irmã e o rapaz acabou decidindo a mim.

Minha irmã veio toda brava atrás de mim e eu para fugir nadei contornando a curva do rio e num dado momento, subido a terra. Corri e corri, minha irmã vinha atrás de mim. Tínhamos uma lenda, no sonho, que existia um lugar chamado Fonte, onde recebíamos todas as forças da água (era tipo uma cascata esse lugar). Lembro que corria pelas árvores e do nada entrei num labirinto, como uma continuação da floresta. Nesse labirinto, encontro então meu professor de inglês do ensino médio (que também é um grande amigo e possível padrinho quando eu tiver um filho).
Nesse momento, eu já não era mais uma náiade e sim eu mesmo. Junto de meu professor saímos do labirinto e chegamos num hospital. De repente, já não era mais meu professor e sim um de meus primos.

Esse hospital ficava na África, assim eu sabia, porque através das janelas via as paisagens e identificava as formações vegetais. Fui até a recepcionista, que estava com seu filho atrás do balcão.
Onde fica a cascata? perguntei.

Não lembro como ela respondeu, mas, seu idioma era espanhol, o que indicava que aquele local era um país africano, colonizado pela Espanha. Ela aponta numa direção. Eu e meu primo saímos do hospital e estávamos então naquela savana africana, lá fora nos esperava outro primo com bicicletas, uma para cada e fomos os três, pedalando em busca da cascata.
Aqui começa a tocar uma música no sonho.


Era noite, quando chegamos a uma formação florestal. Como não tinha aonde deixar as bicicletas, as colocamos no chão mesmo e quando soltei a minha, acabei acordando um animal da floresta. Parecia um caracal, só que menor e sob a luz da Lua, seus olhos refletiam em verde. Os sons que ele fazia era parecido com esse. Era na verdade, no sonho, um gato primitivo e que já devia estar extinto. Com medo de ser mordido e ele ter alguma bactéria na saliva eu fugia bem lentamente. Suas orelhas eram de caracal, seu pelo cinza e o tamanho era como isso:

Adentrei a floresta, e o animal me seguia. Em dado momento surge um gato doméstico no caminho e assusta o primitivo por uns segundos, o que me dá vantagem de distância. O primitivo volta então a me perseguir e surge um cachorro, que também afasta momentaneamente o estranho animal. Restabelecida a perseguição começo a pensar se conseguiria chegar a cascata sem que o gato primitivo pulasse junto, pois, se ele o fizesse também receberia poder dela. Ainda no sonho, então lembro de outro sonho que tive, mas, era como uma lembrança dum fato real, que eu já estivera na cascata antes e que era formada por uma pedra grande, uma média ao lado e entre as duas havia um poço, esse poço, então é que virava um córrego. Em minha lembrança, já havia mergulhado naquele poço.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qui Fev 05, 2015 12:51 am
Você sonhou que era uma ninfa chamada Náiade? Esse Emerson tem cada sonho viajado viu. Kkkkkk

O lance da falsa memória dentro do sonho é algo intrigante. Você que disse que já havia mergulhado no mesmo poço em outro sonho. Um tempo atrás sonhei que tinha uma esposas e um filhinho de 5 anos de idade. Na vida real, não sou casado e nem tenho filhos. Mas, no sonho eu tinha uma falsa memória de que tinha vivido muitos anos com aquela mulher e acompanhado o crescimento do meu filho. A falsa memória era tão forte que eu amava eles muito, ao ponto de acordar do sonho, e ficar meio nostálgico, sentido saudades deles. A tal da falsa memória é poderosa dentro do sonho, capaz de confundir a cabeça da gente. Kkkk
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qua Fev 11, 2015 9:22 pm
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@ Ramon- haha e não é, um mais viajado que o outro... Então durante o desenlaçar dessa falsa memória, tive a impressão de estar num sonho e aquela lembrança vinha de outro sonho. Lembro desse teu sonho, teu menino, a bicicleta. Confunde mesmo...
---------------
Não sei descrever se eu era o personagem ou se o acompanhava em terceira pessoa, mas... Durante o sonho conseguia ouvir uma música.


Havia um mágico, cujo nome era aparentemente Júlio, que era alemão. O sonho ocorre na época do início da 2ª Guerra Mundial, mas, Júlio nada tinha contra os judeus. Ele havia ido a uma escola judia para mostrar seus truques para as crianças. Mostrou a elas, as professores e zeladores da escola, truques de malabarismo, de cartas, moedas escondidas e todos se alegravam com sua presença. Na verdade, Júlio, naquele dia descobrira a amizade por um dos zeladores da escola e um amor que nutriu, logo ao ver, por uma das professoras, Rebecca. Rebecca estava um pouco pálida, pois estava com uma enfermidade, porém, para Júlio, ainda era um encanto.

Depois de algum tempo de brincadeira, todos da escola ouvem um barulho lá fora e ao olharem pelas janelas, veem tropas alemãs chegando.
Júlio se justificava, ele nada tinha haver com aquela invasão e queria tirar seus novos amigos daquele lugar o mais rápido possível. Pensou em levar Rebecca em seus braços e fugir com ela por uma das janelas da escola, mas, viu, que os alemãs chegaram por todos os lados. E enfim, foram todos, inclusive o mágico alemão (considerado rebelde por estar com os judeus), capturados e levados a um campo de concentração.
Nesse local foram separados para trabalhar, alguns cuidavam das hortas, outros serviços domésticos, haviam aqueles que trabalhavam na manutenção de obras... E Júlio fora separado de Rebecca dessa maneira, entretanto, tinha a felicidade de ainda ter aquele amigo que fizera por perto.

O campo de concentração era dividido em dois: a parte mais braçal e a outra mais doméstica. Júlio e seu amigo ficaram na parte braçal e com o coração amargurado sem Rebecca, o mágico acaba se envolvendo com outra mulher judia, mas, ainda pensava em seu outro amor. Certa feita, o mágico acaba fugindo de seu campo para ir no outro, procurar por Rebecca. No outro campo havia a casa do líder alemão local que tomara posse daquele campo. Não encontrando Rebecca no campo, Júlio então invade a casa, na procura da mulher. E ele encontra uma mulher, mas, não a que procurava e sim a mãe do líder alemão. A senhora, já de seus cabelos brancos, ansiava por ver a bondade e luz no coração do filho, mas, cada vez mais ele cometia mais e mais crimes, ela também não entendia a razão da guerra e estava desanimada.

Começou ali uma amizade, um mágico que alegrava e fazia rir uma velha desamparada, e uma velha mãe que via num moço o filho que ela sempre quisera ter. Vez a vez, Júlio dava suas escapadas para ir falar com a senhora, e assim, conseguia tempo para procurar Rebecca pela casa.
A senhora, chamada Cecília, gostou tanto da presença do mágico que o colocou para trabalhar como servente na casa, o tempo passou e nada da mulher que procurava. Olhava pelas frestas da casa e via seus antigos amigos no campo a trabalhar, enquanto ele tinha ali privilégios. Aquilo lhe pesava e sua mente vai então para a banheira que agora ele se lavava, enquanto, antes era uma ducha fria.
Em um evento dos alemães na casa, ele, servindo bebidas e petiscos, ouve que Rebecca estava em um comodo afastado e isolado da casa, ela cuidava das crianças, filhos dos patrões alemães.

Essa descoberta veio em paralelo com frustrações que os alemães começavam a ter com a presença do mágico, mesmo ele sendo alemão, sua presença os frustava. Cecília, para proteger seu amigo, então consegue colocá-lo em um jipe que sairia daquela região. Ele tinha a chance de fugir. Pensou em Rebecca, nos amigos e em sua protetora Cecília, mas, para que os reencontrasse de verdade, devia fugir e pedir ajuda.
Ele foge e vai até a Bulgaria (ou Hungria, agora já não lembro) e pede ajuda. Passam-se dois anos e aviões começam a chegar no local, avisados por Júlio sobre onde ficava aquela base alemã. Os aviões jogaram então ali várias bombas e alguns judeus foram feridos. O sonho termina ai...
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qui Fev 12, 2015 12:33 am
emerson escreveu :

EmersonPawoski escreveu:@ Ramon- haha e não é, um mais viajado que o outro... Então durante o desenlaçar dessa falsa memória, tive a impressão de estar num sonho e aquela lembrança vinha de outro sonho. Lembro desse teu sonho, teu menino, a bicicleta. Confunde mesmo...
---------------
Não sei descrever se eu era o personagem ou se o acompanhava em terceira pessoa, mas... Durante o sonho conseguia ouvir uma música.


Havia um mágico, cujo nome era aparentemente Júlio, que era alemão. O sonho ocorre na época do início da 2ª Guerra Mundial, mas, Júlio nada tinha contra os judeus. Ele havia ido a uma escola judia para mostrar seus truques para as crianças. Mostrou a elas, as professores e zeladores da escola, truques de malabarismo, de cartas, moedas escondidas e todos se alegravam com sua presença. Na verdade, Júlio, naquele dia descobrira a amizade por um dos zeladores da escola e um amor que nutriu, logo ao ver, por uma das professoras, Rebecca. Rebecca estava um pouco pálida, pois estava com uma enfermidade, porém, para Júlio, ainda era um encanto.

Depois de algum tempo de brincadeira, todos da escola ouvem um barulho lá fora e ao olharem pelas janelas, veem tropas alemãs chegando.
Júlio se justificava, ele nada tinha haver com aquela invasão e queria tirar seus novos amigos daquele lugar o mais rápido possível. Pensou em levar Rebecca em seus braços e fugir com ela por uma das janelas da escola, mas, viu, que os alemãs chegaram por todos os lados. E enfim, foram todos, inclusive o mágico alemão (considerado rebelde por estar com os judeus), capturados e levados a um campo de concentração.
Nesse local foram separados para trabalhar, alguns cuidavam das hortas, outros serviços domésticos, haviam aqueles que trabalhavam na manutenção de obras... E Júlio fora separado de Rebecca dessa maneira, entretanto, tinha a felicidade de ainda ter aquele amigo que fizera por perto.

O campo de concentração era dividido em dois: a parte mais braçal e a outra mais doméstica. Júlio e seu amigo ficaram na parte braçal e com o coração amargurado sem Rebecca, o mágico acaba se envolvendo com outra mulher judia, mas, ainda pensava em seu outro amor. Certa feita, o mágico acaba fugindo de seu campo para ir no outro, procurar por Rebecca. No outro campo havia a casa do líder alemão local que tomara posse daquele campo. Não encontrando Rebecca no campo, Júlio então invade a casa, na procura da mulher. E ele encontra uma mulher, mas, não a que procurava e sim a mãe do líder alemão. A senhora, já de seus cabelos brancos, ansiava por ver a bondade e luz no coração do filho, mas, cada vez mais ele cometia mais e mais crimes, ela também não entendia a razão da guerra e estava desanimada.

Começou ali uma amizade, um mágico que alegrava e fazia rir uma velha desamparada, e uma velha mãe que via num moço o filho que ela sempre quisera ter. Vez a vez, Júlio dava suas escapadas para ir falar com a senhora, e assim, conseguia tempo para procurar Rebecca pela casa.
A senhora, chamada Cecília, gostou tanto da presença do mágico que o colocou para trabalhar como servente na casa, o tempo passou e nada da mulher que procurava. Olhava pelas frestas da casa e via seus antigos amigos no campo a trabalhar, enquanto ele tinha ali privilégios. Aquilo lhe pesava e sua mente vai então para a banheira que agora ele se lavava, enquanto, antes era uma ducha fria.
Em um evento dos alemães na casa, ele, servindo bebidas e petiscos, ouve que Rebecca estava em um comodo afastado e isolado da casa, ela cuidava das crianças, filhos dos patrões alemães.

Essa descoberta veio em paralelo com frustrações que os alemães começavam a ter com a presença do mágico, mesmo ele sendo alemão, sua presença os frustava. Cecília, para proteger seu amigo, então consegue colocá-lo em um jipe que sairia daquela região. Ele tinha a chance de fugir. Pensou em Rebecca, nos amigos e em sua protetora Cecília, mas, para que os reencontrasse de verdade, devia fugir e pedir ajuda.
Ele foge e vai até a Bulgaria (ou Hungria, agora já não lembro) e pede ajuda. Passam-se dois anos e aviões começam a chegar no local, avisados por Júlio sobre onde ficava aquela base alemã. Os aviões jogaram então ali várias bombas e alguns judeus foram feridos. O sonho termina ai...
Essa música do padre Zezinho é clássica. Todo ano na festa do padroeiro da minha cidade tocam essa música na igreja. Kkkkk Mas, até que a música tem uma letra bonita. certo

Esse seu sonho é mais um daqueles seus sonhos em terceira pessoa, que conta um drama que parece ter saído de algum romance ou biografia. Quem são essas pessoas? E qual a relação delas com você? Me desculpa por eu fazer tantas perguntas, Emerson. Talvez você nao saiba as respostas. Mas, é que esse seu sonho é bastante incomum. suspeito
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Ter Fev 17, 2015 10:06 am
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@ Ramon-
É bem antiga mesmo essa música, mas, como você disse, tem uma letra bonita.
Então, não sei, na verdade desconfio de algumas coisas, acredito serem narrações. Agora minha relação com eles, ainda não sei...
--------------------
Esse foi bem curtinho, estou numa fase complicada de sonhos...
--------------------
Lembro de estar na Grécia Antiga, e eu era discípulo dum filósofo. Ele era idoso, calvo e testa larga. Procurei imagens e achei o mais parecido Sócrates, mas, não tenho certeza.
Estávamos no Templo de Delfos.

Éramos acho que alguns discípulos dispersados pelo templo. Todos ouvimos o que o filósofo dizia, mas, não estávamos na frente dele. Alguns atrás, outros no canto... Eu estava a seu lado. Na frente dele e minha havia um buraco. Ouvíamos todos sons de flauta, bem relaxantes.
Mestre, o senhor pulará aí? pergunto.
Sim, pularei de cabeça. ele responde.

O filósofo então deixa de ser carne e osso, e vira uma estátua. A cabeça de sua estátua então se quebra e cai no buraco a nossa frente.
--------------
Embora curto, foi bem interessante e simbólico para mim. O buraco sempre representou em nossa cultura o desconhecido, o mistério. O que tem lá dentro? Há bichos ou espinhos? É fundo ou não? Então sempre passa essa ideia da dúvida. O fato do filósofo, isto é, o ser pensante, ter entrado ali de cabeça, pode significar que para conhecer as coisas até o momento desconhecidas, temos de usar a razão e adentrar nelas. O filósofo não ficou apenas olhando o buraco, caiu sua cabeça nele.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Sex Fev 20, 2015 10:50 am
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Mucha Lucha

Lembro que fazia parte duma vila de lutadores (não usávamos máscaras...). E cada um tinha seu talento, obviamente os mais fortes eram mais prestigiados. Lembro que eu tinha um nível bem baixo entre os demais. Naquela vila havia um tronco, duma arvore, fincado entre duas pedras. Eles diziam que fora posto ali por um lutador muito forte e lendário, que ninguém jamais vira... El detonador. Esse lutador surgira muitos anos no passado e talvez o único que sabia quem ele era, o nosso professor.

Lembro que peguei um ônibus e na estrada, o mesmo sofreu um acidente, sendo eu o único sobrevivente. Passávamos sobre uma ponte e o ônibus caiu lá embaixo. Nas margens do rio abaixo da ponte encontro um portal e o adentro, voltando alguns anos no passado. Não sei se foi por passar pelo portal, mas, acabei ficando muito esperto, muito ágil. Encontrara uma casa onde vivia aquele professor, porém quando mais novo, e ele estava tendo problemas com um tronco de arvore que caíra em razão duma chuva. Usando movimentos rápidos, que substituíam força afastei o tronco, mas, de tão rápido, ele rodopiou e caiu entre duas pedras grandes. Percebi que eu era o El detonador. Voltei ao portal e ao presente, dizendo a todos quem eu era e como prova que perguntassem ao professor. Assim o fizeram e ele confirmou, arranjando-me finalmente um prestígio no local.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Dom Fev 22, 2015 10:32 am
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Esse foi mais ou menos antes de acordar. Eu havia acordado 8:20, voltei a deitar para tentar DEILD, e despertei 8:25 sem sonho lúcido.
-------------------------
Estava num tipo de comunidade marginal/ favela e havia um balão laranja voando mais ou menos na altura do teto das casas.

Eu perseguia aquele balão e dava uns pulos bem altos para pegá-lo, até que o fiz.
De repente chega próximo de mim um homem que parecia ser um professor/ mentor.
Viu o que fiz, dei um pulo enorme e peguei o balão. comento alegre.

Ele então pego o balão de mim e com um alfinete o estoura.
É inútil usar esse talento para pegar coisas vazias.
--------------------------
Foi um sonho curto, mas, bem interessante e com uma boa lição.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Dom Fev 22, 2015 4:47 pm
Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:@ Ramon-
É bem antiga mesmo essa música, mas, como você disse, tem uma letra bonita.
Então, não sei, na verdade desconfio de algumas coisas, acredito serem narrações. Agora minha relação com eles, ainda não sei...
--------------------
Esse foi bem curtinho, estou numa fase complicada de sonhos...
--------------------
Lembro de estar na Grécia Antiga, e eu era discípulo dum filósofo. Ele era idoso, calvo e testa larga. Procurei imagens e achei o mais parecido Sócrates, mas, não tenho certeza.
Estávamos no Templo de Delfos.

Éramos acho que alguns discípulos dispersados pelo templo. Todos ouvimos o que o filósofo dizia, mas, não estávamos na frente dele. Alguns atrás, outros no canto... Eu estava a seu lado. Na frente dele e minha havia um buraco. Ouvíamos todos sons de flauta, bem relaxantes.
Mestre, o senhor pulará aí? pergunto.
Sim, pularei de cabeça. ele responde.

O filósofo então deixa de ser carne e osso, e vira uma estátua. A cabeça de sua estátua então se quebra e cai no buraco a nossa frente.
--------------
Embora curto, foi bem interessante e simbólico para mim. O buraco sempre representou em nossa cultura o desconhecido, o mistério. O que tem lá dentro? Há bichos ou espinhos? É fundo ou não? Então sempre passa essa ideia da dúvida. O fato do filósofo, isto é, o ser pensante, ter entrado ali de cabeça, pode significar que para conhecer as coisas até o momento desconhecidas, temos de usar a razão e adentrar nelas. O filósofo não ficou apenas olhando o buraco, caiu sua cabeça nele.
Emerson, será que nesse sonho você tomou umas aulas de filosofia com o próprio filósofo Sócrates? gargalhada

Mucha Lucha:

Mucha Lucha

Lembro que fazia parte duma vila de lutadores (não usávamos máscaras...). E cada um tinha seu talento, obviamente os mais fortes eram mais prestigiados. Lembro que eu tinha um nível bem baixo entre os demais. Naquela vila havia um tronco, duma arvore, fincado entre duas pedras. Eles diziam que fora posto ali por um lutador muito forte e lendário, que ninguém jamais vira... El detonador. Esse lutador surgira muitos anos no passado e talvez o único que sabia quem ele era, o nosso professor.

Lembro que peguei um ônibus e na estrada, o mesmo sofreu um acidente, sendo eu o único sobrevivente. Passávamos sobre uma ponte e o ônibus caiu lá embaixo. Nas margens do rio abaixo da ponte encontro um portal e o adentro, voltando alguns anos no passado. Não sei se foi por passar pelo portal, mas, acabei ficando muito esperto, muito ágil. Encontrara uma casa onde vivia aquele professor, porém quando mais novo, e ele estava tendo problemas com um tronco de arvore que caíra em razão duma chuva. Usando movimentos rápidos, que substituíam força afastei o tronco, mas, de tão rápido, ele rodopiou e caiu entre duas pedras grandes. Percebi que eu era o El detonador. Voltei ao portal e ao presente, dizendo a todos quem eu era e como prova que perguntassem ao professor. Assim o fizeram e ele confirmou, arranjando-me finalmente um prestígio no local. 
Emerson, o grande El Detonador nos Sonhos Lúcidos. krizalid

E agora virou o El Moderador do fórum também. viva

Parabéns pela moderação, brother. certo  Quem te escolheu pra ser moderador, escolheu muito bem. Você merece. brindar

Emerson escreveu:

Esse foi mais ou menos antes de acordar. Eu havia acordado 8:20, voltei a deitar para tentar DEILD, e despertei 8:25 sem sonho lúcido.
-------------------------
Estava num tipo de comunidade marginal/ favela e havia um balão laranja voando mais ou menos na altura do teto das casas. 

Eu perseguia aquele balão e dava uns pulos bem altos para pegá-lo, até que o fiz. 
De repente chega próximo de mim um homem que parecia ser um professor/ mentor.
Viu o que fiz, dei um pulo enorme e peguei o balão. comento alegre.

Ele então pego o balão de mim e com um alfinete o estoura.
É inútil usar esse talento para pegar coisas vazias.
--------------------------
Foi um sonho curto, mas, bem interessante e com uma boa lição.
Verdade! Mas, porque será que a cor do balão não era branca no lugar de ser laranja? gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Ter Fev 24, 2015 11:35 am
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@ Ramon-
Ahh não sei se foi com ele, acho que foi mais o que ele representa, mas, se foi com ele, imagina que legal...

Não sou apto a tais prestígios, espero fazer jus a essa nova posição e colaborar de alguma forma com o fórum.

Talvez por simbologia, quem sabe? Laranja representa energia, vida, movimento... Talvez eu estivesse pulando para atingir isso, mas, num objeto vazio.
-----------------
Lembro de estar numa cidade costeira. As passarelas ao lado do mar eram de paralelepípedos. Havia sobre elas três plataformas circulares e sobre cada, um homem. Esses homens estavam a caráter, um de filósofo grego, outro de soldado romano e o terceiro não lembro (talvez músico harpista, mas, não tenho certeza). Eu tinha de escolher entre um dos três. Escolho o filósofo e então eu viro o filósofo.

Subo num barco para seguir em direção ao oceano e dois soldados invadem o barco e começam a lutar ali. Enquanto eu remava na ponta do barco, eles se combatiam, até um que um perdeu e caiu no mar. Não gostando daquela situação, voltei as margens, deixei o soldado ali e abandonei minha função de filósofo e barqueiro.  
Algumas pessoas do local me procuram, pedindo que eu voltasse a velejar, mas, minto e digo que era vendedor.
------------------
Esse sonho foi muito simbólico e direto, como dizia um sábio da antiguidade: quem tem olhos que veja.

Pelo que entendi o mar representa, a mente, o desconhecido, a meta, o destino, o infinito e evolução. As três funções (filósofo, soldado e o outro) são os três modos de viver: usando a razão, os impulsos e o outro não sei. Escolhendo-se a razão tem de adentrar no oceano, no mundo interno. Velejar sobre o mar, representa então, estar acima dessas emoções e sobre elas seguir uma direção. Os dois soldados que lutavam eram dois sentimentos fortes que acompanhavam a razão e mostrou-se que depois de entrar nesse mar de descobrimentos, apenas um sentimento forte deve persistir.

O fato de eu ter voltado, pode indicar que eu tenha medo de descobrir certas coisas e voltei para a segurança do carnal e sobre ter mentido ser vendedor, na representação, é mentir que é alguém que faz trocas de coisas do mesmo valor, significa que estou só retornando as coisas da vida, só balanceando, mas, não exatamente tomando um rumo. E como velejar com segurança? A resposta está no próprio barco... Com os remos, simbolicamente os remos representam dois atuantes duma situação, usando apenas um, ficamos girando na água, é necessário usar os dois. Como acreditar e agir, não basta acreditar em algo, mas agir para concluir a ação, assim como não há sentido em agir sem ter uma meta, um acreditar.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qui Fev 26, 2015 4:33 am
Emerson escreveu:

EmersonPawoski escreveu:@ Ramon-
Ahh não sei se foi com ele, acho que foi mais o que ele representa, mas, se foi com ele, imagina que legal...

Não sou apto a tais prestígios, espero fazer jus a essa nova posição e colaborar de alguma forma com o fórum.

Talvez por simbologia, quem sabe? Laranja representa energia, vida, movimento... Talvez eu estivesse pulando para atingir isso, mas, num objeto vazio.
-----------------
Lembro de estar numa cidade costeira. As passarelas ao lado do mar eram de paralelepípedos. Havia sobre elas três plataformas circulares e sobre cada, um homem. Esses homens estavam a caráter, um de filósofo grego, outro de soldado romano e o terceiro não lembro (talvez músico harpista, mas, não tenho certeza). Eu tinha de escolher entre um dos três. Escolho o filósofo e então eu viro o filósofo.

Subo num barco para seguir em direção ao oceano e dois soldados invadem o barco e começam a lutar ali. Enquanto eu remava na ponta do barco, eles se combatiam, até um que um perdeu e caiu no mar. Não gostando daquela situação, voltei as margens, deixei o soldado ali e abandonei minha função de filósofo e barqueiro.  
Algumas pessoas do local me procuram, pedindo que eu voltasse a velejar, mas, minto e digo que era vendedor.
------------------
Esse sonho foi muito simbólico e direto, como dizia um sábio da antiguidade: quem tem olhos que veja.

Pelo que entendi o mar representa, a mente, o desconhecido, a meta, o destino, o infinito e evolução. As três funções (filósofo, soldado e o outro) são os três modos de viver: usando a razão, os impulsos e o outro não sei. Escolhendo-se a razão tem de adentrar no oceano, no mundo interno. Velejar sobre o mar, representa então, estar acima dessas emoções e sobre elas seguir uma direção. Os dois soldados que lutavam eram dois sentimentos fortes que acompanhavam a razão e mostrou-se que depois de entrar nesse mar de descobrimentos, apenas um sentimento forte deve persistir.

O fato de eu ter voltado, pode indicar que eu tenha medo de descobrir certas coisas e voltei para a segurança do carnal e sobre ter mentido ser vendedor, na representação, é mentir que é alguém que faz trocas de coisas do mesmo valor, significa que estou só retornando as coisas da vida, só balanceando, mas, não exatamente tomando um rumo. E como velejar com segurança? A resposta está no próprio barco... Com os remos, simbolicamente os remos representam dois atuantes duma situação, usando apenas um, ficamos girando na água, é necessário usar os dois. Como acreditar e agir, não basta acreditar em algo, mas agir para concluir a ação, assim como não há sentido em agir sem ter uma meta, um acreditar.
Estou começando a achar que além de escritor, você daria um bom filósofo também. Vu, Emerson.  gargalhada

Mas, a sua análise pra esse sonho é bem interessante. Nos ensina uma lição fundamental. 

"Não basta acreditar em algo, mas agir para concluir a ação."

Essa frase foi profunda. 

Tem certeza que você não andou tomando umas aulas com algum filósofo grego enquanto você estava dormindo e sonhando? gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qui Fev 26, 2015 9:33 pm
EmersonPawoski escreveu:@ Ramon-
Ahh não sei se foi com ele, acho que foi mais o que ele representa, mas, se foi com ele, imagina que legal...

Não sou apto a tais prestígios, espero fazer jus a essa nova posição e colaborar de alguma forma com o fórum.

Talvez por simbologia, quem sabe? Laranja representa energia, vida, movimento... Talvez eu estivesse pulando para atingir isso, mas, num objeto vazio.
-----------------
Lembro de estar numa cidade costeira. As passarelas ao lado do mar eram de paralelepípedos. Havia sobre elas três plataformas circulares e sobre cada, um homem. Esses homens estavam a caráter, um de filósofo grego, outro de soldado romano e o terceiro não lembro (talvez músico harpista, mas, não tenho certeza). Eu tinha de escolher entre um dos três. Escolho o filósofo e então eu viro o filósofo.

Subo num barco para seguir em direção ao oceano e dois soldados invadem o barco e começam a lutar ali. Enquanto eu remava na ponta do barco, eles se combatiam, até um que um perdeu e caiu no mar. Não gostando daquela situação, voltei as margens, deixei o soldado ali e abandonei minha função de filósofo e barqueiro.  
Algumas pessoas do local me procuram, pedindo que eu voltasse a velejar, mas, minto e digo que era vendedor.
------------------
Esse sonho foi muito simbólico e direto, como dizia um sábio da antiguidade: quem tem olhos que veja.

Pelo que entendi o mar representa, a mente, o desconhecido, a meta, o destino, o infinito e evolução. As três funções (filósofo, soldado e o outro) são os três modos de viver: usando a razão, os impulsos e o outro não sei. Escolhendo-se a razão tem de adentrar no oceano, no mundo interno. Velejar sobre o mar, representa então, estar acima dessas emoções e sobre elas seguir uma direção. Os dois soldados que lutavam eram dois sentimentos fortes que acompanhavam a razão e mostrou-se que depois de entrar nesse mar de descobrimentos, apenas um sentimento forte deve persistir.

O fato de eu ter voltado, pode indicar que eu tenha medo de descobrir certas coisas e voltei para a segurança do carnal e sobre ter mentido ser vendedor, na representação, é mentir que é alguém que faz trocas de coisas do mesmo valor, significa que estou só retornando as coisas da vida, só balanceando, mas, não exatamente tomando um rumo. E como velejar com segurança? A resposta está no próprio barco... Com os remos, simbolicamente os remos representam dois atuantes duma situação, usando apenas um, ficamos girando na água, é necessário usar os dois. Como acreditar e agir, não basta acreditar em algo, mas agir para concluir a ação, assim como não há sentido em agir sem ter uma meta, um acreditar.

E eu que achava que já não era mais tempo de alguém assim entrar aqui...obrigado por me provar o contrário. Isso foi perfeito Emerson.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qui Fev 26, 2015 9:48 pm
@ Ramon- não, acho que não tive aula hehe Essa parte do acreditar e agir faz parte de uma coletânea de mensagens dum livro, eu apenas adequei ao sonho porque achei que tinha haver. Como havia lido a mensagem e sonhado com o barco, julguei que minha mente fazia alusão a mensagem.
A mensagem completa é essa aqui, tem na internet também:
Spoiler:
Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.

Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.

O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.

O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.

Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir.

Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.

O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força.

O barco, então, começou a dar voltas, sem sair do lugar em que estava.

Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor.

Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.

Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.

Então, o barqueiro disse ao viajante:

Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.

Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos, ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: agir e acreditar.

Não basta apenas acreditar, senão o barco ficará rodando em círculos. É preciso também agir, para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.

Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.

*   *   *

Gandhi tinha uma meta: libertar seu povo do jugo inglês. Tinha também uma estratégia: a não-violência.

Sua autoconfiança foi tanta que atingiu a sua meta sem derramamento de sangue. Ele não só acreditou que era possível, mas também agiu com segurança.

Madre Teresa também tinha uma meta: socorrer os pobres abandonados de Calcutá. Acreditou e agiu, superando a meta inicial, socorrendo pobres do mundo inteiro.

Albert Schweitzer traçou sua meta e chegou lá. Deixou o conforto da cidade grande e se embrenhou na selva da África francesa para atender aos nativos, no mais completo anonimato.

Como estes, teríamos outros tantos exemplos de homens e mulheres que não só acreditaram, mas que tornaram realidade seus planos de felicidade e redenção particular.

*   *   *

E você? Está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs?

Se o barco da sua autoconfiança está parado no meio do caminho ou andando em círculos, é hora de tomar uma decisão e impulsioná-lo com força e com vontade.

Lembre que só você poderá acioná-lo utilizando-se dos dois remos: agir e acreditar.

*   *   *

Caso você ainda não tenha uma meta traçada ou deseje refazer a sua, considere alguns pontos:

verifique se os caminhos que irá percorrer não estarão invadindo a propriedade de terceiros;

se as águas que deseja navegar estão protegidas dos calhaus da inveja, do orgulho, do ódio;

e, antes de movimentar o barco, verifique se os remos não estão corroídos pelo ácido do egoísmo.

Depois de tomar todas estas precauções, siga em frente e boa viagem.

@ Vertigo- sou um dos membros que entrou em épocas anteriores ao fórum, não tanto como o Ramon ou Reizen, mas, não entrei agora. Agradeço pela oportunidade de ajudar, mas, não é a mim que deve agradecer.
----------------------
Lembro de estar numa pedra duma cascata. Estava lá com várias pessoas e uma dessas meu cunhado. Digo a todos que seria interessante entrar naquela água e meu cunhado (que na vida real gosta muito de aventura) se joga num dos poços do corpo aquático.

Ele nadava contra a corrente e então não era mais ele e sim uma mulher de vestido branco que subia o córrego como um peixe, ela ia em direção, subindo o rio onde havia outras mulheres fazendo o mesmo.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qui Fev 26, 2015 11:01 pm
EmersonPawoski escreveu:@ Ramon- não, acho que não tive aula hehe Essa parte do acreditar e agir faz parte de uma coletânea de mensagens dum livro, eu apenas adequei ao sonho porque achei que tinha haver. Como havia lido a mensagem e sonhado com o barco, julguei que minha mente fazia alusão a mensagem.
A mensagem completa é essa aqui, tem na internet também:
Spoiler:
Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.

Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.

O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.

O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.

Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir.

Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.

O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força.

O barco, então, começou a dar voltas, sem sair do lugar em que estava.

Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor.

Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.

Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.

Então, o barqueiro disse ao viajante:

Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.

Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos, ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: agir e acreditar.

Não basta apenas acreditar, senão o barco ficará rodando em círculos. É preciso também agir, para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.

Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.

*   *   *

Gandhi tinha uma meta: libertar seu povo do jugo inglês. Tinha também uma estratégia: a não-violência.

Sua autoconfiança foi tanta que atingiu a sua meta sem derramamento de sangue. Ele não só acreditou que era possível, mas também agiu com segurança.

Madre Teresa também tinha uma meta: socorrer os pobres abandonados de Calcutá. Acreditou e agiu, superando a meta inicial, socorrendo pobres do mundo inteiro.

Albert Schweitzer traçou sua meta e chegou lá. Deixou o conforto da cidade grande e se embrenhou na selva da África francesa para atender aos nativos, no mais completo anonimato.

Como estes, teríamos outros tantos exemplos de homens e mulheres que não só acreditaram, mas que tornaram realidade seus planos de felicidade e redenção particular.

*   *   *

E você? Está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs?

Se o barco da sua autoconfiança está parado no meio do caminho ou andando em círculos, é hora de tomar uma decisão e impulsioná-lo com força e com vontade.

Lembre que só você poderá acioná-lo utilizando-se dos dois remos: agir e acreditar.

*   *   *

Caso você ainda não tenha uma meta traçada ou deseje refazer a sua, considere alguns pontos:

verifique se os caminhos que irá percorrer não estarão invadindo a propriedade de terceiros;

se as águas que deseja navegar estão protegidas dos calhaus da inveja, do orgulho, do ódio;

e, antes de movimentar o barco, verifique se os remos não estão corroídos pelo ácido do egoísmo.

Depois de tomar todas estas precauções, siga em frente e boa viagem.

@ Vertigo- sou um dos membros que entrou em épocas anteriores ao fórum, não tanto como o Ramon ou Reizen, mas, não entrei agora. Agradeço pela oportunidade de ajudar, mas, não é a mim que deve agradecer.
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Lembro de estar numa pedra duma cascata. Estava lá com várias pessoas e uma dessas meu cunhado. Digo a todos que seria interessante entrar naquela água e meu cunhado (que na vida real gosta muito de aventura) se joga num dos poços do corpo aquático.

Ele nadava contra a corrente e então não era mais ele e sim uma mulher de vestido branco que subia o córrego como um peixe, ela ia em direção, subindo o rio onde havia outras mulheres fazendo o mesmo.

Cada um faz sua parte nessa realidade, expandindo o universo sem mesmo estarem cientes disso na maioria do tempo. Devemos agradecer à todos, até mesmo enquanto podemos odiá-los, com essa deixa aproveito para me desculpar com todos os moderadores e todos os outros membros a que me referi no passado, àqueles que decepcionei, pois todos vocês vivem suas vidas muitas vezes presos nessa realidade árdua, limitados, apenas têm a chance de acordar realmente nos sonhos, sendo vocês mesmos de novo. Por isso meus caros amigos, por essa minha nova visão do mundo, meu respeito por cada um de vocês é imensurável, mesmo que minha personalidade individual ainda exista e faça eu me sentir ofendido muitas vezes, vou me manter consciente e sempre relembrá-los do valor que todos aqui têm ajudando todos os novos membros a explorarem esse mundo que todos visitamos todas as noites. Obrigado, sinceramente, sinto que devo dizer isso.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Qui Fev 26, 2015 11:32 pm
Muito bem, Vertigo, qual é teu nome? Gosto de chamar as pessoas pelo nome. E é realmente isso mesmo, somos, todos ainda presos a nossas realidade e só podemos contribuir uns com os outros através do amor, da piedade, da compaixão, do não julgamento... É um prazer mesmo compartilhar com toda essa galerinha as experiências dos sonhos lúcidos, também tenho muito a agradecer a todos do fórum.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

em Dom Mar 01, 2015 1:46 pm
Um pouco de luz nessa vida

Primeira parte: pela madrugada, antes de 05:54

Estou em minha casa e minha cadelinha pinscher aparentemente havia dado a luz (na vida real, ela nunca cruzou) e tinha ali vários filhotes com ela. Não lembro o porque, mas, um dos filhotes tinha de morrer. Não sei se ele estava doente ou tinha algo errado, mas, decidiu-se que para abreviar seu sofrimento foi escolhido a eutanásia. Infelizmente não havia veterinários, nem ninguém que pudesse ajudar na ação e o sofrimento continuava. A solução seria eu mesmo agir. Fui até onde estava ela com os filhotes e peguei um filhote fêmea no colo, levando até fora de casa.

E aparentemente eu conseguia me comunicar telepaticamente com ela.
Você sabe o que vai acontecer, né? eu perguntava.
Eu sei, e está tudo bem. Eu sei que é necessário, só não quero que doa. ela falava com sua mente canina.
Não vai doer, eu prometo. eu comento.

Lá no quintal havia uma então uma rampa, eu deito a filhote ali e dou um beijo em seu rosto. Enquanto assim o faço, pego levemente sua cabeça e torço rapidamente o pescoço, quebrando-o. Ela falece no mesmo instante e meu coração junto... Como foi horrível fazer aquilo, até mesmo agora escrevendo ainda sinto o remorso que senti no sonho. Gritei, então, de agonia e dor moral, eu sabia que era necessário, mas doía demais ter feito aquilo.

Acordei aflito e mesmo nesse horário fui a procura de minha pinscher (na vida real ela não deu a luz, mais uma vez) para ver se ela estava bem. Constatando que estava tudo bem, beije-a e abracei-a, era minha bebezinha e fiquei feliz por tudo ter sido só um sonho. De volta a cama, pedi que eu tivesse outro sonho que me fizesse me livrar daquela sensação ruim, que eu pudesse acordar melhor da próxima vez...

Segunda parte:

Agora eu me encontrava numa escola, que não sei se estava em funcionamento, mas, estava havendo um seminário no local.

Eu era um dos palestrantes e o objetivo ali era ajudar as pessoas. Íamos distribuir comida e roupas para as pessoas da região, antes da palestra que ia dar, fui ver algumas coisas na sala onde estavam os alimentos e encontrei um rapaz ali roubando as comidas.
Quem é você? questiono.
Sou João. ele fala.
Que está fazendo? pergunto?
Olha cara, eu estou precisando... ele responde.
Mas todos receberão alimentos, não precisa roubar e aliás se roubar além da média, ficará faltando a teus amigos e familiares. comento.
Não tenho amigos e meus familiares me tratam como lixo. ele fala.

Sem saber o que dizer e com o relógio correndo, tento.
João, façamos o seguinte, guardarei uma quantia especial para você e te dou depois, mas, não roube. Passamos para todos e depois te dou um pouco a mais, longe de todos. Veremos teu caso depois da palestra pode ser?
Pode, obrigado senhor. ele reflete.

De volta a palestra, não sei sobre eu que eu falava, terminou-se em uma festa com bolo de aniversário, comemorávamos o aniversário do Brasil ou da Terra, era alguma coisa assim.
Aqui começo a ouvir uma música, bem nessa parte:


Na cobertura do bolo tinha um mapa do mundo e sobre o Brasil um bebê feito de guloseimas. Mas antes de comermos o bolo, tínhamos de terminar o que tínhamos começado. Enquanto dávamos comida as pessoas, liberamos animais que estavam presos em jaulas no local. Eram animais de circo que encontramos e planejávamos liberá-los a uma reserva florestal. Um dos animais que foge duma jaula é uma leoa com uma coleira e na coleira presa uma corrente. Penalizado me aproximo, e mesmo com medo, começo a desatar a coleira.

Percebia que ela tinha um trauma, quando se pressionava, mesmo que de leve, algumas regiões do pescoço, ela abria a boca, dando a entender que no circo puxavam-na com frequência e se ela não abrisse a boca, lhe batiam. Senti muita pena e a libertei, mas, ela não quis ir com os outros animais para a floresta que cercava a escola. Ela queria ficar ali comigo, talvez por medo ou por não mais conseguir viver na vida selvagem, porém, eu a aceitei e fiquei com ela.
-------------------
Acordei lá por 07:00 e pouco. Esse segundo sonho foi então um complemento do primeiro. A mensagem dos dois foi clara: alguns sacríficos são necessários para se atingir uma meta. O bebê representa no Brasil, o novo tipo de pessoas que queremos ser. Os animais fugindo são esses sentimentos mais materiais deixam o novo indivíduo para se atingir a renovação. A leoa ficar ali comigo, representa reciclagem dos valores que já temos, valores esses que estão traumatizados por longos anos de exaustão.
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Re: Diário dos Sonhos de EmersonPawoski

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