Conectar-se
Os membros mais ativos do mês
1 Mensagem - 50%
1 Mensagem - 50%
Votação
Qual a técnica que você utiliza para ficar lúcido?
Teste de Realidade
45% / 15
Totem
15% / 5
Incubação
12% / 4
Gatilho
6% / 2
Gravador de Voz ou Sons Binaurais
6% / 2
Outros
15% / 5
Parceiros
 sonhos=
 sonhos=
 animes=

Compartilhe
Ver o tópico anteriorIr em baixoVer o tópico seguinte
avatar
Mensagens : 326
Pontos : 1050
Honra : 106
Data de inscrição : 10/05/2016
Localização : RS
Sonhos Lúcidos :
7 / 9997 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Ago 28, 2016 8:46 pm
Achei especialmente interessante o sonho 3,que história bem bolada foi formada nesse sonho,tudo se encaixando perfeitamente,muito legal.Roteiro de filme guitar
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Ago 28, 2016 8:58 pm
Eu fiquei um bom tempo tentando reentrar neste sonho 3 pra ver se encontrava a mulher de novo, mas não consegui neutro
avatar
Mensagens : 43
Pontos : 486
Honra : 23
Data de inscrição : 24/08/2016
Sonhos Lúcidos :
2 / 9992 / 999
Sonhos Comuns :
12 / 99912 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Seg Ago 29, 2016 8:58 am
Érika escreveu:Sonhos 27/08/16:

Sonho 01:

Acordei após um sonho não-lúcido e decidi dormir de novo, fiquei alguns minutos deitada e senti uma fisgada na cabeça e um leve zumbido, meu corpo começou a ficar paralisado e eu aproveitei para começar um sonho lúcido. Saio do meu quarto e vou para a sala, lá encontro a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) mexendo na estante olhando alguns porta-retratos, parei atrás dela para tentar ver de quem eram as fotos, uma delas era de uma personagem que já sonhei algumas vezes. Perguntei quem era a mulher da foto, mas ela não quis responder. Vou para a rua e o cenário muda, vejo um homem na janela de uma casa em construção, ele me vê e corre para abrir a porta, depois me convida para entrar, não tem nada dentro da casa, só uns escombros do lado de fora. Pergunto o nome dele e ele responde, quase cochichando: “Eu odeio vocês duas. Ela mais ainda. Odeio a família dela toda.” Perguntei de quem ele estava falando, mas ele saiu correndo e começou a espalhar gasolina na casa, depois pulou a janela e ateou fogo. Os escombros que estavam do lado de fora foram parar na porta, bloqueando a saída. A mestra havia me ensinado em outros sonhos um jeito estranho de pular, com o qual eu consegui passar facilmente por cima dos escombros. Quando olhei de novo para a casa ela estava diferente, já estava toda construída e pintada. Eu atravessei a porta e tinha uma família lá dentro, mas ninguém me via. Um garotinho de uns 8 anos estava mexendo no piso de madeira da sala, de repente ele levantou um dos pedaços de madeira, e encontrou a foto de uma garotinha, ele ficou assustado e mostrou a foto pro irmão dele, o irmão disse que pelo jeito a menina havia morrido em um incêndio. O pai deles olhou a foto e disse: “Isso é coisa da sua cabeça, só porque teve um incêndio aqui antes.” O garotinho ficou desesperado e veio em minha direção, me mostrou a foto e disse para eu levá-la para uma igreja. O cenário mudou novamente e eu apareci na minha casa com alguns amigos, eu ainda estava segurando a foto e um dos meus amigos se ofereceu para levar a foto para a igreja, deixei a foto com ele e acabei acordando.

Sonho 02:

Consigo permanecer imóvel e começo a sonhar novamente. Saio da minha cama e vou de novo para a sala. A mestra está sentada no sofá lendo uns bilhetes. “O que é isso?” Pergunta ela apontando para algo na minha mão. Percebo que ainda estou segurando a foto da menina do sonho anterior, porém agora ela está um pouco diferente. Fico sem entender nada, percebo que tem algo escrito atrás da foto, tenho muita dificuldade para conseguir ler, mas vejo que o recado está assinado pelo meu amigo que tinha ficado com a foto no outro sonho. Peço para a mestra me ajudar a ler, quando estou quase desistindo de convencê-la a ler pra mim ela pega a foto e diz que meu amigo escreveu: “Érika, levei a foto para a igreja, mas ninguém teve coragem de ficar com ela, nem eu.” A mestra caiu na risada e queria saber quem teve a grande ideia de levar a foto para a igreja. Ela pegou uma caneta e escreveu mais alguma coisa no verso da foto, junto com um desenho estranho que não estou conseguindo lembrar direito. Em seguida, colocou a foto dentro de uma sacola com alguns dos bilhetes que ela estava lendo, me entregou a sacola e disse para eu ir andando pela rua, e quando chegasse ao meu destino era pra deixar a foto em cima da cama. Pedi para ela explicar direito, mas ela ficou brava e então eu fui assim mesmo. Fui andando pela rua e o cenário mudou, eu estava seguindo em direção a um edifício que parecia estar em construção. Quando fui me aproximando da entrada, o sonho ficou todo em preto e branco. Percebi que o lugar era uma prisão, que parecia ser bastante antiga e estava lotada. Os presos estavam bravos e gritavam com os guardas que andavam pelo corredor, tentei falar com alguns dos presos, mas eles não me ouviam. Continuei seguindo pelo corredor e assim que passei por todas as celas o barulho acabou e o sonho voltou a ter cor, olhei para trás e vi que todas as celas estavam abertas e não havia mais presos lá, apenas os guardas conversando. Voltei até eles e perguntei onde estavam os presos, eles disseram que a prisão havia sido desativada há pelo menos uma década. Pensei em ficar lá fazendo mais perguntas, mas estava curiosa para saber o que ia acontecer com a foto, então continuei seguindo pelo corredor. Começaram a surgir rampas que levavam ao segundo andar do edifício, também havia janelas enormes por onde entrava muita luz, quase acordei por causa da luz forte, mas consegui estabilizar o sonho e cheguei ao segundo andar, onde havia outro corredor, com janelas do lado direito e portas do lado esquerdo. Não havia ninguém lá e o lugar estava um pouco sombrio, fui andando devagar e quando passei pela segunda porta senti que havia chegado ao lugar certo. Entrei e vi que era um quarto todo bagunçado, cheio de roupas espalhadas em cima de uma cama de casal, também havia alguns objetos caídos pelo chão. Comecei a sentir muito frio. Abri a sacola e tentei ler algum bilhete, porém veio um vento forte, todos os papéis saíram voando da sacola e desapareceram, exceto a foto, eu a peguei e coloquei em cima da cama, depois saí e fechei a porta. Senti que havia algo errado, olhei para minha roupa e não estava mais com o vestido amarelo que estava usando, estava com um vestido preto que também não tenho na realidade, meu cabelo também estava diferente, estava muito preto e liso. Resolvi procurar um banheiro para me olhar no espelho e ver como estava o meu rosto, já que meu cabelo estava tão diferente. Quando encontrei o banheiro senti como se algo se separasse de mim, vi o vulto de uma menina de vestido preto correndo para dentro do banheiro e meu cabelo voltou ao normal, o vestido amarelo também reapareceu. Entrei no banheiro para procurar a menina, mas acordei.

Sonho 03:

Apareci de novo na sala da minha casa, mas não havia ninguém lá, a televisão estava ligada e eu fiquei assistindo. Estava passando uma reportagem em um parque de diversões. Comecei a prestar atenção em um casal que estava no canto da tela, o homem segurava a mão de um garotinho loiro de aproximadamente 5 anos de idade. O garoto apontava insistentemente na direção de uma roda gigante, e ficava acenando pra lá. Os pais dele estavam preocupados. Fiquei curiosa e pensei que queria ir pra lá, fechei os olhos e fui caminhando na direção da TV, quando abri os olhos já estava no parque de diversões. Entendi que o garotinho estava vendo um “fantasma” perto da roda gigante, uma menina que ninguém mais via. Fui para perto da roda gigante tentar encontrar essa fantasma, procurei um pouco e acabei achando a menina que estava acenando para o garotinho. O cenário mudou na hora, e eu apareci na sala de uma casa que não conheço, lá estava a menina fantasma do parque de diversões, porém aparentava estar alguns anos mais nova e ainda viva, ela usava um vestido amarelo da cor do meu. Havia também um carrinho de bebê azul do lado do sofá onde ela estava. Perguntei o nome da menina, ela disse, mas eu me esqueci, perguntei a idade dela e ela respondeu : “9 anos. Hoje é o meu último aniversário.” Perguntei quem era o bebê no carrinho, ela respondeu que era irmão dela. Ela pediu para que eu fosse embora, pois não queria que o pai e a madrasta dela, que estavam na cozinha, me vissem lá, pois os dois iam matá-la daqui a pouco. Percebi que tratava-se do mesmo casal que estava com o garotinho no parque de diversões. Saí da casa pensando que ia aproveitar meu SL lá fora, porém saí em uma loja de shopping que não tinha saída. Fiz uma porta surgir em uma das vitrines da loja e saí por ela, mas para minha surpresa, saí em um corredor muito parecido com aquele do edifício do sonho 02. Já cansada daquele lugar, pensei em tentar mudar o cenário, mas percebi que havia uma mulher encostada na parede um pouco mais à frente, fiquei curiosa e fui até ela. A mulher ficou me olhando fixamente com um leve sorriso no rosto, por um momento perdi a lucidez e passei direto por ela sem perguntar nada. De repente, ouvi um grito feminino, o sonho ficou em preto e branco e eu fui seguindo até o fim do corredor onde estava, saí em outro corredor, que era o mesmo lugar onde estava o quarto no qual deixei a foto no sonho 02. Em uma parte desse corredor pela qual eu não tinha passado antes, parecia ter acontecido um desabamento de parte do teto. Havia uma mulher caída lá e alguns médicos realizando o atendimento. Penso que era a mulher que estava encostada na parede antes, depois olho para a janela e vejo a mesma mulher pulando dela. Acordei. Só depois de acordar, percebi que a mulher que estava encostada na parede era a madrasta da menina fantasma do parque de diversões.

Que sonhos incríveis susto , bela qualidade de sonho. Assim que li o sonho um já me toquei do nome da menina que morreu, Janina Wawer, o nome da lápide que você leu no sonho não lúcido, pra mim pareceu que nos seus três sonhos a temática era essa menina que faleceu. Interessante três sonhos que se completam entre si.



Se o universo é incrível, maravilhoso e infinito e o infinito é algo sem barreiras e sem fim, imagina ter outro universo ao dormir, onde é você quem não tem barreiras, é poder ter seus dois próprios infinitos.
חוֹלֵם - Sonhador
avatar
Mensagens : 386
Pontos : 1561
Honra : 199
Data de inscrição : 04/03/2016
Idade : 20
Localização : Brasil
Sonhos Lúcidos :
29 / 99929 / 999
Sonhos Comuns :
999 / 999999 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Seg Ago 29, 2016 10:20 am
Érika, eu fiquei pensando, na hora que você estava com um vestido preto e os cabelos bem lisos e negros, essa não é a descrição que você deu de sua mestra?
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Set 07, 2016 9:08 pm
חוֹלֵם:

Érika escreveu:Sonhos 27/08/16:

Sonho 01:

Acordei após um sonho não-lúcido e decidi dormir de novo, fiquei alguns minutos deitada e senti uma fisgada na cabeça e um leve zumbido, meu corpo começou a ficar paralisado e eu aproveitei para começar um sonho lúcido. Saio do meu quarto e vou para a sala, lá encontro a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) mexendo na estante olhando alguns porta-retratos, parei atrás dela para tentar ver de quem eram as fotos, uma delas era de uma personagem que já sonhei algumas vezes. Perguntei quem era a mulher da foto, mas ela não quis responder. Vou para a rua e o cenário muda, vejo um homem na janela de uma casa em construção, ele me vê e corre para abrir a porta, depois me convida para entrar, não tem nada dentro da casa, só uns escombros do lado de fora. Pergunto o nome dele e ele responde, quase cochichando: “Eu odeio vocês duas. Ela mais ainda. Odeio a família dela toda.” Perguntei de quem ele estava falando, mas ele saiu correndo e começou a espalhar gasolina na casa, depois pulou a janela e ateou fogo. Os escombros que estavam do lado de fora foram parar na porta, bloqueando a saída. A mestra havia me ensinado em outros sonhos um jeito estranho de pular, com o qual eu consegui passar facilmente por cima dos escombros. Quando olhei de novo para a casa ela estava diferente, já estava toda construída e pintada. Eu atravessei a porta e tinha uma família lá dentro, mas ninguém me via. Um garotinho de uns 8 anos estava mexendo no piso de madeira da sala, de repente ele levantou um dos pedaços de madeira, e encontrou a foto de uma garotinha, ele ficou assustado e mostrou a foto pro irmão dele, o irmão disse que pelo jeito a menina havia morrido em um incêndio. O pai deles olhou a foto e disse: “Isso é coisa da sua cabeça, só porque teve um incêndio aqui antes.” O garotinho ficou desesperado e veio em minha direção, me mostrou a foto e disse para eu levá-la para uma igreja. O cenário mudou novamente e eu apareci na minha casa com alguns amigos, eu ainda estava segurando a foto e um dos meus amigos se ofereceu para levar a foto para a igreja, deixei a foto com ele e acabei acordando.

Sonho 02:

Consigo permanecer imóvel e começo a sonhar novamente. Saio da minha cama e vou de novo para a sala. A mestra está sentada no sofá lendo uns bilhetes. “O que é isso?” Pergunta ela apontando para algo na minha mão. Percebo que ainda estou segurando a foto da menina do sonho anterior, porém agora ela está um pouco diferente. Fico sem entender nada, percebo que tem algo escrito atrás da foto, tenho muita dificuldade para conseguir ler, mas vejo que o recado está assinado pelo meu amigo que tinha ficado com a foto no outro sonho. Peço para a mestra me ajudar a ler, quando estou quase desistindo de convencê-la a ler pra mim ela pega a foto e diz que meu amigo escreveu: “Érika, levei a foto para a igreja, mas ninguém teve coragem de ficar com ela, nem eu.” A mestra caiu na risada e queria saber quem teve a grande ideia de levar a foto para a igreja. Ela pegou uma caneta e escreveu mais alguma coisa no verso da foto, junto com um desenho estranho que não estou conseguindo lembrar direito. Em seguida, colocou a foto dentro de uma sacola com alguns dos bilhetes que ela estava lendo, me entregou a sacola e disse para eu ir andando pela rua, e quando chegasse ao meu destino era pra deixar a foto em cima da cama. Pedi para ela explicar direito, mas ela ficou brava e então eu fui assim mesmo. Fui andando pela rua e o cenário mudou, eu estava seguindo em direção a um edifício que parecia estar em construção. Quando fui me aproximando da entrada, o sonho ficou todo em preto e branco. Percebi que o lugar era uma prisão, que parecia ser bastante antiga e estava lotada. Os presos estavam bravos e gritavam com os guardas que andavam pelo corredor, tentei falar com alguns dos presos, mas eles não me ouviam. Continuei seguindo pelo corredor e assim que passei por todas as celas o barulho acabou e o sonho voltou a ter cor, olhei para trás e vi que todas as celas estavam abertas e não havia mais presos lá, apenas os guardas conversando. Voltei até eles e perguntei onde estavam os presos, eles disseram que a prisão havia sido desativada há pelo menos uma década. Pensei em ficar lá fazendo mais perguntas, mas estava curiosa para saber o que ia acontecer com a foto, então continuei seguindo pelo corredor. Começaram a surgir rampas que levavam ao segundo andar do edifício, também havia janelas enormes por onde entrava muita luz, quase acordei por causa da luz forte, mas consegui estabilizar o sonho e cheguei ao segundo andar, onde havia outro corredor, com janelas do lado direito e portas do lado esquerdo. Não havia ninguém lá e o lugar estava um pouco sombrio, fui andando devagar e quando passei pela segunda porta senti que havia chegado ao lugar certo. Entrei e vi que era um quarto todo bagunçado, cheio de roupas espalhadas em cima de uma cama de casal, também havia alguns objetos caídos pelo chão. Comecei a sentir muito frio. Abri a sacola e tentei ler algum bilhete, porém veio um vento forte, todos os papéis saíram voando da sacola e desapareceram, exceto a foto, eu a peguei e coloquei em cima da cama, depois saí e fechei a porta. Senti que havia algo errado, olhei para minha roupa e não estava mais com o vestido amarelo que estava usando, estava com um vestido preto que também não tenho na realidade, meu cabelo também estava diferente, estava muito preto e liso. Resolvi procurar um banheiro para me olhar no espelho e ver como estava o meu rosto, já que meu cabelo estava tão diferente. Quando encontrei o banheiro senti como se algo se separasse de mim, vi o vulto de uma menina de vestido preto correndo para dentro do banheiro e meu cabelo voltou ao normal, o vestido amarelo também reapareceu. Entrei no banheiro para procurar a menina, mas acordei.

Sonho 03:

Apareci de novo na sala da minha casa, mas não havia ninguém lá, a televisão estava ligada e eu fiquei assistindo. Estava passando uma reportagem em um parque de diversões. Comecei a prestar atenção em um casal que estava no canto da tela, o homem segurava a mão de um garotinho loiro de aproximadamente 5 anos de idade. O garoto apontava insistentemente na direção de uma roda gigante, e ficava acenando pra lá. Os pais dele estavam preocupados. Fiquei curiosa e pensei que queria ir pra lá, fechei os olhos e fui caminhando na direção da TV, quando abri os olhos já estava no parque de diversões. Entendi que o garotinho estava vendo um “fantasma” perto da roda gigante, uma menina que ninguém mais via. Fui para perto da roda gigante tentar encontrar essa fantasma, procurei um pouco e acabei achando a menina que estava acenando para o garotinho. O cenário mudou na hora, e eu apareci na sala de uma casa que não conheço, lá estava a menina fantasma do parque de diversões, porém aparentava estar alguns anos mais nova e ainda viva, ela usava um vestido amarelo da cor do meu. Havia também um carrinho de bebê azul do lado do sofá onde ela estava. Perguntei o nome da menina, ela disse, mas eu me esqueci, perguntei a idade dela e ela respondeu : “9 anos. Hoje é o meu último aniversário.” Perguntei quem era o bebê no carrinho, ela respondeu que era irmão dela. Ela pediu para que eu fosse embora, pois não queria que o pai e a madrasta dela, que estavam na cozinha, me vissem lá, pois os dois iam matá-la daqui a pouco. Percebi que tratava-se do mesmo casal que estava com o garotinho no parque de diversões. Saí da casa pensando que ia aproveitar meu SL lá fora, porém saí em uma loja de shopping que não tinha saída. Fiz uma porta surgir em uma das vitrines da loja e saí por ela, mas para minha surpresa, saí em um corredor muito parecido com aquele do edifício do sonho 02. Já cansada daquele lugar, pensei em tentar mudar o cenário, mas percebi que havia uma mulher encostada na parede um pouco mais à frente, fiquei curiosa e fui até ela. A mulher ficou me olhando fixamente com um leve sorriso no rosto, por um momento perdi a lucidez e passei direto por ela sem perguntar nada. De repente, ouvi um grito feminino, o sonho ficou em preto e branco e eu fui seguindo até o fim do corredor onde estava, saí em outro corredor, que era o mesmo lugar onde estava o quarto no qual deixei a foto no sonho 02. Em uma parte desse corredor pela qual eu não tinha passado antes, parecia ter acontecido um desabamento de parte do teto. Havia uma mulher caída lá e alguns médicos realizando o atendimento. Penso que era a mulher que estava encostada na parede antes, depois olho para a janela e vejo a mesma mulher pulando dela. Acordei. Só depois de acordar, percebi que a mulher que estava encostada na parede era a madrasta da menina fantasma do parque de diversões.

Que sonhos incríveis susto , bela qualidade de sonho. Assim que li o sonho um já me toquei do nome da menina que morreu, Janina Wawer, o nome da lápide que você leu no sonho não lúcido, pra mim pareceu que nos seus três sonhos a temática era essa menina que faleceu. Interessante três sonhos que se completam entre si.

Olá חוֹלֵם, também fiquei me perguntando se aquela menina tinha algo a ver com estes sonhos. Várias vezes eu tenho sonhos que se completam, mas três seguidos como este é bem raro.  surpreso

Pyros:
Érika, eu fiquei pensando, na hora que você estava com um vestido preto e os cabelos bem lisos e negros, essa não é a descrição que você deu de sua mestra?

Verdade Pyros, imagina se eu olho no espelho e estou parecida com ela? perplexo
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Set 07, 2016 9:11 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Sonhos 04/09/16:

Após um curto sonho, fico imóvel na cama e consigo uma reentrada, me deparo com uma velhinha de cabelo ruivo e roupa azul me esperando na porta do quarto. Percebo que a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) está na sala conversando com algumas pessoas. A velhinha me entrega um pedaço de papel colorido e dobrado em quatro partes, cada parte tinha uma palavra escrita. Ela fala baixinho para que eu não leia em voz alta, pois os outros personagens do sonho não gostariam que eu lesse aquilo. Li as primeiras quatro palavras que eram: “Ela tinha que ser”, em seguida desdobrei o papel e então surgiram várias outras palavras, quanto mais eu desdobrava o papel mais palavras apareciam e ele foi ficando gigante, parecia ser infinito. Eu disse para a velhinha: “Bem que eu queria ter esta habilidade, mas vai ser difícil eu conseguir entender este texto. Parece um quebra-cabeça.” A velhinha respondeu: “Não se preocupe, apenas leia, você não precisa se lembrar de tudo depois. Isso é só uma forma rápida de comunicação.” Li uma parte que tinha um endereço, porém não estava conseguindo enxergar bem as palavras. Reclamei disso para a velhinha e ela disse: “o número, lembre-se do número” enquanto apontava o dedo para o número no papel: 149. De repente chega a mestra e diz para eu não ler aquilo, pois a velhinha está tentando me desconcentrar para que eu acorde. Pergunto à mestra quem é aquela senhora e ela diz que é a avó dela. A senhora continua insistindo para que eu continue lendo e desdobrando o papel e começa a falar mal da mestra, que perde a paciência e pede para que eu bata na velhinha. Eu me recuso, então a mestra toma o papel da velhinha, amassa e joga ele no chão, em seguida ela segura a velhinha e começa a dar um mata-leão nela. O sonho começa a se desfazer, tento estabilizá-lo, mas não consigo e acordo.

Sonhos 05/09/16:

Sonho 1:

Levanto da cama e sigo em direção ao banheiro, passo perto da cozinha e percebo que ela está muito clara e o chão está todo molhado. Acho aquilo muito estranho e escuto um homem dizendo que alguém vai acabar escorregando naquele chão molhado, desconfio que é um sonho e olho para minha roupa, vejo o vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, puxo o dedo para ver se ele estica e fico lúcida. A mestra surge na cozinha com uma garrafa de bebida na mão, ela parece estar meio alterada e começa a reclamar dizendo que não vai secar o chão. Ela acaba pegando um pano e se abaixa para tentar secar o chão, mas não dá muito certo, pois está meio tonta, ela começa a engatinhar sem rumo pela cozinha e acaba caindo perto da mesa. Em praticamente todos os meus sonhos ela está sempre usando um vestido preto e longo, mas dessa vez estava com um short azul com bolinhas brancas e uma blusa branca fina, um pouco transparente. Comentei que ela estava usando uma roupa diferente e ela ficou brava, antes que começasse a brigar comigo o homem que eu havia escutado falando no início do sonho aparece para tentar acalmá-la e levanta ela do chão. Olho para a janela e vejo que há alguém se aproximando, chego mais perto e vejo que é uma mulher muito alta, que fica me olhando de um jeito estranho. Surge um sofá vermelho do meu lado e o homem se senta nele com a mestra, que agora já está usando um vestido preto. Eu pergunto para a mestra quanto ela tem de altura, mas ela não responde. O homem diz que ela deve ter um pouco mais de 1,80m, talvez uns 1,82m. “Se ela tem 1,82m, aquela mulher ali fora deve ter mais de 2 metros.” Comento. O homem ri e olha para a janela, vejo que a mulher já chegou perto da janela e está me encarando, de repente ela começa a pegar objetos bem pesados que parecem ser feitos de cobre e os joga em minha direção. Eu aponto a mão para os objetos que ela joga e consigo desviá-los antes que me acertem, mas ela começa a jogar objetos cada vez maiores e vai ficando cada vez mais difícil desviá-los. Começo a tentar segurar os objetos com as mãos, mas eles são muito pesados. Eu pergunto para o homem o porquê de aquela mulher estar jogando as coisas em mim, ele diz que não sabe e me chama para sentar no sofá com ele e a mestra. A mulher joga uma roda enorme de cobre com muita força enquanto estou distraída, a mestra segura a roda facilmente com a mão esquerda e diz: “Imagina se essa coisa te acerta?” A mulher joga um outro objeto em minha direção e quase quebra a janela, a mestra fica brava e vai lá fora brigar com a mulher. Tento ir atrás dela mas o sonho se desfaz.

Sonho 2:

Permaneço imóvel na cama e começa outro sonho. A casa está escura, vou para a sala e decido perguntar para o meu subconsciente qual é o sentido da vida, grito a pergunta e escuto um ruído muito alto e um barulho parecido com um trovão, uma voz lenta e profunda responde: “Viver um dia… Viver mais um dia. Eu não entendo porque as pessoas pensam que isso não é o suficiente.” Fiz outra pergunta: “Quem é você?” O ruído começa novamente, depois de algum tempo escuto novamente o trovão e a voz responde: “Eu… eu não sei.” Atravesso a parede e vou para o quintal. Encontro a mestra perto da janela fazendo alguma coisa que eu não lembro, “Por que você está sempre aqui?” Perguntei. Ela responde: “Porque esse lugar é meu.” “E o que você acha que eu devo fazer nesse sonho?” Perguntei. “Sair de perto de mim.” Disse ela. Atravessei o portão e fui para a rua da casa da mestra e a casa que fica em frente à dela tinha o número 76 gravado no muro. Lembrei do sonho em que a velhinha me disse para lembrar do número 149 e comecei a procurar esse número pelos muros, acabei encontrando a casa nº 149, que era a casa onde vi o pai da mestra em um sonho que tive há anos atrás. De lá saiu uma mulher com uma garotinha de uns 4 anos, eu comecei a fazer perguntas à ela, mas ela não queria me responder, então eu puxei a garotinha e disse que se ela não me respondesse eu não ia devolver a menina. A menina ficou chamando a mulher, que pensou um pouco e saiu correndo, me deixando com a menina em prantos. Levei a menina para a casa da mestra e deixei ela no quintal, de repente vejo um cachorro meu que já morreu, ele parecia triste e eu fui para perto dele, disse que aquilo era um sonho e comecei a levitá-lo. Ele ficou um pouco mais animado e para minha surpresa perguntou se eu queria ter aulas de voo, eu disse que sim e meu cachorro foi voando para cima do muro. De lá, ele começou a inventar alguns exercícios de voo para que eu fizesse, porém alguns deles eram difíceis para mim e eu não estava me saindo muito bem. Lembro que no último exercício eu tinha que voar e me dependurar no muro, escalar uma parte dele usando apenas as mãos e me equilibrar em cima dele, quando terminei meu cachorro disse que iam chegar outros alunos de voo e que eu já estava liberada. Vi um carro marrom na rua e pulei do muro para cima do carro, o carro balançou de um jeito muito legal e eu continuei pulando, até que chegou um cara reclamando: “Desce daí garota, eu tive muito trabalho para fazer este carro.” Respondi: “Mas o sonho é meu.” Ele chegou mais perto e apontou a mão para o carro, que desapareceu. “Mas o carro não deixa de ser meu.” Disse ele. Eu fui correndo atrás do cara, que fez o carro reaparecer e nele fugiu. Olhei para o fim da rua e lá tinha um bar com algumas pessoas sentadas do lado de fora, ao longe havia uma paisagem muito bonita com nuvens e montanhas, pensei que talvez se eu pegasse um impulso grande conseguiria voar até lá, saí correndo muito rápido pela rua e ouvi um dos caras do bar dizendo: “Ela devia ir mais devagar, desse jeito não vai dar certo.” Continuei correndo e quando dei o impulso acordei dando um impulso na minha cama.

Sonho 3:

Mesmo me mexendo no fim do sonho anterior, eu continuei imóvel para tentar uma reentrada, porém não consegui. Meu celular despertou alguns minutos depois e eu fui desligá-lo, deixando-o em cima da mesa. Voltei para a cama com muito sono e comecei a sentir meu corpo ficando paralisado, nesse momento eu creio que já estava sonhando, mas não percebi. Eu queria aproveitar a paralisia do sono para voltar a sonhar, mas eu estava segurando o celular(que eu tinha deixado na mesa), então fiquei tentando sair da paralisia para ir guardá-lo, porém não estava conseguindo levantar e coloquei o celular do meu lado, deixando a paralisia me levar. Passaram alguns segundos e senti uma fisgada na cabeça, em seguida senti alguém na minha frente e uma voz um pouco medonha começou a falar comigo: “Oi Érika… Sou eu, o vazio. Eu vim de dentro de você. Me responda Érika, você não quer falar comigo?” Continuei com os olhos fechados sem tentar me mexer e respondi mentalmente que sim. Senti uma mão me tocando e uma voz diferente disse : “Não diga para eles que eu não estava usando o cinto de segurança.” Percebi que já estava sonhando, me levantei e abri os olhos, vi um homem de roupa social que dizia trabalhar para uma emissora de tv, e que tinha aproveitado o tempo livre para ir me visitar, pois já estava com saudades. Fingi que conhecia ele e ele pegou quatro copos de vidro e encheu com uma bebida marrom que tinha gosto de mel com álcool. Ficamos ali bebendo aquilo até que ele disse que não aguentava mais, pois era muito forte. Perguntei onde estava um personagem que não vejo há muito tempo, ele não gostou muito e perguntou por que eu queria saber dele, eu disse que aquele personagem era um dos mais legais com o qual já sonhei. O homem disse que não sabia onde ele estava, e que eu devia esquecê-lo. Perguntei se ele queria ir para a rua dar uma volta comigo, ele disse que sim e saímos, porém o sonho se desfez e eu acordei antes que eu pudesse fazer mais perguntas.
avatar
Mensagens : 326
Pontos : 1050
Honra : 106
Data de inscrição : 10/05/2016
Localização : RS
Sonhos Lúcidos :
7 / 9997 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qui Set 08, 2016 1:22 pm
Legal Érika,muito mesmo. Qual foi o tom da voz quando disse "Eu... eu não sei"?Como alguém que responde a pergunta sobre o sentido da vida não sabe nem mesmo quem ele é?
avatar
Mensagens : 386
Pontos : 1561
Honra : 199
Data de inscrição : 04/03/2016
Idade : 20
Localização : Brasil
Sonhos Lúcidos :
29 / 99929 / 999
Sonhos Comuns :
999 / 999999 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qui Set 08, 2016 6:34 pm
Sua mestra é um enigma Érika, mesmo parecendo ser meio malvada as vezes, ela normalmente está lá para te proteger quando você precisa.

Agora legal mesmo foi seu cachorro. "Quer aprender a voar? Vou lhe dar algumas aulas..." kkkkkkkkkkkkkk
avatar
Mensagens : 2531
Pontos : 5670
Honra : 1044
Data de inscrição : 12/06/2013
Localização : Bahia
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qui Set 08, 2016 9:43 pm
Érika escreveu:
Érika escreveu:Sonhos 04/09/16:

Após um curto sonho, fico imóvel na cama e consigo uma reentrada, me deparo com uma velhinha de cabelo ruivo e roupa azul me esperando na porta do quarto. Percebo que a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) está na sala conversando com algumas pessoas. A velhinha me entrega um pedaço de papel colorido e dobrado em quatro partes, cada parte tinha uma palavra escrita. Ela fala baixinho para que eu não leia em voz alta, pois os outros personagens do sonho não gostariam que eu lesse aquilo. Li as primeiras quatro palavras que eram: “Ela tinha que ser”, em seguida desdobrei o papel e então surgiram várias outras palavras, quanto mais eu desdobrava o papel mais palavras apareciam e ele foi ficando gigante, parecia ser infinito. Eu disse para a velhinha: “Bem que eu queria ter esta habilidade, mas vai ser difícil eu conseguir entender este texto. Parece um quebra-cabeça.” A velhinha respondeu: “Não se preocupe, apenas leia, você não precisa se lembrar de tudo depois. Isso é só uma forma rápida de comunicação.” Li uma parte que tinha um endereço, porém não estava conseguindo enxergar bem as palavras. Reclamei disso para a velhinha e ela disse: “o número, lembre-se do número” enquanto apontava o dedo para o número no papel: 149. De repente chega a mestra e diz para eu não ler aquilo, pois a velhinha está tentando me desconcentrar para que eu acorde. Pergunto à mestra quem é aquela senhora e ela diz que é a avó dela. A senhora continua insistindo para que eu continue lendo e desdobrando o papel e começa a falar mal da mestra, que perde a paciência e pede para que eu bata na velhinha. Eu me recuso, então a mestra toma o papel da velhinha, amassa e joga ele no chão, em seguida ela segura a velhinha e começa a dar um mata-leão nela. O sonho começa a se desfazer, tento estabilizá-lo, mas não consigo e acordo.
Érika, essa figura que você chama de mestra, sempre tem a mesma aparência ou ela muda de sonho pra sonho?

Érika escreveu:
Sonhos 05/09/16:

Sonho 1:

Levanto da cama e sigo em direção ao banheiro, passo perto da cozinha e percebo que ela está muito clara e o chão está todo molhado. Acho aquilo muito estranho e escuto um homem dizendo que alguém vai acabar escorregando naquele chão molhado, desconfio que é um sonho e olho para minha roupa, vejo o vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, puxo o dedo para ver se ele estica e fico lúcida. A mestra surge na cozinha com uma garrafa de bebida na mão, ela parece estar meio alterada e começa a reclamar dizendo que não vai secar o chão. Ela acaba pegando um pano e se abaixa para tentar secar o chão, mas não dá muito certo, pois está meio tonta, ela começa a engatinhar sem rumo pela cozinha e acaba caindo perto da mesa. Em praticamente todos os meus sonhos ela está sempre usando um vestido preto e longo, mas dessa vez estava com um short azul com bolinhas brancas e uma blusa branca fina, um pouco transparente. Comentei que ela estava usando uma roupa diferente e ela ficou brava, antes que começasse a brigar comigo o homem que eu havia escutado falando no início do sonho aparece para tentar acalmá-la e levanta ela do chão. Olho para a janela e vejo que há alguém se aproximando, chego mais perto e vejo que é uma mulher muito alta, que fica me olhando de um jeito estranho. Surge um sofá vermelho do meu lado e o homem se senta nele com a mestra, que agora já está usando um vestido preto. Eu pergunto para a mestra quanto ela tem de altura, mas ela não responde. O homem diz que ela deve ter um pouco mais de 1,80m, talvez uns 1,82m. “Se ela tem 1,82m, aquela mulher ali fora deve ter mais de 2 metros.” Comento. O homem ri e olha para a janela, vejo que a mulher já chegou perto da janela e está me encarando, de repente ela começa a pegar objetos bem pesados que parecem ser feitos de cobre e os joga em minha direção. Eu aponto a mão para os objetos que ela joga e consigo desviá-los antes que me acertem, mas ela começa a jogar objetos cada vez maiores e vai ficando cada vez mais difícil desviá-los. Começo a tentar segurar os objetos com as mãos, mas eles são muito pesados. Eu pergunto para o homem o porquê de aquela mulher estar jogando as coisas em mim, ele diz que não sabe e me chama para sentar no sofá com ele e a mestra. A mulher joga uma roda enorme de cobre com muita força enquanto estou distraída, a mestra segura a roda facilmente com a mão esquerda e diz: “Imagina se essa coisa te acerta?” A mulher joga um outro objeto em minha direção e quase quebra a janela, a mestra fica brava e vai lá fora brigar com a mulher. Tento ir atrás dela mas o sonho se desfaz.
Eu acabei de fazer a pergunto sobre a aparência da sua mestra onírica e a resposta já veio embutida no segundo relato. gargalhada

Engraçado que você consegue ver a roupa que você está vestindo no sonho. Eu nunca lembro de olhar pra minha roupa no sonho. Vou até anotar "Olhar pra roupa que estou vestindo" na minha lista de desafios lúcidos, porque realmente lembrar disso é um desafio e tanto pra mim. gargalhada

Érika escreveu:
Sonho 2:

Permaneço imóvel na cama e começa outro sonho. A casa está escura, vou para a sala e decido perguntar para o meu subconsciente qual é o sentido da vida, grito a pergunta e escuto um ruído muito alto e um barulho parecido com um trovão, uma voz lenta e profunda responde: “Viver um dia… Viver mais um dia. Eu não entendo porque as pessoas pensam que isso não é o suficiente.” Fiz outra pergunta: “Quem é você?” O ruído começa novamente, depois de algum tempo escuto novamente o trovão e a voz responde: “Eu… eu não sei.” Atravesso a parede e vou para o quintal. Encontro a mestra perto da janela fazendo alguma coisa que eu não lembro, “Por que você está sempre aqui?” Perguntei. Ela responde: “Porque esse lugar é meu.” “E o que você acha que eu devo fazer nesse sonho?” Perguntei. “Sair de perto de mim.” Disse ela. Atravessei o portão e fui para a rua da casa da mestra e a casa que fica em frente à dela tinha o número 76 gravado no muro. Lembrei do sonho em que a velhinha me disse para lembrar do número 149 e comecei a procurar esse número pelos muros, acabei encontrando a casa nº 149, que era a casa onde vi o pai da mestra em um sonho que tive há anos atrás. De lá saiu uma mulher com uma garotinha de uns 4 anos, eu comecei a fazer perguntas à ela, mas ela não queria me responder, então eu puxei a garotinha e disse que se ela não me respondesse eu não ia devolver a menina. A menina ficou chamando a mulher, que pensou um pouco e saiu correndo, me deixando com a menina em prantos. Levei a menina para a casa da mestra e deixei ela no quintal, de repente vejo um cachorro meu que já morreu, ele parecia triste e eu fui para perto dele, disse que aquilo era um sonho e comecei a levitá-lo. Ele ficou um pouco mais animado e para minha surpresa perguntou se eu queria ter aulas de voo, eu disse que sim e meu cachorro foi voando para cima do muro. De lá, ele começou a inventar alguns exercícios de voo para que eu fizesse, porém alguns deles eram difíceis para mim e eu não estava me saindo muito bem. Lembro que no último exercício eu tinha que voar e me dependurar no muro, escalar uma parte dele usando apenas as mãos e me equilibrar em cima dele, quando terminei meu cachorro disse que iam chegar outros alunos de voo e que eu já estava liberada. Vi um carro marrom na rua e pulei do muro para cima do carro, o carro balançou de um jeito muito legal e eu continuei pulando, até que chegou um cara reclamando: “Desce daí garota, eu tive muito trabalho para fazer este carro.” Respondi: “Mas o sonho é meu.” Ele chegou mais perto e apontou a mão para o carro, que desapareceu. “Mas o carro não deixa de ser meu.” Disse ele. Eu fui correndo atrás do cara, que fez o carro reaparecer e nele fugiu. Olhei para o fim da rua e lá tinha um bar com algumas pessoas sentadas do lado de fora, ao longe havia uma paisagem muito bonita com nuvens e montanhas, pensei que talvez se eu pegasse um impulso grande conseguiria voar até lá, saí correndo muito rápido pela rua e ouvi um dos caras do bar dizendo: “Ela devia ir mais devagar, desse jeito não vai dar certo.” Continuei correndo e quando dei o impulso acordei dando um impulso na minha cama.
Se o número da casa da sua mestra fosse 71, você poderia chamá-la de bruxa do 71. Mas, infelizmente a sua mestra mora no 76. gargalhada

Érika, seus sonhos são bem estranhos, mas são divertidos e interessantes de ler. certo

Érika escreveu:
Sonho 3:

Mesmo me mexendo no fim do sonho anterior, eu continuei imóvel para tentar uma reentrada, porém não consegui. Meu celular despertou alguns minutos depois e eu fui desligá-lo, deixando-o em cima da mesa. Voltei para a cama com muito sono e comecei a sentir meu corpo ficando paralisado, nesse momento eu creio que já estava sonhando, mas não percebi. Eu queria aproveitar a paralisia do sono para voltar a sonhar, mas eu estava segurando o celular(que eu tinha deixado na mesa), então fiquei tentando sair da paralisia para ir guardá-lo, porém não estava conseguindo levantar e coloquei o celular do meu lado, deixando a paralisia me levar. Passaram alguns segundos e senti uma fisgada na cabeça, em seguida senti alguém na minha frente e uma voz um pouco medonha começou a falar comigo: “Oi Érika… Sou eu, o vazio. Eu vim de dentro de você. Me responda Érika, você não quer falar comigo?” Continuei com os olhos fechados sem tentar me mexer e respondi mentalmente que sim. Senti uma mão me tocando e uma voz diferente disse : “Não diga para eles que eu não estava usando o cinto de segurança.” Percebi que já estava sonhando, me levantei e abri os olhos, vi um homem de roupa social que dizia trabalhar para uma emissora de tv, e que tinha aproveitado o tempo livre para ir me visitar, pois já estava com saudades. Fingi que conhecia ele e ele pegou quatro copos de vidro e encheu com uma bebida marrom que tinha gosto de mel com álcool. Ficamos ali bebendo aquilo até que ele disse que não aguentava mais, pois era muito forte. Perguntei onde estava um personagem que não vejo há muito tempo, ele não gostou muito e perguntou por que eu queria saber dele, eu disse que aquele personagem era um dos mais legais com o qual já sonhei. O homem disse que não sabia onde ele estava, e que eu devia esquecê-lo. Perguntei se ele queria ir para a rua dar uma volta comigo, ele disse que sim e saímos, porém o sonho se desfez e eu acordei antes que eu pudesse fazer mais perguntas.
Eu ri muito na parte que o vazio falou com você, Érika. Só podia ser sonho mesmo. Kkkkk

avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Set 14, 2016 4:54 pm
Andrelp escreveu:Legal Érika,muito mesmo. Qual foi o tom da voz quando disse "Eu... eu não sei"?Como alguém que responde a pergunta sobre o sentido da vida não sabe nem mesmo quem ele é?

Andrelp, ao mesmo tempo que parecia que ela não queria responder e estava tentando me enrolar, parecia que estava em dúvida tentando arrumar uma boa resposta.

Pyros escreveu:Sua mestra é um enigma Érika, mesmo parecendo ser meio malvada as vezes, ela normalmente está lá para te proteger quando você precisa.

Agora legal mesmo foi seu cachorro. "Quer aprender a voar? Vou lhe dar algumas aulas..." kkkkkkkkkkkkkk

Verdade Pyros, se não fosse por ela acho que eu ia voar longe com aquela pancada.  gargalhada  Gostei muito de ter visto meu cachorro nesse sonho, no começo ele estava triste mas depois virou até professor de voo  muito feliz

Ramon escreveu:
Érika escreveu:

Sonhos 04/09/16:

Após um curto sonho, fico imóvel na cama e consigo uma reentrada, me deparo com uma velhinha de cabelo ruivo e roupa azul me esperando na porta do quarto. Percebo que a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) está na sala conversando com algumas pessoas. A velhinha me entrega um pedaço de papel colorido e dobrado em quatro partes, cada parte tinha uma palavra escrita. Ela fala baixinho para que eu não leia em voz alta, pois os outros personagens do sonho não gostariam que eu lesse aquilo. Li as primeiras quatro palavras que eram: “Ela tinha que ser”, em seguida desdobrei o papel e então surgiram várias outras palavras, quanto mais eu desdobrava o papel mais palavras apareciam e ele foi ficando gigante, parecia ser infinito. Eu disse para a velhinha: “Bem que eu queria ter esta habilidade, mas vai ser difícil eu conseguir entender este texto. Parece um quebra-cabeça.” A velhinha respondeu: “Não se preocupe, apenas leia, você não precisa se lembrar de tudo depois. Isso é só uma forma rápida de comunicação.” Li uma parte que tinha um endereço, porém não estava conseguindo enxergar bem as palavras. Reclamei disso para a velhinha e ela disse: “o número, lembre-se do número” enquanto apontava o dedo para o número no papel: 149. De repente chega a mestra e diz para eu não ler aquilo, pois a velhinha está tentando me desconcentrar para que eu acorde. Pergunto à mestra quem é aquela senhora e ela diz que é a avó dela. A senhora continua insistindo para que eu continue lendo e desdobrando o papel e começa a falar mal da mestra, que perde a paciência e pede para que eu bata na velhinha. Eu me recuso, então a mestra toma o papel da velhinha, amassa e joga ele no chão, em seguida ela segura a velhinha e começa a dar um mata-leão nela. O sonho começa a se desfazer, tento estabilizá-lo, mas não consigo e acordo.
Érika, essa figura que você chama de mestra, sempre tem a mesma aparência ou ela muda de sonho pra sonho?

Érika escreveu:
Sonhos 05/09/16:

Sonho 1:

Levanto da cama e sigo em direção ao banheiro, passo perto da cozinha e percebo que ela está muito clara e o chão está todo molhado. Acho aquilo muito estranho e escuto um homem dizendo que alguém vai acabar escorregando naquele chão molhado, desconfio que é um sonho e olho para minha roupa, vejo o vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, puxo o dedo para ver se ele estica e fico lúcida. A mestra surge na cozinha com uma garrafa de bebida na mão, ela parece estar meio alterada e começa a reclamar dizendo que não vai secar o chão. Ela acaba pegando um pano e se abaixa para tentar secar o chão, mas não dá muito certo, pois está meio tonta, ela começa a engatinhar sem rumo pela cozinha e acaba caindo perto da mesa. Em praticamente todos os meus sonhos ela está sempre usando um vestido preto e longo, mas dessa vez estava com um short azul com bolinhas brancas e uma blusa branca fina, um pouco transparente. Comentei que ela estava usando uma roupa diferente e ela ficou brava, antes que começasse a brigar comigo o homem que eu havia escutado falando no início do sonho aparece para tentar acalmá-la e levanta ela do chão. Olho para a janela e vejo que há alguém se aproximando, chego mais perto e vejo que é uma mulher muito alta, que fica me olhando de um jeito estranho. Surge um sofá vermelho do meu lado e o homem se senta nele com a mestra, que agora já está usando um vestido preto. Eu pergunto para a mestra quanto ela tem de altura, mas ela não responde. O homem diz que ela deve ter um pouco mais de 1,80m, talvez uns 1,82m. “Se ela tem 1,82m, aquela mulher ali fora deve ter mais de 2 metros.” Comento. O homem ri e olha para a janela, vejo que a mulher já chegou perto da janela e está me encarando, de repente ela começa a pegar objetos bem pesados que parecem ser feitos de cobre e os joga em minha direção. Eu aponto a mão para os objetos que ela joga e consigo desviá-los antes que me acertem, mas ela começa a jogar objetos cada vez maiores e vai ficando cada vez mais difícil desviá-los. Começo a tentar segurar os objetos com as mãos, mas eles são muito pesados. Eu pergunto para o homem o porquê de aquela mulher estar jogando as coisas em mim, ele diz que não sabe e me chama para sentar no sofá com ele e a mestra. A mulher joga uma roda enorme de cobre com muita força enquanto estou distraída, a mestra segura a roda facilmente com a mão esquerda e diz: “Imagina se essa coisa te acerta?” A mulher joga um outro objeto em minha direção e quase quebra a janela, a mestra fica brava e vai lá fora brigar com a mulher. Tento ir atrás dela mas o sonho se desfaz.
Eu acabei de fazer a pergunto sobre a aparência da sua mestra onírica e a resposta já veio embutida no segundo relato.  gargalhada

Engraçado que você consegue ver a roupa que você está vestindo no sonho. Eu nunca lembro de olhar pra minha roupa no sonho. Vou até anotar "Olhar pra roupa que estou vestindo" na minha lista de desafios lúcidos, porque realmente lembrar disso é um desafio e tanto pra mim.   gargalhada

Érika escreveu:
Sonho 2:

Permaneço imóvel na cama e começa outro sonho. A casa está escura, vou para a sala e decido perguntar para o meu subconsciente qual é o sentido da vida, grito a pergunta e escuto um ruído muito alto e um barulho parecido com um trovão, uma voz lenta e profunda responde: “Viver um dia… Viver mais um dia. Eu não entendo porque as pessoas pensam que isso não é o suficiente.” Fiz outra pergunta: “Quem é você?” O ruído começa novamente, depois de algum tempo escuto novamente o trovão e a voz responde: “Eu… eu não sei.” Atravesso a parede e vou para o quintal. Encontro a mestra perto da janela fazendo alguma coisa que eu não lembro, “Por que você está sempre aqui?” Perguntei. Ela responde: “Porque esse lugar é meu.” “E o que você acha que eu devo fazer nesse sonho?” Perguntei. “Sair de perto de mim.” Disse ela. Atravessei o portão e fui para a rua da casa da mestra e a casa que fica em frente à dela tinha o número 76 gravado no muro. Lembrei do sonho em que a velhinha me disse para lembrar do número 149 e comecei a procurar esse número pelos muros, acabei encontrando a casa nº 149, que era a casa onde vi o pai da mestra em um sonho que tive há anos atrás. De lá saiu uma mulher com uma garotinha de uns 4 anos, eu comecei a fazer perguntas à ela, mas ela não queria me responder, então eu puxei a garotinha e disse que se ela não me respondesse eu não ia devolver a menina. A menina ficou chamando a mulher, que pensou um pouco e saiu correndo, me deixando com a menina em prantos. Levei a menina para a casa da mestra e deixei ela no quintal, de repente vejo um cachorro meu que já morreu, ele parecia triste e eu fui para perto dele, disse que aquilo era um sonho e comecei a levitá-lo. Ele ficou um pouco mais animado e para minha surpresa perguntou se eu queria ter aulas de voo, eu disse que sim e meu cachorro foi voando para cima do muro. De lá, ele começou a inventar alguns exercícios de voo para que eu fizesse, porém alguns deles eram difíceis para mim e eu não estava me saindo muito bem. Lembro que no último exercício eu tinha que voar e me dependurar no muro, escalar uma parte dele usando apenas as mãos e me equilibrar em cima dele, quando terminei meu cachorro disse que iam chegar outros alunos de voo e que eu já estava liberada. Vi um carro marrom na rua e pulei do muro para cima do carro, o carro balançou de um jeito muito legal e eu continuei pulando, até que chegou um cara reclamando: “Desce daí garota, eu tive muito trabalho para fazer este carro.” Respondi: “Mas o sonho é meu.” Ele chegou mais perto e apontou a mão para o carro, que desapareceu. “Mas o carro não deixa de ser meu.” Disse ele. Eu fui correndo atrás do cara, que fez o carro reaparecer e nele fugiu. Olhei para o fim da rua e lá tinha um bar com algumas pessoas sentadas do lado de fora, ao longe havia uma paisagem muito bonita com nuvens e montanhas, pensei que talvez se eu pegasse um impulso grande conseguiria voar até lá, saí correndo muito rápido pela rua e ouvi um dos caras do bar dizendo: “Ela devia ir mais devagar, desse jeito não vai dar certo.” Continuei correndo e quando dei o impulso acordei dando um impulso na minha cama.
Se o número da casa da sua mestra fosse 71, você poderia chamá-la de bruxa do 71. Mas, infelizmente a sua mestra mora no 76.  gargalhada

Érika, seus sonhos são bem estranhos, mas são divertidos e interessantes de ler.  certo

Érika escreveu:
Sonho 3:

Mesmo me mexendo no fim do sonho anterior, eu continuei imóvel para tentar uma reentrada, porém não consegui. Meu celular despertou alguns minutos depois e eu fui desligá-lo, deixando-o em cima da mesa. Voltei para a cama com muito sono e comecei a sentir meu corpo ficando paralisado, nesse momento eu creio que já estava sonhando, mas não percebi. Eu queria aproveitar a paralisia do sono para voltar a sonhar, mas eu estava segurando o celular(que eu tinha deixado na mesa), então fiquei tentando sair da paralisia para ir guardá-lo, porém não estava conseguindo levantar e coloquei o celular do meu lado, deixando a paralisia me levar. Passaram alguns segundos e senti uma fisgada na cabeça, em seguida senti alguém na minha frente e uma voz um pouco medonha começou a falar comigo: “Oi Érika… Sou eu, o vazio. Eu vim de dentro de você. Me responda Érika, você não quer falar comigo?” Continuei com os olhos fechados sem tentar me mexer e respondi mentalmente que sim. Senti uma mão me tocando e uma voz diferente disse : “Não diga para eles que eu não estava usando o cinto de segurança.” Percebi que já estava sonhando, me levantei e abri os olhos, vi um homem de roupa social que dizia trabalhar para uma emissora de tv, e que tinha aproveitado o tempo livre para ir me visitar, pois já estava com saudades. Fingi que conhecia ele e ele pegou quatro copos de vidro e encheu com uma bebida marrom que tinha gosto de mel com álcool. Ficamos ali bebendo aquilo até que ele disse que não aguentava mais, pois era muito forte. Perguntei onde estava um personagem que não vejo há muito tempo, ele não gostou muito e perguntou por que eu queria saber dele, eu disse que aquele personagem era um dos mais legais com o qual já sonhei. O homem disse que não sabia onde ele estava, e que eu devia esquecê-lo. Perguntei se ele queria ir para a rua dar uma volta comigo, ele disse que sim e saímos, porém o sonho se desfez e eu acordei antes que eu pudesse fazer mais perguntas.
Eu ri muito na parte que o vazio falou com você, Érika. Só podia ser sonho mesmo. Kkkkk


Ramon, a aparência dela muda um pouco de um sonho para outro, porém as roupas sempre seguem esse estilo do vestido preto, é raro ver ela com uma roupa mais comum.
avatar
Mensagens : 111
Pontos : 843
Honra : 48
Data de inscrição : 20/11/2015
Localização : Espírito Santo
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sex Set 16, 2016 11:20 am
Érika, vou fazer uma pergunta besta mas é porque fiquei realmente curioso: como a mestra conseguiu segurar a roda (que não atingiu a janela) que a mulher jogou se vocês estavam dentro de casa e a mulher do lado de fora?
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Set 18, 2016 5:12 pm
daydreamer escreveu:Érika, vou fazer uma pergunta besta mas é porque fiquei realmente curioso: como a mestra conseguiu segurar a roda (que não atingiu a janela) que a mulher jogou se vocês estavam dentro de casa e a mulher do lado de fora?

Daydreamer, a janela estava entreaberta e a mulher jogava os objetos pela parte que estava aberta.  Quando ela jogou o último objeto, que era grande demais para passar pelo buraco, ouvi um barulho de vidro trincando, foi aí que a mestra ficou brava gargalhada
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Set 18, 2016 5:15 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Sonhos de sábado dia 17/09:

Sonho 1:

Eu estava na sala de aula fazendo um prova de matemática, minha caneta estragou e eu chamei o professor para pedir uma caneta emprestada, ao invés de me emprestar ele chamou alguns alunos para ajudá-lo a consertar minha caneta, mas para isso tinham que levá-la para o banheiro. Chegamos no banheiro, que era bem grande e não tinha luz, um dos alunos entrou com o professor em uma das cabines e fechou a porta, segundos depois saíram com minha caneta consertada. Saímos do banheiro, os outros alunos foram na frente e eu fiquei para trás com o professor, chegando lá fora percebi que estávamos na rua da casa da mestra(personagem que aparece frquentemente em meus sonhos), eu estava usando meu vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos e meu professor estava usando uma roupa marrom parecida com a do Fred Flintstone. “Olha só onde fomos parar professor.” Disse eu, rindo. O professor ficou preocupado e perguntou que lugar era aquele. “Não se preocupe professor, o senhor está no meu sonho.” Respondi. Ele ficou calado. Percebi que a casa onde moram algumas amigas da mestra estava com o portão aberto, fui até lá e percebi que tinha muita gente conversando lá dentro, comecei a chutar o portão para ver se aparecia alguém, ouvi uma das mulheres gritando de raiva e saí correndo, o professor ficou com muito medo e disse para eu não deixá-lo sozinho, pois aquela mulher ia achar que era ele quem tinha chutado o portão e ia matá-lo. Eu disse que ele estava falando bobagem, comecei a empurrar com muita dificuldade um portão de garagem de uma casa ali por perto e empurrei o professor lá pra dentro para que ele pudesse se esconder. Acordei.

Sonho 2:

Lá estava eu de novo em um banheiro, porém agora eu era uma velhinha de vestido preto e cabelo curto, branco e encaracolado. Eu estava com muito medo, pois havia um bandido armado dentro do banheiro e estava me perseguindo, estava muito difícil fugir porque o banheiro era enorme e parecia um labirinto. Nesse momento eu comecei a ver o sonho em terceira pessoa, fiquei lúcida, tive uma visão geral do banheiro e decorei um caminho para sair dele. Voltei para o corpo da velhinha e saí correndo pelo caminho que eu havia memorizado. Voltei a ver o sonho em terceira pessoa, o banheiro ficava na entrada principal de um prédio, o porteiro estava conversando com um homem que tinha dreads no cabelo e usava uma blusa verde. A velhinha pediu ajuda para o porteiro que foi correndo para o banheiro procurar o bandido. Voltei a ver o sonho em primeira pessoa, agora eu era eu mesma, e usava o vestido amarelo. Fui conversar com o homem de blusa verde, ele estava ao lado de um monte de livros e revistas e estava lendo uma delas, perguntei se eu podia ver os livros e ele disse que sim, mas eu teria que ficar perto dele, pois ele tinha que supervisionar o que eu estava lendo. Perguntei qual era o melhor livro que ele tinha ali, “este é o meu preferido” disse ele, ao me mostrar um livro enorme, de capa branca muito bem decorada. Perguntei qual era o assunto do livro, ele disse que ali estavam os nomes das pessoas mais importantes do mundo, segundo ele havia três livros daquele tipo: um de mulheres, um de homens, e um de deuses. Ele abriu o livro e logo na primeira página me deparo com o nome da irmã da mestra, “o que tem de importante nesta mulher?” perguntei. Ele disse: “se ela está aí, é porque é importante.” Nas páginas só havia nomes de pessoas separados por linhas horizontais, segundo o homem, na área reservada à cada pessoa poderiam ser deixadas mensagens para ela. Havia poucas mensagens para a irmã da mestra, não li o que diziam. Perguntei para o cara se o nome da mestra também estava ali, ele disse que estava e me mostrou a página, para minha surpresa havia muitas mensagens para ela, todas falando muito bem dela, com vários agradecimentos, inclusive de crianças, mas não me lembro de nenhuma mensagem específica. “Não sabia que ela era tão querida assim.” Disse eu. “Você conhece ela?” Perguntou o homem. Eu disse que sim e ele disse que era mentira minha. Insisti e ele perguntou: “Você sabia que ela é a única que está tanto no livro de mulheres, como no de homens e também no de deuses?” Eu ri e disse que não. Perguntei se eu podia ficar com o livro e ele disse que não, repetiu que eu estava mentindo, pois não conhecia a mestra. Perdi a paciência e disse que não queria mais falar com ele, tentei pegar o livro e sair correndo, porém caí e fiquei paralisada, o cara pegou o livro de volta e ficou me xingando, acordei em seguida.

Sonhos de domingo dia 18/09:

Sonho 1:

Levantei da cama já lúcida e ouvi a voz da minha mãe conversando com minha tia, meu irmão estava dormindo em uma parte da casa que não existe na realidade, então percebi que aquela era uma mistura da minha casa com a casa da mestra. Atravessei a porta da sala e o portão, ao atravessar o portão dei de cara com um vulto que foi ficando transparente até desaparecer. Fui andando pela rua e o céu foi escurecendo, olhei para cima e vi muitas estrelas, que brilhavam mais que o normal, quis ver mais de perto e comecei a flutuar, fui subindo lentamente e as estrelas foram ficando cada vez maiores. Olhei para baixo e vi que dali de cima dava para ver todas as casas do bairro onde fica a casa da mestra, porém não estava conseguindo flutuar e prestar atenção nas casas ao mesmo tempo, olhei para o lado e vi que havia uma espécie de lustre gigante de folhas pairando no céu, voei para cima dele e fiquei observando as casas de lá de cima. Foi impressionante ver como meu subconsciente organizou todos os locais do bairro de uma maneira totalmente coerente com outros sonhos que já tive, dava para identificar vários lugares pelos quais já passei em outros sonhos, e tudo parecia estar no mesmo lugar que estavam em um outro sonho no qual eu também via o bairro todo de cima. O lustre se movimentava lentamente pelo ar e foi seguindo em direção à uma casa de madeira que havia no meio do bairro, essa casa tinha um sino de porta enfeitado com várias outras casinhas de madeira em miniatura. Fiquei muito curiosa para saber o que tinha lá e vi que o lustre estava passando acima de uma passarela, da qual também dava para ter uma vista completa do bairro, então pulei do lustre para cima da passarela. Continuei olhando a casa de madeira e de repente veio uma menina correndo pela passarela e parou bem atrás de mim, ela usava um vestido branco longo, tinha cabelo preto e bem cheio, ela estava de costas e eu não pude ver o rosto dela, pensei em falar com a garota, mas ela estava muito calada e eu fiquei com medo de chegar perto e ela me assustar, então ignorei a garota e voltei a olhar a casa de madeira. Assim que dei as costas para a menina ela se virou e veio atrás de mim, ela tentou me segurar por trás e eu pulei da passarela, nesse momento consegui ver quem era a garota, porém não me lembro, só sei que fiquei com medo de ela também pular para vir atrás de mim e acabei acordando. Permaneci imóvel na cama e começou outro sonho.

Sonho 2:

Levantei da cama e estava na casa da mestra, pensei em sair da casa, mas havia alguém no portão e eu decidi ficar lá dentro mesmo. Pouco tempo depois entra na casa uma menininha de cerca de 4 anos, bem pequena e magra, parecia estar doente, o cabelo dela era ruivo e bem ralo, havia falhas no cabelo dela que deixavam o couro cabeludo à mostra, nestes lugares havia cicatrizes que pareciam ser de queimaduras e havia outros machucados pelo corpo dela. A menina ficou me olhando de uma maneira bem profunda e eu fiquei com um pouco de medo, a mestra surgiu nos fundos da casa e chamou a garotinha pelo nome (que eu não me lembro), a menina ficou muito feliz e foi correndo em direção à ela, que pegou a garota no colo. A menina não se cansava de abraçar a mestra, mas ela deu um jeito de colocar a menina no chão e amarrou um pano branco na cabeça dela, a menina foi para dentro do quarto da filha da mestra e saiu pouco tempo depois. Em seguida ela veio se despedir da mestra e acabou se despedindo de mim também. Perguntei à mestra quem era aquela garotinha, ela disse que era filha da amiga dela que morava ali por perto. Nesse momento lembrei de um sonho não-lúcido do dia 07/09, no qual uma personagem me dizia que a mestra tinha diminuído as cicatrizes dela, e perguntei para a mestra : “Por que você não cura as feridas daquela garotinha? Você é muito boa nisso.” Ela riu e disse que não tinha necessidade, pois a mãe da garota tem muita capacidade para fazer isso sem a ajuda dela. Ainda me lembrando do sonho do dia 07/09, lembrei que a mesma personagem tinha dito que a mestra também tinha cicatrizes e o Andrelp havia perguntado se eu ia tentar ver marcas nela, então comecei a observá-la, porém ela percebeu e começou a me encarar, fiquei com medo de ela ficar brava e não sei porque perguntei se eu podia dar um abraço nela. Ela ficou muito desconfiada e disse que era melhor não. Senti que eu ia acordar, tentei estabilizar o sonho esfregando as mãos, a mestra ficou rindo de mim. Eu disse para ela: “Você poderia por favor aparecer no meu próximo sonho? Preciso falar com você.” Ela quis saber o porquê e eu disse que não tinha como explicar porque eu estava quase acordando, logo em seguida acordei.
avatar
Mensagens : 111
Pontos : 843
Honra : 48
Data de inscrição : 20/11/2015
Localização : Espírito Santo
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Set 18, 2016 5:58 pm
Impressionante o fato de vários detalhes permanecerem consistentes de um sonho pro outro, roupas, casas, e outras coisas; Você tem um universo onírico na cabeça! surpreso
avatar
Mensagens : 326
Pontos : 1050
Honra : 106
Data de inscrição : 10/05/2016
Localização : RS
Sonhos Lúcidos :
7 / 9997 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Set 18, 2016 10:35 pm
Oi Érika,seus sl muito bons como sempre.Em primeiro lugar,professor vestido de fred,muito legal!!!!
Pergunta:nos sonhos de domingo,em ambos você disse que levantou lúcida.É o que chamam de separação?Aquela técnica indireta?
Sobre você ver as estrelasmtive um sl parecido ontem,eu voei de foguete até o espaço e depois alguns planetas começaram a surgir na palma da minha mão,foi bem legal.
Agora uma ideia.No próximo sl em que encontrar a mestra,diga a ela que o André pediu pra você perguntar se ela tem cicatrizes ok?O que você acha?
avatar
Mensagens : 1273
Pontos : 3304
Honra : 657
Data de inscrição : 06/07/2015
Localização : Alemanha
Sonhos Lúcidos :
222 / 999222 / 999
Sonhos Comuns :
999 / 999999 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Ter Set 20, 2016 4:33 pm
Fazia um tempinho que eu não aparecia aqui para ler seus relatos, Erika.   Como sempre, eles são fantásticos!
Érika:

Sonhos 27/08/16:

Sonho 01:

Acordei após um sonho não-lúcido e decidi dormir de novo, fiquei alguns minutos deitada e senti uma fisgada na cabeça e um leve zumbido, meu corpo começou a ficar paralisado e eu aproveitei para começar um sonho lúcido. Saio do meu quarto e vou para a sala, lá encontro a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) mexendo na estante olhando alguns porta-retratos, parei atrás dela para tentar ver de quem eram as fotos, uma delas era de uma personagem que já sonhei algumas vezes. Perguntei quem era a mulher da foto, mas ela não quis responder. Vou para a rua e o cenário muda, vejo um homem na janela de uma casa em construção, ele me vê e corre para abrir a porta, depois me convida para entrar, não tem nada dentro da casa, só uns escombros do lado de fora. Pergunto o nome dele e ele responde, quase cochichando: “Eu odeio vocês duas. Ela mais ainda. Odeio a família dela toda.” Perguntei de quem ele estava falando, mas ele saiu correndo e começou a espalhar gasolina na casa, depois pulou a janela e ateou fogo. Os escombros que estavam do lado de fora foram parar na porta, bloqueando a saída. A mestra havia me ensinado em outros sonhos um jeito estranho de pular, com o qual eu consegui passar facilmente por cima dos escombros. Quando olhei de novo para a casa ela estava diferente, já estava toda construída e pintada. Eu atravessei a porta e tinha uma família lá dentro, mas ninguém me via. Um garotinho de uns 8 anos estava mexendo no piso de madeira da sala, de repente ele levantou um dos pedaços de madeira, e encontrou a foto de uma garotinha, ele ficou assustado e mostrou a foto pro irmão dele, o irmão disse que pelo jeito a menina havia morrido em um incêndio. O pai deles olhou a foto e disse: “Isso é coisa da sua cabeça, só porque teve um incêndio aqui antes.” O garotinho ficou desesperado e veio em minha direção, me mostrou a foto e disse para eu levá-la para uma igreja. O cenário mudou novamente e eu apareci na minha casa com alguns amigos, eu ainda estava segurando a foto e um dos meus amigos se ofereceu para levar a foto para a igreja, deixei a foto com ele e acabei acordando.

Sonho 02:

Consigo permanecer imóvel e começo a sonhar novamente. Saio da minha cama e vou de novo para a sala. A mestra está sentada no sofá lendo uns bilhetes. “O que é isso?” Pergunta ela apontando para algo na minha mão. Percebo que ainda estou segurando a foto da menina do sonho anterior, porém agora ela está um pouco diferente. Fico sem entender nada, percebo que tem algo escrito atrás da foto, tenho muita dificuldade para conseguir ler, mas vejo que o recado está assinado pelo meu amigo que tinha ficado com a foto no outro sonho. Peço para a mestra me ajudar a ler, quando estou quase desistindo de convencê-la a ler pra mim ela pega a foto e diz que meu amigo escreveu: “Érika, levei a foto para a igreja, mas ninguém teve coragem de ficar com ela, nem eu.” A mestra caiu na risada e queria saber quem teve a grande ideia de levar a foto para a igreja. Ela pegou uma caneta e escreveu mais alguma coisa no verso da foto, junto com um desenho estranho que não estou conseguindo lembrar direito. Em seguida, colocou a foto dentro de uma sacola com alguns dos bilhetes que ela estava lendo, me entregou a sacola e disse para eu ir andando pela rua, e quando chegasse ao meu destino era pra deixar a foto em cima da cama. Pedi para ela explicar direito, mas ela ficou brava e então eu fui assim mesmo. Fui andando pela rua e o cenário mudou, eu estava seguindo em direção a um edifício que parecia estar em construção. Quando fui me aproximando da entrada, o sonho ficou todo em preto e branco. Percebi que o lugar era uma prisão, que parecia ser bastante antiga e estava lotada. Os presos estavam bravos e gritavam com os guardas que andavam pelo corredor, tentei falar com alguns dos presos, mas eles não me ouviam. Continuei seguindo pelo corredor e assim que passei por todas as celas o barulho acabou e o sonho voltou a ter cor, olhei para trás e vi que todas as celas estavam abertas e não havia mais presos lá, apenas os guardas conversando. Voltei até eles e perguntei onde estavam os presos, eles disseram que a prisão havia sido desativada há pelo menos uma década. Pensei em ficar lá fazendo mais perguntas, mas estava curiosa para saber o que ia acontecer com a foto, então continuei seguindo pelo corredor. Começaram a surgir rampas que levavam ao segundo andar do edifício, também havia janelas enormes por onde entrava muita luz, quase acordei por causa da luz forte, mas consegui estabilizar o sonho e cheguei ao segundo andar, onde havia outro corredor, com janelas do lado direito e portas do lado esquerdo. Não havia ninguém lá e o lugar estava um pouco sombrio, fui andando devagar e quando passei pela segunda porta senti que havia chegado ao lugar certo. Entrei e vi que era um quarto todo bagunçado, cheio de roupas espalhadas em cima de uma cama de casal, também havia alguns objetos caídos pelo chão. Comecei a sentir muito frio. Abri a sacola e tentei ler algum bilhete, porém veio um vento forte, todos os papéis saíram voando da sacola e desapareceram, exceto a foto, eu a peguei e coloquei em cima da cama, depois saí e fechei a porta. Senti que havia algo errado, olhei para minha roupa e não estava mais com o vestido amarelo que estava usando, estava com um vestido preto que também não tenho na realidade, meu cabelo também estava diferente, estava muito preto e liso. Resolvi procurar um banheiro para me olhar no espelho e ver como estava o meu rosto, já que meu cabelo estava tão diferente. Quando encontrei o banheiro senti como se algo se separasse de mim, vi o vulto de uma menina de vestido preto correndo para dentro do banheiro e meu cabelo voltou ao normal, o vestido amarelo também reapareceu. Entrei no banheiro para procurar a menina, mas acordei.

Sonho 03:

Apareci de novo na sala da minha casa, mas não havia ninguém lá, a televisão estava ligada e eu fiquei assistindo. Estava passando uma reportagem em um parque de diversões. Comecei a prestar atenção em um casal que estava no canto da tela, o homem segurava a mão de um garotinho loiro de aproximadamente 5 anos de idade. O garoto apontava insistentemente na direção de uma roda gigante, e ficava acenando pra lá. Os pais dele estavam preocupados. Fiquei curiosa e pensei que queria ir pra lá, fechei os olhos e fui caminhando na direção da TV, quando abri os olhos já estava no parque de diversões. Entendi que o garotinho estava vendo um “fantasma” perto da roda gigante, uma menina que ninguém mais via. Fui para perto da roda gigante tentar encontrar essa fantasma, procurei um pouco e acabei achando a menina que estava acenando para o garotinho. O cenário mudou na hora, e eu apareci na sala de uma casa que não conheço, lá estava a menina fantasma do parque de diversões, porém aparentava estar alguns anos mais nova e ainda viva, ela usava um vestido amarelo da cor do meu. Havia também um carrinho de bebê azul do lado do sofá onde ela estava. Perguntei o nome da menina, ela disse, mas eu me esqueci, perguntei a idade dela e ela respondeu : “9 anos. Hoje é o meu último aniversário.” Perguntei quem era o bebê no carrinho, ela respondeu que era irmão dela. Ela pediu para que eu fosse embora, pois não queria que o pai e a madrasta dela, que estavam na cozinha, me vissem lá, pois os dois iam matá-la daqui a pouco. Percebi que tratava-se do mesmo casal que estava com o garotinho no parque de diversões. Saí da casa pensando que ia aproveitar meu SL lá fora, porém saí em uma loja de shopping que não tinha saída. Fiz uma porta surgir em uma das vitrines da loja e saí por ela, mas para minha surpresa, saí em um corredor muito parecido com aquele do edifício do sonho 02. Já cansada daquele lugar, pensei em tentar mudar o cenário, mas percebi que havia uma mulher encostada na parede um pouco mais à frente, fiquei curiosa e fui até ela. A mulher ficou me olhando fixamente com um leve sorriso no rosto, por um momento perdi a lucidez e passei direto por ela sem perguntar nada. De repente, ouvi um grito feminino, o sonho ficou em preto e branco e eu fui seguindo até o fim do corredor onde estava, saí em outro corredor, que era o mesmo lugar onde estava o quarto no qual deixei a foto no sonho 02. Em uma parte desse corredor pela qual eu não tinha passado antes, parecia ter acontecido um desabamento de parte do teto. Havia uma mulher caída lá e alguns médicos realizando o atendimento. Penso que era a mulher que estava encostada na parede antes, depois olho para a janela e vejo a mesma mulher pulando dela. Acordei. Só depois de acordar, percebi que a mulher que estava encostada na parede era a madrasta da menina fantasma do parque de diversões.
Que sonhos cheios de mistérios, Erika! Gosto do modo como você se dedica a desvendar os mistérios deles. Parece uma detetive onírica. Que destino triste dessa família, principalmente da menina.
Érika:
Sonhos 04/09/16:

Após um curto sonho, fico imóvel na cama e consigo uma reentrada, me deparo com uma velhinha de cabelo ruivo e roupa azul me esperando na porta do quarto. Percebo que a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) está na sala conversando com algumas pessoas. A velhinha me entrega um pedaço de papel colorido e dobrado em quatro partes, cada parte tinha uma palavra escrita. Ela fala baixinho para que eu não leia em voz alta, pois os outros personagens do sonho não gostariam que eu lesse aquilo. Li as primeiras quatro palavras que eram: “Ela tinha que ser”, em seguida desdobrei o papel e então surgiram várias outras palavras, quanto mais eu desdobrava o papel mais palavras apareciam e ele foi ficando gigante, parecia ser infinito. Eu disse para a velhinha: “Bem que eu queria ter esta habilidade, mas vai ser difícil eu conseguir entender este texto. Parece um quebra-cabeça.” A velhinha respondeu: “Não se preocupe, apenas leia, você não precisa se lembrar de tudo depois. Isso é só uma forma rápida de comunicação.” Li uma parte que tinha um endereço, porém não estava conseguindo enxergar bem as palavras. Reclamei disso para a velhinha e ela disse: “o número, lembre-se do número” enquanto apontava o dedo para o número no papel: 149. De repente chega a mestra e diz para eu não ler aquilo, pois a velhinha está tentando me desconcentrar para que eu acorde. Pergunto à mestra quem é aquela senhora e ela diz que é a avó dela. A senhora continua insistindo para que eu continue lendo e desdobrando o papel e começa a falar mal da mestra, que perde a paciência e pede para que eu bata na velhinha. Eu me recuso, então a mestra toma o papel da velhinha, amassa e joga ele no chão, em seguida ela segura a velhinha e começa a dar um mata-leão nela. O sonho começa a se desfazer, tento estabilizá-lo, mas não consigo e acordo.

Sonhos 05/09/16:

Sonho 1:

Levanto da cama e sigo em direção ao banheiro, passo perto da cozinha e percebo que ela está muito clara e o chão está todo molhado. Acho aquilo muito estranho e escuto um homem dizendo que alguém vai acabar escorregando naquele chão molhado, desconfio que é um sonho e olho para minha roupa, vejo o vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, puxo o dedo para ver se ele estica e fico lúcida. A mestra surge na cozinha com uma garrafa de bebida na mão, ela parece estar meio alterada e começa a reclamar dizendo que não vai secar o chão. Ela acaba pegando um pano e se abaixa para tentar secar o chão, mas não dá muito certo, pois está meio tonta, ela começa a engatinhar sem rumo pela cozinha e acaba caindo perto da mesa. Em praticamente todos os meus sonhos ela está sempre usando um vestido preto e longo, mas dessa vez estava com um short azul com bolinhas brancas e uma blusa branca fina, um pouco transparente. Comentei que ela estava usando uma roupa diferente e ela ficou brava, antes que começasse a brigar comigo o homem que eu havia escutado falando no início do sonho aparece para tentar acalmá-la e levanta ela do chão. Olho para a janela e vejo que há alguém se aproximando, chego mais perto e vejo que é uma mulher muito alta, que fica me olhando de um jeito estranho. Surge um sofá vermelho do meu lado e o homem se senta nele com a mestra, que agora já está usando um vestido preto. Eu pergunto para a mestra quanto ela tem de altura, mas ela não responde. O homem diz que ela deve ter um pouco mais de 1,80m, talvez uns 1,82m. “Se ela tem 1,82m, aquela mulher ali fora deve ter mais de 2 metros.” Comento. O homem ri e olha para a janela, vejo que a mulher já chegou perto da janela e está me encarando, de repente ela começa a pegar objetos bem pesados que parecem ser feitos de cobre e os joga em minha direção. Eu aponto a mão para os objetos que ela joga e consigo desviá-los antes que me acertem, mas ela começa a jogar objetos cada vez maiores e vai ficando cada vez mais difícil desviá-los. Começo a tentar segurar os objetos com as mãos, mas eles são muito pesados. Eu pergunto para o homem o porquê de aquela mulher estar jogando as coisas em mim, ele diz que não sabe e me chama para sentar no sofá com ele e a mestra. A mulher joga uma roda enorme de cobre com muita força enquanto estou distraída, a mestra segura a roda facilmente com a mão esquerda e diz: “Imagina se essa coisa te acerta?” A mulher joga um outro objeto em minha direção e quase quebra a janela, a mestra fica brava e vai lá fora brigar com a mulher. Tento ir atrás dela mas o sonho se desfaz.

Sonho 2:

Permaneço imóvel na cama e começa outro sonho. A casa está escura, vou para a sala e decido perguntar para o meu subconsciente qual é o sentido da vida, grito a pergunta e escuto um ruído muito alto e um barulho parecido com um trovão, uma voz lenta e profunda responde: “Viver um dia… Viver mais um dia. Eu não entendo porque as pessoas pensam que isso não é o suficiente.” Fiz outra pergunta: “Quem é você?” O ruído começa novamente, depois de algum tempo escuto novamente o trovão e a voz responde: “Eu… eu não sei.” Atravesso a parede e vou para o quintal. Encontro a mestra perto da janela fazendo alguma coisa que eu não lembro, “Por que você está sempre aqui?” Perguntei. Ela responde: “Porque esse lugar é meu.” “E o que você acha que eu devo fazer nesse sonho?” Perguntei. “Sair de perto de mim.” Disse ela. Atravessei o portão e fui para a rua da casa da mestra e a casa que fica em frente à dela tinha o número 76 gravado no muro. Lembrei do sonho em que a velhinha me disse para lembrar do número 149 e comecei a procurar esse número pelos muros, acabei encontrando a casa nº 149, que era a casa onde vi o pai da mestra em um sonho que tive há anos atrás. De lá saiu uma mulher com uma garotinha de uns 4 anos, eu comecei a fazer perguntas à ela, mas ela não queria me responder, então eu puxei a garotinha e disse que se ela não me respondesse eu não ia devolver a menina. A menina ficou chamando a mulher, que pensou um pouco e saiu correndo, me deixando com a menina em prantos. Levei a menina para a casa da mestra e deixei ela no quintal, de repente vejo um cachorro meu que já morreu, ele parecia triste e eu fui para perto dele, disse que aquilo era um sonho e comecei a levitá-lo. Ele ficou um pouco mais animado e para minha surpresa perguntou se eu queria ter aulas de voo, eu disse que sim e meu cachorro foi voando para cima do muro. De lá, ele começou a inventar alguns exercícios de voo para que eu fizesse, porém alguns deles eram difíceis para mim e eu não estava me saindo muito bem. Lembro que no último exercício eu tinha que voar e me dependurar no muro, escalar uma parte dele usando apenas as mãos e me equilibrar em cima dele, quando terminei meu cachorro disse que iam chegar outros alunos de voo e que eu já estava liberada. Vi um carro marrom na rua e pulei do muro para cima do carro, o carro balançou de um jeito muito legal e eu continuei pulando, até que chegou um cara reclamando: “Desce daí garota, eu tive muito trabalho para fazer este carro.” Respondi: “Mas o sonho é meu.” Ele chegou mais perto e apontou a mão para o carro, que desapareceu. “Mas o carro não deixa de ser meu.” Disse ele. Eu fui correndo atrás do cara, que fez o carro reaparecer e nele fugiu. Olhei para o fim da rua e lá tinha um bar com algumas pessoas sentadas do lado de fora, ao longe havia uma paisagem muito bonita com nuvens e montanhas, pensei que talvez se eu pegasse um impulso grande conseguiria voar até lá, saí correndo muito rápido pela rua e ouvi um dos caras do bar dizendo: “Ela devia ir mais devagar, desse jeito não vai dar certo.” Continuei correndo e quando dei o impulso acordei dando um impulso na minha cama.

Sonho 3:

Mesmo me mexendo no fim do sonho anterior, eu continuei imóvel para tentar uma reentrada, porém não consegui. Meu celular despertou alguns minutos depois e eu fui desligá-lo, deixando-o em cima da mesa. Voltei para a cama com muito sono e comecei a sentir meu corpo ficando paralisado, nesse momento eu creio que já estava sonhando, mas não percebi. Eu queria aproveitar a paralisia do sono para voltar a sonhar, mas eu estava segurando o celular(que eu tinha deixado na mesa), então fiquei tentando sair da paralisia para ir guardá-lo, porém não estava conseguindo levantar e coloquei o celular do meu lado, deixando a paralisia me levar. Passaram alguns segundos e senti uma fisgada na cabeça, em seguida senti alguém na minha frente e uma voz um pouco medonha começou a falar comigo: “Oi Érika… Sou eu, o vazio. Eu vim de dentro de você. Me responda Érika, você não quer falar comigo?” Continuei com os olhos fechados sem tentar me mexer e respondi mentalmente que sim. Senti uma mão me tocando e uma voz diferente disse : “Não diga para eles que eu não estava usando o cinto de segurança.” Percebi que já estava sonhando, me levantei e abri os olhos, vi um homem de roupa social que dizia trabalhar para uma emissora de tv, e que tinha aproveitado o tempo livre para ir me visitar, pois já estava com saudades. Fingi que conhecia ele e ele pegou quatro copos de vidro e encheu com uma bebida marrom que tinha gosto de mel com álcool. Ficamos ali bebendo aquilo até que ele disse que não aguentava mais, pois era muito forte. Perguntei onde estava um personagem que não vejo há muito tempo, ele não gostou muito e perguntou por que eu queria saber dele, eu disse que aquele personagem era um dos mais legais com o qual já sonhei. O homem disse que não sabia onde ele estava, e que eu devia esquecê-lo. Perguntei se ele queria ir para a rua dar uma volta comigo, ele disse que sim e saímos, porém o sonho se desfez e eu acordei antes que eu pudesse fazer mais perguntas.
Caramba, Erika! Sua mestra é muito temperamental. Bater na própria avó?  perplexo

Achei graça seu cachorro te ensinar a voar. Tive a impressão que nesse momento você perdeu um pouco a lucidez, pois seu cachorro te mostrou vários exercicios complicados e você os repetiu sem questionar.

O cara do carro me lembrou o Brain da propaganda da Honda, que tem um tema sonho lúcidos. Você chegou assistir o vídeo?
Érika:
Sonhos de sábado dia 17/09:

Sonho 1:

Eu estava na sala de aula fazendo um prova de matemática, minha caneta estragou e eu chamei o professor para pedir uma caneta emprestada, ao invés de me emprestar ele chamou alguns alunos para ajudá-lo a consertar minha caneta, mas para isso tinham que levá-la para o banheiro. Chegamos no banheiro, que era bem grande e não tinha luz, um dos alunos entrou com o professor em uma das cabines e fechou a porta, segundos depois saíram com minha caneta consertada. Saímos do banheiro, os outros alunos foram na frente e eu fiquei para trás com o professor, chegando lá fora percebi que estávamos na rua da casa da mestra(personagem que aparece frquentemente em meus sonhos), eu estava usando meu vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos e meu professor estava usando uma roupa marrom parecida com a do Fred Flintstone. “Olha só onde fomos parar professor.” Disse eu, rindo. O professor ficou preocupado e perguntou que lugar era aquele. “Não se preocupe professor, o senhor está no meu sonho.” Respondi. Ele ficou calado. Percebi que a casa onde moram algumas amigas da mestra estava com o portão aberto, fui até lá e percebi que tinha muita gente conversando lá dentro, comecei a chutar o portão para ver se aparecia alguém, ouvi uma das mulheres gritando de raiva e saí correndo, o professor ficou com muito medo e disse para eu não deixá-lo sozinho, pois aquela mulher ia achar que era ele quem tinha chutado o portão e ia matá-lo. Eu disse que ele estava falando bobagem, comecei a empurrar com muita dificuldade um portão de garagem de uma casa ali por perto e empurrei o professor lá pra dentro para que ele pudesse se esconder. Acordei.

Sonho 2:

Lá estava eu de novo em um banheiro, porém agora eu era uma velhinha de vestido preto e cabelo curto, branco e encaracolado. Eu estava com muito medo, pois havia um bandido armado dentro do banheiro e estava me perseguindo, estava muito difícil fugir porque o banheiro era enorme e parecia um labirinto. Nesse momento eu comecei a ver o sonho em terceira pessoa, fiquei lúcida, tive uma visão geral do banheiro e decorei um caminho para sair dele. Voltei para o corpo da velhinha e saí correndo pelo caminho que eu havia memorizado. Voltei a ver o sonho em terceira pessoa, o banheiro ficava na entrada principal de um prédio, o porteiro estava conversando com um homem que tinha dreads no cabelo e usava uma blusa verde. A velhinha pediu ajuda para o porteiro que foi correndo para o banheiro procurar o bandido. Voltei a ver o sonho em primeira pessoa, agora eu era eu mesma, e usava o vestido amarelo. Fui conversar com o homem de blusa verde, ele estava ao lado de um monte de livros e revistas e estava lendo uma delas, perguntei se eu podia ver os livros e ele disse que sim, mas eu teria que ficar perto dele, pois ele tinha que supervisionar o que eu estava lendo. Perguntei qual era o melhor livro que ele tinha ali, “este é o meu preferido” disse ele, ao me mostrar um livro enorme, de capa branca muito bem decorada. Perguntei qual era o assunto do livro, ele disse que ali estavam os nomes das pessoas mais importantes do mundo, segundo ele havia três livros daquele tipo: um de mulheres, um de homens, e um de deuses. Ele abriu o livro e logo na primeira página me deparo com o nome da irmã da mestra, “o que tem de importante nesta mulher?” perguntei. Ele disse: “se ela está aí, é porque é importante.” Nas páginas só havia nomes de pessoas separados por linhas horizontais, segundo o homem, na área reservada à cada pessoa poderiam ser deixadas mensagens para ela. Havia poucas mensagens para a irmã da mestra, não li o que diziam. Perguntei para o cara se o nome da mestra também estava ali, ele disse que estava e me mostrou a página, para minha surpresa havia muitas mensagens para ela, todas falando muito bem dela, com vários agradecimentos, inclusive de crianças, mas não me lembro de nenhuma mensagem específica. “Não sabia que ela era tão querida assim.” Disse eu. “Você conhece ela?” Perguntou o homem. Eu disse que sim e ele disse que era mentira minha. Insisti e ele perguntou: “Você sabia que ela é a única que está tanto no livro de mulheres, como no de homens e também no de deuses?” Eu ri e disse que não. Perguntei se eu podia ficar com o livro e ele disse que não, repetiu que eu estava mentindo, pois não conhecia a mestra. Perdi a paciência e disse que não queria mais falar com ele, tentei pegar o livro e sair correndo, porém caí e fiquei paralisada, o cara pegou o livro de volta e ficou me xingando, acordei em seguida.

Sonhos de domingo dia 18/09:

Sonho 1:

Levantei da cama já lúcida e ouvi a voz da minha mãe conversando com minha tia, meu irmão estava dormindo em uma parte da casa que não existe na realidade, então percebi que aquela era uma mistura da minha casa com a casa da mestra. Atravessei a porta da sala e o portão, ao atravessar o portão dei de cara com um vulto que foi ficando transparente até desaparecer. Fui andando pela rua e o céu foi escurecendo, olhei para cima e vi muitas estrelas, que brilhavam mais que o normal, quis ver mais de perto e comecei a flutuar, fui subindo lentamente e as estrelas foram ficando cada vez maiores. Olhei para baixo e vi que dali de cima dava para ver todas as casas do bairro onde fica a casa da mestra, porém não estava conseguindo flutuar e prestar atenção nas casas ao mesmo tempo, olhei para o lado e vi que havia uma espécie de lustre gigante de folhas pairando no céu, voei para cima dele e fiquei observando as casas de lá de cima. Foi impressionante ver como meu subconsciente organizou todos os locais do bairro de uma maneira totalmente coerente com outros sonhos que já tive, dava para identificar vários lugares pelos quais já passei em outros sonhos, e tudo parecia estar no mesmo lugar que estavam em um outro sonho no qual eu também via o bairro todo de cima. O lustre se movimentava lentamente pelo ar e foi seguindo em direção à uma casa de madeira que havia no meio do bairro, essa casa tinha um sino de porta enfeitado com várias outras casinhas de madeira em miniatura. Fiquei muito curiosa para saber o que tinha lá e vi que o lustre estava passando acima de uma passarela, da qual também dava para ter uma vista completa do bairro, então pulei do lustre para cima da passarela. Continuei olhando a casa de madeira e de repente veio uma menina correndo pela passarela e parou bem atrás de mim, ela usava um vestido branco longo, tinha cabelo preto e bem cheio, ela estava de costas e eu não pude ver o rosto dela, pensei em falar com a garota, mas ela estava muito calada e eu fiquei com medo de chegar perto e ela me assustar, então ignorei a garota e voltei a olhar a casa de madeira. Assim que dei as costas para a menina ela se virou e veio atrás de mim, ela tentou me segurar por trás e eu pulei da passarela, nesse momento consegui ver quem era a garota, porém não me lembro, só sei que fiquei com medo de ela também pular para vir atrás de mim e acabei acordando. Permaneci imóvel na cama e começou outro sonho.

Sonho 2:

Levantei da cama e estava na casa da mestra, pensei em sair da casa, mas havia alguém no portão e eu decidi ficar lá dentro mesmo. Pouco tempo depois entra na casa uma menininha de cerca de 4 anos, bem pequena e magra, parecia estar doente, o cabelo dela era ruivo e bem ralo, havia falhas no cabelo dela que deixavam o couro cabeludo à mostra, nestes lugares havia cicatrizes que pareciam ser de queimaduras e havia outros machucados pelo corpo dela. A menina ficou me olhando de uma maneira bem profunda e eu fiquei com um pouco de medo, a mestra surgiu nos fundos da casa e chamou a garotinha pelo nome (que eu não me lembro), a menina ficou muito feliz e foi correndo em direção à ela, que pegou a garota no colo. A menina não se cansava de abraçar a mestra, mas ela deu um jeito de colocar a menina no chão e amarrou um pano branco na cabeça dela, a menina foi para dentro do quarto da filha da mestra e saiu pouco tempo depois. Em seguida ela veio se despedir da mestra e acabou se despedindo de mim também. Perguntei à mestra quem era aquela garotinha, ela disse que era filha da amiga dela que morava ali por perto. Nesse momento lembrei de um sonho não-lúcido do dia 07/09, no qual uma personagem me dizia que a mestra tinha diminuído as cicatrizes dela, e perguntei para a mestra : “Por que você não cura as feridas daquela garotinha? Você é muito boa nisso.” Ela riu e disse que não tinha necessidade, pois a mãe da garota tem muita capacidade para fazer isso sem a ajuda dela. Ainda me lembrando do sonho do dia 07/09, lembrei que a mesma personagem tinha dito que a mestra também tinha cicatrizes e o Andrelp havia perguntado se eu ia tentar ver marcas nela, então comecei a observá-la, porém ela percebeu e começou a me encarar, fiquei com medo de ela ficar brava e não sei porque perguntei se eu podia dar um abraço nela. Ela ficou muito desconfiada e disse que era melhor não. Senti que eu ia acordar, tentei estabilizar o sonho esfregando as mãos, a mestra ficou rindo de mim. Eu disse para ela: “Você poderia por favor aparecer no meu próximo sonho? Preciso falar com você.” Ela quis saber o porquê e eu disse que não tinha como explicar porque eu estava quase acordando, logo em seguida acordei.
Muito curioso o fato de sua mestra ser tão conhecida e até mesmo muito admirada pelos seus personagens oníricos e para você, ela é uma incógnita. Quem sabe no próximo sonho ela apareça e finalmente decida responder as suas perguntas.
avatar
Mensagens : 54
Pontos : 525
Honra : 18
Data de inscrição : 24/07/2016
Localização : Paraná
Sonhos Lúcidos :
48 / 99948 / 999
Sonhos Comuns :
305 / 999305 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Out 12, 2016 11:50 pm
Oi Érika, passando para dizer que acho seu relatos incríveis! Sou curiosa sobre personagens oníricos, muito legal ler sobre a sua Mestra e comparar com experiências que eu tive feliz

Continue com eles, sempre estou na audiência xD
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Out 16, 2016 9:36 pm
daydreamer:
Impressionante o fato de vários detalhes permanecerem consistentes de um sonho pro outro, roupas, casas, e outras coisas; Você tem um universo onírico na cabeça! surpreso

É muito legal lembrar de um sonho dentro do outro e ficar comparando as coisas, acho que por eu fazer muito isso meu subconsciente acaba criando esses padrões. surpreso

Andrelp:
Oi Érika,seus sl muito bons como sempre.Em primeiro lugar,professor vestido de fred,muito legal!!!!
Pergunta:nos sonhos de domingo,em ambos você disse que levantou lúcida.É o que chamam de separação?Aquela técnica indireta?
Sobre você ver as estrelasmtive um sl parecido ontem,eu voei de foguete até o espaço e depois alguns planetas começaram a surgir na palma da minha mão,foi bem legal.
Agora uma ideia.No próximo sl em que encontrar a mestra,diga a ela que o André pediu pra você perguntar se ela tem cicatrizes ok?O que você acha?

Sim Andrelp, levantei lúcida através da técnica da separação, a maioria dos meu sonhos lúcidos são obtidos através dela. Lembro de ter lido o sonho em que você voou ao espaço no seu diário, nunca vi nenhum planeta nos meus sonhos, deve ser muito legal mesmo. Em relação à ideia, eu fiz o que você disse, mas parece que a mestra está mais interessada em falar com você do que comigo  gargalhada

Königin:

Fazia um tempinho que eu não aparecia aqui para ler seus relatos, Erika.   Como sempre, eles são fantásticos!
Érika:

Sonhos 27/08/16:

Sonho 01:

Acordei após um sonho não-lúcido e decidi dormir de novo, fiquei alguns minutos deitada e senti uma fisgada na cabeça e um leve zumbido, meu corpo começou a ficar paralisado e eu aproveitei para começar um sonho lúcido. Saio do meu quarto e vou para a sala, lá encontro a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) mexendo na estante olhando alguns porta-retratos, parei atrás dela para tentar ver de quem eram as fotos, uma delas era de uma personagem que já sonhei algumas vezes. Perguntei quem era a mulher da foto, mas ela não quis responder. Vou para a rua e o cenário muda, vejo um homem na janela de uma casa em construção, ele me vê e corre para abrir a porta, depois me convida para entrar, não tem nada dentro da casa, só uns escombros do lado de fora. Pergunto o nome dele e ele responde, quase cochichando: “Eu odeio vocês duas. Ela mais ainda. Odeio a família dela toda.” Perguntei de quem ele estava falando, mas ele saiu correndo e começou a espalhar gasolina na casa, depois pulou a janela e ateou fogo. Os escombros que estavam do lado de fora foram parar na porta, bloqueando a saída. A mestra havia me ensinado em outros sonhos um jeito estranho de pular, com o qual eu consegui passar facilmente por cima dos escombros. Quando olhei de novo para a casa ela estava diferente, já estava toda construída e pintada. Eu atravessei a porta e tinha uma família lá dentro, mas ninguém me via. Um garotinho de uns 8 anos estava mexendo no piso de madeira da sala, de repente ele levantou um dos pedaços de madeira, e encontrou a foto de uma garotinha, ele ficou assustado e mostrou a foto pro irmão dele, o irmão disse que pelo jeito a menina havia morrido em um incêndio. O pai deles olhou a foto e disse: “Isso é coisa da sua cabeça, só porque teve um incêndio aqui antes.” O garotinho ficou desesperado e veio em minha direção, me mostrou a foto e disse para eu levá-la para uma igreja. O cenário mudou novamente e eu apareci na minha casa com alguns amigos, eu ainda estava segurando a foto e um dos meus amigos se ofereceu para levar a foto para a igreja, deixei a foto com ele e acabei acordando.

Sonho 02:

Consigo permanecer imóvel e começo a sonhar novamente. Saio da minha cama e vou de novo para a sala. A mestra está sentada no sofá lendo uns bilhetes. “O que é isso?” Pergunta ela apontando para algo na minha mão. Percebo que ainda estou segurando a foto da menina do sonho anterior, porém agora ela está um pouco diferente. Fico sem entender nada, percebo que tem algo escrito atrás da foto, tenho muita dificuldade para conseguir ler, mas vejo que o recado está assinado pelo meu amigo que tinha ficado com a foto no outro sonho. Peço para a mestra me ajudar a ler, quando estou quase desistindo de convencê-la a ler pra mim ela pega a foto e diz que meu amigo escreveu: “Érika, levei a foto para a igreja, mas ninguém teve coragem de ficar com ela, nem eu.” A mestra caiu na risada e queria saber quem teve a grande ideia de levar a foto para a igreja. Ela pegou uma caneta e escreveu mais alguma coisa no verso da foto, junto com um desenho estranho que não estou conseguindo lembrar direito. Em seguida, colocou a foto dentro de uma sacola com alguns dos bilhetes que ela estava lendo, me entregou a sacola e disse para eu ir andando pela rua, e quando chegasse ao meu destino era pra deixar a foto em cima da cama. Pedi para ela explicar direito, mas ela ficou brava e então eu fui assim mesmo. Fui andando pela rua e o cenário mudou, eu estava seguindo em direção a um edifício que parecia estar em construção. Quando fui me aproximando da entrada, o sonho ficou todo em preto e branco. Percebi que o lugar era uma prisão, que parecia ser bastante antiga e estava lotada. Os presos estavam bravos e gritavam com os guardas que andavam pelo corredor, tentei falar com alguns dos presos, mas eles não me ouviam. Continuei seguindo pelo corredor e assim que passei por todas as celas o barulho acabou e o sonho voltou a ter cor, olhei para trás e vi que todas as celas estavam abertas e não havia mais presos lá, apenas os guardas conversando. Voltei até eles e perguntei onde estavam os presos, eles disseram que a prisão havia sido desativada há pelo menos uma década. Pensei em ficar lá fazendo mais perguntas, mas estava curiosa para saber o que ia acontecer com a foto, então continuei seguindo pelo corredor. Começaram a surgir rampas que levavam ao segundo andar do edifício, também havia janelas enormes por onde entrava muita luz, quase acordei por causa da luz forte, mas consegui estabilizar o sonho e cheguei ao segundo andar, onde havia outro corredor, com janelas do lado direito e portas do lado esquerdo. Não havia ninguém lá e o lugar estava um pouco sombrio, fui andando devagar e quando passei pela segunda porta senti que havia chegado ao lugar certo. Entrei e vi que era um quarto todo bagunçado, cheio de roupas espalhadas em cima de uma cama de casal, também havia alguns objetos caídos pelo chão. Comecei a sentir muito frio. Abri a sacola e tentei ler algum bilhete, porém veio um vento forte, todos os papéis saíram voando da sacola e desapareceram, exceto a foto, eu a peguei e coloquei em cima da cama, depois saí e fechei a porta. Senti que havia algo errado, olhei para minha roupa e não estava mais com o vestido amarelo que estava usando, estava com um vestido preto que também não tenho na realidade, meu cabelo também estava diferente, estava muito preto e liso. Resolvi procurar um banheiro para me olhar no espelho e ver como estava o meu rosto, já que meu cabelo estava tão diferente. Quando encontrei o banheiro senti como se algo se separasse de mim, vi o vulto de uma menina de vestido preto correndo para dentro do banheiro e meu cabelo voltou ao normal, o vestido amarelo também reapareceu. Entrei no banheiro para procurar a menina, mas acordei.

Sonho 03:

Apareci de novo na sala da minha casa, mas não havia ninguém lá, a televisão estava ligada e eu fiquei assistindo. Estava passando uma reportagem em um parque de diversões. Comecei a prestar atenção em um casal que estava no canto da tela, o homem segurava a mão de um garotinho loiro de aproximadamente 5 anos de idade. O garoto apontava insistentemente na direção de uma roda gigante, e ficava acenando pra lá. Os pais dele estavam preocupados. Fiquei curiosa e pensei que queria ir pra lá, fechei os olhos e fui caminhando na direção da TV, quando abri os olhos já estava no parque de diversões. Entendi que o garotinho estava vendo um “fantasma” perto da roda gigante, uma menina que ninguém mais via. Fui para perto da roda gigante tentar encontrar essa fantasma, procurei um pouco e acabei achando a menina que estava acenando para o garotinho. O cenário mudou na hora, e eu apareci na sala de uma casa que não conheço, lá estava a menina fantasma do parque de diversões, porém aparentava estar alguns anos mais nova e ainda viva, ela usava um vestido amarelo da cor do meu. Havia também um carrinho de bebê azul do lado do sofá onde ela estava. Perguntei o nome da menina, ela disse, mas eu me esqueci, perguntei a idade dela e ela respondeu : “9 anos. Hoje é o meu último aniversário.” Perguntei quem era o bebê no carrinho, ela respondeu que era irmão dela. Ela pediu para que eu fosse embora, pois não queria que o pai e a madrasta dela, que estavam na cozinha, me vissem lá, pois os dois iam matá-la daqui a pouco. Percebi que tratava-se do mesmo casal que estava com o garotinho no parque de diversões. Saí da casa pensando que ia aproveitar meu SL lá fora, porém saí em uma loja de shopping que não tinha saída. Fiz uma porta surgir em uma das vitrines da loja e saí por ela, mas para minha surpresa, saí em um corredor muito parecido com aquele do edifício do sonho 02. Já cansada daquele lugar, pensei em tentar mudar o cenário, mas percebi que havia uma mulher encostada na parede um pouco mais à frente, fiquei curiosa e fui até ela. A mulher ficou me olhando fixamente com um leve sorriso no rosto, por um momento perdi a lucidez e passei direto por ela sem perguntar nada. De repente, ouvi um grito feminino, o sonho ficou em preto e branco e eu fui seguindo até o fim do corredor onde estava, saí em outro corredor, que era o mesmo lugar onde estava o quarto no qual deixei a foto no sonho 02. Em uma parte desse corredor pela qual eu não tinha passado antes, parecia ter acontecido um desabamento de parte do teto. Havia uma mulher caída lá e alguns médicos realizando o atendimento. Penso que era a mulher que estava encostada na parede antes, depois olho para a janela e vejo a mesma mulher pulando dela. Acordei. Só depois de acordar, percebi que a mulher que estava encostada na parede era a madrasta da menina fantasma do parque de diversões.
Que sonhos cheios de mistérios, Erika! Gosto do modo como você se dedica a desvendar os mistérios deles. Parece uma detetive onírica. Que destino triste dessa família, principalmente da menina.
Érika:
Sonhos 04/09/16:

Após um curto sonho, fico imóvel na cama e consigo uma reentrada, me deparo com uma velhinha de cabelo ruivo e roupa azul me esperando na porta do quarto. Percebo que a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) está na sala conversando com algumas pessoas. A velhinha me entrega um pedaço de papel colorido e dobrado em quatro partes, cada parte tinha uma palavra escrita. Ela fala baixinho para que eu não leia em voz alta, pois os outros personagens do sonho não gostariam que eu lesse aquilo. Li as primeiras quatro palavras que eram: “Ela tinha que ser”, em seguida desdobrei o papel e então surgiram várias outras palavras, quanto mais eu desdobrava o papel mais palavras apareciam e ele foi ficando gigante, parecia ser infinito. Eu disse para a velhinha: “Bem que eu queria ter esta habilidade, mas vai ser difícil eu conseguir entender este texto. Parece um quebra-cabeça.” A velhinha respondeu: “Não se preocupe, apenas leia, você não precisa se lembrar de tudo depois. Isso é só uma forma rápida de comunicação.” Li uma parte que tinha um endereço, porém não estava conseguindo enxergar bem as palavras. Reclamei disso para a velhinha e ela disse: “o número, lembre-se do número” enquanto apontava o dedo para o número no papel: 149. De repente chega a mestra e diz para eu não ler aquilo, pois a velhinha está tentando me desconcentrar para que eu acorde. Pergunto à mestra quem é aquela senhora e ela diz que é a avó dela. A senhora continua insistindo para que eu continue lendo e desdobrando o papel e começa a falar mal da mestra, que perde a paciência e pede para que eu bata na velhinha. Eu me recuso, então a mestra toma o papel da velhinha, amassa e joga ele no chão, em seguida ela segura a velhinha e começa a dar um mata-leão nela. O sonho começa a se desfazer, tento estabilizá-lo, mas não consigo e acordo.

Sonhos 05/09/16:

Sonho 1:

Levanto da cama e sigo em direção ao banheiro, passo perto da cozinha e percebo que ela está muito clara e o chão está todo molhado. Acho aquilo muito estranho e escuto um homem dizendo que alguém vai acabar escorregando naquele chão molhado, desconfio que é um sonho e olho para minha roupa, vejo o vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, puxo o dedo para ver se ele estica e fico lúcida. A mestra surge na cozinha com uma garrafa de bebida na mão, ela parece estar meio alterada e começa a reclamar dizendo que não vai secar o chão. Ela acaba pegando um pano e se abaixa para tentar secar o chão, mas não dá muito certo, pois está meio tonta, ela começa a engatinhar sem rumo pela cozinha e acaba caindo perto da mesa. Em praticamente todos os meus sonhos ela está sempre usando um vestido preto e longo, mas dessa vez estava com um short azul com bolinhas brancas e uma blusa branca fina, um pouco transparente. Comentei que ela estava usando uma roupa diferente e ela ficou brava, antes que começasse a brigar comigo o homem que eu havia escutado falando no início do sonho aparece para tentar acalmá-la e levanta ela do chão. Olho para a janela e vejo que há alguém se aproximando, chego mais perto e vejo que é uma mulher muito alta, que fica me olhando de um jeito estranho. Surge um sofá vermelho do meu lado e o homem se senta nele com a mestra, que agora já está usando um vestido preto. Eu pergunto para a mestra quanto ela tem de altura, mas ela não responde. O homem diz que ela deve ter um pouco mais de 1,80m, talvez uns 1,82m. “Se ela tem 1,82m, aquela mulher ali fora deve ter mais de 2 metros.” Comento. O homem ri e olha para a janela, vejo que a mulher já chegou perto da janela e está me encarando, de repente ela começa a pegar objetos bem pesados que parecem ser feitos de cobre e os joga em minha direção. Eu aponto a mão para os objetos que ela joga e consigo desviá-los antes que me acertem, mas ela começa a jogar objetos cada vez maiores e vai ficando cada vez mais difícil desviá-los. Começo a tentar segurar os objetos com as mãos, mas eles são muito pesados. Eu pergunto para o homem o porquê de aquela mulher estar jogando as coisas em mim, ele diz que não sabe e me chama para sentar no sofá com ele e a mestra. A mulher joga uma roda enorme de cobre com muita força enquanto estou distraída, a mestra segura a roda facilmente com a mão esquerda e diz: “Imagina se essa coisa te acerta?” A mulher joga um outro objeto em minha direção e quase quebra a janela, a mestra fica brava e vai lá fora brigar com a mulher. Tento ir atrás dela mas o sonho se desfaz.

Sonho 2:

Permaneço imóvel na cama e começa outro sonho. A casa está escura, vou para a sala e decido perguntar para o meu subconsciente qual é o sentido da vida, grito a pergunta e escuto um ruído muito alto e um barulho parecido com um trovão, uma voz lenta e profunda responde: “Viver um dia… Viver mais um dia. Eu não entendo porque as pessoas pensam que isso não é o suficiente.” Fiz outra pergunta: “Quem é você?” O ruído começa novamente, depois de algum tempo escuto novamente o trovão e a voz responde: “Eu… eu não sei.” Atravesso a parede e vou para o quintal. Encontro a mestra perto da janela fazendo alguma coisa que eu não lembro, “Por que você está sempre aqui?” Perguntei. Ela responde: “Porque esse lugar é meu.” “E o que você acha que eu devo fazer nesse sonho?” Perguntei. “Sair de perto de mim.” Disse ela. Atravessei o portão e fui para a rua da casa da mestra e a casa que fica em frente à dela tinha o número 76 gravado no muro. Lembrei do sonho em que a velhinha me disse para lembrar do número 149 e comecei a procurar esse número pelos muros, acabei encontrando a casa nº 149, que era a casa onde vi o pai da mestra em um sonho que tive há anos atrás. De lá saiu uma mulher com uma garotinha de uns 4 anos, eu comecei a fazer perguntas à ela, mas ela não queria me responder, então eu puxei a garotinha e disse que se ela não me respondesse eu não ia devolver a menina. A menina ficou chamando a mulher, que pensou um pouco e saiu correndo, me deixando com a menina em prantos. Levei a menina para a casa da mestra e deixei ela no quintal, de repente vejo um cachorro meu que já morreu, ele parecia triste e eu fui para perto dele, disse que aquilo era um sonho e comecei a levitá-lo. Ele ficou um pouco mais animado e para minha surpresa perguntou se eu queria ter aulas de voo, eu disse que sim e meu cachorro foi voando para cima do muro. De lá, ele começou a inventar alguns exercícios de voo para que eu fizesse, porém alguns deles eram difíceis para mim e eu não estava me saindo muito bem. Lembro que no último exercício eu tinha que voar e me dependurar no muro, escalar uma parte dele usando apenas as mãos e me equilibrar em cima dele, quando terminei meu cachorro disse que iam chegar outros alunos de voo e que eu já estava liberada. Vi um carro marrom na rua e pulei do muro para cima do carro, o carro balançou de um jeito muito legal e eu continuei pulando, até que chegou um cara reclamando: “Desce daí garota, eu tive muito trabalho para fazer este carro.” Respondi: “Mas o sonho é meu.” Ele chegou mais perto e apontou a mão para o carro, que desapareceu. “Mas o carro não deixa de ser meu.” Disse ele. Eu fui correndo atrás do cara, que fez o carro reaparecer e nele fugiu. Olhei para o fim da rua e lá tinha um bar com algumas pessoas sentadas do lado de fora, ao longe havia uma paisagem muito bonita com nuvens e montanhas, pensei que talvez se eu pegasse um impulso grande conseguiria voar até lá, saí correndo muito rápido pela rua e ouvi um dos caras do bar dizendo: “Ela devia ir mais devagar, desse jeito não vai dar certo.” Continuei correndo e quando dei o impulso acordei dando um impulso na minha cama.

Sonho 3:

Mesmo me mexendo no fim do sonho anterior, eu continuei imóvel para tentar uma reentrada, porém não consegui. Meu celular despertou alguns minutos depois e eu fui desligá-lo, deixando-o em cima da mesa. Voltei para a cama com muito sono e comecei a sentir meu corpo ficando paralisado, nesse momento eu creio que já estava sonhando, mas não percebi. Eu queria aproveitar a paralisia do sono para voltar a sonhar, mas eu estava segurando o celular(que eu tinha deixado na mesa), então fiquei tentando sair da paralisia para ir guardá-lo, porém não estava conseguindo levantar e coloquei o celular do meu lado, deixando a paralisia me levar. Passaram alguns segundos e senti uma fisgada na cabeça, em seguida senti alguém na minha frente e uma voz um pouco medonha começou a falar comigo: “Oi Érika… Sou eu, o vazio. Eu vim de dentro de você. Me responda Érika, você não quer falar comigo?” Continuei com os olhos fechados sem tentar me mexer e respondi mentalmente que sim. Senti uma mão me tocando e uma voz diferente disse : “Não diga para eles que eu não estava usando o cinto de segurança.” Percebi que já estava sonhando, me levantei e abri os olhos, vi um homem de roupa social que dizia trabalhar para uma emissora de tv, e que tinha aproveitado o tempo livre para ir me visitar, pois já estava com saudades. Fingi que conhecia ele e ele pegou quatro copos de vidro e encheu com uma bebida marrom que tinha gosto de mel com álcool. Ficamos ali bebendo aquilo até que ele disse que não aguentava mais, pois era muito forte. Perguntei onde estava um personagem que não vejo há muito tempo, ele não gostou muito e perguntou por que eu queria saber dele, eu disse que aquele personagem era um dos mais legais com o qual já sonhei. O homem disse que não sabia onde ele estava, e que eu devia esquecê-lo. Perguntei se ele queria ir para a rua dar uma volta comigo, ele disse que sim e saímos, porém o sonho se desfez e eu acordei antes que eu pudesse fazer mais perguntas.
Caramba, Erika! Sua mestra é muito temperamental. Bater na própria avó?  perplexo

Achei graça seu cachorro te ensinar a voar. Tive a impressão que nesse momento você perdeu um pouco a lucidez, pois seu cachorro te mostrou vários exercicios complicados e você os repetiu sem questionar.

O cara do carro me lembrou o Brain da propaganda da Honda, que tem um tema sonho lúcidos. Você chegou assistir o vídeo?
Érika:
Sonhos de sábado dia 17/09:

Sonho 1:

Eu estava na sala de aula fazendo um prova de matemática, minha caneta estragou e eu chamei o professor para pedir uma caneta emprestada, ao invés de me emprestar ele chamou alguns alunos para ajudá-lo a consertar minha caneta, mas para isso tinham que levá-la para o banheiro. Chegamos no banheiro, que era bem grande e não tinha luz, um dos alunos entrou com o professor em uma das cabines e fechou a porta, segundos depois saíram com minha caneta consertada. Saímos do banheiro, os outros alunos foram na frente e eu fiquei para trás com o professor, chegando lá fora percebi que estávamos na rua da casa da mestra(personagem que aparece frquentemente em meus sonhos), eu estava usando meu vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos e meu professor estava usando uma roupa marrom parecida com a do Fred Flintstone. “Olha só onde fomos parar professor.” Disse eu, rindo. O professor ficou preocupado e perguntou que lugar era aquele. “Não se preocupe professor, o senhor está no meu sonho.” Respondi. Ele ficou calado. Percebi que a casa onde moram algumas amigas da mestra estava com o portão aberto, fui até lá e percebi que tinha muita gente conversando lá dentro, comecei a chutar o portão para ver se aparecia alguém, ouvi uma das mulheres gritando de raiva e saí correndo, o professor ficou com muito medo e disse para eu não deixá-lo sozinho, pois aquela mulher ia achar que era ele quem tinha chutado o portão e ia matá-lo. Eu disse que ele estava falando bobagem, comecei a empurrar com muita dificuldade um portão de garagem de uma casa ali por perto e empurrei o professor lá pra dentro para que ele pudesse se esconder. Acordei.

Sonho 2:

Lá estava eu de novo em um banheiro, porém agora eu era uma velhinha de vestido preto e cabelo curto, branco e encaracolado. Eu estava com muito medo, pois havia um bandido armado dentro do banheiro e estava me perseguindo, estava muito difícil fugir porque o banheiro era enorme e parecia um labirinto. Nesse momento eu comecei a ver o sonho em terceira pessoa, fiquei lúcida, tive uma visão geral do banheiro e decorei um caminho para sair dele. Voltei para o corpo da velhinha e saí correndo pelo caminho que eu havia memorizado. Voltei a ver o sonho em terceira pessoa, o banheiro ficava na entrada principal de um prédio, o porteiro estava conversando com um homem que tinha dreads no cabelo e usava uma blusa verde. A velhinha pediu ajuda para o porteiro que foi correndo para o banheiro procurar o bandido. Voltei a ver o sonho em primeira pessoa, agora eu era eu mesma, e usava o vestido amarelo. Fui conversar com o homem de blusa verde, ele estava ao lado de um monte de livros e revistas e estava lendo uma delas, perguntei se eu podia ver os livros e ele disse que sim, mas eu teria que ficar perto dele, pois ele tinha que supervisionar o que eu estava lendo. Perguntei qual era o melhor livro que ele tinha ali, “este é o meu preferido” disse ele, ao me mostrar um livro enorme, de capa branca muito bem decorada. Perguntei qual era o assunto do livro, ele disse que ali estavam os nomes das pessoas mais importantes do mundo, segundo ele havia três livros daquele tipo: um de mulheres, um de homens, e um de deuses. Ele abriu o livro e logo na primeira página me deparo com o nome da irmã da mestra, “o que tem de importante nesta mulher?” perguntei. Ele disse: “se ela está aí, é porque é importante.” Nas páginas só havia nomes de pessoas separados por linhas horizontais, segundo o homem, na área reservada à cada pessoa poderiam ser deixadas mensagens para ela. Havia poucas mensagens para a irmã da mestra, não li o que diziam. Perguntei para o cara se o nome da mestra também estava ali, ele disse que estava e me mostrou a página, para minha surpresa havia muitas mensagens para ela, todas falando muito bem dela, com vários agradecimentos, inclusive de crianças, mas não me lembro de nenhuma mensagem específica. “Não sabia que ela era tão querida assim.” Disse eu. “Você conhece ela?” Perguntou o homem. Eu disse que sim e ele disse que era mentira minha. Insisti e ele perguntou: “Você sabia que ela é a única que está tanto no livro de mulheres, como no de homens e também no de deuses?” Eu ri e disse que não. Perguntei se eu podia ficar com o livro e ele disse que não, repetiu que eu estava mentindo, pois não conhecia a mestra. Perdi a paciência e disse que não queria mais falar com ele, tentei pegar o livro e sair correndo, porém caí e fiquei paralisada, o cara pegou o livro de volta e ficou me xingando, acordei em seguida.

Sonhos de domingo dia 18/09:

Sonho 1:

Levantei da cama já lúcida e ouvi a voz da minha mãe conversando com minha tia, meu irmão estava dormindo em uma parte da casa que não existe na realidade, então percebi que aquela era uma mistura da minha casa com a casa da mestra. Atravessei a porta da sala e o portão, ao atravessar o portão dei de cara com um vulto que foi ficando transparente até desaparecer. Fui andando pela rua e o céu foi escurecendo, olhei para cima e vi muitas estrelas, que brilhavam mais que o normal, quis ver mais de perto e comecei a flutuar, fui subindo lentamente e as estrelas foram ficando cada vez maiores. Olhei para baixo e vi que dali de cima dava para ver todas as casas do bairro onde fica a casa da mestra, porém não estava conseguindo flutuar e prestar atenção nas casas ao mesmo tempo, olhei para o lado e vi que havia uma espécie de lustre gigante de folhas pairando no céu, voei para cima dele e fiquei observando as casas de lá de cima. Foi impressionante ver como meu subconsciente organizou todos os locais do bairro de uma maneira totalmente coerente com outros sonhos que já tive, dava para identificar vários lugares pelos quais já passei em outros sonhos, e tudo parecia estar no mesmo lugar que estavam em um outro sonho no qual eu também via o bairro todo de cima. O lustre se movimentava lentamente pelo ar e foi seguindo em direção à uma casa de madeira que havia no meio do bairro, essa casa tinha um sino de porta enfeitado com várias outras casinhas de madeira em miniatura. Fiquei muito curiosa para saber o que tinha lá e vi que o lustre estava passando acima de uma passarela, da qual também dava para ter uma vista completa do bairro, então pulei do lustre para cima da passarela. Continuei olhando a casa de madeira e de repente veio uma menina correndo pela passarela e parou bem atrás de mim, ela usava um vestido branco longo, tinha cabelo preto e bem cheio, ela estava de costas e eu não pude ver o rosto dela, pensei em falar com a garota, mas ela estava muito calada e eu fiquei com medo de chegar perto e ela me assustar, então ignorei a garota e voltei a olhar a casa de madeira. Assim que dei as costas para a menina ela se virou e veio atrás de mim, ela tentou me segurar por trás e eu pulei da passarela, nesse momento consegui ver quem era a garota, porém não me lembro, só sei que fiquei com medo de ela também pular para vir atrás de mim e acabei acordando. Permaneci imóvel na cama e começou outro sonho.

Sonho 2:

Levantei da cama e estava na casa da mestra, pensei em sair da casa, mas havia alguém no portão e eu decidi ficar lá dentro mesmo. Pouco tempo depois entra na casa uma menininha de cerca de 4 anos, bem pequena e magra, parecia estar doente, o cabelo dela era ruivo e bem ralo, havia falhas no cabelo dela que deixavam o couro cabeludo à mostra, nestes lugares havia cicatrizes que pareciam ser de queimaduras e havia outros machucados pelo corpo dela. A menina ficou me olhando de uma maneira bem profunda e eu fiquei com um pouco de medo, a mestra surgiu nos fundos da casa e chamou a garotinha pelo nome (que eu não me lembro), a menina ficou muito feliz e foi correndo em direção à ela, que pegou a garota no colo. A menina não se cansava de abraçar a mestra, mas ela deu um jeito de colocar a menina no chão e amarrou um pano branco na cabeça dela, a menina foi para dentro do quarto da filha da mestra e saiu pouco tempo depois. Em seguida ela veio se despedir da mestra e acabou se despedindo de mim também. Perguntei à mestra quem era aquela garotinha, ela disse que era filha da amiga dela que morava ali por perto. Nesse momento lembrei de um sonho não-lúcido do dia 07/09, no qual uma personagem me dizia que a mestra tinha diminuído as cicatrizes dela, e perguntei para a mestra : “Por que você não cura as feridas daquela garotinha? Você é muito boa nisso.” Ela riu e disse que não tinha necessidade, pois a mãe da garota tem muita capacidade para fazer isso sem a ajuda dela. Ainda me lembrando do sonho do dia 07/09, lembrei que a mesma personagem tinha dito que a mestra também tinha cicatrizes e o Andrelp havia perguntado se eu ia tentar ver marcas nela, então comecei a observá-la, porém ela percebeu e começou a me encarar, fiquei com medo de ela ficar brava e não sei porque perguntei se eu podia dar um abraço nela. Ela ficou muito desconfiada e disse que era melhor não. Senti que eu ia acordar, tentei estabilizar o sonho esfregando as mãos, a mestra ficou rindo de mim. Eu disse para ela: “Você poderia por favor aparecer no meu próximo sonho? Preciso falar com você.” Ela quis saber o porquê e eu disse que não tinha como explicar porque eu estava quase acordando, logo em seguida acordei.
Muito curioso o fato de sua mestra ser tão conhecida e até mesmo muito admirada pelos seus personagens oníricos e para você, ela é uma incógnita. Quem sabe no próximo sonho ela apareça e finalmente decida responder as suas perguntas.

Königin, eu não queria ver meu cachorro triste e então acabei obedecendo a tudo que ele dizia, também tenho a impressão de ter perdido um pouco a lucidez, mas até que foi divertido fazer os exercícios.

Eu vi o comercial com o Brian, só que o carro do cara do meu sonho era bem mais simples que o do comercial, quando eu pulava em cima dele parecia que ia desmontar todo  gargalhada


Werne:
Oi Érika, passando para dizer que acho seu relatos incríveis! Sou curiosa sobre personagens oníricos, muito legal ler sobre a sua Mestra e comparar com experiências que eu tive feliz

Continue com eles, sempre estou na audiência xD
Que bom que gostou dos relatos Werne muito feliz vou continuar escrevendo.
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Sonhos 06/10/16

em Dom Out 16, 2016 9:38 pm
Sonho 1:

Acordei passando mal e decidi não ir à aula, tomei um remédio e voltei a dormir. Comecei a sonhar e estava deitada no chão da rua, tentei abrir os olhos mas não conseguia, pois estava muito sonolenta. Comecei a ouvir a voz da mestra tentando me acordar, ela ficava me perturbando dizendo que eu estava atrasada para ir à aula. Eu disse que não iria, pois estava me sentindo muito mal, ela ficou reclamando que eu era fraca e começou a me arrastar pelo chão da rua até eu ficar de pé. Nesse momento eu lembrei da pergunta do André.

— O André quer saber se você tem cicatrizes. - Disse eu.
— Sim. Tenho muitas.
— Como você as conseguiu?
— Também é o André quem quer saber? - Perguntou ela.
— Sim.
— Diga à ele que quando encontrá-lo por aí eu conto. - Disse ela, com um sorriso meio sarcástico no rosto.

Fiquei com muita raiva e comecei a brigar com ela, de repente surgiu uma mulher andando pela rua em nossa direção, ela estava com os braços cruzados, como se estivesse com muito frio, andava de cabeça baixa e com passos lentos, quase arrastando os pés. Quando foi chegando bem perto de nós ela começou a tremer e fazer uns sons estranhos, a mestra disse que era melhor entrar logo em casa, atravessou o portão da casa dela e me deixou sozinha com aquela mulher esquisita, eu tentei falar com a mulher mas ela continuava vindo calada em minha direção, sempre olhando para baixo. Pensei que seria melhor tentar ir atrás da mestra, porém quando eu ia atravessar o portão ela reapareceu. Ela atravessou a metade de cima do corpo para o lado de fora do portão, ficando com a outra metade dentro da casa. “Não atravesse.” Disse ela, para que eu não entrasse na casa. Fiquei com mais raiva ainda e pensei em tentar atravessar mesmo assim, “não atravesse” repetiu ela. Perdi a paciência e saí correndo em direção à mulher esquisita que estava caminhando pela rua e pulei em cima dela, a mulher caiu no chão e começou a gritar. A mestra abriu o portão da casa dela e em seguida bateu ele com muita força, fazendo um barulho enorme que me fez acordar. Acordei com meu despertador tocando.

Sonho 2:

O sonho começou não-lúcido, eu estava discutindo com minha irmã por causa do meu computador, que ela insistia que era dela. Criei vários argumentos para explicar que o computador era meu, até que chegou a um ponto em que ela percebeu que estava se contradizendo, afirmou que eu estava certa e pediu desculpas. Isso me fez ficar lúcida. Meu irmão apareceu, pegou uma caneta amarela e escreveu uma palavra na mão dele, só me lembro que a primeira letra era “A”. Em seguida ele escondeu a mão, depois me mostrou ela novamente e pediu para eu ler a palavra, que estava agora toda embaralhada, pensei que ele estava me ajudando a fazer um reality check, disse que estava sonhando e agradeci. Fui para o quarto e liguei meu computador, surgiu uma janela de chat parecida com aquelas do antigo messenger, eu abri e alguém digitou : “Você se lembra de mim?” Eu respondi que não e a pessoa escreveu: “Ok. Instalei um jogo no seu computador.” A janela do chat fechou e abriu o jogo, fiquei curiosa e decidi ver como era. O jogo era em primeira pessoa, eu controlava um personagem que usava um capuz marrom e segurava uma lamparina, o cenário era uma caverna de pedras com uma iluminação um pouco verde, parecia ser um jogo de terror. Surgiu um aviso na tela, dizendo que todas as ações que eu fizesse influenciariam diretamente na vida real do personagem (como se eu controlasse uma pessoa de verdade), e que eu podia ouví-lo através do headphone. Surgiu um headphone sobre a mesa e eu o coloquei, por ele eu podia ouvir o que meu personagem estava pensando. O personagem estava com muito medo daquele lugar e ficava reclamando o tempo todo, então eu tirei o headphone. De repente, o jogo começou a ficar muito medonho, tudo estava dando errado para o meu personagem, e ele gritava desesperado, tentei sair do jogo, mas não conseguia. Quase perdi a lucidez, até que surgiu uma janela na tela dizendo que eu poderia escolher um outro personagem para “governar” os sonhos do personagem que eu estava controlando, havia várias opções e cada uma tinha vantagens e desvantagens, uma delas era a mestra, também tinha o pai dela, entre outros. Não consegui ler muito bem as descrições das opções, mas selecionei uma em que ninguém específico governaria os sonhos do meu personagem. Surgiu um aviso na tela : “Alguém não gostou da sua escolha.” Tentei sair do jogo novamente e não conseguia, abri o gerenciador de tarefas e fechei o jogo por lá. A janela do chat abriu novamente e a pessoa que dizia ter instalado o jogo escreveu : “Não seja medrosa, vamos jogar.” Meu irmão entrou no quarto, eu mostrei o jogo a ele e ele foi jogar, pensei em ir para a rua mas acordei.
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Sonhos 16/10/16

em Dom Out 16, 2016 9:39 pm
Sonho 1:

Dormi muito mal, acordando várias vezes durante a noite. Acordei por volta das seis da manhã e apesar de ter dito à mim mesma que não ia mais tentar induzir sonhos lúcidos, achei que seria uma boa oportunidade para fazer isso. Deitei e permaneci imóvel, passado um tempo tive uma paralisia do sono, comecei a ficar sufocada e tentei sair da paralisia, não deu certo e eu decidi ficar calma e esperar. Senti que havia alguém do meu lado e comecei a ouvir uma voz masculina dizendo meu nome, era uma voz conhecida, não me lembrava de quem era, mas sabia que já tinha escutado ela em algum lugar. Nesse momento, apesar de estar com os olhos fechados, consegui ver uma imagem pouco nítida através das pálpebras, e vi quem era a pessoa que estava do meu lado. Era um senhor de cabelos brancos e usava um sobretudo preto, ele segurava algo parecido como uma pluma branca em uma das mãos. Na hora não me lembrei quem era ele exatamente, mas sabia que eu já o tinha visto. Tentei fazer alguma técnica de separação e sair da paralisia do sono para um sonho lúcido, porém não consegui. A voz daquele senhor era muito calma, e ele me dizia para não tentar me mover, ao mesmo tempo em que a voz dele dava medo, era muito relaxante e dava uma sensação muito boa. Ele começou a passar a pluma branca no meu rosto e disse: “Por que a memória é uma das coisas mais difíceis de ser livremente acessada? É muito difícil ter domínio sobre a própria memória. Minha neta sabe bem como fazer isso.” Tentei fazer a separação novamente, mas não consegui. O senhor pediu para que eu tentasse não me mexer e continuou dizendo: “É preciso organizar a memória.“ Ele segurou a minha mão e disse: “Vamos ver um exemplo, o que você queria tanto me dizer?” Tentei lembrar e não consegui, então respondi mentalmente: “Eu não me lembro de nada.” Ele respondeu: “Viu como é difícil? Mas não se preocupe, terá outras oportunidades.” Senti que o senhor havia sumido, porém ainda estava paralisada, não me lembro o que aconteceu depois.

Sonho 2:

Eu estava em um lugar com o qual já sonhei algumas vezes, um prédio que no sonho é minha escola, porém nunca estudei naquele lugar. Havia vários amigos meus lá e várias outras pessoas que também eram alunos, estávamos no corredor combinando as regras de uma brincadeira idiota que faríamos, era uma mistura de esconde-esconde com pega-pega, porém éramos divididos em grupos. Quando a pessoa que estivesse procurando as outras encontrasse alguém de outro grupo, tinha que tentar pegar aquela pessoa, que ajudaria a procurar as outras. Não entendi exatamente a lógica dos grupos, e disse que não queria brincar, mas quando percebi a brincadeira já tinha começado e todo mundo foi se esconder, pensei em correr para o lugar mais longe possível de modo que meus amigos não me achassem e não ficassem me importunando com aquela brincadeira. Saí correndo e aproveitei para treinar um jeito de pular que a mestra me ensinou, fui pulando por cima das mesas, pulando de escadas, pulando de prédios, às vezes eu caía de forma errada e doía muito, mas continuei pulando até chegar em um lugar conhecido, eu estava em frente às escadas que subi no prédio branco do sonho do dia 20/02. Subi as escadas correndo na esperança de encontrar de novo a personagem Carmem Laura daquele sonho, o cenário estava um pouco diferente, mas encontrei lá dois banheiros, assim como no outro sonho. Só para me atrapalhar, chegaram dois meninos correndo atrás de mim, eles também estavam na brincadeira de esconde-esconde e eram do meu grupo. Eles tiveram a ideia de se esconder no banheiro, deixei eles irem para o banheiro masculino, e fui para o feminino procurar a Carmem Laura, chegando lá vi ela conversando com uma outra personagem com a qual eu sonhei quando era bem pequena. Fiquei muito animada e acho que por isso surgiram duas amigas minhas no banheiro e tiraram minha atenção, foi o suficiente para que a Carmem Laura e a outra mulher saíssem do banheiro sem eu ver. Fiquei muito frustrada e perdi um pouco a lucidez, só me lembro que aquele banheiro era gigante, e por algum motivo eu, minhas duas amigas e os dois garotos do meu grupo fomos parar juntos em uma das cabines do banheiro. Por algum motivo nós sentamos no chão e combinamos que cada um ia contar um segredo, pelo que eu me lembro os segredos ditos foram na seguinte ordem:

Primeiro garoto: “Eu estou cansado.”
Segundo garoto: “Eu não.”
Primeira amiga: “Eu estou com medo.”
Eu: “Eu estou sonhando.”
Segunda amiga: “Precisamos organizar a memória.”

Quando a segunda amiga disse isso, surgiram no chão do banheiro várias coisas minhas: roupas, cadernos antigos, mochilas, brinquedos, etc., eu disse que nunca ia conseguir organizar aquilo tudo e acordei. Assim que acordei lembrei quem era o senhor da paralisia do sono, era o senhor que apareceu no meu primeiro SL da vida e que eu já tinha desistido de sonhar com ele novamente.
avatar
Mensagens : 138
Pontos : 572
Honra : 45
Data de inscrição : 26/09/2016
Idade : 21
Localização : Franca-SP
Sonhos Lúcidos :
4 / 9994 / 999
Sonhos Comuns :
230 / 999230 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Seg Out 17, 2016 8:39 am


Sonho 2:

O sonho começou não-lúcido, eu estava discutindo com minha irmã por causa do meu computador, que ela insistia que era dela. Criei vários argumentos para explicar que o computador era meu, até que chegou a um ponto em que ela percebeu que estava se contradizendo, afirmou que eu estava certa e pediu desculpas. Isso me fez ficar lúcida.

Hahaha adorei essa parte. Um irmão concordar com agente realmente é motivo pra estranharmos e ficarmos lucidos.
Muito bom seus sonhos e a forma que escreve
avatar
Mensagens : 326
Pontos : 1050
Honra : 106
Data de inscrição : 10/05/2016
Localização : RS
Sonhos Lúcidos :
7 / 9997 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Seg Out 17, 2016 1:50 pm
Ei Érika,eu acho os seus sl demais,fiquei lisonjeado por eu ter sido mencionado em um deles.A mestra pode aparecer nos meus sl se ela quiser,ia ser demais.Olha só o que eu estava pensando há uns dias.Pelo que eu sei,nosso cérebro não pode criar nenhum rosto,as pessoas que aparecem nos nossos sonhos tem o rosto de alguém que já vimos pelo menos uma vez.Você já pensou em perguntar pra mestra de onde você a conhece no mundo desperto?Já pensou se ela responde a essa pergunta?Se fosse possível você talvez pudesse encontrar com ela.
avatar
Mensagens : 1273
Pontos : 3304
Honra : 657
Data de inscrição : 06/07/2015
Localização : Alemanha
Sonhos Lúcidos :
222 / 999222 / 999
Sonhos Comuns :
999 / 999999 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sex Out 21, 2016 8:44 pm
Que jogo medonho é esse que foi instalado no seu computador, Érika? E o pior, alguém te observar virtualmente, enquanto estava a jogar. perplexo

Seus sonhos têm figuras tão complexas e todas interligadas numa trama tão misteriosa. Parece uma novela onírica. Aguardo os próximos capítulos. muito feliz
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Out 22, 2016 5:56 pm
LucasDuarte:


Sonho 2:

O sonho começou não-lúcido, eu estava discutindo com minha irmã por causa do meu computador, que ela insistia que era dela. Criei vários argumentos para explicar que o computador era meu, até que chegou a um ponto em que ela percebeu que estava se contradizendo, afirmou que eu estava certa e pediu desculpas. Isso me fez ficar lúcida.

Hahaha adorei essa parte. Um irmão concordar com  agente realmente é motivo pra estranharmos e ficarmos lucidos.
Muito bom seus sonhos e a forma que escreve

Obrigada Lucas  feliz

Andrelp:
Ei Érika,eu acho os seus sl demais,fiquei lisonjeado por eu ter sido mencionado em um deles.A mestra pode aparecer nos meus sl se ela quiser,ia ser demais.Olha só o que eu estava pensando há uns dias.Pelo que eu sei,nosso cérebro não pode criar nenhum rosto,as pessoas que aparecem nos nossos sonhos tem o rosto de alguém que já vimos pelo menos uma vez.Você já pensou em perguntar pra mestra de onde você a conhece no mundo desperto?Já pensou se ela responde a essa pergunta?Se fosse possível você talvez pudesse encontrar com ela.

Nunca pensei nisso André, vou tentar perguntar pra ela, quem sabe não dá certo?

Königin:

Que jogo medonho é esse que foi instalado no seu computador, Érika? E o pior, alguém te observar virtualmente, enquanto estava a jogar. perplexo

Seus sonhos têm figuras tão complexas e todas interligadas numa trama tão misteriosa. Parece uma novela onírica. Aguardo os próximos capítulos. muito feliz

Verdade Königin, eu não gostei muito do jogo mas parece que meu irmão ficou bem interessado nele  gargalhada
avatar
Mensagens : 233
Pontos : 1418
Honra : 72
Data de inscrição : 26/12/2015
Sonhos Lúcidos :
0 / 9990 / 999
Sonhos Comuns :
0 / 9990 / 999
Ver perfil do usuário

Sonho 22/10/16

em Sab Out 22, 2016 5:57 pm
Acordei porque estavam fazendo muito barulho aqui em casa, mas eu estava exausta e acabei dormindo novamente pouco tempo depois. Tive um falso despertar, estava usando meu vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, porém nem dei atenção a isso, levantei da cama e fui para cozinha, comecei a reclamar que estava muito cansada e não conseguia dormir, alguém me disse que já estava tarde e não era mais hora de dormir, fiquei brava e tentei gritar alguma coisa, porém minha voz não saía quando eu tentava gritar. Achei aquilo estranho e voltei para a cama, senti muito sono e ao fechar os olhos comecei a ver imagens hipnagógicas. Eu não sabia que já estava sonhando, mas sabia que aquela era uma boa oportunidade para entrar lúcida em um sonho. Me concentrei nas imagens, eu via algumas montanhas, o céu estava nublado, havia uma garota dentro de um rio e ela estava quase se afogando, comecei a ouvir uma música um pouco distorcida e a garota gritando por socorro, fiquei com medo de aquilo virar um pesadelo e tentei abrir os olhos, porém não conseguia. De repente comecei a ouvir a voz de um personagem que gosto muito, com o qual sonho raramente, foi aí que percebi que eu já estava sonhando desde o começo. Ele perguntou se eu não ia tentar entrar no sonho (o da menina no rio), eu respondi mentalmente que não, pois não queria ter um pesadelo. Ele disse que não precisava ser um pesadelo e  que poderia me ajudar a modificar aquilo, me concentrei e entrei naquele sonho, ou seja, entrei em um sonho lúcido dentro de um outro sonho. Assim que entrei no sonho percebi que eu era a menina que estava dentro do rio, a água estava gelada e eu estava quase afundando, ouvi novamente a voz do homem, que pediu para que eu olhasse para as montanhas que estavam ali por perto, ele perguntou: “Estas montanhas impedem que você saia daqui, como modificar isso?” Respondi que era só imaginar um céu azul e sem aquelas montanhas ali, e depois eu poderia sair voando. Consegui fazer as montanhas desaparecerem e o céu ficou azul, porém não conseguia voar, o homem disse que ia me ajudar e eu comecei a voar, aliás nunca consegui voar com tanta facilidade como daquele jeito. Saí voando sem rumo e ele perguntou o que eu queria fazer, eu não conseguia pensar em nada interessante, então disse que queria encontrar a mestra. Na hora em que eu disse isso, tudo ficou escuro e surgiu uma imagem do bairro onde eu costumo sonhar com ela, porém o homem disse: “Você não precisa ficar se limitando a este lugar, venha, vamos procurá-la em outro lugar.” Apareci voando novamente, porém agora estava seguindo em direção a um lugar muito bonito, que nunca vi antes, me lembro de ter visto algumas montanhas, depois um rio e algumas casas e prédios, perguntei ao homem que lugar era aquele e ele disse que era a Baviera. Não ajudou muito e eu continuei sem saber onde estava, então decidi prestar atenção em algum detalhe específico da paisagem para procurar quando acordasse. Continuei voando, passei perto de um lugar que parecia um aeroporto, depois o homem pediu para que eu seguisse para a direita e fui para um lugar mais afastado, não sei se era uma parte diferente da mesma cidade ou se era outra cidade. O homem pediu para que eu descesse e eu aterrissei em cima de um pequeno prédio, o homem me mostrou uma rua que havia ali por perto e mandou eu ir até lá, tentei voar novamente, porém estava indo muito devagar, o homem disse que eu não devia ficar impulsionando o corpo para a frente, e devia me concentrar nos meus pés. Segui a dica dele e consegui chegar ao lugar que ele tinha falado, a rua era calma e bem bonita, porém ficava em um lugar bem discreto, o homem pediu para que eu observasse as casas que haviam ali, senti algo estranho ao observá-las e creio que perdi um pouco da lucidez, em seguida o homem perguntou : “Qual dessas casas você acha que é a dela?” Apontei com toda certeza para uma das casas que haviam ali, de repente o cenário mudou um pouco e todas as casas tiveram a aparência alterada. Fiquei confusa e acabei acordando. Ao acordar liguei o computador para pesquisar sobre o lugar do sonho, me lembrei de um prédio azul com janelas brancas muito bonito que havia lá e acabei encontrando um prédio bem parecido que fica em um lugar chamado Bamberg.
Imagem: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bamberg_Untere_Br%C3%BCcke_Hellerhaus.jpg
Conteúdo patrocinado

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

Ver o tópico anteriorVoltar ao TopoVer o tópico seguinte
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum