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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Nov 26, 2015 8:58 am
Muito obrigado por ler Xena feliz
tenho bastante sonhos assim. Acho que isso acontece porque quando assistimos um filme ou novela não nos concentramos na tela em si mas no que ela mostra e no sonho isso é "ampliado", o subconsciente não acha necessário mostrar as bordas da tela porque nós não prestamos atenção nelas. Todas as vezes que eu lembro de ter sonhando assistindo tv ela era assim só imagens, sem bordas, mas quando aparece uma tv desligada ou outra pessoa assistindo ela esta lá normal. É claro que isso é só uma teoria baseada no que eu percebi nos meus sonhos, não sei se é assim com mais alguém.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Nov 26, 2015 8:59 am
Raiz de Prata escreveu:Olá pessoal faz um tempo que não apareço aqui, por falta de tempo mas aqui estou eu de novo feliz
 Estou com dificuldades em lembrar dos meus sonhos ultimamente, os que lembro são bem curtos ou só fragmentos como esse que vou relatar.
     
 Eu assistia um trailer de um filme de ficção científica, não existia nenhuma tela as imagens simplesmente passavam na minha cabeça. O narrador falava de jovens que eram escolhidos para pilotar naves de guerra de última geração em batalhas sangrentas, enquanto ele falava imagens passavam das naves fazendo manobras perigosas entre prédios. As naves eram parecidas com um bumerangue curvado eram feitas de um metal preto quase como um F-117 só que mais curvados. No final do trailer apareceu o nome do filme: Jogos Letais (eu sei meu subconsciente não foi muito original) mas não lembro bem se era isso mesmo.
Dias atrás,eu sonhei algo parecido com seu sonho. Antes de dormir, eu assisti vários episódios seguidos da quinta temporada da série "American Horror Story" e sonhei que estava assistindo mais um episódio, com a Lady Gaga cortando a garganta de todo mundo que aparecia na frente dela. Eu não assistia série pela TV, tudo acontecia na minha frente. Foi sonho estranho.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Nov 26, 2015 10:20 am
Königin escreveu:
Raiz de Prata escreveu:Olá pessoal faz um tempo que não apareço aqui, por falta de tempo mas aqui estou eu de novo feliz
 Estou com dificuldades em lembrar dos meus sonhos ultimamente, os que lembro são bem curtos ou só fragmentos como esse que vou relatar.
     
 Eu assistia um trailer de um filme de ficção científica, não existia nenhuma tela as imagens simplesmente passavam na minha cabeça. O narrador falava de jovens que eram escolhidos para pilotar naves de guerra de última geração em batalhas sangrentas, enquanto ele falava imagens passavam das naves fazendo manobras perigosas entre prédios. As naves eram parecidas com um bumerangue curvado eram feitas de um metal preto quase como um F-117 só que mais curvados. No final do trailer apareceu o nome do filme: Jogos Letais (eu sei meu subconsciente não foi muito original) mas não lembro bem se era isso mesmo.
Dias atrás,eu sonhei algo parecido com seu sonho. Antes de dormir, eu assisti vários episódios seguidos da quinta temporada da série "American Horror Story" e sonhei que estava assistindo mais um episódio, com a Lady Gaga cortando a garganta de todo mundo que aparecia na frente dela. Eu não assistia série pela TV, tudo acontecia na minha frente. Foi sonho estranho.
Nossa que terror, logo a Lady Gaga. Eu acho ela muito estranha medo
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Nov 26, 2015 5:11 pm
Raiz de Prata, valeu pela recepção calorosa aqui no seu diário. gargalhada
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Nov 26, 2015 7:37 pm
Ramon escreveu:
Raiz de Prata escreveu:

Raiz de Prata escreveu:Olá pessoal faz um tempo que não apareço aqui, por falta de tempo mas aqui estou eu de novo :)
 Estou com dificuldades em lembrar dos meus sonhos ultimamente, os que lembro são bem curtos ou só fragmentos como esse que vou relatar.
     
 Eu assistia um trailer de um filme de ficção científica, não existia nenhuma tela as imagens simplesmente passavam na minha cabeça. O narrador falava de jovens que eram escolhidos para pilotar naves de guerra de última geração em batalhas sangrentas, enquanto ele falava imagens passavam das naves fazendo manobras perigosas entre prédios. As naves eram parecidas com um bumerangue curvado eram feitas de um metal preto quase como um F-117 só que mais curvados. No final do trailer apareceu o nome do filme: Jogos Letais (eu sei meu subconsciente não foi muito original) mas não lembro bem se era isso mesmo.
Seja muito bem vindo de volta ao fórum, Raiz de Prata. :certo:

Esse filme que as imagens passavam diretamente na sua cabeça é bem coisa de ficção científica mesmo. Kkkk Mas, do jeito que a tecnologia está evoluindo, não vai demorar pra inventarem essa tecnologia que você sonhou não viu. :gargalhada:

Tomara Ramom, ia ser muito legal
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Sab Nov 28, 2015 9:03 am
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A Escola Maldita
Eu estava em uma escola que parecia abandonada. Um rapaz que nunca vi estava comigo e também uma garota de uns 12 anos. Chegamos em uma área com cara de porão de filme de terror, era dia mas tudo parecia meio sombrio. Passamos por um corredor e chegamos em uma porta de ferro bem pesada e de aparência bem velha. Abri a porta que dava para uma área externa, parecia com uma rua mas ainda era dentro do complexo, porque do outro lado começava outro prédio. Ouvimos um barulho estranho vindo da parte alta da "rua", meu amigo e eu decidimos investigar, a garota ficou esperando no corredor. Nesse momento eu saco uma balestra também bem antiga e me preparo.
Quando chegamos na metade da rua o que vimos foi grotesco: uma criatura de cor amarronzada com um pouco mais de um metro e meio de altura, não tinha cabeça, era como um tumor gigante encima de duas pernas finas e uma boca com dentes afiados, não vi nenhum braço. Fiquei imóvel por instante vendo aquela coisa horrenda, quando ele deu o primeiro passo em minha direção mirei a balestra e atirei, a criatura explodiu fazendo voar uma gosma amarelada para todos os lados. Ele estava perto de um pequeno barraco de tijolos, parecia um deposito. Antes de respirar aliviado outro daqueles tumores saiu pela porta do deposito. Eu já não tinha mais medo, fui andando na sua direção e mirando, quando estava bem perto disparei a flecha que cravou fundo na coisa mas ela não explodiu, não tinha mais flechas então cheguei perto da criatura e bati forte com o cabo da arma (que idéia). Sploosh! A gosma caiu sobre mim sujando meu peito, minhas pernas e um pouco o meu rosto.
Meu amigo que até o momento só olhava tudo me chamou. Me virei para vê-lo e o que vejo é uma horda daquelas coisas vindo pelo extremo oposto da "rua". Larguei a balestra no chão e corri de volta para o corredor, quando entramos meu amigo já ia fechando a porta quando vi a garota do lado de fora correndo para o outro prédio (não sei como ela tinha ido pra lá), as criaturas já estavam bem perto, eu a chamei varias vezes mas ela não ouvia até que ela entrou no prédio e sumiu na escuridão. Meu amigo não perdeu tempo e fechou e trancou a porta, ele se virou e disse calmamente :
- Ela já era.
Voltamos para o porão do terror, eu já não estava mais sujo de gosma e agora procurávamos alguma coisa para usarmos como arma mas não encontramos nada. Voltamos pelo mesmo lugar que entramos no prédio mas não achávamos a saída.
Já tínhamos saído do porão e agora andávamos pela área normal da escola. Agora vemos pessoas pelos corredores, alunos e professores, mas estavam diferentes, estavam todos aéreos, olhavam para o vazio e caminhavam de forma mecânica.
- Eles contaminaram a água, estão todos drogados! - disse meu parceiro inútil.
Achamos uma espécie de varanda onde estavam alguns alunos e um professor. Decidimos perguntar onde estávamos. Quando saímos na varanda vimos pela primeira vez a paisagem, era uma mistura de deserto com mangue com pequenos lagos de água cristalina por toda parte, era lindo. Quando fizemos a pergunta para o professor ele disse apenas que estávamos no meio de lugar nenhum, saímos de perto dele, então ele pega um rádio e fala para alguém:
- Temos dois acordados.
Ouvindo aquilo saímos correndo e pulamos a cerca pequena da varanda e corremos pelo deserto-mangue. Corremos por uns cem metros até avistarmos dois homens magros com roupas pretas e um deles carregava duas espadas curvas.
Como não tinha nada para me defender peguei duas pedras no chão e esperei por eles, eu queria continuar indo naquela direção porque atrás dos caras podia ver uma cidade bem ao longe e eu queria ir para lá.
Quando o cara das espadas curvas chegou a três metros de mim joguei as pedras nele com toda a força mas ele nem sentiu. Ele veio pra cima de mim balançando a espada tentando me cortar, eu me esquivei de um lado para o outro e tudo que ele cortou foi o ar. Então ele partiu para cima do meu parceiro e tudo que ele fez foi coloc
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Sab Nov 28, 2015 12:12 pm
Raiz de Prata escreveu:
Raiz de Prata escreveu:            A Escola Maldita
Eu estava em uma escola que  parecia abandonada. Um rapaz que nunca vi estava comigo e também uma garota de uns 12 anos. Chegamos em uma área com cara de porão de filme de terror, era dia mas tudo parecia meio sombrio. Passamos por um corredor e chegamos em uma porta de ferro bem pesada e de aparência bem velha. Abri a porta que dava para uma área externa, parecia com uma rua mas ainda era dentro do complexo, porque do outro lado começava outro prédio. Ouvimos um barulho estranho vindo da parte alta da "rua", meu amigo e eu decidimos investigar, a garota ficou esperando no corredor. Nesse momento eu saco uma balestra também bem antiga e me preparo.
 Quando chegamos na metade da rua o que vimos foi grotesco: uma criatura de cor amarronzada com um pouco mais de um metro e meio de altura, não tinha cabeça, era como um tumor gigante encima de duas pernas finas e uma boca com dentes afiados, não vi nenhum braço. Fiquei imóvel por instante vendo aquela coisa horrenda, quando ele deu o primeiro passo em minha direção mirei a balestra e atirei, a criatura explodiu fazendo voar uma gosma amarelada para todos os lados. Ele estava perto de um pequeno barraco de tijolos, parecia um deposito. Antes de respirar aliviado outro daqueles tumores saiu pela porta do deposito. Eu já não tinha mais medo, fui andando na sua direção e mirando, quando estava bem perto disparei a flecha que cravou fundo na coisa mas ela não explodiu, não tinha mais flechas então cheguei perto da criatura e bati forte com o cabo da arma (que idéia). Sploosh! A gosma caiu sobre mim sujando meu peito, minhas pernas e um pouco o meu rosto.
 Meu amigo que até o momento só olhava tudo me chamou. Me virei para vê-lo e o que vejo é uma horda daquelas coisas vindo  pelo extremo oposto da "rua". Larguei a balestra no chão e corri de volta para o corredor, quando entramos meu amigo já ia fechando a porta quando vi a garota do lado de fora correndo para o outro prédio (não sei como ela tinha ido pra lá), as criaturas já estavam bem perto, eu a chamei varias vezes mas ela não ouvia até que ela entrou no prédio e sumiu na escuridão. Meu amigo não perdeu tempo e fechou e trancou a porta, ele se  virou e disse calmamente :
 - Ela já era.
 Voltamos para o porão do terror, eu já não estava mais sujo de gosma e agora procurávamos alguma coisa para usarmos como arma mas não encontramos nada. Voltamos pelo mesmo lugar que entramos no prédio mas não achávamos a saída.
 Já tínhamos saído do porão e agora andávamos pela área normal da escola. Agora vemos pessoas pelos corredores, alunos e professores, mas estavam diferentes, estavam todos aéreos, olhavam para o vazio e caminhavam de forma mecânica.
 - Eles contaminaram a água, estão todos drogados! - disse meu parceiro inútil.
 Achamos uma espécie de varanda onde estavam alguns alunos e um professor. Decidimos perguntar onde estávamos. Quando saímos na varanda vimos pela primeira vez a paisagem, era uma mistura de deserto com mangue com pequenos lagos de água cristalina por toda parte, era lindo. Quando fizemos a pergunta para o professor ele disse apenas que estávamos no meio de lugar nenhum, saímos de perto dele, então ele pega um rádio e fala para alguém:
 - Temos dois acordados.
 Ouvindo aquilo saímos correndo e pulamos a cerca pequena da varanda e corremos pelo deserto-mangue. Corremos por uns cem metros até avistarmos dois homens magros com roupas pretas e um deles carregava duas espadas curvas.
 Como não tinha nada para me defender peguei duas pedras no chão e esperei por eles, eu queria continuar indo naquela direção porque atrás dos caras podia ver uma cidade bem ao longe e eu queria ir para lá.
 Quando o cara das espadas curvas chegou a três metros de mim joguei as pedras nele com toda a força mas ele nem sentiu. Ele veio pra cima de mim balançando a espada tentando me cortar, eu me esquivei de um lado para o outro e tudo que ele cortou foi o ar. Então ele partiu para cima do meu parceiro e tudo que ele fez foi coloc
Você foi corajoso de encarar a criatura gosmenta. Se bem que, apesar da aparência horripilante da criatura, o maior perigo que você estava correndo era se sujar de gosma. gargalhada

Estava gostando da aventura, mas seu relato ficou inacabado. Crying or Very sad
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Dom Nov 29, 2015 1:03 pm
Gente, que sonho incrível!!
Imaginei as criaturas, o nojo da gosma caindo sobre vc e o medo da menina que se deu mal.
Mas, estou curiosa pra saber o fim do seu sonho, que estava super coerente.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qua Dez 02, 2015 5:43 pm
É mesmo tá incompleto perplexo É que eu anoto sonho no meu diário no tablet depois copio e colo aqui, eu devo ter esquecido o finalzinho oops!  mas vou colocar o resto.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qua Dez 02, 2015 6:00 pm
A Escola Maldita (Final)
...Então ele partiu para cima do meu parceiro e tudo que ele fez foi colocar as mãos na frente do rosto e esperar pelo golpe. Vi que ele ia morrer então preparei um chute mas sentí uma dor forte nas costas. Caí no chão me contorcendo e vi o outro homem com as mesmas espadas. "Mas ele não tinha nada nas mãos" (pensei). Imaginei que tinha um ferimento horrível nas costas mas a dor passou rápido. O homem vinha até mim com um sorriso macabro no rosto. Não via mais meu amigo, não sei que fim ele levou e tudo que pensei na hora foi: "Não quero morrer aqui!". Acordei com meu irmão ascendendo a luz do quarto.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qua Dez 02, 2015 6:16 pm
É verdade, eles eram feios mas não eram realmente uma ameaça, exceto pelos dentes afiados mas do jeito que eram lentos seria bem difícil me morderem. E obrigado pela presença certo
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qua Dez 02, 2015 6:26 pm
caroleete escreveu:Gente, que sonho incrível!!
Imaginei as criaturas, o nojo da gosma caindo sobre vc e o medo da menina que se deu mal.
Mas, estou curiosa pra saber o fim do seu sonho, que estava super coerente.

Obrigado por ler caroleete muito feliz
Fiquei com pena da garota eu fico imaginando se ela ainda está perambulando por aquele prédio escuro em algum lugar do meu subconsciente, e aquela gosma era realmente asquerosa
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Dez 03, 2015 9:35 am
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O Ladrão de Identidades
 Eu e um amigo onírico pásseavamos com um cachorro em uma casa abandonada, o cachorro era amigável com agente mas é extremamente agressivo quando quer. Meu amigo sugeriu um desafio. A casa era grande, quase uma mansão,  estávamos bem no meio que deveria ser um jardim central, mas sem nenhuma planta, logo a nossa frente havia uma grande calçada cheia de tomares. O desafio era que eu corresse pela calçada e jogasse os tomares pro cão mastigar antes que ele chegasse em mim, caso contrário eu seria mastigado. Ponderei por um instante olhei o animal e vi seu destes enormes e afiados. Catei um tomate no chão o joguei para ele, a fruta foi estraçalhada em segundos.
 - É melhor não. - disse-lhe ainda olhando pro cão - Não quero dentes caninos sujos de tomate cravados na minha pele.
 Logo depois vejo dois homens saindo de outra sala sem porta e nos observando (mais o cachorro do que a nós), eu os comprimento e logo imagino que eles queiram roubar o nosso cão...

 ... Agora estamos na minha casa, os bandidos roubaram nosso amigo canino e agora nos ameaça com uma pistola, diz para irmos embora e também fica com a minha carteira de identidade. Saímos da casa e vemos um cara gordo, também parecia bem perigoso e ele queria o cachorro, falava isso pro cara que tinha nos assaltado e que estava bem atrás de nós com a arma na mão. O gordinho falava tudo de uma distância segura e não dava um passo, então o ladrão que estava com nosso cão roubou a identidade do gordinho também.
 Havia um caminhão estacionado bem em frente a minha casa, não sei de quem era mas entrei nele, meu amigo veio logo atrás e tomou o volante. Subimos a rua um pouco então pedi que parasse.
 - Eu não vou deixar aquele mer* ficar com minha identidade - falei decidido - Ou eu morro lá, ou trago minha identidade de volta. - saio do veículo e volto para casa.
 Quando chego vejo o bandido sentado no sofá vendo TV (folgado). Entro e digo a ele que quero minha identidade de volta. Surpreendentemente e vai até uma sacola branca e começa a procurar por ela. Ele remexe por um tempo e fala que não encontrou. Fico meio decepcionado e peço para que ele me deixe verificar, ele amigavelmente diz que sim. Depois de remexer muito encontro varias carteiras e me pergunto qual era o problema do cara com documentos pessoais de outras pessoas. Passei um bom tempo procurando e nada, até que vejo uma carteira diferente, era a carteira do gordinho, não lembro seu nome mas no cantinho tinha seu apelido: Tsunami. Esse Tsubani tá com a minha identidade - pensei - e agora como vou acha-lo?
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Dez 03, 2015 4:55 pm
Raiz de Prata escreveu: tomares pro cão mastigar
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CORES DOS MEUS RELATOS:

  • Analise ou pensamento/observação.
  • Dialogo, titulo
  • Descrição de um cenário/objeto/pessoa.
  • Realidade ou fato importante.

Orvalho do sonhar:
Fantasiar me conforta
Deslumbrado a imaginar
Sera que e so eu?
Ou alguem se importa?


para nao se desesperar
Sucumbir em expectativas
pois se nao suprir
Posso pelo menos sonhar

Sair desse lugar imundo
Fingir que nao e isso
Tornar tudo intenso
Criar o próprio mundo


Injetar alegria
Olhar fixo para o nada
Rir sozinho
Ate o final do dia


Sentir a liberdade ao voar
Observar o próprio reflexo
E fechar os olhos
Para voltar a sonhar

(Hiriu)
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Dez 03, 2015 6:42 pm
*Tomates

Tomares é muito Mussum KKKKK
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Dez 03, 2015 7:39 pm
Raiz da Prata, adorei seu relato. Por favor, da próxima vez que você sonhar, vá atrás do Tsunami. Fiquei curiosa...hahahaha...Quero saber se foi ele quem pegou sua carteira de identidade. dança
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qua Dez 09, 2015 11:26 am
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Terceira Guerra Mundial?
Eu estava no meio da cidade. Era noite e várias pessoas, a maioria jovens, se reuniam na praça em forma de círculo. Cheguei olhando pro céu e vendo aquela cena incrível, um caça da FAB pairava no ar um pouco acima de um prédio. Estávamos a uma distância segura mas consiguiámos ver bem a aeronave que as vezes subia e as vezes descia. O piloto observava um outro caça caido, havia sido abatido por ter invadido o espaço aéreo brasileiro. Havia o murmurinho das pessoas tensas. "Isso pode iniciar a terceira guerra mundial" - pensei...
...Estava em casa vendo um noticiário na TV dizendo que um caça brasileiro foi roubado por homens armados.
- Como é que alguem rouba um avião de guerra de uma base militar? - falei comigo mesmo.
Logo depois o noticiário mostra um avião branco se aproximando do prédio, parecia um simples monomotor exceto pelo fato de que era um pouquinho maior e de tinha metralhadoras exatamente como um caça. Eles modificaram o caça. A aeronave deu a volta em um prédio todo de vidro e então começou a disparar em outro prédio ainda mais alto esmigalhando as janelas. Um grupo de soldados em uma varanda no prédio de vidro (estavam de tocaia) começam a atirar no caça roubado com fuzis e ele acaba caindo soltando fumaça dos motores. Ele cai bem na frente da "câmera" retorcendo o metal, da pra ver o vidro da cabine do piloto se partindo. Três homens saem dos destroços, todos armados, e se escondem atrás da fuselagem retorcida do caça. Os militares começam a atirar de novo dessa vez, estando mais alto eles promovem uma chuva de balas nos três ladrões que até revidam o com disparos curtos mas, logo começam a cair um por um atingidos pelos tiros (foi uma cena forte). O último homem ainda tenta se encolher feito uma criança assustada na calda do avião mas logo é morto também...
...Agora eu piloto um helicóptero militar a noite. Estou perto de uma base militar indo buscar um engenheiro que desenvolvel um novo tanque de guerra que estava sendo levado por outro helicóptero para ser testado. Eu me aproximo um pouco do heliponto que fica bem no meio da base com prédios baixos em volta e vejo o engenheiro correndo para o heliporto. Ele usava jaleco branco de cientista e óculos de armação grossa e por baixo do jaleco usava um paletó preto. Pouso a aeronave e ele entra ofegando sem dizer nada e se senta perto da porta totalmente aberta (era o helicóptero de transporte de tropas eu acho), levanto vôo e vejo o outro helicóptero carregando o tanque que ficava pindurado em cabos de aço embaixo da aeronave. Ele era duas vezes maior que um tanque normal e tinha uns "dentes" de aço na frente para empurrar obstáculos e além do canhão tinha duas metralhadoras giratórias nos lados.
Depois de pegar altitude começo a seguir o helicóptero da frente, vejo a silhueta de uma cadeia de montanhas na escuridão e percebo que estou no meio de um deserto. Olho para trás e vejo o engenheiro jogando pedaços de queijo pela porta e murmurando palavras que não entendi. Pensei que ele estivesse louco. Voltando minha atenção a frente vejo varias auréolas amarelas mostrando o caminho, o outro helicóptero já estava bem a frente. Passei pelo primeiro círculo e o segundo logo apareceu e me fazia dar a volta em uma montanha. Daí pra frente não lembro mais nada.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qua Dez 09, 2015 4:02 pm
Raiz de Preata escreveu:
Raiz de Prata escreveu:            A Escola Maldita
Eu estava em uma escola que  parecia abandonada. Um rapaz que nunca vi estava comigo e também uma garota de uns 12 anos. Chegamos em uma área com cara de porão de filme de terror, era dia mas tudo parecia meio sombrio. Passamos por um corredor e chegamos em uma porta de ferro bem pesada e de aparência bem velha. Abri a porta que dava para uma área externa, parecia com uma rua mas ainda era dentro do complexo, porque do outro lado começava outro prédio. Ouvimos um barulho estranho vindo da parte alta da "rua", meu amigo e eu decidimos investigar, a garota ficou esperando no corredor. Nesse momento eu saco uma balestra também bem antiga e me preparo.
 Quando chegamos na metade da rua o que vimos foi grotesco: uma criatura de cor amarronzada com um pouco mais de um metro e meio de altura, não tinha cabeça, era como um tumor gigante encima de duas pernas finas e uma boca com dentes afiados, não vi nenhum braço. Fiquei imóvel por instante vendo aquela coisa horrenda, quando ele deu o primeiro passo em minha direção mirei a balestra e atirei, a criatura explodiu fazendo voar uma gosma amarelada para todos os lados. Ele estava perto de um pequeno barraco de tijolos, parecia um deposito. Antes de respirar aliviado outro daqueles tumores saiu pela porta do deposito. Eu já não tinha mais medo, fui andando na sua direção e mirando, quando estava bem perto disparei a flecha que cravou fundo na coisa mas ela não explodiu, não tinha mais flechas então cheguei perto da criatura e bati forte com o cabo da arma (que idéia). Sploosh! A gosma caiu sobre mim sujando meu peito, minhas pernas e um pouco o meu rosto.
 Meu amigo que até o momento só olhava tudo me chamou. Me virei para vê-lo e o que vejo é uma horda daquelas coisas vindo  pelo extremo oposto da "rua". Larguei a balestra no chão e corri de volta para o corredor, quando entramos meu amigo já ia fechando a porta quando vi a garota do lado de fora correndo para o outro prédio (não sei como ela tinha ido pra lá), as criaturas já estavam bem perto, eu a chamei varias vezes mas ela não ouvia até que ela entrou no prédio e sumiu na escuridão. Meu amigo não perdeu tempo e fechou e trancou a porta, ele se  virou e disse calmamente :
 - Ela já era.
 Voltamos para o porão do terror, eu já não estava mais sujo de gosma e agora procurávamos alguma coisa para usarmos como arma mas não encontramos nada. Voltamos pelo mesmo lugar que entramos no prédio mas não achávamos a saída.
 Já tínhamos saído do porão e agora andávamos pela área normal da escola. Agora vemos pessoas pelos corredores, alunos e professores, mas estavam diferentes, estavam todos aéreos, olhavam para o vazio e caminhavam de forma mecânica.
 - Eles contaminaram a água, estão todos drogados! - disse meu parceiro inútil.
 Achamos uma espécie de varanda onde estavam alguns alunos e um professor. Decidimos perguntar onde estávamos. Quando saímos na varanda vimos pela primeira vez a paisagem, era uma mistura de deserto com mangue com pequenos lagos de água cristalina por toda parte, era lindo. Quando fizemos a pergunta para o professor ele disse apenas que estávamos no meio de lugar nenhum, saímos de perto dele, então ele pega um rádio e fala para alguém:
 - Temos dois acordados.
 Ouvindo aquilo saímos correndo e pulamos a cerca pequena da varanda e corremos pelo deserto-mangue. Corremos por uns cem metros até avistarmos dois homens magros com roupas pretas e um deles carregava duas espadas curvas.
 Como não tinha nada para me defender peguei duas pedras no chão e esperei por eles, eu queria continuar indo naquela direção porque atrás dos caras podia ver uma cidade bem ao longe e eu queria ir para lá.
 Quando o cara das espadas curvas chegou a três metros de mim joguei as pedras nele com toda a força mas ele nem sentiu. Ele veio pra cima de mim balançando a espada tentando me cortar, eu me esquivei de um lado para o outro e tudo que ele cortou foi o ar. Então ele partiu para cima do meu parceiro e tudo que ele fez foi coloc
Esse sonho foi fod@. Ficou parecendo um filme de ação. certo

E como foi que você conseguiu pilotar o helicóptero? Porque o painel de controle do helicóptero é cheio de botões confusos e complicados. gargalhada
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qua Dez 09, 2015 4:48 pm
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Ramon eu lembro que o painel estava apagado e eu só movimentava o manche não apertei nehum botão mas lembro de que quando olhei para baixo e vi o engenheiro correndo, eu segurava o manche com as duas mãos e tinha um botãozinho vermelho nele, devia ser para acionar alguma arma.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qua Dez 09, 2015 5:05 pm
Raiz de Prata escreveu:Ramon eu lembro que o painel estava apagado e eu só movimentava o manche não apertei nehum botão mas lembro de que quando olhei para baixo e vi o engenheiro correndo, eu segurava o manche com as duas mãos e tinha um botãozinho vermelho nele, devia ser para acionar alguma arma.
E voar igual o superman no sonho, você já tentou? certo
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qua Dez 09, 2015 11:08 pm
Já sim muito feliz . Já pilotei até nave alienígena em sonho, mas a sensação de voar sozinho é inigualável.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Dez 10, 2015 7:15 am
Raiz de Prata:
Raiz de Prata escreveu:          Terceira Guerra Mundial?
 Eu estava no meio da cidade. Era noite e várias pessoas, a maioria jovens, se reuniam na praça em forma de círculo. Cheguei olhando pro céu e vendo aquela cena incrível, um caça da FAB  pairava no ar um pouco acima de um prédio. Estávamos a uma distância segura mas consiguiámos ver bem a aeronave que as vezes subia e as vezes descia. O piloto observava um outro caça caido, havia sido abatido por ter invadido o espaço aéreo brasileiro. Havia o murmurinho das pessoas tensas. "Isso pode iniciar a terceira guerra mundial" - pensei...
 ...Estava em casa vendo um noticiário na TV dizendo que um caça brasileiro foi roubado por homens armados.
 - Como é que alguem rouba um avião de guerra de uma base militar? - falei comigo mesmo.
 Logo depois o noticiário mostra um avião branco se aproximando do prédio, parecia um simples monomotor exceto pelo fato de que era um pouquinho maior e de tinha metralhadoras exatamente como um caça. Eles modificaram o caça. A aeronave deu a volta em um prédio todo de vidro e então começou a disparar em outro prédio ainda mais alto esmigalhando as janelas. Um grupo de soldados em uma varanda no prédio de vidro (estavam de tocaia) começam a atirar no caça roubado com fuzis e ele acaba caindo soltando fumaça dos motores. Ele cai bem na frente da "câmera" retorcendo o metal, da pra ver o vidro da cabine do piloto se partindo. Três homens saem dos destroços, todos armados, e se escondem atrás da fuselagem retorcida do caça. Os militares começam a atirar de novo dessa vez, estando mais alto eles promovem uma chuva de balas nos três ladrões que até revidam o com disparos curtos mas, logo começam a cair um por um atingidos pelos tiros (foi uma cena forte). O último homem ainda tenta se encolher feito uma criança assustada na calda do avião mas logo é morto também...
 ...Agora eu piloto um helicóptero militar a noite. Estou perto de uma base militar indo buscar um engenheiro que desenvolvel um novo tanque de guerra que estava sendo levado por outro helicóptero para ser testado. Eu me aproximo um pouco do heliponto que fica bem no meio da base com prédios baixos em volta e vejo o engenheiro correndo para o heliporto. Ele usava jaleco branco de cientista e óculos de armação grossa e por baixo do jaleco usava um paletó preto. Pouso a aeronave e ele entra ofegando sem dizer nada e se senta perto da porta totalmente aberta (era o helicóptero de transporte de tropas eu acho), levanto vôo e vejo o outro helicóptero carregando o tanque que ficava pindurado em cabos de aço embaixo da aeronave. Ele era duas vezes maior que um tanque normal e tinha uns "dentes" de aço na frente para empurrar obstáculos e além do canhão tinha duas metralhadoras giratórias nos lados.
 Depois de pegar altitude começo a seguir o helicóptero da frente, vejo a silhueta de uma cadeia de montanhas na escuridão e percebo que estou no meio de um deserto. Olho para trás e vejo o engenheiro jogando pedaços de queijo pela porta e murmurando palavras que não entendi. Pensei que ele estivesse louco. Voltando minha atenção a frente vejo varias auréolas amarelas mostrando o caminho, o outro helicóptero já estava bem a frente. Passei pelo primeiro círculo e o segundo logo apareceu e me fazia dar a volta em uma montanha. Daí pra frente não lembro mais nada.
Que sonho fantástico. Ele dá um ótimo roteiro de filme de ação. muito feliz
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Qui Dez 10, 2015 10:20 am
Pena que acabou antes do teste do tanque, eu queria explodir algumas coisas
kkkkkk
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Sex Dez 11, 2015 2:10 pm
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A minha casa estava no topo de um prédio realmente muito alto, não se via o chão só nuvens e o céu azul em todas as direções. Nós éramos reféns. Um grupo de sete terroristas do estado Islâmico apontavam suas Ak's para as quase vinte pessoas sentadas no chão, algumas choravam (não conhecia nehuma delas), não havia ninguém na casa todos estávamos do lado de fora. Os terroristas usavam aquela típica roupa deles e estavam todos de branco e com um pano cobrindo a boca e o nariz.
Um dos terroristas agarra uma mulher loira pelos braços e a leva aos puxões para a beirada do prédio e pede para que eu o siga, a mulher aos gritos chora pedindo socorro eu os acompanho anestesiado pela situação , não sentia medo ou raiva... nada.
Quando chegamos na beira o homem coloca a mulher na sua frente a um passo da borda do edifício, e se afasta dois passos já levantando o cano da arma, eu apenas observo. Três tiros. Vejo os buracos cuspindo sangue das costas da pobre mulher que cai dura para a imensa queda. Nesse momento eu saio do meu tranze e sinto raiva do terrorista, penso ainda em empurra-lo do prédio, seria fácil. Olhei para trás e vi as pessoas amedrotadas, estávamos um pouco afastados. "Se virem que eu matei um deles, eles vão atirar em todo mundo", pensei. Desisti da idéia. Eu não ligava se morresse ali mas não queria que aquelas pessoas perdessem a vida por minha causa. O assassino se virou para mim e disse:
- A queda vai mata-la. - tinha um olhar calmo como se tivesse acabado de matar um animal qualquer.
Pensei que seria a minha vez, mas ele me levou de volta para o grupo, ele só queria que eu visse tudo bem de perto.

O resto está muito fragmentado, lembro de que alguém chagava ajudar e de eu estar lutando com um dos terroristas com uma vara de uns quatro metros.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

em Dom Dez 13, 2015 10:57 am
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A Fonte da Juventude
Sonhei que estava no quintal de casa e ele estava bem maior e bem mais arborizado e nele havia uma fonte da juventude, na verdade era uma pequena poça de água cristalina azulada cercada por pedras brancas. Um senhor que aparentava uns 65 anos era o guardião da fonte e não deixava qualquer um toca-la. Uma mulher jovem e bonita, que me acompanhava, queria que o velho lhe ensinasse seus segredos, no começo ele recusou mas depois cedeu e nós permitiu dar um mergulho.
O velho tirou suas roupas estranhas, pareciam roupas indianas mas um pouco diferentes e das suas costas ele tirou uma tira de pano grosso e um pouco de poeira subiu. Ele fica completamente nú e me envergonho pela moça que está ali, mas ela não se importa. O velho sobe em umas pedras enormes perto da fonte e fica a uns dois metros de altura, lá existe um pedaço de cerca de uns quarenta centímetros e ele sobe nela com os pés para cima (plantando bananeira), nesse momento pensei: "Nossa esse velho tá inteiro". Então o velho pede para que a moça faça o mesmo e então se lança na fonte. Não lembro de ter visto a moça jogar-se também, mas eu decido experimentar. Vou até o topo e o velho já está lá para me acompanhar ele me diz que a água está a uns cinqüenta graus. Me preparo e salto de qual que jeito, vejo a água azulada se aproximando... aproximando... até que splash! A sensação é ótima, senti meu corpo vibrar dentro da fonte, era realmente quente e eu me senti poderoso ali, dei um grito de euforia dentro da água e bolhas de ar saiam da minha boca em vez de som. Saí com os braços levantados me sentindo renovado.
Depois o sonho se alterou aos poucos e o velho já estava de roupas de novo e em uma de subidas ele caiu da pedra e machucou o braço, ele me chamou e mostrou me o ferimento, que na verdade foi só um deslocamento do pulso, ele conseguia girar a mão 360° e se divertia com isso. Nessa parte do sonho ele parecia outra pessoa.
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Re: Diário de Sonhos do Raiz de Prata

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