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Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Dom Nov 22, 2015 12:54 am
Começar com um sonho bem vívido que tive logo após uns quatro dias dormindo apenas 2 horas (ah, nada como a vida acadêmica dança )

[18/11/2015 - 19/11/2015] Malditas Aranhas

Após um bom tempo tentando resolver bugs de um trabalho com banco de dados, durante uma apresentação em um dos laboratórios da UNIFEI (o que foi outro sonho, do qual não possuo quase lembrança alguma), estou, em fim, de volta à república e me deito para dormir em minha cama.

Descrição do quarto da república:
O quarto é bem iluminado, há uma janela que ocupa um bom espaço da parede, não há cortinas, a coloração creme das paredes contribui para um aspecto de maior claridade. Na parede que fica de frente para a janela, há um quadro de horários e afazeres, feito com papel contact e escrito com canetas de quadro branco, vermelha e azul. Um guarda roupas modesto num canto e uma mesa cheia de coisas e tranqueiras do outro. A cabeceira da minha cama fica ao lado da mesa, e a cama fica encostada com a parede da janela.

No meio do sono, há uma aranha andando em minha perna. Ela é pequena, do tamanho de uma unha, com uma coloração preta e o abdome com manchas num tom pálido de rosa. Ela caminha pela minha perna e eu acordo com sua mordida, que causa uma dor forte.
Minha perna parece queimar por dentro e a medida que sinto essa dor, tudo começa a ficar mais nítido. Jogo meu edredom pro lado e esmago a aranha, que deixa uma gosma em minha perna. A dor é bem forte, como se um pedaço de ferro incandescente estivesse em contado com o músculo da minha canela. É estranho, porque a dor eu sinto muito bem, me faz chorar inclusive, mas meu tato está uma droga.
Quando me olho ao redor, várias aranhas maiores, marrons, do tamanho de um palmo, estão caminhando pelo chão do quarto. Me levanto e começo a pisar nelas, só que elas não morrem. É como se eu errasse o golpe e eu não conseguia esmagar as criaturinhas (algo que acontece frequentemente em meus sonhos. Meus socos ou chutes não surtem efeito algum).
Para piorar a situação, de trás do armário, várias outras aranhas estão saindo por um buraco na parede, que parece uma fenda meio apodrecida, com o entorno escurecido e decadente, como uma ferida gangrenada, só que na parede.

Apesar de ter sido meio desesperador, não chegou a ser um pesadelo. Eu não tinha medo das aranhas, apenas matava elas para defender meu quarto e evitar ser mordido de novo, enquanto gritava como um maluco e sentia minha perna queimar. Lembro de dar cadeiradas em uma aranha! Não lembro com que fato do sonho acordei. É provável que o sonho tenha terminado antes de eu ter acordado realmente.

Uma aranha que desenhei faz tempo  :


Coisas que recomendo / ferramentas que uso:

Diretamente Ligado aos Sonhos
- Livro - Sonhos Lúcidos: Um Guia para Dominar a Arte de Controlar seus Sonhos, por Dylan Tuccillo, Jared Zeizel e Thomas Peisel. Bom livro para iniciantes e também para sonhadores avançados. Possui explicações de várias técnicas e instruções de como tentar fazer algumas coisas dentro dos SLs.

- Aplicativo Gratuito - Awoken. Possui: alarme para reality checks, som de totem, dream clues e um diário de sonhos legalzinho.

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- Livro - Chi Kung: Para a saúde e vitalidade, por Wong Kiew Kit. A meditação é algo que me ajuda a lembrar dos sonhos com uma intensidade mais vívida.
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Dom Nov 22, 2015 2:33 pm
B21Munhoz, primeiro, só por curiosidade vc é de Itajubá? É que vc comentou da Unifei hsuasuh

Que sonho desesperador, aranhas, morro de medo.
Eu acho interessante qnd as pessoas relatam sentir dor nos sonhos, eu nunca senti dor em sonho. (não sei se isso é bom ou ruim).
Sobre os seus murros não surtirem efeito, da próxima vez tente usar alguma luva de box (exemplo), pode surtir efeito.
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Dom Nov 22, 2015 3:53 pm
Reparou que tanto na realidade quanto no sonho referem-se a situações a que deseja resolver.


CORES DOS MEUS RELATOS:

  • Analise ou pensamento/observação.
  • Dialogo, titulo
  • Descrição de um cenário/objeto/pessoa.
  • Realidade ou fato importante.

Orvalho do sonhar:
Fantasiar me conforta
Deslumbrado a imaginar
Sera que e so eu?
Ou alguem se importa?


para nao se desesperar
Sucumbir em expectativas
pois se nao suprir
Posso pelo menos sonhar

Sair desse lugar imundo
Fingir que nao e isso
Tornar tudo intenso
Criar o próprio mundo


Injetar alegria
Olhar fixo para o nada
Rir sozinho
Ate o final do dia


Sentir a liberdade ao voar
Observar o próprio reflexo
E fechar os olhos
Para voltar a sonhar

(Hiriu)
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Dom Nov 22, 2015 8:12 pm
B21Munhoz escreveu:

B21Munhoz escreveu:Começar com um sonho bem vívido que tive logo após uns quatro dias dormindo apenas 2 horas (ah, nada como a vida acadêmica dança )

[18/11/2015 - 19/11/2015] Malditas Aranhas

Após um bom tempo tentando resolver bugs de um trabalho com banco de dados, durante uma apresentação em um dos laboratórios da UNIFEI (o que foi outro sonho, do qual não possuo quase lembrança alguma), estou, em fim, de volta à república e me deito para dormir em minha cama.

Descrição do quarto da república:
O quarto é bem iluminado, há uma janela que ocupa um bom espaço da parede, não há cortinas, a coloração creme das paredes contribui para um aspecto de maior claridade. Na parede que fica de frente para a janela, há um quadro de horários e afazeres, feito com papel contact e escrito com canetas de quadro branco, vermelha e azul. Um guarda roupas modesto num canto e uma mesa cheia de coisas e tranqueiras do outro. A cabeceira da minha cama fica ao lado da mesa, e a cama fica encostada com a parede da janela.

No meio do sono, há uma aranha andando em minha perna. Ela é pequena, do tamanho de uma unha, com uma coloração preta e o abdome com manchas num tom pálido de rosa. Ela caminha pela minha perna e eu acordo com sua mordida, que causa uma dor forte.
Minha perna parece queimar por dentro e a medida que sinto essa dor, tudo começa a ficar mais nítido. Jogo meu edredom pro lado e esmago a aranha, que deixa uma gosma em minha perna. A dor é bem forte, como se um pedaço de ferro incandescente estivesse em contado com o músculo da minha canela. É estranho, porque a dor eu sinto muito bem, me faz chorar inclusive, mas meu tato está uma droga.
Quando me olho ao redor, várias aranhas maiores, marrons, do tamanho de um palmo, estão caminhando pelo chão do quarto. Me levanto e começo a pisar nelas, só que elas não morrem. É como se eu errasse o golpe e eu não conseguia esmagar as criaturinhas (algo que acontece frequentemente em meus sonhos. Meus socos ou chutes não surtem efeito algum).
Para piorar a situação, de trás do armário, várias outras aranhas estão saindo por um buraco na parede, que parece uma fenda meio apodrecida, com o entorno escurecido e decadente, como uma ferida gangrenada, só que na parede.

Apesar de ter sido meio desesperador, não chegou a ser um pesadelo. Eu não tinha medo das aranhas, apenas matava elas para defender meu quarto e evitar ser mordido de novo, enquanto gritava como um maluco e sentia minha perna queimar. Lembro de dar cadeiradas em uma aranha! Não lembro com que fato do sonho acordei. É provável que o sonho tenha terminado antes de eu ter acordado realmente.

Uma aranha que desenhei faz tempo  :
Quando você foi picado pela aranha no sonho, e sua perna começou a doer, pensei que você ia virar o Homem-Aranha. Kkkkk

Mas, falando sério agora. A Carol chamou a atenção pra um lance curioso que acontece com ela e que acontece comigo também. Eu não sinto dor física nos meus sonhos. Não que eu me lembre. Mas, a sensação de frio ou calor no sonho, eu já senti. Inclusive, já cheguei a acordar por causa do calor ou por causa do frio, que realmente estava fazendo no dia.


Última edição por Ramon em Seg Nov 23, 2015 11:16 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Dom Nov 22, 2015 11:54 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Obrigado a todos pelas respostas =)
caroleete escreveu:B21Munhoz, primeiro, só por curiosidade vc é de Itajubá? É que vc comentou da Unifei hsuasuh
Resposta:
Estou fazendo a graduação lá =D
Mas sou de uma cidade no interior de SP, na divisa com Minas. Espírito Santo do Pinhal.

caroleete escreveu:Sobre os seus murros não surtirem efeito, da próxima vez tente usar alguma luva de box (exemplo), pode surtir efeito.
Resposta:
Dei até com a cadeira nas criaturas auhauhauh.
Eu tentaria algo, mas não estava lúcido =(

Hiriu escreveu:Reparou que tanto na realidade quanto no sonho referem-se a situações a que deseja resolver.
Resposta:
Sobre as aranhas eu não sei hehe, mas constantemente tenho sonhos com os códigos do que estou desenvolvendo e apresentam obstáculos mais difíceis, como foi o caso da parte de sonho que veio antes desse ataque aracnídeo. Era sobre isso? Ou sobre os bichinhos mesmo?

caroleete escreveu:Eu acho interessante qnd as pessoas relatam sentir dor nos sonhos, eu nunca senti dor em sonho.
Ramon escreveu:Mas, falando sério agora. A Carol chamou a atenção pra um lance curioso que acontece com ela e que acontece comigo também. Eu não eu sinto dor física nos meus sonhos. Não que eu me lembre. Mas, a sensação de frio ou calor no sonho, eu já senti. Inclusive, já cheguei a acordar por causa do calor ou por causa do frio, que realmente estava fazendo no dia.
Resposta:
Quando meus sonhos são bem vívidos, como esse, eu sinto bem as coisas (nem sempre todos os sentidos funcionando, mas é muito próximo do que sinto na vida real). Sinto cheiro, escuto bem, sinto gosto e minha visão é boa, sem falar que as vezes eu vejo o que estou fazendo, como se estivesse em terceira pessoa.
Agora o tato e a dor são difíceis mesmo. Meu tato, quando eu paro pra prestar atenção nele, sinto meus membros como se eles não existissem ou estivessem anestesiados, talvez por isso meus socos e chutes não funcionem como deveriam.
A dor, normalmente, eu não sinto. É mais como se o efeito visual é que causasse uma aflição, um pensamento "Ferrou! Perdi meu braço! Vou ter hemorragia!".
Nesse sonho aí foi diferente. Eu sentia minha perna queimar por dentro e foi ruim =| . Depois que eu comecei a tentar pisar nelas, veio aquele torpor nos braços e pernas, como se fossem pedaços de carne e mais nada, aí parei de prestar atenção na dor (e ela provavelmente cessou).

Ramon escreveu:Quando você foi picado pela aranha no sonho, e sua perna começou a doer, pensei que você ia virar o Homem-Aranha. Kkkkk
Resposta:
Bom, ao menos eu enxerguei o bichinho na minha perna bem de perto, como no filme. Só que a minha não tinha as cores da bandeira norte-americana hehe.


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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Seg Nov 23, 2015 9:20 am
TB axei q ia virar o Homem-aranha kkkk Eu já sentir dor nos sonhos tb... Um baita empurrao dado por uma "irmã" no sonho. Mas é bem raro eu sentir dor no sonho, sinto mais dor com um empurrão q uma bala
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Seg Nov 23, 2015 8:15 pm
Xena escreveu:TB axei q ia virar o Homem-aranha kkkk Eu já sentir dor nos sonhos tb... Um baita empurrao dado por uma "irmã" no sonho. Mas é bem raro eu sentir dor no sonho, sinto mais dor com um empurrão q uma bala
é... eu já fui baleado na cabeça em um sonho e foi de boa... até tive o seguinte pensamento "Nossa, eu esperava mais da morte...". Esse é um dos meus sonhos prediletos kkk


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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Seg Nov 23, 2015 8:27 pm
Cara parabéns, vc tá mó caprichadinho e tal!

Você levantou uma questão muito importante pra mim, no que diz respeito a dor onírica. Em alguns sonhos recordo-me de não sentir nada após tomar uns tiros (e olha que já tomei uma porrada de tiro onírico), em alguns sonhos parece que eu tenho a impressão de dor, mas não me lembro de já ter sentido dor no sonho, efetivamente.
"censurado" mano, nunca sonhei com aranha, deve ter sido fodah, apesar de vc dizer que não! kkk


“Não me encerro nos limites de uma cidade: onde quer que me encontre, sou um estrangeiro”.
                                                                                   - Aristipo de Cirene
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 12:17 am
Ah sim, é que eu sou de Pouso Alegre, estou pertinho de Itajubá.
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 12:29 am
B21Munhoz escreveu:
Quando meus sonhos são bem vívidos, como esse, eu sinto bem as coisas (nem sempre todos os sentidos funcionando, mas é muito próximo do que sinto na vida real). Sinto cheiro, escuto bem, sinto gosto e minha visão é boa, sem falar que as vezes eu vejo o que estou fazendo, como se estivesse em terceira pessoa.
Agora o tato e a dor são difíceis mesmo. Meu tato, quando eu paro pra prestar atenção nele, sinto meus membros como se eles não existissem ou estivessem anestesiados, talvez por isso meus socos e chutes não funcionem como deveriam.
A dor, normalmente, eu não sinto. É mais como se o efeito visual é que causasse uma aflição, um pensamento "Ferrou! Perdi meu braço! Vou ter hemorragia!".
Nesse sonho aí foi diferente. Eu sentia minha perna queimar por dentro e foi ruim =| . Depois que eu comecei a tentar pisar nelas, veio aquele torpor nos braços e pernas, como se fossem pedaços de carne e mais nada, aí parei de prestar atenção na dor (e ela provavelmente cessou).
Acho que essa falta de sensibilidade tátil que sentimos nos sonhos é por que focamos a maior parte da nossa atenção pra visão e uma parte menor pra audição. Mas, não focamos quase nenhuma atenção pro tato, a não ser quando pensamos nele. É por isso que o nosso tato onírico é insensível, porque não estimulamos o tato na maioria dos nossos sonhos.

Nos sonhos, também sinto meu corpo onírico todo anestesiado, exatamente, do jeito que você falou aí. No sonho, às vezes, toco nos objetos oníricos e não sinto nem o peso e nem a textura do objeto na minha mão. Nesse caso, tenho que apelar pra lembraça que eu tenho daquele objeto que estou segurando no sonho para então começar a sentir ele na minha mão. Isso também acontece com meu paladar e olfato onírico. Já a minha visão nos sonhos é muito boa e a minha audição onírica também.  certo

B21Munhoz escreveu:
Bom, ao menos eu enxerguei o bichinho na minha perna bem de perto, como no filme. Só que a minha não tinha as cores da bandeira norte-americana hehe.
E provavelmente a aranha que você viu também não tinha o verde e amarelo da bandeira do Brasil. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 12:42 am
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Ramon, vc disse algo que eu concordo, não dou muita atenção no meu tato no sonho.
Me concentro na visão, porém ouço muito bem e tenho um paladar ótimo nos sonhos. (amo gordice onirica) sahuhsuah
Porém, tenho lembranças de sonhos que eu estou na praia e msm não dando a devida atenção ao tato, eu sinto a areia, sinto a brisa e sinto a água.
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 1:59 am
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
caroleete escreveu:Ramon, vc disse algo que eu concordo, não dou muita atenção no meu tato no sonho.
Me concentro na visão, porém ouço muito bem e tenho um paladar ótimo nos sonhos. (amo gordice onirica) sahuhsuah
Porém, tenho lembranças de sonhos que eu estou na praia e msm não dando a devida atenção ao tato, eu sinto a areia, sinto a brisa e sinto a água.
Carol, quando você sonha com coisas que te dá prazer, tipo caminhar numa praia bem bonita e tranquila, você passa a lembrar instantaneamente das boas sensações que guardou da experiência de caminhar numa praia real. Sentir a brisa refrescante, o cheiro molhado do mar (olfato), sentir as pequenas ondas batendo nos seus pés enquanto você caminha naquela areia fria e molhada pelas ondas do mar. Tudo isso está ligado ao tato. E quando você presta atenção nessas sensações, elas ficam mais intensas e seu tato fica mais aguçado. certo


Última edição por Ramon em Ter Nov 24, 2015 1:15 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 9:52 am
Respostas:

Daniel PP escreveu:Cara parabéns, vc tá mó caprichadinho e tal!
É que eu considero duas coisas:
Primeiro, acredito que nosso cérebro desenvolva aquilo que damos mais importância. Caprichar nos relatos das minhas aventuras oníricas é uma das formas que talvez sinalizem que os sonhos são importantes.
Segundo, alguém vai ler isso, então me sinto no dever de proporcionar uma experiência de leitura agradável ou, ao menos, tolerável.
Daniel PP escreveu:Você levantou uma questão muito importante pra mim, no que diz respeito a dor onírica. Em alguns sonhos recordo-me de não sentir nada após tomar uns tiros (e olha que já tomei uma porrada de tiro onírico), em alguns sonhos parece que eu tenho a impressão de dor, mas não me lembro de já ter sentido dor no sonho, efetivamente.
"censurado" mano, nunca sonhei com aranha, deve ter sido fodah, apesar de vc dizer que não! kkk
Sobre as aranhas, foi um pouco terrível, mas não no nível pesadelo hehe
Sobre a dor e o tato, acho que as duas mensagens do Ramon logo acima, dão uma boa explicação. Já li em alguns lugares que um dos reality checks usados, é se dar beliscões porque não sentimos dor nos sonhos. Que bom que existem outras checagens mais confiáveis hehe

Ramon, é possível que a sensação de torpor do nosso corpo onírico esteja relacionada ao fato do corpo real estar "desligado"?

Galera, acredito que compartilhar meus sonhos aqui no fórum e conversar sobre eles esteja impactando positivamente na minha memória onírica (Só queria ter um tempinho maior pra acompanhar as aventuras de vocês também).
Estou me recordado com mais facilidade de vários sonhos que tenho durante a noite e, o que me espanta, é que a maioria deles são reflexos de minhas preocupações com a faculdade (Sério, nas ultimas noites eu fiz 5 vezes o mesmo trabalho, fora alguns outros e umas provas aí pro meio!).
Felizmente, no meio da preocupação, sobra um tempo pra algumas aventuras mais relaxantes dança  e essas estão vindo com um nível de detalhes muito bom!
Abaixo, vou deixar mais uma experiência não lúcida, que tive essa noite e foi interessante =).


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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 10:33 am
23/11/2015 - Uma aventura de ladroagens

Tudo começa com uma narrativa:
"Há um bom tempo, essa cidade triunfou em uma batalha e desde então está vivendo em tempos de glória e paz."
Enquanto isso, vejo a imagem de uma bela cidade, as casinhas feitas de uma pedra clara, num tom acinzentado, meio perolado. Parece que a cidade fica numa parte plana que existe na encosta de uma montanha, e a paisagem é muito bonita: uma grande cadeia de montanhas, encobertas por arvores e uma certa neblina (ou será que é minha visão onírica que deixou a paisagem nublada?). Para trás de onde existe essa paisagem, existe um grande paredão de rocha, e entre a paisagem e o vilarejo, a encosta da montanha.
Enquanto a narrativa prossegue, cai a noite e a imagem focaliza em uma casinha específica, de dois andares: "Porém, nos últimos anos, muitos forasteiros chegaram e com eles, alguns bandidos e criaturas maldosas."
Quando a narrativa passa por "bandidos e criaturas maldosas", vejo duas criaturas do lado de fora da casa, apenas duas sombras, com olhos brilhantes amarelados. São homens lagarto, monstros que você pode encontrar em uma aventura de RPG (Deixarei uma imagem para quem não sabe o que é).
Começo a escutar o que eles estão conversando. Estão falando sobre roubar essa casinha. E para minha surpresa, EU sou um deles! Falo para meu comparsa "Ei, venha aqui. Se eu subir em suas costas, consigo destrancar a janela e entrar".
Meu amigo escamoso para ao meu lado. Subo nos ombros dele e começo a trabalhar na fechadura da janela. Tenho uma pequena chave estranha e alguns arames. Quando sinto a tranca deslizar e abrir a janela, me encho de alegria.
Removo uma tela de mosquitos que estava presa na janela e entro. Está de dia. Estou em uma cidade muito bem conhecia: a cidade onde moro! A casa onde entrei é a casa das minhas primas! Estou no quarto de uma delas. Existe um belo espelho na parede esquerda. É o espelho de uma daquelas penteadeiras (acho que é esse o nome). Ele está empoeirado e em cima da penteadeira, um objeto me chama a atenção: é uma pequena caixinha de música, com oito lados. Parece imitar um pequeno santuário japonês, com seu telhadinho bonitinho e verde azulado. As paredes da caixinha são de um tom de rosa que chega perto do laranja.
Tento abrir a caixinha, destranca-la, para ver se existe algo valioso dentro (afinal, sou um homem lagarto e um ladrão!). Nada. Escuto uma voz vinda do banheiro. Alguém terminou o banho! Preciso sair daqui! Guardo a caixinha em um bolso (que passou a existir agora).
Olho pela janela por onde entrei. Está bem claro, o céu azul e a vista normal que eu teria se olhasse por essa janela na casa das minhas primas. Apenas uma diferença: no quintal, que está a uns 5 metros abaixo, existe um tigre!! Terei que tentar a porta da frente.
Caminho pela casa. Ela está bem parecida com o que deveria ser. Para sair dela, tenho que passar pela porta da cozinha, atravessar uma área onde é possível estacionar um carro e sair por um portão, daqueles que tem pontas de lança em cima.
Quando estou indo para o portão, meu tio está entrando por ele. "Tudo bom, tio?" eu cumprimento e continuo andando. Saio pelo portão e vejo o tigre ali na rua. Ao me ver, ele sai correndo, fugindo de mim e passa por baixo de uma tela de galinheiro de um terreno ao lado.
Não entendo nada e começo o caminho para minha casa.
Então eu acordo (de verdade).

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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 12:04 pm
O tio Djalma nem percebeu que vc era um homem lagarto? kkkkkkkkkkkkkkkkk


“Não me encerro nos limites de uma cidade: onde quer que me encontre, sou um estrangeiro”.
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RRG

em Ter Nov 24, 2015 12:39 pm
Quando você falou em rpg e depois foi abrir a janela, pensei que ia jogar os dados antes para tentar o lockpicking KKKK muito feliz
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 12:59 pm
Daniel PP escreveu:O tio Djalma nem percebeu que vc era um homem lagarto? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Não cara. Carisma + 15 kkk
Raiz de Prata escreveu:
Quando você falou em rpg e depois foi abrir a janela, pensei que ia jogar os dados antes para tentar o lockpicking KKKK muito feliz
Que bom que não foi assim, muito azar nos dados hehe


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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 2:24 pm
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Ramon escreveu:
caroleete escreveu:Ramon, vc disse algo que eu concordo, não dou muita atenção no meu tato no sonho.
Me concentro na visão, porém ouço muito bem e tenho um paladar ótimo nos sonhos. (amo gordice onirica) sahuhsuah
Porém, tenho lembranças de sonhos que eu estou na praia e msm não dando a devida atenção ao tato, eu sinto a areia, sinto a brisa e sinto a água.
Carol, quando você sonha com coisas que te dá prazer, tipo caminhar numa praia bem bonita e tranquila, você passa a lembrar instantaneamente das boas sensações que guardou da experiência de caminhar numa praia real. Sentir a brisa refrescante, o cheiro molhado do mar (olfato), sentir as pequenas ondas batendo nos seus pés enquanto você caminha naquela areia fria e molhada pelas ondas do mar. Tudo isso está ligado ao tato. E quando você presta atenção nessas sensações, elas ficam mais intensas e seu tato fica mais aguçado. certo

Concordo ramom, por serem coisas que me dão prazer eu já sinto de um jeito "automatico"
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 2:25 pm
B21Munhoz, realmente estar compartilhando meus sonhos aqui e conversando sobre, a minha memória onírica e minhas experiências tem sido melhores.
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 3:01 pm
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B21Munhoz escreveu:
Ramon, é possível que a sensação de torpor do nosso corpo onírico esteja relacionada ao fato do corpo real estar "desligado"?
É possível. Mas, algumas vezes, a sensação de torpor que sentimos no sonho, é fruto de nossa imaginação.

Mas, também podemos sentir outro tipo de torpor quando estamos consciente e prestes a adormecer. Chamamos esse torpor de "Estado Vibracional". Essa sensação especial de torpor é muito comum na meditação, na técnica wild e na paralisia do sono também.  certo

B21Munhoz escreveu:
Galera, acredito que compartilhar meus sonhos aqui no fórum e conversar sobre eles esteja impactando positivamente na minha memória onírica (Só queria ter um tempinho maior pra acompanhar as aventuras de vocês também).
Estou me recordado com mais facilidade de vários sonhos que tenho durante a noite e, o que me espanta, é que a maioria deles são reflexos de minhas preocupações com a faculdade (Sério, nas ultimas noites eu fiz 5 vezes o mesmo trabalho, fora alguns outros e umas provas aí pro meio!).
Felizmente, no meio da preocupação, sobra um tempo pra algumas aventuras mais relaxantes dança  e essas estão vindo com um nível de detalhes muito bom!
Abaixo, vou deixar mais uma experiência não lúcida, que tive essa noite e foi interessante =).[/quote]
Que bom que você está sentido seu progresso. E quanto mais você manter a rotina de anotar seus sonhos no seu diário de sonhos diariamente, você vai treinar sua memória e aumentar mais e mais a sua capacidade de recordar os seus sonhos. certo

B21Munhoz escreveu:

B21Munhoz escreveu:23/11/2015 - Uma aventura de ladroagens

Tudo começa com uma narrativa:
"Há um bom tempo, essa cidade triunfou em uma batalha e desde então está vivendo em tempos de glória e paz."
Enquanto isso, vejo a imagem de uma bela cidade, as casinhas feitas de uma pedra clara, num tom acinzentado, meio perolado. Parece que a cidade fica numa parte plana que existe na encosta de uma montanha, e a paisagem é muito bonita: uma grande cadeia de montanhas, encobertas por arvores e uma certa neblina (ou será que é minha visão onírica que deixou a paisagem nublada?). Para trás de onde existe essa paisagem, existe um grande paredão de rocha, e entre a paisagem e o vilarejo, a encosta da montanha.
Enquanto a narrativa prossegue, cai a noite e a imagem focaliza em uma casinha específica, de dois andares: "Porém, nos últimos anos, muitos forasteiros chegaram e com eles, alguns bandidos e criaturas maldosas."
Quando a narrativa passa por "bandidos e criaturas maldosas", vejo duas criaturas do lado de fora da casa, apenas duas sombras, com olhos brilhantes amarelados. São homens lagarto, monstros que você pode encontrar em uma aventura de RPG (Deixarei uma imagem para quem não sabe o que é).
Começo a escutar o que eles estão conversando. Estão falando sobre roubar essa casinha. E para minha surpresa, EU sou um deles! Falo para meu comparsa "Ei, venha aqui. Se eu subir em suas costas, consigo destrancar a janela e entrar".
Meu amigo escamoso para ao meu lado. Subo nos ombros dele e começo a trabalhar na fechadura da janela. Tenho uma pequena chave estranha e alguns arames. Quando sinto a tranca deslizar e abrir a janela, me encho de alegria.
Removo uma tela de mosquitos que estava presa na janela e entro. Está de dia. Estou em uma cidade muito bem conhecia: a cidade onde moro! A casa onde entrei é a casa das minhas primas! Estou no quarto de uma delas. Existe um belo espelho na parede esquerda. É o espelho de uma daquelas penteadeiras (acho que é esse o nome). Ele está empoeirado e em cima da penteadeira, um objeto me chama a atenção: é uma pequena caixinha de música, com oito lados. Parece imitar um pequeno santuário japonês, com seu telhadinho bonitinho e verde azulado. As paredes da caixinha são de um tom de rosa que chega perto do laranja.
Tento abrir a caixinha, destranca-la, para ver se existe algo valioso dentro (afinal, sou um homem lagarto e um ladrão!). Nada. Escuto uma voz vinda do banheiro. Alguém terminou o banho! Preciso sair daqui! Guardo a caixinha em um bolso (que passou a existir agora).
Olho pela janela por onde entrei. Está bem claro, o céu azul e a vista normal que eu teria se olhasse por essa janela na casa das minhas primas. Apenas uma diferença: no quintal, que está a uns 5 metros abaixo, existe um tigre!! Terei que tentar a porta da frente.
Caminho pela casa. Ela está bem parecida com o que deveria ser. Para sair dela, tenho que passar pela porta da cozinha, atravessar uma área onde é possível estacionar um carro e sair por um portão, daqueles que tem pontas de lança em cima.
Quando estou indo para o portão, meu tio está entrando por ele. "Tudo bom, tio?" eu cumprimento e continuo andando. Saio pelo portão e vejo o tigre ali na rua. Ao me ver, ele sai correndo, fugindo de mim e passa por baixo de uma tela de galinheiro de um terreno ao lado.
Não entendo nada e começo o caminho para minha casa.
Então eu acordo (de verdade).

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Seu comparsa escamoso te ajudou a entrar na casa das suas primas, mas depois ele deu no pé, te largando sozinho lá no flagrante. Kkkk Isso que é parceria. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Ter Nov 24, 2015 8:05 pm
Ramon escreveu:Seu comparsa escamoso te ajudou a entrar na casa das suas primas, mas depois ele deu no pé, te largando sozinho lá no flagrante. Kkkk Isso que é parceria. gargalhada
No honor among thieves... hehe


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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Qua Nov 25, 2015 2:42 pm
B21Munhoz escreveu:
No honor among thieves... hehe
Rapaz, tive que ir pesquisar no google pra saber o que significa isso que você escreveu aqui. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

em Sex Dez 11, 2015 4:31 am
Um breve relato de como foram essas últimas semanas

Minhas últimas 2 semanas foram uma correria e uma pressão danada! Estudando muito pra uma disciplina que é a mais difícil do meu curso (passei finalmente uehueheuh), além de estudar pra outras provas e ter preocupações e mais preocupações. Passei algumas noites sem dormir para estudar, sobrevivendo a base de energético, outras noites sem dormir apenas por insônia (em uma delas, li o livro O Demonologista, de Andrew Pyper. Recomendo!).
Na grande maioria, não me lembro quase nada dos meus sonhos e da pequena parte que tenho pouca lembrança, foram um reflexo direto da pressão das provas e dos meus estudos estilo kamikaze. Sonhos em que eu mato um professor sem querer, sonhos em que estou fazendo provas, sonhos em que eu sou expulso da faculdade, sonhos em que eu me formei...
Isso inclui um sonho em particular que, se eu lembrasse dele melhor, poderia jurar que ele se tornou realidade alguns dias depois
Microprocessadores I - O grande triunfo! - 06/12/2015:
Eu fazia uma prova sobre Microprocessadores e estava interpretando errado um trecho do programa assembly que o professor passou na prova. No dia da prova, isso realmente aconteceu, mas o professor acabou me dando uma pequena dica que fez toda a diferença e me causou um Mind Blow no meio da prova hehe
.

De um ou outro, tenho recordações mais vívidas.
Alguns foram um pouco picantes (+18), provavelmente causados pelo tempo que estou longe da minha namorada (e porque quando você está com fome, você passa a sonhar com coisas apetitosas que viu e não pode provar. Encare como se fosse um pastel). Esses eu prefiro guardar para mim. Todos sabem como são feitos os bebês huehuehuehueh

Um outro, em especial, foi bom e me deixou feliz. Ele aconteceu exatamente depois que eu soube o resultado da minha prova de Microprocessadores I (aprovado dança). Essa prova era a última prova difícil que eu havia enfrentado, e ver que eu finalmente fui aprovado foi uma vitória! =D

Deixarei dois sonhos aqui, sobre a mesma pessoa, o meu avô.
Algumas características sobre ele seguem abaixo, numa breve apresentação.
Meu avô Mauro:
Como breve introdução, devo apresentar meu avô. Ele é um policial militar aposentado, da época do ROTA, que sofreu um tanto bom. Viu e fez coisas que nenhum de nós gostaria, como presenciar a morte do melhor amigo devido o tiro de um bandido, ou matar alguém. Naquela época, os policiais recebiam ordem para matar MESMO. O trabalho dele e o modo como ele foi criado, transformaram ele numa pessoa peculiar, que valoriza a força física, despreza qualquer fraqueza e geralmente recorre à violência em várias situações.
Ele sempre foi legal comigo e era meio que um herói quando eu era criancinha e não tinha noção de que ele fazia coisas primitivas, como dar um headshot no gato da vizinha, usando um estilingue, sem motivo algum, nem sabia da forma como ele tinha criado meus tios e minha mãe.
Mesmo depois que eu já estava mais crescido, ele sempre me tratou muito bem e eu sempre gostei (e ainda gosto) muito dele. Procuro sempre pensar que nem todos tem provas de faculdade como problema, mas tem 5 filhos pra criar, ganhando mal e tendo o psicológico/emocional destroçado dia após dia.

O primeiro sonho, tive há uns 3 ou 4 anos atrás (e que me lembro muito bem porque foi um sonho ruim, beirando pesadelo, que deixa lembranças fortes). Ele está descrito a seguir.
Cicatriz onírica - 2011 ~ 2012:
Este não é um sonho bom. É um tipo de sonho, que eu gosto de comparar com um osso quebrado. É traumático e dói. Depois de cicatrizado, uma leve dor te lembra do que aconteceu, nos dias mais frios.

"Por favor, passa lá na casa do seu avô e veja como ele está. Vai com Deus filho!" Minha mãe diz, um pouco antes deu sair pelo portão de casa, num sábado ensolarado e seco.
Estou de bermudas e chinelos havaianas. Estou indo fazer algo que era um costume para mim na minha adolescência: passar pela casa de alguns amigos, chamando eles para ir na casa de outro amigo (o Daniel aqui do fórum) para jogar um RPG, assistir um filme muito ruim, andar no mato ou apenas jogar conversa fora tomando uma coca-cola.
Começo então o caminho, seguindo pelos bairros. Passo por um riozinho, subo um trecho de terra batida, passo pelo centro de umbanda da Dona Santa, passo perto da casa das minhas primas (aquela do sonho em que eu era um homem lagarto!), chamo meu amigo Diego, depois o André e então tomamos o caminho rumo à casa do Daniel.
Para chegar à casa dele, devemos passar em frente ao lago municipal e continuar reto, subindo um morro e depois virando à esquerda. Porém, eu preciso fazer o que minha mãe pediu. Para isso, devo virar a esquerda antes, pois a chácara do meu avô fica bem mais próxima do lago (coisa de 1 quarteirão ou dois).
- Vão indo na frente, depois eu passo lá no Daniel. Fiquei de ver como está o meu vô. Faz tempo que não vejo ele. - eu digo.
- Beleza cara, vai lá. Falou! - A resposta típica dos meus amigos.
Faço o caminho até o portão da chácara do meu avô. Por algum motivo, começa a ficar mais escuro. O Sol começa a se por e emitir aquela luz alaranjada, quase rosa, que marca o fim da tarde. Ao olhar para dentro da chácara, tem mato crescendo pra todo canto inclusive onde havia um cafezal, antigamente, como se o lugar estivesse abandonado a muito tempo.
Eu chamo pelo meu avô e bato palmas (não existe campainha). Nada. Nenhuma resposta. Nem mesmo um latido de cachorro. Geralmente, meu avô tinha algum cão para guardar a chácara e também pra fazer companhia. Sempre algo como um pitbull bem musculoso e de aspecto monstruoso, ou outros cães de aparência pouco convidativa e comportamento nada amistoso com desconhecidos. Todos com nomes mitológicos de monstros, como Argos ou Cérbero.
Ao longe, consigo ver que o carro do meu avô está lá dentro da chácara, perto de onde é um galinheiro. Com o porta malas aberto. Logo, ele deve estar em casa.
Como não há nenhum cão e depois de chamar muitas vezes, não fui atendido, fico preocupado. E se ele morreu?!
Tomo a decisão: pulo o muro da chácara. Não é muito difícil. No máximo uma raladinha do joelho no muro chapiscado, depois uma aterrissagem brusca no mato, mas sem danos, exceto pelo medo de ser atacado por alguma cobra ou algum invertebrado venenoso.
Vou andando pelo mato até chegar na casa. Está menos iluminado. Parece que o céu ficou nublado repentinamente.
Está tudo em silêncio. Na área do quintal, há muito lixo, muito escombros, restos de coisas, sangue seco no chão, um certo fedor de coisa velha, um certo cheiro de algo decomposto mas não é um cheiro forte. Bem suave. Apenas um lembrete ou meu sonho refletindo meu medo do meu avô estar morto.
Bom, tenho que entrar na casa então. Bato na porta da cozinha e nada. Não há alternativa. Tento abrir a porta e não consigo, mas vejo que a chave está na fechadura pelo lado de dentro (a porta é de metal, mas com uma outra portinha de vidro).
Pego um martelo velho que encontro numa caixa, cheia de pó, teias e tranqueiras. Quebro o vidro, quebro os cacos que ainda estão presos e então abro a porta.
Entro na cozinha. Está tudo em silêncio. Tudo empoeirado. O único sinal de vida, é o trabalho das aranhas com suas teias, também cheias de poeira e já velhas.
Dou uma olhada na sala. Tudo normal. Tirando a TV que está ligada. Dou uma olhada rápida em um dos quartos, com um medo do c#####o. Tudo escuro mas nenhum sinal de vida.
Então, de algum lugar, surge meu avô, gritando, com uma espingarda nas mãos, apontando para mim.
- Seu moleque, veio me roubar é? Seu filho de uma ordinária! Eu vou matar você!
- Não, sou eu seu neto, vô Mauro. Vim ver como o senhor está!
- Eu não tenho neto seu salafrário!
Ele começa a apontar a espingarda para mim. Então eu seguro o cano da arma e meio que luto com ele ( o que não é muito fácil. Apesar de velho, ele parece um lenhador Schwarzenegger).
Ele começa a dar socos em minha cabeça, enquanto eu tento tirar a arma dele. Então ele começa a me enforcar e realmente vai me matar. Percebo um revólver (daqueles que possuem um tambor com espaço para 6 balas) na cintura da calça dele. Pego o revolver, atiro nele. Mato meu próprio avô e acordo quase chorando no meio da noite.

O segundo, é um sonho bom. Nem eu sei porque ele me deixou tão feliz, visto a simplicidade.
Visitando meu avô - 08/12/2015:

Eu já tive outros sonhos bons com meu avô antes. Sonhei uma vez que estava brincando de lutinha com ele, foi bem divertido. Esse pode não parecer tão legal ou tão animado. Na verdade, nem aconteceu nada marcante, mas me encheu de uma alegria sem motivos, algo que me lembra de uma época que as coisas eram mais simples e aparentemente mais felizes (ou só me parecem assim agora).

Estou no carro com a minha mãe. Um Ford-K que ela teve já faz um bom tempo. Estamos indo para a casa do meu avô e ela está brava comigo (provavelmente fiz alguma asneira em casa, ou ela está brigando comigo porque eu não me formo nunca). Ela para o carro de frente para o portão da chácara e
- Vai chamar o seu avô vai!
Eu chamo ele. Em pouco tempo ele vem caminhando, de uma forma estranha, como se tivesse pouco equilíbrio, talvez uma labirintite. Mas consegue andar com as próprias pernas! (Faz um tempo que não consigo ir ver ele, mas das ultimas vezes ele precisava da ajuda de alguém neutro ).
Ele está bem feliz. Todo sorridente e rindo. Me cumprimenta do seu jeito simpático, com sua voz amistosa (ele tem uma voz rabugenta, para despachar logo o pessoal do telemarketing quando ligam pra ele, e uma outra, a voz amistosa, pra quando ele percebe que alguém da família é que está ligando).
Ele está sem muito equilíbrio, então ajudo ele a abrir o portão. Minha mãe sumiu do carro. Aparentemente, pelo roteiro do sonho, ela foi para dentro da chácara.
Então meu avô me pede para ir ver se minha mãe trouxe a cesta básica para ele. Eu pego a cesta básica e começo a levar para dentro da chácara, conversando com ele.

Por algum motivo, isso me deixou bem feliz. Nem sei porque. Mas foi bom =D

Bom, é isso. Nada muito chamativo ou cheio de brilho como o que vejo nos sonhos da galera, mas foi bom hehe
Minha memória já está ficando mais vívida novamente, agora que estou conseguindo relaxar um pouco.
Segunda feira já começarei a pesquisar e usar meu tempo com o meu projeto que está aqui no laboratório ^^

Quase me esqueço. Eu dei uma trabalhada na minha guia onírica. Por enquanto não tive sucesso ( que eu me lembre) em encontra-la nas minhas noites, mas vamos ver se eu tenho mais sorte agora que meu cérebro está mais calmo =D

Um bom fim de semana a todos. Obrigado por acompanhar meus relatos =)


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Re: Diário dos Sonhos de B21Munhoz

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