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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Out 22, 2016 9:41 pm
Esse sonho foi bem diferente dos outros do seu diário,ou estou enganado?Ainda não tinha lido algo parecido por aqui.Foi bem interessante . O que você sentiu ao se ver?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Out 22, 2016 10:03 pm
Realmente foi diferente André, fiquei um pouco impressionada com ele, pois não costumo ter sonhos nesse estilo. Quando me vi dentro do rio deu um desespero danado, parecia que ia começar a chover forte e fiquei com medo de o nível da água subir. Por outro lado, no final do sonho, quando eu vi a suposta casa da mestra naquela cidade foi uma das melhores sensações que eu já tive em um sonho.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Ter Out 25, 2016 10:15 pm
Spoiler:
Érika escreveu:Acordei porque estavam fazendo muito barulho aqui em casa, mas eu estava exausta e acabei dormindo novamente pouco tempo depois. Tive um falso despertar, estava usando meu vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, porém nem dei atenção a isso, levantei da cama e fui para cozinha, comecei a reclamar que estava muito cansada e não conseguia dormir, alguém me disse que já estava tarde e não era mais hora de dormir, fiquei brava e tentei gritar alguma coisa, porém minha voz não saía quando eu tentava gritar. Achei aquilo estranho e voltei para a cama, senti muito sono e ao fechar os olhos comecei a ver imagens hipnagógicas. Eu não sabia que já estava sonhando, mas sabia que aquela era uma boa oportunidade para entrar lúcida em um sonho. Me concentrei nas imagens, eu via algumas montanhas, o céu estava nublado, havia uma garota dentro de um rio e ela estava quase se afogando, comecei a ouvir uma música um pouco distorcida e a garota gritando por socorro, fiquei com medo de aquilo virar um pesadelo e tentei abrir os olhos, porém não conseguia. De repente comecei a ouvir a voz de um personagem que gosto muito, com o qual sonho raramente, foi aí que percebi que eu já estava sonhando desde o começo. Ele perguntou se eu não ia tentar entrar no sonho (o da menina no rio), eu respondi mentalmente que não, pois não queria ter um pesadelo. Ele disse que não precisava ser um pesadelo e que poderia me ajudar a modificar aquilo, me concentrei e entrei naquele sonho, ou seja, entrei em um sonho lúcido dentro de um outro sonho. Assim que entrei no sonho percebi que eu era a menina que estava dentro do rio, a água estava gelada e eu estava quase afundando, ouvi novamente a voz do homem, que pediu para que eu olhasse para as montanhas que estavam ali por perto, ele perguntou: “Estas montanhas impedem que você saia daqui, como modificar isso?” Respondi que era só imaginar um céu azul e sem aquelas montanhas ali, e depois eu poderia sair voando. Consegui fazer as montanhas desaparecerem e o céu ficou azul, porém não conseguia voar, o homem disse que ia me ajudar e eu comecei a voar, aliás nunca consegui voar com tanta facilidade como daquele jeito. Saí voando sem rumo e ele perguntou o que eu queria fazer, eu não conseguia pensar em nada interessante, então disse que queria encontrar a mestra. Na hora em que eu disse isso, tudo ficou escuro e surgiu uma imagem do bairro onde eu costumo sonhar com ela, porém o homem disse: “Você não precisa ficar se limitando a este lugar, venha, vamos procurá-la em outro lugar.” Apareci voando novamente, porém agora estava seguindo em direção a um lugar muito bonito, que nunca vi antes, me lembro de ter visto algumas montanhas, depois um rio e algumas casas e prédios, perguntei ao homem que lugar era aquele e ele disse que era a Baviera. Não ajudou muito e eu continuei sem saber onde estava, então decidi prestar atenção em algum detalhe específico da paisagem para procurar quando acordasse. Continuei voando, passei perto de um lugar que parecia um aeroporto, depois o homem pediu para que eu seguisse para a direita e fui para um lugar mais afastado, não sei se era uma parte diferente da mesma cidade ou se era outra cidade. O homem pediu para que eu descesse e eu aterrissei em cima de um pequeno prédio, o homem me mostrou uma rua que havia ali por perto e mandou eu ir até lá, tentei voar novamente, porém estava indo muito devagar, o homem disse que eu não devia ficar impulsionando o corpo para a frente, e devia me concentrar nos meus pés. Segui a dica dele e consegui chegar ao lugar que ele tinha falado, a rua era calma e bem bonita, porém ficava em um lugar bem discreto, o homem pediu para que eu observasse as casas que haviam ali, senti algo estranho ao observá-las e creio que perdi um pouco da lucidez, em seguida o homem perguntou : “Qual dessas casas você acha que é a dela?” Apontei com toda certeza para uma das casas que haviam ali, de repente o cenário mudou um pouco e todas as casas tiveram a aparência alterada. Fiquei confusa e acabei acordando. Ao acordar liguei o computador para pesquisar sobre o lugar do sonho, me lembrei de um prédio azul com janelas brancas muito bonito que havia lá e acabei encontrando um prédio bem parecido que fica em um lugar chamado Bamberg.
Imagem: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bamberg_Untere_Br%C3%BCcke_Hellerhaus.jpg

Já tive isso de ter imagens hipnagógicas enquanto sonhava. Muito interessante como você criou um mundo onírico com tantos personagens e temas frequentes! Você já viu a aparência desse personagem que te guiou pelo sonho?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Out 26, 2016 12:07 pm
Esse foi um sonho diferente mesmo. Aliás esse personagem parece ser bem legal e te ajudou bastante sem muita rage, será que a mestra ficaria com ciúmes?? HAHAHAHA
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qui Out 27, 2016 10:32 am
Érika, gostei muito da casa azul e fui ler um pouco sobre a cidade de Bamberg. Hoje eu tive um sonhei com a cidade. Fui procurar a casa azul.
Confesso que fiquei encantada pela Bamberg e quero conhecê-la.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Nov 26, 2016 8:16 pm
Werne escreveu:
Spoiler:

Érika escreveu:Acordei porque estavam fazendo muito barulho aqui em casa, mas eu estava exausta e acabei dormindo novamente pouco tempo depois. Tive um falso despertar, estava usando meu vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, porém nem dei atenção a isso, levantei da cama e fui para cozinha, comecei a reclamar que estava muito cansada e não conseguia dormir, alguém me disse que já estava tarde e não era mais hora de dormir, fiquei brava e tentei gritar alguma coisa, porém minha voz não saía quando eu tentava gritar. Achei aquilo estranho e voltei para a cama, senti muito sono e ao fechar os olhos comecei a ver imagens hipnagógicas. Eu não sabia que já estava sonhando, mas sabia que aquela era uma boa oportunidade para entrar lúcida em um sonho. Me concentrei nas imagens, eu via algumas montanhas, o céu estava nublado, havia uma garota dentro de um rio e ela estava quase se afogando, comecei a ouvir uma música um pouco distorcida e a garota gritando por socorro, fiquei com medo de aquilo virar um pesadelo e tentei abrir os olhos, porém não conseguia. De repente comecei a ouvir a voz de um personagem que gosto muito, com o qual sonho raramente, foi aí que percebi que eu já estava sonhando desde o começo. Ele perguntou se eu não ia tentar entrar no sonho (o da menina no rio), eu respondi mentalmente que não, pois não queria ter um pesadelo. Ele disse que não precisava ser um pesadelo e  que poderia me ajudar a modificar aquilo, me concentrei e entrei naquele sonho, ou seja, entrei em um sonho lúcido dentro de um outro sonho. Assim que entrei no sonho percebi que eu era a menina que estava dentro do rio, a água estava gelada e eu estava quase afundando, ouvi novamente a voz do homem, que pediu para que eu olhasse para as montanhas que estavam ali por perto, ele perguntou: “Estas montanhas impedem que você saia daqui, como modificar isso?” Respondi que era só imaginar um céu azul e sem aquelas montanhas ali, e depois eu poderia sair voando. Consegui fazer as montanhas desaparecerem e o céu ficou azul, porém não conseguia voar, o homem disse que ia me ajudar e eu comecei a voar, aliás nunca consegui voar com tanta facilidade como daquele jeito. Saí voando sem rumo e ele perguntou o que eu queria fazer, eu não conseguia pensar em nada interessante, então disse que queria encontrar a mestra. Na hora em que eu disse isso, tudo ficou escuro e surgiu uma imagem do bairro onde eu costumo sonhar com ela, porém o homem disse: “Você não precisa ficar se limitando a este lugar, venha, vamos procurá-la em outro lugar.” Apareci voando novamente, porém agora estava seguindo em direção a um lugar muito bonito, que nunca vi antes, me lembro de ter visto algumas montanhas, depois um rio e algumas casas e prédios, perguntei ao homem que lugar era aquele e ele disse que era a Baviera. Não ajudou muito e eu continuei sem saber onde estava, então decidi prestar atenção em algum detalhe específico da paisagem para procurar quando acordasse. Continuei voando, passei perto de um lugar que parecia um aeroporto, depois o homem pediu para que eu seguisse para a direita e fui para um lugar mais afastado, não sei se era uma parte diferente da mesma cidade ou se era outra cidade. O homem pediu para que eu descesse e eu aterrissei em cima de um pequeno prédio, o homem me mostrou uma rua que havia ali por perto e mandou eu ir até lá, tentei voar novamente, porém estava indo muito devagar, o homem disse que eu não devia ficar impulsionando o corpo para a frente, e devia me concentrar nos meus pés. Segui a dica dele e consegui chegar ao lugar que ele tinha falado, a rua era calma e bem bonita, porém ficava em um lugar bem discreto, o homem pediu para que eu observasse as casas que haviam ali, senti algo estranho ao observá-las e creio que perdi um pouco da lucidez, em seguida o homem perguntou : “Qual dessas casas você acha que é a dela?” Apontei com toda certeza para uma das casas que haviam ali, de repente o cenário mudou um pouco e todas as casas tiveram a aparência alterada. Fiquei confusa e acabei acordando. Ao acordar liguei o computador para pesquisar sobre o lugar do sonho, me lembrei de um prédio azul com janelas brancas muito bonito que havia lá e acabei encontrando um prédio bem parecido que fica em um lugar chamado Bamberg.
Imagem: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bamberg_Untere_Br%C3%BCcke_Hellerhaus.jpg

Já tive isso de ter imagens hipnagógicas enquanto sonhava. Muito interessante como você criou um mundo onírico com tantos personagens e temas frequentes! Você já viu a aparência desse personagem que te guiou pelo sonho?

Werne, já vi a aparência dele, é o mesmo personagem que apareceu no sonho 1 do dia 05/09 que relatei aqui http://sonhoslucidos.forumeiros.com/t1408p75-diario-de-sonhos-lucidos-da-erika#33323

Pyros escreveu:Esse foi um sonho diferente mesmo. Aliás esse personagem parece ser bem legal e te ajudou bastante sem muita rage, será que a mestra ficaria com ciúmes?? HAHAHAHA

Pyros a mestra não gosta muito de me deixar falar com esse personagem, acho que é exatamente porque ele não fica enrolando demais para responder as coisas que eu pergunto  olhos girando

Königin escreveu:Érika, gostei muito da casa azul e fui ler um pouco sobre a cidade de Bamberg. Hoje eu tive um sonhei com a cidade. Fui procurar a casa azul.
Confesso que fiquei encantada pela Bamberg e quero conhecê-la.

Eu li o relato no seu diário e gostei muito Königin, a cidade realmente parece ser muito bonita, tomara que você tenha a oportunidade de ir até lá dança
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Sonhos 25/11/16

em Sab Nov 26, 2016 8:18 pm
Sonho 1:

Acordei cedo e voltei a dormir, tive uma paralisia do sono na qual eu ouvia um zumbido esquisito e tinha a sensação de que tinha um inseto gigante voando no quarto, não gostei daquilo e comecei a mover as pontas dos dedos para sair da paralisia, assim que acordei permaneci imóvel com os olhos fechados e tive outra paralisia, na qual eu ouvi um barulho bem alto e senti uma pressão forte na cabeça, consegui fazer a separação e começou o seguinte sonho:

Levantei da cama e fiz um reality check esticando o dedo só para não perder o costume, vi a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) na cozinha e preferi ir para a rua, mas antes que eu saísse um homem apareceu e disse para ela que eu estava fugindo. Saí correndo e atravessei a porta da sala, porém quando fui atravessar o portão de casa tive uma sensação estranha, como se houvesse um pano do lado de fora do portão. Ao tentar tirar o pano da minha frente, percebi que havia uma pessoa atrás dele, e para me livrar acabei enroscando ele na tal pessoa, que ficou toda enrolada e eu não conseguia ver quem era. Estava passando uma mulher na rua e ela ficou me olhando, perguntei para ela quem era a pessoa que estava atrás do pano e ela disse que era a Königin. Tentei desenrolar a pessoa, como não obtive sucesso entrei de novo em casa e fui falar com a mestra: “Tem uma pessoa lá fora, acho que ela queria te ver, pois estava tentando entrar aqui. Você pode ir lá ver quem é, por favor?” Disse eu. Para minha surpresa ela realmente foi lá ver, atravessou o portão e eu fiquei no quintal, depois ouvi a voz da mesma mulher que havia falado comigo repetir para ela: “É a Königin.” A mestra entrou novamente em casa e disse que não ia perder tempo desenrolando a pessoa do pano.

Sonho 2:

Acordei e permaneci imóvel na cama, de repente comecei a ouvir uma música muito interessante cantada por um senhor de chapéu, lembro que gostei muito da letra, porém só lembro do refrão que dizia “Two frogs, we are two frogs... ” Acabei entrando não-lúcida em um sonho, no qual eu estava caminhando por uma rua do bairro onde fica a casa da mestra, havia um menino andando atrás de mim, eu sentia que ele estava me perseguindo e resolvi parar para tirar satisfação. Começamos a discutir e ele gritou: “Mas você só pode estar sonhando mesmo né?” Fiquei lúcida e saí voando, o menino gritou: “Tomara que acorde!” e ficou me olhando com cara feia, de repente passa por mim, também voando, o senhor que cantava a música dos two frogs, fiquei meio hipnotizada pela música dele e acordei.

Sonho 3:

Permaneci imóvel novamente ao acordar e começou outro sonho. Eu estava sem lucidez, na rua da casa da mestra, era noite e havia várias pessoas ali conversando, fiquei andando sem rumo em meio a multidão até que vi um rosto conhecido, o mesmo menino que me perseguia no sonho anterior estava ali me olhando despistadamente. Fiquei lúcida e fui falar com ele, perguntei o nome dele e ele não quis dizer, eu disse que precisava saber quem ele era e ele respondeu: “Sou o Pyros.” Lembrei que nos relatos do Pyros no fórum ele costuma fazer chamas nas mãos, então pedi para ver as mãos do menino, que não queria mostrá-las de jeito nenhum, consegui puxar a mão direita dele e nela tinha algo como cinzas de carvão. De repente, todas as pessoas na rua começaram a correr desesperadas, inclusive o suposto Pyros. Minha irmã saiu de dentro da casa da mestra e ficou observando a correria ao lado de mais duas mulheres, ela usava um vestido branco idêntico ao que é usado por uma das filhas da mestra e tinha um olhar bem estranho, então percebi que aquela era a tal filha dela tentando se passar pela minha irmã. Perdi boa parte da lucidez e fui para perto delas tentar entender o que estava acontecendo, até que uma mulher que descia a rua correndo parou para falar comigo, perguntei o porquê de tanta correria e ela explicou que havia uma mulher, uma espécie de entidade maligna, que estava em busca de uma menina que era de uma determinada família, para fazer alguma coisa com ela e depois iria matá-la. Segundo ela, todos que fossem da mesma “linhagem” dessa menina, que tivessem algum tipo de ligação com a família a qual ela pertencia, estavam em perigo. Perguntei como era possível saber quem estava ou não em perigo, então a mulher pegou um aparelho que parecia um celular e me mostrou um aplicativo, no qual era possível selecionar o perfil de uma pessoa e consultar um número que indicava quais eram as chances de a pessoa fazer parte da tal “linhagem” da garota. A mulher me mostrou o perfil dela e nele estava o número 8, que indicava que ela tinha alguma relação com a família e apesar de não estar correndo muito perigo, era melhor se prevenir. A mulher saiu correndo e então chegou na rua da mestra a tal entidade que estava à procura da garota específica, ela era bastante imponente e trouxe várias pessoas com ela. Saí correndo para dentro da casa da mestra e a “minha irmã” ficou no portão esperando a entidade chegar, dentro da casa havia algumas mulheres que também tinham o tal aplicativo, então eu peguei o celular de uma delas para tentar descobrir quem era a garota que a entidade estava procurando, por algum motivo eu sabia que o número que indicava isso era o 13 (acho que é porque esse é o meu número favorito). Encontrei o perfil de uma garota que tenho certeza que é outra filha da mestra, já sonhei com ela algumas vezes (se alguém tiver interesse, posso postar os sonhos aqui depois), mas nunca consigo ver o rosto dela, aliás não consegui ver o rosto na foto do aplicativo. Por algum motivo eu sabia que eu tinha o mesmo número que ela, resolvi olhar qual era, e, como eu já esperava, no perfil dela havia o número 13 e era ela quem estava sendo procurada. Nesse momento fiquei muito preocupada, não por mim, mas pela garota, então pensei que era melhor eu ir lá ver o que a tal entidade estava querendo antes que ela não fosse atrás da filha da mestra, já que eu supostamente também tinha o número 13, porém ao chegar lá percebi que a mestra havia aparecido e estava no portão discutindo com a tal entidade e pelo jeito já estava resolvendo a situação e colocando ela pra correr. Fiquei mais tranquila e acordei.
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Sonho 26/11/16

em Sab Nov 26, 2016 8:25 pm
Eu estava com a equipe do Celso Portioli e nós íamos gravar uma matéria para o programa dele. Eu estava com uma câmera e usava roupa preta, fomos andando por uma estrada deserta em meio a um matagal, de repente passou um senhor andando no sentido contrário ao nosso e o Celso pediu informação para ele pois estávamos um pouco perdidos, o senhor explicou como chegar ao local onde faríamos a gravação, mas disse para tomarmos cuidado, pois ali era muito perigoso. Fiquei com medo e lembrei de uma série de sonhos (pesadelos) que tive quando era pequena, nos quais também tinha uma equipe de tv, isso me fez desconfiar que aquilo também era um sonho e eu percebi que estava com meu vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos debaixo da roupa preta que eu vestia. Fiz a roupa preta desaparecer para ficar só com o vestido, porém a partir daí as pessoas pararam de me enxergar, o Celso ficou bravo com o meu sumiço, não por minha causa, mas porque ia prejudicar a gravação. Pensei em sair voando para ver que lugar era aquele em que estávamos, mas fiquei muito curiosa para saber qual era a matéria que o Celso ia fazer, então fui seguindo a equipe e chegamos a um local de muito difícil acesso, havia um barranco pelo qual a equipe precisava descer, eu achei melhor pular de lá de cima e acabei derrubando alguma coisa quando caí no chão, a equipe ficou assustada pensando que era um fantasma. Quando o Celso finalmente conseguiu descer o barranco, foi recebido por um homem que ia contar a história do local para a matéria, então a equipe ligou as câmeras e começaram a gravação. “Como prometemos semana passada, estamos em um dos lugares mais misteriosos que eu já vi na vida, e em breve vamos mostrar a grande árvore.” Disse o Celso para a câmera. O homem que ia contar a história do local disse o nome da tal árvore, porém eu esqueci, aliás esqueci a maior parte da história que ele foi contando pro Celso. O caminho que devíamos seguir para chegar à tal árvore era muito complicado, então eu preferi ir voando e, para minha surpresa, a equipe foi andando na mesma velocidade na qual eu voava, como se eu estivesse acelerando o tempo do sonho. Chegamos até a árvore e eu voltei para o chão, mas aquilo não parecia uma árvore, era algo enorme, o tronco da árvore parecia uma construção de madeira com vários andares, cheio de galhos que pareciam lanças, havia uma porta cheia de espinhos na base e havia marcas de sangue pelo tronco, a copa da árvore era tão grande que nem dava para ver onde terminava. Celso ficou muito assustado com aquilo, a equipe tirou muitas fotos e filmou a árvore por todos os ângulos. O apresentador perguntou ao homem o que havia acontecido ali, então o homem contou toda uma história, da qual eu só lembro partes. Pelo que eu entendi, algum ser “poderoso” era o dono daquela árvore, e quando as pessoas precisavam da ajuda desse ser, ele às vezes fazia elas passarem por um teste, que consistia em entrar dentro do tronco da árvore e ficar um determinado tempo lá, ao fim desse tempo eles abriam a porta e quem tivesse sobrevivido recebia a ajuda dele. Mas, segundo o homem, era praticamente impossível sobreviver ali mais de um dia, e que a maioria sobrevivia apenas por algumas horas. O Celso pediu mais detalhes sobre as pessoas que haviam tentado o desafio, então o homem pegou algumas fotos e começou a contar a história de cada um deles, até que eu vi uma foto conhecida, que eu vi na casa da mestra em um sonho que tive quando criança. Tentei puxar a foto da mão dele, mas minha mão atravessava o papel e ninguém podia me ver ou ouvir. Deixei pra lá e continuei ouvindo a conversa, o apresentador quis saber a história da menina da foto e o homem disse: “Essa foi a pessoa mais nova a tentar o desafio e uma das pouquíssimas que conseguiu cumprí-lo. O mais interessante é que ela passou vários dias dentro do tronco, mas quando abriram a porta, ela não saiu, pois devia estar desacordada. Então eles tiraram todos os corpos de dentro do tronco para enterrar e ela foi junto, mas teve a sorte de ficar perto da superfície e conseguiu sair debaixo da terra pouco tempo depois. Ela conseguiu a ajuda que precisava e não sei onde ela está agora.” O homem convidou a equipe a entrar no tronco, cheguei perto para ver como era e simplesmente não dava para entrar ali, tinha muitos espinhos, galhos afiados, uma fumaça densa e era muito quente, fora a quantidade de insetos que circulava pela madeira. Algumas pessoas da equipe entraram, o Celso se recusou e começou a chorar, ele ficou se lamentando dizendo que não entendia porque deixaram a menina da foto passar por aquilo, o homem riu e disse que ela não tinha muita coisa a perder. O sonho começou a se desestabilizar e eu saí voando para tentar mantê-lo, fiquei sobrevoando a estrada deserta pela qual passamos e encontrei o senhor que passou a informação pro Celso no início do sonho, desci para falar com ele e perguntei se a menina da foto era a mestra, ele disse que sim, fiquei com um pouco de pena dela, mas ele disse que não era pra eu me preocupar, pois ela nem sequer devia lembrar mais daquilo. Tentei continuar conversando com o senhor mas ele estava andando muito rápido e me deixando para trás, acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Nov 27, 2016 1:02 am
hhum esse sonho lucido ai foi meio bom, tirando a parte de ficar invisivel achei isso estranho mas deve ter sido interessante e tambem bom!
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Nov 27, 2016 1:43 am
HAHAHAHAHA que louco Érika!!! Seus sonhos foram muitos bons. Parece que a minha versão onírica é um pouco mais nova e birrenta que eu.
Mas aí, nem comigo e nem com a Konigin você conseguiu ter uma boa relação nos sonhos. Coitada, largou ela lá toda enrolada kkkkkk
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Dom Nov 27, 2016 2:02 pm
Tabarisco escreveu:hhum esse sonho lucido ai foi meio bom, tirando a parte de ficar invisivel achei isso estranho mas deve ter sido interessante e tambem bom!

Tabarisco, até que não foi ruim ficar invisível, se não o Celso ia querer que eu ficasse lá segurando a câmera pra ele  gargalhada O único problema é que não dava para interagir com os personagens.

Pyros escreveu:HAHAHAHAHA que louco Érika!!! Seus sonhos foram muitos bons. Parece que a minha versão onírica é um pouco mais nova e birrenta que eu.
Mas aí, nem comigo e nem com a Konigin você conseguiu ter uma boa relação nos sonhos. Coitada, largou ela lá toda enrolada kkkkkk

Foi engraçado conversar com o Pyros, pena que ele não foi muito com a minha cara gargalhada  Eu acho que enrolei a Königin porque pensei que era alguém tentando me atacar, depois que a mulher disse que era ela eu tentei desenrolar, mas não deu muito certo, o jeito é esperar ela aparecer de novo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qui Dez 01, 2016 8:01 pm
Érika:

Érika escreveu:Sonho 1:

Acordei cedo e voltei a dormir, tive uma paralisia do sono na qual eu ouvia um zumbido esquisito e tinha a sensação de que tinha um inseto gigante voando no quarto, não gostei daquilo e comecei a mover as pontas dos dedos para sair da paralisia, assim que acordei permaneci imóvel com os olhos fechados e tive outra paralisia, na qual eu ouvi um barulho bem alto e senti uma pressão forte na cabeça, consegui fazer a separação e começou o seguinte sonho:

Levantei da cama e fiz um reality check esticando o dedo só para não perder o costume, vi a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) na cozinha e preferi ir para a rua, mas antes que eu saísse um homem apareceu e disse para ela que eu estava fugindo. Saí correndo e atravessei a porta da sala, porém quando fui atravessar o portão de casa tive uma sensação estranha, como se houvesse um pano do lado de fora do portão. Ao tentar tirar o pano da minha frente, percebi que havia uma pessoa atrás dele, e para me livrar acabei enroscando ele na tal pessoa, que ficou toda enrolada e eu não conseguia ver quem era. Estava passando uma mulher na rua e ela ficou me olhando, perguntei para ela quem era a pessoa que estava atrás do pano e ela disse que era a Königin. Tentei desenrolar a pessoa, como não obtive sucesso entrei de novo em casa e fui falar com a mestra: “Tem uma pessoa lá fora, acho que ela queria te ver, pois estava tentando entrar aqui. Você pode ir lá ver quem é, por favor?” Disse eu. Para minha surpresa ela realmente foi lá ver, atravessou o portão e eu fiquei no quintal, depois ouvi a voz da mesma mulher que havia falado comigo repetir para ela: “É a Königin.” A mestra entrou novamente em casa e disse que não ia perder tempo desenrolando a pessoa do pano.

Sonho 2:

Acordei e permaneci imóvel na cama, de repente comecei a ouvir uma música muito interessante cantada por um senhor de chapéu, lembro que gostei muito da letra, porém só lembro do refrão que dizia “Two frogs, we are two frogs... ” Acabei entrando não-lúcida em um sonho, no qual eu estava caminhando por uma rua do bairro onde fica a casa da mestra, havia um menino andando atrás de mim, eu sentia que ele estava me perseguindo e resolvi parar para tirar satisfação. Começamos a discutir e ele gritou: “Mas você só pode estar sonhando mesmo né?” Fiquei lúcida e saí voando, o menino gritou: “Tomara que acorde!” e ficou me olhando com cara feia, de repente passa por mim, também voando, o senhor que cantava a música dos two frogs, fiquei meio hipnotizada pela música dele e acordei.

Sonho 3:

Permaneci imóvel novamente ao acordar e começou outro sonho. Eu estava sem lucidez, na rua da casa da mestra, era noite e havia várias pessoas ali conversando, fiquei andando sem rumo em meio a multidão até que vi um rosto conhecido, o mesmo menino que me perseguia no sonho anterior estava ali me olhando despistadamente. Fiquei lúcida e fui falar com ele, perguntei o nome dele e ele não quis dizer, eu disse que precisava saber quem ele era e ele respondeu: “Sou o Pyros.” Lembrei que nos relatos do Pyros no fórum ele costuma fazer chamas nas mãos, então pedi para ver as mãos do menino, que não queria mostrá-las de jeito nenhum, consegui puxar a mão direita dele e nela tinha algo como cinzas de carvão. De repente, todas as pessoas na rua começaram a correr desesperadas, inclusive o suposto Pyros. Minha irmã saiu de dentro da casa da mestra e ficou observando a correria ao lado de mais duas mulheres, ela usava um vestido branco idêntico ao que é usado por uma das filhas da mestra e tinha um olhar bem estranho, então percebi que aquela era a tal filha dela tentando se passar pela minha irmã. Perdi boa parte da lucidez e fui para perto delas tentar entender o que estava acontecendo, até que uma mulher que descia a rua correndo parou para falar comigo, perguntei o porquê de tanta correria e ela explicou que havia uma mulher, uma espécie de entidade maligna, que estava em busca de uma menina que era de uma determinada família, para fazer alguma coisa com ela e depois iria matá-la. Segundo ela, todos que fossem da mesma “linhagem” dessa menina, que tivessem algum tipo de ligação com a família a qual ela pertencia, estavam em perigo. Perguntei como era possível saber quem estava ou não em perigo, então a mulher pegou um aparelho que parecia um celular e me mostrou um aplicativo, no qual era possível selecionar o perfil de uma pessoa e consultar um número que indicava quais eram as chances de a pessoa fazer parte da tal “linhagem” da garota. A mulher me mostrou o perfil dela e nele estava o número 8, que indicava que ela tinha alguma relação com a família e apesar de não estar correndo muito perigo, era melhor se prevenir. A mulher saiu correndo e então chegou na rua da mestra a tal entidade que estava à procura da garota específica, ela era bastante imponente e trouxe várias pessoas com ela. Saí correndo para dentro da casa da mestra e a “minha irmã” ficou no portão esperando a entidade chegar, dentro da casa havia algumas mulheres que também tinham o tal aplicativo, então eu peguei o celular de uma delas para tentar descobrir quem era a garota que a entidade estava procurando, por algum motivo eu sabia que o número que indicava isso era o 13 (acho que é porque esse é o meu número favorito). Encontrei o perfil de uma garota que tenho certeza que é outra filha da mestra, já sonhei com ela algumas vezes (se alguém tiver interesse, posso postar os sonhos aqui depois), mas nunca consigo ver o rosto dela, aliás não consegui ver o rosto na foto do aplicativo. Por algum motivo eu sabia que eu tinha o mesmo número que ela, resolvi olhar qual era, e, como eu já esperava, no perfil dela havia o número 13 e era ela quem estava sendo procurada. Nesse momento fiquei muito preocupada, não por mim, mas pela garota, então pensei que era melhor eu ir lá ver o que a tal entidade estava querendo antes que ela não fosse atrás da filha da mestra, já que eu supostamente também tinha o número 13, porém ao chegar lá percebi que a mestra havia aparecido e estava no portão discutindo com a tal entidade e pelo jeito já estava resolvendo a situação e colocando ela pra correr. Fiquei mais tranquila e acordei.
Sonho 1: Hahahaha! Coitada da Königin. Ficou tão enrolada no pano, que nem a mestra quis desenrolar. lol  
Sobre o homem que apareceu no começo do sonho, você estava realmente fugindo dele, ou você só saiu correndo para evitar uma conversa?
Sonho 2: Primeiro o Pyros te avisa que está sonhando e depois joga praga para você acordar. Garoto birrento. Gostei da música dos two frogs .
Sonho 3: Que sonho sinistro. Entidade demoníaca perseguindo família da mestra. Ainda bem que a mestra botou a entidade para correr.
Eu gostaria muito de ler os relatos referentes a filha da mestra. É fascinante como sua mente construiu personagens tão complexos, como a mestra e seus familiares.  ressalto

Érika:

Érika escreveu:Eu estava com a equipe do Celso Portioli e nós íamos gravar uma matéria para o programa dele. Eu estava com uma câmera e usava roupa preta, fomos andando por uma estrada deserta em meio a um matagal, de repente passou um senhor andando no sentido contrário ao nosso e o Celso pediu informação para ele pois estávamos um pouco perdidos, o senhor explicou como chegar ao local onde faríamos a gravação, mas disse para tomarmos cuidado, pois ali era muito perigoso. Fiquei com medo e lembrei de uma série de sonhos (pesadelos) que tive quando era pequena, nos quais também tinha uma equipe de tv, isso me fez desconfiar que aquilo também era um sonho e eu percebi que estava com meu vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos debaixo da roupa preta que eu vestia. Fiz a roupa preta desaparecer para ficar só com o vestido, porém a partir daí as pessoas pararam de me enxergar, o Celso ficou bravo com o meu sumiço, não por minha causa, mas porque ia prejudicar a gravação. Pensei em sair voando para ver que lugar era aquele em que estávamos, mas fiquei muito curiosa para saber qual era a matéria que o Celso ia fazer, então fui seguindo a equipe e chegamos a um local de muito difícil acesso, havia um barranco pelo qual a equipe precisava descer, eu achei melhor pular de lá de cima e acabei derrubando alguma coisa quando caí no chão, a equipe ficou assustada pensando que era um fantasma. Quando o Celso finalmente conseguiu descer o barranco, foi recebido por um homem que ia contar a história do local para a matéria, então a equipe ligou as câmeras e começaram a gravação. “Como prometemos semana passada, estamos em um dos lugares mais misteriosos que eu já vi na vida, e em breve vamos mostrar a grande árvore.” Disse o Celso para a câmera. O homem que ia contar a história do local disse o nome da tal árvore, porém eu esqueci, aliás esqueci a maior parte da história que ele foi contando pro Celso. O caminho que devíamos seguir para chegar à tal árvore era muito complicado, então eu preferi ir voando e, para minha surpresa, a equipe foi andando na mesma velocidade na qual eu voava, como se eu estivesse acelerando o tempo do sonho. Chegamos até a árvore e eu voltei para o chão, mas aquilo não parecia uma árvore, era algo enorme, o tronco da árvore parecia uma construção de madeira com vários andares, cheio de galhos que pareciam lanças, havia uma porta cheia de espinhos na base e havia marcas de sangue pelo tronco, a copa da árvore era tão grande que nem dava para ver onde terminava. Celso ficou muito assustado com aquilo, a equipe tirou muitas fotos e filmou a árvore por todos os ângulos. O apresentador perguntou ao homem o que havia acontecido ali, então o homem contou toda uma história, da qual eu só lembro partes. Pelo que eu entendi, algum ser “poderoso” era o dono daquela árvore, e quando as pessoas precisavam da ajuda desse ser, ele às vezes fazia elas passarem por um teste, que consistia em entrar dentro do tronco da árvore e ficar um determinado tempo lá, ao fim desse tempo eles abriam a porta e quem tivesse sobrevivido recebia a ajuda dele. Mas, segundo o homem, era praticamente impossível sobreviver ali mais de um dia, e que a maioria sobrevivia apenas por algumas horas. O Celso pediu mais detalhes sobre as pessoas que haviam tentado o desafio, então o homem pegou algumas fotos e começou a contar a história de cada um deles, até que eu vi uma foto conhecida, que eu vi na casa da mestra em um sonho que tive quando criança. Tentei puxar a foto da mão dele, mas minha mão atravessava o papel e ninguém podia me ver ou ouvir. Deixei pra lá e continuei ouvindo a conversa, o apresentador quis saber a história da menina da foto e o homem disse: “Essa foi a pessoa mais nova a tentar o desafio e uma das pouquíssimas que conseguiu cumprí-lo. O mais interessante é que ela passou vários dias dentro do tronco, mas quando abriram a porta, ela não saiu, pois devia estar desacordada. Então eles tiraram todos os corpos de dentro do tronco para enterrar e ela foi junto, mas teve a sorte de ficar perto da superfície e conseguiu sair debaixo da terra pouco tempo depois. Ela conseguiu a ajuda que precisava e não sei onde ela está agora.” O homem convidou a equipe a entrar no tronco, cheguei perto para ver como era e simplesmente não dava para entrar ali, tinha muitos espinhos, galhos afiados, uma fumaça densa e era muito quente, fora a quantidade de insetos que circulava pela madeira. Algumas pessoas da equipe entraram, o Celso se recusou e começou a chorar, ele ficou se lamentando dizendo que não entendia porque deixaram a menina da foto passar por aquilo, o homem riu e disse que ela não tinha muita coisa a perder. O sonho começou a se desestabilizar e eu saí voando para tentar mantê-lo, fiquei sobrevoando a estrada deserta pela qual passamos e encontrei o senhor que passou a informação pro Celso no início do sonho, desci para falar com ele e perguntei se a menina da foto era a mestra, ele disse que sim, fiquei com um pouco de pena dela, mas ele disse que não era pra eu me preocupar, pois ela nem sequer devia lembrar mais daquilo. Tentei continuar conversando com o senhor mas ele estava andando muito rápido e me deixando para trás, acordei.
Que reportagem mais macabra que a equipe do Celso Portioli foi fazer, hein? A árvore me lembrou aquela do filme "Sleepy Hollow". Só que árvore do seu sonho me pareceu muito mais sinistra. medo Coitada da mestra. Crying or Very sad
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Ter Dez 06, 2016 12:17 am
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Königin:
Érika:

Érika escreveu:Sonho 1:

Acordei cedo e voltei a dormir, tive uma paralisia do sono na qual eu ouvia um zumbido esquisito e tinha a sensação de que tinha um inseto gigante voando no quarto, não gostei daquilo e comecei a mover as pontas dos dedos para sair da paralisia, assim que acordei permaneci imóvel com os olhos fechados e tive outra paralisia, na qual eu ouvi um barulho bem alto e senti uma pressão forte na cabeça, consegui fazer a separação e começou o seguinte sonho:

Levantei da cama e fiz um reality check esticando o dedo só para não perder o costume, vi a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos) na cozinha e preferi ir para a rua, mas antes que eu saísse um homem apareceu e disse para ela que eu estava fugindo. Saí correndo e atravessei a porta da sala, porém quando fui atravessar o portão de casa tive uma sensação estranha, como se houvesse um pano do lado de fora do portão. Ao tentar tirar o pano da minha frente, percebi que havia uma pessoa atrás dele, e para me livrar acabei enroscando ele na tal pessoa, que ficou toda enrolada e eu não conseguia ver quem era. Estava passando uma mulher na rua e ela ficou me olhando, perguntei para ela quem era a pessoa que estava atrás do pano e ela disse que era a Königin. Tentei desenrolar a pessoa, como não obtive sucesso entrei de novo em casa e fui falar com a mestra: “Tem uma pessoa lá fora, acho que ela queria te ver, pois estava tentando entrar aqui. Você pode ir lá ver quem é, por favor?” Disse eu. Para minha surpresa ela realmente foi lá ver, atravessou o portão e eu fiquei no quintal, depois ouvi a voz da mesma mulher que havia falado comigo repetir para ela: “É a Königin.” A mestra entrou novamente em casa e disse que não ia perder tempo desenrolando a pessoa do pano.

Sonho 2:

Acordei e permaneci imóvel na cama, de repente comecei a ouvir uma música muito interessante cantada por um senhor de chapéu, lembro que gostei muito da letra, porém só lembro do refrão que dizia “Two frogs, we are two frogs... ” Acabei entrando não-lúcida em um sonho, no qual eu estava caminhando por uma rua do bairro onde fica a casa da mestra, havia um menino andando atrás de mim, eu sentia que ele estava me perseguindo e resolvi parar para tirar satisfação. Começamos a discutir e ele gritou: “Mas você só pode estar sonhando mesmo né?” Fiquei lúcida e saí voando, o menino gritou: “Tomara que acorde!” e ficou me olhando com cara feia, de repente passa por mim, também voando, o senhor que cantava a música dos two frogs, fiquei meio hipnotizada pela música dele e acordei.

Sonho 3:

Permaneci imóvel novamente ao acordar e começou outro sonho. Eu estava sem lucidez, na rua da casa da mestra, era noite e havia várias pessoas ali conversando, fiquei andando sem rumo em meio a multidão até que vi um rosto conhecido, o mesmo menino que me perseguia no sonho anterior estava ali me olhando despistadamente. Fiquei lúcida e fui falar com ele, perguntei o nome dele e ele não quis dizer, eu disse que precisava saber quem ele era e ele respondeu: “Sou o Pyros.” Lembrei que nos relatos do Pyros no fórum ele costuma fazer chamas nas mãos, então pedi para ver as mãos do menino, que não queria mostrá-las de jeito nenhum, consegui puxar a mão direita dele e nela tinha algo como cinzas de carvão. De repente, todas as pessoas na rua começaram a correr desesperadas, inclusive o suposto Pyros. Minha irmã saiu de dentro da casa da mestra e ficou observando a correria ao lado de mais duas mulheres, ela usava um vestido branco idêntico ao que é usado por uma das filhas da mestra e tinha um olhar bem estranho, então percebi que aquela era a tal filha dela tentando se passar pela minha irmã. Perdi boa parte da lucidez e fui para perto delas tentar entender o que estava acontecendo, até que uma mulher que descia a rua correndo parou para falar comigo, perguntei o porquê de tanta correria e ela explicou que havia uma mulher, uma espécie de entidade maligna, que estava em busca de uma menina que era de uma determinada família, para fazer alguma coisa com ela e depois iria matá-la. Segundo ela, todos que fossem da mesma “linhagem” dessa menina, que tivessem algum tipo de ligação com a família a qual ela pertencia, estavam em perigo. Perguntei como era possível saber quem estava ou não em perigo, então a mulher pegou um aparelho que parecia um celular e me mostrou um aplicativo, no qual era possível selecionar o perfil de uma pessoa e consultar um número que indicava quais eram as chances de a pessoa fazer parte da tal “linhagem” da garota. A mulher me mostrou o perfil dela e nele estava o número 8, que indicava que ela tinha alguma relação com a família e apesar de não estar correndo muito perigo, era melhor se prevenir. A mulher saiu correndo e então chegou na rua da mestra a tal entidade que estava à procura da garota específica, ela era bastante imponente e trouxe várias pessoas com ela. Saí correndo para dentro da casa da mestra e a “minha irmã” ficou no portão esperando a entidade chegar, dentro da casa havia algumas mulheres que também tinham o tal aplicativo, então eu peguei o celular de uma delas para tentar descobrir quem era a garota que a entidade estava procurando, por algum motivo eu sabia que o número que indicava isso era o 13 (acho que é porque esse é o meu número favorito). Encontrei o perfil de uma garota que tenho certeza que é outra filha da mestra, já sonhei com ela algumas vezes (se alguém tiver interesse, posso postar os sonhos aqui depois), mas nunca consigo ver o rosto dela, aliás não consegui ver o rosto na foto do aplicativo. Por algum motivo eu sabia que eu tinha o mesmo número que ela, resolvi olhar qual era, e, como eu já esperava, no perfil dela havia o número 13 e era ela quem estava sendo procurada. Nesse momento fiquei muito preocupada, não por mim, mas pela garota, então pensei que era melhor eu ir lá ver o que a tal entidade estava querendo antes que ela não fosse atrás da filha da mestra, já que eu supostamente também tinha o número 13, porém ao chegar lá percebi que a mestra havia aparecido e estava no portão discutindo com a tal entidade e pelo jeito já estava resolvendo a situação e colocando ela pra correr. Fiquei mais tranquila e acordei.
Sonho 1: Hahahaha! Coitada da Königin. Ficou tão enrolada no pano, que nem a mestra quis desenrolar. lol  
Sobre o homem que apareceu no começo do sonho, você estava realmente fugindo dele, ou você só saiu correndo para evitar uma conversa?
Sonho 2: Primeiro o Pyros te avisa que está sonhando e depois joga praga para você acordar. Garoto birrento. Gostei da música dos two frogs .
Sonho 3: Que sonho sinistro. Entidade demoníaca perseguindo família da mestra. Ainda bem que a mestra botou a entidade para correr.
Eu gostaria muito de ler os relatos referentes a filha da mestra. É fascinante como sua mente construiu personagens tão complexos, como a mestra e seus familiares.  ressalto

Érika:

Érika escreveu:Eu estava com a equipe do Celso Portioli e nós íamos gravar uma matéria para o programa dele. Eu estava com uma câmera e usava roupa preta, fomos andando por uma estrada deserta em meio a um matagal, de repente passou um senhor andando no sentido contrário ao nosso e o Celso pediu informação para ele pois estávamos um pouco perdidos, o senhor explicou como chegar ao local onde faríamos a gravação, mas disse para tomarmos cuidado, pois ali era muito perigoso. Fiquei com medo e lembrei de uma série de sonhos (pesadelos) que tive quando era pequena, nos quais também tinha uma equipe de tv, isso me fez desconfiar que aquilo também era um sonho e eu percebi que estava com meu vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos debaixo da roupa preta que eu vestia. Fiz a roupa preta desaparecer para ficar só com o vestido, porém a partir daí as pessoas pararam de me enxergar, o Celso ficou bravo com o meu sumiço, não por minha causa, mas porque ia prejudicar a gravação. Pensei em sair voando para ver que lugar era aquele em que estávamos, mas fiquei muito curiosa para saber qual era a matéria que o Celso ia fazer, então fui seguindo a equipe e chegamos a um local de muito difícil acesso, havia um barranco pelo qual a equipe precisava descer, eu achei melhor pular de lá de cima e acabei derrubando alguma coisa quando caí no chão, a equipe ficou assustada pensando que era um fantasma. Quando o Celso finalmente conseguiu descer o barranco, foi recebido por um homem que ia contar a história do local para a matéria, então a equipe ligou as câmeras e começaram a gravação. “Como prometemos semana passada, estamos em um dos lugares mais misteriosos que eu já vi na vida, e em breve vamos mostrar a grande árvore.” Disse o Celso para a câmera. O homem que ia contar a história do local disse o nome da tal árvore, porém eu esqueci, aliás esqueci a maior parte da história que ele foi contando pro Celso. O caminho que devíamos seguir para chegar à tal árvore era muito complicado, então eu preferi ir voando e, para minha surpresa, a equipe foi andando na mesma velocidade na qual eu voava, como se eu estivesse acelerando o tempo do sonho. Chegamos até a árvore e eu voltei para o chão, mas aquilo não parecia uma árvore, era algo enorme, o tronco da árvore parecia uma construção de madeira com vários andares, cheio de galhos que pareciam lanças, havia uma porta cheia de espinhos na base e havia marcas de sangue pelo tronco, a copa da árvore era tão grande que nem dava para ver onde terminava. Celso ficou muito assustado com aquilo, a equipe tirou muitas fotos e filmou a árvore por todos os ângulos. O apresentador perguntou ao homem o que havia acontecido ali, então o homem contou toda uma história, da qual eu só lembro partes. Pelo que eu entendi, algum ser “poderoso” era o dono daquela árvore, e quando as pessoas precisavam da ajuda desse ser, ele às vezes fazia elas passarem por um teste, que consistia em entrar dentro do tronco da árvore e ficar um determinado tempo lá, ao fim desse tempo eles abriam a porta e quem tivesse sobrevivido recebia a ajuda dele. Mas, segundo o homem, era praticamente impossível sobreviver ali mais de um dia, e que a maioria sobrevivia apenas por algumas horas. O Celso pediu mais detalhes sobre as pessoas que haviam tentado o desafio, então o homem pegou algumas fotos e começou a contar a história de cada um deles, até que eu vi uma foto conhecida, que eu vi na casa da mestra em um sonho que tive quando criança. Tentei puxar a foto da mão dele, mas minha mão atravessava o papel e ninguém podia me ver ou ouvir. Deixei pra lá e continuei ouvindo a conversa, o apresentador quis saber a história da menina da foto e o homem disse: “Essa foi a pessoa mais nova a tentar o desafio e uma das pouquíssimas que conseguiu cumprí-lo. O mais interessante é que ela passou vários dias dentro do tronco, mas quando abriram a porta, ela não saiu, pois devia estar desacordada. Então eles tiraram todos os corpos de dentro do tronco para enterrar e ela foi junto, mas teve a sorte de ficar perto da superfície e conseguiu sair debaixo da terra pouco tempo depois. Ela conseguiu a ajuda que precisava e não sei onde ela está agora.” O homem convidou a equipe a entrar no tronco, cheguei perto para ver como era e simplesmente não dava para entrar ali, tinha muitos espinhos, galhos afiados, uma fumaça densa e era muito quente, fora a quantidade de insetos que circulava pela madeira. Algumas pessoas da equipe entraram, o Celso se recusou e começou a chorar, ele ficou se lamentando dizendo que não entendia porque deixaram a menina da foto passar por aquilo, o homem riu e disse que ela não tinha muita coisa a perder. O sonho começou a se desestabilizar e eu saí voando para tentar mantê-lo, fiquei sobrevoando a estrada deserta pela qual passamos e encontrei o senhor que passou a informação pro Celso no início do sonho, desci para falar com ele e perguntei se a menina da foto era a mestra, ele disse que sim, fiquei com um pouco de pena dela, mas ele disse que não era pra eu me preocupar, pois ela nem sequer devia lembrar mais daquilo. Tentei continuar conversando com o senhor mas ele estava andando muito rápido e me deixando para trás, acordei.
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Königin, no sonho 1 eu não estava correndo do cara e sim da mestra  gargalhada  , como ele disse pra ela que eu estava fugindo, achei que ela ia vir atrás de mim e tentar me fazer ficar dentro de casa pois às vezes ela faz isso.

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Sonhos com a filha da mestra

em Ter Dez 06, 2016 12:19 am
Como a Königin disse que gostaria de ler vou postar aqui os sonhos com a filha da mestra. Eu devia ter cerca de 10 anos quando ocorreram esses sonhos, mas não me lembro das datas exatas. Nessa época eu tinha um medo danado da mestra e, apesar da lucidez, não era nem um pouco boa em controlar sonhos.

Sonho 1:

Eu acordei e saí do meu quarto, o cenário era bem real e eu não percebi de imediato que estava sonhando. Vi uma mulher sentada no sofá costurando um tecido enorme, pensei que era minha mãe e fui até ela para perguntar o que era aquilo, mas ao chegar lá percebi que era a mestra. De repente eu senti como se tivesse alguém no quintal da casa, olhei pela janela e não consegui ver quem era, a mestra parecia perceber que havia alguém lá, mas não disse nada. Muito curiosa, eu tive a ideia de subir em uma cadeira para alcançar a janela, que estava um pouco alta para mim. Ao subir levei um susto, pois vi a parte de cima da cabeça de uma menina, só pude ver a testa e parte do cabelo dela, o resto ficou encoberto. A menina era branca, um pouco pálida, cabelo bem liso e preto, e apesar de não ter conseguido ver, eu pude “sentir” que ela usava um vestido preto e tinha aproximadamente a minha altura. Desci da cadeira muito assustada, por algum motivo senti medo daquela menina, olhei para a mestra e fiquei impressionada com a expressão facial dela, estava visivelmente preocupada com alguma coisa, evitava olhar para mim e principalmente para a janela, nesse momento percebi que a tesoura que ela usava para cortar a linha de costura começou a se mover sozinha cortando parte do pano e se aproximando dela e, de alguma forma, eu sabia que quem estava fazendo aquilo era a menina lá fora. A mestra foi rápida, segurou a tesoura e embrulhou ela no pano, em seguida foi para o quarto e guardou tudo lá. Eu disse à ela que quem estava movendo a tesoura era a menina que estava no quintal, mas ela estava tão estranha que fingiu não se importar, foi para a cozinha e pegou um copo de água, ela tentava parecer calma, mas sempre olhando de relance para a janela. Como a menina parecia não ir embora, a mestra criou coragem e foi até a porta da sala, onde ficou encarando a garota que estava lá fora. Acordei.


Sonho 2:

Cerca de dois meses após o sonho 1 tive outro sonho no qual creio ter visto a mesma menina que estava no quintal. Nele eu estava na escola andando com meus amigos, subimos uma rampa que havia ao lado de um pequeno auditório que ainda estava em construção, ao chegar ao fim da rampa sentamos no corrimão e apareceram umas mulheres estranhas, uma delas segurava um cachorro preto bem grande que parecia muito bravo. A mulher deu ordem para que o cachorro atacasse qualquer pessoa que descesse do corrimão, então meus amigos decidiram tentar me empurrar dali para que eu fosse atacada pelo cachorro e eles tivessem tempo de fugir. Fiquei vários minutos lutando com meus amigos, até que chegou uma menina de vestido preto longo, caminhando tranquilamente ao lado das mulheres, e ficou olhando para o cachorro, que não quis atacá-la. A menina veio até mim e me chamou para descer do corrimão, não me lembro do rosto dela, mas as outras características eram as mesmas da menina do sonho 1. Percebi que era um sonho e decidi acompanhá-la, nós fomos descendo a rampa bem rápido, ela disse algumas coisas, mas não me lembro o que era, só sei que gostei muito de conversar com ela, chegamos na porta do auditório e ela colocou a mão na maçaneta, se concentrou um pouco e abriu. Saímos dentro da casa da mestra, ela me disse para não fazer barulho e me levou até os fundos da casa, lá entramos em um corredor e então ela tirou um cartão da roupa e me entregou, era um cartão cinza, com partes metalizadas, nele havia alguma coisa escrita em vermelho, mas não sei se era tinta ou sangue. A menina pediu para que eu lesse aquilo, fiquei cerca de um minuto tentando mas estava muito embaçado, ela estava bem atenta a qualquer barulho, e de repente disse que não dava mais tempo e ela tinha que ir, pedi desculpas por não conseguir ler o cartão, ela respondeu que não tinha problema e ouvi passos vindo em nossa direção. A menina desapareceu e a mestra entrou no corredor com cara de assustada, ficou insistindo para saber quem estava ali comigo antes e eu falei que estava sozinha. Acordei.


Sonho 3:

Não consegui tirar o sonho 2 da cabeça e fiquei vários dias perguntando para personagens em meus sonhos onde estava aquela menina, perguntava pelo cartão e sobre o que estava escrito nele. Todos se recusaram a responder, até que um dia encontrei uma personagem que me levou para um lugar reservado e disse no meu ouvido que a menina era filha da mestra, mas não era pra dizer que ela havia me contado e era pra tentar esquecer aquela menina. Fiz exatamente o contrário e no próximo sonho que tive com a mestra fui tentar conversar com ela. Ela estava na cozinha conversando com alguns rapazes que não conheço, eu fui até lá e perguntei baixinho: “Quem é aquela menina de preto que estava no quintal aquele dia?” Ela ficou brava e tentou desconversar, decidi provocá-la e perguntei para os rapazes: “Sabem aquela menina de preto, que todo mundo tem medo dela? Pois é, é filha da mestra. Por isso ela não quer me responder.” Me arrependi de ter feito isso segundos depois. Alguns dos caras fingiram que não tinham nem escutado, os outros ficaram surpresos e perguntaram para os que tinham me ignorado se eles sabiam daquilo, eles disseram que sim e pediram para os outros calarem a boca e respeitarem a mestra. Ela ficou com muita raiva de mim e disse: “Você gosta muito da “menina de preto” não é? Vai lá ficar com ela então.” Em seguida saiu me arrastando em direção ao banheiro e abriu a porta, lá dentro estava tudo escuro e havia uma vela acesa próxima a um colchão, havia alguém ali dentro que não ficou nem um pouco satisfeito com nossa presença e começou a gritar de uma maneira horrível, eram gritos femininos, mas a voz era bem perturbadora. A criatura inicialmente se abaixou para tentar se esconder e depois veio até a porta e a fechou novamente com muita força, empurrando eu e a mestra para o lado de fora, em seguida começou a arranhar a porta, as unhas dela atravessaram a madeira, deixando vários cortes nela. A mestra xingou ela e gritou para que parasse de estragar a porta, então a criatura parou com os arranhões e aos poucos também com a gritaria. Não satisfeita, a mestra continuou me empurrando em direção à porta com mais força ainda que a criatura que estava do lado de dentro. Tentei fugir e acabei levando um monte de unhadas da mestra que continuou me empurrando contra a porta até eu conseguir acordar um tempo depois.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Ter Dez 06, 2016 9:22 am
Caramba Érika,esse último foi muito tenso.Como você chama a filha da mestra? Quero dizer,trm alguma forma,nome?Ou é só filha da mestra?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Ter Dez 06, 2016 11:26 pm
Andrelp escreveu:Caramba Érika,esse último foi muito tenso.Como você chama a filha da mestra? Quero dizer,trm alguma forma,nome?Ou é só filha da mestra?

André, eu tenho problemas em descobrir os nomes certos dos personagens dos meus sonhos. gargalhada


Última edição por Érika em Dom Mar 05, 2017 8:59 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Dez 07, 2016 3:33 pm
O primeiro sonho foi sinistro, principalmente na parte da tesoura e o fato da mestra parecer ter medo da própria filha.
O segundo, me deixou com esperanças de surgir uma bela amizade entre vocês duas.
Já o terceiro sonho, foi horripilante! medo Você só tinha 10 anos de idade! Caramba! Como é que você conseguia dormir depois, sabendo que ia encontrar a mestra de novo?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Seg Dez 12, 2016 3:51 pm
Königin escreveu:O primeiro sonho foi sinistro, principalmente na parte da tesoura e o fato da mestra parecer ter medo da própria filha.
O segundo, me deixou com esperanças de surgir uma bela amizade entre vocês duas.
Já o terceiro sonho, foi horripilante! medo  Você só tinha 10 anos de idade! Caramba! Como é que você conseguia dormir depois, sabendo que ia encontrar a mestra de novo?

Königin, nessa época eu tinha medo dela, mas já estava começando a me acostumar. Quando eu comecei a sonhar com ela o problema era bem maior, pois eu achava que ela era alguém de verdade que estava me perseguindo e cismava que não ia querer dormir à noite, aí eu ficava acordada até a metade da madrugada e depois acabava pegando no sono sem perceber. gargalhada
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Sonhos 12/12/2016

em Seg Dez 12, 2016 3:55 pm
Sonho 1:


Eu estava com algumas pessoas em uma casa toda branca, eles subiram para o segundo andar para ver televisão e eu fui atrás deles. Havia três televisões na sala, uma de cada lado do sofá e uma no teto, as três estavam no mesmo canal, no qual  passava um noticiário em inglês. Comecei a desconfiar que era um sonho, mas alguém jogou uma garrafa no chão e eu me distraí com o barulho, me levantei e acabei cortando os dois tornozelos nos cacos de vidro da garrafa. Comecei a sangrar muito e apareceu uma mulher para me ajudar, ela tentava limpar o sangue com papel higiênico, mas o papel derretia todo só de encostar em mim, eu estava tendo uma hemorragia tão grande que o chão já estava com uma poça enorme de sangue, depois de um tempo o sangue começou a sair grosso como se fosse massa de tomate. Achei estranho, pois com toda aquela perda sanguínea eu já devia estar quase desmaiando e o local dos cortes não doíam quase nada, nem quando a mulher encostava a mão. Desconfiei que era um sonho, percebi que ia acordar e permaneci imóvel na cama, senti uma fisgada forte, um barulho na cabeça e começou o sonho 2.


Sonho 2:


Assim que senti a fisgada na cabeça já tentei fazer a separação e me levantei dentro do sonho, havia um computador branco no meu quarto, mas ele não tinha mouse nem teclado, toquei na tela para ver se funcionava e não aconteceu nada, então comecei a usar a mente para acessar os aplicativos e mudar as coisas na tela, abri o navegador da internet e carregou uma página toda preta com links em letras brancas em um idioma que não conheço, cliquei em um deles e surgiu a foto de uma pessoa com uma cara de monstro bem feia e um texto no mesmo idioma desconhecido, decorei o título do texto : Nattetale, que era o mesmo do link, fechei o navegador e fiquei brincando de girar as coisas na tela. Uma mulher de roupa preta entrou no quarto e disse para eu sair dali, não a reconheci e perguntei quem era, ela disse que era a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos), a mulher era baixinha, cabelo encaracolado e preto, bem menor que o da mestra e tinha olhos azul-claros. Ignorei a mulher e fui andando pela casa, de repente passou por mim uma amiga minha vendendo frutas, ela estava com uma bacia enorme com laranjas e abacaxis, expliquei pra ela que aquilo era um sonho e ela perguntou se podia acordar então, eu disse que ela podia, mas eu ia continuar ali. Minha amiga saiu pela porta da sala e sumiu, a mulher baixinha apareceu atrás de mim e disse que eu podia acordar também, empurrei ela e atravessei uma parede que era de um quarto, lá dentro estava dormindo o mesmo personagem que apareceu no sonho da cidade Bamberg, fiquei tentando acordar ele, até que a mulher baixinha atravessou a parede e veio me importunar de novo. Atravessei a parede do quarto para sair dali e depois atravessei a da sala, porém ficou tudo escuro por um tempo e eu acabei indo parar em frente à mesma parede novamente, a mulher baixinha voltou a aparecer do meu lado, então eu tive a ideia de agarrá-la pelos cabelos e atravessar a parede levando ela junto, quando ficou tudo escuro eu soltei a mulher e apareci de novo no mesmo lugar, porém sem ela. Atravessei a mesma parede novamente, porém dessa vez com os olhos fechados e imaginando que ia para outro cenário, porém não imaginei nada específico pois queria ver qual cenário minha mente ia criar, continuei de olhos fechados e senti que estava andando em um monte de areia, abri os olhos e estava em um deserto, comecei a voar e senti que ia acordar, fechei os olhos novamente e quando senti que o sonho havia estabilizado percebi que estava no quintal de casa. O personagem que estava dormindo acordou e apareceu no quintal perguntando o que eu estava fazendo, antes que eu respondesse surgiu de novo a mulher baixinha querendo me matar porque eu deixei ela no escuro quando atravessei a parede, comecei a dar uns chutes na baixinha e ela ficou ainda mais brava, o cara começou a rir e eu pedi para ele me levantar, como sempre faço quando sonho com ele. Subi nas costas dele e fomos para a rua, a baixinha se transformou em um cachorro médio, preto e branco, começou a correr atrás da gente e ficou pulando para tentar me alcançar, para ficar mais no alto eu passei os pés por cima dos ombros do cara, enrolei as pernas e fiquei puxando o cabelo dele para me equilibrar. O homem começou a reclamar que eu já estava exigindo demais, não sei por que comecei a agarrar o cara e então a mestra (a verdadeira) saiu do portão de casa, quando o cachorro a viu saiu correndo gritando pela rua como se tivesse visto o capeta. “Você é tão bonita que assustou até o cachorro” Disse o homem para a mestra. Ela veio andando em nossa direção e eu achei melhor soltar ele e voltar pro chão, parei na frente dela para ver se não era a baixinha se disfarçando de novo e ela ficou me encarando, fiquei sem ter o que dizer e acabei dizendo: ”Você é bonita mesmo.” Ela deu um leve sorriso e o cara disse para eu parar de puxar o saco dela pois ele sabia que eu estava era com medo também, ela falou alguma coisa baixinho com ele e os dois foram voltando para casa, fui atrás deles e antes de entrarmos surgiu um senhor de cabelo grisalho e disse para ela: “Depois vou dar umas dicas para que o relacionamento de vocês dure muito.” Ela fez cara de quem não entendeu e perguntou: “O quê?” O senhor repetiu: “Depois vou dar umas dicas para que o relacionamento de vocês dure para sempre.” Ela olhou com cara de riso para o homem que estava comigo antes e ele disse para o senhor de cabelo grisalho: “Ah… obrigado.” O senhor foi embora, os dois começaram a rir muito e eu acordei.
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Sonhos 14/12/16

em Qua Dez 14, 2016 3:15 pm
Sonho 1:

Estou no meu quarto conversando com um amigo no computador, surge um outro amigo do meu lado e começa a conversar com o primeiro, que começa a descrever todos os detalhes do meu quarto do modo como ele estava no sonho. Este segundo amigo que surgiu pergunta para o amigo do computador como ele sabia de tudo aquilo, ele responde que foi visitar o meu quarto enquanto dormia aquela noite. Achei aquilo estranho e o amigo que estava do meu lado sumiu, o computador desligou sozinho e eu fui tentar religá-lo, fui ajeitar a tomada e saiu uma faísca dela, fazendo com que o cabo do computador pegasse fogo. Consegui apagar o fogo e o computador ligou novamente, na tela passava um vídeo no qual o cara disse que iam ser apresentados os 5 vídeos mais bizarros da internet, ou algo assim. Os 4 primeiros vídeos eram interessantes, apesar de não me lembrar como eram, quando chegou ao quinto vídeo o cara disse: “Estas pessoas andavam pela ponte até que começaram a ser perseguidas pela iguana gigante. A imagem é visualmente chocante, vamos conferir.” Dito isso, eu apareço no meio de uma ponte, pela qual passam pessoas gritando desesperadas, elas me deixam sozinha ali sem entender nada e eu olho para minha roupa, vejo o vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, olho para o fim da ponte e vejo um monte de fumaça, escuto passos de um bicho bem pesado e vejo um homem com um olhar demoníaco sentado numa cadeira rindo. Imagino que ele vai mandar a tal “iguana gigante” vir atrás de mim e resolvo sair dali, a ponte era bem alta e lá embaixo passava um rio, subi no corrimão da ponte e pulei imaginando atravessar a água e mudar de cenário.


Sonho 2:

Assim que caio na água no sonho anterior tenho um falso despertar acompanhado de uma paralisia. Não perco tempo e faço a separação, sento na cama e faço o rc de esticar os dedos para confirmar que é um sonho, puxo os indicadores das duas mãos e nenhum deles estica, espero um pouco e puxo o dedo médio da mão esquerda que estica como chiclete. Saio correndo do quarto e vejo que estou na casa da mestra, ela está deitada no sofá da sala vendo tv, ignoro ela e atravesso a porta, vou para a rua e começo a atravessar os portões das casas imaginando mudar de cenário, mas não funciona. Vejo um portão aberto no fim da rua e vou até lá, o lugar era uma sala bem ampla com um tapete vermelho no chão, imaginei que fosse uma sala de luta, ou algo do tipo, havia uma portinha trancada no canto da sala, atravessei-a e lá dentro havia uma mesa com um bolo, nele tinham várias velas brancas, olhei para a parede e nela estava escrito “Feliz aniversário!” com glacê azul do bolo. Olhei de novo para o bolo para tentar contar as velas e descobrir a idade que representavam, porém agora elas eram velas numeradas e o número era 2096. “Mas em 2096 eu completaria 100 anos de idade.” Pensei. Olhei para a parede e a frase em glacê azul havia mudado: “Pensou que ia ser fácil descobrir?” Ignorei aquilo e arranquei um pedação de bolo com a mão, ele estava muito bom. Atravessei a porta novamente para não perder tempo, porém meu bolo sumiu, fui voando pela rua e parecia não ter ninguém ali, até que avistei umas pessoas que estavam em grupos em uma estrada, por algum motivo elas começaram a atirar pedras em minha direção, desci até um dos grupos e perguntei porque estavam jogando pedras, eles disseram que me odiavam, uma mulher sacou uma arma e começou a atirar em mim, os tiros dela não me acertavam, mas ela continuava atirando. Lembrei que quando eu era criança a mestra havia dito que havia um grupo de personagens no sonho que não gostavam do grupo dela, e por isso eles sempre me atacariam, e que sempre que fosse possível eu deveria acabar com eles para ajudar o grupo dela. Ela me ensinou um jeito de identificar esses personagens, uma técnica na qual minha visão fica diferente e enxergo tudo de uma maneira bem estranha, sendo que os personagens do tal grupo aparecem cercados por uma linha vermelha. Usei essa técnica na mulher que estava atirando em mim e nos outros que estavam com ela e percebi que eram todos desse mesmo grupo, então tomei a arma da mulher e comecei a atirar neles. Antes que eu atirasse em todos uma garota me segurou e nós caímos do lugar onde estávamos, tivemos uma queda de uns 5 metros, a garota ficou desmaiada no chão e eu acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qua Dez 14, 2016 3:38 pm
Érika:
Érika escreveu:Sonho 1:


Eu estava com algumas pessoas em uma casa toda branca, eles subiram para o segundo andar para ver televisão e eu fui atrás deles. Havia três televisões na sala, uma de cada lado do sofá e uma no teto, as três estavam no mesmo canal, no qual  passava um noticiário em inglês. Comecei a desconfiar que era um sonho, mas alguém jogou uma garrafa no chão e eu me distraí com o barulho, me levantei e acabei cortando os dois tornozelos nos cacos de vidro da garrafa. Comecei a sangrar muito e apareceu uma mulher para me ajudar, ela tentava limpar o sangue com papel higiênico, mas o papel derretia todo só de encostar em mim, eu estava tendo uma hemorragia tão grande que o chão já estava com uma poça enorme de sangue, depois de um tempo o sangue começou a sair grosso como se fosse massa de tomate. Achei estranho, pois com toda aquela perda sanguínea eu já devia estar quase desmaiando e o local dos cortes não doíam quase nada, nem quando a mulher encostava a mão. Desconfiei que era um sonho, percebi que ia acordar e permaneci imóvel na cama, senti uma fisgada forte, um barulho na cabeça e começou o sonho 2.


Sonho 2:


Assim que senti a fisgada na cabeça já tentei fazer a separação e me levantei dentro do sonho, havia um computador branco no meu quarto, mas ele não tinha mouse nem teclado, toquei na tela para ver se funcionava e não aconteceu nada, então comecei a usar a mente para acessar os aplicativos e mudar as coisas na tela, abri o navegador da internet e carregou uma página toda preta com links em letras brancas em um idioma que não conheço, cliquei em um deles e surgiu a foto de uma pessoa com uma cara de monstro bem feia e um texto no mesmo idioma desconhecido, decorei o título do texto : Nattetale, que era o mesmo do link, fechei o navegador e fiquei brincando de girar as coisas na tela. Uma mulher de roupa preta entrou no quarto e disse para eu sair dali, não a reconheci e perguntei quem era, ela disse que era a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos), a mulher era baixinha, cabelo encaracolado e preto, bem menor que o da mestra e tinha olhos azul-claros. Ignorei a mulher e fui andando pela casa, de repente passou por mim uma amiga minha vendendo frutas, ela estava com uma bacia enorme com laranjas e abacaxis, expliquei pra ela que aquilo era um sonho e ela perguntou se podia acordar então, eu disse que ela podia, mas eu ia continuar ali. Minha amiga saiu pela porta da sala e sumiu, a mulher baixinha apareceu atrás de mim e disse que eu podia acordar também, empurrei ela e atravessei uma parede que era de um quarto, lá dentro estava dormindo o mesmo personagem que apareceu no sonho da cidade Bamberg, fiquei tentando acordar ele, até que a mulher baixinha atravessou a parede e veio me importunar de novo. Atravessei a parede do quarto para sair dali e depois atravessei a da sala, porém ficou tudo escuro por um tempo e eu acabei indo parar em frente à mesma parede novamente, a mulher baixinha voltou a aparecer do meu lado, então eu tive a ideia de agarrá-la pelos cabelos e atravessar a parede levando ela junto, quando ficou tudo escuro eu soltei a mulher e apareci de novo no mesmo lugar, porém sem ela. Atravessei a mesma parede novamente, porém dessa vez com os olhos fechados e imaginando que ia para outro cenário, porém não imaginei nada específico pois queria ver qual cenário minha mente ia criar, continuei de olhos fechados e senti que estava andando em um monte de areia, abri os olhos e estava em um deserto, comecei a voar e senti que ia acordar, fechei os olhos novamente e quando senti que o sonho havia estabilizado percebi que estava no quintal de casa. O personagem que estava dormindo acordou e apareceu no quintal perguntando o que eu estava fazendo, antes que eu respondesse surgiu de novo a mulher baixinha querendo me matar porque eu deixei ela no escuro quando atravessei a parede, comecei a dar uns chutes na baixinha e ela ficou ainda mais brava, o cara começou a rir e eu pedi para ele me levantar, como sempre faço quando sonho com ele. Subi nas costas dele e fomos para a rua, a baixinha se transformou em um cachorro médio, preto e branco, começou a correr atrás da gente e ficou pulando para tentar me alcançar, para ficar mais no alto eu passei os pés por cima dos ombros do cara, enrolei as pernas e fiquei puxando o cabelo dele para me equilibrar. O homem começou a reclamar que eu já estava exigindo demais, não sei por que comecei a agarrar o cara e então a mestra (a verdadeira) saiu do portão de casa, quando o cachorro a viu saiu correndo gritando pela rua como se tivesse visto o capeta. “Você é tão bonita que assustou até o cachorro” Disse o homem para a mestra. Ela veio andando em nossa direção e eu achei melhor soltar ele e voltar pro chão, parei na frente dela para ver se não era a baixinha se disfarçando de novo e ela ficou me encarando, fiquei sem ter o que dizer e acabei dizendo: ”Você é bonita mesmo.” Ela deu um leve sorriso e o cara disse para eu parar de puxar o saco dela pois ele sabia que eu estava era com medo também, ela falou alguma coisa baixinho com ele e os dois foram voltando para casa, fui atrás deles e antes de entrarmos surgiu um senhor de cabelo grisalho e disse para ela: “Depois vou dar umas dicas para que o relacionamento de vocês dure muito.” Ela fez cara de quem não entendeu e perguntou: “O quê?” O senhor repetiu: “Depois vou dar umas dicas para que o relacionamento de vocês dure para sempre.” Ela olhou com cara de riso para o homem que estava comigo antes e ele disse para o senhor de cabelo grisalho: “Ah… obrigado.” O senhor foi embora, os dois começaram a rir muito e eu acordei.
Uma pena que o personagem do sonho de Bamberg não acordou. Seria uma uma boa chance para voltar lá na casa azul.

Érika:
Érika escreveu:Sonho 1:

Estou no meu quarto conversando com um amigo no computador, surge um outro amigo do meu lado e começa a conversar com o primeiro, que começa a descrever todos os detalhes do meu quarto do modo como ele estava no sonho. Este segundo amigo que surgiu pergunta para o amigo do computador como ele sabia de tudo aquilo, ele responde que foi visitar o meu quarto enquanto dormia aquela noite. Achei aquilo estranho e o amigo que estava do meu lado sumiu, o computador desligou sozinho e eu fui tentar religá-lo, fui ajeitar a tomada e saiu uma faísca dela, fazendo com que o cabo do computador pegasse fogo. Consegui apagar o fogo e o computador ligou novamente, na tela passava um vídeo no qual o cara disse que iam ser apresentados os 5 vídeos mais bizarros da internet, ou algo assim. Os 4 primeiros vídeos eram interessantes, apesar de não me lembrar como eram, quando chegou ao quinto vídeo o cara disse: “Estas pessoas andavam pela ponte até que começaram a ser perseguidas pela iguana gigante. A imagem é visualmente chocante, vamos conferir.” Dito isso, eu apareço no meio de uma ponte, pela qual passam pessoas gritando desesperadas, elas me deixam sozinha ali sem entender nada e eu olho para minha roupa, vejo o vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, olho para o fim da ponte e vejo um monte de fumaça, escuto passos de um bicho bem pesado e vejo um homem com um olhar demoníaco sentado numa cadeira rindo. Imagino que ele vai mandar a tal “iguana gigante” vir atrás de mim e resolvo sair dali, a ponte era bem alta e lá embaixo passava um rio, subi no corrimão da ponte e pulei imaginando atravessar a água e mudar de cenário.


Sonho 2:

Assim que caio na água no sonho anterior tenho um falso despertar acompanhado de uma paralisia. Não perco tempo e faço a separação, sento na cama e faço o rc de esticar os dedos para confirmar que é um sonho, puxo os indicadores das duas mãos e nenhum deles estica, espero um pouco e puxo o dedo médio da mão esquerda que estica como chiclete. Saio correndo do quarto e vejo que estou na casa da mestra, ela está deitada no sofá da sala vendo tv, ignoro ela e atravesso a porta, vou para a rua e começo a atravessar os portões das casas imaginando mudar de cenário, mas não funciona. Vejo um portão aberto no fim da rua e vou até lá, o lugar era uma sala bem ampla com um tapete vermelho no chão, imaginei que fosse uma sala de luta, ou algo do tipo, havia uma portinha trancada no canto da sala, atravessei-a e lá dentro havia uma mesa com um bolo, nele tinham várias velas brancas, olhei para a parede e nela estava escrito “Feliz aniversário!” com glacê azul do bolo. Olhei de novo para o bolo para tentar contar as velas e descobrir a idade que representavam, porém agora elas eram velas numeradas e o número era 2096. “Mas em 2096 eu completaria 100 anos de idade.” Pensei. Olhei para a parede e a frase em glacê azul havia mudado: “Pensou que ia ser fácil descobrir?” Ignorei aquilo e arranquei um pedação de bolo com a mão, ele estava muito bom. Atravessei a porta novamente para não perder tempo, porém meu bolo sumiu, fui voando pela rua e parecia não ter ninguém ali, até que avistei umas pessoas que estavam em grupos em uma estrada, por algum motivo elas começaram a atirar pedras em minha direção, desci até um dos grupos e perguntei porque estavam jogando pedras, eles disseram que me odiavam, uma mulher sacou uma arma e começou a atirar em mim, os tiros dela não me acertavam, mas ela continuava atirando. Lembrei que quando eu era criança a mestra havia dito que havia um grupo de personagens no sonho que não gostavam do grupo dela, e por isso eles sempre me atacariam, e que sempre que fosse possível eu deveria acabar com eles para ajudar o grupo dela. Ela me ensinou um jeito de identificar esses personagens, uma técnica na qual minha visão fica diferente e enxergo tudo de uma maneira bem estranha, sendo que os personagens do tal grupo aparecem cercados por uma linha vermelha. Usei essa técnica na mulher que estava atirando em mim e nos outros que estavam com ela e percebi que eram todos desse mesmo grupo, então tomei a arma da mulher e comecei a atirar neles. Antes que eu atirasse em todos uma garota me segurou e nós caímos do lugar onde estávamos, tivemos uma queda de uns 5 metros, a garota ficou desmaiada no chão e eu acordei.
Personagens de sonhos rebeldes. Parece que existe um lado seu que quer combater a Mestra. Já pensou em vez de combatê-los, perguntar a eles porque eles não gostam dela? Quem sabe você descobre algo importante que te ajude a conhecer a sua Mestra.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Qui Dez 15, 2016 12:16 am
Érika escreveu:
Tabarisco escreveu:hhum esse sonho lucido ai foi meio bom, tirando a parte de ficar invisivel achei isso estranho mas deve ter sido interessante e tambem bom!

Tabarisco, até que não foi ruim ficar invisível, se não o Celso ia querer que eu ficasse lá segurando a câmera pra ele  gargalhada O único problema é que não dava para interagir com os personagens.

Pyros escreveu:HAHAHAHAHA que louco Érika!!! Seus sonhos foram muitos bons. Parece que a minha versão onírica é um pouco mais nova e birrenta que eu.
Mas aí, nem comigo e nem com a Konigin você conseguiu ter uma boa relação nos sonhos. Coitada, largou ela lá toda enrolada kkkkkk

Foi engraçado conversar com o Pyros, pena que ele não foi muito com a minha cara gargalhada  Eu acho que enrolei a Königin porque pensei que era alguém tentando me atacar, depois que a mulher disse que era ela eu tentei desenrolar, mas não deu muito certo, o jeito é esperar ela aparecer de novo.
sei la mas se sentir invisivel deve ser meio estranho embora seja interessante.
caramba so espero que minha versao onirica seja legal muito feliz
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Dez 17, 2016 6:56 pm
Königin escreveu:
Érika:

Érika escreveu:Sonho 1:


Eu estava com algumas pessoas em uma casa toda branca, eles subiram para o segundo andar para ver televisão e eu fui atrás deles. Havia três televisões na sala, uma de cada lado do sofá e uma no teto, as três estavam no mesmo canal, no qual  passava um noticiário em inglês. Comecei a desconfiar que era um sonho, mas alguém jogou uma garrafa no chão e eu me distraí com o barulho, me levantei e acabei cortando os dois tornozelos nos cacos de vidro da garrafa. Comecei a sangrar muito e apareceu uma mulher para me ajudar, ela tentava limpar o sangue com papel higiênico, mas o papel derretia todo só de encostar em mim, eu estava tendo uma hemorragia tão grande que o chão já estava com uma poça enorme de sangue, depois de um tempo o sangue começou a sair grosso como se fosse massa de tomate. Achei estranho, pois com toda aquela perda sanguínea eu já devia estar quase desmaiando e o local dos cortes não doíam quase nada, nem quando a mulher encostava a mão. Desconfiei que era um sonho, percebi que ia acordar e permaneci imóvel na cama, senti uma fisgada forte, um barulho na cabeça e começou o sonho 2.


Sonho 2:


Assim que senti a fisgada na cabeça já tentei fazer a separação e me levantei dentro do sonho, havia um computador branco no meu quarto, mas ele não tinha mouse nem teclado, toquei na tela para ver se funcionava e não aconteceu nada, então comecei a usar a mente para acessar os aplicativos e mudar as coisas na tela, abri o navegador da internet e carregou uma página toda preta com links em letras brancas em um idioma que não conheço, cliquei em um deles e surgiu a foto de uma pessoa com uma cara de monstro bem feia e um texto no mesmo idioma desconhecido, decorei o título do texto : Nattetale, que era o mesmo do link, fechei o navegador e fiquei brincando de girar as coisas na tela. Uma mulher de roupa preta entrou no quarto e disse para eu sair dali, não a reconheci e perguntei quem era, ela disse que era a mestra (personagem que aparece frequentemente em meus sonhos), a mulher era baixinha, cabelo encaracolado e preto, bem menor que o da mestra e tinha olhos azul-claros. Ignorei a mulher e fui andando pela casa, de repente passou por mim uma amiga minha vendendo frutas, ela estava com uma bacia enorme com laranjas e abacaxis, expliquei pra ela que aquilo era um sonho e ela perguntou se podia acordar então, eu disse que ela podia, mas eu ia continuar ali. Minha amiga saiu pela porta da sala e sumiu, a mulher baixinha apareceu atrás de mim e disse que eu podia acordar também, empurrei ela e atravessei uma parede que era de um quarto, lá dentro estava dormindo o mesmo personagem que apareceu no sonho da cidade Bamberg, fiquei tentando acordar ele, até que a mulher baixinha atravessou a parede e veio me importunar de novo. Atravessei a parede do quarto para sair dali e depois atravessei a da sala, porém ficou tudo escuro por um tempo e eu acabei indo parar em frente à mesma parede novamente, a mulher baixinha voltou a aparecer do meu lado, então eu tive a ideia de agarrá-la pelos cabelos e atravessar a parede levando ela junto, quando ficou tudo escuro eu soltei a mulher e apareci de novo no mesmo lugar, porém sem ela. Atravessei a mesma parede novamente, porém dessa vez com os olhos fechados e imaginando que ia para outro cenário, porém não imaginei nada específico pois queria ver qual cenário minha mente ia criar, continuei de olhos fechados e senti que estava andando em um monte de areia, abri os olhos e estava em um deserto, comecei a voar e senti que ia acordar, fechei os olhos novamente e quando senti que o sonho havia estabilizado percebi que estava no quintal de casa. O personagem que estava dormindo acordou e apareceu no quintal perguntando o que eu estava fazendo, antes que eu respondesse surgiu de novo a mulher baixinha querendo me matar porque eu deixei ela no escuro quando atravessei a parede, comecei a dar uns chutes na baixinha e ela ficou ainda mais brava, o cara começou a rir e eu pedi para ele me levantar, como sempre faço quando sonho com ele. Subi nas costas dele e fomos para a rua, a baixinha se transformou em um cachorro médio, preto e branco, começou a correr atrás da gente e ficou pulando para tentar me alcançar, para ficar mais no alto eu passei os pés por cima dos ombros do cara, enrolei as pernas e fiquei puxando o cabelo dele para me equilibrar. O homem começou a reclamar que eu já estava exigindo demais, não sei por que comecei a agarrar o cara e então a mestra (a verdadeira) saiu do portão de casa, quando o cachorro a viu saiu correndo gritando pela rua como se tivesse visto o capeta. “Você é tão bonita que assustou até o cachorro” Disse o homem para a mestra. Ela veio andando em nossa direção e eu achei melhor soltar ele e voltar pro chão, parei na frente dela para ver se não era a baixinha se disfarçando de novo e ela ficou me encarando, fiquei sem ter o que dizer e acabei dizendo: ”Você é bonita mesmo.” Ela deu um leve sorriso e o cara disse para eu parar de puxar o saco dela pois ele sabia que eu estava era com medo também, ela falou alguma coisa baixinho com ele e os dois foram voltando para casa, fui atrás deles e antes de entrarmos surgiu um senhor de cabelo grisalho e disse para ela: “Depois vou dar umas dicas para que o relacionamento de vocês dure muito.” Ela fez cara de quem não entendeu e perguntou: “O quê?” O senhor repetiu: “Depois vou dar umas dicas para que o relacionamento de vocês dure para sempre.” Ela olhou com cara de riso para o homem que estava comigo antes e ele disse para o senhor de cabelo grisalho: “Ah… obrigado.” O senhor foi embora, os dois começaram a rir muito e eu acordei.
Uma pena que o personagem do sonho de Bamberg não acordou. Seria uma uma boa chance para voltar lá na casa azul.

Érika:

Érika escreveu:Sonho 1:

Estou no meu quarto conversando com um amigo no computador, surge um outro amigo do meu lado e começa a conversar com o primeiro, que começa a descrever todos os detalhes do meu quarto do modo como ele estava no sonho. Este segundo amigo que surgiu pergunta para o amigo do computador como ele sabia de tudo aquilo, ele responde que foi visitar o meu quarto enquanto dormia aquela noite. Achei aquilo estranho e o amigo que estava do meu lado sumiu, o computador desligou sozinho e eu fui tentar religá-lo, fui ajeitar a tomada e saiu uma faísca dela, fazendo com que o cabo do computador pegasse fogo. Consegui apagar o fogo e o computador ligou novamente, na tela passava um vídeo no qual o cara disse que iam ser apresentados os 5 vídeos mais bizarros da internet, ou algo assim. Os 4 primeiros vídeos eram interessantes, apesar de não me lembrar como eram, quando chegou ao quinto vídeo o cara disse: “Estas pessoas andavam pela ponte até que começaram a ser perseguidas pela iguana gigante. A imagem é visualmente chocante, vamos conferir.” Dito isso, eu apareço no meio de uma ponte, pela qual passam pessoas gritando desesperadas, elas me deixam sozinha ali sem entender nada e eu olho para minha roupa, vejo o vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, olho para o fim da ponte e vejo um monte de fumaça, escuto passos de um bicho bem pesado e vejo um homem com um olhar demoníaco sentado numa cadeira rindo. Imagino que ele vai mandar a tal “iguana gigante” vir atrás de mim e resolvo sair dali, a ponte era bem alta e lá embaixo passava um rio, subi no corrimão da ponte e pulei imaginando atravessar a água e mudar de cenário.


Sonho 2:

Assim que caio na água no sonho anterior tenho um falso despertar acompanhado de uma paralisia. Não perco tempo e faço a separação, sento na cama e faço o rc de esticar os dedos para confirmar que é um sonho, puxo os indicadores das duas mãos e nenhum deles estica, espero um pouco e puxo o dedo médio da mão esquerda que estica como chiclete. Saio correndo do quarto e vejo que estou na casa da mestra, ela está deitada no sofá da sala vendo tv, ignoro ela e atravesso a porta, vou para a rua e começo a atravessar os portões das casas imaginando mudar de cenário, mas não funciona. Vejo um portão aberto no fim da rua e vou até lá, o lugar era uma sala bem ampla com um tapete vermelho no chão, imaginei que fosse uma sala de luta, ou algo do tipo, havia uma portinha trancada no canto da sala, atravessei-a e lá dentro havia uma mesa com um bolo, nele tinham várias velas brancas, olhei para a parede e nela estava escrito “Feliz aniversário!” com glacê azul do bolo. Olhei de novo para o bolo para tentar contar as velas e descobrir a idade que representavam, porém agora elas eram velas numeradas e o número era 2096. “Mas em 2096 eu completaria 100 anos de idade.” Pensei. Olhei para a parede e a frase em glacê azul havia mudado: “Pensou que ia ser fácil descobrir?” Ignorei aquilo e arranquei um pedação de bolo com a mão, ele estava muito bom. Atravessei a porta novamente para não perder tempo, porém meu bolo sumiu, fui voando pela rua e parecia não ter ninguém ali, até que avistei umas pessoas que estavam em grupos em uma estrada, por algum motivo elas começaram a atirar pedras em minha direção, desci até um dos grupos e perguntei porque estavam jogando pedras, eles disseram que me odiavam, uma mulher sacou uma arma e começou a atirar em mim, os tiros dela não me acertavam, mas ela continuava atirando. Lembrei que quando eu era criança a mestra havia dito que havia um grupo de personagens no sonho que não gostavam do grupo dela, e por isso eles sempre me atacariam, e que sempre que fosse possível eu deveria acabar com eles para ajudar o grupo dela. Ela me ensinou um jeito de identificar esses personagens, uma técnica na qual minha visão fica diferente e enxergo tudo de uma maneira bem estranha, sendo que os personagens do tal grupo aparecem cercados por uma linha vermelha. Usei essa técnica na mulher que estava atirando em mim e nos outros que estavam com ela e percebi que eram todos desse mesmo grupo, então tomei a arma da mulher e comecei a atirar neles. Antes que eu atirasse em todos uma garota me segurou e nós caímos do lugar onde estávamos, tivemos uma queda de uns 5 metros, a garota ficou desmaiada no chão e eu acordei.
Personagens de sonhos rebeldes. Parece que existe um lado seu que quer combater a Mestra. Já pensou em vez de combatê-los,  perguntar a eles porque eles não gostam dela? Quem sabe você descobre algo importante que te ajude a conhecer a sua Mestra.

Obrigada pela dica Königin, da próxima vez vou tentar perguntar para eles.

Tabarisco:

Érika escreveu:
Tabarisco escreveu:hhum esse sonho lucido ai foi meio bom, tirando a parte de ficar invisivel achei isso estranho mas deve ter sido interessante e tambem bom!

Tabarisco, até que não foi ruim ficar invisível, se não o Celso ia querer que eu ficasse lá segurando a câmera pra ele  gargalhada O único problema é que não dava para interagir com os personagens.

Pyros escreveu:HAHAHAHAHA que louco Érika!!! Seus sonhos foram muitos bons. Parece que a minha versão onírica é um pouco mais nova e birrenta que eu.
Mas aí, nem comigo e nem com a Konigin você conseguiu ter uma boa relação nos sonhos. Coitada, largou ela lá toda enrolada kkkkkk

Foi engraçado conversar com o Pyros, pena que ele não foi muito com a minha cara gargalhada  Eu acho que enrolei a Königin porque pensei que era alguém tentando me atacar, depois que a mulher disse que era ela eu tentei desenrolar, mas não deu muito certo, o jeito é esperar ela aparecer de novo.
sei la mas se sentir invisivel deve ser meio estranho embora seja interessante.
caramba so espero que minha versao onirica seja legal muito feliz

Quem sabe sua versão onírica não decide fazer uma visita em algum sonho meu também? feliz
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Dez 17, 2016 7:58 pm
Se ela fazer uma visitinha tomara que seja legal!
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

em Sab Dez 17, 2016 8:00 pm
Érika escreveu:Sonho 1:

Estou no meu quarto conversando com um amigo no computador, surge um outro amigo do meu lado e começa a conversar com o primeiro, que começa a descrever todos os detalhes do meu quarto do modo como ele estava no sonho. Este segundo amigo que surgiu pergunta para o amigo do computador como ele sabia de tudo aquilo, ele responde que foi visitar o meu quarto enquanto dormia aquela noite. Achei aquilo estranho e o amigo que estava do meu lado sumiu, o computador desligou sozinho e eu fui tentar religá-lo, fui ajeitar a tomada e saiu uma faísca dela, fazendo com que o cabo do computador pegasse fogo. Consegui apagar o fogo e o computador ligou novamente, na tela passava um vídeo no qual o cara disse que iam ser apresentados os 5 vídeos mais bizarros da internet, ou algo assim. Os 4 primeiros vídeos eram interessantes, apesar de não me lembrar como eram, quando chegou ao quinto vídeo o cara disse: “Estas pessoas andavam pela ponte até que começaram a ser perseguidas pela iguana gigante. A imagem é visualmente chocante, vamos conferir.” Dito isso, eu apareço no meio de uma ponte, pela qual passam pessoas gritando desesperadas, elas me deixam sozinha ali sem entender nada e eu olho para minha roupa, vejo o vestido amarelo que sempre uso nos sonhos lúcidos, olho para o fim da ponte e vejo um monte de fumaça, escuto passos de um bicho bem pesado e vejo um homem com um olhar demoníaco sentado numa cadeira rindo. Imagino que ele vai mandar a tal “iguana gigante” vir atrás de mim e resolvo sair dali, a ponte era bem alta e lá embaixo passava um rio, subi no corrimão da ponte e pulei imaginando atravessar a água e mudar de cenário.


Sonho 2:

Assim que caio na água no sonho anterior tenho um falso despertar acompanhado de uma paralisia. Não perco tempo e faço a separação, sento na cama e faço o rc de esticar os dedos para confirmar que é um sonho, puxo os indicadores das duas mãos e nenhum deles estica, espero um pouco e puxo o dedo médio da mão esquerda que estica como chiclete. Saio correndo do quarto e vejo que estou na casa da mestra, ela está deitada no sofá da sala vendo tv, ignoro ela e atravesso a porta, vou para a rua e começo a atravessar os portões das casas imaginando mudar de cenário, mas não funciona. Vejo um portão aberto no fim da rua e vou até lá, o lugar era uma sala bem ampla com um tapete vermelho no chão, imaginei que fosse uma sala de luta, ou algo do tipo, havia uma portinha trancada no canto da sala, atravessei-a e lá dentro havia uma mesa com um bolo, nele tinham várias velas brancas, olhei para a parede e nela estava escrito “Feliz aniversário!” com glacê azul do bolo. Olhei de novo para o bolo para tentar contar as velas e descobrir a idade que representavam, porém agora elas eram velas numeradas e o número era 2096. “Mas em 2096 eu completaria 100 anos de idade.” Pensei. Olhei para a parede e a frase em glacê azul havia mudado: “Pensou que ia ser fácil descobrir?” Ignorei aquilo e arranquei um pedação de bolo com a mão, ele estava muito bom. Atravessei a porta novamente para não perder tempo, porém meu bolo sumiu, fui voando pela rua e parecia não ter ninguém ali, até que avistei umas pessoas que estavam em grupos em uma estrada, por algum motivo elas começaram a atirar pedras em minha direção, desci até um dos grupos e perguntei porque estavam jogando pedras, eles disseram que me odiavam, uma mulher sacou uma arma e começou a atirar em mim, os tiros dela não me acertavam, mas ela continuava atirando. Lembrei que quando eu era criança a mestra havia dito que havia um grupo de personagens no sonho que não gostavam do grupo dela, e por isso eles sempre me atacariam, e que sempre que fosse possível eu deveria acabar com eles para ajudar o grupo dela. Ela me ensinou um jeito de identificar esses personagens, uma técnica na qual minha visão fica diferente e enxergo tudo de uma maneira bem estranha, sendo que os personagens do tal grupo aparecem cercados por uma linha vermelha. Usei essa técnica na mulher que estava atirando em mim e nos outros que estavam com ela e percebi que eram todos desse mesmo grupo, então tomei a arma da mulher e comecei a atirar neles. Antes que eu atirasse em todos uma garota me segurou e nós caímos do lugar onde estávamos, tivemos uma queda de uns 5 metros, a garota ficou desmaiada no chão e eu acordei.

Sonho 1: Iguana gigante kkkkkkk! Só não compreendi a parte que você visualizou o vídeo Érika... voçê estava assistindo a si mesmo fugindo da Iguana ou você foi deslocada para a cena como primeira pessoa?

Sonho 2: Eu ja tava pensando se você ia sair dali sem comer o bolo kkkk. Me interessei por essa Mestra, ela te acompanha desde a infância? e essa técnica de indentificar os seres que não gostavam de você, poderia explicar como se procede?

Curti seus sonhos, dei uma passada por cima nos outros e notei que a Mestra faz parte de outros relatos, vou voltar e ler seu diário, parabéns pela dedicação!


Se há silêncio, deixe-o aumentar...algo surgirá
Se há tempestade, deixe-a rugir, ela acalmara!
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos da Érika

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