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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qua Fev 15, 2017 9:15 pm
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Pyros:
Sonho Nº 25 15 de Fevereiro de 2017



Deitei esta tarde para dormir e tive vários sonhos lúcidos em  apenas 1 hora. Deitei às 1:45 na rede, e fui ler uma revista. Após uns 15 minutos lendo, coloquei um vídeo no celular, pus os fones e fechei os olhos. Logo estava dormindo. Em meados desse tempo sinto um forte som de zumbido em meu ouvido, mas ignoro ele e vou tentando me aprofundar no sono.

Sonho:
Eu senti que estava quase acordando, só que ainda meio sonolento. Fiquei então imaginando meu corpo e tentando move-lo, primeiro as mãos, depois o tronco e aos poucos fui conseguindo me mover e levantar da rede, é aí que percebo que o sonho já se construiu ao meu redor. Primeiro vou andando pela casa e vejo como quase tudo, inclusive a iluminação estava idêntico a quando eu fui deitar, não faltava nada. Porém eu estava dormindo na varanda e percebo que ela está diferente, a cor  das paredes parecia a de quando eu era criança. Deixando isso de lado e animado para cumprir o desafio começo a procurar algum portal por ali por perto, mas logo o sonho se desfaz.
Sinto meu corpo de volta à rede, eu sentia que estava segurando algo com uma caneta na mão. Na realidade eu não lembrava que estava segurando algo quando fui dormir (e não estava). Faço  minha primeira reentrada e apareço num salão, várias cadeiras ao redor, pareciam arrumadas para uma platéia. Haviam algumas pessoas em pé e outras sentadas ali, então perguntei a uma moça o motivo de estarem naquele lugar.
- Estamos nos organizando para a peça Pyros, você também deveria se arrumar.
Percebo que continuar com o diálogo ia só me distrair. Então começo a tentar voar ou mexer com a realidade para não deixar o sonho se desfazer, mas não consegui fazer nada.
Plano B: Preciso aquecer um pouco. Pego impulso e vou correndo até a parede e começo a escala-lá.
- Se a Koenigin consegue se transformar em gata, então eu vou me transforme numa espécie de Lince.
Coisa que já fiz em outros sonhos que tive onde me transformei em um tipo de felino negro com garras de metal.
Vou escalando as paredes até que começo a escorregar. Olho para minhas mãos e mesmo estranhas elas são nitidamente mãos humanas. Continuo a escorregar pela parede.
- Vamos, vamos.. não me deixe na mão agora subconsciente!!!
Olho novamente para as mãos e elas estão com uma pelagem preta e as garras de ferro. Também eu não estava mais escorregando e estava preso na parede na vertical a uns 6 metros do chão.
- Ae !!! Aqueci, agora dá para saltar e sair voando daqui!!  não triste
Era o que eu pensava.  Saltei e... meti minha cara toda no chão e o sonho se desfez.
Faço uma  terceira reentrada e apareço em uma cidade fria, parecia bem cinza.. como Londres. Fiquei pensando no que poderia fazer para procurar o portal e decidi ir escalando pelas casas até encontrar algum. Fui pulando e fazendo alguns parkous. Notei que estava na minha forma humana novamente, mas minha agilidade ainda continuava a mesma de antes, pois eu pulava as casas e escalava as paredes com exímia facilidade, como se eu tivesse feito isso desde que nasci.
Nos fundos  de uma das casas em que eu passei, achei uma televisão de mais de 40 polegadas, em uma espécie de varanda. Pensei comigo:
- E se... eu tentar atravessar pela televisão para uma outra dimensão? Pode dar certo.
Peguei a televisão e a coloquei no chão como se fosse um buraco para eu atravessar pulando. Imaginem minha cara de nada quando eu pulei e simplesmente quebrei a tela da televisão e nada aconteceu. olhos girando
olhos girando
Okay, não podia deixar isso me abater. Fui pulando novamente pelos telhados das casas que eram todos feitos com telha cerâmica vermelha que contrastava bastante com o tom cinza da cidade. Havia uma casa mais alta que as demais, ela parecia ser uma torre. Comecei a escala-la e fiquei internalizando o pensamento de que quando chegasse no  topo haveria um portal lá. Não cheguei nem na metade da escalada e o sonho começou a se desfazer resultando em eu acordar em meu quarto.
- Droga, dois sonhos seguidos e nada acontece, não consigo achar um maldito portal.
Saí do quarto e fui para a cozinha e meus pais estavam lá, dormindo, porém eles colocaram o colchão deles no chão, colocaram água sobre o colchão e depois colocaram um colchão inflável por cima. Interessante que a água formava uma camada também e parecia ter um terceiro colchão feito só de água entre os outros dois.
Meu pai acordou e falou:
- E aí filho, colchão d'água, curtiu a ideia?
- Sabia que isso era um sonho...okay, preciso relaxar.
Saí de casa e procurei  fazer alguma coisa para relaxar... que por acaso deixou o sonho meio erótico, então não vou relatar aqui. lingua
Acabei acordando com o ultimo sonho, mas estava decidido a cumprir o desafio. Fiz uma reentrada, a quarta diga-se de passagem e voltei àquela cidade com o tom cinza do ultimo sonho. Legal que eu estava bem em cima da torre onde eu havia começado a escalar no sonho anterior. Lá de cima dava para ver boa parte da cidade e era próximo ao mar. Ouvi uma voz falar:
- Quando você ver, pule pois é o portal.
Olhei em direção ao mar e um relâmpago roxo havia atingido a água causando um pequeno redemoinho. Depois de ver isso não tive dúvidas. Fiz um rasengan em cada mão, pois não sabia o que ia encontrar do outro lado, engoli o medo do mar profundo que eu tenho, aliás muito medo. Dobrei as pernas com força e dei um salto daqueles com tudo em direção ao redemoinho apontando os rasengans para a água.
Entro na água como um míssil. Fui afundando e logo comece a sentir a água gélida de inverno. Tudo ao meu redor era azul profundo e eu não via mais nada. De repente e não lembro como, cheguei a superfície.
Galera, que vista. Eu saí de frente para uma ilha, era dia com o sol brilhando. Olhei para traz e havia outra ilha, nessa era noite e a lua estava alta. Olhei bem para o meio e havia uma divisão entre dia e noite bem nítida. A cor do céu ia mudando gradualmente de um lado sendo aquele  tom azul claro com o sol brilhante até ir escurecendo gradativamente e do outro lado sendo pura noite com um belo luar. Além disso haviam dois pilares brancos saindo do mar, gigantescos, um para cada ilha.
Próximo a uma dessas ilhas, a ilha noite, havia um cemitério de navios. Porém eram embarcações novas, transatlânticos e cruzeiros. Lanchas e jet skis. A Maré começou a me jogar em direção a essa ilha e eu não conseguia me mover direito. Não conseguia voar e sair da li. Não sabia se isso era resultado do meu medo de estar no mar profundo, mas eu não podia entrar em desespero só por estar em alto mar, eu preciso chegar a ilha e fazer três perguntas a alguém. Era o que eu coloquei na cabeça e agora ia até o fim.

A maré começou e me jogar cada vez mais forte para perto dos navios, até que surge um cara numa lancha e começa a tentar me atropelar.
- Sério subconsciente? Valeu em... minha vida já não tá boa o bastante.
Começo a bater os braços e ir nadando em alguma direção. Até que decido usar uma corda para me puxar em direção aos navios e fugir do cara. Que corda? Bom, eu inventei uma, aliás ela era invisível e mesmo assim funcionava. Me puxei em direção a um barco, mas o cara vinha atrás, me puxava para outro e a mesma coisa. Atirei em um jet ski e puxei ele para mim.
- Pronto, agora eu estou maquinado!
Começamos uma corrida, eu tentando derrubar ele e ele tentando me derrubar. Acelerei em direção a um barco e quando chego bem perto dou um salto com o jet ski e consigo pular o barco. O perseguidor não tem tanta sorte e se chocou com a embarcação. Infelizmente nesse ponto eu acordo novamente e imagino que são 14:40. Eu tinha que me arrumar para sair às 15:15. Decido levantar e vejo que na verdade são 14:59. Saio correndo pra me arrumar olhos girando

Olá Pyros, tempão que não leio o seu diário. Seu sonho foi muito bom, aliás seus relatos estão ficando cada vez melhores. Espero que não tenha tido problemas com esse atraso aí no final olhos girando
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qui Fev 16, 2017 9:54 am
Érika escreveu:
Pyros:
Sonho Nº 25 15 de Fevereiro de 2017



Deitei esta tarde para dormir e tive vários sonhos lúcidos em  apenas 1 hora. Deitei às 1:45 na rede, e fui ler uma revista. Após uns 15 minutos lendo, coloquei um vídeo no celular, pus os fones e fechei os olhos. Logo estava dormindo. Em meados desse tempo sinto um forte som de zumbido em meu ouvido, mas ignoro ele e vou tentando me aprofundar no sono.

Sonho:
Eu senti que estava quase acordando, só que ainda meio sonolento. Fiquei então imaginando meu corpo e tentando move-lo, primeiro as mãos, depois o tronco e aos poucos fui conseguindo me mover e levantar da rede, é aí que percebo que o sonho já se construiu ao meu redor. Primeiro vou andando pela casa e vejo como quase tudo, inclusive a iluminação estava idêntico a quando eu fui deitar, não faltava nada. Porém eu estava dormindo na varanda e percebo que ela está diferente, a cor  das paredes parecia a de quando eu era criança. Deixando isso de lado e animado para cumprir o desafio começo a procurar algum portal por ali por perto, mas logo o sonho se desfaz.
Sinto meu corpo de volta à rede, eu sentia que estava segurando algo com uma caneta na mão. Na realidade eu não lembrava que estava segurando algo quando fui dormir (e não estava). Faço  minha primeira reentrada e apareço num salão, várias cadeiras ao redor, pareciam arrumadas para uma platéia. Haviam algumas pessoas em pé e outras sentadas ali, então perguntei a uma moça o motivo de estarem naquele lugar.
- Estamos nos organizando para a peça Pyros, você também deveria se arrumar.
Percebo que continuar com o diálogo ia só me distrair. Então começo a tentar voar ou mexer com a realidade para não deixar o sonho se desfazer, mas não consegui fazer nada.
Plano B: Preciso aquecer um pouco. Pego impulso e vou correndo até a parede e começo a escala-lá.
- Se a Koenigin consegue se transformar em gata, então eu vou me transforme numa espécie de Lince.
Coisa que já fiz em outros sonhos que tive onde me transformei em um tipo de felino negro com garras de metal.
Vou escalando as paredes até que começo a escorregar. Olho para minhas mãos e mesmo estranhas elas são nitidamente mãos humanas. Continuo a escorregar pela parede.
- Vamos, vamos.. não me deixe na mão agora subconsciente!!!
Olho novamente para as mãos e elas estão com uma pelagem preta e as garras de ferro. Também eu não estava mais escorregando e estava preso na parede na vertical a uns 6 metros do chão.
- Ae !!! Aqueci, agora dá para saltar e sair voando daqui!!  não triste
Era o que eu pensava.  Saltei e... meti minha cara toda no chão e o sonho se desfez.
Faço uma  terceira reentrada e apareço em uma cidade fria, parecia bem cinza.. como Londres. Fiquei pensando no que poderia fazer para procurar o portal e decidi ir escalando pelas casas até encontrar algum. Fui pulando e fazendo alguns parkous. Notei que estava na minha forma humana novamente, mas minha agilidade ainda continuava a mesma de antes, pois eu pulava as casas e escalava as paredes com exímia facilidade, como se eu tivesse feito isso desde que nasci.
Nos fundos  de uma das casas em que eu passei, achei uma televisão de mais de 40 polegadas, em uma espécie de varanda. Pensei comigo:
- E se... eu tentar atravessar pela televisão para uma outra dimensão? Pode dar certo.
Peguei a televisão e a coloquei no chão como se fosse um buraco para eu atravessar pulando. Imaginem minha cara de nada quando eu pulei e simplesmente quebrei a tela da televisão e nada aconteceu. olhos girando
olhos girando
Okay, não podia deixar isso me abater. Fui pulando novamente pelos telhados das casas que eram todos feitos com telha cerâmica vermelha que contrastava bastante com o tom cinza da cidade. Havia uma casa mais alta que as demais, ela parecia ser uma torre. Comecei a escala-la e fiquei internalizando o pensamento de que quando chegasse no  topo haveria um portal lá. Não cheguei nem na metade da escalada e o sonho começou a se desfazer resultando em eu acordar em meu quarto.
- Droga, dois sonhos seguidos e nada acontece, não consigo achar um maldito portal.
Saí do quarto e fui para a cozinha e meus pais estavam lá, dormindo, porém eles colocaram o colchão deles no chão, colocaram água sobre o colchão e depois colocaram um colchão inflável por cima. Interessante que a água formava uma camada também e parecia ter um terceiro colchão feito só de água entre os outros dois.
Meu pai acordou e falou:
- E aí filho, colchão d'água, curtiu a ideia?
- Sabia que isso era um sonho...okay, preciso relaxar.
Saí de casa e procurei  fazer alguma coisa para relaxar... que por acaso deixou o sonho meio erótico, então não vou relatar aqui. lingua
Acabei acordando com o ultimo sonho, mas estava decidido a cumprir o desafio. Fiz uma reentrada, a quarta diga-se de passagem e voltei àquela cidade com o tom cinza do ultimo sonho. Legal que eu estava bem em cima da torre onde eu havia começado a escalar no sonho anterior. Lá de cima dava para ver boa parte da cidade e era próximo ao mar. Ouvi uma voz falar:
- Quando você ver, pule pois é o portal.
Olhei em direção ao mar e um relâmpago roxo havia atingido a água causando um pequeno redemoinho. Depois de ver isso não tive dúvidas. Fiz um rasengan em cada mão, pois não sabia o que ia encontrar do outro lado, engoli o medo do mar profundo que eu tenho, aliás muito medo. Dobrei as pernas com força e dei um salto daqueles com tudo em direção ao redemoinho apontando os rasengans para a água.
Entro na água como um míssil. Fui afundando e logo comece a sentir a água gélida de inverno. Tudo ao meu redor era azul profundo e eu não via mais nada. De repente e não lembro como, cheguei a superfície.
Galera, que vista. Eu saí de frente para uma ilha, era dia com o sol brilhando. Olhei para traz e havia outra ilha, nessa era noite e a lua estava alta. Olhei bem para o meio e havia uma divisão entre dia e noite bem nítida. A cor do céu ia mudando gradualmente de um lado sendo aquele  tom azul claro com o sol brilhante até ir escurecendo gradativamente e do outro lado sendo pura noite com um belo luar. Além disso haviam dois pilares brancos saindo do mar, gigantescos, um para cada ilha.
Próximo a uma dessas ilhas, a ilha noite, havia um cemitério de navios. Porém eram embarcações novas, transatlânticos e cruzeiros. Lanchas e jet skis. A Maré começou a me jogar em direção a essa ilha e eu não conseguia me mover direito. Não conseguia voar e sair da li. Não sabia se isso era resultado do meu medo de estar no mar profundo, mas eu não podia entrar em desespero só por estar em alto mar, eu preciso chegar a ilha e fazer três perguntas a alguém. Era o que eu coloquei na cabeça e agora ia até o fim.

A maré começou e me jogar cada vez mais forte para perto dos navios, até que surge um cara numa lancha e começa a tentar me atropelar.
- Sério subconsciente? Valeu em... minha vida já não tá boa o bastante.
Começo a bater os braços e ir nadando em alguma direção. Até que decido usar uma corda para me puxar em direção aos navios e fugir do cara. Que corda? Bom, eu inventei uma, aliás ela era invisível e mesmo assim funcionava. Me puxei em direção a um barco, mas o cara vinha atrás, me puxava para outro e a mesma coisa. Atirei em um jet ski e puxei ele para mim.
- Pronto, agora eu estou maquinado!
Começamos uma corrida, eu tentando derrubar ele e ele tentando me derrubar. Acelerei em direção a um barco e quando chego bem perto dou um salto com o jet ski e consigo pular o barco. O perseguidor não tem tanta sorte e se chocou com a embarcação. Infelizmente nesse ponto eu acordo novamente e imagino que são 14:40. Eu tinha que me arrumar para sair às 15:15. Decido levantar e vejo que na verdade são 14:59. Saio correndo pra me arrumar olhos girando

Olá Pyros, tempão que não leio o seu diário. Seu sonho foi muito bom, aliás seus relatos estão ficando cada vez melhores. Espero que não tenha tido problemas com esse atraso aí no final olhos girando

Érika, valeu pelo elogio e é muito bom te ver de volta por aqui, você sempre é bem vinda no meu diário u.u
O atraso não me gerou tantos problemas, só algumas caras feias me olhando.
8 46 55 66 40  E eu lá  chegando todo "serelepe" feliz com meu sonho. 58
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qui Fev 16, 2017 1:55 pm
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Sonho bacana Pyros! O portal que você entrou deve ser no triângulo das bermudas, por isso o monte de navios naufragados! hauhauhah
E essa vista aí, metade do céu claro e metade noite, deve ter sido incrível, bem surreal mesmo!

E como assim, você tinha um compromisso e confiou no relógio biológico pra te acordar na hora certa, que coragem! susto
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qui Fev 16, 2017 5:27 pm
daydreamer escreveu:Sonho bacana Pyros! O portal que você entrou deve ser no triângulo das bermudas, por isso o monte de navios naufragados! hauhauhah
E essa vista aí, metade do céu claro e metade noite, deve ter sido incrível, bem surreal mesmo!

E como assim, você tinha um compromisso e confiou no relógio biológico pra te acordar na hora certa, que coragem! susto

Rapaz,, pior que não. Eu deixei um celular para me despertar as 3 horas pois não pensava que conseguiria sonhar então teria tempo para me arrumar e sair. Agora meu relógio biológico não é pouca coisa não, ele me acordou 1 minuto antes do despertador tocar AHAHAHAH
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Criador de Desertos

em Qua Fev 22, 2017 11:12 am
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Sonho Nº 26 22 de Fevereiro de 2017


Ta aí um sonho que eu não lembro como começou. A primeira coisa que me lembro é de estar em um deserto e para onde eu olhava era só areia. Há outras pessoas junto a mim e estamos montados em cavalos. Um barulho muito forte vem do horizonte.

De repente, todos os outros montados em cavalos partiram em disparada, o que me deixa um pouco assustado porém não mais que a vista que vinha lá de longe. Um tempestade de areia colossal que caía sobre as gigantescas dunas de areias. Era algo tão impressionante que mais parecia uma parede que ligava o céus e a terra. Parti com o cavalo na tentativa de me juntar ao grupo que estava antes comigo, mas percebo que todos já armaram barracas e se abrigaram dentro delas. Começo a escalar uma duna de areia a minha frente e a tempestade vai se aproximando cada vez mais veloz. Do nada um fardo de feno do tamanho de uma casa começa a rolar pela duna descendo até do topo. Percebo que no dentro dele existe um buraco e me me jogo dentro dele no mesmo momento que a tempestade nos atinge. O forte impacto acaba por me acordar.

Continuo deitado e começo a ouvir uma voz:
- Ei, quem é esse garoto aqui? E essa revista com ele?
Sinto alguém passando a mão perto de mim então levanto e olho para os lados, nunca na minha vida eu havia estado naquele lugar, é minha primeira impressão. Estou sentado em um sofá e o cômodo onde estou é apertado, no formato retangular ta mais para um corredor do que algum tipo de sala. Atrás do sofá ficava um corrimão de uma escada que dava acesso ao andar inferior e ao lado esquerdo do braço do sofá ficava um porta onde o corredor se estendi para dentro. Ao lado dessa porta tinha uma cadeira e um cara sentado com uma revista em quadrinhos na mão.
- Garoto, não acredito que você tem uma edição do "Gordo Verde"!! Não achei nenhuma delas, nem nos sebos da vida. - Diz o rapaz que está sentado na cadeira.
Ele era um cara com mais ou menos seus 45 anos, moreno, usava uma camisa social verde por fora da calça jeans. Era a cara do Renato Aragão só que uma versão mais jovem.
- Desculpa, mas tenho de sair. - Disse eu enquanto me levantava do sofá.
- Certo, mas façamos um trato, eu quero comprar essa sua revista, sou muito fã de quadrinhos. Eu pago R$ 33.00.
- okay.

Enquanto essa conversa rolava eu já estava meio lúcido, já que tinha estranhado o fato de ter saído de uma tempestade de areia e ter parado em uma casa que nunca havia visto. Então, me levantei para sair mas nesse instante vem uma criança correndo do corredor em minha direção. É um garotinho, meio loiro, na hora me pareceu ser uma versão um pouco mais crescida do Halley, um personagem onírico que já sonhei alguma vezes. Ele chegou bem perto de mim e tomou um susto ao me olhar no rosto.
- Pensei que você fosse o vovô. - Diz o garotinho. Logo depois olha para o lado e vê o rapaz que estava falando comigo e vai na direção dele e o abraça.

Presumi que aquele era o avô dele. Me despeço e vou descendo as escadas atrás do sofá em direção a uma porta aberta de onde vem uma luz forte. Saindo pela porta me deparo com nada menos do que a rua onde eu moro. Procurando saber até onde aquele sonho ia me levar decido ir até a minha casa.
Chegando em frente ao portão, eu escalo e muro e salto para a varando usando apenas uma mão e me balançando. Com isso tenho certeza de que estou sonhando e fico me imaginando tentando fazer aquilo no mundo real. gargalhada gargalhada gargalhada

Assim que chego na varando, sou surpreendido por uma tia minha e uma amiga, elas estão juntas falando sobre alguma coisa. Quando chego perto delas,o sonho começa a de desfazer e eu consigo estabilizar esfregando as mãos, daí elas me mostram no chão vários desenhos e um deles é de um deserto cheio de dunas de areias. Depois de olhar para o desenho, dou uma breve olhada para o horizonte e não era mais minha rua, embora minha casa continuasse lá, nós estávamos de volta naquele deserto do começo do sonho. A minha amiga chega para mim e fala:
- Desde quando você construiu um dragão de areia?
- Dragão de areia!? Onde? - Respondo confuso.
Ela aponta para uma duna de areia que tem um formato de uma cabeça de Dragão. Era incrível ver tudo aquilo. Depois olhei mais alguns desenhos e em um deles tinha uma cidadezinha, tipo aquelas de faroeste. Olhei para minha casa e ela havia se transformado em um prédio de madeira com uma fachada preta e outras pequenas casas haviam aparecido ao redor, bem com aquele visual de faroeste. Na fachada da casa havia algo escrito, uma frase em inglês que eu não lembro. Era algo tipo: "Be much..." ou "Be more that..."

Na real, lembro que em determinado momento a frase mudou um pouco e eu tentei reescreve-la na parede. Quando toquei nela na parede a parte onde eu tocava deixou de ser madeira e virou areia. A frase tomou a mesma forma que quando escrevemos algo na areia da praia sabem? Porém não deu muito certo minha tentativa de modifica-la.
Comecei então a tentar gravar o que estava escrito e pensei em escrever na minha mão. Foi aí que me peguei rindo pensando em como era ridículo a intensão de tentar lembrar de algo escrito, escrevendo novamente aquilo em minha mão, já que eu ia acordar e não estaria escrito quando eu acordasse. Minha amiga me puxou e começamos a conversar sobre algum coisa, daí apareceu uma loira junto a ela e o sonho começou a se desfazer e dessa vez não consegui estabilizar e acabei acordando.

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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qua Fev 22, 2017 5:41 pm
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Que legal essa tempestade de areia, gostei mesmo da visão.
Curiosa essa dinâmica do cenário de madeira para areia. Talvez fosse um reflexo da estabilização do sonho e quem sabe por isso tenha começado assim (ainda estava se estabilizando).
Abraços.
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qua Fev 22, 2017 7:07 pm
EmersonPawoski escreveu:Que legal essa tempestade de areia, gostei mesmo da visão.
Curiosa essa dinâmica do cenário de madeira para areia. Talvez fosse um reflexo da estabilização do sonho e quem sabe por isso tenha começado assim (ainda estava se estabilizando).
Abraços.

Foi estranho mesmo o lance da madeira virar areia, até porque ainda era uma areia meio molhada, como se fosse lama. Mas ae, pena que não lembrei do desafio... mas não desisti, vou tentar faze-lo assim que possível.
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qua Fev 22, 2017 7:45 pm
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Que sonho bacana, Pyros! Gostei como você fugiu da tempestade de areia usando um buraco no feno.
"Gordo Verde"? suspeito (Imaginei o Lanterna Verde depois de comer muitas lasanhas. lingua ).
Eu já tentei escrever palavras na mão para me recordar depois. Nunca acordei com nada escrito na mão, mas consegui me lembrar do que eu tinha anotado.
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qua Fev 22, 2017 8:18 pm
Königin escreveu:Que sonho bacana, Pyros! Gostei como você fugiu da tempestade de areia usando um buraco no feno.
"Gordo Verde"?  suspeito (Imaginei o Lanterna Verde depois de comer muitas lasanhas.  lingua ).
Eu já tentei escrever palavras na mão para me recordar depois. Nunca acordei com nada escrito na mão, mas consegui me lembrar do que eu tinha anotado.

Koenigin, você acreditaria se eu te falasse que o Gordo Verde, era justamente um lanterna verde só que gordo!!!? HAHAHA eu vi quando ele jogou a revista de volta para mim e se ofereceu para comprar.
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qua Fev 22, 2017 8:45 pm
Sonho muito legal Pyros, as transições e a volta ao cenário inicial do deserto somada a uma pitada de mistério.

Edição do gordo verde hehe gargalhada as ideia, brisa total, você anda assistindo arqueiro verde ou acha que pode ter tido ligação com alguma outra coisa?
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qua Fev 22, 2017 9:12 pm
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Reizen Endler escreveu:Sonho muito legal Pyros, as transições e a volta ao cenário inicial do deserto somada a uma pitada de mistério.

Edição do gordo verde hehe  gargalhada as ideia, brisa total, você anda assistindo arqueiro verde ou acha que pode ter tido ligação com alguma outra coisa?

Yo Reizen ^^

Brisei mesmo kkkkkkk. Pior que eu nunca assisti arqueiro verde ( a série). Porém já li algumas HQs assim como do Lanterna. Mas isso faz muito tempo, além do fato de que era muito irreal, mesmo agora ainda não faz o menor sentido um herói chamado GORDO VERDE!!!

"E o dia foi salvo, graças ao..... GORDO VERDE!!!
" É um pássaro? É um avião? Não! É o GORDO VERDE!"

Tipo isso aí ^ kkkkkk


AAAh, Reizen, preciso falar algo contigo cara. Eu tava lendo o diário do Léo e logo na segunda página me deparo com o seu comentário sobre ter fundado o grupo dos "garanhões oníricos do fórum" U.U
Então quer dizer que você era um rapaz caliente nos seus tempo de jovem onironauta em? viva2
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qua Fev 22, 2017 10:03 pm
ahasuhaush iori

Ah, rapaz, com certeza esse Gordo Verde foi muito brisa! gargalhada

---

Foi uma época onde eu estive gastando muitas energias com coisas fúteis, mas eu não me arrependo e tão pouco de ter criado um personagem onírico por longos anos e ter alimentado-o também, aliás nos dias atuais vejo que essas experiências fazem parte de um aprendizado maior, a males que vem para bem. Eu tinha muitos sonhos contínuos com um mesmo personagem onírico, toda noite um sonho diferente, enredo, mas continuando a trama até que percebi que estava em um circulo vicioso criado por mim mesmo. Comecei assim sem perceber escrevendo um livro que também não terminei, criei uma arte final em animação dos respectivos personagens e em um belo dia sonhei com um desses personagens naturalmente sem forçar nada foi aí que tudo começou e se eu fosse contar a história além do sonho ninguém iria acreditar em mim, há duas pessoas que sabem dessa história, o meu amigo Hiriu que vocês já conhecem e minha namorada... Bom, o que quero dizer é que o ser humano tem o poder de criar mundos e quando eu digo criar mundo não estou dizendo no sentido imaginário, mas sim literalmente dar vida as coisas! Eu fui muito além do que eu pensava ou planejava, mas não quero aprofundar muito, pois eu sei que experiência é algo muito pessoal de cada um e há projetos na vida como esse em particular que as vezes podem levar anos e anos para atingir resultados, então trabalhar em algo grande assim é envolver-se com magia, algo mistico, uma coisa que não tem como explicar com palavras.

Hoje eu aventuro-me nos sonhos da Königin, por exemplo, aliás uso a mesma como referência por ser uma sonhadora lúcida muito bem desenvolvida e na época eu passei por sonhos tão misticos como os dela, chegava a me cansar de ficar quase uma hora registrando dezenas de dezenas de palavras chaves chegando a umas três páginas de relatório de experiência. Depois de centenas de centenas de sonhos lúcidos, exatamente centenas eu não tive apenas um diário dos sonhos, mas sim mais de três de que eu me lembre, algumas experiências registrava aqui e outras guardava a sete chaves, comecei a ter alguns problemas com os meus sonhos e isso começou a afetar a minha vida real, pessoal, houve necessidade de eu reavaliar no que eu estava trabalhando em minhas tempestades mentais foi aí que tomei uma decisão drástica de deletar todos os meus materiais relacionados com o assunto e começar um novo projeto de vida.

E sim foi há alguns anos atrás a época em que eu gastei inúmeros sonhos lúcidos com coisas fúteis, mas faz parte de fase em fase de aprendizado da vida já que uma vez é melhor reciclar a repressão da vida real dentro da realidade onírica do que ser consumido no final. O problema maior é quando isso se torna um vicio que somado ao desperdício de energias não nos leva mais a lugar algum aí nos encontramos naquele ciclo vicioso de necessidade materialista igual ao mundo real. Quando agente chega nesse ponto tem que fazer uma escolha, porém cada caso é um caso e cada escolha uma escolha, por isso eu costumo dizer que experiência pessoal é algo simplesmente pessoal, pois eu não saberia como expor em palavras o que passei em vida aventurando-me nos sonhos lúcidos, mas deixo um conselho aos que estão começando:

"Pense e reflita o que você faz em seus sonhos não é muito diferente do que o que você faz no mundo que classifica como "Real".

Pode parecer louco e é verdade eu até concordo, mas talvez seja necessário como disse antes centenas de experiências desse nível para compreender que o que é real não é necessariamente o que conhecemos como realidade.

Pyros desculpa se eu prolonguei muito uma resposta simples, mas quando fui responder senti um impulso para aprofundar um pouco mais e tudo saiu tão naturalmente que pensei em não modificar nada e deixar como está.

Abraços meu amigo e continue sonhando! viva
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qua Fev 22, 2017 11:46 pm
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Reizen Endler:
Reizen Endler escreveu:ahasuhaush iori

Ah, rapaz, com certeza esse Gordo Verde foi muito brisa! gargalhada

---

Foi uma época onde eu estive gastando muitas energias com coisas fúteis, mas eu não me arrependo e tão pouco de ter criado um personagem onírico por longos anos e ter alimentado-o também, aliás nos dias atuais vejo que essas experiências fazem parte de um aprendizado maior, a males que vem para bem. Eu tinha muitos sonhos contínuos com um mesmo personagem onírico, toda noite um sonho diferente, enredo, mas continuando a trama até que percebi que estava em um circulo vicioso criado por mim mesmo. Comecei assim sem perceber escrevendo um livro que também não terminei, criei uma arte final em animação dos respectivos personagens e em um belo dia sonhei com um desses personagens naturalmente sem forçar nada foi aí que tudo começou e se eu fosse contar a história além do sonho ninguém iria acreditar em mim, há duas pessoas que sabem dessa história, o meu amigo Hiriu que vocês já conhecem e minha namorada... Bom, o que quero dizer é que o ser humano tem o poder de criar mundos e quando eu digo criar mundo não estou dizendo no sentido imaginário, mas sim literalmente dar vida as coisas! Eu fui muito além do que eu pensava ou planejava, mas não quero aprofundar muito, pois eu sei que experiência é algo muito pessoal de cada um e há projetos na vida como esse em particular que as vezes podem levar anos e anos para atingir resultados, então trabalhar em algo grande assim é envolver-se com magia, algo mistico, uma coisa que não tem como explicar com palavras.

Hoje eu aventuro-me nos sonhos da Königin, por exemplo, aliás uso a mesma como referência por ser uma sonhadora lúcida muito bem desenvolvida e na época eu passei por sonhos tão misticos como os dela, chegava a me cansar de ficar quase uma hora registrando dezenas de dezenas de palavras chaves chegando a umas três páginas de relatório de experiência. Depois de centenas de centenas de sonhos lúcidos, exatamente centenas eu não tive apenas um diário dos sonhos, mas sim mais de três de que eu me lembre, algumas experiências registrava aqui e outras guardava a sete chaves, comecei a ter alguns problemas com os meus sonhos e isso começou a afetar a minha vida real, pessoal, houve necessidade de eu reavaliar no que eu estava trabalhando em minhas tempestades mentais foi aí que tomei uma decisão drástica de deletar todos os meus materiais relacionados com o assunto e começar um novo projeto de vida.

E sim foi há alguns anos atrás a época em que eu gastei inúmeros sonhos lúcidos com coisas fúteis, mas faz parte de fase em fase de aprendizado da vida já que uma vez é melhor reciclar a repressão da vida real dentro da realidade onírica do que ser consumido no final. O problema maior é quando isso se torna um vicio que somado ao desperdício de energias não nos leva mais a lugar algum aí nos encontramos naquele ciclo vicioso de necessidade materialista igual ao mundo real. Quando agente chega nesse ponto tem que fazer uma escolha, porém cada caso é um caso e cada escolha uma escolha, por isso eu costumo dizer que experiência pessoal é algo simplesmente pessoal, pois eu não saberia como expor em palavras o que passei em vida aventurando-me nos sonhos lúcidos, mas deixo um conselho aos que estão começando:

"Pense e reflita o que você faz em seus sonhos não é muito diferente do que o que você faz no mundo que classifica como "Real".

Pode parecer louco e é verdade eu até concordo, mas talvez seja necessário como disse antes centenas de experiências desse nível para compreender que o que é real não é necessariamente o que conhecemos como realidade.

Pyros desculpa se eu prolonguei muito uma resposta simples, mas quando fui responder senti um impulso para aprofundar um pouco mais e tudo saiu tão naturalmente que pensei em não modificar nada e deixar como está.

Abraços meu amigo e continue sonhando! viva

Rlx Reizen, na real, ler toda sua resposta me deixou ainda mais empolgado. Todos nós temos algo interno, desejos ou coisas do tipo que nos movem e nos empelem eu acho. Além disso, qualé, nós visitamos outros planetas , até outras dimensões, criamos raças que nunca nem sonharam em existir e lutamos contra os nossos próprios demônios. Talvez ser um pouco louco, seja a decisão mais sã a se tomar.

Eu tinha sonhos lúcidos na infância, porém só em meados de 2015, por pura sorte vi um vídeo na internet falando que era possível controlar os sonhos. O que pra mim começou como uma brincadeira, hoje ainda eu levo como uma brincadeira ainda. Quando cheguei no fórum, antes de criar minha conta eu também comecei a ler os diários da Koenigin. Cara eu ficava bobo. Passava horas no computador da faculdade lendo como ela tinha feito uma caravela surgir de dentro de um mar de nuvens no céu. Daí eu fui ler o diário do Ramon, fiquei besta novamente. O cara conseguia lembrar de uma riqueza de detalhes e eu ficava me perguntando se algum dia ia conseguir arranhar a superfície que eles já haviam superado.

Tipo, era como se os dogmas ou as aventuras que eles passavam estivessem bem acima das duvidas que eu tinha que enfrentar. Mas foi engraçado ver que depois disso, enquanto eu lia o diário do Hiriu, era doido ver como aquele cara que conseguia meditar, sair do corpo dentro do ônibus da faculdade entre outras coisas ao mesmo tempo tirava uma horinha no sonho para fazer sexo lingua

Ver essas paradas foram uma das melhores coisas que tive a oportunidade de  aproveitar. Pois me deixou ainda mais empolgado ver como, mesmo pessoas incríveis não faziam questão de esconder seu lado humano. Melhor ainda, eu podia falar com elas como se fossemos iguais. Por isso que quando eu li tu falando sobre os caras serem pervertidos e depois falando " pior que eu nem posso me justificar porque tbm faço parte", kkkkkkkkkkkk foi muito engraçado para mim, eu tinha que falar isso com você.

Na real, real mesmo... eu ainda tenho coisas que quero muito fazer no mundo dos sonhos. Seu conselho é uma boa verdade: Os sonhos as vezes são apenas uns espelhos, só que talvez um pouco menos nítido. Acho que esse texto embora pensando aqui, não faça tanto sentido, é minha forma de agradecer a você, aliás, não só a você mas a toda a galera aqui do fórum que ta sempre postando relatos novos ou comentando o dos outros.

Simbora sonhar então, ainda há uma longa jornada pela frente xD
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qui Fev 23, 2017 1:39 pm
Pyros:

Sonho Nº 26   22 de Fevereiro de 2017

 
Ta aí um sonho que eu não lembro como começou. A primeira coisa que me lembro é de estar em um deserto e para onde eu olhava era só areia. Há outras pessoas junto a mim e estamos montados em cavalos. Um barulho muito forte vem do horizonte.

De repente, todos os outros montados em cavalos partiram em disparada, o que me deixa um pouco assustado porém não mais que a vista que vinha lá de longe. Um tempestade de areia colossal que caía sobre as gigantescas dunas de areias. Era algo tão impressionante que mais parecia uma parede que ligava o céus e a terra.  Parti com o cavalo na tentativa de me juntar ao grupo que estava antes comigo, mas percebo que todos já armaram barracas e se abrigaram dentro delas. Começo a escalar uma duna de areia a minha frente e a tempestade vai se aproximando cada vez mais veloz. Do nada um fardo de feno do tamanho de uma casa começa a rolar pela duna descendo até do topo. Percebo que no dentro dele existe um buraco e me me jogo dentro dele no mesmo momento que a tempestade nos atinge. O forte impacto acaba por me acordar.

Continuo deitado e começo a ouvir uma voz:
- Ei, quem é esse garoto aqui? E essa revista com ele?
Sinto alguém passando a mão perto de mim então levanto e olho para os lados, nunca na minha vida eu havia estado naquele lugar, é minha primeira impressão. Estou sentado em um sofá e o cômodo onde estou é apertado, no formato retangular ta mais para um corredor do que algum tipo de sala. Atrás do sofá ficava um corrimão de uma escada que dava acesso ao andar inferior e ao lado esquerdo do braço do sofá ficava um porta onde o corredor se  estendi para dentro. Ao lado dessa porta tinha uma cadeira e um cara sentado com uma revista em quadrinhos na mão.
- Garoto, não acredito que você tem uma edição do "Gordo Verde"!! Não achei nenhuma delas, nem nos sebos da vida. - Diz o rapaz que está sentado na cadeira.
Ele era um cara com mais ou menos seus 45 anos, moreno, usava uma camisa social verde por fora da calça jeans. Era a cara do Renato Aragão só que uma versão mais jovem.
- Desculpa, mas tenho de sair. - Disse eu enquanto me levantava do sofá.
- Certo, mas façamos um trato, eu quero comprar essa sua revista, sou muito fã de quadrinhos. Eu pago R$ 33.00.
- okay.

Enquanto essa conversa rolava eu já estava meio lúcido, já que tinha  estranhado o fato de ter saído de uma tempestade de areia e ter parado em uma casa que nunca havia visto. Então, me levantei para sair mas nesse instante vem uma criança correndo do corredor em minha direção. É um garotinho, meio loiro, na hora me pareceu ser uma versão um pouco mais crescida do Halley, um personagem onírico que já sonhei alguma vezes. Ele chegou bem perto de mim e tomou um susto ao me olhar no rosto.
- Pensei que você fosse o vovô. - Diz o garotinho. Logo depois olha para o lado e vê o rapaz que estava falando comigo e vai na direção dele e o abraça.

Presumi que aquele era o avô dele. Me despeço e vou descendo as escadas atrás do sofá em direção a uma porta aberta de onde vem uma luz forte. Saindo pela porta me deparo com nada menos do que a rua onde eu moro. Procurando saber até onde aquele sonho ia me levar decido ir até a minha casa.
Chegando em frente ao portão, eu escalo e muro e salto para a varando usando apenas uma mão e me balançando. Com isso tenho certeza de que estou sonhando e fico me imaginando tentando fazer aquilo no mundo real. gargalhada gargalhada gargalhada

Assim que chego na varando, sou surpreendido por uma tia minha e uma amiga, elas  estão juntas falando sobre alguma coisa. Quando chego perto delas,o sonho começa a de desfazer e eu consigo estabilizar esfregando as mãos, daí elas me mostram no chão vários desenhos e um deles é de um deserto cheio de dunas de areias. Depois de olhar para o desenho, dou uma breve olhada para o horizonte e não era mais minha rua, embora minha casa continuasse lá, nós estávamos de volta naquele deserto do começo do sonho. A minha amiga chega para mim e fala:
- Desde quando você construiu um dragão de areia?
- Dragão de areia!? Onde? - Respondo confuso.
Ela aponta para uma duna de areia que tem um formato de uma cabeça de Dragão. Era incrível ver tudo aquilo. Depois olhei mais alguns desenhos e em um deles tinha uma cidadezinha, tipo  aquelas de faroeste. Olhei para minha casa e ela havia se transformado em um prédio de madeira com uma fachada preta e outras pequenas casas haviam aparecido ao redor, bem com aquele visual de faroeste. Na fachada da casa havia algo escrito, uma frase em inglês que eu não lembro. Era algo tipo: "Be much..." ou "Be more that..."

Na real, lembro que em determinado momento a frase mudou um pouco e eu tentei reescreve-la  na parede. Quando toquei nela na parede a parte onde eu tocava deixou de ser madeira e virou areia. A frase tomou a mesma forma que quando escrevemos algo na areia da praia sabem? Porém não deu muito certo minha tentativa de modifica-la.
Comecei então a tentar gravar o que estava escrito e pensei em escrever na minha mão. Foi aí que me peguei rindo pensando em como era ridículo a intensão de tentar lembrar de algo escrito, escrevendo novamente aquilo em minha mão, já que eu ia acordar e não estaria escrito quando eu acordasse. Minha amiga me puxou e começamos a conversar sobre algum coisa, daí apareceu uma loira junto a ela e o sonho começou a se desfazer e dessa vez não consegui estabilizar e acabei acordando.


Gordo verde gargalhada  Seu subconsciente sempre inventa alguma coisa engraçada, sempre que eu leio alguma delas eu lembro daquele sonho das galinhas inverno e verão, que está lá na terceira página do seu diário.
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qui Fev 23, 2017 5:39 pm
Érika escreveu:
Pyros:

Sonho Nº 26   22 de Fevereiro de 2017

 
Ta aí um sonho que eu não lembro como começou. A primeira coisa que me lembro é de estar em um deserto e para onde eu olhava era só areia. Há outras pessoas junto a mim e estamos montados em cavalos. Um barulho muito forte vem do horizonte.

De repente, todos os outros montados em cavalos partiram em disparada, o que me deixa um pouco assustado porém não mais que a vista que vinha lá de longe. Um tempestade de areia colossal que caía sobre as gigantescas dunas de areias. Era algo tão impressionante que mais parecia uma parede que ligava o céus e a terra.  Parti com o cavalo na tentativa de me juntar ao grupo que estava antes comigo, mas percebo que todos já armaram barracas e se abrigaram dentro delas. Começo a escalar uma duna de areia a minha frente e a tempestade vai se aproximando cada vez mais veloz. Do nada um fardo de feno do tamanho de uma casa começa a rolar pela duna descendo até do topo. Percebo que no dentro dele existe um buraco e me me jogo dentro dele no mesmo momento que a tempestade nos atinge. O forte impacto acaba por me acordar.

Continuo deitado e começo a ouvir uma voz:
- Ei, quem é esse garoto aqui? E essa revista com ele?
Sinto alguém passando a mão perto de mim então levanto e olho para os lados, nunca na minha vida eu havia estado naquele lugar, é minha primeira impressão. Estou sentado em um sofá e o cômodo onde estou é apertado, no formato retangular ta mais para um corredor do que algum tipo de sala. Atrás do sofá ficava um corrimão de uma escada que dava acesso ao andar inferior e ao lado esquerdo do braço do sofá ficava um porta onde o corredor se  estendi para dentro. Ao lado dessa porta tinha uma cadeira e um cara sentado com uma revista em quadrinhos na mão.
- Garoto, não acredito que você tem uma edição do "Gordo Verde"!! Não achei nenhuma delas, nem nos sebos da vida. - Diz o rapaz que está sentado na cadeira.
Ele era um cara com mais ou menos seus 45 anos, moreno, usava uma camisa social verde por fora da calça jeans. Era a cara do Renato Aragão só que uma versão mais jovem.
- Desculpa, mas tenho de sair. - Disse eu enquanto me levantava do sofá.
- Certo, mas façamos um trato, eu quero comprar essa sua revista, sou muito fã de quadrinhos. Eu pago R$ 33.00.
- okay.

Enquanto essa conversa rolava eu já estava meio lúcido, já que tinha  estranhado o fato de ter saído de uma tempestade de areia e ter parado em uma casa que nunca havia visto. Então, me levantei para sair mas nesse instante vem uma criança correndo do corredor em minha direção. É um garotinho, meio loiro, na hora me pareceu ser uma versão um pouco mais crescida do Halley, um personagem onírico que já sonhei alguma vezes. Ele chegou bem perto de mim e tomou um susto ao me olhar no rosto.
- Pensei que você fosse o vovô. - Diz o garotinho. Logo depois olha para o lado e vê o rapaz que estava falando comigo e vai na direção dele e o abraça.

Presumi que aquele era o avô dele. Me despeço e vou descendo as escadas atrás do sofá em direção a uma porta aberta de onde vem uma luz forte. Saindo pela porta me deparo com nada menos do que a rua onde eu moro. Procurando saber até onde aquele sonho ia me levar decido ir até a minha casa.
Chegando em frente ao portão, eu escalo e muro e salto para a varando usando apenas uma mão e me balançando. Com isso tenho certeza de que estou sonhando e fico me imaginando tentando fazer aquilo no mundo real. gargalhada gargalhada gargalhada

Assim que chego na varando, sou surpreendido por uma tia minha e uma amiga, elas  estão juntas falando sobre alguma coisa. Quando chego perto delas,o sonho começa a de desfazer e eu consigo estabilizar esfregando as mãos, daí elas me mostram no chão vários desenhos e um deles é de um deserto cheio de dunas de areias. Depois de olhar para o desenho, dou uma breve olhada para o horizonte e não era mais minha rua, embora minha casa continuasse lá, nós estávamos de volta naquele deserto do começo do sonho. A minha amiga chega para mim e fala:
- Desde quando você construiu um dragão de areia?
- Dragão de areia!? Onde? - Respondo confuso.
Ela aponta para uma duna de areia que tem um formato de uma cabeça de Dragão. Era incrível ver tudo aquilo. Depois olhei mais alguns desenhos e em um deles tinha uma cidadezinha, tipo  aquelas de faroeste. Olhei para minha casa e ela havia se transformado em um prédio de madeira com uma fachada preta e outras pequenas casas haviam aparecido ao redor, bem com aquele visual de faroeste. Na fachada da casa havia algo escrito, uma frase em inglês que eu não lembro. Era algo tipo: "Be much..." ou "Be more that..."

Na real, lembro que em determinado momento a frase mudou um pouco e eu tentei reescreve-la  na parede. Quando toquei nela na parede a parte onde eu tocava deixou de ser madeira e virou areia. A frase tomou a mesma forma que quando escrevemos algo na areia da praia sabem? Porém não deu muito certo minha tentativa de modifica-la.
Comecei então a tentar gravar o que estava escrito e pensei em escrever na minha mão. Foi aí que me peguei rindo pensando em como era ridículo a intensão de tentar lembrar de algo escrito, escrevendo novamente aquilo em minha mão, já que eu ia acordar e não estaria escrito quando eu acordasse. Minha amiga me puxou e começamos a conversar sobre algum coisa, daí apareceu uma loira junto a ela e o sonho começou a se desfazer e dessa vez não consegui estabilizar e acabei acordando.


Gordo verde gargalhada  Seu subconsciente sempre inventa alguma coisa engraçada, sempre que eu leio alguma delas eu lembro daquele sonho das galinhas inverno e verão, que está lá na terceira página do seu diário.

HEHEHEHE tem umas bem loucas mesmo. Ainda bem que vocês falou das galinhas, eu havia me esquecido delas, vou lá dar uma olhada. Valeu Érika!!
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Desafio Rank - C : Encontrar o animal interior

em Qui Fev 23, 2017 5:40 pm
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Sonho Nº 27 22 de Fevereiro de 2017




Hoje a tarde me deitei para dormir e fui para minha tentativa de fazer o Desafio Rank C do Emerson: Encontrar o animal interior.

Não lembro como o sonho começou, porém eu lembro de estar numa rua bem diferente da minha. As casas eram bem bonitas e arrumadas. De repente vi uma moça sair de um prédio. Eu chamei:
- Koenigin!!!
Ela estava entrando pela porta para o prédio, mas parou e olhou para mim. Sendo sincero, a moça lembrava a minha mãe em muitos atributos. Porém ela era mais alta e magra, não era seca, tinha o corpo normal. Cheguei perto dela e falei:
-Koenigin, olha, tem um problema mas eu já resolvo.
De certa forma eu estava meio incomodado da semelhança da Koenigin onírica com minha mãe, então peguei um papel do bolço e coloquei bem na frente do rosto dela, impedindo de pelo meu campo de visão vê-lo. Desejei que o rosto dela mudasse e quando tirei o papel da frente já era uma outra pessoa. O cabelo tinha ficado mais curto, nos ombros e era castanho escuro próximo do preto.
- Agora sim Koenigin. Seguinte, tenho algo para te entregar. Vem comigo - Falei.

Saímos da porta do prédio e fomos descendo a rua até a frente de uma casa que mais parecia uma mansão. O muro da casa era bem baixo, dava até para ficarmos sentados se quiséssemos. Porém o que me interessou mesmo foi uma caixa que encontrei lá. Peguei a caixa, fechei-a com uma tampa e falei:
- Koenigin, toma isso. O ERC está aí dentro e você já poderá pegar ele de volta, desculpa o mau entendido.

Me virei de costas e fui em direção da casa com  objetivo de encontrar o meu animal interior. Quando dei dois passos em direção a dentro da propriedade ouço alguém gritando:
- EEEEEiii!!!! - Koenigin estava gritando furiosa enquanto corria em minha direção.

Olha, eu não sabia se o lance da caixa não tinha dado certo, mas  não fiquei lá para saber. Corri pelos jardins da casa e assim que cheguei porta a dentro, fechei ela com tudo. Ainda dava para ouvir a Koenigin gritando brava do outro lado.
- Relaxa aí, deixo resolver meu desafio aqui que já vou ajudar você!! - Falei respondendo ela pela porta.
Como não ouvi mais nada fui ver o lugar.

A sala que eu estava era redonda e tinha um grande circulo no chão com alguns desenhos.
- Será que é um circulo de transmutação? Acho que posso usar para trazer meu animal interior.
Os círculos de transmutação são os meios em que a maioria dos alquimistas no animes Full Metal Alchemist Brotherood usam para fazer as suas alquimias. É mais ou menos assim:
             

Peguei um balde e virei de cabeça para baixo e coloquei bem no meio do círculo, depois toquei uma mão na outra e depois no balde na intenção de fazer aparecer algum tipo de animal lá de dentro. Para a minha surpresa o balde começou a se mexer e virou. De dentro saiu uma espécie de ovelha, só que não era uma ovelha normal. Ela não tinha "cabeça", pois no lugar onde é a cabeça tinha a boca e em cima da boca os olhos... sendo bem sincero eu fiquei meio decepcionado pois aquilo mais parecia uma bola de lã onde colocaram as 4 patas, a boca e os olhos.

Ela era bem pequena, parecia ser uma filhote. De repente tudo fica preto. Eu levanto caído no chão da sala e várias outras ovelhinhas parecidas com aquela tinha saído de dentro do balde. A sala estava ensurdecedora de tanto "bééééé" que eu ouvia. Olhei para os meus braços e eles estavam no chão, fora de meu corpo. Cara que visão estranha, porém, mais estranho ainda foi eu começar a mexe-los e eles fazerem o mesmo movimento do lugar onde estavam no chão kkkkkkkk.

Fui em direção a uma das ovelhas bem pequeninas que ainda estavam no balde e peguei ela com a mão. Ela era do tamanho da minha cabeça de tão pequena, parecia uma bola. Ficamos nos encarando, eu com a cara séria e ela com aqueles olhos enormes: perplexo
- Aí!! - Eu disse. - Você que é meu animal interior?
Ela começou a se tremer e os pelos brancos dela ficaram pretos e grossos. As perninhas dela que eram marrons foram aparecendo escaminhas e ficaram verdes e pra finalizar apareceram duas asinhas nas costas da ovelha. Ela pulou na minha cara e me derrubou no chão e depois saltou e ficou voando na minha cabeça. Foi nessa hora que eu me liguei que a ovelhinha mais aprecia um Kuribow Alado. E isso aqui é um Kuribow Alado :
Kuribow Alado:

Okay né, eu tinha meu bicho interior onírico e ele ainda era peculiar, não ai reclamar. Levantei e me pus a sair daquela sala, porém as outras ovelhas começaram a ficar chateadas  comigo e sendo sincero acho que ela devem ter pensado que foi mancada eu ter invocado elas todas e estar indo embora só com uma. Pior ainda foi elas começarem a cuspirem uma baba grudenta na gente. Uma delas grudou meus pés no chão. O kuribow me segurou pelas costas e começou a tentar me puxar porém o sonho se desfez e eu fui parar em um outro sonho lúcido que não acho necessário escrever aqui.
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qui Fev 23, 2017 7:01 pm
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Legal seu relato, Pyros. Usou alguma técnica pra induzir o sonho lúcido? E esse Kuribow ai é do Yu Gi Oh né, curto muito.
Alias, vou dar uma olhada nesse Full Metal Alchemist Brotherood que voce tanto cita, ja me recomendaram mas nunca cheguei a ver.

Enfim, parabéns pelo relato e por cumprir o desafio viva


'

Faça um reality check agora e me agradeça depois... piscar

Bons sonhos para você certo  

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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Qui Fev 23, 2017 10:28 pm
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Adrm escreveu:Legal seu relato, Pyros. Usou alguma técnica pra induzir o sonho lúcido? E esse Kuribow ai é do Yu Gi Oh né, curto muito.
Alias, vou dar uma olhada nesse Full Metal Alchemist Brotherood que voce tanto cita, ja me recomendaram mas nunca cheguei a ver.

Enfim, parabéns pelo relato e por cumprir o desafio viva

Rapaz, nem usei técnica nenhuma, eu só deitei parar tirar um cochilo a tarde. Normalmente consigo ter sonhos lúcidos quando faço isso e pra mim é o melhor horário. Ah o Kuribow Alado é do Yu Gi Oh sim, só que da versão Gx que eu assistia quando passava na Rede Tv.

AAh, assista sim eu recomendo. Tem dois Full Metal Alchemist: Um é apenas o Full Metal Alchemist e o outro é o Brotherood. A primeira versão é boa, porém o final não é muito fiel ao mangá e pra época atual a animação também não é lá essas coisas. Já a brotherood que é a que eu mais prefiro tem uma boa animação e um equilibrio perfeito na trama.

Porém, vai do tipo da pessoa né? HEHEHE, as vezes a gente fala tão animado de algo que a gente gosta porém para a pessoa é algo bem diferente e talvez não tão legal. Mas deem uma chance a assistam os 10 primeiros epis u.u
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Sex Fev 24, 2017 8:50 am
Gostei muito do seu sonho, Pyros. Obrigada por tentar devolver o ERC. Vou procurar uma caixa no meu sonho e, quem sabe, eu o encontro dentro dela. Muito bonitinho e exótico, o seu animal interior.
Qual é o poder do Kuribow nas cartas do Yu Gi Oh?
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Sex Fev 24, 2017 9:32 am
Königin escreveu:Gostei muito do seu sonho, Pyros. Obrigada por tentar devolver o ERC. Vou procurar uma caixa no meu sonho e, quem sabe, eu o encontro dentro dela. Muito bonitinho e exótico, o seu animal interior.
Qual é o poder do Kuribow nas cartas do Yu Gi Oh?

Yo Koenigin, eu tentei, tomara que o ERC esteja mesmo na caixa em? lingua

O Kuribow é meio estranho mesmo, mas eu até comecei a gostar dele. Embora esperasse um animal mais... parecido com um animal. e.e
Mas ae, que eu lembre, ele tem um poder que quando ele era sacrificado o jogador não sofre dano por um tempo, no jogo uma rodada. Ele também evoluía e quando isso acontecia ele destrói todos os monstros no campo.

Tomara que eu consiga usar os poderes dele nos sonhos, não é ? kkkk
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Sab Fev 25, 2017 4:36 pm
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Sonho 27

Olha só, não é um prazer ter superpoderes nos sonhos?! Tem coisa melhor? Imagina ainda poder conjurar alguma criatura. Muito boa ideia para descobrir o bichinho.
E bom, ovelhas podem ser perigosas também.

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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Dom Fev 26, 2017 9:55 am
EmersonPawoski escreveu:Sonho 27

Olha só, não é um prazer ter superpoderes nos sonhos?! Tem coisa melhor? Imagina ainda poder conjurar alguma criatura. Muito boa ideia para descobrir o bichinho.
E bom, ovelhas podem ser perigosas também.


Um filme com ovelhas mutantes assassinas!!? Porque não pensei nisso antes!!! sim maligno sim maligno sim maligno
Deve ser o melhor filme trash que existe na história, preciso ver isso AHAHAHAHAHA
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Dom Fev 26, 2017 11:48 am
Ei pyros beleza?
Cara,a parte da ovelhas berrando deve ter sido bem irritante,fiquei imaginando a cena,que horror...kkkk
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

em Ter Fev 28, 2017 6:59 am
Andrelp escreveu:Ei pyros beleza?
Cara,a parte da ovelhas berrando deve ter sido bem irritante,fiquei imaginando a cena,que horror...kkkk

Meu.. que ensurdecedor foi ouvir aquele bando de ovelhas. Não recomendo não, mas pelo menos encontrei o Kuribow aniversario
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Desafio: Qual a história da Catedral de Notre Dame?

em Qua Mar 01, 2017 9:11 am
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Sonho Nº 28 01 de Março de 2017
[/b]


Hoje, fiz minha primeira tentativa para o desafio lúcido da Koenigin: " Desafio: Qual a história da Catedral de Notre Dame?"

O sonho começou não lúcido comigo andando por uma versão da rua principal do bairro onde moro. Na real ela é uma avenida e é larga, mas no sonho parecia mais uma ruazinha estreita. É dia, o céu está claro, porém com algumas nuvens pois não há nenhum raio de sol.
De repente, vários garotos passam correndo e vão em direção a uma onda que vem pela rua. Sim, você não leu errado, entre as paredes e muros das casas e lojas, uma onda vem em minha direção como se eu estivesse em uma praia. Os garotos correm ao encontro dela e a pulam. Achando isso muito interessante, resolvo entrar n  brincadeira e começo a pular as ondas seguintes também e quando percebo, há várias pessoas fazendo o mesmo, entre elas colegas do passado e alguns conhecidos de hoje em dia. Pego um celular do bolso e tento tirar uma foto enquanto pulo sobre as ondas, conseguindo tirar apenas algumas.

A água então escoa e as ondas param de vir. As pessoas que estão comigo começam a ir embora, porém, eu quero saber o motivo de as ondas terem parado, então decido seguir a rua adiante na direção de onde viam as ondas para ver no que vai dar. Ando pouco mais de uns 20 metros e me deparo com a seguinte vista.

O The Rock, sim, aquele ator malhadão. Ele está ajoelhado no chão e com o braço ele segurava a onda. Ou melhor dizendo, ele barrava a onda de passar com aquele braço enorme. Mesmo vendo isso eu não acho nada estranho e não questiono a realidade. Continuo a caminhar e passo por ele, que deixa a onda passar e a água escoar toda. Terminado isso observo que a rua não está mais tão estreita e agora está bem semelhante ao que ela é na vida real, também observo que o dia já passou e agora a noite toma conta do céu.
Sinto luzes fortes vir por de traz de mim e quando olho são dois ônibus que estão passando, um em cada lado da rua (mão e contra-mão). Percebo que com os dois grandões passando, vai ficar apertado para eu continuar caminhando na rua, por isso subo o muro ao meu lado direito e cento nele esperando os  ônibus passarem. O problema é que o muro onde eu estava, começa a se mover como se fosse um ônibus e até faz o barulho de um ônibus. Ele segue o mesmo caminho dos ônibus que passaram antes e para em um ponto adiante.
Pulei do ônibus e falei:
- Okay, agora isso não é possível de acontecer.
- Só pode ser um sonho então.
Nisso, fico lúcido e decido atravessar a rua para procurar algo para fazer. Eu não sou acostumado a fazer RCs nos sonhos, então normalmente se já penso que estou lúcido, interpreto isso como a realidade e não volto atrás.
Atravessando a rua, um velho vem correndo em minha direção, segura meu braço direito e começa a gritar algo comigo que eu não me lembro. O velho começou a segura mais forte ainda meu braço e eu com a outra mão tento fazer um rasengan para tacar aquele veio chato longe. Okay, isso foi meio violento, mas não me passou isso pela mente na hora. Porém, quando tento fazer o rasengan, nada aparece na mão e ao invés de acertar o velho com uma bola de energia eu apenas dei uma palmada bem na cara dele, que por sinal não foi nada intimidadora já que ele ficou com uma cara de ódio ainda maior que antes. neutro
Uma mina atravessa a rua e vem em minha direção, coloca as mãos delas próximo da minha e também tenta me ajudar a fazer um rasengan usando a energia dela ou sei lá o que. Por um momento pensei:
- Cara... isso não vai dar certo, além de ser uma situação bem estranha.
Tirei a mão dentre as mãos da garota  peguei o velho o joguei ele longe com um empurrão. Fiquei um pouco preocupado, mas tinha perdido muito tempo do sonho com aquela cena desnecessária. Esfrego as mãos na tentativa de prolongar o  sonho.
Entro em uma quitanda a procura de algo para fazer e lembro dos desafio lúcidos.
- Ah, qual foi mesmo o desafio da Koenigin?
Me virei para um anão que estava repondo algumas verduras em uma seção. Ele era um cara engraçado, tinha uma cabeçona e olhos esbugalhados, era moreno e não media mais que 1 metro de altura, aliás pareceu menos até.
- Aí, você sabe qual é o desafio que eu tenho que fazer? Eu lembro que tinha que falar com alguém e fazer 3 perguntas. É isso mesmo?

Ele me aponta uma caixa em uma seção ao meu lado. Quando eu olho para a caixa, sinceramente não lembro do que vi, mas na minha mente me recordei que tinha que ir até Paris e visitar uma catedral. Saio correndo da  loja e como não sou muito bom com portas, dou um salto e penso em ir voando até lá. Porque não, né? Esfrego as mãos para me aprofundar pois, o problema é que não estou conseguindo voar, apenas dou saltos na altura dos fios de eletricidade dos postes de energia. Tive então a brilhante ideia de me balançar entre os fios de energia para pegar velocidade.  Pulo em direção a um deles e uso ele para me impulsionar para o próximo e assim por diante até chegar em um fio que está bem teso a minha frente como se fosse uma barra de ferro na horizontal . Seguro nele e com o impulso dou dois giros como um ginasta olímpico e me arremesso para o céu.

Saio voando a toda velocidade, quase como se eu tivesse sendo propulsionado. Tudo negro adiante até que passo por algumas nuvens e caio em uma delas. A nuvem se movia em alta velocidade e acima dela havia uma cadeira e uma mesa de madeira com um visual antigo. Olho sobre a mesa e tem um mapa gigante sobre ela, mostrando onde estão várias cidades ao redor do mundo. O mapa parecia  e cada cidade estava marcada com um lingote de ouro bem pequeno com seu nome marcado. Começo a procurar por Paris, mas a maioria das cidades tem o seu nome começando com "Y". Começo a pensar que aquele mapa é da Inglaterra e a nuvens começa a se desfazer, até que o sonho todo se desfez e eu acordei.
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Re: Diário dos Sonho Lúcidos de Pyros

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