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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Ter Mar 07, 2017 5:00 pm
EmersonPawoski escreveu:01.03.2017 - Qual a História da Catedral de Notre Dame?

Se quiser mandar por inbox os detalhes do punhal, posso tentar desenhar Konigin. Geralmente quando sonho com coisas que não existem, desenho e escaneio para colocar no fórum (e desenho bem e não, não falo isso para me achar, é a realidade). Engraçado como o sonho pegou um teor judaico-cristão. Se Muriel for um anjo é algo dos judeus como Raziel que não é aceito no cristianismo. Fiz uma pesquisasinha e vi que Muriel é ou um querubim ou um serafim.
Mas enfim, que quimeras loucas hein... O Plank, nossa...

Obrigada, Emerson. Vou fazer um esboço e mandar para você pelo inbox.
Eu não sabia que tinha um anjo chamado Muriel. Fiz uma rápida pesquisa google e descobri que ele é um anjo que pertencente ao Chakra-Coração . Talvez isso explique porque eu ouvia as batidas do coração dele quando ele se aproximava e porque meu ritmo cardíaco se igualou ao dele, quando ele me abraçou. perplexo
A quimera Plank era esquisita mesmo. Parecia uma porta. gargalhada
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15.03.2017 - Expecto Patronum

em Qua Mar 15, 2017 3:42 pm
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Data original do sonho 11.03.2017
Acordei ouvindo alguém me chamar. Não vejo ninguém e tenho dificuldade de levantar e desconfio que estou sonhando. Giro para lado e levanto. Olho para minha mão direita e não tenho dedos.
-Estou sonhando! Falo e esfrego minhas mãos para estabilizar o sonho.
Atravesso a parede e estou na rua. Um homem se aproxima. Ele parecia ter uns 50 anos e era uma mistura do Logan com o Pistoleiro. (O pistoleiro é o personagem do livro a Torre Negra, que eu estou lendo).
Ele está usando um casaco longo de couro marrom. Calças escuras e bota surrada. E, vez de pistolas na cintura, ele tem garras nas mãos, assim como o Wolverine.
Pergunto a ele se ele tem uma varinha de mágica e ele diz que não, mas me ajudaria a procurar uma, caso eu quisesse. Eu aceito a ajuda e falo para caminharmos um pouco, pois senti que o sonho estava desestabilizando. Chegamos próximo do mar e Logan Pistoleiro dá uma olhada para o céu diz que devemos sair dali, pois uma tempestade esta se aproximando. Ele me dá uma moeda para comprar algo para nos proteger da chuva, enquanto ele arruma um barco para nós. Vou até uma quiosque ali perto, e a vendedora me oferece três guarda-chuvas e um papel com algo escrito. Os guarda-chuvas eram preto, vermelho e um infantil da cor azul-claro.
Pergunto se ela tem uma varinha mágica e ela eu devia procurar uma mulher chamada Larianah e que ela me entregaria a varinha.
Volto para praia e Logan Pistoleiro havia improvisado uma jangada. Subimos e partimos remando. Dei o bilhete para ele ler e ele disse que era nele tinha explicações e como chegar ate a tal Larianah
De repente, já em alto mar e a tempestade desaba sobre nós.
O mar fica agitado e acabamos por perder nossos remos. Logan senta-se na jangada e abre um guarda-chuva. Ele diz que não quer se molhar. Percebi quando o Logan abriu o guarda-chuva, surgiu um vento que fez e a jangada se mover um pouco.
Abri o meu guarda-chuva vermelho e ventou um pouco mais. Foi então que concluímos que os guarda-chuvas não eram para nos proteger e sim para usá-los com velas. Logan Pistoleiro amarra os guarda-chuvas abertos no mastro e a nossa jangada se movimenta bem rápida. Acabamos indo mas foi em direção a a uma grade onda e atravessamos e fomos parar na frente da casa de uma amiga minha.
Aqui Logan diz que está na hora de eu procurar a tal Larianah. Ele me diz para tomar cuidado com as pessoas que eu encontrar e era para prestar atenção nos comportamentos delas. Perguntei se ele vinha comigo, mas ele disse que não, porém se eu precisasse de ajuda era só gritar o nome dele.
Entrei na casa da minha amiga e encontrei uma mulher sentada no sofá da sala. Perguntei se ela era Larianah e ela disse que sim. Conversamos um pouco e ela era muito simpática
Perguntei sobre a varinha magica e ela disse que não sabia onde estava, mas pediu para que a acompanhasse numa visita a uma costureira. A mulher parecia uma bruxa. Falou coisas estranhas e a Larianah começou a agir esquisita. Descubro que ela tem um ser incorporados não me lembro como o libertei. Só sei que no meio do meu pulso saiu uma garra como a do Woverine e ela parecia uma varinha de mágica feita de metal. Eu acho que eu o espetei com a minha garra e por isso ele se desprendeu da Larianah.
O ser parecia uma mancha preta gosmenta. Ele me lembrava o Venon do Spiderman
Essa gosma ganhou forma humana e era gigante.
Ele nos atacou. Chamei pelo Logan e ele apareceu saltando com as garras rendendo as no pulso do gigante Venon
Larianah segurou o outro braço e gritou para eu acabar com o gigante
Eu aponto meu punho em direção ao Venon e falo:
- Especto Patronum!
Uma luz forte surgiu, brilhando com muita intensidade. Vi Gigante derretendo, mas não reconheci nenhuma animal em forma de luz.
A luz acabou me atingindo e eu acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Mar 16, 2017 9:47 am
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Königin escreveu:
Data original do sonho 11.03.2017
Acordei ouvindo alguém me chamar. Não vejo ninguém e tenho dificuldade de levantar e desconfio que estou sonhando. Giro para lado e levanto. Olho para minha mão direita e não tenho dedos.  
-Estou sonhando! Falo e esfrego minhas mãos para estabilizar o sonho.
Atravesso a parede e estou na rua. Um homem  se aproxima. Ele parecia ter uns 50 anos e era uma mistura do Logan com o Pistoleiro. (O pistoleiro é o personagem do livro a Torre Negra, que eu estou lendo).
Ele está usando um casaco longo de couro marrom. Calças escuras e bota surrada. E, vez de pistolas na cintura, ele tem garras nas mãos, assim como o Wolverine.
Pergunto a ele se ele tem uma varinha de mágica e ele diz que não, mas me ajudaria a procurar uma, caso eu quisesse. Eu aceito a ajuda e falo para caminharmos um pouco, pois senti que o sonho estava desestabilizando. Chegamos próximo do mar e Logan Pistoleiro dá uma olhada para o céu diz que devemos sair dali, pois uma tempestade esta se aproximando. Ele me dá uma moeda para comprar algo para nos proteger da chuva, enquanto ele arruma um barco para nós. Vou até uma quiosque ali perto, e a vendedora me oferece três guarda-chuvas e um papel com algo escrito. Os guarda-chuvas eram preto, vermelho e um infantil da cor azul-claro.
Pergunto se ela tem uma varinha mágica e ela eu devia procurar uma mulher chamada Larianah e que ela me entregaria a varinha.
Volto para praia e Logan Pistoleiro havia improvisado uma jangada. Subimos e partimos remando. Dei o bilhete para ele ler e ele disse que era nele tinha explicações e como chegar ate a tal Larianah
De repente, já em alto mar e a tempestade desaba sobre nós.
O mar fica agitado e acabamos por perder nossos remos. Logan senta-se na jangada e abre um guarda-chuva. Ele diz que não quer se molhar. Percebi quando o Logan abriu o guarda-chuva, surgiu um vento que fez e a jangada se mover  um pouco.
Abri o meu guarda-chuva vermelho e ventou um pouco mais. Foi então que concluímos que os guarda-chuvas não eram para nos proteger e sim para usá-los com velas. Logan Pistoleiro amarra os guarda-chuvas abertos no mastro e a nossa jangada se movimenta bem rápida. Acabamos indo mas foi em direção a a uma grade onda e atravessamos e fomos parar na frente da casa de uma amiga minha.
Aqui Logan diz que está na hora de eu procurar a tal Larianah. Ele me diz para tomar cuidado com as pessoas que  eu encontrar e era para prestar atenção nos comportamentos delas.  Perguntei se ele vinha comigo, mas ele disse que não, porém se eu precisasse de ajuda era só gritar o nome dele.
Entrei na casa da minha amiga e encontrei uma mulher sentada no sofá da sala. Perguntei se ela era Larianah e ela disse que sim. Conversamos um pouco e ela era muito simpática
Perguntei sobre a varinha magica  e ela disse que não sabia onde estava, mas pediu para que a acompanhasse numa visita a uma costureira. A mulher parecia uma bruxa. Falou coisas estranhas e a Larianah começou a agir esquisita. Descubro que ela tem um ser incorporados não me lembro como o libertei. Só sei que no meio do meu pulso saiu uma garra como a do Woverine e ela parecia uma varinha de mágica feita de metal. Eu acho que eu o espetei com a minha garra e por isso ele se desprendeu da Larianah.
O ser parecia uma mancha preta gosmenta. Ele me lembrava o Venon do Spiderman
Essa gosma ganhou forma humana e era gigante.
Ele nos atacou. Chamei pelo Logan e ele apareceu saltando com as garras rendendo as no pulso do gigante Venon
Larianah segurou o outro braço e gritou para eu acabar com o gigante
Eu aponto meu punho em direção ao Venon e falo:
- Especto Patronum!
Uma luz forte surgiu, brilhando com muita intensidade. Vi Gigante derretendo, mas não reconheci nenhuma animal em forma de luz.
A luz acabou me atingindo e eu acordei.

Nossa isso foi simplesmente brilhante! Königin Wolverine, para que procurar em outro lugar se a resposta literalmente está dentro de você? Varinha de metal é novo para mim! Tava achando que ia sair um dementador de dentro da mulher muito feliz mas mesmo que o desafio acabou dá para continuar tentando descobrir se você quiser, você chegou tão perto!
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Ter Mar 21, 2017 12:56 pm
Veivi:
Veivi escreveu:
Königin escreveu:
Data original do sonho 11.03.2017
Acordei ouvindo alguém me chamar. Não vejo ninguém e tenho dificuldade de levantar e desconfio que estou sonhando. Giro para lado e levanto. Olho para minha mão direita e não tenho dedos.  
-Estou sonhando! Falo e esfrego minhas mãos para estabilizar o sonho.
Atravesso a parede e estou na rua. Um homem  se aproxima. Ele parecia ter uns 50 anos e era uma mistura do Logan com o Pistoleiro. (O pistoleiro é o personagem do livro a Torre Negra, que eu estou lendo).
Ele está usando um casaco longo de couro marrom. Calças escuras e bota surrada. E, vez de pistolas na cintura, ele tem garras nas mãos, assim como o Wolverine.
Pergunto a ele se ele tem uma varinha de mágica e ele diz que não, mas me ajudaria a procurar uma, caso eu quisesse. Eu aceito a ajuda e falo para caminharmos um pouco, pois senti que o sonho estava desestabilizando. Chegamos próximo do mar e Logan Pistoleiro dá uma olhada para o céu diz que devemos sair dali, pois uma tempestade esta se aproximando. Ele me dá uma moeda para comprar algo para nos proteger da chuva, enquanto ele arruma um barco para nós. Vou até uma quiosque ali perto, e a vendedora me oferece três guarda-chuvas e um papel com algo escrito. Os guarda-chuvas eram preto, vermelho e um infantil da cor azul-claro.
Pergunto se ela tem uma varinha mágica e ela eu devia procurar uma mulher chamada Larianah e que ela me entregaria a varinha.
Volto para praia e Logan Pistoleiro havia improvisado uma jangada. Subimos e partimos remando. Dei o bilhete para ele ler e ele disse que era nele tinha explicações e como chegar ate a tal Larianah
De repente, já em alto mar e a tempestade desaba sobre nós.
O mar fica agitado e acabamos por perder nossos remos. Logan senta-se na jangada e abre um guarda-chuva. Ele diz que não quer se molhar. Percebi quando o Logan abriu o guarda-chuva, surgiu um vento que fez e a jangada se mover  um pouco.
Abri o meu guarda-chuva vermelho e ventou um pouco mais. Foi então que concluímos que os guarda-chuvas não eram para nos proteger e sim para usá-los com velas. Logan Pistoleiro amarra os guarda-chuvas abertos no mastro e a nossa jangada se movimenta bem rápida. Acabamos indo mas foi em direção a a uma grade onda e atravessamos e fomos parar na frente da casa de uma amiga minha.
Aqui Logan diz que está na hora de eu procurar a tal Larianah. Ele me diz para tomar cuidado com as pessoas que  eu encontrar e era para prestar atenção nos comportamentos delas.  Perguntei se ele vinha comigo, mas ele disse que não, porém se eu precisasse de ajuda era só gritar o nome dele.
Entrei na casa da minha amiga e encontrei uma mulher sentada no sofá da sala. Perguntei se ela era Larianah e ela disse que sim. Conversamos um pouco e ela era muito simpática
Perguntei sobre a varinha magica  e ela disse que não sabia onde estava, mas pediu para que a acompanhasse numa visita a uma costureira. A mulher parecia uma bruxa. Falou coisas estranhas e a Larianah começou a agir esquisita. Descubro que ela tem um ser incorporados não me lembro como o libertei. Só sei que no meio do meu pulso saiu uma garra como a do Woverine e ela parecia uma varinha de mágica feita de metal. Eu acho que eu o espetei com a minha garra e por isso ele se desprendeu da Larianah.
O ser parecia uma mancha preta gosmenta. Ele me lembrava o Venon do Spiderman
Essa gosma ganhou forma humana e era gigante.
Ele nos atacou. Chamei pelo Logan e ele apareceu saltando com as garras rendendo as no pulso do gigante Venon
Larianah segurou o outro braço e gritou para eu acabar com o gigante
Eu aponto meu punho em direção ao Venon e falo:
- Especto Patronum!
Uma luz forte surgiu, brilhando com muita intensidade. Vi Gigante derretendo, mas não reconheci nenhuma animal em forma de luz.
A luz acabou me atingindo e eu acordei.

Nossa isso foi simplesmente brilhante! Königin Wolverine, para que procurar em outro lugar se a resposta literalmente está dentro de você? Varinha de metal é novo para mim! Tava achando que ia sair um dementador de dentro da mulher muito feliz mas mesmo que o desafio acabou dá para continuar tentando descobrir se você quiser, você chegou tão perto!
Oi Veivi. Eu tentei novamente o seu desafio e dessa vez funcionou. Vou postar o relato logo após do Desafio do Tabarisco que eu fiz hoje. viva
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21.03.2017 -Let`s Party!

em Ter Mar 21, 2017 1:02 pm
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Relato correspondente ao desafio "Festa Lúcida" do Tabarisco:

Sonho 1:

Acordei com um barulho de algo pesado caindo na sala. Vi meu marido em pé no quarto, o que eu achei muito estranho. Lembro-me dele se despedindo de mim para trabalhar.
Fomos para sala e ela estava diferente. Meus móveis não estavam lá. No lugar, tinha uma mesa de escritório cheia de pastas de documentos e uma grande máquina copiadora que estava tombada no chão.
Meu marido se irritou ao ver a copiadora no chão e foi levantá-la. Eu desconfiei que era um sonho, porque nos não temos nenhuma máquina copiadora. Olhei para minha mão e não consegui contar meus dedos.
Meu marido ficou mais bravo porque eu não o ajudava a levantar a copiadora. Fui ajudá-lo e colocamos a copiadora em pé.
Tenho um Déjà -vu. Novamente entramos na sala, a máquina está no chão, meu marido tenta levantá-la e eu de novo olho para minha mão e conto meus dedos. Desta vez e ganho lucidez.
Desta vez eu falo para ele que estou sonhando e que temos que sair, porque vamos numa festa.
Saímos do apartamento e fomos parar dentro de uma casa. Estamos no andar de cima e ouvimos música e conversas vindo do andar de baixo. Descemos a escada e ao chegar na sala, encontramos um monte de pessoas.
Lá estava rolando uma festa. As pessoas que lá estavam diziam ser meus parentes, mas reconheci nenhum deles. O interessante era que todas as pessoas presentes eram loiras e de olhos azuis. Eu era a única morena naquela festa.
Serviram-me uma bebida que parecia "Bionade". É uma espécie de refrigerante fermentado que vende aqui na Alemanha. Eu não sei se existe essa bebida no Brasil.
Conversei com uma suposta prima (o nome dela é Emma) e ela estava acompanhada pelo marido. O marido dela perguntou se eu era descendente de alemães e eu disse que sim. (é verdade)
A prima contou uma história de quando éramos crianças e que eu fui passar as férias na casa dela e ela disse que brecávamos de boneca e ouvíamos músicas no toca-discos do pai dela.
Pedi para ela colocar a música para eu ouvir e ela foi até um aparelho e colocou um disco de vinil e a musica que tocou foi “Born to be alive” de Patrick Hernadez.  
(Quando eu era criança, lembro me que eu e meus irmãos e primos estávamos casa dos meus avós passando as férias e entramos no quarto do meu tio e ele estava ouvido essa musica. Gostamos da música e começamos a dançar dança  guitar . Toda vez que eu ouço essa música é desse momento que eu me lembro.)

O jantar foi servidoe a mesa estava linda. Eu não me sentei a mesa, pois eu resolvi passear pela casa para ver se eu reconhecia. Entrei em vários cômodos e depois subi novamente a escada.
Achei baú que parecia muito com o baú do quarto do meu tio. Nele ele guardava cobertores. Abri o baú e dentro tinha uma almofada vermelha, um relógio despertador.
Tento ler as horas, mas os ponteiros ficam girando o tempo todo.
De repente meu marido entra e quando eu me viro para ele, vejo que ele está com os braços e mãos sujas de sangue. Assustada, pergunto o que aconteceu. Ele começa a falar estranho e eu acordo.

Sonho 2:
Fico imóvel na cama pensando na festa e consigo voltar para sonho. Estou na sala onde o jantar foi servido, mas não há mais ninguém. Chamo pelo meu marido e depois chamo pela Emma. Ninguém a aparece.
A música continua tocando, mas agora ela me incomoda, pois ela parece estar sendo tocada num volume mais alto e ela faz um eco horrível nos meus ouvidos. Fico com receio de acordar e para estabilizar o sonho eu imagino que estou mascando um chiclete e ele apareceu na minha boca. Tinha gosto de morango.
Saio da casa pela porta da frente e eu estou sobre um rochedo e mais adiante vejo o mar. É noite e uma enorme lua no céu e eu desejo ir até ela novamente. Estendo minhas mãos em direção dela e começo a puxa-la e ela vem em minha direção. Em quanto ela vinha em minha direção, percebi que ela mudou e virou um outro planeta terra e começou a se afastar de mim.
Decidir voar em sua direção, mas antes resolvi fazer algo que sempre tive vontade de fazer: criar bolas de fogo nas mãos, assim como Pyros e o Adrm.
Olhei para minhas mãos e uma bola de fogo azul . A parte interna da bola era azul e a parte externa era verde. Aquilo era quente e eu conseguia controlar o tamanho dele. Mirei minha mão esquerda em direção a uma pedra e uma labareda azul e verde a atingiu e ela pegou fogo.
Decidi voar e usei as chamas como propulsor e eu me alavanquei numa velocidade enorme em direção a outra Terra.
Voei  tão rápido e perdi o controle da chama. De repente, meu corpo todo se encandeceu e eu parecia a tocha humana num tom azul esverdeado. Passei a enxergar tudo nesse tom azul-esverdeado. O sonho se desestabilizou e eu acordei.
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em Ter Mar 21, 2017 2:57 pm
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Data original do sonho:19.03.2017
Fiz uma segunda tentativa do desafio da Veivi e desta vez eu consegui ver o meu patrono. viva
Sonho começou não lúcido.
Eu estava com uma turma no antigo apartamento que eu morei no Brasil e nós falávamos sobre sonhos. Um rapaz do grupo estava muito mal-humorado, pois, segundo ele, fazia tempo que ele não tinha sonho lúcido. Um outro rapaz comentou que comer chocolate ajudava a ter sonhos lúcidos, foi então, que eu lembrei que tinha uma bomboneira cheia de bombons. Fui à cozinha e peguei o recipiente de vidro e trouxe para sala e dei dois bombons para cada um e peguei dois para mim. Todos riram porque os bombons eram “sonho de valsa”. Sentei e fiquei olhando os bombons e me lembrei que os bombons que eu sempre comprava eram “Ouro Branco”.
- Estou sonhando questionei.
Fiz um RC que confirmou. Ganhei lucidez e comentei a todos que nós estávamos num sonho. Eles pareciam surpresos e disseram que era o poder do bombom. Perguntei a eles como eu poderia criar uma varinha mágica e uma garota disse que eu tinha que pegar um galho de uma árvore e ele passaria a funcionar como uma varinha. Eu me levantei e sai para procurar uma árvore. Encontrei uma árvore pequena, que parecia um bonsai. Enfiado na terra tinha um pequeno ramo, e eu o puxei, e saiu um galho de uns 30 cm. Pensei em testá-lo, mas apareceu uma amiga minha e me falou que ela estava fazendo uma excursão com uns índios e me convidou para ir também. Eu aceitei e fomos a pé até um estacionamento. Lá tinha uma Kombi estacionada e sentada dentro dela um índio com um enorme cocar na cabeça. Ele dormia. Ao lado do motorista estava sentado um rapaz com uma camisa branca de manga longa. Entramos e a kombi partiu.
Durante a viagem, o cara da camisa branca pegou uma fação e começou a cortar as penas do cocar do índio que estava dormindo e acidentalmente, ele cortou o nariz do índio.
O índio acordou com o rosto ensanguentado e pediu bravo pediu para parar a Kombi e todos nós descemos. Eu virei para minha amiga e falei:
-Vamos dar um fora daqui. Acho que vai ter confusão.
- Não. Vamos ver o que vai acontecer. - Respondeu ela me segurando pelo braço
Ficamos observando o índio, que esfregou a mão no que sobrou do nariz várias vezes e num passe de mágica, a ferida dele se curou. Ele ainda estava muito bravo e resolveu jogar uma praga no rapaz que o machucou.
Não sei de onde ele tirou dois bastões de madeira e segurando cada um em cada mão, ele bateu os bastões no chão, e projetou a barriga para frente de modo tão exagerado, que deixou o corpo dele em formato de um S, e sem seguida, ele falou uns frases estranhas, que fizeram surgir do nada, vários índios guerreiros.
O rapaz da camisa branca ficou assustado e correu para nosso lado e se colocou atrás de nós.  
O índio apontou um bastão em nossa direção e gritou:
- Acabem com ele!
Todos os índios guerreiros correram em nossa direção. Saímos os três correndo. O rapaz corria bem mais rápido que nós. Logo, os índios nos ultrapassaram e paramos de correr. Eles só estavam atrás do rapaz.

Desesperado o rapaz correu em direção a um lago e pulou na água e nadou desesperadamente. Os índios pularam atrás. Minha amiga pegou na minha mão e me puxou, falando:
- Vamos atrás deles. Vamos ver o que vai acontecer com o rapaz.
Corremos e pulamos no lago também. Quando eu pulei eu fui parar debaixo d'água e quando voltei para superfície, eu estava sozinha e a noite tinha caído. O lago ficou iluminado com o luar. Comecei a chamar pela minha amiga e não tive resposta. Vi uma luz do outro lado do lago e nadei até ela. Quando cheguei perto, vi que aquela luz era uma estatueta branca muito parecida com o índio do cocar. Tentei pegar a estátua e ela se moveu rapidamente para lado. Tentei novamente e a mesma coisa aconteceu. Uma canoa se aproximou de mim e era o índio com cocar. Perguntei a ele onde estava minha e ele disse que ela era prisioneira da estatueta. Olhei de novo para estatueta e vi a minha amiga bem pequenina do lado dela.
A estatueta, que segurava a mão da minha amiga, afundou no lago, levando ela consigo. Eu mergulhei para tentar pegá-la. Tudo estava tão escuro que resolvi usar a varinha. Eu gritei "expecto patronum" e uma luz em forma de um tubarão saiu e nadou em direção da estatueta e a devorou. Nadei para perto do tubarão para procurar minha amiga, mas não a encontrei. O tubarão ficava nadando em volta de mim, mas não me atacava.  Perguntei a ele onde estava a minha amiga e ele nadou como se estivesse procurando por ela.
O despertador toca e eu acordo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Ter Mar 21, 2017 10:32 pm
Königin escreveu:Relato correspondente ao desafio "Festa Lúcida" do Tabarisco:

Sonho 1:


Decidir voar em sua direção, mas antes resolvi fazer algo que sempre tive vontade de fazer: criar bolas de fogo nas mãos, assim como Pyros e o Adrm.
Olhei para minhas mãos e uma bola de fogo azul . A parte interna da bola era azul e a parte externa era verde. Aquilo era quente e eu conseguia controlar o tamanho dele. Mirei minha mão esquerda em direção a uma pedra e uma labareda azul e verde a atingiu e ela pegou fogo.
Decidi voar e usei as chamas como propulsor e eu me alavanquei numa velocidade enorme em direção a outra Terra.
Voei  tão rápido e perdi o controle da chama. De repente, meu corpo todo se encandeceu e eu parecia a tocha humana num tom azul esverdeado. Passei a enxergar tudo nesse tom azul-esverdeado. O sonho se desestabilizou e eu acordei.

HHOHOHOHOOHO Koenigin, você conseguiu!! Parabéns! viva

Além disso ainda usou as chamas para se propulsionar em? Por sinal parece que experimentou a super ultra mega velocidade sem fim que existe quando usamos as chamas. Agora sim você pode me acompanhar num vôo u.u
brindar

Brincadeiras a parte, seus sonhos continuam muito divertidos. Muito obrigado por mais uma leitura prazerosa xD
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Mar 22, 2017 11:28 am
oi königin,sempre bom ler seus relatos.Achei engraçada a parte do "poder do bombom".
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Mar 23, 2017 7:06 pm
Seus sonhos são muito criativos, você é a única pessoa que conheço em que a estória do sonho se entrelaça até o final, o que vai contando se liga com outros fatos na sequência, achei interessante, eu leria seus relatos até mesmo como um conto, digo, se você estivesse inventando ainda seria interessante, é claro que perderia um pouco a mágica, mesmo assim ainda teria alguns contos que gostei muito. Parabéns! O que é RC? Já me falaram que não é recomendado dizer para as pessoas no sonho de que tudo não passa de um sonho, falaram que as chances delas te atacarem é grande, será verdade isso?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Mar 24, 2017 6:48 am
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Muito bacana os ultimos relatórios Kon, lá atrás no episodio do Wolverine há uma expressão interessante onde o mesmo diz para você prestar mais atenção aos personagens oníricos, bem legal essa passagem. E enfim o animal interior apareceu e foi um dos grandes predadores marinhos, interessante, parabéns Kon. certo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Mar 24, 2017 6:21 pm
Pyros:
Pyros escreveu:
Königin escreveu:Relato correspondente ao desafio "Festa Lúcida" do Tabarisco:

Sonho 1:


Decidir voar em sua direção, mas antes resolvi fazer algo que sempre tive vontade de fazer: criar bolas de fogo nas mãos, assim como Pyros e o Adrm.
Olhei para minhas mãos e uma bola de fogo azul . A parte interna da bola era azul e a parte externa era verde. Aquilo era quente e eu conseguia controlar o tamanho dele. Mirei minha mão esquerda em direção a uma pedra e uma labareda azul e verde a atingiu e ela pegou fogo.
Decidi voar e usei as chamas como propulsor e eu me alavanquei numa velocidade enorme em direção a outra Terra.
Voei  tão rápido e perdi o controle da chama. De repente, meu corpo todo se encandeceu e eu parecia a tocha humana num tom azul esverdeado. Passei a enxergar tudo nesse tom azul-esverdeado. O sonho se desestabilizou e eu acordei.

HHOHOHOHOOHO Koenigin, você conseguiu!! Parabéns! viva

Além disso ainda usou as chamas para se propulsionar em? Por sinal parece que experimentou a super ultra mega velocidade sem fim que existe quando usamos as chamas. Agora sim você pode me acompanhar num vôo u.u
brindar

Brincadeiras a parte, seus sonhos continuam muito divertidos. Muito obrigado por mais uma leitura prazerosa xD
Pyros, fazer aquelas esferas de fogo foi muito legal e voar, nossa, foi melhor ainda. Pena que eu perdi o controle. Queria ter chegado na outra Terra.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Mar 24, 2017 6:24 pm
Andrelp escreveu:oi königin,sempre bom ler seus relatos.Achei engraçada a parte do "poder do bombom".
Os bombons foi uma viagem. Uma coisa que me chamou atenção, depois que eu acordei, foi o nome dos bombons. Eles eram os "sonhos de valsa". Até os bombons estavam me dando dicas que eu estava sonhando. Hehehe.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Mar 24, 2017 6:38 pm
Onírica escreveu:Seus sonhos são muito criativos, você é a única pessoa que conheço em que a estória do sonho se entrelaça até o final, o que vai contando se liga com outros fatos na sequência, achei interessante, eu leria seus relatos até mesmo como um conto, digo, se você estivesse inventando ainda seria interessante, é claro que perderia um pouco a mágica, mesmo assim ainda teria alguns contos que gostei muito. Parabéns! O que é RC? Já me falaram que não é recomendado dizer para as pessoas no sonho de que tudo não passa de um sonho, falaram que as chances delas te atacarem é grande, será verdade isso?

Obrigada e bem-vinda ao meu diário, Onírica. RC é uma abreviatura para Reality Checks. São testes de realidades que fazemos quando desconfiamos se estamos sonhando ou não.
Nós praticamos os RCs durante o estado de vigília. Questionando várias vezes, ao dia se estamos acordados ou sonhando. Quando os testes se torna um hábito, passamos a fazê-los nos sonhos também e é através dos resultados alterados que ocorrem nos sonhos que acabamos ganhando a lucidez. Meu RC favorito é o das mãos. Nos sonhos, as minhas mãos sempre aparecem alteradas. Às vezes com muito dedos, outras vezes sem dedos e etc.
É importante praticar os RCs, se você deseja ter sonhos lúcidos.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Mar 24, 2017 7:06 pm
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Reizen Endler escreveu:Muito bacana os ultimos relatórios Kon, lá atrás no episodio do Wolverine há uma expressão interessante onde o mesmo diz para você prestar mais atenção aos personagens oníricos, bem legal essa passagem. E enfim o animal interior apareceu e foi um dos grandes predadores marinhos, interessante, parabéns Kon. certo

Obrigada, Reizen. Graças a dica do Wolveríne, eu consegui perceber que a costureira não estava com boas intenções. Preciso de mais personagens bacanas como ele nos meus sonhos.  O patrono tubarão foi uma surpresa. Foi muito legal vê-lo nadando em voltas de mim e depois quando ele saiu a procura da minha amiga. muito feliz
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Mar 24, 2017 11:45 pm
Königin escreveu:Relato correspondente ao desafio "Festa Lúcida" do Tabarisco:

Sonho 1:

Acordei com um barulho de algo pesado caindo na sala. Vi meu marido em pé no quarto, o que eu achei muito estranho. Lembro-me dele se despedindo de mim para trabalhar.
Fomos para sala e ela estava diferente. Meus móveis não estavam lá. No lugar, tinha uma mesa de escritório cheia de pastas de documentos e uma grande máquina copiadora que estava tombada no chão.
Meu marido se irritou ao ver a copiadora no chão e foi levantá-la. Eu desconfiei que era um sonho, porque nos não temos nenhuma máquina copiadora. Olhei para minha mão e não consegui contar meus dedos.
Meu marido ficou mais bravo porque eu não o ajudava a levantar a copiadora. Fui ajudá-lo e colocamos a copiadora em pé.
Tenho um Déjà -vu. Novamente entramos na sala, a máquina está no chão, meu marido tenta levantá-la e eu de novo olho para minha mão e conto meus dedos. Desta vez e ganho lucidez.
Desta vez eu falo para ele que estou sonhando e que temos que sair, porque vamos numa festa.
Saímos do apartamento e fomos parar dentro de uma casa. Estamos no andar de cima e ouvimos música e conversas vindo do andar de baixo. Descemos a escada e ao chegar na sala, encontramos um monte de pessoas.
Lá estava rolando uma festa. As pessoas que lá estavam diziam ser meus parentes, mas reconheci nenhum deles. O interessante era que todas as pessoas presentes eram loiras e de olhos azuis. Eu era a única morena naquela festa.
Serviram-me uma bebida que parecia "Bionade". É uma espécie de refrigerante fermentado que vende aqui na Alemanha. Eu não sei se existe essa bebida no Brasil.
Conversei com uma suposta prima (o nome dela é Emma) e ela estava acompanhada pelo marido. O marido dela perguntou se eu era descendente de alemães e eu disse que sim. (é verdade)
A prima contou uma história de quando éramos crianças e que eu fui passar as férias na casa dela e ela disse que brecávamos de boneca e ouvíamos músicas no toca-discos do pai dela.
Pedi para ela colocar a música para eu ouvir e ela foi até um aparelho e colocou um disco de vinil e a musica que tocou foi “Born to be alive” de Patrick Hernadez.  
(Quando eu era criança, lembro me que eu e meus irmãos e primos estávamos casa dos meus avós passando as férias e entramos no quarto do meu tio e ele estava ouvido essa musica. Gostamos da música e começamos a dançar dança  guitar . Toda vez que eu ouço essa música é desse momento que eu me lembro.)

O jantar foi servidoe a mesa estava linda. Eu não me sentei a mesa, pois eu resolvi passear pela casa para ver se eu reconhecia. Entrei em vários cômodos e depois subi novamente a escada.
Achei baú que parecia muito com o baú do quarto do meu tio. Nele ele guardava cobertores. Abri o baú e dentro tinha uma almofada vermelha, um relógio despertador.
Tento ler as horas, mas os ponteiros ficam girando o tempo todo.
De repente meu marido entra e quando eu me viro para ele, vejo que ele está com os braços e mãos sujas de sangue. Assustada, pergunto o que aconteceu. Ele começa a falar estranho e eu acordo.

Sonho 2:
Fico imóvel na cama pensando na festa e consigo voltar para sonho. Estou na sala onde o jantar foi servido, mas não há mais ninguém. Chamo pelo meu marido e depois chamo pela Emma. Ninguém a aparece.
A música continua tocando, mas agora ela me incomoda, pois ela parece estar sendo tocada num volume mais alto e ela faz um eco horrível nos meus ouvidos. Fico com receio de acordar e para estabilizar o sonho eu imagino que estou mascando um chiclete e ele apareceu na minha boca. Tinha gosto de morango.
Saio da casa pela porta da frente e eu estou sobre um rochedo e mais adiante vejo o mar. É noite e uma enorme lua no céu e eu desejo ir até ela novamente. Estendo minhas mãos em direção dela e começo a puxa-la e ela vem em minha direção. Em quanto ela vinha em minha direção, percebi que ela mudou e virou um outro planeta terra e começou a se afastar de mim.
Decidir voar em sua direção, mas antes resolvi fazer algo que sempre tive vontade de fazer: criar bolas de fogo nas mãos, assim como Pyros e o Adrm.
Olhei para minhas mãos e uma bola de fogo azul . A parte interna da bola era azul e a parte externa era verde. Aquilo era quente e eu conseguia controlar o tamanho dele. Mirei minha mão esquerda em direção a uma pedra e uma labareda azul e verde a atingiu e ela pegou fogo.
Decidi voar e usei as chamas como propulsor e eu me alavanquei numa velocidade enorme em direção a outra Terra.
Voei  tão rápido e perdi o controle da chama. De repente, meu corpo todo se encandeceu e eu parecia a tocha humana num tom azul esverdeado. Passei a enxergar tudo nesse tom azul-esverdeado. O sonho se desestabilizou e eu acordei.
Ai konigin esse final do sonho 1 foi assustador.
Gostei do sonho, ja pensou se essa nao é realmente sua familia (Onirica Claro)?
Sonho 2 deve ser interessante transformar o sonho em cores especificas e nao o RGB com todas as cores que conhecemos aqui na vida muito feliz, tipo deixar o sonho em preto e branco seria bem legal.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Dom Mar 26, 2017 10:33 am
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Königin escreveu:Relato correspondente ao desafio "Festa Lúcida" do Tabarisco:

Sonho 1:

Acordei com um barulho de algo pesado caindo na sala. Vi meu marido em pé no quarto, o que eu achei muito estranho. Lembro-me dele se despedindo de mim para trabalhar.
Fomos para sala e ela estava diferente. Meus móveis não estavam lá. No lugar, tinha uma mesa de escritório cheia de pastas de documentos e uma grande máquina copiadora que estava tombada no chão.
Meu marido se irritou ao ver a copiadora no chão e foi levantá-la. Eu desconfiei que era um sonho, porque nos não temos nenhuma máquina copiadora. Olhei para minha mão e não consegui contar meus dedos.
Meu marido ficou mais bravo porque eu não o ajudava a levantar a copiadora. Fui ajudá-lo e colocamos a copiadora em pé.
Tenho um Déjà -vu. Novamente entramos na sala, a máquina está no chão, meu marido tenta levantá-la e eu de novo olho para minha mão e conto meus dedos. Desta vez e ganho lucidez.
Desta vez eu falo para ele que estou sonhando e que temos que sair, porque vamos numa festa.
Saímos do apartamento e fomos parar dentro de uma casa. Estamos no andar de cima e ouvimos música e conversas vindo do andar de baixo. Descemos a escada e ao chegar na sala, encontramos um monte de pessoas.
Lá estava rolando uma festa. As pessoas que lá estavam diziam ser meus parentes, mas reconheci nenhum deles. O interessante era que todas as pessoas presentes eram loiras e de olhos azuis. Eu era a única morena naquela festa.
Serviram-me uma bebida que parecia "Bionade". É uma espécie de refrigerante fermentado que vende aqui na Alemanha. Eu não sei se existe essa bebida no Brasil.
Conversei com uma suposta prima (o nome dela é Emma) e ela estava acompanhada pelo marido. O marido dela perguntou se eu era descendente de alemães e eu disse que sim. (é verdade)
A prima contou uma história de quando éramos crianças e que eu fui passar as férias na casa dela e ela disse que brecávamos de boneca e ouvíamos músicas no toca-discos do pai dela.
Pedi para ela colocar a música para eu ouvir e ela foi até um aparelho e colocou um disco de vinil e a musica que tocou foi “Born to be alive” de Patrick Hernadez.  
(Quando eu era criança, lembro me que eu e meus irmãos e primos estávamos casa dos meus avós passando as férias e entramos no quarto do meu tio e ele estava ouvido essa musica. Gostamos da música e começamos a dançar dança  guitar . Toda vez que eu ouço essa música é desse momento que eu me lembro.)

O jantar foi servidoe a mesa estava linda. Eu não me sentei a mesa, pois eu resolvi passear pela casa para ver se eu reconhecia. Entrei em vários cômodos e depois subi novamente a escada.
Achei baú que parecia muito com o baú do quarto do meu tio. Nele ele guardava cobertores. Abri o baú e dentro tinha uma almofada vermelha, um relógio despertador.
Tento ler as horas, mas os ponteiros ficam girando o tempo todo.
De repente meu marido entra e quando eu me viro para ele, vejo que ele está com os braços e mãos sujas de sangue. Assustada, pergunto o que aconteceu. Ele começa a falar estranho e eu acordo.

Sonho 2:
Fico imóvel na cama pensando na festa e consigo voltar para sonho. Estou na sala onde o jantar foi servido, mas não há mais ninguém. Chamo pelo meu marido e depois chamo pela Emma. Ninguém a aparece.
A música continua tocando, mas agora ela me incomoda, pois ela parece estar sendo tocada num volume mais alto e ela faz um eco horrível nos meus ouvidos. Fico com receio de acordar e para estabilizar o sonho eu imagino que estou mascando um chiclete e ele apareceu na minha boca. Tinha gosto de morango.
Saio da casa pela porta da frente e eu estou sobre um rochedo e mais adiante vejo o mar. É noite e uma enorme lua no céu e eu desejo ir até ela novamente. Estendo minhas mãos em direção dela e começo a puxa-la e ela vem em minha direção. Em quanto ela vinha em minha direção, percebi que ela mudou e virou um outro planeta terra e começou a se afastar de mim.
Decidir voar em sua direção, mas antes resolvi fazer algo que sempre tive vontade de fazer: criar bolas de fogo nas mãos, assim como Pyros e o Adrm.
Olhei para minhas mãos e uma bola de fogo azul . A parte interna da bola era azul e a parte externa era verde. Aquilo era quente e eu conseguia controlar o tamanho dele. Mirei minha mão esquerda em direção a uma pedra e uma labareda azul e verde a atingiu e ela pegou fogo.
Decidi voar e usei as chamas como propulsor e eu me alavanquei numa velocidade enorme em direção a outra Terra.
Voei  tão rápido e perdi o controle da chama. De repente, meu corpo todo se encandeceu e eu parecia a tocha humana num tom azul esverdeado. Passei a enxergar tudo nesse tom azul-esverdeado. O sonho se desestabilizou e eu acordei.

Legal Königin, você controlou o fogo muito bem!
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Mar 31, 2017 12:08 pm
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Königin :

Königin escreveu:
Data original do sonho:19.03.2017
Fiz uma segunda tentativa do desafio da Veivi e desta vez eu consegui ver o meu patrono. viva
Sonho começou não lúcido.
Eu estava com uma turma no antigo apartamento que eu morei no Brasil e nós falávamos sobre sonhos. Um rapaz do grupo estava muito mal-humorado, pois, segundo ele, fazia tempo que ele não tinha sonho lúcido. Um outro rapaz comentou que comer chocolate ajudava a ter sonhos lúcidos, foi então, que eu lembrei que tinha uma bomboneira cheia de bombons. Fui à cozinha e peguei o recipiente de vidro e trouxe para sala e dei dois bombons para cada um e peguei dois para mim. Todos riram porque os bombons eram “sonho de valsa”. Sentei e fiquei olhando os bombons e me lembrei que os bombons que eu sempre comprava eram “Ouro Branco”.
- Estou sonhando questionei.
Fiz um RC que confirmou. Ganhei lucidez e comentei a todos que nós estávamos num sonho. Eles pareciam surpresos e disseram que era o poder do bombom. Perguntei a eles como eu poderia criar uma varinha mágica e uma garota disse que eu tinha que pegar um galho de uma árvore e ele passaria a funcionar como uma varinha. Eu me levantei e sai para procurar uma árvore. Encontrei uma árvore pequena, que parecia um bonsai. Enfiado na terra tinha um pequeno ramo, e eu o puxei, e saiu um galho de uns 30 cm. Pensei em testá-lo, mas apareceu uma amiga minha e me falou que ela estava fazendo uma excursão com uns índios e me convidou para ir também. Eu aceitei e fomos a pé até um estacionamento. Lá tinha uma Kombi estacionada e sentada dentro dela um índio com um enorme cocar na cabeça. Ele dormia. Ao lado do motorista estava sentado um rapaz com uma camisa branca de manga longa. Entramos e a kombi partiu.
Durante a viagem, o cara da camisa branca pegou uma fação e começou a cortar as penas do cocar do índio que estava dormindo e acidentalmente, ele cortou o nariz do índio.
O índio acordou com o rosto ensanguentado e pediu bravo pediu para parar a Kombi e todos nós descemos. Eu virei para minha amiga e falei:
-Vamos dar um fora daqui. Acho que vai ter confusão.
- Não. Vamos ver o que vai acontecer. - Respondeu ela me segurando pelo braço
Ficamos observando o índio, que esfregou a mão no que sobrou do nariz várias vezes e num passe de mágica, a ferida dele se curou. Ele ainda estava muito bravo e resolveu jogar uma praga no rapaz que o machucou.
Não sei de onde ele tirou dois bastões de madeira e segurando cada um em cada mão, ele bateu os bastões no chão, e projetou a barriga para frente de modo tão exagerado, que deixou o corpo dele em formato de um S, e sem seguida, ele falou uns frases estranhas, que fizeram surgir do nada, vários índios guerreiros.
O rapaz da camisa branca ficou assustado e correu para nosso lado e se colocou atrás de nós.  
O índio apontou um bastão em nossa direção e gritou:
- Acabem com ele!
Todos os índios guerreiros correram em nossa direção. Saímos os três correndo. O rapaz corria bem mais rápido que nós. Logo, os índios nos ultrapassaram e paramos de correr. Eles só estavam atrás do rapaz.

Desesperado o rapaz correu em direção a um lago e pulou na água e nadou desesperadamente. Os índios pularam atrás. Minha amiga pegou na minha mão e me puxou, falando:
- Vamos atrás deles. Vamos ver o que vai acontecer com o rapaz.
Corremos e pulamos no lago também. Quando eu pulei eu fui parar debaixo d'água e quando voltei para superfície, eu estava sozinha e a noite tinha caído. O lago ficou iluminado com o luar. Comecei a chamar pela minha amiga e não tive resposta. Vi uma luz do outro lado do lago e nadei até ela. Quando cheguei perto, vi que aquela luz era uma estatueta branca muito parecida com o índio do cocar. Tentei pegar a estátua e ela se moveu rapidamente para lado. Tentei novamente e a mesma coisa aconteceu. Uma canoa se aproximou de mim e era o índio com cocar. Perguntei a ele onde estava minha e ele disse que ela era prisioneira da estatueta. Olhei de novo para estatueta e vi a minha amiga bem pequenina do lado dela.
A estatueta, que segurava a mão da minha amiga, afundou no lago, levando ela consigo. Eu mergulhei para tentar pegá-la. Tudo estava tão escuro que resolvi usar a varinha. Eu gritei "expecto patronum" e uma luz em forma de um tubarão saiu e nadou em direção da estatueta e a devorou. Nadei para perto do tubarão para procurar minha amiga, mas não a encontrei. O tubarão ficava nadando em volta de mim, mas não me atacava.  Perguntei a ele onde estava a minha amiga e ele nadou como se estivesse procurando por ela.
O despertador toca e eu acordo.
Fugir de um monte de índios furiosos parece um belo programa de índio. gargalhada

A parte dos bombons me lembrou de quando eu era guri e ia passar os finais de semana na casa da minha tia. Ela tinha uns potes cheios de bombons de chocolates, daqueles bombons sortidos da Garoto ou Nestlé. Eu chegava lá e começava a atacar os bombons que ela guardava nos potes da sala. Eu enchia os bolsos de bombons e ia comer escondido no quintal da minha tia. Kkkkk Aí de lá do quintal eu ouvia a voz da empregada, que trabalhava na casa da minha tia, naquela época:

- Ramooooonn!! Vou falar pra tua tia que você está acabando com os bombons dela. Tá me ouvindo seu moleque??

Aí quando a minha tia chegava em casa e a empregada ia fofocar, minha tia dava risada e falava pra empregada:

- Deixa o menino, fulana. Eu comprei os bombons, mas foi pra ele comer mesmo. Deixa ele comer!

Aí, num final de semana, eu detonava com os potes de bombons de chocolate da minha tia. Kkkkk
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sab Abr 15, 2017 8:33 pm
Tabarisco:
Tabarisco escreveu:
Königin escreveu:Relato correspondente ao desafio "Festa Lúcida" do Tabarisco:

Sonho 1:

Acordei com um barulho de algo pesado caindo na sala. Vi meu marido em pé no quarto, o que eu achei muito estranho. Lembro-me dele se despedindo de mim para trabalhar.
Fomos para sala e ela estava diferente. Meus móveis não estavam lá. No lugar, tinha uma mesa de escritório cheia de pastas de documentos e uma grande máquina copiadora que estava tombada no chão.
Meu marido se irritou ao ver a copiadora no chão e foi levantá-la. Eu desconfiei que era um sonho, porque nos não temos nenhuma máquina copiadora. Olhei para minha mão e não consegui contar meus dedos.
Meu marido ficou mais bravo porque eu não o ajudava a levantar a copiadora. Fui ajudá-lo e colocamos a copiadora em pé.
Tenho um Déjà -vu. Novamente entramos na sala, a máquina está no chão, meu marido tenta levantá-la e eu de novo olho para minha mão e conto meus dedos. Desta vez e ganho lucidez.
Desta vez eu falo para ele que estou sonhando e que temos que sair, porque vamos numa festa.
Saímos do apartamento e fomos parar dentro de uma casa. Estamos no andar de cima e ouvimos música e conversas vindo do andar de baixo. Descemos a escada e ao chegar na sala, encontramos um monte de pessoas.
Lá estava rolando uma festa. As pessoas que lá estavam diziam ser meus parentes, mas reconheci nenhum deles. O interessante era que todas as pessoas presentes eram loiras e de olhos azuis. Eu era a única morena naquela festa.
Serviram-me uma bebida que parecia "Bionade". É uma espécie de refrigerante fermentado que vende aqui na Alemanha. Eu não sei se existe essa bebida no Brasil.
Conversei com uma suposta prima (o nome dela é Emma) e ela estava acompanhada pelo marido. O marido dela perguntou se eu era descendente de alemães e eu disse que sim. (é verdade)
A prima contou uma história de quando éramos crianças e que eu fui passar as férias na casa dela e ela disse que brecávamos de boneca e ouvíamos músicas no toca-discos do pai dela.
Pedi para ela colocar a música para eu ouvir e ela foi até um aparelho e colocou um disco de vinil e a musica que tocou foi “Born to be alive” de Patrick Hernadez.  
(Quando eu era criança, lembro me que eu e meus irmãos e primos estávamos casa dos meus avós passando as férias e entramos no quarto do meu tio e ele estava ouvido essa musica. Gostamos da música e começamos a dançar dança  guitar . Toda vez que eu ouço essa música é desse momento que eu me lembro.)

O jantar foi servidoe a mesa estava linda. Eu não me sentei a mesa, pois eu resolvi passear pela casa para ver se eu reconhecia. Entrei em vários cômodos e depois subi novamente a escada.
Achei baú que parecia muito com o baú do quarto do meu tio. Nele ele guardava cobertores. Abri o baú e dentro tinha uma almofada vermelha, um relógio despertador.
Tento ler as horas, mas os ponteiros ficam girando o tempo todo.
De repente meu marido entra e quando eu me viro para ele, vejo que ele está com os braços e mãos sujas de sangue. Assustada, pergunto o que aconteceu. Ele começa a falar estranho e eu acordo.

Sonho 2:
Fico imóvel na cama pensando na festa e consigo voltar para sonho. Estou na sala onde o jantar foi servido, mas não há mais ninguém. Chamo pelo meu marido e depois chamo pela Emma. Ninguém a aparece.
A música continua tocando, mas agora ela me incomoda, pois ela parece estar sendo tocada num volume mais alto e ela faz um eco horrível nos meus ouvidos. Fico com receio de acordar e para estabilizar o sonho eu imagino que estou mascando um chiclete e ele apareceu na minha boca. Tinha gosto de morango.
Saio da casa pela porta da frente e eu estou sobre um rochedo e mais adiante vejo o mar. É noite e uma enorme lua no céu e eu desejo ir até ela novamente. Estendo minhas mãos em direção dela e começo a puxa-la e ela vem em minha direção. Em quanto ela vinha em minha direção, percebi que ela mudou e virou um outro planeta terra e começou a se afastar de mim.
Decidir voar em sua direção, mas antes resolvi fazer algo que sempre tive vontade de fazer: criar bolas de fogo nas mãos, assim como Pyros e o Adrm.
Olhei para minhas mãos e uma bola de fogo azul . A parte interna da bola era azul e a parte externa era verde. Aquilo era quente e eu conseguia controlar o tamanho dele. Mirei minha mão esquerda em direção a uma pedra e uma labareda azul e verde a atingiu e ela pegou fogo.
Decidi voar e usei as chamas como propulsor e eu me alavanquei numa velocidade enorme em direção a outra Terra.
Voei  tão rápido e perdi o controle da chama. De repente, meu corpo todo se encandeceu e eu parecia a tocha humana num tom azul esverdeado. Passei a enxergar tudo nesse tom azul-esverdeado. O sonho se desestabilizou e eu acordei.
Ai konigin esse final do sonho 1 foi assustador.
Gostei do sonho, ja pensou se essa nao é realmente sua familia (Onirica Claro)?
Sonho 2 deve ser interessante transformar o sonho em cores especificas e nao o RGB com todas as cores que conhecemos aqui na vida muito feliz, tipo deixar o sonho em preto e branco seria bem legal.
Verdade, tabarisco. Quem sabe eles são meus antepassados, que resolveram dar uma festa para reunir a familia de todos os tempos. muito feliz
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sab Abr 15, 2017 8:36 pm
Leonardo:
Leonardo Pereira de Olive escreveu:
Königin escreveu:Relato correspondente ao desafio "Festa Lúcida" do Tabarisco:

Sonho 1:

Acordei com um barulho de algo pesado caindo na sala. Vi meu marido em pé no quarto, o que eu achei muito estranho. Lembro-me dele se despedindo de mim para trabalhar.
Fomos para sala e ela estava diferente. Meus móveis não estavam lá. No lugar, tinha uma mesa de escritório cheia de pastas de documentos e uma grande máquina copiadora que estava tombada no chão.
Meu marido se irritou ao ver a copiadora no chão e foi levantá-la. Eu desconfiei que era um sonho, porque nos não temos nenhuma máquina copiadora. Olhei para minha mão e não consegui contar meus dedos.
Meu marido ficou mais bravo porque eu não o ajudava a levantar a copiadora. Fui ajudá-lo e colocamos a copiadora em pé.
Tenho um Déjà -vu. Novamente entramos na sala, a máquina está no chão, meu marido tenta levantá-la e eu de novo olho para minha mão e conto meus dedos. Desta vez e ganho lucidez.
Desta vez eu falo para ele que estou sonhando e que temos que sair, porque vamos numa festa.
Saímos do apartamento e fomos parar dentro de uma casa. Estamos no andar de cima e ouvimos música e conversas vindo do andar de baixo. Descemos a escada e ao chegar na sala, encontramos um monte de pessoas.
Lá estava rolando uma festa. As pessoas que lá estavam diziam ser meus parentes, mas reconheci nenhum deles. O interessante era que todas as pessoas presentes eram loiras e de olhos azuis. Eu era a única morena naquela festa.
Serviram-me uma bebida que parecia "Bionade". É uma espécie de refrigerante fermentado que vende aqui na Alemanha. Eu não sei se existe essa bebida no Brasil.
Conversei com uma suposta prima (o nome dela é Emma) e ela estava acompanhada pelo marido. O marido dela perguntou se eu era descendente de alemães e eu disse que sim. (é verdade)
A prima contou uma história de quando éramos crianças e que eu fui passar as férias na casa dela e ela disse que brecávamos de boneca e ouvíamos músicas no toca-discos do pai dela.
Pedi para ela colocar a música para eu ouvir e ela foi até um aparelho e colocou um disco de vinil e a musica que tocou foi “Born to be alive” de Patrick Hernadez.  
(Quando eu era criança, lembro me que eu e meus irmãos e primos estávamos casa dos meus avós passando as férias e entramos no quarto do meu tio e ele estava ouvido essa musica. Gostamos da música e começamos a dançar dança  guitar . Toda vez que eu ouço essa música é desse momento que eu me lembro.)

O jantar foi servidoe a mesa estava linda. Eu não me sentei a mesa, pois eu resolvi passear pela casa para ver se eu reconhecia. Entrei em vários cômodos e depois subi novamente a escada.
Achei baú que parecia muito com o baú do quarto do meu tio. Nele ele guardava cobertores. Abri o baú e dentro tinha uma almofada vermelha, um relógio despertador.
Tento ler as horas, mas os ponteiros ficam girando o tempo todo.
De repente meu marido entra e quando eu me viro para ele, vejo que ele está com os braços e mãos sujas de sangue. Assustada, pergunto o que aconteceu. Ele começa a falar estranho e eu acordo.

Sonho 2:
Fico imóvel na cama pensando na festa e consigo voltar para sonho. Estou na sala onde o jantar foi servido, mas não há mais ninguém. Chamo pelo meu marido e depois chamo pela Emma. Ninguém a aparece.
A música continua tocando, mas agora ela me incomoda, pois ela parece estar sendo tocada num volume mais alto e ela faz um eco horrível nos meus ouvidos. Fico com receio de acordar e para estabilizar o sonho eu imagino que estou mascando um chiclete e ele apareceu na minha boca. Tinha gosto de morango.
Saio da casa pela porta da frente e eu estou sobre um rochedo e mais adiante vejo o mar. É noite e uma enorme lua no céu e eu desejo ir até ela novamente. Estendo minhas mãos em direção dela e começo a puxa-la e ela vem em minha direção. Em quanto ela vinha em minha direção, percebi que ela mudou e virou um outro planeta terra e começou a se afastar de mim.
Decidir voar em sua direção, mas antes resolvi fazer algo que sempre tive vontade de fazer: criar bolas de fogo nas mãos, assim como Pyros e o Adrm.
Olhei para minhas mãos e uma bola de fogo azul . A parte interna da bola era azul e a parte externa era verde. Aquilo era quente e eu conseguia controlar o tamanho dele. Mirei minha mão esquerda em direção a uma pedra e uma labareda azul e verde a atingiu e ela pegou fogo.
Decidi voar e usei as chamas como propulsor e eu me alavanquei numa velocidade enorme em direção a outra Terra.
Voei  tão rápido e perdi o controle da chama. De repente, meu corpo todo se encandeceu e eu parecia a tocha humana num tom azul esverdeado. Passei a enxergar tudo nesse tom azul-esverdeado. O sonho se desestabilizou e eu acordei.

Legal Königin, você controlou o fogo muito bem!
Oi, Leonardo. Quanto tempo! Eu gostei muito de "manipula" o fogo. Pena que perdi o controle, depois que eu comecei a voar e o sonho acabou se desfazendo. Mas não tem problema. Eu vou tentar de novo. dança
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sab Abr 15, 2017 8:40 pm
Ramon escreveu:
Königin :

Königin escreveu:
Data original do sonho:19.03.2017
Fiz uma segunda tentativa do desafio da Veivi e desta vez eu consegui ver o meu patrono. viva
Sonho começou não lúcido.
Eu estava com uma turma no antigo apartamento que eu morei no Brasil e nós falávamos sobre sonhos. Um rapaz do grupo estava muito mal-humorado, pois, segundo ele, fazia tempo que ele não tinha sonho lúcido. Um outro rapaz comentou que comer chocolate ajudava a ter sonhos lúcidos, foi então, que eu lembrei que tinha uma bomboneira cheia de bombons. Fui à cozinha e peguei o recipiente de vidro e trouxe para sala e dei dois bombons para cada um e peguei dois para mim. Todos riram porque os bombons eram “sonho de valsa”. Sentei e fiquei olhando os bombons e me lembrei que os bombons que eu sempre comprava eram “Ouro Branco”.
- Estou sonhando questionei.
Fiz um RC que confirmou. Ganhei lucidez e comentei a todos que nós estávamos num sonho. Eles pareciam surpresos e disseram que era o poder do bombom. Perguntei a eles como eu poderia criar uma varinha mágica e uma garota disse que eu tinha que pegar um galho de uma árvore e ele passaria a funcionar como uma varinha. Eu me levantei e sai para procurar uma árvore. Encontrei uma árvore pequena, que parecia um bonsai. Enfiado na terra tinha um pequeno ramo, e eu o puxei, e saiu um galho de uns 30 cm. Pensei em testá-lo, mas apareceu uma amiga minha e me falou que ela estava fazendo uma excursão com uns índios e me convidou para ir também. Eu aceitei e fomos a pé até um estacionamento. Lá tinha uma Kombi estacionada e sentada dentro dela um índio com um enorme cocar na cabeça. Ele dormia. Ao lado do motorista estava sentado um rapaz com uma camisa branca de manga longa. Entramos e a kombi partiu.
Durante a viagem, o cara da camisa branca pegou uma fação e começou a cortar as penas do cocar do índio que estava dormindo e acidentalmente, ele cortou o nariz do índio.
O índio acordou com o rosto ensanguentado e pediu bravo pediu para parar a Kombi e todos nós descemos. Eu virei para minha amiga e falei:
-Vamos dar um fora daqui. Acho que vai ter confusão.
- Não. Vamos ver o que vai acontecer. - Respondeu ela me segurando pelo braço
Ficamos observando o índio, que esfregou a mão no que sobrou do nariz várias vezes e num passe de mágica, a ferida dele se curou. Ele ainda estava muito bravo e resolveu jogar uma praga no rapaz que o machucou.
Não sei de onde ele tirou dois bastões de madeira e segurando cada um em cada mão, ele bateu os bastões no chão, e projetou a barriga para frente de modo tão exagerado, que deixou o corpo dele em formato de um S, e sem seguida, ele falou uns frases estranhas, que fizeram surgir do nada, vários índios guerreiros.
O rapaz da camisa branca ficou assustado e correu para nosso lado e se colocou atrás de nós.  
O índio apontou um bastão em nossa direção e gritou:
- Acabem com ele!
Todos os índios guerreiros correram em nossa direção. Saímos os três correndo. O rapaz corria bem mais rápido que nós. Logo, os índios nos ultrapassaram e paramos de correr. Eles só estavam atrás do rapaz.

Desesperado o rapaz correu em direção a um lago e pulou na água e nadou desesperadamente. Os índios pularam atrás. Minha amiga pegou na minha mão e me puxou, falando:
- Vamos atrás deles. Vamos ver o que vai acontecer com o rapaz.
Corremos e pulamos no lago também. Quando eu pulei eu fui parar debaixo d'água e quando voltei para superfície, eu estava sozinha e a noite tinha caído. O lago ficou iluminado com o luar. Comecei a chamar pela minha amiga e não tive resposta. Vi uma luz do outro lado do lago e nadei até ela. Quando cheguei perto, vi que aquela luz era uma estatueta branca muito parecida com o índio do cocar. Tentei pegar a estátua e ela se moveu rapidamente para lado. Tentei novamente e a mesma coisa aconteceu. Uma canoa se aproximou de mim e era o índio com cocar. Perguntei a ele onde estava minha e ele disse que ela era prisioneira da estatueta. Olhei de novo para estatueta e vi a minha amiga bem pequenina do lado dela.
A estatueta, que segurava a mão da minha amiga, afundou no lago, levando ela consigo. Eu mergulhei para tentar pegá-la. Tudo estava tão escuro que resolvi usar a varinha. Eu gritei "expecto patronum" e uma luz em forma de um tubarão saiu e nadou em direção da estatueta e a devorou. Nadei para perto do tubarão para procurar minha amiga, mas não a encontrei. O tubarão ficava nadando em volta de mim, mas não me atacava.  Perguntei a ele onde estava a minha amiga e ele nadou como se estivesse procurando por ela.
O despertador toca e eu acordo.
Fugir de um monte de índios furiosos parece um belo programa de índio. gargalhada

A parte dos bombons me lembrou de quando eu era guri e ia passar os finais de semana na casa da minha tia. Ela tinha uns potes cheios de bombons de chocolates, daqueles bombons sortidos da Garoto ou Nestlé. Eu chegava lá e começava a atacar os bombons que ela guardava nos potes da sala. Eu enchia os bolsos de bombons e ia comer escondido no quintal da minha tia. Kkkkk Aí de lá do quintal eu ouvia a voz da empregada, que trabalhava na casa da minha tia, naquela época:

- Ramooooonn!! Vou falar pra tua tia que você está acabando com os bombons dela. Tá me ouvindo seu moleque??

Aí quando a minha tia chegava em casa e a empregada ia fofocar, minha tia dava risada e falava pra empregada:

- Deixa o menino, fulana. Eu comprei os bombons, mas foi pra ele comer mesmo. Deixa ele comer!

Aí, num final de semana, eu detonava com os potes de bombons de chocolate da minha tia. Kkkkk
Que lembrança boa da sua infância, Ramon! Ter um pote cheio de bombons para degustar. feliz
Os bombons do meu pote que acabava comendo era a empregada. Eu sempre enchia o pote e quando eu ia comer, nãotinha quase nada. Hahahaha!
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16.04.2017 - O trem

em Sab Abr 15, 2017 8:49 pm
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Olá pessoal. Desculpe-me pelo meu sumiço. Eu ando muito estressada por esses dias e não estou dormindo direito e não estou conseguindo recordar dos meus sonhos. Para não ficar tão ausente, eu resolvi postar um sonho que eu tive no ano passado. Foi um sonho longo e eu não tive vontade de digitá-lo na época.Hoje criei coragem e finalmente eu o digitei. Resumi um pouco, mas mesmo assim ficou um texto longo. gargalhada Vamos ao sonho.

Sonho começou não lúcido.
Eu estava na sala com meu marido. Ele lia um livro e eu brincava com o celular. Eu me levanto e vou ao banheiro e deixo o celular sobre o sofá.

Quando eu fecho a porta eu percebo que que ali não era o meu banheiro. Ele era tão pequeno e balançava como se estivesse em movimento. Olho pela janela e vejo a paisagem se movimentando. Saio do banheiro e descubro que estou num trem.
Agora começa uma parte confusa. Não sei por que, na minha cabeça, o meu banheiro realmente ficava no trem.

Eu procurei meu celular para ligar para meu marido e avisá-lo que eu não consegui sair do banheiro antes que ele partisse e por isso eu ia demorar um pouco para voltar para sala, mas eu me lembrei que esqueci o celular sobre o sofá.

Fiquei nervosa, mas logo me controlei. Respirei fundo e pensei numa solução. Decidi que eu desceria na próxima estação e pegaria o trem de volta para casa.

Ao descer na estação, eu não reconheci a cidade onde estava e pior, descobri que o local onde o trem parou não era a estação de trem. Era apenas um lugar um pouco afastado do centro. Tive que caminhar um bocado para chegar no centro cidade. Fui perguntando para as pessoas que passavam pela rua, onde ficava a estação de trem e elas foram me indicando o caminho. Eu também perguntei várias vezes o nome da cidade, e elas sempre diziam, mas eu não conseguia guardar o nome na minha mente.

Quando eu desci por uma rua, que passava por de baixo de um viaduto, encontrei um grupo de pessoas conversando em círculo. Uma mulher do grupo me viu e veio correndo de braços abertos em minha direção, com um sorriso largo no rosto. Ela quis me abraçar, mas eu recusei. (Não gosto de contato físico com pessoas estranhas). Ela não se importou com a minha recusa e continuou sorridente, tentando me agarrar e começou a tagarelar. Eu não entendia nada o que ela falava, e para piorar, eu não me sentia segura perto dela, principalmente depois que ela tocou numa pequena bolsinha marrom que estava pendurada no meu pescoço. Eu estranhei estar carregando aquela bolsinha feia, mas não dei questionei o fato. Eu estava mais preocupada com aquela mulher, pois eu achava que ela ia me assaltar, sei lá.
Mais que depressa, eu me afastei dela e segui meu caminho rumo a estação de trem. Passei pelo restante do grupo sem dar uma palavra.

Finalmente achei a estação. Por alguns momentos, a estação me lembrava a de Waterloo em Londres, mas conforme eu andava por lá, ela foi ficando estranha, ora parecia uma praça e às vezes parecia um Centro comercial. Procurei um telefone para ligar para meu marido e não encontrei nenhum. Resolvi procurar uma máquina para comprar a minha passagem e também não a encontrei.

Vi do lado de fora, onde tinha uma rampa de concreto esquisita, uma fila e deduzi que ali seria a fila para o guichê.

Vou para o fim da fila e lá encontro aquela mesma mulher sorridente de antes. Ela me abraça novamente e se diz feliz por eu estar ali. Eu pergunto a ela, se ali onde estávamos era a fila para comprar passagens e ela ri e diz que tem uma passagem para mim, então ela tira da bolsa um punhado de bilhetes e me entrega um e me dá mais um abraço e se afasta. Olhei para o bilhete e ele muito bonito. Era retangular, feito de um papel resistente e tinha uma estampa de flor de Lotus dourada que brilhava intensamente. Atrás tinha uma barra de informações que também dourada . Não havia qualquer informação sobre o destino da viagem, data e horário. Decidi perguntar a mulher porque o bilhete era assim, mas não a encontrei mais na fila.

A fila andou e descobri que ela, na verdade, era a fila do banheiro. Fiquei brava por perder meu tempo ali, e resolvi perguntar para um rapaz, que estava na minha frente, se ele sabia onde ficava a plataforma para o trem com destino a Frankfurt.
Ele disse que estava indo para lá também e disse também, que essa plataforma era muito difícil de se encontrar, pois a estação era confusa, e por isso, tínhamos que o banheiro, pois nele, havia uma rachadura na parede que dava acesso direto a plataforma. Começo a desconfiar daquele lugar, mas não questiono a realidade.

Chegou a minha vez de ir ao banheiro e o rapaz entrou junto e para me mostrar como passar pela rachadura. Tinha que passar por ela com o corpo de lado, pois ela era estreita. Ele foi primeiro e quando eu tentei passar, a rachadura se estreitou e eu não consegui atravessá-la. Quando eu me afastei dela, ela voltou ao normal e foi partir daqui eu percebi que estava sonhando. Fiz um rc e confirmou.

Agora lúcida, pude perceber através da rachadura que plataforma estava do ouro lado. Pense em tentar passar por ela mais uma vez, e acabei desistindo, porque as outras pessoas na fila começaram a reclamar.
Sai dali e fui procurar outro caminho par chegar a plataforma.
Desci por uma escada que não estava ali antes e cheguei num ponto em que a escada se bifurcava. Peguei a escada da esquerda e passei por um corredor e consegui chegar aonde eu queria. A plataforma era estranha. Ela ficava num túnel e parecia não estar terminada e ficava no mesmo nível dos trilhos. Os trilhos também eram estranhos. Eles ficavam sobre um chão de terra, e havia dois trilhos fixos e também vários outros trilhos que apreciam e desapareciam conforme a chegada e partida de alguns trens. Às vezes as pessoas tinham que sair correndo, porque o trilho surgia sobre a plataforma e o trem passava em alta velocidade.
Procurei pelos letreiros da plataforma, qual era o próximo trem a chegar. O letreiro não estava funcionando. Atravessei sobre trilhos e fui para o outro lado onde tinha outra plataforma. Lá havia um letreiro e eu li o destino mas não me lembro, qual era.

De repente, um homem me puxa pelo braço, pois um novo trilho veio surgindo onde eu estava e um trem chegou. Atrás de mim um outro trilho surgiu e esse era diferente. Era dourado e brilhava. Logo em seguida, apareceu o trem. Eu nunca vi um trem como aquele. Ele parecia uma cápsula de metal bem liso, era pequeno e vermelho. A superfície dele era tão lisa que refletia como e fosse um espelho. Ele não tinha porta e e nem janelas. A locomotiva tinha um detalhe em preto.

Eu me aproximei do trem para admirá-lo de perto e de repente, uma porta se abriu. De dentro dele vinha uma iluminação dourada muito bonita. Nesse momento, eu me lembrei da passagem que a mulher me deu e achei que aquela passagem era para esse trem. Decidi embarcar, mas um funcionário da estação me segurou pelo braço e disse que o trem para Frankfurt era o outro que havia chegado primeiro. Eu respondi que não queria ir mais para Frankfurt e sim, seguir viagem no trem vermelho. Ele me impediu de entrar e vi quando a porta do trem se fechou e ele partiu e o trilho dourado desapareceu.
E
u consegui soltar o meu braço e corri atrás do trem, mas ele se foi e não deixou rastro. Corri para saída da plataforma e sai da estação e voei, na esperança, de encontrar o trem lá do alto. Não o encontrei.
Voltei para estação e desci para plataforma e ela estava diferente. Parecia uma plataforma de trem normal.
Desanimada, sentei na escada e fiquei olhando a passagem. Uma menina, que aparentava ter uns 4 anos de idade se aproximou e me ofereceu a pipoca que ela estava comendo. Eu peguei uma e comi. Estava salgada (exatamente como eu gosto)
A menina continuou ali parada me olhando e eu perguntei a ela se ela queria ver uma mágica. Ela respondeu que sim e eu arranquei um pedaço da parede, como se fosse uma massinha de modelar e modelei um passarinho ele saiu voando. A menina deu grito e saiu correndo em direção ao pai dela que estava ali perto nos observando. Ele me perguntou como eu tinha aquilo e eu disse que estava sonhando. Ele ficou fascinado e perguntou se ele estava sonhando também e eu disse que não sabia. Conversamos mais um pouco e eu falei para ele sobre o trem vermelho e perguntei onde poderia encontrá-lo. Ele disse que no piso superior tinha um guichê de informações e que se eu mostrasse a passagem, eu poderia trocar por uma outra para o mesmo trem.

Fui procurar o guichê e encontrei o funcionário que havia me segurado pelo braço, e ele me levou a um escritório onde eu poderia conversar com o supervisor dele.Conversei com o tal supervisor e ele disse que não pode trocar a passagem, porque aquele trem não existia. Comecei a discutir com ele e chamou os seguranças e falou para ele que eu tinha de deixar a estação e eles me arrastaram até onde tinha uma luz branca e eu acordei. Eu permaneci imóvel e voltei a sonhar. Eu estava deitada no chão próximo ao escritório. Eu me levantei e fui para o escritório novamente. Não havia mais ninguém lá e eu comecei a revirar as gavetas, procurando uma outra passagem do trem.
Os seguranças apareceram de novo e me arrastaram para a luz branca novamente. Acordei de novo e desta vez não consegui voltar no sonho.
Tive um outro sonho e foi um sonho comum.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Ter Abr 18, 2017 4:03 pm
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Você está trabalhando ou fazendo algum serviço Konigin?


CORES DOS MEUS RELATOS:

  • Analise ou pensamento/observação.
  • Dialogo, titulo
  • Descrição de um cenário/objeto/pessoa.
  • Realidade ou fato importante.

Orvalho do sonhar:
Fantasiar me conforta
Deslumbrado a imaginar
Sera que e so eu?
Ou alguem se importa?


para nao se desesperar
Sucumbir em expectativas
pois se nao suprir
Posso pelo menos sonhar

Sair desse lugar imundo
Fingir que nao e isso
Tornar tudo intenso
Criar o próprio mundo


Injetar alegria
Olhar fixo para o nada
Rir sozinho
Ate o final do dia


Sentir a liberdade ao voar
Observar o próprio reflexo
E fechar os olhos
Para voltar a sonhar

(Hiriu)
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Abr 19, 2017 8:06 am
Hiriu escreveu:Você está trabalhando ou fazendo algum serviço Konigin?
Oi, Hiriu. Finalmente vou comprar uma casa e estou muito atarefada, pois tenho que correr atrás de papeis, documentos e cartório. A casa que vou comprar fica em outra cidade e tenho que viajar bastante. Estou muito ansiosa e por isso, na durmo direito. Logo essa fase turbulenta isso passa, e volto para minha rotina. dança
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Abr 20, 2017 12:36 pm
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Ah eu gosto de sonho grande muito feliz  mas digo modestamente não visando forçar um conteúdo narrativo longo e cansativo, quero dizer que esse tipo de experiência que você postou realmente me interessa e muito, porque qualquer onironauta que ultrapasse um certo nível de consciência onírica automaticamente os seus sonhos tendem a ficar melhores com maior recordação, maior conteúdo, melhor qualidade etc. Com o domínio do Wild, Deild e os testes de realidade então é possível fazer praticamente qualquer coisa no sonho, ir e voltar quantas vezes puder suportar, registrar páginas sobre páginas de diálogos etc. Aos que estão bem envolvidos com a temática dos sonhos não é nenhum absurdo, mas para quem está começando pode ser algo a se desconfiar e isso é notável, contudo como eu costumo dizer, nada melhor do que a busca pela experiência pessoal para poder entender melhor certas coisas.

Kon sonho muito bacana com várias passagens bem interessantes e misteriosas como o bilhete no formato de flor de lótus e o finalzinho onde houve um certo alvoroço para te tirar do sonho imediatamente. Eu comentária mais partes, mas não quero tornar o comentário muito extenso.

Grande experiência, abraços! viva
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01.05.2017 - A Planta.

em Seg Maio 01, 2017 8:28 am
Faz algumas semanas que eu tenho sempre o mesmo sonho. Plantas crescem e se espalham pelos quatro cantos da casa e eu tento arrancá-las e elas continuam crescendo até tornar tudo uma grande selva.
Essa noite sonhei que estava dentro de casa e eu estava cuidando de uma mudinha de planta. Eu podei um galhinho e a planta começou a crescer, espalhando galhos e raízes pelo chão. Eu fui para um outro cômodo e lá estava algumas pessoas conversando. Eu sentei no sofá e fiquei quieta pensando sobre a planta. De repente, eu me levantei e gritei : Isso é um sonho!
Todos ficaram quietos e me olharam assustados. Minha irmã perguntou se eu estava maluca. Eu não dei atenção a ela, apenas olhava em volta e pressionava a língua contra o céu da boca para estabilizar o sonho.
Percebi que aquela coloração alaranjada (o eterno crepúsculo) estava presente. Notei que a casa onde eu estava era de madeira. As janelas estavam abertas e lá fora era noite.
Resolvi voltar para sala onde a planta cresceu para descobrir o motivo. O chão estava coberto de folhas e raízes grossas que se mexiam como se fosse tentáculos. Procurei pelo vaso que deu origem aquela planta e não encontrei. Apareceu um vulto na porta e eu o encarei. Percebi que era um homem usando um manto com capuz preto. Perguntei se ele sabia onde estava o vaso da planta e ele não respondeu, apenas se virou e saiu. Desconfiei que ele era o Dr. Manhattan (um personagem onírico que já apareceu nos meus sonhos) e fui atrás dele. O sonho começou a se desfazer. Vi as raízes virando pó e as paredes se apagaram e eu acordei.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

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