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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sab Abr 23, 2016 1:31 pm
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Königin escreveu:
Que sonho intenso. Seu amigo se tornou um anjo agressivo, só porque você nao quis dialogar com ele no primeiro momento do sonho. Parece que ele voltou nos outros sonhos atrás de respostas. Faz tempo que você nao troca ideias com seu amigo?

Faz sim, eu e ele eramos bons colegas, concordávamos e discordávamos o tempo todo um do outro. Achei interessante sonhar com ele depois de tanto tempo.
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Ter Abr 26, 2016 12:47 pm
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Cara cada um dos seus sonhos não-lúcidos são melhores que os outros! Parabéns ai e cara seu amigo é um pouco sentimental?


meus sonhos não lucidos

meus sonhos lucidos
sera que vivemos , nossas vidas são reaiss , sera que estamos sonhando se estivermos sonhando a nossa vida inteira, então , eu sonho com um sonho melhor
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Ter Abr 26, 2016 6:06 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
eduarducido escreveu:Cara cada um dos seus sonhos não-lúcidos são melhores que os outros! Parabéns ai e cara seu amigo é um pouco sentimental?


Opa, obrigado, e bem vindo ao meu diário xD

Bom meu amigo é bem mais sentimental do que racional lingua
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Qua Abr 27, 2016 7:47 am
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Hoje foi o terceiro dia em que eu estive fazendo uso da Tecnica SRM, devo confeçar que ainda não tive um sonho lúcido se quer... mas , ao mesmo tempo, a fácilidade de recordação dos sonhos aumentou muito. Ao acordar eu me lembro de tantos sonhos diferentes que anota-los tem se tornado difícil, pois não sei descrever de qual é qual.
Aliás até por este motivo eu tenho feito uso do Mapa mental para anota-los, é mais prático e rápido, recomendo a todos. Mas vamos aos sonhos do deste noite:
Sonho 1 :                                                      A praça dos Ditadores

Eu estava em um ônibus e subia uma ladeira bem íngrime, ao chegar no topo percebi que era o ponto final e resolvi saltar. Lá eu fiquei em um ponto em frente a uma praça, mas não conseguia ver o que tinha nela pois havia uma banca de revistas na frente. O ponto não estava cheio, mas tinha vários estudantes, além disso, pelo sol me parecia que eram 12 horas do dia. Resolvi ir na praça, mas do nada me vejo lá em baixo de novo, no começo da ladeira.
Peguei outro ônibus, mas desta vez falei ao motorista que queria ir para casa, ele me respondeu que não era aquele ônibus e disse que eu deveria descer, expliquei a ele o problema  e disse que o ônibus que eu havia pego anteriormente deveria estar descendo a ladeira naquele momento, então perguntei a ele se não poderia parar o outro ônibus e me colocar lá sem eu precisar pagar outra passagem. Ele concordou, mas nós não encontramos o meu ônibus enquanto subíamos a ladeira e essem motorista me deixou em frente a praça.
Resolvi descer e explorar a praça, quando cheguei nela, era   bem pequena, havia um local murado em quatro paredes, mas estas paredes eram feitas daquelas plantas "ramadeiras", como se ela tivesse tomado conta dos muros de um cômodo.
Entrei naquele lugar e o aspecto não era ruim, as plantes ao redor lembravam um jardin, mas ao olhar bem haviam obras de Arte espalhadas por todo canto. Algumas não me chamaram atenção pois eram apenas imagens de arte abstrata, mas eu olhei diretamente para uma imagem que tinha os olhos furados. Estava tentando entender ela até que o Presidente Obama pareceu do meu lado e disse :
"-Eu que mandei fura-los..."
Eu respondi : "-ÃH!? Não entendi!"
Ele disse novamente: "- Os olhos, eu que mandei fura-los" "Não quero nem que no inferno este homem enxergue o nosso mundo"
Eu falei então: "- Se é assim, você vai ter que furar olhos e cortar ouvidos de muitas das obras de Arte por aqui senhor, Hitle, Mussouline e por aí vai..."
Ele respondeu: "-Não havia me atentado para isto irei procurar resolver este problema agora mesmo" E saiu correndo.
Eu estava um pouco confuso com tudo isto, até que me apareceu uma segunda pessoa, com uma voz forçada pro grave, a ele falava sobre o medo, dizia que eu deveria temer o que estava por vim, pois havia alguem muito pior que aqueles ditadores nas pinturas, alguém que já havia matado milhares de vezes que que espreitava as pessoas pelas sombras. Enquanto eu ouvia este homem falar, eu ficava olhando pelas falhas que havia no muro de plantas procurando ver o que havia do outro lado, eu olhava um homem estranho que caminhava pela praça do outro lado do muro, de repende ele sumiu e apareceu bem na minha frente, só que do outro lado do muro. Como eu estava vendo por um pequeno buraco, nos olhamos olho no olho apenas, e eu vi um olho dourado que chegava a brilhar, nesse mesmo momento eu caí como se estivesse sido atingido por um tranquilizante ou algum remédio para dormir e a ultima visão que tive foi aquele olho dourado brilhando pela fresta do muro.


Ps1: Esta praça, com os ditadores, acho que é a segunda vez que eu sonho com ela, mas desta vez consegui lembrar com mais clareza.
Ps2: Pesquisei um pouco e a primeira imagem com o homem que teve seus olhos furados na foto era esta :
 

Esse cara pelo que parece foi um ditador Chinês, nunca tinha ouvido falar nele nem lido nada sobre o assunto. Mas o rosto é praticamente o mesmo que sonhei, a diferença são os olhos que no meu sonho era como se tivessem sido recordados.
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sex Abr 29, 2016 2:58 pm
Pyros escreveu:

Pyros escreveu:Hoje foi o terceiro dia em que eu estive fazendo uso da Tecnica SRM, devo confeçar que ainda não tive um sonho lúcido se quer... mas , ao mesmo tempo, a fácilidade de recordação dos sonhos aumentou muito. Ao acordar eu me lembro de tantos sonhos diferentes que anota-los tem se tornado difícil, pois não sei descrever de qual é qual.
Aliás até por este motivo eu tenho feito uso do Mapa mental para anota-los, é mais prático e rápido, recomendo a todos. Mas vamos aos sonhos do deste noite:
Sonho 1 :                                                      A praça dos Ditadores

Eu estava em um ônibus e subia uma ladeira bem íngrime, ao chegar no topo percebi que era o ponto final e resolvi saltar. Lá eu fiquei em um ponto em frente a uma praça, mas não conseguia ver o que tinha nela pois havia uma banca de revistas na frente. O ponto não estava cheio, mas tinha vários estudantes, além disso, pelo sol me parecia que eram 12 horas do dia. Resolvi ir na praça, mas do nada me vejo lá em baixo de novo, no começo da ladeira.
Peguei outro ônibus, mas desta vez falei ao motorista que queria ir para casa, ele me respondeu que não era aquele ônibus e disse que eu deveria descer, expliquei a ele o problema  e disse que o ônibus que eu havia pego anteriormente deveria estar descendo a ladeira naquele momento, então perguntei a ele se não poderia parar o outro ônibus e me colocar lá sem eu precisar pagar outra passagem. Ele concordou, mas nós não encontramos o meu ônibus enquanto subíamos a ladeira e essem motorista me deixou em frente a praça.
Resolvi descer e explorar a praça, quando cheguei nela, era   bem pequena, havia um local murado em quatro paredes, mas estas paredes eram feitas daquelas plantas "ramadeiras", como se ela tivesse tomado conta dos muros de um cômodo.
Entrei naquele lugar e o aspecto não era ruim, as plantes ao redor lembravam um jardin, mas ao olhar bem haviam obras de Arte espalhadas por todo canto. Algumas não me chamaram atenção pois eram apenas imagens de arte abstrata, mas eu olhei diretamente para uma imagem que tinha os olhos furados. Estava tentando entender ela até que o Presidente Obama pareceu do meu lado e disse :
"-Eu que mandei fura-los..."
Eu respondi : "-ÃH!? Não entendi!"
Ele disse novamente: "- Os olhos, eu que mandei fura-los" "Não quero nem que no inferno este homem enxergue o nosso mundo"
Eu falei então: "- Se é assim, você vai ter que furar olhos e cortar ouvidos de muitas das obras de Arte por aqui senhor, Hitle, Mussouline e por aí vai..."
Ele respondeu: "-Não havia me atentado para isto irei procurar resolver este problema agora mesmo" E saiu correndo.
Eu estava um pouco confuso com tudo isto, até que me apareceu uma segunda pessoa, com uma voz forçada pro grave, a ele falava sobre o medo, dizia que eu deveria temer o que estava por vim, pois havia alguem muito pior que aqueles ditadores nas pinturas, alguém que já havia matado milhares de vezes que que espreitava as pessoas pelas sombras. Enquanto eu ouvia este homem falar, eu ficava olhando pelas falhas que havia no muro de plantas procurando ver o que havia do outro lado, eu olhava um homem estranho que caminhava pela praça do outro lado do muro, de repende ele sumiu e apareceu bem na minha frente, só que do outro lado do muro. Como eu estava vendo por um pequeno buraco, nos olhamos olho no olho apenas, e eu vi um olho dourado que chegava a brilhar, nesse mesmo momento eu caí como se estivesse sido atingido por um tranquilizante ou algum remédio para dormir e a ultima visão que tive foi aquele olho dourado brilhando pela fresta do muro.


Ps1: Esta praça, com os ditadores, acho que é a segunda vez que eu sonho com ela, mas desta vez consegui lembrar com mais clareza.
Ps2: Pesquisei um pouco e a primeira imagem com o homem que teve seus olhos furados na foto era esta :
 

Esse cara pelo que parece foi um ditador Chinês, nunca tinha ouvido falar nele nem lido nada sobre o assunto. Mas o rosto é praticamente o mesmo que sonhei, a diferença são os olhos que no meu sonho era como se tivessem sido recordados.
Esse seu relato é bem curioso. Porque, de fato, atualmente está rolando um clima muito tenso entre os EUA e um país oriental. Mas, ao invés da ser com a China, é na verdade com a Coreia do Norte.
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sex Abr 29, 2016 7:59 pm
Ramon escreveu:
Pyros escreveu:

Pyros escreveu:Hoje foi o terceiro dia em que eu estive fazendo uso da Tecnica SRM, devo confeçar que ainda não tive um sonho lúcido se quer... mas , ao mesmo tempo, a fácilidade de recordação dos sonhos aumentou muito. Ao acordar eu me lembro de tantos sonhos diferentes que anota-los tem se tornado difícil, pois não sei descrever de qual é qual.
Aliás até por este motivo eu tenho feito uso do Mapa mental para anota-los, é mais prático e rápido, recomendo a todos. Mas vamos aos sonhos do deste noite:
Sonho 1 :                                                      A praça dos Ditadores

Eu estava em um ônibus e subia uma ladeira bem íngrime, ao chegar no topo percebi que era o ponto final e resolvi saltar. Lá eu fiquei em um ponto em frente a uma praça, mas não conseguia ver o que tinha nela pois havia uma banca de revistas na frente. O ponto não estava cheio, mas tinha vários estudantes, além disso, pelo sol me parecia que eram 12 horas do dia. Resolvi ir na praça, mas do nada me vejo lá em baixo de novo, no começo da ladeira.
Peguei outro ônibus, mas desta vez falei ao motorista que queria ir para casa, ele me respondeu que não era aquele ônibus e disse que eu deveria descer, expliquei a ele o problema  e disse que o ônibus que eu havia pego anteriormente deveria estar descendo a ladeira naquele momento, então perguntei a ele se não poderia parar o outro ônibus e me colocar lá sem eu precisar pagar outra passagem. Ele concordou, mas nós não encontramos o meu ônibus enquanto subíamos a ladeira e essem motorista me deixou em frente a praça.
Resolvi descer e explorar a praça, quando cheguei nela, era   bem pequena, havia um local murado em quatro paredes, mas estas paredes eram feitas daquelas plantas "ramadeiras", como se ela tivesse tomado conta dos muros de um cômodo.
Entrei naquele lugar e o aspecto não era ruim, as plantes ao redor lembravam um jardin, mas ao olhar bem haviam obras de Arte espalhadas por todo canto. Algumas não me chamaram atenção pois eram apenas imagens de arte abstrata, mas eu olhei diretamente para uma imagem que tinha os olhos furados. Estava tentando entender ela até que o Presidente Obama pareceu do meu lado e disse :
"-Eu que mandei fura-los..."
Eu respondi : "-ÃH!? Não entendi!"
Ele disse novamente: "- Os olhos, eu que mandei fura-los" "Não quero nem que no inferno este homem enxergue o nosso mundo"
Eu falei então: "- Se é assim, você vai ter que furar olhos e cortar ouvidos de muitas das obras de Arte por aqui senhor, Hitle, Mussouline e por aí vai..."
Ele respondeu: "-Não havia me atentado para isto irei procurar resolver este problema agora mesmo" E saiu correndo.
Eu estava um pouco confuso com tudo isto, até que me apareceu uma segunda pessoa, com uma voz forçada pro grave, a ele falava sobre o medo, dizia que eu deveria temer o que estava por vim, pois havia alguem muito pior que aqueles ditadores nas pinturas, alguém que já havia matado milhares de vezes que que espreitava as pessoas pelas sombras. Enquanto eu ouvia este homem falar, eu ficava olhando pelas falhas que havia no muro de plantas procurando ver o que havia do outro lado, eu olhava um homem estranho que caminhava pela praça do outro lado do muro, de repende ele sumiu e apareceu bem na minha frente, só que do outro lado do muro. Como eu estava vendo por um pequeno buraco, nos olhamos olho no olho apenas, e eu vi um olho dourado que chegava a brilhar, nesse mesmo momento eu caí como se estivesse sido atingido por um tranquilizante ou algum remédio para dormir e a ultima visão que tive foi aquele olho dourado brilhando pela fresta do muro.


Ps1: Esta praça, com os ditadores, acho que é a segunda vez que eu sonho com ela, mas desta vez consegui lembrar com mais clareza.
Ps2: Pesquisei um pouco e a primeira imagem com o homem que teve seus olhos furados na foto era esta :
 

Esse cara pelo que parece foi um ditador Chinês, nunca tinha ouvido falar nele nem lido nada sobre o assunto. Mas o rosto é praticamente o mesmo que sonhei, a diferença são os olhos que no meu sonho era como se tivessem sido recordados.
Esse seu relato é bem curioso. Porque, de fato, atualmente está rolando um clima muito tenso entre os EUA e um país oriental. Mas, ao invés da ser com a China, é na verdade com a Coreia do Norte.


Tipo, eu nem mesmo sabia quem era este homem até pesquisar sobre, e fiquei surpreso por ver a mesma imagem de meu sonho. Mas quando eu acordei, fiquei pensando em ser algo relacionado a Coreia pelo fato dos ditadores realmente.
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Qui Maio 05, 2016 8:49 am
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Galera, desculpas por não está postando mais sonhos durante essa semana. Acontece que tem sido uma semana complicada para min e eu tenho me recordado pouco dos sonhos que estou tendo. Além disso, como eu ainda tenho pouquíssimos sonhos lúcidos, prefiro postar os sonhos não-lúcidos mais divertidos e interessantes para quem goste de ler.

Mas se pa, logo logo eu postarei mais xD
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Qui Maio 05, 2016 8:57 pm
Pyros escreveu:Galera, desculpas por não está postando mais sonhos durante essa semana. Acontece que tem sido uma semana complicada para min e eu tenho me recordado pouco dos sonhos que estou tendo. Além disso, como eu ainda tenho pouquíssimos sonhos lúcidos, prefiro postar os sonhos não-lúcidos mais divertidos e interessantes para quem goste de ler.

Mas se pa, logo logo eu postarei mais xD
Também estou passando por essa situação, Pyros. A semana que passou foi muito corrida pra mim. Acabei não tendo tempo pra anotar meus sonhos. E o resultado foi que acabei esquecendo boa parte dos sonhos.

Mas, vou voltar a anotar meus relatos. Porque os sonhos lúcidos vem com mais frequência quando dou mais atenção pros sonhos não-lúcidos.
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sab Maio 07, 2016 5:04 pm
Pyros:

Pyros escreveu:Hoje foi o terceiro dia em que eu estive fazendo uso da Tecnica SRM, devo confeçar que ainda não tive um sonho lúcido se quer... mas , ao mesmo tempo, a fácilidade de recordação dos sonhos aumentou muito. Ao acordar eu me lembro de tantos sonhos diferentes que anota-los tem se tornado difícil, pois não sei descrever de qual é qual.
Aliás até por este motivo eu tenho feito uso do Mapa mental para anota-los, é mais prático e rápido, recomendo a todos. Mas vamos aos sonhos do deste noite:
Sonho 1 :                                                      A praça dos Ditadores

Eu estava em um ônibus e subia uma ladeira bem íngrime, ao chegar no topo percebi que era o ponto final e resolvi saltar. Lá eu fiquei em um ponto em frente a uma praça, mas não conseguia ver o que tinha nela pois havia uma banca de revistas na frente. O ponto não estava cheio, mas tinha vários estudantes, além disso, pelo sol me parecia que eram 12 horas do dia. Resolvi ir na praça, mas do nada me vejo lá em baixo de novo, no começo da ladeira.
Peguei outro ônibus, mas desta vez falei ao motorista que queria ir para casa, ele me respondeu que não era aquele ônibus e disse que eu deveria descer, expliquei a ele o problema  e disse que o ônibus que eu havia pego anteriormente deveria estar descendo a ladeira naquele momento, então perguntei a ele se não poderia parar o outro ônibus e me colocar lá sem eu precisar pagar outra passagem. Ele concordou, mas nós não encontramos o meu ônibus enquanto subíamos a ladeira e essem motorista me deixou em frente a praça.
Resolvi descer e explorar a praça, quando cheguei nela, era   bem pequena, havia um local murado em quatro paredes, mas estas paredes eram feitas daquelas plantas "ramadeiras", como se ela tivesse tomado conta dos muros de um cômodo.
Entrei naquele lugar e o aspecto não era ruim, as plantes ao redor lembravam um jardin, mas ao olhar bem haviam obras de Arte espalhadas por todo canto. Algumas não me chamaram atenção pois eram apenas imagens de arte abstrata, mas eu olhei diretamente para uma imagem que tinha os olhos furados. Estava tentando entender ela até que o Presidente Obama pareceu do meu lado e disse :
"-Eu que mandei fura-los..."
Eu respondi : "-ÃH!? Não entendi!"
Ele disse novamente: "- Os olhos, eu que mandei fura-los" "Não quero nem que no inferno este homem enxergue o nosso mundo"
Eu falei então: "- Se é assim, você vai ter que furar olhos e cortar ouvidos de muitas das obras de Arte por aqui senhor, Hitle, Mussouline e por aí vai..."
Ele respondeu: "-Não havia me atentado para isto irei procurar resolver este problema agora mesmo" E saiu correndo.
Eu estava um pouco confuso com tudo isto, até que me apareceu uma segunda pessoa, com uma voz forçada pro grave, a ele falava sobre o medo, dizia que eu deveria temer o que estava por vim, pois havia alguem muito pior que aqueles ditadores nas pinturas, alguém que já havia matado milhares de vezes que que espreitava as pessoas pelas sombras. Enquanto eu ouvia este homem falar, eu ficava olhando pelas falhas que havia no muro de plantas procurando ver o que havia do outro lado, eu olhava um homem estranho que caminhava pela praça do outro lado do muro, de repende ele sumiu e apareceu bem na minha frente, só que do outro lado do muro. Como eu estava vendo por um pequeno buraco, nos olhamos olho no olho apenas, e eu vi um olho dourado que chegava a brilhar, nesse mesmo momento eu caí como se estivesse sido atingido por um tranquilizante ou algum remédio para dormir e a ultima visão que tive foi aquele olho dourado brilhando pela fresta do muro.


Ps1: Esta praça, com os ditadores, acho que é a segunda vez que eu sonho com ela, mas desta vez consegui lembrar com mais clareza.
Ps2: Pesquisei um pouco e a primeira imagem com o homem que teve seus olhos furados na foto era esta :
 

Esse cara pelo que parece foi um ditador Chinês, nunca tinha ouvido falar nele nem lido nada sobre o assunto. Mas o rosto é praticamente o mesmo que sonhei, a diferença são os olhos que no meu sonho era como se tivessem sido recordados.

Que sonho mais sinistro, Pyros. Esta praça com os ditadores, só pode estar localizada no Inferno. medo  Só o capeta tem a ideia de construir uma praça com obras de arte homenageando esses caras.
Brincadeiras à parte, seu relato foi muito interessante. Principalmente a parte que você descreve o ditador chinês da foto, sem ao menos nunca ter lido algo sobre ele antes. Mas quem sabe, você não viu algo sobre ele em algum livro de história, talvez por alguns segundos, mas não se lembra mais. leitura
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sab Maio 07, 2016 10:53 pm
Königin escreveu:
Pyros:

Pyros escreveu:Hoje foi o terceiro dia em que eu estive fazendo uso da Tecnica SRM, devo confeçar que ainda não tive um sonho lúcido se quer... mas , ao mesmo tempo, a fácilidade de recordação dos sonhos aumentou muito. Ao acordar eu me lembro de tantos sonhos diferentes que anota-los tem se tornado difícil, pois não sei descrever de qual é qual.
Aliás até por este motivo eu tenho feito uso do Mapa mental para anota-los, é mais prático e rápido, recomendo a todos. Mas vamos aos sonhos do deste noite:
Sonho 1 :                                                      A praça dos Ditadores

Eu estava em um ônibus e subia uma ladeira bem íngrime, ao chegar no topo percebi que era o ponto final e resolvi saltar. Lá eu fiquei em um ponto em frente a uma praça, mas não conseguia ver o que tinha nela pois havia uma banca de revistas na frente. O ponto não estava cheio, mas tinha vários estudantes, além disso, pelo sol me parecia que eram 12 horas do dia. Resolvi ir na praça, mas do nada me vejo lá em baixo de novo, no começo da ladeira.
Peguei outro ônibus, mas desta vez falei ao motorista que queria ir para casa, ele me respondeu que não era aquele ônibus e disse que eu deveria descer, expliquei a ele o problema  e disse que o ônibus que eu havia pego anteriormente deveria estar descendo a ladeira naquele momento, então perguntei a ele se não poderia parar o outro ônibus e me colocar lá sem eu precisar pagar outra passagem. Ele concordou, mas nós não encontramos o meu ônibus enquanto subíamos a ladeira e essem motorista me deixou em frente a praça.
Resolvi descer e explorar a praça, quando cheguei nela, era   bem pequena, havia um local murado em quatro paredes, mas estas paredes eram feitas daquelas plantas "ramadeiras", como se ela tivesse tomado conta dos muros de um cômodo.
Entrei naquele lugar e o aspecto não era ruim, as plantes ao redor lembravam um jardin, mas ao olhar bem haviam obras de Arte espalhadas por todo canto. Algumas não me chamaram atenção pois eram apenas imagens de arte abstrata, mas eu olhei diretamente para uma imagem que tinha os olhos furados. Estava tentando entender ela até que o Presidente Obama pareceu do meu lado e disse :
"-Eu que mandei fura-los..."
Eu respondi : "-ÃH!? Não entendi!"
Ele disse novamente: "- Os olhos, eu que mandei fura-los" "Não quero nem que no inferno este homem enxergue o nosso mundo"
Eu falei então: "- Se é assim, você vai ter que furar olhos e cortar ouvidos de muitas das obras de Arte por aqui senhor, Hitle, Mussouline e por aí vai..."
Ele respondeu: "-Não havia me atentado para isto irei procurar resolver este problema agora mesmo" E saiu correndo.
Eu estava um pouco confuso com tudo isto, até que me apareceu uma segunda pessoa, com uma voz forçada pro grave, a ele falava sobre o medo, dizia que eu deveria temer o que estava por vim, pois havia alguem muito pior que aqueles ditadores nas pinturas, alguém que já havia matado milhares de vezes que que espreitava as pessoas pelas sombras. Enquanto eu ouvia este homem falar, eu ficava olhando pelas falhas que havia no muro de plantas procurando ver o que havia do outro lado, eu olhava um homem estranho que caminhava pela praça do outro lado do muro, de repende ele sumiu e apareceu bem na minha frente, só que do outro lado do muro. Como eu estava vendo por um pequeno buraco, nos olhamos olho no olho apenas, e eu vi um olho dourado que chegava a brilhar, nesse mesmo momento eu caí como se estivesse sido atingido por um tranquilizante ou algum remédio para dormir e a ultima visão que tive foi aquele olho dourado brilhando pela fresta do muro.


Ps1: Esta praça, com os ditadores, acho que é a segunda vez que eu sonho com ela, mas desta vez consegui lembrar com mais clareza.
Ps2: Pesquisei um pouco e a primeira imagem com o homem que teve seus olhos furados na foto era esta :
 

Esse cara pelo que parece foi um ditador Chinês, nunca tinha ouvido falar nele nem lido nada sobre o assunto. Mas o rosto é praticamente o mesmo que sonhei, a diferença são os olhos que no meu sonho era como se tivessem sido recordados.

Que sonho mais sinistro, Pyros. Esta praça com os ditadores, só pode estar localizada no Inferno. medo  Só o capeta tem a ideia de construir uma praça com obras de arte homenageando esses caras.
Brincadeiras à parte, seu relato foi muito interessante. Principalmente a parte que você descreve o ditador chinês da foto, sem ao menos nunca ter lido algo sobre ele antes. Mas quem sabe, você não viu algo sobre ele em algum livro de história, talvez por alguns segundos, mas não se lembra mais. leitura

Eu fiquei pensando sobre isso Königin... até porque nosso cérebro capta toda a informação visual ao nosso redor, nós só não conseguimos ter acesso a ela todo o tempo. Mas foi muito sinistro mesmo, é como você diz, acho que aquele ônibus ia pela "estrada para o inferno" kkkkk
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Sobreviva aos jogos!

em Dom Maio 08, 2016 10:41 am
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Galera, este foi o sonho que eu tive nesta noite. Ele foi um sonho em louco, embora eu tenha me divertido lembrando dele. Alguns momentos não me ficaram totalmente claros na mente ainda, por isso eu não cheguei a revisar ou ler novamente o texto. Por isso qualquer incoerência, o que é comum nos sonhos, podem perguntar que eu tentarei esclarecer xD. De qualquer forma, boa leitura a todos. guitar

Não lembro se este foi realmente o começo deste sonho, mas eu estava em uma praça (o que aliás parece ser algo recorrente em meus sonhos lingua ), de repente eu vejo várias pessoas correndo e começo a correr também, mas, procurava o motivo pelo qual a multidão corria. Logo o encontrei pois vi um jovem enquanto corria tocar seu dedo sem querer em uma flor de cor rosada. Quando ele tocou-a caiu duro no chão como se tivesse levado um choque. Segundos depois ele levantou bruscamente e atacou a primeira pessoa que passou em sua frente. Logo entendi que aquilo era uma epidemia e provavelmente haveria várias pessoas do mesmo tipo por aí o que estava fazendo a multidão correr feito louca por suas vidas.

Continuei correndo até que vi a abertura para uma garagem subterrânea de um prédio, sem pensar duas vezes me joguei para dentro dele. Continuava a correr e havia uma luz bem forte do outro lado, onde deveria ser a parede dos fundos da garagem, quando cheguei perto me joguei contra a luz que na verdade era a luz do sol. susto  Calma eu já explico.
Na verdade o prédio não tinha a parede dos fundos era uma abertura e o sol estava iluminando muito forte então eu não conseguia ver o que tinha do outro lado, mas mesmo assim saltei naquela direção. Isso não foi a melhor das ideias, já que quando saltei e vi o que havia do outro lado, percebi que havia pulado em direção a um abismo gigantesco.

Comecei a cair rapidamente mas não cheguei ao "chão" em si, na realidade, caí em uma espécie de viaduto ou ponte muito longa, era tão longa que eu não conseguia ver o seu fim. Olhei ao redor e vi que estava num deserto. Sim o viaduto gigante ficava no meio do deserto, como se a terra tivesse se transformado no deserto e aquela construção não havia sido enterrada na areia por completa. Estava perdido e não havia muito o que fazer então decidi ir andando pela ponte para ver até onde que ela dava.


Em determinado momento de minha caminhada eu cheguei a uma parte coberta da ponte. Parei um pouco para descansar e resolvi olhar para trás. Não havia andado muito, pois ainda conseguia ver o começo do viaduto e também via a grande elevação de rocha de onde eu havia saltado lá no começo. Olhando melhor eu vi que vários caminhões estavam vindo pela ponte, tomando cuidado para não cair pois a ponte estava frágil e partes dela desabavam com qualquer peso aplicado. O primeiro deles era um caminhão todo destruído. A cabine do motorista estava sem o teto e haviam três pessoas nele, um dirigindo e dois passageiros. Todos os três pareciam estar com muita sede e em sujos. Mesmo assim um dele comia uma batata frita e ainda a passava no sal puro. Aliás sal parecia ser o único alimento deles já que na caçamba eles carregavam vários sacos com quilos de sal. O segundo veículo era um ônibus escolar amarelo, ele puxava vários vagões com a mesma cor, dando aspecto de um trem e não um ônibus.
Eles vinham em uma velocidade moderada até que do nada um raio vermelho vindo do céu atinge um dos passageiros do primeiro veículo, isso o pulverizou, sobrando apenas o seu esqueleto. Os motoristas entraram em pânico e começaram a acelerar para entrar na parte da ponte onde estava coberto. Eu vendo que vinham em minha direção resolvi me preparar para "pongar" em um dos dois veículos na esperança de que me levassem a algum lugar. Não demorou muito eu logo pulei e me agarrei no primeiro caminhão, enquanto me segurava nele vi um saco de uns 20kg de sal bater no esqueleto que tinha restado do passageiro e ambos caíram para fora do caminhão,  o que não me surpreendeu pois a velocidade que o cara estava indo era muito alta.
Lembro de que depois de sairmos no deserto a ponte continuava até uma floresta de árvores longas e com a folhagem branca como se fosse neve. Quando chegamos neste lugar, um grupo de pessoas decidiu se suicidar, pulando do caminhão e por consequência da ponde, enquanto estávamos em movimento. Depois que fizeram isso a ponte começou a declinar e fomos descendo até a estrada que se seguia no chão. As árvores também acompanhavam o declive da ponte e iam diminuindo o seu tamanho até ficaram do tamanho de árvores comuns perto da estrada.
Os caminhões pararam e as pessoas saltaram e foram todas andando em grupo seguindo a estrada, por acaso não havia outro caminho para irmos, já que a estrada era cercada por grades dos dois lados.
Eu fiquei por ultimo e normalmente sou do contra, então pensei que se a todo momento surgia uma situação para nos matar, andar junto com um grupo não era a melhor ideia naquele momento, já que todos poderiam morrer de uma vez só. Decidi escalar a grade e ir por cima dela me equilibrando para não cair. Foi nesse momento que apareceu um robozinho voador no formato de um binóculos, embora não tivesse lentes e fosse apenas dois tubos de ferro colados um ao lado do outro e voasse. As pessoas ficaram admirando o binóculo e eu fiquei desconfiado. Segundos depois o binóculo começou a emitir um raio vermelho e pulverizou outra pessoa restando apenas o esqueleto dela. Quando as pessoas viram isso, começaram a correr novamente enquanto o binoculo robô voador atirava em quem estivesse em sua frente.
Eu corri pela grade até chegar em um local parecido com um museu, lá encontrei um colega do meu curso e decidimos explorar o local. O museu tinha uma seção de espadas antigas, ao bater meus olhos eu vi uma espada preta com detalhes vermelhos que logo reconheci, era a kusanagi, a mesma espada que eu havia usado em outro sonho. Peguei-a mas não tive tempo para admira-la tão pouco me questionar se era um sonho pois outra espada me chamou a atenção. Era uma espada no moelo flamífera:


Peguei esta espada e dei ao meu colega. Falei a ele o seguinte:
"- Cara, esta é a primeira espada. A lenda diz que Deus colocou essa espada na porta do Jardin do Éden, para que os humanos não tentassem entrar novamente".
Ele não ficou tão entusiasmado quando eu e pegou a espada e disse:
"-Bom se não servir para lutar pelo menos tem um estilo legal".

Continuamos nossa caminhada naquele mundo pós-apocalíptico até chegar a uma outra praça. (sempre né!? lol ) Nesta, havia um grande portão e duas colunas em uma das pontas. O portão estava fechado e as colunas e as paredes eram todas adornadas com vários números que estavam gravados em relevo. Junto as colunas havia um grupo de pessoas o qual nos juntamos. Perguntei o que era aquilo e a jovem líder da equipe me disse que era uma passagem para a capital e que eles estavam tentando abrir, mas tinham de desvendar o código. Não lembro muito bem dessa parte, mas eu ajudei eles com os números e logo a porta foi aberta, nesse mesmo momento uma quantidade massiva de pessoas entraram correndo desesperadas. Eu pensei ter ficado por ultimo, mas quando olhei para traz nem a jovem, nem sua equipe entraram pela porta. Fiquei imaginando que ela iria morrer, mas mesmo assim entrei n o portão para a capital.

Não lembro o que aconteceu neste meio tempo, mas acordei em um lugar com o aspecto de uma favela. Os blocos de cerâmica vermelha tinham a cor bem acentuada e ficava mais forte pois a lua vermelha iluminava toda aquela a favela. Eu não entendi o porque de eu estar naquele lugar, muito menos se ali era a capital. Eu estava em uma das escadarias olhando para o céu tentando entender aquilo tudo até que uma pessoa caída do meu lado e perto de morrer virou para  min e falou :
"-É o fim do mundo garoto... os sete pecados foram reunidos!"
Eu entendi menos ainda nesse momento, mas lembro de ter olhado ao redor e vi várias pessoas caídas assim como a pessoa do meu lado, junto a aquele cenário meio avermelhada se percebia focos de incêndio que tornava a vista mais atemorizante e avermelhada. Quando eu fazer algo, o relógio desperto e eu acordei.
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Seg Maio 09, 2016 12:24 pm

Uau! Que sonho epopeico,  Pyros.
Senti uma sede danada, enquanto eu lia o trecho do deserto e o caminhão de sal. Ri muito na parte dos caras no caminhão, mesmo sedentos, eles comiam batatinha com sal. É como diz naquele ditado: "Já que está no inferno, abraça o capeta!"
Então,o enredo ficou sinistro, na parte da floresta por um momento eu pensei que a floresta era a de Aokigahara, onde muitos vão, para cometer suicido.  susto
No momento que você encontrou e reconheceu a espada, você quase ficou lúcido. Uma pena, que desviou sua atenção na outra espada.  

Um fato curioso: você já reconheceu um padrão no seu sonho - presença das praças.
Seria interessante, você fazer um RC toda vez que ver ou passear numa praça e da próxima vez que você sonhar com alguma praça, você irá se lembrar de fazer o RC no sonho e ficará lucido.
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Seg Maio 09, 2016 3:49 pm
Pyros escreveu:
Pyros escreveu:Galera, este foi o sonho que eu tive nesta noite. Ele foi um sonho em louco, embora eu tenha me divertido lembrando dele. Alguns momentos não me ficaram totalmente claros na mente ainda, por isso eu não cheguei a revisar ou ler novamente o texto. Por isso qualquer incoerência, o que é comum nos sonhos, podem perguntar que eu tentarei esclarecer xD. De qualquer forma, boa leitura a todos. guitar

Não lembro se este foi realmente o começo deste sonho, mas eu estava em uma praça (o que aliás parece ser algo recorrente em meus sonhos lingua ), de repente eu vejo várias pessoas correndo e começo a correr também, mas, procurava o motivo pelo qual a multidão corria. Logo o encontrei pois vi um jovem enquanto corria tocar seu dedo sem querer em uma flor de cor rosada. Quando ele tocou-a caiu duro no chão como se tivesse levado um choque. Segundos depois ele levantou bruscamente e atacou a primeira pessoa que passou em sua frente. Logo entendi que aquilo era uma epidemia e provavelmente haveria várias pessoas do mesmo tipo por aí o que estava fazendo a multidão correr feito louca por suas vidas.

Continuei correndo até que vi a abertura para uma garagem subterrânea de um prédio, sem pensar duas vezes me joguei para dentro dele. Continuava a correr e havia uma luz bem forte do outro lado, onde deveria ser a parede dos fundos da garagem, quando cheguei perto me joguei contra a luz que na verdade era a luz do sol. susto  Calma eu já explico.
Na verdade o prédio não tinha a parede dos fundos era uma abertura e o sol estava iluminando muito forte então eu não conseguia ver o que tinha do outro lado, mas mesmo assim saltei naquela direção. Isso não foi a melhor das ideias, já que quando saltei e vi o que havia do outro lado, percebi que havia pulado em direção a um abismo gigantesco.

Comecei a cair rapidamente mas não cheguei ao "chão" em si, na realidade, caí em uma espécie de viaduto ou ponte muito longa, era tão longa que eu não conseguia ver o seu fim. Olhei ao redor e vi que estava num deserto. Sim o viaduto gigante ficava no meio do deserto, como se a terra tivesse se transformado no deserto e aquela construção não havia sido enterrada na areia por completa. Estava perdido e não havia muito o que fazer então decidi ir andando pela ponte para ver até onde que ela dava.


Em determinado momento de minha caminhada eu cheguei a uma parte coberta da ponte. Parei um pouco para descansar e resolvi olhar para trás. Não havia andado muito, pois ainda conseguia ver o começo do viaduto e também via a grande elevação de rocha de onde eu havia saltado lá no começo. Olhando melhor eu vi que vários caminhões estavam vindo pela ponte, tomando cuidado para não cair pois a ponte estava frágil e partes dela desabavam com qualquer peso aplicado. O primeiro deles era um caminhão todo destruído. A cabine do motorista estava sem o teto e haviam três pessoas nele, um dirigindo e dois passageiros. Todos os três pareciam estar com muita sede e em sujos. Mesmo assim um dele comia uma batata frita e ainda a passava no sal puro. Aliás sal parecia ser o único alimento deles já que na caçamba eles carregavam vários sacos com quilos de sal. O segundo veículo era um ônibus escolar amarelo, ele puxava vários vagões com a mesma cor, dando aspecto de um trem e não um ônibus.
Eles vinham em uma velocidade moderada até que do nada um raio vermelho vindo do céu atinge um dos passageiros do primeiro veículo, isso o pulverizou, sobrando apenas o seu esqueleto. Os motoristas entraram em pânico e começaram a acelerar para entrar na parte da ponte onde estava coberto. Eu vendo que vinham em minha direção resolvi me preparar para "pongar" em um dos dois veículos na esperança de que me levassem a algum lugar. Não demorou muito eu logo pulei e me agarrei no primeiro caminhão, enquanto me segurava nele vi um saco de uns 20kg de sal bater no esqueleto que tinha restado do passageiro e ambos caíram para fora do caminhão,  o que não me surpreendeu pois a velocidade que o cara estava indo era muito alta.
Lembro de que depois de sairmos no deserto a ponte continuava até uma floresta de árvores longas e com a folhagem branca como se fosse neve. Quando chegamos neste lugar, um grupo de pessoas decidiu se suicidar, pulando do caminhão e por consequência da ponde, enquanto estávamos em movimento. Depois que fizeram isso a ponte começou a declinar e fomos descendo até a estrada que se seguia no chão. As árvores também acompanhavam o declive da ponte e iam diminuindo o seu tamanho até ficaram do tamanho de árvores comuns perto da estrada.
Os caminhões pararam e as pessoas saltaram e foram todas andando em grupo seguindo a estrada, por acaso não havia outro caminho para irmos, já que a estrada era cercada por grades dos dois lados.
Eu fiquei por ultimo e normalmente sou do contra, então pensei que se a todo momento surgia uma situação para nos matar, andar junto com um grupo não era a melhor ideia naquele momento, já que todos poderiam morrer de uma vez só. Decidi escalar a grade e ir por cima dela me equilibrando para não cair. Foi nesse momento que apareceu um robozinho voador no formato de um binóculos, embora não tivesse lentes e fosse apenas dois tubos de ferro colados um ao lado do outro e voasse. As pessoas ficaram admirando o binóculo e eu fiquei desconfiado. Segundos depois o binóculo começou a emitir um raio vermelho e pulverizou outra pessoa restando apenas o esqueleto dela. Quando as pessoas viram isso, começaram a correr novamente enquanto o binoculo robô voador atirava em quem estivesse em sua frente.
Eu corri pela grade até chegar em um local parecido com um museu, lá encontrei um colega do meu curso e decidimos explorar o local. O museu tinha uma seção de espadas antigas, ao bater meus olhos eu vi uma espada preta com detalhes vermelhos que logo reconheci, era a kusanagi, a mesma espada que eu havia usado em outro sonho. Peguei-a mas não tive tempo para admira-la tão pouco me questionar se era um sonho pois outra espada me chamou a atenção. Era uma espada no moelo flamífera:


Peguei esta espada e dei ao meu colega. Falei a ele o seguinte:
"- Cara, esta é a primeira espada. A lenda diz que Deus colocou essa espada na porta do Jardin do Éden, para que os humanos não tentassem entrar novamente".
Ele não ficou tão entusiasmado quando eu e pegou a espada e disse:
"-Bom se não servir para lutar pelo menos tem um estilo legal".

Continuamos nossa caminhada naquele mundo pós-apocalíptico até chegar a uma outra praça. (sempre né!? lol ) Nesta, havia um grande portão e duas colunas em uma das pontas. O portão estava fechado e as colunas e as paredes eram todas adornadas com vários números que estavam gravados em relevo. Junto as colunas havia um grupo de pessoas o qual nos juntamos. Perguntei o que era aquilo e a jovem líder da equipe me disse que era uma passagem para a capital e que eles estavam tentando abrir, mas tinham de desvendar o código. Não lembro muito bem dessa parte, mas eu ajudei eles com os números e logo a porta foi aberta, nesse mesmo momento uma quantidade massiva de pessoas entraram correndo desesperadas. Eu pensei ter ficado por ultimo, mas quando olhei para traz nem a jovem, nem sua equipe entraram pela porta. Fiquei imaginando que ela iria morrer, mas mesmo assim entrei n o portão para a capital.

Não lembro o que aconteceu neste meio tempo, mas acordei em um lugar com o aspecto de uma favela. Os blocos de cerâmica vermelha tinham a cor bem acentuada e ficava mais forte pois a lua vermelha iluminava toda aquela a favela. Eu não entendi o porque de eu estar naquele lugar, muito menos se ali era a capital. Eu estava em uma das escadarias olhando para o céu tentando entender aquilo tudo até que uma pessoa caída do meu lado e perto de morrer virou para  min e falou :
"-É o fim do mundo garoto... os sete pecados foram reunidos!"
Eu entendi menos ainda nesse momento, mas lembro de ter olhado ao redor e vi várias pessoas caídas assim como a pessoa do meu lado, junto a aquele cenário meio avermelhada se percebia focos de incêndio que tornava a vista mais atemorizante e avermelhada. Quando eu fazer algo, o relógio desperto e eu acordei.
E acordou bem na hora. Pois esse sonho foi bem tenso. E já estava começando a virar um pesadelo. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Seg Maio 09, 2016 4:53 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Königin escreveu:

Uau! Que sonho epopeico,  Pyros.
Senti uma sede danada, enquanto eu lia o trecho do deserto e o caminhão de sal. Ri muito na parte dos caras no caminhão, mesmo sedentos, eles comiam batatinha com sal. É como diz naquele ditado: "Já que está no inferno, abraça o capeta!"
Então,o enredo ficou sinistro, na parte da floresta por um momento eu pensei que a floresta era a de Aokigahara, onde muitos vão, para cometer suicido.  susto
No momento que você encontrou e reconheceu a espada, você quase ficou lúcido. Uma pena, que desviou sua atenção na outra espada.  

Um fato curioso: você já reconheceu um padrão no seu sonho - presença das praças.
Seria interessante, você fazer um RC toda vez que ver ou passear numa praça e da próxima vez que você sonhar com alguma praça, você irá se lembrar de fazer o RC no sonho e ficará lucido.

Yo Königin, foi um sonho bem louco, eu fiquei na duvida se conseguiria passar as sensações corretas pra quem fosse ler, mas parece que consegui xD.

Olha vou dizer, esse sonho foi o que eu mais me senti próximo da realidade, isso porque o calor e a sede eram muito realistas. Ao mesmo tempo a cena que o cara pega a batata frita e passa num montinho de sal foi muito louca, eu acho que ri na hora.

A floresta foi um pouco estranha também,engraçado que um dia eu li sobre essa floresta em que as pessoas se suicidam, o lugar em si me fez sentir-me um pouco preso pelo fato de que só podíamos seguir aquela maldita estrada, pena que mais pessoas morreram... parece que esse sonho era um daqueles "jogos vorazes" mesmo .-.

Eu to ansioso pra ficar lúcido em mais sonhos, aliás também vou entrar no time da técnica do grande corredor. Vamos ver os efeitos dela em xD.
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Seg Maio 09, 2016 5:00 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Ramon escreveu:
Pyros escreveu:

Pyros escreveu:Galera, este foi o sonho que eu tive nesta noite. Ele foi um sonho em louco, embora eu tenha me divertido lembrando dele. Alguns momentos não me ficaram totalmente claros na mente ainda, por isso eu não cheguei a revisar ou ler novamente o texto. Por isso qualquer incoerência, o que é comum nos sonhos, podem perguntar que eu tentarei esclarecer xD. De qualquer forma, boa leitura a todos. guitar

Não lembro se este foi realmente o começo deste sonho, mas eu estava em uma praça (o que aliás parece ser algo recorrente em meus sonhos lingua ), de repente eu vejo várias pessoas correndo e começo a correr também, mas, procurava o motivo pelo qual a multidão corria. Logo o encontrei pois vi um jovem enquanto corria tocar seu dedo sem querer em uma flor de cor rosada. Quando ele tocou-a caiu duro no chão como se tivesse levado um choque. Segundos depois ele levantou bruscamente e atacou a primeira pessoa que passou em sua frente. Logo entendi que aquilo era uma epidemia e provavelmente haveria várias pessoas do mesmo tipo por aí o que estava fazendo a multidão correr feito louca por suas vidas.

Continuei correndo até que vi a abertura para uma garagem subterrânea de um prédio, sem pensar duas vezes me joguei para dentro dele. Continuava a correr e havia uma luz bem forte do outro lado, onde deveria ser a parede dos fundos da garagem, quando cheguei perto me joguei contra a luz que na verdade era a luz do sol. susto  Calma eu já explico.
Na verdade o prédio não tinha a parede dos fundos era uma abertura e o sol estava iluminando muito forte então eu não conseguia ver o que tinha do outro lado, mas mesmo assim saltei naquela direção. Isso não foi a melhor das ideias, já que quando saltei e vi o que havia do outro lado, percebi que havia pulado em direção a um abismo gigantesco.

Comecei a cair rapidamente mas não cheguei ao "chão" em si, na realidade, caí em uma espécie de viaduto ou ponte muito longa, era tão longa que eu não conseguia ver o seu fim. Olhei ao redor e vi que estava num deserto. Sim o viaduto gigante ficava no meio do deserto, como se a terra tivesse se transformado no deserto e aquela construção não havia sido enterrada na areia por completa. Estava perdido e não havia muito o que fazer então decidi ir andando pela ponte para ver até onde que ela dava.


Em determinado momento de minha caminhada eu cheguei a uma parte coberta da ponte. Parei um pouco para descansar e resolvi olhar para trás. Não havia andado muito, pois ainda conseguia ver o começo do viaduto e também via a grande elevação de rocha de onde eu havia saltado lá no começo. Olhando melhor eu vi que vários caminhões estavam vindo pela ponte, tomando cuidado para não cair pois a ponte estava frágil e partes dela desabavam com qualquer peso aplicado. O primeiro deles era um caminhão todo destruído. A cabine do motorista estava sem o teto e haviam três pessoas nele, um dirigindo e dois passageiros. Todos os três pareciam estar com muita sede e em sujos. Mesmo assim um dele comia uma batata frita e ainda a passava no sal puro. Aliás sal parecia ser o único alimento deles já que na caçamba eles carregavam vários sacos com quilos de sal. O segundo veículo era um ônibus escolar amarelo, ele puxava vários vagões com a mesma cor, dando aspecto de um trem e não um ônibus.
Eles vinham em uma velocidade moderada até que do nada um raio vermelho vindo do céu atinge um dos passageiros do primeiro veículo, isso o pulverizou, sobrando apenas o seu esqueleto. Os motoristas entraram em pânico e começaram a acelerar para entrar na parte da ponte onde estava coberto. Eu vendo que vinham em minha direção resolvi me preparar para "pongar" em um dos dois veículos na esperança de que me levassem a algum lugar. Não demorou muito eu logo pulei e me agarrei no primeiro caminhão, enquanto me segurava nele vi um saco de uns 20kg de sal bater no esqueleto que tinha restado do passageiro e ambos caíram para fora do caminhão,  o que não me surpreendeu pois a velocidade que o cara estava indo era muito alta.
Lembro de que depois de sairmos no deserto a ponte continuava até uma floresta de árvores longas e com a folhagem branca como se fosse neve. Quando chegamos neste lugar, um grupo de pessoas decidiu se suicidar, pulando do caminhão e por consequência da ponde, enquanto estávamos em movimento. Depois que fizeram isso a ponte começou a declinar e fomos descendo até a estrada que se seguia no chão. As árvores também acompanhavam o declive da ponte e iam diminuindo o seu tamanho até ficaram do tamanho de árvores comuns perto da estrada.
Os caminhões pararam e as pessoas saltaram e foram todas andando em grupo seguindo a estrada, por acaso não havia outro caminho para irmos, já que a estrada era cercada por grades dos dois lados.
Eu fiquei por ultimo e normalmente sou do contra, então pensei que se a todo momento surgia uma situação para nos matar, andar junto com um grupo não era a melhor ideia naquele momento, já que todos poderiam morrer de uma vez só. Decidi escalar a grade e ir por cima dela me equilibrando para não cair. Foi nesse momento que apareceu um robozinho voador no formato de um binóculos, embora não tivesse lentes e fosse apenas dois tubos de ferro colados um ao lado do outro e voasse. As pessoas ficaram admirando o binóculo e eu fiquei desconfiado. Segundos depois o binóculo começou a emitir um raio vermelho e pulverizou outra pessoa restando apenas o esqueleto dela. Quando as pessoas viram isso, começaram a correr novamente enquanto o binoculo robô voador atirava em quem estivesse em sua frente.
Eu corri pela grade até chegar em um local parecido com um museu, lá encontrei um colega do meu curso e decidimos explorar o local. O museu tinha uma seção de espadas antigas, ao bater meus olhos eu vi uma espada preta com detalhes vermelhos que logo reconheci, era a kusanagi, a mesma espada que eu havia usado em outro sonho. Peguei-a mas não tive tempo para admira-la tão pouco me questionar se era um sonho pois outra espada me chamou a atenção. Era uma espada no moelo flamífera:


Peguei esta espada e dei ao meu colega. Falei a ele o seguinte:
"- Cara, esta é a primeira espada. A lenda diz que Deus colocou essa espada na porta do Jardin do Éden, para que os humanos não tentassem entrar novamente".
Ele não ficou tão entusiasmado quando eu e pegou a espada e disse:
"-Bom se não servir para lutar pelo menos tem um estilo legal".

Continuamos nossa caminhada naquele mundo pós-apocalíptico até chegar a uma outra praça. (sempre né!? lol ) Nesta, havia um grande portão e duas colunas em uma das pontas. O portão estava fechado e as colunas e as paredes eram todas adornadas com vários números que estavam gravados em relevo. Junto as colunas havia um grupo de pessoas o qual nos juntamos. Perguntei o que era aquilo e a jovem líder da equipe me disse que era uma passagem para a capital e que eles estavam tentando abrir, mas tinham de desvendar o código. Não lembro muito bem dessa parte, mas eu ajudei eles com os números e logo a porta foi aberta, nesse mesmo momento uma quantidade massiva de pessoas entraram correndo desesperadas. Eu pensei ter ficado por ultimo, mas quando olhei para traz nem a jovem, nem sua equipe entraram pela porta. Fiquei imaginando que ela iria morrer, mas mesmo assim entrei n o portão para a capital.

Não lembro o que aconteceu neste meio tempo, mas acordei em um lugar com o aspecto de uma favela. Os blocos de cerâmica vermelha tinham a cor bem acentuada e ficava mais forte pois a lua vermelha iluminava toda aquela a favela. Eu não entendi o porque de eu estar naquele lugar, muito menos se ali era a capital. Eu estava em uma das escadarias olhando para o céu tentando entender aquilo tudo até que uma pessoa caída do meu lado e perto de morrer virou para  min e falou :
"-É o fim do mundo garoto... os sete pecados foram reunidos!"
Eu entendi menos ainda nesse momento, mas lembro de ter olhado ao redor e vi várias pessoas caídas assim como a pessoa do meu lado, junto a aquele cenário meio avermelhada se percebia focos de incêndio que tornava a vista mais atemorizante e avermelhada. Quando eu fazer algo, o relógio desperto e eu acordei.
E acordou bem na hora. Pois esse sonho foi bem tenso. E já estava começando a virar um pesadelo. gargalhada

Fala Ramon, poxa bem verdade isso. Mas também fiquei curioso para saber quem ou o que eram esses 7 pecados que haviam sido reunidos. O ambiente era realmente horrível, mas a curiosidade era grande também hahahaha.

Ps: Cara eu ainda to lhe devendo ler o seu diário por completo, desculpa mesmo, é que esses tempos estão sendo muito puxados para min. Mas logo logo eu vou dar a merecida atenção a seu diário Prof. Ramon viva
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Qua Maio 11, 2016 2:36 am
Pyros escreveu:
Fala Ramon, poxa bem verdade isso. Mas também fiquei curioso para saber quem ou o que eram esses 7 pecados que haviam sido reunidos. O ambiente era realmente horrível, mas a curiosidade era grande também hahahaha.

Ps: Cara eu ainda to lhe devendo ler o seu diário por completo, desculpa mesmo, é que esses tempos estão sendo muito puxados para min. Mas logo logo eu vou dar a merecida atenção a seu diário Prof. Ramon viva
Você não me deve nada, brother. E também não precisa pedir desculpa, por ainda não ter lido o meu diário todo. Pois nem eu tenho coragem de ler o meu diário todo. Kkkk Sabe porque?... Por que me dá uma preguiça danada. gargalhada

Mas se você também quiser marcar presença lá no meu diário, basta você acompanhar a partir dos meus relatos mais recentes, que você já vai ser muito bem vindo lá no meu diário. certo
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Qua Maio 11, 2016 3:18 pm
Pyros escreveu:
Peguei esta espada e dei ao meu colega. Falei a ele o seguinte:
"- Cara, esta é a primeira espada. A lenda diz que Deus colocou essa espada na porta do Jardin do Éden, para que os humanos não tentassem entrar novamente".
Ele não ficou tão entusiasmado quando eu e pegou a espada e disse:
"-Bom se não servir para lutar pelo menos tem um estilo legal".

Não entendi porque seu amigo achou que a espada não servia para lutar, você faz uma super apresentação da espada e ele faz esse pouco caso? gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Qua Maio 11, 2016 11:33 pm
Ramon escreveu:
Pyros escreveu:
Fala Ramon, poxa bem verdade isso. Mas também fiquei curioso para saber quem ou o que eram esses 7 pecados que haviam sido reunidos. O ambiente era realmente horrível, mas a curiosidade era grande também hahahaha.

Ps: Cara eu ainda to lhe devendo ler o seu diário por completo, desculpa mesmo, é que esses tempos estão sendo muito puxados para min. Mas logo logo eu vou dar a merecida atenção a seu diário Prof. Ramon viva
Você não me deve nada, brother. E também não precisa pedir desculpa, por ainda não ter lido o meu diário todo. Pois nem eu tenho coragem de ler o meu diário todo. Kkkk Sabe porque?... Por que me dá uma preguiça danada. gargalhada

Mas se você também quiser marcar presença lá no meu diário, basta você acompanhar a partir dos meus relatos mais recentes, que você já vai ser muito bem vindo lá no meu diário. certo

Mesmo você falando isso eu fico meio mau não triste . Quando se promete uma coisa deve-se cumprir, e por isso eu prometo que vou ler xD

Érika escreveu:
Pyros escreveu:
Peguei esta espada e dei ao meu colega. Falei a ele o seguinte:
"- Cara, esta é a primeira espada. A lenda diz que Deus colocou essa espada na porta do Jardin do Éden, para que os humanos não tentassem entrar novamente".
Ele não ficou tão entusiasmado quando eu e pegou a espada e disse:
"-Bom se não servir para lutar pelo menos tem um estilo legal".

Não entendi porque seu amigo achou que a espada não servia para lutar, você faz uma super apresentação da espada e ele faz esse pouco caso? gargalhada

Né Érika? Poxa, deu mó trabalho formular tudo aquilo e ele nem deu bola kkkkk. Mas é assim mesmo, tenho uma suspeita de que eu mesmo não acreditava no que falei, daí meu subconsciente passou a minha reação pro meu colega lingua
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sex Maio 13, 2016 12:33 pm
Pyros escreveu:
Spoiler:
Galera, este foi o sonho que eu tive nesta noite. Ele foi um sonho em louco, embora eu tenha me divertido lembrando dele. Alguns momentos não me ficaram totalmente claros na mente ainda, por isso eu não cheguei a revisar ou ler novamente o texto. Por isso qualquer incoerência, o que é comum nos sonhos, podem perguntar que eu tentarei esclarecer xD. De qualquer forma, boa leitura a todos. guitar

Não lembro se este foi realmente o começo deste sonho, mas eu estava em uma praça (o que aliás parece ser algo recorrente em meus sonhos lingua ), de repente eu vejo várias pessoas correndo e começo a correr também, mas, procurava o motivo pelo qual a multidão corria. Logo o encontrei pois vi um jovem enquanto corria tocar seu dedo sem querer em uma flor de cor rosada. Quando ele tocou-a caiu duro no chão como se tivesse levado um choque. Segundos depois ele levantou bruscamente e atacou a primeira pessoa que passou em sua frente. Logo entendi que aquilo era uma epidemia e provavelmente haveria várias pessoas do mesmo tipo por aí o que estava fazendo a multidão correr feito louca por suas vidas.

Continuei correndo até que vi a abertura para uma garagem subterrânea de um prédio, sem pensar duas vezes me joguei para dentro dele. Continuava a correr e havia uma luz bem forte do outro lado, onde deveria ser a parede dos fundos da garagem, quando cheguei perto me joguei contra a luz que na verdade era a luz do sol. susto  Calma eu já explico.
Na verdade o prédio não tinha a parede dos fundos era uma abertura e o sol estava iluminando muito forte então eu não conseguia ver o que tinha do outro lado, mas mesmo assim saltei naquela direção. Isso não foi a melhor das ideias, já que quando saltei e vi o que havia do outro lado, percebi que havia pulado em direção a um abismo gigantesco.

Comecei a cair rapidamente mas não cheguei ao "chão" em si, na realidade, caí em uma espécie de viaduto ou ponte muito longa, era tão longa que eu não conseguia ver o seu fim. Olhei ao redor e vi que estava num deserto. Sim o viaduto gigante ficava no meio do deserto, como se a terra tivesse se transformado no deserto e aquela construção não havia sido enterrada na areia por completa. Estava perdido e não havia muito o que fazer então decidi ir andando pela ponte para ver até onde que ela dava.


Em determinado momento de minha caminhada eu cheguei a uma parte coberta da ponte. Parei um pouco para descansar e resolvi olhar para trás. Não havia andado muito, pois ainda conseguia ver o começo do viaduto e também via a grande elevação de rocha de onde eu havia saltado lá no começo. Olhando melhor eu vi que vários caminhões estavam vindo pela ponte, tomando cuidado para não cair pois a ponte estava frágil e partes dela desabavam com qualquer peso aplicado. O primeiro deles era um caminhão todo destruído. A cabine do motorista estava sem o teto e haviam três pessoas nele, um dirigindo e dois passageiros. Todos os três pareciam estar com muita sede e em sujos. Mesmo assim um dele comia uma batata frita e ainda a passava no sal puro. Aliás sal parecia ser o único alimento deles já que na caçamba eles carregavam vários sacos com quilos de sal. O segundo veículo era um ônibus escolar amarelo, ele puxava vários vagões com a mesma cor, dando aspecto de um trem e não um ônibus.
Eles vinham em uma velocidade moderada até que do nada um raio vermelho vindo do céu atinge um dos passageiros do primeiro veículo, isso o pulverizou, sobrando apenas o seu esqueleto. Os motoristas entraram em pânico e começaram a acelerar para entrar na parte da ponte onde estava coberto. Eu vendo que vinham em minha direção resolvi me preparar para "pongar" em um dos dois veículos na esperança de que me levassem a algum lugar. Não demorou muito eu logo pulei e me agarrei no primeiro caminhão, enquanto me segurava nele vi um saco de uns 20kg de sal bater no esqueleto que tinha restado do passageiro e ambos caíram para fora do caminhão,  o que não me surpreendeu pois a velocidade que o cara estava indo era muito alta.
Lembro de que depois de sairmos no deserto a ponte continuava até uma floresta de árvores longas e com a folhagem branca como se fosse neve. Quando chegamos neste lugar, um grupo de pessoas decidiu se suicidar, pulando do caminhão e por consequência da ponde, enquanto estávamos em movimento. Depois que fizeram isso a ponte começou a declinar e fomos descendo até a estrada que se seguia no chão. As árvores também acompanhavam o declive da ponte e iam diminuindo o seu tamanho até ficaram do tamanho de árvores comuns perto da estrada.
Os caminhões pararam e as pessoas saltaram e foram todas andando em grupo seguindo a estrada, por acaso não havia outro caminho para irmos, já que a estrada era cercada por grades dos dois lados.
Eu fiquei por ultimo e normalmente sou do contra, então pensei que se a todo momento surgia uma situação para nos matar, andar junto com um grupo não era a melhor ideia naquele momento, já que todos poderiam morrer de uma vez só. Decidi escalar a grade e ir por cima dela me equilibrando para não cair. Foi nesse momento que apareceu um robozinho voador no formato de um binóculos, embora não tivesse lentes e fosse apenas dois tubos de ferro colados um ao lado do outro e voasse. As pessoas ficaram admirando o binóculo e eu fiquei desconfiado. Segundos depois o binóculo começou a emitir um raio vermelho e pulverizou outra pessoa restando apenas o esqueleto dela. Quando as pessoas viram isso, começaram a correr novamente enquanto o binoculo robô voador atirava em quem estivesse em sua frente.
Eu corri pela grade até chegar em um local parecido com um museu, lá encontrei um colega do meu curso e decidimos explorar o local. O museu tinha uma seção de espadas antigas, ao bater meus olhos eu vi uma espada preta com detalhes vermelhos que logo reconheci, era a kusanagi, a mesma espada que eu havia usado em outro sonho. Peguei-a mas não tive tempo para admira-la tão pouco me questionar se era um sonho pois outra espada me chamou a atenção. Era uma espada no moelo flamífera:


Peguei esta espada e dei ao meu colega. Falei a ele o seguinte:
"- Cara, esta é a primeira espada. A lenda diz que Deus colocou essa espada na porta do Jardin do Éden, para que os humanos não tentassem entrar novamente".
Ele não ficou tão entusiasmado quando eu e pegou a espada e disse:
"-Bom se não servir para lutar pelo menos tem um estilo legal".

Continuamos nossa caminhada naquele mundo pós-apocalíptico até chegar a uma outra praça. (sempre né!? lol ) Nesta, havia um grande portão e duas colunas em uma das pontas. O portão estava fechado e as colunas e as paredes eram todas adornadas com vários números que estavam gravados em relevo. Junto as colunas havia um grupo de pessoas o qual nos juntamos. Perguntei o que era aquilo e a jovem líder da equipe me disse que era uma passagem para a capital e que eles estavam tentando abrir, mas tinham de desvendar o código. Não lembro muito bem dessa parte, mas eu ajudei eles com os números e logo a porta foi aberta, nesse mesmo momento uma quantidade massiva de pessoas entraram correndo desesperadas. Eu pensei ter ficado por ultimo, mas quando olhei para traz nem a jovem, nem sua equipe entraram pela porta. Fiquei imaginando que ela iria morrer, mas mesmo assim entrei n o portão para a capital.

Não lembro o que aconteceu neste meio tempo, mas acordei em um lugar com o aspecto de uma favela. Os blocos de cerâmica vermelha tinham a cor bem acentuada e ficava mais forte pois a lua vermelha iluminava toda aquela a favela. Eu não entendi o porque de eu estar naquele lugar, muito menos se ali era a capital. Eu estava em uma das escadarias olhando para o céu tentando entender aquilo tudo até que uma pessoa caída do meu lado e perto de morrer virou para  min e falou :
"-É o fim do mundo garoto... os sete pecados foram reunidos!"
Eu entendi menos ainda nesse momento, mas lembro de ter olhado ao redor e vi várias pessoas caídas assim como a pessoa do meu lado, junto a aquele cenário meio avermelhada se percebia focos de incêndio que tornava a vista mais atemorizante e avermelhada. Quando eu fazer algo, o relógio desperto e eu acordei.

E aê Pyros. Cara, que sonho épico!!! Tô maravilhado aqui com esse sonho, poutz! Distopia total, parece enredo de livro distópico. Se tu escreve um livro em cima desse sonho, pode ter certeza que eu compro.


[...]
— E como eu posso te chamar?
— Bom, você pode me chamar de Daniel, que era o meu nome quando eu era totalmente humano, pode também me chamar de Lobo, que era meu nome quando eu era totalmente uma entidade cósmica. Mas você também pode me chamar de Pai.
— Pai?
— Sim, todos os lobos e lobisomens são meus filhos, todos vieram de mim.
[...]

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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sex Maio 13, 2016 1:40 pm
Pyros:
Pyros escreveu:
Königin escreveu:

Uau! Que sonho epopeico,  Pyros.
Senti uma sede danada, enquanto eu lia o trecho do deserto e o caminhão de sal. Ri muito na parte dos caras no caminhão, mesmo sedentos, eles comiam batatinha com sal. É como diz naquele ditado: "Já que está no inferno, abraça o capeta!"
Então,o enredo ficou sinistro, na parte da floresta por um momento eu pensei que a floresta era a de Aokigahara, onde muitos vão, para cometer suicido.  susto
No momento que você encontrou e reconheceu a espada, você quase ficou lúcido. Uma pena, que desviou sua atenção na outra espada.  

Um fato curioso: você já reconheceu um padrão no seu sonho - presença das praças.
Seria interessante, você fazer um RC toda vez que ver ou passear numa praça e da próxima vez que você sonhar com alguma praça, você irá se lembrar de fazer o RC no sonho e ficará lucido.

A floresta foi um pouco estranha também,engraçado que um dia eu li sobre essa floresta em que as pessoas se suicidam, o lugar em si me fez sentir-me um pouco preso pelo fato de que só podíamos seguir aquela maldita estrada, pena que mais pessoas morreram... parece que esse sonho era um daqueles "jogos vorazes" mesmo .-.

Eu to ansioso pra ficar lúcido em mais sonhos, aliás também vou entrar no time da técnica do grande corredor. Vamos ver os efeitos dela em xD.
Utimamente eu estou sonhando muito com portas, mas não estou atravessado. Sempre acontece algo que devia minha atenção ou entao, eu acordo antes de atravessa-las. Vou continuar tentando, em algum sonho vai dar certo. feliz
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sex Maio 13, 2016 5:16 pm
Licantropo escreveu:
Pyros escreveu:
Spoiler:
Galera, este foi o sonho que eu tive nesta noite. Ele foi um sonho em louco, embora eu tenha me divertido lembrando dele. Alguns momentos não me ficaram totalmente claros na mente ainda, por isso eu não cheguei a revisar ou ler novamente o texto. Por isso qualquer incoerência, o que é comum nos sonhos, podem perguntar que eu tentarei esclarecer xD. De qualquer forma, boa leitura a todos. guitar

Não lembro se este foi realmente o começo deste sonho, mas eu estava em uma praça (o que aliás parece ser algo recorrente em meus sonhos lingua ), de repente eu vejo várias pessoas correndo e começo a correr também, mas, procurava o motivo pelo qual a multidão corria. Logo o encontrei pois vi um jovem enquanto corria tocar seu dedo sem querer em uma flor de cor rosada. Quando ele tocou-a caiu duro no chão como se tivesse levado um choque. Segundos depois ele levantou bruscamente e atacou a primeira pessoa que passou em sua frente. Logo entendi que aquilo era uma epidemia e provavelmente haveria várias pessoas do mesmo tipo por aí o que estava fazendo a multidão correr feito louca por suas vidas.

Continuei correndo até que vi a abertura para uma garagem subterrânea de um prédio, sem pensar duas vezes me joguei para dentro dele. Continuava a correr e havia uma luz bem forte do outro lado, onde deveria ser a parede dos fundos da garagem, quando cheguei perto me joguei contra a luz que na verdade era a luz do sol. susto  Calma eu já explico.
Na verdade o prédio não tinha a parede dos fundos era uma abertura e o sol estava iluminando muito forte então eu não conseguia ver o que tinha do outro lado, mas mesmo assim saltei naquela direção. Isso não foi a melhor das ideias, já que quando saltei e vi o que havia do outro lado, percebi que havia pulado em direção a um abismo gigantesco.

Comecei a cair rapidamente mas não cheguei ao "chão" em si, na realidade, caí em uma espécie de viaduto ou ponte muito longa, era tão longa que eu não conseguia ver o seu fim. Olhei ao redor e vi que estava num deserto. Sim o viaduto gigante ficava no meio do deserto, como se a terra tivesse se transformado no deserto e aquela construção não havia sido enterrada na areia por completa. Estava perdido e não havia muito o que fazer então decidi ir andando pela ponte para ver até onde que ela dava.


Em determinado momento de minha caminhada eu cheguei a uma parte coberta da ponte. Parei um pouco para descansar e resolvi olhar para trás. Não havia andado muito, pois ainda conseguia ver o começo do viaduto e também via a grande elevação de rocha de onde eu havia saltado lá no começo. Olhando melhor eu vi que vários caminhões estavam vindo pela ponte, tomando cuidado para não cair pois a ponte estava frágil e partes dela desabavam com qualquer peso aplicado. O primeiro deles era um caminhão todo destruído. A cabine do motorista estava sem o teto e haviam três pessoas nele, um dirigindo e dois passageiros. Todos os três pareciam estar com muita sede e em sujos. Mesmo assim um dele comia uma batata frita e ainda a passava no sal puro. Aliás sal parecia ser o único alimento deles já que na caçamba eles carregavam vários sacos com quilos de sal. O segundo veículo era um ônibus escolar amarelo, ele puxava vários vagões com a mesma cor, dando aspecto de um trem e não um ônibus.
Eles vinham em uma velocidade moderada até que do nada um raio vermelho vindo do céu atinge um dos passageiros do primeiro veículo, isso o pulverizou, sobrando apenas o seu esqueleto. Os motoristas entraram em pânico e começaram a acelerar para entrar na parte da ponte onde estava coberto. Eu vendo que vinham em minha direção resolvi me preparar para "pongar" em um dos dois veículos na esperança de que me levassem a algum lugar. Não demorou muito eu logo pulei e me agarrei no primeiro caminhão, enquanto me segurava nele vi um saco de uns 20kg de sal bater no esqueleto que tinha restado do passageiro e ambos caíram para fora do caminhão,  o que não me surpreendeu pois a velocidade que o cara estava indo era muito alta.
Lembro de que depois de sairmos no deserto a ponte continuava até uma floresta de árvores longas e com a folhagem branca como se fosse neve. Quando chegamos neste lugar, um grupo de pessoas decidiu se suicidar, pulando do caminhão e por consequência da ponde, enquanto estávamos em movimento. Depois que fizeram isso a ponte começou a declinar e fomos descendo até a estrada que se seguia no chão. As árvores também acompanhavam o declive da ponte e iam diminuindo o seu tamanho até ficaram do tamanho de árvores comuns perto da estrada.
Os caminhões pararam e as pessoas saltaram e foram todas andando em grupo seguindo a estrada, por acaso não havia outro caminho para irmos, já que a estrada era cercada por grades dos dois lados.
Eu fiquei por ultimo e normalmente sou do contra, então pensei que se a todo momento surgia uma situação para nos matar, andar junto com um grupo não era a melhor ideia naquele momento, já que todos poderiam morrer de uma vez só. Decidi escalar a grade e ir por cima dela me equilibrando para não cair. Foi nesse momento que apareceu um robozinho voador no formato de um binóculos, embora não tivesse lentes e fosse apenas dois tubos de ferro colados um ao lado do outro e voasse. As pessoas ficaram admirando o binóculo e eu fiquei desconfiado. Segundos depois o binóculo começou a emitir um raio vermelho e pulverizou outra pessoa restando apenas o esqueleto dela. Quando as pessoas viram isso, começaram a correr novamente enquanto o binoculo robô voador atirava em quem estivesse em sua frente.
Eu corri pela grade até chegar em um local parecido com um museu, lá encontrei um colega do meu curso e decidimos explorar o local. O museu tinha uma seção de espadas antigas, ao bater meus olhos eu vi uma espada preta com detalhes vermelhos que logo reconheci, era a kusanagi, a mesma espada que eu havia usado em outro sonho. Peguei-a mas não tive tempo para admira-la tão pouco me questionar se era um sonho pois outra espada me chamou a atenção. Era uma espada no moelo flamífera:


Peguei esta espada e dei ao meu colega. Falei a ele o seguinte:
"- Cara, esta é a primeira espada. A lenda diz que Deus colocou essa espada na porta do Jardin do Éden, para que os humanos não tentassem entrar novamente".
Ele não ficou tão entusiasmado quando eu e pegou a espada e disse:
"-Bom se não servir para lutar pelo menos tem um estilo legal".

Continuamos nossa caminhada naquele mundo pós-apocalíptico até chegar a uma outra praça. (sempre né!? lol ) Nesta, havia um grande portão e duas colunas em uma das pontas. O portão estava fechado e as colunas e as paredes eram todas adornadas com vários números que estavam gravados em relevo. Junto as colunas havia um grupo de pessoas o qual nos juntamos. Perguntei o que era aquilo e a jovem líder da equipe me disse que era uma passagem para a capital e que eles estavam tentando abrir, mas tinham de desvendar o código. Não lembro muito bem dessa parte, mas eu ajudei eles com os números e logo a porta foi aberta, nesse mesmo momento uma quantidade massiva de pessoas entraram correndo desesperadas. Eu pensei ter ficado por ultimo, mas quando olhei para traz nem a jovem, nem sua equipe entraram pela porta. Fiquei imaginando que ela iria morrer, mas mesmo assim entrei n o portão para a capital.

Não lembro o que aconteceu neste meio tempo, mas acordei em um lugar com o aspecto de uma favela. Os blocos de cerâmica vermelha tinham a cor bem acentuada e ficava mais forte pois a lua vermelha iluminava toda aquela a favela. Eu não entendi o porque de eu estar naquele lugar, muito menos se ali era a capital. Eu estava em uma das escadarias olhando para o céu tentando entender aquilo tudo até que uma pessoa caída do meu lado e perto de morrer virou para  min e falou :
"-É o fim do mundo garoto... os sete pecados foram reunidos!"
Eu entendi menos ainda nesse momento, mas lembro de ter olhado ao redor e vi várias pessoas caídas assim como a pessoa do meu lado, junto a aquele cenário meio avermelhada se percebia focos de incêndio que tornava a vista mais atemorizante e avermelhada. Quando eu fazer algo, o relógio desperto e eu acordei.

E aê Pyros. Cara, que sonho épico!!! Tô maravilhado aqui com esse sonho, poutz! Distopia total, parece enredo de livro distópico. Se tu escreve um livro em cima desse sonho, pode ter certeza que eu compro.

Hehehe, valeu Licantropo xD. Aliás já lhe dou as boas vindas ao meu diário. Bom meus sonhos são sempre meio loucos assim, acho que porque era uma temática recorrente que eu brincava quando criança com meus bonequinhos. Passava tarde criando histórias na minha mente e me divertindo só e acho que isso influencia muito em meus sonhos até hoje.

Mas fico feliz que tenha gostado, além disso o melhor é que aqui você nem precisa pagar para ler viva
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sex Maio 13, 2016 5:22 pm
Königin escreveu:
Pyros:

Pyros escreveu:
Königin escreveu:

Uau! Que sonho epopeico,  Pyros.
Senti uma sede danada, enquanto eu lia o trecho do deserto e o caminhão de sal. Ri muito na parte dos caras no caminhão, mesmo sedentos, eles comiam batatinha com sal. É como diz naquele ditado: "Já que está no inferno, abraça o capeta!"
Então,o enredo ficou sinistro, na parte da floresta por um momento eu pensei que a floresta era a de Aokigahara, onde muitos vão, para cometer suicido.  susto
No momento que você encontrou e reconheceu a espada, você quase ficou lúcido. Uma pena, que desviou sua atenção na outra espada.  

Um fato curioso: você já reconheceu um padrão no seu sonho - presença das praças.
Seria interessante, você fazer um RC toda vez que ver ou passear numa praça e da próxima vez que você sonhar com alguma praça, você irá se lembrar de fazer o RC no sonho e ficará lucido.

A floresta foi um pouco estranha também,engraçado que um dia eu li sobre essa floresta em que as pessoas se suicidam, o lugar em si me fez sentir-me um pouco preso pelo fato de que só podíamos seguir aquela maldita estrada, pena que mais pessoas morreram... parece que esse sonho era um daqueles "jogos vorazes" mesmo .-.

Eu to ansioso pra ficar lúcido em mais sonhos, aliás também vou entrar no time da técnica do grande corredor. Vamos ver os efeitos dela em xD.
Utimamente eu estou sonhando muito com portas, mas não estou atravessado. Sempre acontece algo que devia minha atenção ou entao, eu acordo antes de atravessa-las. Vou continuar tentando, em algum sonho vai dar certo. feliz

Eu estou sonhando pouco ultimamente, na verdade acho que lembrando pouco do que sonho é o termo mais correto. Vou começar o método CAT esta noite, espero que daqui a 1 semana possa começar a experimentar os resultados.

Eu não sou muito bom em atravessar coisas nos sonhos. Percebi que não tenho dificuldade pra criar algo do nada, mas, se eu tento atravessar uma parede ou o teto é quase certo que vou ficar preso pela metade suspeito .

Mas eu fico animado para testar essa técnica por isso mesmo. A técnica por facilitar o domínio do sonho e isso seria de muita ajuda pra muita gente principalmente os novos (que eu me incluo), então em que puder ajudar eu vou ver esforçar. Agora é só esperar o subconsciente cooperar comigo também hehehe.
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Sab Maio 14, 2016 2:03 am
Pyros escreveu:
Mesmo você falando isso eu fico meio mau não triste . Quando se promete uma coisa deve-se cumprir, e por isso eu prometo que vou ler xD
Pyros, não te pedi nada disso. E você não precisa me prometer nada, brother. certo

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O caso dos portais

em Ter Maio 17, 2016 11:17 am
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Hoje a noite eu tive vários sonhos, fiquei lúcidos em alguns deles mas não foi demorado então vou preferir relatar os que eu mais consigo me lembrar da maioria dos fatos.

Eu estava em uma reunião de minha religião, o local era igual a sua contraparte do mundo real, fica no primeiro andar de um prédio, ao seu lado no térreo fica a garagem descoberta. A maioria das pessoas estavam atentas, mas eu ouvia uma falação vinda da parte externa, isso me irritava e resolvi ir lá ver o porque das pessoas falarem tanto. Chegando lá fora vi três colegas meus cochichando e resolvi ficar perto para ver se escutava. lingua

Olhei novamente para dentro e pelo visto a reunião havia terminado, as pessoas estavam em pé conversando umas com as outras normalmente. Olhei para o meu lado e vi um garoto pulando pela janela. Logo fui corrento para segura-lo, mas quando tentei pegar ele ele sumiu, não estava nem em baixo nem em lugar algum. Segundos depois o garoto reaparece na minha frente caindo novamente. Olhei melhor e entendi que o garoto estava pulando em pequenos "buracos de minhoca" tipo aqueles do cinema. Um portal ficava bem abaixo da janela, um outro ficava perto do chão e um ficava no meio, sendo assim o garoto ficava pulando em um, aparecendo em outro repetidas vezes, o pior é que ele  fazia algo assim como se fosse brincadeira... confuso

Revolvi que quando o garoto parecesse perto de min novamente eu iria agarra-lo e puxa-lo pra dentro. Me preparei, o garoto apareceu, puxei ele pra dentro... mas foi aí que ele me deu um chute nas costas como aquelas crianças birrentas que ficam se debatendo quando tira elas do brinquedo. O problema mesmo é que o chute dele acabou me jogando dentro do portal. Foi muito estranho a queda era pra ser rápida mas na minha visão pareceu que o chão se aproximou. Caído no chão olhei pra cima e o pirralhinho nem estava mais na janela. Um rapaz chegou a falar algo sobre como funcionava os portais, mas não lembro direito o que ele falou.

Só lembro que quando me levantei senti uma presença estranha, olhei para traz e  do nada vi um cara cabeludo teleportar na minha frente e me dar uma chave de pernas me derrubando. As coisas ficaram em cameral lenta e enquanto eu caía me segurei no braço dele puxando ele, mas antes de caí acertei um soco bem na barriga. Ele pulou pra traz, mas enquanto estava no ar  taquei um Rasengan na barriga dele, esse foi tão forte que fez ele atravessar o portão de ferro da garagem e voar lá no meio da rua. Vendo o Rasengan percebi que estava sonhando, mas aí que foi o problema, eu já estava empolgado pela briga, fiquei mais ainda por ficar lúcido no meio dela. Me passou pela mente os poderes cósmicos que eu poderia usar nele e segundos depois acordei. --> nao3
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

em Dom Maio 22, 2016 6:36 am
Pyros, esse seu sonho lúcido tinha tudo pra durar mais um pouco. Mas, você se preocupou demais com a briga e se esqueceu de que essa preocupação estava alimentado a sua ansiedade.

Se você aproveitasse o momento que você ficou lúcido nesse sonho, pra acalmar o seu espírito e manter o foco na sua lucidez, o sonho ia se estabilizar e durar mais. Mas, fica a dia aí, na próxima vez procure ficar calmo e manter o foco na sua lucidez. certo
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Re: Diário dos Sonhos do Pyros

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