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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sex Fev 26, 2016 6:24 pm
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Guerreiro do Omega:
Foi assustador ver o homem sambra, ate tinha dado uma pausa nos sonhos lúcidos por causa disso kkk.

Agora sabemos porque a mestra é um pouco assustadora, ela puxou a mãe dela. gargalhada

Nossa medo  ela foi bem cruel, foi um pesadelo e tanto. E ela surgiu como a mãe dela, meio de boa e do nada vira uma fantasma e te assusta.  susto
Gosto dos seus sonhos Érika, são bem loucos, mesmo os pesadelos. muito feliz

Guerreiro do Omega, imagino como deve ter sido ruim sonhar com esse homem sombra. Que bom que está gostando de ler os meus sonhos muito feliz

Ramon:
Érika escreveu:

Érika escreveu:Hoje tive um sonho no qual vi um senhor que também apareceu no meu primeiro sl da vida. Aqui vai o relato do meu sonho lúcido de hoje, dia 22/02/16:

Acordei muito cedo, me levantei para ir ao banheiro e voltei para dormir. Tentei me manter consciente enquanto adormecia e tive paralisia do sono, porém não vi nenhum vulto, apenas ouvi um zumbido forte no ouvido direito. Mantive a calma e começou o seguinte sonho:

Eu estava caminhando em uma rua pouco movimentada, muito larga e clara. Vejo uma mulher que eu conheço passando de carro, ela fica me olhando, mas não diz nada. Fico um pouco preocupada por não saber onde estou e me sento na beirada da calçada, começo a desconfiar que é um sonho por causa daquela claridade estranha, em seguida olho para minha roupa, eu estava com uma blusa e calça branca, mas elas se transformaram no meu vestido amarelo. Digo para mim mesma que é um sonho e me levanto procurando alguém para conversar, vejo uma poça de água muito cristalina no chão e lá dentro vejo a imagem de uma mulher, quando olhei para o lado a mesma mulher estava lá de pé. Comecei a fazer algumas perguntas, mas ela não me respondia, apenas ficava me olhando de um jeito medonho. Deixei a mulher ali e continuei caminhando, um pouco mais à frente havia uma moça de uns vinte e poucos anos, um senhor de uns 60 anos e uma criança, que estavam conversando entre si. Por algum motivo, a criança foi a que mais me chamou a atenção, era uma menina morena, baixinha, olhos castanhos, cabelo crespo, curto e solto. Fui até ela e pedi para fazer algumas perguntas, ela pediu autorização do senhor, que era avô dela, para conversar comigo e ele permitiu. Perguntei o nome dela e ela disse que se chamava Maria dos Anjos Augusta, achei um pouco estranho e perguntei se ela tinha certeza, e ela confirmou. Perguntei o sobrenome e ela ficou calada olhando para o avô, então ele disse que ela não tinha sobrenome. “Aposto que ninguém aqui tem sobrenome, não é? Ou algum de vocês pode me falar?” Perguntei. Ele disse que ninguém ia me responder isso, porque não tinha importância para mim. Eu disse: “Mas vocês estão no meu sonho, eu acho que tenho o direito de saber as informações de vocês.” Ele respondeu: “Menina, eu tenho muito mais experiência de vida que você, você não tem o direito de exigir saber tudo das pessoas daqui só porque conseguiu chegar até aqui e falar com a gente, eu te parabenizo até, e você é muito bem-vinda, mas tenha paciência.” Eu respondi: “Se querer saber um sobrenome é exigir saber tudo, nem sei mais o que eu posso perguntar para vocês.” Ele começou a falar algo sobre mim com a moça que estava do lado dele, e eu voltei a falar com a menina, perguntei a idade dela, ela disse que tinha 6 anos, depois perguntei onde ficava aquele lugar, a menina ficou calada e olhou de novo para o avô, que disse que ela não podia dizer aquilo. Ignorei o senhor e disse para a menina: “Ele não pode fazer nada contra você, vamos comigo para um outro lugar, aí você pode me responder o que você quiser, do jeito que quiser.” O senhor ficou bravo e disse que eu não ia levar a neta dele. Pensei em tentar fazer o senhor desaparecer dali, mas a moça me dirigiu a palavra: “Eu me lembro de você. A sua irmã está para aquele lado.”  Disse ela, apontando para a direita. Quando olho para a direita vejo um senhor na porta de uma loja, vou andando em direção a ele e me lembro que era o mesmo senhor que apareceu no meu primeiro SL há vários anos, saio correndo em direção a ele, ele se despede da vendedora e começa a andar rápido se afastando dali, tento me teletransportar para alcançar o senhor, mas quando chego lá ele sumiu. Entro na loja onde ele estava e pergunto para a vendedora quem era aquele senhor, ela desconversa e pergunta se eu não quero comprar um vestido, eu digo que não e jogo os vestidos que ela segurava no chão. Ela diz que não tem problema se eu não gostei daqueles vestidos, pois ela ia pegar outros. Fiquei um pouco estressada e acho que acabei perdendo a lucidez por causa disso, só me lembro que acabei comprando um vestido verde e outro rosa dessa mulher.
Oi, Érika. Seja muito bem vinda ao fórum.

Bem interessante seu relato. Fiquei intrigado com a preocupação do velho para não responder suas perguntas. Porque tanto segredo para responder perguntas tão simples?

Achei isso bem curioso. suspeito

Érika escreveu:

Érika escreveu:Apenas como curiosidade digitei aqui o meu primeiro SL, que tive ainda criança, no qual eu vi o senhor que sonhei hoje dia 22/02.

Eu estava em uma casa que parecia a de uma tia minha, mas tinha algumas diferenças. Lá estava acontecendo uma festa, muito parecida com as festas que minha tia costumava fazer para os parentes nos fins de ano, porém as pessoas que estavam lá não eram apenas os parentes, tinha muito mais gente. Eu me sentia muito mal ali, pois ninguém me dava atenção, todos ficavam cochichando algo a meu respeito um com o outro e ficavam me olhando de cara feia. Eu podia ir para qualquer lugar que quisesse, mas estava com tanto medo daquelas pessoas que me encostei na parede e fiquei lá parada o sonho todo. Me lembro de ter ficado pensando naquele sonho o dia todo, e talvez por isso, ele se repetiu na noite seguinte. Lá estava eu de novo na festa, mas dessa vez sabia que era um sonho, pois era idêntico ao do dia anterior. Vi uma menina mais ou menos da minha idade andando pelo quintal e fui conversar com ela, perguntei o que estava acontecendo, ela me puxou e disse no meu ouvido: “Nada. Só não entre na casa, fica aqui no quintal mesmo, as pessoas que estão lá dentro não são boas.” Aquilo me deixou com mais medo ainda, então repeti o que havia feito no sonho anterior, me encostei na parede e fiquei lá parada, porém o sonho não acabava, e eu fiquei observando o ambiente. Percebi que nos fundos da casa havia uma tábua de madeira, e do lado dela havia um corredor estreito que levava para uma área da casa que eu desconhecia. Fiquei muito curiosa, e queria muito sair de perto daquelas pessoas da festa, portanto fui para perto dessa tábua, todos na festa ficaram preocupados, pareciam não gostar da ideia de eu entrar naquele corredor, mas eu fui assim mesmo. Passei pelo corredor e de repente ficou de noite, cheguei a uma outra casinha que estava com a porta aberta, entrei e encontrei um senhor vestido de preto, ele usava camisa de botões, calça comprida e um sobretudo (era esse o velhinho que vi na porta da loja, no sonho do dia 22/02/16). Ele tinha uma voz calma, tão calma que dava medo, ele me convidou para entrar e ligou a televisão, começou a passar um vídeo que me deixou com muito medo: havia um vasinho de planta com terra, porém não tinha nenhuma planta lá dentro. Acima do vasinho havia um pequeno saco plástico transparente, e de repente começou a escorrer um pouco de sangue dentro desse saco, e depois esse sangue pingava do saco para dentro do vaso de planta. À medida que o sangue ia pingando, foi surgindo uma mão de dentro do vaso, e aquilo me deixou em completo pânico. Subi em cima do senhor e comecei a gritar para ele tirar aquele vídeo da tv, porém ele disse: “Não está só na tv.” Do nada, surge no sofá uma mão pequena, parecida com a do vídeo, uma mão ambulante que ficava andando com os dedos, eu praticamente desmaiei no sonho e acordei. Fiquei com muito medo daquele sonho, e provavelmente por esse motivo acabei sonhando a mesma coisa cerca de uma semana depois. Pensei que ia ficar sonhando com aquilo pra sempre e resolvi enfrentar o meu medo, nem perdi tempo no cenário da festa, apenas fui andando em direção ao corredor, a menina com a qual eu tinha falado tentou me impedir, dizendo que minha tia tinha falado para eu não entrar no corredor. Eu respondi que não entraria, e assim que ela se afastou eu entrei. Cheguei na casa do velhinho de roupa preta, comecei a perguntar porque eu estava sonhando com ele de novo, ele disse que ia me responder, mas antes eu ia ter que esperar ali junto com aquela mão que andava. Ele saiu e me deixou sozinha, no começo fiquei com medo da mão mas acabei acostumando e perdi o medo, quando o velhinho voltou a mão estava andando em cima da minha cabeça. Ele ficou um pouco decepcionado por eu não sentir mais medo, depois me chamou para sentar no colo dele, eu perguntei de quem era aquela mão e ele disse: É da minha neta (não era a mão da neta dele, é como se fosse um bichinho de estimação dela), ela morava aqui comigo mas há alguns anos ela saiu e foi morar com a mãe dela. Agora eu fico aqui sozinho.” Eu fiquei com pena dele e perguntei se ele gostava muito da neta, ele respondeu: “Sim, estou com saudades dela, mas acho que ela nem se lembra mais de mim. Você ainda vai conhecê-la.” Depois disso o cenário mudou e eu apareci no quintal da casa da mestra pela primeira vez. A mão que estava na casa do velho também estava lá andando pelo quintal, um homem ligou uma mangueira e espirrou um jato de água forte na mão, e ela sumiu. Eu acordei e nunca mais sonhei com essa mão de novo.
Érika, quando você tiver lúcida no sonho e ficar com medo das pessoas e do lugar que você está sonhando, você pode simplesmente sair voando pra bem longe e ir pra outro lugar, se não quiser ficar no local. Isso vai te ajudar a mudar de sonho, no caso do sonho começar com cara de pesadelo. estrela

Ramon, no sonho eu tive a impressão de que ele pensou que eu conseguiria identificá-los e procurá-los novamente depois caso eles respondessem as perguntas, mas não faz muito sentido. confuso

Obrigada pela dica.Eu tenho muito problema com pesadelo porque costumo ficar com tanto medo na hora que só penso em sair correndo ou tentar acordar, eu acabo perdendo o controle e não consigo voar, até porque já tenho uma certa dificuldade em voar muito nos SLs.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sex Fev 26, 2016 7:00 pm


Pra voar nos sonhos lúcidos eu geralmente só desejo pra mim mesmo que quero voar ou me imagino voando e as vezes quando falha eu gosto de pedir pro meu subconsciente falando alto que desejo voar ou algo assim, na maioria das vezes funciona, Érika muito feliz
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Mar 02, 2016 10:27 pm
Guerreiro do Omega escreveu:

Pra voar nos sonhos lúcidos eu geralmente só desejo pra mim mesmo que quero voar ou me imagino voando e as vezes quando falha eu gosto de pedir pro meu subconsciente falando alto que desejo voar ou algo assim, na maioria das vezes funciona, Érika muito feliz  

Obrigada pela dica Guerreiro do Omega, assim que eu lembrar vou testar essa ideia de falar alto que quero voar.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Mar 02, 2016 10:29 pm
Aqui vai o relato de dois sonhos de ontem, dia 01/03/16:

Sonho 01:

Peguei no sono e quando acordei vi um abajur com luz verde ao lado da cama, achei aquilo estranho e desconfiei que era um sonho, tentei levantar e percebi que era uma paralisia do sono. Senti que havia alguém deitado atrás de mim, assim que tentei me mover a criatura me segurou muito apertado e eu comecei a sentir falta de ar. Não estava conseguindo sair da ps, então me concentrei e consegui me virar para olhar a criatura, vi uma mulher com o cabelo um pouco bagunçado, não me lembro bem do rosto dela, ela usava um sutiã preto com detalhes prateados. Ela se assustou por eu ter olhado para ela e fez um gesto com a mão em direção ao abajur, que acabou desligando, em seguida ela começou a me segurar muito apertado, eu parei de tentar me mexer e então a criatura começou a fazer massagem nas minhas costas. Acabei adormecendo e começou um sonho lúcido, eu apareci ao lado de um segurança que disse que tinha uma menina que estava me chamando, fui em direção ao lugar que ele indicou e vi uma menina com um vestido parecido com o meu, acenando para que eu entrasse em um corredor com o qual já sonhei algumas vezes. Cheguei um pouco mais perto da menina e gritei: “Por que todo mundo tenta me levar pra esse corredor? Não precisa esperar, porque hoje eu não vou entrar aí.” A menina veio correndo atrás de mim, segurou a minha mão e tentou me levar à força, dizendo que eu não tinha outra opção. Eu disse que o sonho era meu, e que não iria com ela caso não me desse um bom motivo. Ela continuou me puxando e quando eu percebi já estava brigando com ela, comecei a levar vantagem na briga e a menina acabou virando um cachorrinho preto. Fiquei brincando de fazer o cachorro voar atrás do segurança, mas rapidamente o sonho acabou.

Sonho 02:

Deitei de bruços e comecei a sentir que ia ter outra paralisia, senti um formigamento nos pés que foi subindo até minha cabeça, logo em seguida senti como se tivesse alguém em pé no canto do quarto, tentei mexer um dedo e esse alguém veio correndo, subiu na cama e deitou em cima de mim, estava um pouco pesado, mas eu comecei a respirar no mesmo ritmo que a criatura e ela foi ficando leve, aquilo me deixou muito calma e eu acordei, porém estava com muito sono, acabei adormecendo logo em seguida e comecei a sonhar. Acordei na minha cama com o celular tocando em cima da mesa do computador, a música do toque do celular era medonha, desconfiei que era um sonho e levantei para tentar ler na tela quem estava ligando, mas estava escrito “desconhecido”. Assim que atendi a ligação, ouvi um grito de homem que me deixou tão assustada que minha única reação foi sair correndo com o celular na mão, fui em direção à cozinha e acabei trombando com a mestra que estava secando um prato. Ela disse: “Você tem muita sorte de eu não ter quebrado esse prato por sua culpa.” Tentei falar mas a voz não saía. Ela percebeu e disse pra eu ficar calma, colocou a mão na minha testa por alguns segundos e então eu consegui explicar pra ela o que tinha acontecido, ela pegou o celular e o homem ainda estava na linha, assim que ela atendeu deu pra ouvir que o homem começou a gritar novamente, ela afastou o celular do ouvido e gritou : “Espero que você saiba com quem está falando.” O homem parou de gritar e começou a conversar com ela, parecia ser algum conhecido, ela disse para ele não fazer aquilo de novo e depois jogou o celular no chão. Entrei de novo no meu quarto para me olhar no espelho, mas quando entro me deparo com duas “baratas” gigantes que tinham asas coloridas de marrom e bege escuro. Tentei matar as baratas mas elas eram muito grandes e voavam muito, então saí do quarto e pedi para a mestra matar. Ela entrou no quarto para ver e disse que aquelas baratas eram tão grandes que era mais fácil me matar do que matar as baratas. Alguns segundos depois ela saiu segurando as asas das baratas, depois prendeu elas no cabelo como enfeite. Lembrei que ela estava com dor de cabeça no último sonho que tive com ela, perguntei se já tinha melhorado, ela respondeu: ”Totalmente nunca melhora, mas do jeito que está agora está bom para mim.” Perguntei para ela quem era o homem que apareceu no meu primeiro SL da vida, ela riu e perguntou: “O sonho é seu, mas sou eu quem tem que saber quem era o velho? O melhor de tudo é que eu nem sei de quem você está falando, não sabe o nome, ou alguma coisa?” Eu perguntei: “Como você sabe que ele é velho?” Ela ficou meio sem resposta e disse: “Vai lá pra rua, quem sabe não encontra ele lá? Bom que você sai de perto de mim.” Eu disse: “Por que você nunca responde nada que eu te pergunto?” Ela olhou bem pra mim e disse: “Eu vou te falar a verdade. Eu não vou te dizer quem é. Vai tentar me obrigar?” Ela ficou lá com cara de riso, tirou uma das penas de barata da cabeça e colocou na minha, eu fui andando em direção à rua mas o sonho acabou.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qui Mar 03, 2016 2:17 pm
Que legal Érika, a mulher da paralisia fez massagem pra você entrar no sonho. gargalhada

Essa mestra bota medo ate no homem louco do telefone.
Que medo dessas batatas gigantes.
Acho que se o sonho não tivesse acabado você conseguiria encontrar aquele cara de novo. muito feliz
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qui Mar 03, 2016 4:58 pm
Érika:

Érika escreveu:Aqui vai o relato de dois sonhos de ontem, dia 01/03/16:

Sonho 01:

Peguei no sono e quando acordei vi um abajur com luz verde ao lado da cama, achei aquilo estranho e desconfiei que era um sonho, tentei levantar e percebi que era uma paralisia do sono. Senti que havia alguém deitado atrás de mim, assim que tentei me mover a criatura me segurou muito apertado e eu comecei a sentir falta de ar. Não estava conseguindo sair da ps, então me concentrei e consegui me virar para olhar a criatura, vi uma mulher com o cabelo um pouco bagunçado, não me lembro bem do rosto dela, ela usava um sutiã preto com detalhes prateados. Ela se assustou por eu ter olhado para ela e fez um gesto com a mão em direção ao abajur, que acabou desligando, em seguida ela começou a me segurar muito apertado, eu parei de tentar me mexer e então a criatura começou a fazer massagem nas minhas costas. Acabei adormecendo e começou um sonho lúcido, eu apareci ao lado de um segurança que disse que tinha uma menina que estava me chamando, fui em direção ao lugar que ele indicou e vi uma menina com um vestido parecido com o meu, acenando para que eu entrasse em um corredor com o qual já sonhei algumas vezes. Cheguei um pouco mais perto da menina e gritei: “Por que todo mundo tenta me levar pra esse corredor? Não precisa esperar, porque hoje eu não vou entrar aí.” A menina veio correndo atrás de mim, segurou a minha mão e tentou me levar à força, dizendo que eu não tinha outra opção. Eu disse que o sonho era meu, e que não iria com ela caso não me desse um bom motivo. Ela continuou me puxando e quando eu percebi já estava brigando com ela, comecei a levar vantagem na briga e a menina acabou virando um cachorrinho preto. Fiquei brincando de fazer o cachorro voar atrás do segurança, mas rapidamente o sonho acabou.

Sonho 02:

Deitei de bruços e comecei a sentir que ia ter outra paralisia, senti um formigamento nos pés que foi subindo até minha cabeça, logo em seguida senti como se tivesse alguém em pé no canto do quarto, tentei mexer um dedo e esse alguém veio correndo, subiu na cama e deitou em cima de mim, estava um pouco pesado, mas eu comecei a respirar no mesmo ritmo que a criatura e ela foi ficando leve, aquilo me deixou muito calma e eu acordei, porém estava com muito sono, acabei adormecendo logo em seguida e comecei a sonhar. Acordei na minha cama com o celular tocando em cima da mesa do computador, a música do toque do celular era medonha, desconfiei que era um sonho e levantei para tentar ler na tela quem estava ligando, mas estava escrito “desconhecido”. Assim que atendi a ligação, ouvi um grito de homem que me deixou tão assustada que minha única reação foi sair correndo com o celular na mão, fui em direção à cozinha e acabei trombando com a mestra que estava secando um prato. Ela disse: “Você tem muita sorte de eu não ter quebrado esse prato por sua culpa.” Tentei falar mas a voz não saía. Ela percebeu e disse pra eu ficar calma, colocou a mão na minha testa por alguns segundos e então eu consegui explicar pra ela o que tinha acontecido, ela pegou o celular e o homem ainda estava na linha, assim que ela atendeu deu pra ouvir que o homem começou a gritar novamente, ela afastou o celular do ouvido e gritou : “Espero que você saiba com quem está falando.” O homem parou de gritar e começou a conversar com ela, parecia ser algum conhecido, ela disse para ele não fazer aquilo de novo e depois jogou o celular no chão. Entrei de novo no meu quarto para me olhar no espelho, mas quando entro me deparo com duas “baratas” gigantes que tinham asas coloridas de marrom e bege escuro. Tentei matar as baratas mas elas eram muito grandes e voavam muito, então saí do quarto e pedi para a mestra matar. Ela entrou no quarto para ver e disse que aquelas baratas eram tão grandes que era mais fácil me matar do que matar as baratas. Alguns segundos depois ela saiu segurando as asas das baratas, depois prendeu elas no cabelo como enfeite. Lembrei que ela estava com dor de cabeça no último sonho que tive com ela, perguntei se já tinha melhorado, ela respondeu: ”Totalmente nunca melhora, mas do jeito que está agora está bom para mim.” Perguntei para ela quem era o homem que apareceu no meu primeiro SL da vida, ela riu e perguntou: “O sonho é seu, mas sou eu quem tem que saber quem era o velho? O melhor de tudo é que eu nem sei de quem você está falando, não sabe o nome, ou alguma coisa?” Eu perguntei: “Como você sabe que ele é velho?” Ela ficou meio sem resposta e disse: “Vai lá pra rua, quem sabe não encontra ele lá? Bom que você sai de perto de mim.” Eu disse: “Por que você nunca responde nada que eu te pergunto?” Ela olhou bem pra mim e disse: “Eu vou te falar a verdade. Eu não vou te dizer quem é. Vai tentar me obrigar?” Ela ficou lá com cara de riso, tirou uma das penas de barata da cabeça e colocou na minha, eu fui andando em direção à rua mas o sonho acabou.
Sonhar com corredor é sempre assim, quando não queremos entrar nele, aparece alguém para nos obrigar a entrar e quando estamos dispostos a entrar, somos impedidos.  gargalhada
Você já sonhou com esse corredor antes?
Achei graça no final, quando você transformou a menina em um cachorrinho e o fez voar atrás do segurança. iori  

Usar asas de baratas como enfeites de cabelo é o uó! feliz  Bom, pelo menos a mestra deu um fim nas baratas. gargalhada
Uma Pena ela não responder a sua pergunta. Quem sabe num próximo sonho, você consegue conversar com o senhor e ele finalmente decide em esclarecer tudo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Ter Abr 05, 2016 1:45 pm
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Königin escreveu:
Érika:

Érika escreveu:Aqui vai o relato de dois sonhos de ontem, dia 01/03/16:

Sonho 01:

Peguei no sono e quando acordei vi um abajur com luz verde ao lado da cama, achei aquilo estranho e desconfiei que era um sonho, tentei levantar e percebi que era uma paralisia do sono. Senti que havia alguém deitado atrás de mim, assim que tentei me mover a criatura me segurou muito apertado e eu comecei a sentir falta de ar. Não estava conseguindo sair da ps, então me concentrei e consegui me virar para olhar a criatura, vi uma mulher com o cabelo um pouco bagunçado, não me lembro bem do rosto dela, ela usava um sutiã preto com detalhes prateados. Ela se assustou por eu ter olhado para ela e fez um gesto com a mão em direção ao abajur, que acabou desligando, em seguida ela começou a me segurar muito apertado, eu parei de tentar me mexer e então a criatura começou a fazer massagem nas minhas costas. Acabei adormecendo e começou um sonho lúcido, eu apareci ao lado de um segurança que disse que tinha uma menina que estava me chamando, fui em direção ao lugar que ele indicou e vi uma menina com um vestido parecido com o meu, acenando para que eu entrasse em um corredor com o qual já sonhei algumas vezes. Cheguei um pouco mais perto da menina e gritei: “Por que todo mundo tenta me levar pra esse corredor? Não precisa esperar, porque hoje eu não vou entrar aí.” A menina veio correndo atrás de mim, segurou a minha mão e tentou me levar à força, dizendo que eu não tinha outra opção. Eu disse que o sonho era meu, e que não iria com ela caso não me desse um bom motivo. Ela continuou me puxando e quando eu percebi já estava brigando com ela, comecei a levar vantagem na briga e a menina acabou virando um cachorrinho preto. Fiquei brincando de fazer o cachorro voar atrás do segurança, mas rapidamente o sonho acabou.

Sonho 02:

Deitei de bruços e comecei a sentir que ia ter outra paralisia, senti um formigamento nos pés que foi subindo até minha cabeça, logo em seguida senti como se tivesse alguém em pé no canto do quarto, tentei mexer um dedo e esse alguém veio correndo, subiu na cama e deitou em cima de mim, estava um pouco pesado, mas eu comecei a respirar no mesmo ritmo que a criatura e ela foi ficando leve, aquilo me deixou muito calma e eu acordei, porém estava com muito sono, acabei adormecendo logo em seguida e comecei a sonhar. Acordei na minha cama com o celular tocando em cima da mesa do computador, a música do toque do celular era medonha, desconfiei que era um sonho e levantei para tentar ler na tela quem estava ligando, mas estava escrito “desconhecido”. Assim que atendi a ligação, ouvi um grito de homem que me deixou tão assustada que minha única reação foi sair correndo com o celular na mão, fui em direção à cozinha e acabei trombando com a mestra que estava secando um prato. Ela disse: “Você tem muita sorte de eu não ter quebrado esse prato por sua culpa.” Tentei falar mas a voz não saía. Ela percebeu e disse pra eu ficar calma, colocou a mão na minha testa por alguns segundos e então eu consegui explicar pra ela o que tinha acontecido, ela pegou o celular e o homem ainda estava na linha, assim que ela atendeu deu pra ouvir que o homem começou a gritar novamente, ela afastou o celular do ouvido e gritou : “Espero que você saiba com quem está falando.” O homem parou de gritar e começou a conversar com ela, parecia ser algum conhecido, ela disse para ele não fazer aquilo de novo e depois jogou o celular no chão. Entrei de novo no meu quarto para me olhar no espelho, mas quando entro me deparo com duas “baratas” gigantes que tinham asas coloridas de marrom e bege escuro. Tentei matar as baratas mas elas eram muito grandes e voavam muito, então saí do quarto e pedi para a mestra matar. Ela entrou no quarto para ver e disse que aquelas baratas eram tão grandes que era mais fácil me matar do que matar as baratas. Alguns segundos depois ela saiu segurando as asas das baratas, depois prendeu elas no cabelo como enfeite. Lembrei que ela estava com dor de cabeça no último sonho que tive com ela, perguntei se já tinha melhorado, ela respondeu: ”Totalmente nunca melhora, mas do jeito que está agora está bom para mim.” Perguntei para ela quem era o homem que apareceu no meu primeiro SL da vida, ela riu e perguntou: “O sonho é seu, mas sou eu quem tem que saber quem era o velho? O melhor de tudo é que eu nem sei de quem você está falando, não sabe o nome, ou alguma coisa?” Eu perguntei: “Como você sabe que ele é velho?” Ela ficou meio sem resposta e disse: “Vai lá pra rua, quem sabe não encontra ele lá? Bom que você sai de perto de mim.” Eu disse: “Por que você nunca responde nada que eu te pergunto?” Ela olhou bem pra mim e disse: “Eu vou te falar a verdade. Eu não vou te dizer quem é. Vai tentar me obrigar?” Ela ficou lá com cara de riso, tirou uma das penas de barata da cabeça e colocou na minha, eu fui andando em direção à rua mas o sonho acabou.
Sonhar com corredor é sempre assim, quando não queremos entrar nele, aparece alguém para nos obrigar a entrar e quando estamos dispostos a entrar, somos impedidos.  gargalhada
Você já sonhou com esse corredor antes?
Achei graça no final, quando você transformou a menina em um cachorrinho e o fez voar atrás do segurança. iori  

Usar asas de baratas como enfeites de cabelo é o uó! feliz  Bom, pelo menos a mestra deu um fim nas baratas. gargalhada
Uma Pena ela não responder a sua pergunta. Quem sabe num próximo sonho, você consegue conversar com o senhor e ele finalmente decide em esclarecer tudo.

Desculpe-me pela demora em responder Königin, peguei muitas matérias na faculdade esse semestre e estou tendo aulas de manhã e à noite, portanto estou meio sem tempo para o fórum.
Já sonhei várias vezes com esse corredor e sempre acontece alguma coisa diferente lá dentro, aparecem pessoas que não vejo há muito tempo, vejo objetos antigos que eu já tive na realidade, etc, mas sempre surge algum personagem para me irritar enquanto eu ando pelo corredor, então eu não gosto muito de passar por lá.

No sonho das baratas eu achei que a mestra fosse pegar uma delas pra jogar em mim, mas até que ela foi boazinha gargalhada Espero que em um próximo sonho consiga encontrar o senhor do meu primeiro SL, mas está difícil Crying or Very sad
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qui Abr 07, 2016 6:09 pm
Relato do dia 07/04/16:

Apesar de ter dormido muito pouco  tive um pequeno sl espontâneo hoje, porém não me lembro em detalhes. Eu estava em frente a uma casa grande de madeira com um grupo de pessoas, a mestra estava lá conversando com eles mas não me lembro o assunto. Depois de um tempo ela entrou na casa e disse que eu podia ir com ela se quisesse, mas não era pra contar para as pessoas lá fora o que estava acontecendo dentro da casa. Pelo que eu entendi, lá dentro tinha algumas pessoas gravando cenas de filme adulto e o dinheiro dos vídeos por algum motivo ia acabar ficando com ela. O pessoal decidiu dar uma pausa nas gravações e de repente eu e a mestra aparecemos na sala da casa dela, nesse momento eu fiquei lúcida. Ela deu uma olhada na rua, voltou e trancou a porta, acho que ela percebeu que eu estava pensando em sair de lá. Ela disse que em oito minutos iríamos voltar para a casa onde estávamos antes, eu disse que não queria voltar, mas ela queria que eu voltasse. Eu pensei em atravessar a porta, mas tentei fingir que não sabia que aquilo era um sonho para ver se a mestra respondia alguma pergunta minha. Não entendi o motivo, mas desde o início do sonho eu estava chamando ela de mãe, então perguntei: "Mãe, quem é você?" Ela  me olhou com uma cara de brava e disse:"Espero que eu não tenha entendido direito as 3 palavras que ouvi depois de mãe." Em seguida ela veio andando em minha direção e eu fui recuando, depois me segurou apertando as unhas no meu rosto e disse que eu nunca ia conseguir enganá-la e que a cada dia menos paciência ela tinha comigo. O sonho continuou e voltamos para a casa de madeira, mas não me lembro o que aconteceu depois.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Abr 09, 2016 7:07 pm
Obrigada pela resposta, Érika. Eu também estive afastada do fórum nas últimas semanas. Entendo que todos aqui têm outras obrigações e por isso as respostas podem demorar um pouco. hehehe!

Que pessoa difícil é a sua mestra, hein? Será que daria certo, você tentar uma abordagem menos direta, como por exemplo, em vez de perguntar quem ela é, pergunte se ela já foi a um local especifico, ou qual a opinião dela sobre determinado assunto e se ela tem outros discípulos além de você? Quem sabe, as respostas dela te ajude a montar o quebra-cabeça. Sei lá, são só ideias. feliz


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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Abr 17, 2016 4:09 pm
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Obrigada pela dica Königin muito feliz Acho que vai dar mais certo ser menos direta mesmo, vou tentar lembrar disso quando sonhar com ela outra vez.

Relatos do dia 17/04/16:

Sonho 01:
Fiquei deitada de olhos fechados sem me mexer por vários minutos, depois comecei a ver imagens de algumas casas, imaginei que eu ia entrar em um sonho naquela rua, forcei a visão e pouco depois o sonho começou. No sonho eu estava em uma rua um pouco diferente da que eu estava vendo, com a qual já sonhei antes, segui até uma casa com um portão azul, na qual eu havia entrado nesse outro sonho, desci os degraus que levavam do portão até a entrada da cozinha e no meio do caminho passei por uma mulher que também já sonhei antes, mas há anos atrás. Ela passou me olhando sem dizer nada e foi para a rua, percebi que era um sonho mas achei melhor não ir atrás dela com medo de acordar, entrei na cozinha da casa e vi que tinha um monte de coisas bloqueando a entrada de um quarto, e havia alguém lá dentro. Percebi que quem estava lá era uma menina de uns 9 anos, com aparência oriental, com a qual também já sonhei há bastante tempo. Cumprimentei a menina e perguntei o que ela estava fazendo lá dentro do quarto, ela disse que a Kimberly tinha prendido ela lá. Eu supus que a Kimberly seria a mulher que passou por mim quando eu estava descendo os degraus. Pedi para que a menina viesse até a porta para eu tentar tirar ela de lá mas ela ficou com medo da tal Kimberly voltar e disse que não queria sair, então eu subi em um pedaço de madeira que estava bloqueando a porta e estendi a mão para ela, mas ela saiu correndo. Pensei em pular para dentro do quarto e ir procurá-la, mas senti que o sonho ia acabar, lembrei da técnica da Königin de segurar um objeto para tentar manter o sonho e segurei um enfeite de madeira que encontrei na mesa. Quando o sonho acabou permaneci imóvel, porém não sentia mais que estava segurando o objeto, havia alguém batendo no portão aqui de casa e eu não conseguia voltar para o sonho, desisti e levantei da cama.

Sonho 02:
Eu ainda estava com muito sono e deitei novamente, só me lembro de ter fechado os olhos e ter escutado alguns barulhos estranhos na porta da sala que me deixaram um pouco preocupada. Abri os olhos e o quarto estava normal, não percebi que já estava sonhando e continuava ouvindo os barulhos. Pensei que eram alucinações por eu estar com muito sono e disse para mim mesma que aquilo não era real, de repente os barulhos pararam. Ouvi passos de alguém pela casa e sentei na beirada da cama para tentar ver quem era, era a mestra quem estava andando do lado de fora do meu quarto, mas por algum motivo enfiei na cabeça que era a minha mãe andando ali, porém lembrei que minha mãe tinha saído antes de eu voltar a dormir, e desconfiei que aquilo era um sonho. Olhei para minhas mãos e estavam perfeitamente normais, então voltei a pensar que aquilo era real, a mestra ficou falando algumas coisas comigo mas eu não me lembro de nada. Acordei com minha mãe chegando em casa de verdade.

Sonho 03:
Levantei já sem sono e fiquei alguns minutos na cozinha, porém quando voltei para o quarto comecei de novo a sentir um sono absurdo. Me deitei mas disse para mim mesma que não queria mais dormir, fiquei deitada por alguns minutos e acabei fechando os olhos, passaram-se alguns segundo e eu comecei a ver uns flashes de luz, lembrei que não queria mais dormir e abri os olhos, porém quando abri, lá estava eu segurando o enfeite de madeira do sonho anterior na porta do quarto da mestra. Ao lado do quarto havia um sofá, no qual estava sentado um velhinho que eu tive a impressão de ter visto em algum dos dois sonhos anteriores, mas não me lembro em qual deles e nem o que ele estava fazendo. Fiquei lúcida por isso, vi que estava com meu vestido amarelo e por curiosidade olhei para minha mãos, estavam normais, eu apenas não conseguia mexer bem o meu polegar esquerdo. O velhinho perguntou o que eu estava fazendo e perguntou se eu queria um pouco do café que ele estava tomando, eu disse que não e já corri para a rua. Chegando lá vi um tio meu sentado na calçada me olhando de cara feia, e algumas pessoas rindo muito na porta de um bar na esquina. Fui correndo em direção às pessoas do bar e tentei voar, mas acabei caindo no chão, meu tio aproveitou e jogou uma pedra em minha direção, imaginei que a pedra ia sumir e apontei minha mão na direção dela, a pedra sumiu. Meu tio ficou bravo e eu fiquei rindo dele, depois fechei os olhos e imaginei que ia afundar no chão, assim que afundei fui rolando para o lado e imaginei que quando eu me levantasse já ia ter passado pela esquina onde estavam as tais pessoas, deu certo. Meu tio apareceu novamente e eu tentei voar de novo, dessa vez consegui e fui voando pra cima do meu tio e derrubei ele. Segui para a esquerda e continuei correndo, vi uma moça loira de cabelo curto e cacheado na porta de uma casa, fui até ela e perguntei se ela conhecia a Jillian, ela pensou um pouco e disse que não. Continuei andando e de repente a moça me chamou de volta, fui até lá e ela perguntou: “Você está falando daquela moça alta que mora ali na rua do lado?” Eu disse que sim e ela respondeu: “Sei quem é. Você conhece as outras duas?” Eu disse que não e perguntei quem eram as outras duas, porém uma voz de homem começou a gritar dentro da casa falando para que a moça saísse do portão e parasse de falar comigo, ela fez um gesto como se fosse para eu voltar depois, eu desisti e continuei correndo pela rua. Um pouco mais à frente me deparei com uma mulher fazendo uma espécie de ritual, ela molhava a cabeça de duas outras mulheres que estavam ajoelhadas com os braços abertos, elas pareciam estar hipnotizadas e falavam coisas estranhas, reparei que elas estavam com os vestidos que eu comprei no final do sonho do dia 22/02/16 postado aqui no diário. Achei melhor passar longe delas e continuei correndo pela rua, não sei como fui parar em um corredor, onde havia uma moça morena de cabelo crespo, perguntei se ela conhecia a Jillian, ela disse que não, e que tinha um compromisso, mas era para eu esperar que já já ela poderia falar comigo, acelerou o passo e entrou em uma sala. Eu sentei em um banquinho em frente à porta, porém apareceu um homem e sentou do meu lado, percebi que ele segurava uma faca, que ele escondeu quando percebeu que eu tinha visto. Levantei e percebi que não conseguia mais correr, comecei a rastejar e a engatinhar muito rápido pelo corredor, vi uma moça com cabelo cor de pêssego que estava sentada no chão no fim do corredor escrevendo em um caderno, assim que ela olhou para mim desapareceu. Cheguei ao lugar onde ela estava e encontrei um homem baixinho que parecia muito assustado comigo, perguntei se ele conhecia a Jillian, ele ficou boquiaberto e correu para uma portinha de vidro que dava para um lugar claro e com grama bem verde, onde estavam várias pessoas. Ele gritou para elas: “Pessoal, a filha da Jillian está aqui e está perguntando se a gente conhece ela.” Logo em seguida fechou a porta. Eu estava tão cansada que nem conseguia mais levantar, fiquei com medo de não conseguir atravessar a porta e o cara da faca vir atrás de mim, utilizei uma técnica para acordar e deu certo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sex Abr 22, 2016 9:13 pm
Relato do dia 22/04/16:

Eu estava andando pelo pátio de uma escola, mas não me lembro o que estava acontecendo lá, só lembro que em algum momento olhei para meu vestido e fiquei lúcida. Perto do portão de entrada da escola havia alguns blocos de concreto colados na parede e em cima de cada um dos blocos tinha uma garrafa. Comecei a brincar de derrubar as garrafas, eu apontava minha mão na direção delas e depois ia mexendo a mão para o lado e a garrafa se movimentava na mesma direção. Na hora de derrubar a última garrafa acabei fazendo um movimento brusco com a mão e a garrafa saiu voando e acertou a cabeça de um senhor de terno que parecia ser o diretor da escola, então ele disse que eu estava expulsa do colégio e apareceram dois seguranças enormes que me seguraram e me jogaram na rua. Lá fora estava passando um rapaz alto e eu pedi para ele me levantar, então ele se abaixou e eu subi nas costas dele, imaginei que o homem estava crescendo, de repente ele começou a ficar ainda mais alto e eu comecei a ver a cidade inteira lá de cima. Havia alguns lugares conhecidos da cidade onde moro e alguns outros lugares que não reconheci. O rapaz foi ficando tão alto que acabou tombando, eu caí de cima dele, atravessei o chão e acabei acordando.
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Relato dia 30/04/16

em Sab Abr 30, 2016 7:57 pm
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Eu estava na minha escola do ensino fundamental, a aula tinha terminado e os pais estavam no portão esperando as crianças saírem. Lembrei que eu não estudava mais lá e estava com o meu vestido amarelo que uso nos sonhos lúcidos. Mesmo sabendo que era um sonho decidi ficar lá com as crianças esperando alguém chegar para me buscar, até que surge um menino magrinho e bem pequeno do lado de fora acenando para mim, aparentava ter uns 7 anos de idade. Eu fui até ele e de repente todas as crianças já tinham ido embora. O menino disse que tinha ido me buscar, então eu perguntei quem tinha mandado ele ir até elá. Ele disse que ninguém havia mandado, mas era obrigação dele me levar para casa, depois segurou firme o meu braço e foi me puxando. Me soltei e disse que não iria com ele, porém ele disse que eu não tinha opção. Percebi que a rua da escola tinha se transformado em uma avenida larga com um gramado no meio, e era praticamente impossível atravessar com a quantidade de carros que estavam passando. Eu respondi: “Se você conseguir me alcançar, tudo bem.” Depois saí correndo pela avenida desviando dos carros e cheguei rapidamente do outro lado, então escutei uma batida e pessoas gritando que alguém havia sido atropelado. Olho para trás e vejo que era o menino, porém ele se transforma em um cachorro preto médio, se levanta e vai para o gramado no meio da avenida, depois fica me olhando com um olhar muito triste. Eu ignoro e começo a olhar algumas lojas que haviam surgido ao meu lado, até que chego a um bar onde havia algumas pessoas jogando sinuca, eu entro e me deparo com a mestra sentada com um cara jogando um jogo de cartas que parecia ser muito interessante. Ao lado deles havia uma mesa com muito dinheiro, e havia um outro cara observando o jogo. Eu toquei nas notas e a mestra disse para eu não fugir com o dinheiro dela. Perguntei onde ela arrumou tanto dinheiro e o cara que estava observando disse que ela tinha conseguido tudo aquilo no jogo de cartas, e que ninguém do bar conseguia ganhar dela. Cheguei perto dela para tentar ver melhor como funcionava o jogo mas ela não queria que eu visse pois estava atrapalhando, perguntei se ela poderia me ensinar a jogar e ela disse que só quando tivesse tempo. Perguntei se ela me ensinaria em um outro sonho, ela riu e disse que ia pensar. Um dos caras me ofereceu uma garrafa de bebida sem rótulo, a mestra tomou a garrafa e disse que eu não podia beber, os caras ficaram rindo e eu saí do bar para tentar encontrar o cachorro preto, porém acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Seg Maio 02, 2016 4:15 pm
Érika escreveu:
Érika escreveu:Eu estava na minha escola do ensino fundamental, a aula tinha terminado e os pais estavam no portão esperando as crianças saírem. Lembrei que eu não estudava mais lá e estava com o meu vestido amarelo que uso nos sonhos lúcidos. Mesmo sabendo que era um sonho decidi ficar lá com as crianças esperando alguém chegar para me buscar, até que surge um menino magrinho e bem pequeno do lado de fora acenando para mim, aparentava ter uns 7 anos de idade. Eu fui até ele e de repente todas as crianças já tinham ido embora. O menino disse que tinha ido me buscar, então eu perguntei quem tinha mandado ele ir até elá. Ele disse que ninguém havia mandado, mas era obrigação dele me levar para casa, depois segurou firme o meu braço e foi me puxando. Me soltei e disse que não iria com ele, porém ele disse que eu não tinha opção. Percebi que a rua da escola tinha se transformado em uma avenida larga com um gramado no meio, e era praticamente impossível atravessar com a quantidade de carros que estavam passando. Eu respondi: “Se você conseguir me alcançar, tudo bem.” Depois saí correndo pela avenida desviando dos carros e cheguei rapidamente do outro lado, então escutei uma batida e pessoas gritando que alguém havia sido atropelado. Olho para trás e vejo que era o menino, porém ele se transforma em um cachorro preto médio, se levanta e vai para o gramado no meio da avenida, depois fica me olhando com um olhar muito triste. Eu ignoro e começo a olhar algumas lojas que haviam surgido ao meu lado, até que chego a um bar onde havia algumas pessoas jogando sinuca, eu entro e me deparo com a mestra sentada com um cara jogando um jogo de cartas que parecia ser muito interessante. Ao lado deles havia uma mesa com muito dinheiro, e havia um outro cara observando o jogo. Eu toquei nas notas e a mestra disse para eu não fugir com o dinheiro dela. Perguntei onde ela arrumou tanto dinheiro e o cara que estava observando disse que ela tinha conseguido tudo aquilo no jogo de cartas, e que ninguém do bar conseguia ganhar dela. Cheguei perto dela para tentar ver melhor como funcionava o jogo mas ela não queria que eu visse pois estava atrapalhando, perguntei se ela poderia me ensinar a jogar e ela disse que só quando tivesse tempo. Perguntei se ela me ensinaria em um outro sonho, ela riu e disse que ia pensar. Um dos caras me ofereceu uma garrafa de bebida sem rótulo, a mestra tomou a garrafa e disse que eu não podia beber, os caras ficaram rindo e eu saí do bar para tentar encontrar o cachorro preto, porém acordei.
Pobre garotinho. Fiquei com pena do bichinho por causa do carro que atropelou ele. Mas, ainda bem que o acidente foi só um sonho. viva

Érika, com que frequência você sonha com a sua mestra? Porque eu acho bem curioso que ela apareça tanto em seus sonhos.

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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Ter Maio 03, 2016 11:41 am
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Ramon escreveu:
Érika escreveu:

Érika escreveu:Eu estava na minha escola do ensino fundamental, a aula tinha terminado e os pais estavam no portão esperando as crianças saírem. Lembrei que eu não estudava mais lá e estava com o meu vestido amarelo que uso nos sonhos lúcidos. Mesmo sabendo que era um sonho decidi ficar lá com as crianças esperando alguém chegar para me buscar, até que surge um menino magrinho e bem pequeno do lado de fora acenando para mim, aparentava ter uns 7 anos de idade. Eu fui até ele e de repente todas as crianças já tinham ido embora. O menino disse que tinha ido me buscar, então eu perguntei quem tinha mandado ele ir até elá. Ele disse que ninguém havia mandado, mas era obrigação dele me levar para casa, depois segurou firme o meu braço e foi me puxando. Me soltei e disse que não iria com ele, porém ele disse que eu não tinha opção. Percebi que a rua da escola tinha se transformado em uma avenida larga com um gramado no meio, e era praticamente impossível atravessar com a quantidade de carros que estavam passando. Eu respondi: “Se você conseguir me alcançar, tudo bem.” Depois saí correndo pela avenida desviando dos carros e cheguei rapidamente do outro lado, então escutei uma batida e pessoas gritando que alguém havia sido atropelado. Olho para trás e vejo que era o menino, porém ele se transforma em um cachorro preto médio, se levanta e vai para o gramado no meio da avenida, depois fica me olhando com um olhar muito triste. Eu ignoro e começo a olhar algumas lojas que haviam surgido ao meu lado, até que chego a um bar onde havia algumas pessoas jogando sinuca, eu entro e me deparo com a mestra sentada com um cara jogando um jogo de cartas que parecia ser muito interessante. Ao lado deles havia uma mesa com muito dinheiro, e havia um outro cara observando o jogo. Eu toquei nas notas e a mestra disse para eu não fugir com o dinheiro dela. Perguntei onde ela arrumou tanto dinheiro e o cara que estava observando disse que ela tinha conseguido tudo aquilo no jogo de cartas, e que ninguém do bar conseguia ganhar dela. Cheguei perto dela para tentar ver melhor como funcionava o jogo mas ela não queria que eu visse pois estava atrapalhando, perguntei se ela poderia me ensinar a jogar e ela disse que só quando tivesse tempo. Perguntei se ela me ensinaria em um outro sonho, ela riu e disse que ia pensar. Um dos caras me ofereceu uma garrafa de bebida sem rótulo, a mestra tomou a garrafa e disse que eu não podia beber, os caras ficaram rindo e eu saí do bar para tentar encontrar o cachorro preto, porém acordei.
Pobre garotinho. Fiquei com pena do bichinho por causa do carro que atropelou ele. Mas, ainda bem que o acidente foi só um sonho.  viva

Érika, com que frequência você sonha com a sua mestra? Porque eu acho bem curioso que ela apareça tanto em seus sonhos.  


Ramon, a frequência varia bastante, às vezes ela fica um bom tempo sem aparecer em nenhum sonho e depois começa a aparecer em quase todos. Ultimamente ela está aparecendo pelo menos na metade deles, mas nem sempre eu consigo interagir com ela, às vezes só vejo ela passando.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Ter Maio 03, 2016 11:25 pm
Érika escreveu escreveu:Ramon, a frequência varia bastante, às vezes ela fica um bom tempo sem aparecer em nenhum sonho e depois começa a aparecer em quase todos. Ultimamente ela está aparecendo pelo menos na metade deles, mas nem sempre eu consigo interagir com ela, às vezes só vejo ela passando.
Mas é bem curioso ter uma personagem que não é um parente ou amigo conhecido, sempre voltando a aparecer nos sonhos. A vantagem que voce pode tirar disso é treinar pra ficar lúcida toda vez que você ver a sua mestra onírica.  piscar
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sex Maio 06, 2016 8:31 pm
Érika escreveu: Vou tentar falar com uma outra que está anotando números  em um caderno, mas ela me ignora completamente. Pensei em tentar decorar os números mas eram muitos, então gritei: “Olha meninas, essa garota aqui está anotando os números da loteria, vamos decorar para a gente jogar.” As mulheres que estavam pintando unha adoraram, começaram a rir e falaram pra eu dizer os números, pois elas estavam precisando. Comecei a gritar os números. A garota que estava escrevendo se irritou muito comigo,

kkkkkkkkkkk ri alto da sua zoeira para com a pobre moça. Ela ficou brava e com razão hahahaha.

Érika escreveu: Eu fui tentar ser legal e disse que ela era jovem e talvez ainda desse para ajeitar a vida, foi aí que ela disse: “Não, porque agora eu estou morta.” Depois deu um grito super alto e desnecessário e levantou a cabeça com uma cara de monstro que eu nem esqueço mais, o pior é que na hora a imagem do sonho focou bem nela só pra eu assustar mais ainda.

Eu posso imaginar o cagaço que você sentiu nesse pesadelo. Eu passei por algo semelhante no meu sonho não-lúcido n°005 título: Bizarrice assustadora.


Última edição por Brazuko em Sab Maio 07, 2016 12:23 am, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sex Maio 06, 2016 9:32 pm
Estou impressionado com a interligação dos seus sonhos. Parecem capítulos de um livro que se completam com o decorrer das páginas.
Essa mestra é uma personagem bastante enigmática. E que personalidade forte. Ela tem um jeito próprio de cuidar de você, porém ela gosta de ficar te "cutucando" pra ver se você "perde a linha" hahaha.
E aquela grana toda que ela tinha no bar! Sei não heim! Ta me cheirando falcatrua essa paradinha ai dela dizer que foi tudo conseguido no jogo de cartas. Essa graninha deve estar vindo de "paranauês eticamente ilícitos" como o esqueminha do "filme adulto" do sonho anterior
gargalhada gargalhada gargalhada


Última edição por Brazuko em Sab Maio 07, 2016 7:46 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Maio 07, 2016 3:07 pm
Érika:

Érika escreveu:Obrigada pela dica Königin  muito feliz Acho que vai dar mais certo ser menos direta mesmo, vou tentar lembrar disso quando sonhar com ela outra vez.

Relatos do dia 17/04/16:

Sonho 01:
Fiquei deitada de olhos fechados sem me mexer por vários minutos, depois comecei a ver imagens de algumas casas, imaginei que eu ia entrar em um sonho naquela rua, forcei a visão e pouco depois o sonho começou. No sonho eu estava em uma rua um pouco diferente da que eu estava vendo, com a qual já sonhei antes, segui até uma casa com um portão azul, na qual eu havia entrado nesse outro sonho, desci os degraus que levavam do portão até a entrada da cozinha e no meio do caminho passei por uma mulher que também já sonhei antes, mas há anos atrás. Ela passou me olhando sem dizer nada e foi para a rua, percebi que era um sonho mas achei melhor não ir atrás dela com medo de acordar, entrei na cozinha da casa e vi que tinha um monte de coisas bloqueando a entrada de um quarto, e havia alguém lá dentro. Percebi que quem estava lá era uma menina de uns 9 anos, com aparência oriental, com a qual também já sonhei há bastante tempo. Cumprimentei a menina e perguntei o que ela estava fazendo lá dentro do quarto, ela disse que a Kimberly tinha prendido ela lá. Eu supus que a Kimberly seria a mulher que passou por mim quando eu estava descendo os degraus. Pedi para que a menina viesse até a porta para eu tentar tirar ela de lá mas ela ficou com medo da tal Kimberly voltar e disse que não queria sair, então eu subi em um pedaço de madeira que estava bloqueando a porta e estendi a mão para ela, mas ela saiu correndo. Pensei em pular para dentro do quarto e ir procurá-la, mas senti que o sonho ia acabar, lembrei da técnica da Königin de segurar um objeto para tentar manter o sonho e segurei um enfeite de madeira que encontrei na mesa. Quando o sonho acabou permaneci imóvel, porém não sentia mais que estava segurando o objeto, havia alguém batendo no portão aqui de casa e eu não conseguia voltar para o sonho, desisti e levantei da cama.

Sonho 02:
Eu ainda estava com muito sono e deitei novamente, só me lembro de ter fechado os olhos e ter escutado alguns barulhos estranhos na porta da sala que me deixaram um pouco preocupada. Abri os olhos e o quarto estava normal, não percebi que já estava sonhando e continuava ouvindo os barulhos. Pensei que eram alucinações por eu estar com muito sono e disse para mim mesma que aquilo não era real, de repente os barulhos pararam. Ouvi passos de alguém pela casa e sentei na beirada da cama para tentar ver quem era, era a mestra quem estava andando do lado de fora do meu quarto, mas por algum motivo enfiei na cabeça que era a minha mãe andando ali, porém lembrei que minha mãe tinha saído antes de eu voltar a dormir, e desconfiei que aquilo era um sonho. Olhei para minhas mãos e estavam perfeitamente normais, então voltei a pensar que aquilo era real, a mestra ficou falando algumas coisas comigo mas eu não me lembro de nada. Acordei com minha mãe chegando em casa de verdade.

Sonho 03:
Levantei já sem sono e fiquei alguns minutos na cozinha, porém quando voltei para o quarto comecei de novo a sentir um sono absurdo. Me deitei mas disse para mim mesma que não queria mais dormir, fiquei deitada por alguns minutos e acabei fechando os olhos, passaram-se alguns segundo e eu comecei a ver uns flashes de luz, lembrei que não queria mais dormir e abri os olhos, porém quando abri, lá estava eu segurando o enfeite de madeira do sonho anterior na porta do quarto da mestra. Ao lado do quarto havia um sofá, no qual estava sentado um velhinho que eu tive a impressão de ter visto em algum dos dois sonhos anteriores, mas não me lembro em qual deles e nem o que ele estava fazendo. Fiquei lúcida por isso, vi que estava com meu vestido amarelo e por curiosidade olhei para minha mãos, estavam normais, eu apenas não conseguia mexer bem o meu polegar esquerdo. O velhinho perguntou o que eu estava fazendo e perguntou se eu queria um pouco do café que ele estava tomando, eu disse que não e já corri para a rua. Chegando lá vi um tio meu sentado na calçada me olhando de cara feia, e algumas pessoas rindo muito na porta de um bar na esquina. Fui correndo em direção às pessoas do bar e tentei voar, mas acabei caindo no chão, meu tio aproveitou e jogou uma pedra em minha direção, imaginei que a pedra ia sumir e apontei minha mão na direção dela, a pedra sumiu. Meu tio ficou bravo e eu fiquei rindo dele, depois fechei os olhos e imaginei que ia afundar no chão, assim que afundei fui rolando para o lado e imaginei que quando eu me levantasse já ia ter passado pela esquina onde estavam as tais pessoas, deu certo. Meu tio apareceu novamente e eu tentei voar de novo, dessa vez consegui e fui voando pra cima do meu tio e derrubei ele. Segui para a esquerda e continuei correndo, vi uma moça loira de cabelo curto e cacheado na porta de uma casa, fui até ela e perguntei se ela conhecia a Jillian, ela pensou um pouco e disse que não. Continuei andando e de repente a moça me chamou de volta, fui até lá e ela perguntou: “Você está falando daquela moça alta que mora ali na rua do lado?” Eu disse que sim e ela respondeu: “Sei quem é. Você conhece as outras duas?” Eu disse que não e perguntei quem eram as outras duas, porém uma voz de homem começou a gritar dentro da casa falando para que a moça saísse do portão e parasse de falar comigo, ela fez um gesto como se fosse para eu voltar depois, eu desisti e continuei correndo pela rua. Um pouco mais à frente me deparei com uma mulher fazendo uma espécie de ritual, ela molhava a cabeça de duas outras mulheres que estavam ajoelhadas com os braços abertos, elas pareciam estar hipnotizadas e falavam coisas estranhas, reparei que elas estavam com os vestidos que eu comprei no final do sonho do dia 22/02/16 postado aqui no diário. Achei melhor passar longe delas e continuei correndo pela rua, não sei como fui parar em um corredor, onde havia uma moça morena de cabelo crespo, perguntei se ela conhecia a Jillian, ela disse que não, e que tinha um compromisso, mas era para eu esperar que já já ela poderia falar comigo, acelerou o passo e entrou em uma sala. Eu sentei em um banquinho em frente à porta, porém apareceu um homem e sentou do meu lado, percebi que ele segurava uma faca, que ele escondeu quando percebeu que eu tinha visto. Levantei e percebi que não conseguia mais correr, comecei a rastejar e a engatinhar muito rápido pelo corredor, vi uma moça com cabelo cor de pêssego que estava sentada no chão no fim do corredor escrevendo em um caderno, assim que ela olhou para mim desapareceu. Cheguei ao lugar onde ela estava e encontrei um homem baixinho que parecia muito assustado comigo, perguntei se ele conhecia a Jillian, ele ficou boquiaberto e correu para uma portinha de vidro que dava para um lugar claro e com grama bem verde, onde estavam várias pessoas. Ele gritou para elas: “Pessoal, a filha da Jillian está aqui e está perguntando se a gente conhece ela.” Logo em seguida fechou a porta. Eu estava tão cansada que nem conseguia mais levantar, fiquei com medo de não conseguir atravessar a porta e o cara da faca vir atrás de mim, utilizei uma técnica para acordar e deu certo.

Interessante seus relatos, Érika. Você se agarrou ao enfeite de mes momentos antes de acordar e nao conseguiu voltar logo em seguida, mas na terceira cochilada, você voltou segurando o enfeite de mesa. feliz

Érika:
Relato do dia 22/04/16:

Eu estava andando pelo pátio de uma escola, mas não me lembro o que estava acontecendo lá, só lembro que em algum momento olhei para meu vestido e fiquei lúcida. Perto do portão de entrada da escola havia alguns blocos de concreto colados na parede e em cima de cada um dos blocos tinha uma garrafa. Comecei a brincar de derrubar as garrafas, eu apontava minha mão na direção delas e depois ia mexendo a mão para o lado e a garrafa se movimentava na mesma direção. Na hora de derrubar a última garrafa acabei fazendo um movimento brusco com a mão e a garrafa saiu voando e acertou a cabeça de um senhor de terno que parecia ser o diretor da escola, então ele disse que eu estava expulsa do colégio e apareceram dois seguranças enormes que me seguraram e me jogaram na rua. Lá fora estava passando um rapaz alto e eu pedi para ele me levantar, então ele se abaixou e eu subi nas costas dele, imaginei que o homem estava crescendo, de repente ele começou a ficar ainda mais alto e eu comecei a ver a cidade inteira lá de cima. Havia alguns lugares conhecidos da cidade onde moro e alguns outros lugares que não reconheci. O rapaz foi ficando tão alto que acabou tombando, eu caí de cima dele, atravessei o chão e acabei acordando.

Usar o rapaz como escada e fazê-lo crescer foi muito original. Jamais pensaria em algo assim. Vou tentar fazer isso no meu sonho, quando eu tiver uma oportunidade. feliz

Érika:
Relato dia 30/04/16

Eu estava na minha escola do ensino fundamental, a aula tinha terminado e os pais estavam no portão esperando as crianças saírem. Lembrei que eu não estudava mais lá e estava com o meu vestido amarelo que uso nos sonhos lúcidos. Mesmo sabendo que era um sonho decidi ficar lá com as crianças esperando alguém chegar para me buscar, até que surge um menino magrinho e bem pequeno do lado de fora acenando para mim, aparentava ter uns 7 anos de idade. Eu fui até ele e de repente todas as crianças já tinham ido embora. O menino disse que tinha ido me buscar, então eu perguntei quem tinha mandado ele ir até elá. Ele disse que ninguém havia mandado, mas era obrigação dele me levar para casa, depois segurou firme o meu braço e foi me puxando. Me soltei e disse que não iria com ele, porém ele disse que eu não tinha opção. Percebi que a rua da escola tinha se transformado em uma avenida larga com um gramado no meio, e era praticamente impossível atravessar com a quantidade de carros que estavam passando. Eu respondi: “Se você conseguir me alcançar, tudo bem.” Depois saí correndo pela avenida desviando dos carros e cheguei rapidamente do outro lado, então escutei uma batida e pessoas gritando que alguém havia sido atropelado. Olho para trás e vejo que era o menino, porém ele se transforma em um cachorro preto médio, se levanta e vai para o gramado no meio da avenida, depois fica me olhando com um olhar muito triste. Eu ignoro e começo a olhar algumas lojas que haviam surgido ao meu lado, até que chego a um bar onde havia algumas pessoas jogando sinuca, eu entro e me deparo com a mestra sentada com um cara jogando um jogo de cartas que parecia ser muito interessante. Ao lado deles havia uma mesa com muito dinheiro, e havia um outro cara observando o jogo. Eu toquei nas notas e a mestra disse para eu não fugir com o dinheiro dela. Perguntei onde ela arrumou tanto dinheiro e o cara que estava observando disse que ela tinha conseguido tudo aquilo no jogo de cartas, e que ninguém do bar conseguia ganhar dela. Cheguei perto dela para tentar ver melhor como funcionava o jogo mas ela não queria que eu visse pois estava atrapalhando, perguntei se ela poderia me ensinar a jogar e ela disse que só quando tivesse tempo. Perguntei se ela me ensinaria em um outro sonho, ela riu e disse que ia pensar. Um dos caras me ofereceu uma garrafa de bebida sem rótulo, a mestra tomou a garrafa e disse que eu não podia beber, os caras ficaram rindo e eu saí do bar para tentar encontrar o cachorro preto, porém acordei.

A mestra é chegada numa jogatina..hehehe! Quem sabe, ela realmente te ensina as regras do jogo de cartas no próximo sonho. Seria muita legal. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Maio 07, 2016 8:51 pm
Brazuko escreveu:Estou impressionado com a interligação dos seus sonhos. Parecem capítulos de um livro que se completam com o decorrer das páginas.
Essa mestra é uma personagem bastante enigmática. E que personalidade forte. Ela tem um jeito próprio de cuidar de você, porém ela gosta de ficar te "cutucando" pra ver se você "perde a linha" hahaha.
E aquela grana toda que ela tinha no bar! Sei não heim! Ta me cheirando falcatrua essa paradinha ai dela dizer que foi tudo conseguido no jogo de cartas. Essa graninha deve estar vindo de "paranauês eticamente ilícitos" como o esqueminha do "filme adulto" do sonho anterior
gargalhada gargalhada gargalhada

Espero entender algum dia o motivo de a mestra e alguns outros personagens insistirem em ficar aparecendo sempre nos meus sonhos. Apesar da personalidade forte hoje em dia ela está bem mais amigável do que antes, quando eu era pequena ficava até com medo de sonhar com ela.
Em relação à grana, não sei se ela conseguiu só no jogo, mas ela tem talento pra conseguir dinheiro porque de vez em quando ela aparece com umas notas gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Maio 07, 2016 8:55 pm
Königin escreveu:
Érika:

Érika escreveu:Obrigada pela dica Königin  muito feliz Acho que vai dar mais certo ser menos direta mesmo, vou tentar lembrar disso quando sonhar com ela outra vez.

Relatos do dia 17/04/16:

Sonho 01:
Fiquei deitada de olhos fechados sem me mexer por vários minutos, depois comecei a ver imagens de algumas casas, imaginei que eu ia entrar em um sonho naquela rua, forcei a visão e pouco depois o sonho começou. No sonho eu estava em uma rua um pouco diferente da que eu estava vendo, com a qual já sonhei antes, segui até uma casa com um portão azul, na qual eu havia entrado nesse outro sonho, desci os degraus que levavam do portão até a entrada da cozinha e no meio do caminho passei por uma mulher que também já sonhei antes, mas há anos atrás. Ela passou me olhando sem dizer nada e foi para a rua, percebi que era um sonho mas achei melhor não ir atrás dela com medo de acordar, entrei na cozinha da casa e vi que tinha um monte de coisas bloqueando a entrada de um quarto, e havia alguém lá dentro. Percebi que quem estava lá era uma menina de uns 9 anos, com aparência oriental, com a qual também já sonhei há bastante tempo. Cumprimentei a menina e perguntei o que ela estava fazendo lá dentro do quarto, ela disse que a Kimberly tinha prendido ela lá. Eu supus que a Kimberly seria a mulher que passou por mim quando eu estava descendo os degraus. Pedi para que a menina viesse até a porta para eu tentar tirar ela de lá mas ela ficou com medo da tal Kimberly voltar e disse que não queria sair, então eu subi em um pedaço de madeira que estava bloqueando a porta e estendi a mão para ela, mas ela saiu correndo. Pensei em pular para dentro do quarto e ir procurá-la, mas senti que o sonho ia acabar, lembrei da técnica da Königin de segurar um objeto para tentar manter o sonho e segurei um enfeite de madeira que encontrei na mesa. Quando o sonho acabou permaneci imóvel, porém não sentia mais que estava segurando o objeto, havia alguém batendo no portão aqui de casa e eu não conseguia voltar para o sonho, desisti e levantei da cama.

Sonho 02:
Eu ainda estava com muito sono e deitei novamente, só me lembro de ter fechado os olhos e ter escutado alguns barulhos estranhos na porta da sala que me deixaram um pouco preocupada. Abri os olhos e o quarto estava normal, não percebi que já estava sonhando e continuava ouvindo os barulhos. Pensei que eram alucinações por eu estar com muito sono e disse para mim mesma que aquilo não era real, de repente os barulhos pararam. Ouvi passos de alguém pela casa e sentei na beirada da cama para tentar ver quem era, era a mestra quem estava andando do lado de fora do meu quarto, mas por algum motivo enfiei na cabeça que era a minha mãe andando ali, porém lembrei que minha mãe tinha saído antes de eu voltar a dormir, e desconfiei que aquilo era um sonho. Olhei para minhas mãos e estavam perfeitamente normais, então voltei a pensar que aquilo era real, a mestra ficou falando algumas coisas comigo mas eu não me lembro de nada. Acordei com minha mãe chegando em casa de verdade.

Sonho 03:
Levantei já sem sono e fiquei alguns minutos na cozinha, porém quando voltei para o quarto comecei de novo a sentir um sono absurdo. Me deitei mas disse para mim mesma que não queria mais dormir, fiquei deitada por alguns minutos e acabei fechando os olhos, passaram-se alguns segundo e eu comecei a ver uns flashes de luz, lembrei que não queria mais dormir e abri os olhos, porém quando abri, lá estava eu segurando o enfeite de madeira do sonho anterior na porta do quarto da mestra. Ao lado do quarto havia um sofá, no qual estava sentado um velhinho que eu tive a impressão de ter visto em algum dos dois sonhos anteriores, mas não me lembro em qual deles e nem o que ele estava fazendo. Fiquei lúcida por isso, vi que estava com meu vestido amarelo e por curiosidade olhei para minha mãos, estavam normais, eu apenas não conseguia mexer bem o meu polegar esquerdo. O velhinho perguntou o que eu estava fazendo e perguntou se eu queria um pouco do café que ele estava tomando, eu disse que não e já corri para a rua. Chegando lá vi um tio meu sentado na calçada me olhando de cara feia, e algumas pessoas rindo muito na porta de um bar na esquina. Fui correndo em direção às pessoas do bar e tentei voar, mas acabei caindo no chão, meu tio aproveitou e jogou uma pedra em minha direção, imaginei que a pedra ia sumir e apontei minha mão na direção dela, a pedra sumiu. Meu tio ficou bravo e eu fiquei rindo dele, depois fechei os olhos e imaginei que ia afundar no chão, assim que afundei fui rolando para o lado e imaginei que quando eu me levantasse já ia ter passado pela esquina onde estavam as tais pessoas, deu certo. Meu tio apareceu novamente e eu tentei voar de novo, dessa vez consegui e fui voando pra cima do meu tio e derrubei ele. Segui para a esquerda e continuei correndo, vi uma moça loira de cabelo curto e cacheado na porta de uma casa, fui até ela e perguntei se ela conhecia a Jillian, ela pensou um pouco e disse que não. Continuei andando e de repente a moça me chamou de volta, fui até lá e ela perguntou: “Você está falando daquela moça alta que mora ali na rua do lado?” Eu disse que sim e ela respondeu: “Sei quem é. Você conhece as outras duas?” Eu disse que não e perguntei quem eram as outras duas, porém uma voz de homem começou a gritar dentro da casa falando para que a moça saísse do portão e parasse de falar comigo, ela fez um gesto como se fosse para eu voltar depois, eu desisti e continuei correndo pela rua. Um pouco mais à frente me deparei com uma mulher fazendo uma espécie de ritual, ela molhava a cabeça de duas outras mulheres que estavam ajoelhadas com os braços abertos, elas pareciam estar hipnotizadas e falavam coisas estranhas, reparei que elas estavam com os vestidos que eu comprei no final do sonho do dia 22/02/16 postado aqui no diário. Achei melhor passar longe delas e continuei correndo pela rua, não sei como fui parar em um corredor, onde havia uma moça morena de cabelo crespo, perguntei se ela conhecia a Jillian, ela disse que não, e que tinha um compromisso, mas era para eu esperar que já já ela poderia falar comigo, acelerou o passo e entrou em uma sala. Eu sentei em um banquinho em frente à porta, porém apareceu um homem e sentou do meu lado, percebi que ele segurava uma faca, que ele escondeu quando percebeu que eu tinha visto. Levantei e percebi que não conseguia mais correr, comecei a rastejar e a engatinhar muito rápido pelo corredor, vi uma moça com cabelo cor de pêssego que estava sentada no chão no fim do corredor escrevendo em um caderno, assim que ela olhou para mim desapareceu. Cheguei ao lugar onde ela estava e encontrei um homem baixinho que parecia muito assustado comigo, perguntei se ele conhecia a Jillian, ele ficou boquiaberto e correu para uma portinha de vidro que dava para um lugar claro e com grama bem verde, onde estavam várias pessoas. Ele gritou para elas: “Pessoal, a filha da Jillian está aqui e está perguntando se a gente conhece ela.” Logo em seguida fechou a porta. Eu estava tão cansada que nem conseguia mais levantar, fiquei com medo de não conseguir atravessar a porta e o cara da faca vir atrás de mim, utilizei uma técnica para acordar e deu certo.

Interessante seus relatos, Érika. Você se agarrou ao enfeite de mes momentos antes de acordar e nao conseguiu voltar logo em seguida, mas na terceira cochilada, você voltou segurando o enfeite de mesa. feliz

Érika:
Relato do dia 22/04/16:

Eu estava andando pelo pátio de uma escola, mas não me lembro o que estava acontecendo lá, só lembro que em algum momento olhei para meu vestido e fiquei lúcida. Perto do portão de entrada da escola havia alguns blocos de concreto colados na parede e em cima de cada um dos blocos tinha uma garrafa. Comecei a brincar de derrubar as garrafas, eu apontava minha mão na direção delas e depois ia mexendo a mão para o lado e a garrafa se movimentava na mesma direção. Na hora de derrubar a última garrafa acabei fazendo um movimento brusco com a mão e a garrafa saiu voando e acertou a cabeça de um senhor de terno que parecia ser o diretor da escola, então ele disse que eu estava expulsa do colégio e apareceram dois seguranças enormes que me seguraram e me jogaram na rua. Lá fora estava passando um rapaz alto e eu pedi para ele me levantar, então ele se abaixou e eu subi nas costas dele, imaginei que o homem estava crescendo, de repente ele começou a ficar ainda mais alto e eu comecei a ver a cidade inteira lá de cima. Havia alguns lugares conhecidos da cidade onde moro e alguns outros lugares que não reconheci. O rapaz foi ficando tão alto que acabou tombando, eu caí de cima dele, atravessei o chão e acabei acordando.

Usar o rapaz como escada e fazê-lo crescer foi muito original. Jamais pensaria em algo assim. Vou tentar fazer isso no meu sonho, quando eu tiver uma oportunidade. feliz

Érika:
Relato dia 30/04/16

Eu estava na minha escola do ensino fundamental, a aula tinha terminado e os pais estavam no portão esperando as crianças saírem. Lembrei que eu não estudava mais lá e estava com o meu vestido amarelo que uso nos sonhos lúcidos. Mesmo sabendo que era um sonho decidi ficar lá com as crianças esperando alguém chegar para me buscar, até que surge um menino magrinho e bem pequeno do lado de fora acenando para mim, aparentava ter uns 7 anos de idade. Eu fui até ele e de repente todas as crianças já tinham ido embora. O menino disse que tinha ido me buscar, então eu perguntei quem tinha mandado ele ir até elá. Ele disse que ninguém havia mandado, mas era obrigação dele me levar para casa, depois segurou firme o meu braço e foi me puxando. Me soltei e disse que não iria com ele, porém ele disse que eu não tinha opção. Percebi que a rua da escola tinha se transformado em uma avenida larga com um gramado no meio, e era praticamente impossível atravessar com a quantidade de carros que estavam passando. Eu respondi: “Se você conseguir me alcançar, tudo bem.” Depois saí correndo pela avenida desviando dos carros e cheguei rapidamente do outro lado, então escutei uma batida e pessoas gritando que alguém havia sido atropelado. Olho para trás e vejo que era o menino, porém ele se transforma em um cachorro preto médio, se levanta e vai para o gramado no meio da avenida, depois fica me olhando com um olhar muito triste. Eu ignoro e começo a olhar algumas lojas que haviam surgido ao meu lado, até que chego a um bar onde havia algumas pessoas jogando sinuca, eu entro e me deparo com a mestra sentada com um cara jogando um jogo de cartas que parecia ser muito interessante. Ao lado deles havia uma mesa com muito dinheiro, e havia um outro cara observando o jogo. Eu toquei nas notas e a mestra disse para eu não fugir com o dinheiro dela. Perguntei onde ela arrumou tanto dinheiro e o cara que estava observando disse que ela tinha conseguido tudo aquilo no jogo de cartas, e que ninguém do bar conseguia ganhar dela. Cheguei perto dela para tentar ver melhor como funcionava o jogo mas ela não queria que eu visse pois estava atrapalhando, perguntei se ela poderia me ensinar a jogar e ela disse que só quando tivesse tempo. Perguntei se ela me ensinaria em um outro sonho, ela riu e disse que ia pensar. Um dos caras me ofereceu uma garrafa de bebida sem rótulo, a mestra tomou a garrafa e disse que eu não podia beber, os caras ficaram rindo e eu saí do bar para tentar encontrar o cachorro preto, porém acordei.

A mestra é chegada numa jogatina..hehehe! Quem sabe, ela realmente te ensina as regras do jogo de cartas no próximo sonho. Seria muita legal. gargalhada

Königin, a técnica de segurar o objeto realmente funcionou, um pouco atrasada mas funcionou gargalhada

Foi muito legal ver a cidade enquanto eu estava em cima do cara, nem sei como tive essa ideia na hora. Seria legal se a mestra me ensinasse aquele jogo, não sei porquê, mas parece ser um dos jogos mais legais que eu já vi. olhos girando


Última edição por Érika em Sab Maio 07, 2016 9:07 pm, editado 1 vez(es)
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Relato dia 06/05/16

em Sab Maio 07, 2016 9:04 pm
Eu estava com meu irmão em um prédio que parecia ser da minha escola do ensino médio, estava tendo uma festa naquele prédio, mas eu não entendi o porquê. Eu estava sentada na escada tentando entender o que estava acontecendo até que meu celular começou a tocar, assim que eu atendi senti como se eu tivesse saído do meu corpo, comecei a ver a imagem da sala de uma casa que eu não me lembro de ter visto antes, lá havia um sofá bege no qual estava sentada a mestra, porém eu estranhei bastante pois ela não estava com a roupa preta que ela costuma usar, estava usando uma blusa e uma minissaia rosa, parecia ter uma outra pessoa na casa com ela, mas eu não vi quem era. Ela estava falando ao telefone e pela voz percebi que ela estava falando comigo. Ela perguntou: “Onde você está?” A minha voz no telefone respondeu que estava em uma festa estranha, mas não sabia exatamente onde ficava. Então a mestra disse: “Desce aqui embaixo onde eu estou, vou te esperar aqui, é só ir descendo a rua.” Nesse momento eu parei de ver a imagem da sala onde ela estava e voltei para o meu corpo, ainda estava sentada na escada com o celular na mão, e então eu respondi para a mestra que já estava indo procurá-la. Saí do prédio e comecei a descer a rua, de repente minha mãe apareceu ao meu lado e foi descendo comigo, chegamos a um lugar onde a rua se dividia em três caminhos, perguntei à minha mãe para onde iríamos e ela disse que não sabia. No primeiro caminho havia vários homens armados, no segundo havia uma mulher de vestido branco com o cabelo todo bagunçado deitada no chão e falando sozinha, no terceiro caminho havia um corredor que parecia dar acesso a um dos laboratórios da escola. Chamei minha mãe para passarmos pelo corredor, ela disse que iria comigo, mas não ia conversar com ninguém daquele laboratório de veterinária. Fiquei sem entender e entrei no corredor, chegamos a uma sala onde havia três pessoas sentadas em cadeiras giratórias, porém elas estavam completamente adormecidas, na frente delas havia uma grande caixa de vidro com alguns órgãos dentro. Tentei acordar as pessoas mas não consegui, resolvi sair daquela sala, porém havia uma mulher sentada perto da porta de saída, e minha mãe começou a conversar com ela. Minha mãe perguntou para a mulher se ela era a chefe do laboratório de veterinária, a mulher disse que sim, e nesse momento percebi que ela tinha os olhos completamente vermelhos. Minha mãe parou de falar e começou a cair adormecida, então a mulher de olhos vermelhos pulou em cima de mim e me derrubou no chão. Eu perguntei o que ela queria e ela disse que eu tinha que passar por uma transformação, depois fincou uma seringa com um líquido laranja na minha perna, aquilo doeu muito e eu comecei a xingar a mulher de um monte de coisa, disse também que eu sabia que aquilo era um sonho e que se eu acordasse ia voltar e ir atrás dela  gargalhada , ela ficou um pouco espantada e de repente os olhos dela foram voltando a ter cor normal, ela me soltou e eu acordei.
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Relato dia 11/05/16

em Qua Maio 11, 2016 3:33 pm
Eu estava subindo a rua principal da universidade, era noite e eu estava indo para a aula, até que vejo meu professor descendo a rua para ir embora, ele fica me olhando de um jeito estranho e eu fico me perguntando o porquê de o professor estar indo embora sendo que ele tinha que dar aula. Continuei subindo em direção ao prédio onde estudo, porém comecei a sentir que havia alguém me perseguindo, um ladrão ou algo assim, portanto resolvi mudar o meu caminho e acabei indo parar em um prédio que não existe na realidade. Assim que entrei, encontrei uma sala com uma porta de vidro, abri e encontrei uns caras de terno que estavam em uma reunião, um deles era o humorista Tiririca.  maluco  Fiquei lúcida na hora e lembrei que eu estava planejando fazer alguma coisa específica no sonho, mas não sabia que era a técnica do grande corredor das portas do Brazuko. Saí daquela sala e entrei em outra, lá encontrei uma mulher de vestido azul, perguntei à ela: “Eu tinha planejado fazer alguma coisa nesse sonho… o que era?” Ela pensou um pouco e disse: “Não sei, acho que você estava procurando a saída.” Relacionei “saída” com “porta” e me lembrei da técnica do corredor, agradeci a mulher e fui tentar encontrar minha chave, porém não estava achando ela em lugar algum, tentei transformar alguns objetos que ali estavam na minha chave, mas eles se transformavam em tudo, menos na chave. Vi uma velha gordinha que estava sentada escrevendo alguma coisa, fui até ela e perguntei onde ficava o corredor das portas, ela foi muito antipática e falou pra eu ir procurar porque ela nem sabia o que era isso. “A senhora pegou a minha chave?” Perguntei eu. Ela ficou muito brava e falou pra eu sair de perto dela, nesse momento senti que tinha um treco preso na minha calcinha, olhei e era a chave do guarda-roupas. Peguei a chave e tentei levitá-la, porém não consegui, resolvi usar a chave pra abrir uma porta de vidro que estava no canto da sala, porém a mulher de vestido azul disse que eu não podia sair por ali, quando olhei de novo para a porta a fechadura tinha sumido. A mulher disse que a única saída era pela sala onde estava o Tiririca, então eu voltei para lá. Tentei fazer a chave levitar novamente, porém ela começou a levitar e sumiu, fiquei com muita raiva, mas lembrei do que eu tinha feito da primeira vez, fui até o Tiririca e perguntei : “Por acaso você pegou a minha chave?” Ele abriu um sorrisinho e disse: “Não senhora, quer que eu pegue?” Senti de novo que havia um treco preso na minha calcinha e percebi que era a chave, não aguentei sem rir e disse para o Tiririca que eu já tinha encontrado ela. vergonha  Ele ficou rindo e foi até uma porta de vidro que estava no canto da sala e a abriu, eu fui fechar a porta novamente para trancá-la com minha chave e imaginar que ia para o corredor das portas, quando cheguei lá percebi que a porta dava para um buraco de uns 5 metros de altura, a mulher de vestido azul apareceu atrás de mim e me empurrou no buraco, depois saiu falando: “Essa menina estúpida acha que pode enganar a gente.” Tentei me levantar para sair do buraco, mas acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Maio 11, 2016 5:36 pm
Érika escreveu:disse também que eu sabia que aquilo era um sonho e que se eu acordasse ia voltar e ir atrás dela  gargalhada ,

kk gargalhada kk gargalhada kk Eu ri alto dessa parte! Até eu aqui fiquei com medo dessa mulher doida. O que será que ela injetou em você e de que tipo de transformação ela se referia? Muito misterioso esse sonho.
_______________________________________________________________________________
Sobre o sonho de hoje (11/05)

Caramba! explicitamente seu subconsciente não quis deixar você encontrar o grande corredor das portas. Será que ele teme o fato de você querer conquistar tamanho poder de controle sobre ele? Muito interessante esse sonho. Vou analisá-lo bem a fundo e tentar extrair informações valiosas. Quando você começar os testes de realidade com a chave totem no decorrer do dia pode ser que facilite as coisas. Também não se esqueça da principal autossugestão da técnica:
"O grande corredor das portas é a principal fonte do meu subconsciente que dá acesso a qualquer tipo de sonho que eu quiser ter, quando eu ficar lúcido no sonho, eu vou me lembrar de ir pra lá".


muito feliz Já consegue ficar lúcido nos sonhos? Então se puder, ajude a testar a TÉCNICA DO GRANDE CORREDOR DAS PORTAS COM TOTEM para controle indireto e parcial de cenários, personagens e ações muito feliz
http://sonhoslucidos.forumeiros.com/t1438-tecnica-do-grande-corredor-das-portas-com-totem-em-fase-de-testes
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sex Maio 27, 2016 4:50 pm
Brazuko:

Érika escreveu:disse também que eu sabia que aquilo era um sonho e que se eu acordasse ia voltar e ir atrás dela  gargalhada ,

kk gargalhada kk gargalhada kk Eu ri alto dessa parte! Até eu aqui fiquei com medo dessa mulher doida. O que será que ela injetou em você e de que tipo de transformação ela se referia? Muito misterioso esse sonho.
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Sobre o sonho de hoje (11/05)

Caramba! explicitamente seu subconsciente não quis deixar você encontrar o grande corredor das portas. Será que ele teme o fato de você querer conquistar tamanho poder de controle sobre ele? Muito interessante esse sonho. Vou analisá-lo bem a fundo e tentar extrair informações valiosas. Quando você começar os testes de realidade com a chave totem no decorrer do dia pode ser que facilite as coisas. Também não se esqueça da principal autossugestão da técnica:
"O grande corredor das portas é a principal fonte do meu subconsciente que dá acesso a qualquer tipo de sonho que eu quiser ter, quando eu ficar lúcido no sonho, eu vou me lembrar de ir pra lá".

Brazuko que bom que não deu pra ver que transformação era aquela que a mulher estava falando, pois tenho impressão que não seria boa coisa gargalhada

Eu nunca me lembro de fazer os testes de realidade durante o dia, por isso estou tendo muita dificuldade de fazer a técnica. Mas vou continuar tentando, e eu realmente estava me esquecendo da parte da autossugestão.
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Relato dia 27/05/16

em Sex Maio 27, 2016 4:56 pm
Acordei cedo e voltei a dormir imaginando que ia ter um sonho lúcido, não me mexi mais e quando percebi já estava sonhando. Tentei ir para o grande corredor das portas, ainda não foi dessa vez, porém quase consegui chegar à casa do meu primeiro sl da vida. (Relato aqui)

Relato de hoje:

O sonho começou com um clarão, o dia estava ensolarado e eu não sabia que lugar era aquele. Era uma rua larga, a maior parte dela era ocupada por lotes vagos, ela dava acesso a algumas estradas de terra, tinha muita areia espalhada pela rua. No lado esquerdo da rua, bem no começo, havia uma casa com um portão branco grande, não sei o motivo, mas eu sentia que aquele lugar não me era estranho, e que eu já havia passado por ali antes. Pensei um pouco, e lembrei da técnica do corredor das portas, porém eu estava sem chave. Fiquei mexendo no meu vestido amarelo à procura de uma chave, mas não encontrei, olhei no meio da areia, nas árvores, e não encontrava nada, até que olhei ao redor, e vi um senhor magrinho de chapéu marrom descendo a rua com uma enxada na mão. Fui até ele e perguntei se ele tinha uma chave para me emprestar para que eu pudesse abrir o portão branco, tivemos a seguinte conversa:

“Tem certeza que quer abrir? Pra quê vai fazer isso?” – Perguntou ele.
“Tenho sim, é que eu quero testar a técnica do corredor das portas.”
“Mas não é bem assim que funciona.” – Disse ele, rindo.
“O senhor conhece a técnica?”
“Mais ou menos, mais ou menos… Qual chave você quer?” – Respondeu ele, tirando um chaveiro do bolso.

Eu disse que podia ser qualquer uma, ele retirou a primeira chave do chaveiro e me entregou, em seguida disse que tinha que ir trabalhar e continuou descendo a rua. Perguntei onde ele trabalhava, mas ele apenas me desejou boa sorte. Fui até o portão e coloquei a chave, imaginando que ia para o grande corredor das portas, lá dentro eu pretendia abrir uma das portas e chegar à casa do meu primeiro sl da vida. Consegui abrir o portão e saí na varanda de uma casa, lá dentro não tinha ninguém. O sonho começou a se desestabilizar, com medo de acordar eu acabei saindo da casa, porém não saí na rua em que eu estava antes, era uma outra parecida com uma que tem aqui no meu bairro. Fiquei um pouco confusa, mas pensei: “Se essa for a rua do meu bairro, a casa da minha tia fica bem perto daqui.” Nesse momento, lembrei que o primeiro sl que eu tive começava em uma casa que parecia muito com a casa da minha tia. Saí correndo com o objetivo de encontrar a casa dela, e rapidamente cheguei ao meu destino. Usei a chave que o senhor tinha me dado para abrir o portão. Parecia que tinha alguém lá dentro, mas eu não queria que essa pessoa me visse. Havia um cachorro amarelo no segundo andar, e ele começou a latir quando me viu. Eu fechei o portão novamente, dei uma volta correndo pela rua, e voltei para o portão disposta a entrar dessa vez. Abri o portão novamente e a casa estava sombria, o ambiente estava um pouco escuro, o cachorro havia sumido e eu não sentia mais nenhuma presença lá dentro. A porta da sala da casa estava fechada e tampada com uma cortina, a entrada do corredor pelo qual eu passei no meu primeiro sl estava fechada com uma grade preta, e não existia mais a passagem que dava acesso à casa do velhinho que ficava nos fundos daquela. Fiquei um pouco frustrada, mas decidi atravessar a grade. No lado esquerdo do corredor havia uma outra grade, tampando uma passagem que dava acesso ao interior da casa da minha tia. Eu atravessei ela também, a casa estava muito sombria, ouvi o barulho da televisão ligada e fui andando com cuidado na direção da sala, e como já era de se esperar, encontro ninguém menos que a mestra sentada no sofá, com o arco verde na cabeça. Fiquei com muito medo e tentei sair de fininho para que ela não me visse, porém ela foi mais rápida que eu, olhou em minha direção e fechou levemente os olhos de um jeito estranho, eu acabei caindo e não conseguia mais levantar, quanto mais eu tentava levantar só piorava a situação. “Eu não queria nada com você não, só estava procurando aquele velhinho que fica lá nos fundos da casa, você sabe quem é?” Perguntei eu. “Não interessa pra você, nem pra mim.” Respondeu ela. Não aguentei e comecei a xingar ela de tudo o que vinha na minha cabeça, então ela levantou do sofá, fiquei com medo e fechei os olhos imaginando que ia afundar no chão e ir para outro lugar, porém acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

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