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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 22, 2017 12:04 pm
Daydreamer:

daydreamer escreveu:
Königin escreveu:
daydreamer escreveu:Gostei bastante desse sonho.
Konigin, acontece tanta coisa nos seus sonhos que seus relatos dariam um filme! muito feliz
Acho que o seria uma filme de fantasia muito doido. maluco pipoca gargalhada

Brincadeiras à parte, eu queria muito que um filme assim fosse feito, com um estilo diferente de "Inception" e com sonhos baseados em relatos reais (de algum fórum como esse, por que não?!). Penso nisso frequentemente (sou meio interessado em cinema).
Com a dose certa de surrealidade, ação e mistério, ficaria show.

Königin escreveu:O rapaz apareceu e disse para eu entrar, pois os outros me esperavam na outra sala. Fomos para lá e ao entrar vi três pessoas sorridentes, sentadas sobre almofadas e de pernas cruzadas.

Coitado do Gê, além da paixão platônica ainda precisava da aprovação daqueles 3 que não foram com a sua cara... rs

Eu também gostaria muito que fizessem mais filmes baseados em sonhos lúcidos. Alias, nunca entendi porque não fizeram uma sequência ou trilogia do filme Inception. O filme é muito bom,merecia uma continuação.
Day, não sei se você já viu, mas há uma série online disponível no Youtube chamada Anamnesis. A primeira temporada possui 5 ou 6 episódios. Achei a série bem legal. A segunda temporada ainda não saiu. Nem sei se vai sair, porque depende de recursos financeiros externos. Acho até hoje não arrecadaram o dinheiro suficiente.

O link para assistir a série está => aqui
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 22, 2017 12:12 pm
Reizen Endler escreveu:Que sonho mais misterioso e foi só por que você se deixou levar um pouquinho para entender o conteúdo interior, essa passagem com o Gê parece até que realmente aconteceu neh, pois o mesmo foi bem convincente dos fatos. E aconteceu mais uma coisa peculiar na sua experiência onde os personagens insistiram em mais uma vez querer te ofender de alguma maneira. O segundo ponto foi o surgimento do homem barbudo que já não é a primeira vez, pelo que me lembro de antigas leituras do seu diário, esse sujeito já apareceu várias vezes em seu sonho e sempre com um comportamento enigmático.

Fantástico Kon, não conseguiu completar o desafio, mas foi uma experiência muito legal. certo

Eu estava quase acreditando no rapaz, Reizen. Depois que eu acordei, percebi que agi errado. Eu devia ter engolido as ofensas e tentado buscar uma resposta. Novamente minha falta de paciência acabou com o sonho. Eu vou mudar o meu comportamento daqui pra frente. Vou tentar ignorar as ofensas e deixar o sonho rolar.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 22, 2017 12:15 pm
Érika escreveu:Interessante o barbudo ter aparecido de novo, será que ele é parente do Gê?
Eu não sei, Érika, mas se o Gê considerava importante a opinião dele, talvez eles sejam sim parentes.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 22, 2017 12:30 pm
Pyros escreveu:Mas que sonho louco em? Parece que o Gê não tava envolvido só com a mulher, mas também com os outros dois caras. Esse seus personagens oníricos... tem um background bem completo viu, admirável mesmo.

Koenigin, me tira uma duvida, a mó tempão eu tava me perguntando isso, mas de onde veio essa personagem que você usa como avatar? Tipo, porque escolheu ela?

Só curiosidade mesmo. aplausos
Eu também achei esse sonho muito doido, Pyros. Eu quase acreditei no rapaz, quando ele começou a contar como nós nos conhecemos. Ele realmente acreditava naquilo. Os três que apareceram acabaram estragando tudo.
Sobre o avatar, eu não tenho a menor ideia porque eu o escolhi. Talvez porque ela tem cabelos escuros como o meu. Eu usava esse avatar desde os tempos do MSN, quando eu criei uma conta chamada Königin Brünhild. Quando fiz minha conta no Facebook eu continuei usando o mesmo avatar e nickname e até hoje eu ainda estou com eles.
Não tenho certeza, mas acho que ela pertence a um jogo, mas não me lembro mais do nome dele.
Ah! Quando eu criei a conta no Fórum, eu usei o nickname Königin Brünhild, mas acabei encurtando só para Königin para não dar muito trabalho aos outros na hora de escrever. gargalhada
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22.02.2017 - Erc

em Qua Fev 22, 2017 12:40 pm
Reputação da mensagem: 100% (2 votos)


Sonho 01:
Eu estava dormindo e meu marido me acordou para dizer que estava saindo. Tento voltar a dormir, mas antes decido ir ao banheiro. Passo pelo corredor e vejo um homem usando um macacão azul e de capacete. Ele auxiliava outros homens que estavam dentro de um buraco no meio do corredor. Perguntei o que ele estava fazendo, e ele disse que ele e a equipe dele estavam consertando o encanamento da rua que fornece água para o meu prédio. Já suspeitando que estava num sonho, olhei para minha mão esquerda e ela estava cheia de dedos. Fiquei lúcida.
Perguntei para o rapaz se eu podia entrar no buraco onde eles estavam trabalhando e ele disse que não porque eu não tinha equipamentos de segurança. Falei para ele me dar o capacete dele, mas ele se recusou.
Resolvi sair de perto e fui para cozinha. Não demorou muito, apareceu o rapaz trazendo uma caixa e dizendo que tinha dois produtos lá dentro e que eu podia escolher apenas um. Olhei na caixa e vi potes de maionese e pacotes de macarrão.
- Eu quero o pote de maionese. – Falei.
- Não! Você escolheu errado. Você tem que escolher o macarrão.
- Eu quero o pote de maionese.
O cara ficou bravo. Pegou um pacote de macarrão e jogou em mim e gritou:
- É para você escolher o macarrão.
Eu respirei fundo para me controlar. Eu não queria discutir com ele. Eu prometi para mim mesma que seria mais tolerante com as minhas figuras oníricas.
- Ok! Eu escolho o macarrão. Falei enquanto pegava do chão o pacote que ele atirou em mim. – Por que você me deu uma chance de escolha, porém, você é quem escolhendo no meu lugar?
Ele não respondeu. Só colocou uma caixinha fosforo sobre a mesa e saiu correndo.
Comecei a ouvir vozes dos outros trabalhadores e um barulho de uma escavadeira.
Acordo
O barulho era real. Hoje homens estão trabalhando na frente do meu prédio para reparar um encanamento que rompeu.

Sonho 02:
Relato correspondente ao Desafio Rank C: Encontrar o animal interior.

Fico na cama e acabo adormecendo. O sonho começa não lúcido.
Eu estou no meu dormindo e acordo com uma gritaria. Eram meu irmão e meu primo que entram no meu quarto fazendo a maior bagunça. Eu levanto e vejo que meu quarto está diferente, mas não questiono a realidade.
Converso com meu primo e logo ele e meu irmão me deixa sozinha para trocar de roupa. Sobre uma cômoda tem um pacote de macarrão e uma caixa de fosforo.  De novo, não questiono a realidade.
Troco de roupa e vou para cozinha. Vejo meus avós tomando café e meu primo entra correndo, falando ia vir uma tempestade e meu irmão está na casinha do fundo, morrendo de medo. Eu saio para buscá-lo e fiquei horrorizada quando olhei para céu. Nuvens pretas carregadas cobriam todo o céu. Um vento gelado soprava no rosto. Corri até o fundo do quintal e entrei na casinha. Chamei meu irmão e ele apareceu chorando. Dizia estar com medo. Peguei na mão dele e falei que iriamos para casa, pois era mais seguro.
Saímos correndo. Começou a trovejar e ventar mais forte. Entramos na cozinha e por causa da ventania, eu tive dificuldade para fechar a porta. Meu avô me ajudou fechar a porta. Ele me disse para ir para levar meus primos para quarto, pois era mais seguro.
Levei os dois e eles ficaram lá brincando. Fui para sala e encontrei uma mulher com uma macaquinha no ombro. A macaquinha tinha cabelos vermelhos longos cacheados, estava maquiada e usava um vestidinho florido.
A macaquinha pulou do ombro da mulher e correu para sala. Fui atrás. Ela parou sobre uma mesinha próxima a janela. Na sala havia uma mulher dormindo. Ela parecia ser minha irmã, mas estava diferente. Havia também uma galinha marrom, que ciscava o tapete, puxando os fios dele com o bico.
Voltei minha atenção para macaquinha. Aquele cabelo vermelho dela era muito chamativo. Primeiro, pensei que era uma peruca, e quando eu me aproximei e puxei para ver se saia, descobri que era cabelo mesmo, e a macaquinha ficou muito brava e tentou me morder. Eu me afastei dela e fui parar perto da galinha.
A galinha não parecia ter medo. Eu me abaixei e comecei a fazer um carinho na cabeça dela e ela parecia gostar. De repente, a macaquinha se aproximou e parecia querer carinho também. Fiquei acariciando as duas e do nada pareceu um frango.
Era um frango abatido, como o que a gente compra no supermercado. Despenado, sem cabeça e com as pernas embutidas no corpo.
Sei lá porque eu comecei a acariciar o frango e ele começou a ganhar vida. Começou a mexer as asas e se levantou ficando sobre as coxas (ele não tinha pés). Aquilo era grotesco e estranho.
Trovejou bem forte e eu olhei assustada para janela. Vi aquele céu escuro assustador. Levantei para olhar melhor e vi estava não estava mais na casa da minha avó e sim no meu antigo apartamento.
Olhei para baixo e vi um mar com uma pequena ilha cheia de cabanas brancas. Percebi que a ilha ficava mudando de lugar o tempo todo.
– Isso só pode ser um sonho!  - Falei e olhei para minha mão esquerda. Eu tinha cinco dedos, mas os espaços entre eles estava muito grande. Olhei de novo e vi meus dedos grudarem uns nos outros formando uma garra estranha. Olho para outra mão e ela está assim também. Fico lúcida e me viro para a pessoa que está dormindo. Não era minha irmã. Era eu mesma. Vi a galinha, a macaquinha e o frango-zumbi  em cima de dela e eles pareciam agressivos. Trovejou mais uma vez.
Pensei em acordar a outra eu, mas fiquei com receio dela não gostar ou os três bichos me atacarem, sei lá. Decidi sair do apartamento e ir para a ilha que ficava mudando de posição.
Pressionei a língua contra o céu da boca e esfreguei as mãos. Fui andando de costas até atravessar a parede e sai voando. Enquanto voava, lembrei-me do desafio do Emerson Pawoski e decidi que procuraria meu animal na ilha. De repente, comecei a cair. Tudo escureceu por alguns segundos. Eu me concentrei na ilha e vi o sonho recomeçar. Vi em baixo de mim o mar surgindo. Ele era azul, mas era cintilante. Desci e entrei na água. Senti aquela água fria do mar e um vento gelado. Olhei para céu e as nuvens escuras ainda cobriam lá. Comecei a nadar em direção da ilha. A sensação de estar nadando era muito real. Pensei em mergulhar para quem sabe encontrar algum animal marinho, mas desisti. Quando eu estava me aproximado da costa, apareceu um pelicano voando em minha direção.
-Ele deve ser o meu animal. – Pensei.
O pelicano desceu na água bem perto de mim, abriu o enorme bico e cuspiu um outro animal e saiu voando e sumiu.
O outro animal era um ornitorrinco.

Ele era pequeno, amarelo com bico, patas e rabo vermelhos. Ele veio nadando em minha direção todo feliz. O bichinho era bonitinho.
Trovejou de novo e eu decidi nadar até a praia e procurar um abrigo. O ornitorrinco veio atrás. Chegamos na areia da praia e lá havia um rapaz. Era o Pyros (a minha versão onírica do pyros). Ele estava novamente usando só uma calça preta e o cabelo estava jogando no rosto. Ele falou que havia uma cabana onde poderíamos nos proteger da tempestade.
Eu peguei o ornitorrinco no colo e fomos para cabana.
Coloquei o bichinho em cima da mesa e perguntei para ele qual era o nome dele. Ele me olhou confuso e não respondeu nada. Tentei novamente e nada.
Pyros pediu para dar uma olhada nele e depois de olhar todo curioso ele falou:
-Do lado da cabeça tem um pequeno osso que parece um microfone. Talvez você precise falar perto dele para ele te escutar.
Eu me aproximei e fiz a mesma pergunta.
Ele respondeu. Só que no momento que ele disse o nome dele, uma sirene de bombeiro ou ambulância começou a tocar e em seguida parou.
Eu entendi que o nome dele era ERC e Pyros disse que entendeu ERIC e começamos uma discussão boba
Perguntei para o bichinho se o nome dele era ERC e ele disse que sim.
Pyros não gostou muito da resposta. Fiz mais uma pergunta:
- Erc, o que você mais gosta de fazer?
- Gosto de criar monstros em sonhos com tempestades.
(Eta! Só faltava aparecer um Kraken ou Godzilla para afundar a ilha onde estávamos)
-Mas porque você cria monstros?
Antes que ele me respondesse, Pyros me empurrou para lado dizendo que eu já tinha feito perguntas demais e pegou o ornitorrinco e saiu correndo.
Corri atrás gritando que ele era meu e ele respondeu que agora o bicho era dele. Pois ele também queria perguntar algumas coisas. Ele saiu voando e sumiu com o meu ornitorrinco.
Fiquei brava, mas me acalmei. Decidi voltar para cabana e procurar por um outro animal.
Andei pelos cômodos e encontrei uma senhora sentada numa cadeira de balanco. Perguntei onde eu poderia encontrar algum bichinho para conversar. Ela disse que na cozinha, embaixo da mesa tinha três caixotes. Em um deles eu encontraria o que eu procurava.
Fui para cozinha e me enfiei debaixo da mesa. Os três caixotes estavam lá.  De brucos e com os cotovelos no chão, comecei a vasculhar os caixotes. Olhei o primeiro e tinha vários gatos de borracha. No segundo, tinha gatos de pelúcia e no terceiro caixote tinha uma gata com um filhote  Eles eram cinza, pelo longo e os olhos também eram cinzas. O gatinho saiu do caixote e veio brincar comigo. Ele subiu nas minhas costas. Decidi bruxar um papo com a gata.
- Qual o seu nome?
Ela miou
- Você sabe para onde o Pyros levou o meu ornitorrinco?
- De novo ela miou.
- Eu não estou te entendendo. Fale a minha língua.
A gata levantou e pegou com a boca um papel, no qual ela esta deitada em cima e me entregou. Então ela subiu nas minhas costas e pegou o filhote dela e se foi.
Olhei para o papel e tinha algumas coisas anotadas. Lembro que li um nome e deduzi que ele era o nome da gata. Havia mais coisas escritas, mas não consegui ler. As letras ficavam tremidas. Eu me levantei e fui procurar aquela senhora na cadeira de balanco e pedir para ela ler o que estava escrito no papel. Um barulho surge.
Acordo com o barulho da escavadeira.

Sonho 3:
Tive mais um sonho lúcido, mas ainda nao digitei. Assim que terminar de digitar, volto para publicá-lo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 22, 2017 2:44 pm
Königin escreveu:Eu também gostaria muito que fizessem mais filmes baseados em sonhos lúcidos. Alias, nunca entendi porque não fizeram uma sequência ou trilogia do filme Inception. O filme é muito bom,merecia uma continuação.
Day, não sei se você já viu, mas há uma série online disponível no Youtube chamada Anamnesis. A primeira temporada possui 5 ou 6 episódios. Achei a série bem legal. A segunda temporada ainda não saiu. Nem sei se vai sair, porque depende de recursos financeiros externos. Acho até hoje não arrecadaram  o dinheiro suficiente.

O link para assistir a série está => aqui

Dei uma olhada nessa série e me interessei bastante, vou começar a assistir hoje! Valeu pela recomendação. Mas infelizmente os episodios sao poucos e curtos, mas acho que da pro gasto!

Sonhos da Königin:
Sonho 01:
Eu estava dormindo e meu marido me acordou para dizer que estava saindo. Tento voltar a dormir, mas antes decido ir ao banheiro. Passo pelo corredor e vejo um homem usando um macacão azul e de capacete. Ele auxiliava outros homens que estavam dentro de um buraco no meio do corredor. Perguntei o que ele estava fazendo, e ele disse que ele e a equipe dele estavam consertando o encanamento da rua que fornece água para o meu prédio. Já suspeitando que estava num sonho, olhei para minha mão esquerda e ela estava cheia de dedos. Fiquei lúcida.
Perguntei para o rapaz se eu podia entrar no buraco onde eles estavam trabalhando e ele disse que não porque eu não tinha equipamentos de segurança. Falei para ele me dar o capacete dele, mas ele se recusou.
Resolvi sair de perto e fui para cozinha. Não demorou muito, apareceu o rapaz trazendo uma caixa e dizendo que tinha dois produtos lá dentro e que eu podia escolher apenas um. Olhei na caixa e vi potes de maionese e pacotes de macarrão.
- Eu quero o pote de maionese. – Falei.
- Não! Você escolheu errado. Você tem que escolher o macarrão.
- Eu quero o pote de maionese.
O cara ficou bravo. Pegou um pacote de macarrão e jogou em mim e gritou:
- É para você escolher o macarrão.
Eu respirei fundo para me controlar. Eu não queria discutir com ele. Eu prometi para mim mesma que seria mais tolerante com as minhas figuras oníricas.
- Ok! Eu escolho o macarrão. Falei enquanto pegava do chão o pacote que ele atirou em mim. – Por que você me deu uma chance de escolha, porém, você é quem escolhendo no meu lugar?
Ele não respondeu. Só colocou uma caixinha fosforo sobre a mesa e saiu correndo.
Comecei a ouvir vozes dos outros trabalhadores e um barulho de uma escavadeira.
Acordo
O barulho era real. Hoje homens estão trabalhando na frente do meu prédio para reparar um encanamento que rompeu.

Sonho 02:
Relato correspondente ao Desafio Rank C: Encontrar o animal interior.

Fico na cama e acabo adormecendo. O sonho começa não lúcido.
Eu estou no meu dormindo e acordo com uma gritaria. Eram meu irmão e meu primo que entram no meu quarto fazendo a maior bagunça. Eu levanto e vejo que meu quarto está diferente, mas não questiono a realidade.
Converso com meu primo e logo ele e meu irmão me deixa sozinha para trocar de roupa. Sobre uma cômoda tem um pacote de macarrão e uma caixa de fosforo.  De novo, não questiono a realidade.
Troco de roupa e vou para cozinha. Vejo meus avós tomando café e meu primo entra correndo, falando ia vir uma tempestade e meu irmão está na casinha do fundo, morrendo de medo. Eu saio para buscá-lo e fiquei horrorizada quando olhei para céu. Nuvens pretas carregadas cobriam todo o céu. Um vento gelado soprava no rosto. Corri até o fundo do quintal e entrei na casinha. Chamei meu irmão e ele apareceu chorando. Dizia estar com medo. Peguei na mão dele e falei que iriamos para casa, pois era mais seguro.
Saímos correndo. Começou a trovejar e ventar mais forte. Entramos na cozinha e por causa da ventania, eu tive dificuldade para fechar a porta. Meu avô me ajudou fechar a porta. Ele me disse para ir para levar meus primos para quarto, pois era mais seguro.
Levei os dois e eles ficaram lá brincando. Fui para sala e encontrei uma mulher com uma macaquinha no ombro. A macaquinha tinha cabelos vermelhos longos cacheados, estava maquiada e usava um vestidinho florido.
A macaquinha pulou do ombro da mulher e correu para sala. Fui atrás. Ela parou sobre uma mesinha próxima a janela. Na sala havia uma mulher dormindo. Ela parecia ser minha irmã, mas estava diferente. Havia também uma galinha marrom, que ciscava o tapete, puxando os fios dele com o bico.
Voltei minha atenção para macaquinha. Aquele cabelo vermelho dela era muito chamativo. Primeiro, pensei que era uma peruca, e quando eu me aproximei e puxei para ver se saia, descobri que era cabelo mesmo, e a macaquinha ficou muito brava e tentou me morder. Eu me afastei dela e fui parar perto da galinha.
A galinha não parecia ter medo. Eu me abaixei e comecei a fazer um carinho na cabeça dela e ela parecia gostar. De repente, a macaquinha se aproximou e parecia querer carinho também. Fiquei acariciando as duas e do nada pareceu um frango.
Era um frango abatido, como o que a gente compra no supermercado. Despenado, sem cabeça e com as pernas embutidas no corpo.
Sei lá porque eu comecei a acariciar o frango e ele começou a ganhar vida. Começou a mexer as asas e se levantou ficando sobre as coxas (ele não tinha pés). Aquilo era grotesco e estranho.
Trovejou bem forte e eu olhei assustada para janela. Vi aquele céu escuro assustador. Levantei para olhar melhor e vi estava não estava mais na casa da minha avó e sim no meu antigo apartamento.
Olhei para baixo e vi um mar com uma pequena ilha cheia de cabanas brancas. Percebi que a ilha ficava mudando de lugar o tempo todo.
– Isso só pode ser um sonho!  - Falei e olhei para minha mão esquerda. Eu tinha cinco dedos, mas os espaços entre eles estava muito grande. Olhei de novo e vi meus dedos grudarem uns nos outros formando uma garra estranha. Olho para outra mão e ela está assim também. Fico lúcida e me viro para a pessoa que está dormindo. Não era minha irmã. Era eu mesma. Vi a galinha, a macaquinha e o frango-zumbi  em cima de dela e eles pareciam agressivos. Trovejou mais uma vez.
Pensei em acordar a outra eu, mas fiquei com receio dela não gostar ou os três bichos me atacarem, sei lá. Decidi sair do apartamento e ir para a ilha que ficava mudando de posição.
Pressionei a língua contra o céu da boca e esfreguei as mãos. Fui andando de costas até atravessar a parede e sai voando. Enquanto voava, lembrei-me do desafio do Emerson Pawoski e decidi que procuraria meu animal na ilha. De repente, comecei a cair. Tudo escureceu por alguns segundos. Eu me concentrei na ilha e vi o sonho recomeçar. Vi em baixo de mim o mar surgindo. Ele era azul, mas era cintilante. Desci e entrei na água. Senti aquela água fria do mar e um vento gelado. Olhei para céu e as nuvens escuras ainda cobriam lá. Comecei a nadar em direção da ilha. A sensação de estar nadando era muito real. Pensei em mergulhar para quem sabe encontrar algum animal marinho, mas desisti. Quando eu estava me aproximado da costa, apareceu um pelicano voando em minha direção.
-Ele deve ser o meu animal. – Pensei.
O pelicano desceu na água bem perto de mim, abriu o enorme bico e cuspiu um outro animal e saiu voando e sumiu.
O outro animal era um ornitorrinco.

Ele era pequeno, amarelo com bico, patas e rabo vermelhos. Ele veio nadando em minha direção todo feliz. O bichinho era bonitinho.
Trovejou de novo e eu decidi nadar até a praia e procurar um abrigo. O ornitorrinco veio atrás. Chegamos na areia da praia e lá havia um rapaz. Era o Pyros (a minha versão onírica do pyros). Ele estava novamente usando só uma calça preta e o cabelo estava jogando no rosto. Ele falou que havia uma cabana onde poderíamos nos proteger da tempestade.
Eu peguei o ornitorrinco no colo e fomos para cabana.
Coloquei o bichinho em cima da mesa e perguntei para ele qual era o nome dele. Ele me olhou confuso e não respondeu nada. Tentei novamente e nada.
Pyros pediu para dar uma olhada nele e depois de olhar todo curioso ele falou:
-Do lado da cabeça tem um pequeno osso que parece um microfone. Talvez você precise falar perto dele para ele te escutar.
Eu me aproximei e fiz a mesma pergunta.
Ele respondeu. Só que no momento que ele disse o nome dele, uma sirene de bombeiro ou ambulância começou a tocar e em seguida parou.
Eu entendi que o nome dele era ERC e Pyros disse que entendeu ERIC e começamos uma discussão boba
Perguntei para o bichinho se o nome dele era ERC e ele disse que sim.
Pyros não gostou muito da resposta. Fiz mais uma pergunta:
- Erc, o que você mais gosta de fazer?
- Gosto de criar monstros em sonhos com tempestades.
(Eta! Só faltava aparecer um Kraken ou Godzilla para afundar a ilha onde estávamos)
-Mas porque você cria monstros?
Antes que ele me respondesse, Pyros me empurrou para lado dizendo que eu já tinha feito perguntas demais e pegou o ornitorrinco e saiu correndo.
Corri atrás gritando que ele era meu e ele respondeu que agora o bicho era dele. Pois ele também queria perguntar algumas coisas. Ele saiu voando e sumiu com o meu ornitorrinco.
Fiquei brava, mas me acalmei. Decidi voltar para cabana e procurar por um outro animal.
Andei pelos cômodos e encontrei uma senhora sentada numa cadeira de balanco. Perguntei onde eu poderia encontrar algum bichinho para conversar. Ela disse que na cozinha, embaixo da mesa tinha três caixotes. Em um deles eu encontraria o que eu procurava.
Fui para cozinha e me enfiei debaixo da mesa. Os três caixotes estavam lá.  De brucos e com os cotovelos no chão, comecei a vasculhar os caixotes. Olhei o primeiro e tinha vários gatos de borracha. No segundo, tinha gatos de pelúcia e no terceiro caixote tinha uma gata com um filhote  Eles eram cinza, pelo longo e os olhos também eram cinzas. O gatinho saiu do caixote e veio brincar comigo. Ele subiu nas minhas costas. Decidi bruxar um papo com a gata.
- Qual o seu nome?
Ela miou
- Você sabe para onde o Pyros levou o meu ornitorrinco?
- De novo ela miou.
- Eu não estou te entendendo. Fale a minha língua.
A gata levantou e pegou com a boca um papel, no qual ela esta deitada em cima e me entregou. Então ela subiu nas minhas costas e pegou o filhote dela e se foi.
Olhei para o papel e tinha algumas coisas anotadas. Lembro que li um nome e deduzi que ele era o nome da gata. Havia mais coisas escritas, mas não consegui ler. As letras ficavam tremidas. Eu me levantei e fui procurar aquela senhora na cadeira de balanco e pedir para ela ler o que estava escrito no papel. Um barulho surge.
Acordo com o barulho da escavadeira.

Sonho 3:
Tive mais um sonho lúcido, mas ainda nao digitei. Assim que terminar de digitar, volto para publicá-lo.

Achei muito legal esse seu segundo sonho e digo que fiquei com bastante inveja da quantidade de detalhes, e pelo que percebi, o sonho durou bastante. E esse negócio de sonhar com pessoas que nem conhece? Como era o "seu" Pyros? kkk lingua


'

Faça um reality check agora e me agradeça depois... piscar

Bons sonhos para você certo  

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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 22, 2017 5:22 pm
01

Já suspeitando que estava num sonho não é?!... hahaha Nossa que final misterioso. Qual seria o significado de receber uma caixa de fósforo após escolher o macarrão? Ta aí uma mensagem do inconsciente.


02

Olha o macarrão e fósforo outra vez...
Fui andando de costas até atravessar a parede e sai voando Que técnica ótima menina. Nossa, aprendi bastante com esse relato. Realmente a sensação de estar na aguá no sonho é muito boa.
Gosto de criar monstros em sonhos com tempestades. Meu deus... E eu achando a Lisa, meu outro animal que era uma leoa, era hardcore.

Macaco, galo, ornitorrinco e gato. Que experiência fantástica. Parabéns. viva
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 22, 2017 7:04 pm
Eu poderia comentar muitas coisas, mas posso resumir tudo isso em apenas : 3



Zoeiras a parte, sonho muito bom Koenigin. Se eu ficar lúcido antes do fim do desafio eu tento te procurar e devolver o ERC.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Fev 22, 2017 9:11 pm
Eu não sei se o seu sonho foi na mesma data do Pyros, mas os dois estão registrados "Hoje" e como houve interação com o mesmo, aliás no sonho dele houve uma tempestade de areia já no seu talvez fora uma tempestade de "Chuva" contudo essa interação sobre tais fenômenos naturais é bem interessante.

O diálogo inicial foi muito bacana Kon, no caso observei que você foi um pouco mais receptiva com os personagens oníricos, isso é bom, apesar de que eu sei que as vezes tais personagens tendem a impor escolhas sem respeitar as nossas decisões. É claro que esse tipo de experiência varia de cada pessoa e temo que ter um certo bom senso para não nos deixarmos levar apenas pelas escolhas do subconsciente, contudo respeita-lo pode ser um trabalho difícil uma vez que o mesmo não sabe diferenciar o certo e errado como o consciente o faz. piscar

Fica ao seu critério Kon decidir se através da sua experiência você sentiu que o Ornitorrinco foi o seu animal interior, caso positivo seus pontos serão creditados no termino da data do desafio, caso contrário poderá tentar mais uma vez para ter certeza. certo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Fev 23, 2017 1:47 pm
Königin:



Sonho 01:
Eu estava dormindo e meu marido me acordou para dizer que estava saindo. Tento voltar a dormir, mas antes decido ir ao banheiro. Passo pelo corredor e vejo um homem usando um macacão azul e de capacete. Ele auxiliava outros homens que estavam dentro de um buraco no meio do corredor. Perguntei o que ele estava fazendo, e ele disse que ele e a equipe dele estavam consertando o encanamento da rua que fornece água para o meu prédio. Já suspeitando que estava num sonho, olhei para minha mão esquerda e ela estava cheia de dedos. Fiquei lúcida.
Perguntei para o rapaz se eu podia entrar no buraco onde eles estavam trabalhando e ele disse que não porque eu não tinha equipamentos de segurança. Falei para ele me dar o capacete dele, mas ele se recusou.
Resolvi sair de perto e fui para cozinha. Não demorou muito, apareceu o rapaz trazendo uma caixa e dizendo que tinha dois produtos lá dentro e que eu podia escolher apenas um. Olhei na caixa e vi potes de maionese e pacotes de macarrão.
- Eu quero o pote de maionese. – Falei.
- Não! Você escolheu errado. Você tem que escolher o macarrão.
- Eu quero o pote de maionese.
O cara ficou bravo. Pegou um pacote de macarrão e jogou em mim e gritou:
- É para você escolher o macarrão.
Eu respirei fundo para me controlar. Eu não queria discutir com ele. Eu prometi para mim mesma que seria mais tolerante com as minhas figuras oníricas.
- Ok! Eu escolho o macarrão. Falei enquanto pegava do chão o pacote que ele atirou em mim. – Por que você me deu uma chance de escolha, porém, você é quem escolhendo no meu lugar?
Ele não respondeu. Só colocou uma caixinha fosforo sobre a mesa e saiu correndo.
Comecei a ouvir vozes dos outros trabalhadores e um barulho de uma escavadeira.
Acordo
O barulho era real. Hoje homens estão trabalhando na frente do meu prédio para reparar um encanamento que rompeu.

Sonho 02:
Relato correspondente ao Desafio Rank C:  Encontrar o animal interior.

Fico na cama e acabo adormecendo. O sonho começa não lúcido.
Eu estou no meu dormindo e acordo com uma gritaria. Eram meu irmão e meu primo que entram no meu quarto fazendo a maior bagunça. Eu levanto e vejo que meu quarto está diferente, mas não questiono a realidade.
Converso com meu primo e logo ele e meu irmão me deixa sozinha para trocar de roupa. Sobre uma cômoda tem um pacote de macarrão e uma caixa de fosforo.  De novo, não questiono a realidade.
Troco de roupa e vou para cozinha. Vejo meus avós tomando café e meu primo entra correndo, falando ia vir uma tempestade e meu irmão está na casinha do fundo, morrendo de medo. Eu saio para buscá-lo e fiquei horrorizada quando olhei para céu. Nuvens pretas carregadas cobriam todo o céu. Um vento gelado soprava no rosto. Corri até o fundo do quintal e entrei na casinha. Chamei meu irmão e ele apareceu chorando. Dizia estar com medo. Peguei na mão dele e falei que iriamos para casa, pois era mais seguro.
Saímos correndo. Começou a trovejar e ventar mais forte. Entramos na cozinha e por causa da ventania, eu tive dificuldade para fechar a porta. Meu avô me ajudou fechar a porta. Ele me disse para ir para levar meus primos para quarto, pois era mais seguro.
Levei os dois e eles ficaram lá brincando. Fui para sala e encontrei uma mulher com uma macaquinha no ombro. A macaquinha tinha cabelos vermelhos longos cacheados, estava maquiada e usava um vestidinho florido.
A macaquinha pulou do ombro da mulher e correu para sala. Fui atrás. Ela parou sobre uma mesinha próxima a janela. Na sala havia uma mulher dormindo. Ela parecia ser minha irmã, mas estava diferente. Havia também uma galinha marrom, que ciscava o tapete, puxando os fios dele com o bico.
Voltei minha atenção para macaquinha. Aquele cabelo vermelho dela era muito chamativo. Primeiro, pensei que era uma peruca, e quando eu me aproximei e puxei para ver se saia, descobri que era cabelo mesmo, e a macaquinha ficou muito brava e tentou me morder. Eu me afastei dela e fui parar perto da galinha.
A galinha não parecia ter medo. Eu me abaixei e comecei a fazer um carinho na cabeça dela e ela parecia gostar. De repente, a macaquinha se aproximou e parecia querer carinho também. Fiquei acariciando as duas e do nada pareceu um frango.
Era um frango abatido, como o que a gente compra no supermercado. Despenado, sem cabeça e com as pernas embutidas no corpo.
Sei lá porque eu comecei a acariciar o frango e ele começou a ganhar vida. Começou a mexer as asas e se levantou ficando sobre as coxas (ele não tinha pés). Aquilo era grotesco e estranho.
Trovejou bem forte e eu olhei assustada para janela. Vi aquele céu escuro assustador. Levantei para olhar melhor e vi estava não estava mais na casa da minha avó e sim no meu antigo apartamento.
Olhei para baixo e vi um mar com uma pequena ilha cheia de cabanas brancas. Percebi que a ilha ficava mudando de lugar o tempo todo.
– Isso só pode ser um sonho!  - Falei e olhei para minha mão esquerda. Eu tinha cinco dedos, mas os espaços entre eles estava muito grande. Olhei de novo e vi meus dedos grudarem uns nos outros formando uma garra estranha. Olho para outra mão e ela está assim também. Fico lúcida e me viro para a pessoa que está dormindo. Não era minha irmã. Era eu mesma. Vi a galinha, a macaquinha e o frango-zumbi  em cima de dela e eles pareciam agressivos. Trovejou mais uma vez.
Pensei em acordar a outra eu, mas fiquei com receio dela não gostar ou os três bichos me atacarem, sei lá. Decidi sair do apartamento e ir para a ilha que ficava mudando de posição.
Pressionei a língua contra o céu da boca e esfreguei as mãos. Fui andando de costas até atravessar a parede e sai voando. Enquanto voava, lembrei-me do desafio do Emerson Pawoski e decidi que procuraria meu animal na ilha. De repente, comecei a cair. Tudo escureceu por alguns segundos. Eu me concentrei na ilha e vi o sonho recomeçar. Vi em baixo de mim o mar surgindo. Ele era azul, mas era cintilante. Desci e entrei na água. Senti aquela água fria do mar e um vento gelado. Olhei para céu e as nuvens escuras ainda cobriam lá. Comecei a nadar em direção da ilha. A sensação de estar nadando era muito real. Pensei em mergulhar para quem sabe encontrar algum animal marinho, mas desisti. Quando eu estava me aproximado da costa, apareceu um pelicano voando em minha direção.
-Ele deve ser o meu animal. – Pensei.
O pelicano desceu na água bem perto de mim, abriu o enorme bico e cuspiu um outro animal e saiu voando e sumiu.
O outro animal era um ornitorrinco.

Ele era pequeno, amarelo com bico, patas e rabo vermelhos. Ele veio nadando em minha direção todo feliz. O bichinho era bonitinho.
Trovejou de novo e eu decidi nadar até a praia e procurar um abrigo. O ornitorrinco veio atrás. Chegamos na areia da praia e lá havia um rapaz. Era o Pyros (a minha versão onírica do pyros). Ele estava novamente usando só uma calça preta e o cabelo estava jogando no rosto. Ele falou que havia uma cabana onde poderíamos nos proteger da tempestade.
Eu peguei o ornitorrinco no colo e fomos para cabana.
Coloquei o bichinho em cima da mesa e perguntei para ele qual era o nome dele. Ele me olhou confuso e não respondeu nada. Tentei novamente e nada.
Pyros pediu para dar uma olhada nele e depois de olhar todo curioso ele falou:
-Do lado da cabeça tem um pequeno osso que parece um microfone. Talvez você precise falar perto dele para ele te escutar.
Eu me aproximei e fiz a mesma pergunta.
Ele respondeu. Só que no momento que ele disse o nome dele, uma sirene de bombeiro ou ambulância começou a tocar e em seguida parou.
Eu entendi que o nome dele era ERC e Pyros disse que entendeu ERIC e começamos uma discussão boba
Perguntei para o bichinho se o nome dele era ERC e ele disse que sim.
Pyros não gostou muito da resposta. Fiz mais uma pergunta:
- Erc, o que você mais gosta de fazer?
- Gosto de criar monstros em sonhos com tempestades.
(Eta! Só faltava aparecer um Kraken ou Godzilla para afundar a ilha onde estávamos)
-Mas porque você cria monstros?
Antes que ele me respondesse, Pyros me empurrou para lado dizendo que eu já tinha feito perguntas demais e pegou o ornitorrinco e saiu correndo.
Corri atrás gritando que ele era meu e ele respondeu que agora o bicho era dele. Pois ele também queria perguntar algumas coisas. Ele saiu voando e sumiu com o meu ornitorrinco.
Fiquei brava, mas me acalmei. Decidi voltar para cabana e procurar por um outro animal.
Andei pelos cômodos e encontrei uma senhora sentada numa cadeira de balanco. Perguntei onde eu poderia encontrar algum bichinho para conversar. Ela disse que na cozinha, embaixo da mesa tinha três caixotes. Em um deles eu encontraria o que eu procurava.
Fui para cozinha e me enfiei debaixo da mesa. Os três caixotes estavam lá.  De brucos e com os cotovelos no chão, comecei a vasculhar os caixotes. Olhei o primeiro e tinha vários gatos de borracha. No segundo, tinha gatos de pelúcia e no terceiro caixote tinha uma gata com um filhote  Eles eram cinza, pelo longo e os olhos também eram cinzas. O gatinho saiu do caixote e veio brincar comigo. Ele subiu nas minhas costas. Decidi bruxar um papo com a gata.
- Qual o seu nome?
Ela miou
- Você sabe para onde o Pyros levou o meu ornitorrinco?
- De novo ela miou.
- Eu não estou te entendendo. Fale a minha língua.
A gata levantou e pegou com a boca um papel, no qual ela esta deitada em cima e me entregou. Então ela subiu nas minhas costas e pegou o filhote dela e se foi.
Olhei para o papel e tinha algumas coisas anotadas. Lembro que li um nome e deduzi que ele era o nome da gata. Havia mais coisas escritas, mas não consegui ler. As letras ficavam tremidas. Eu me levantei e fui procurar aquela senhora na cadeira de balanco e pedir para ela ler o que estava escrito no papel. Um barulho surge.
Acordo com o barulho da escavadeira.

Sonho 3:
Tive mais um sonho lúcido, mas ainda nao digitei. Assim que terminar de digitar, volto para publicá-lo.

Sonhos muito legais Königin, achei curioso o fato da macaquinha ter cabelo vermelho e o ornitorrinco também ter bico, patas e rabo vermelhos. Pyros não está com uma boa fama nos sonhos, primeiro apareceu para desejar que eu acordasse do meu sonho e agora apareceu no seu para levar o Erc gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Mar 01, 2017 9:23 am
Reputação da mensagem: 100% (1 votos)
Érika escreveu:
Königin:



Sonho 01:
Eu estava dormindo e meu marido me acordou para dizer que estava saindo. Tento voltar a dormir, mas antes decido ir ao banheiro. Passo pelo corredor e vejo um homem usando um macacão azul e de capacete. Ele auxiliava outros homens que estavam dentro de um buraco no meio do corredor. Perguntei o que ele estava fazendo, e ele disse que ele e a equipe dele estavam consertando o encanamento da rua que fornece água para o meu prédio. Já suspeitando que estava num sonho, olhei para minha mão esquerda e ela estava cheia de dedos. Fiquei lúcida.
Perguntei para o rapaz se eu podia entrar no buraco onde eles estavam trabalhando e ele disse que não porque eu não tinha equipamentos de segurança. Falei para ele me dar o capacete dele, mas ele se recusou.
Resolvi sair de perto e fui para cozinha. Não demorou muito, apareceu o rapaz trazendo uma caixa e dizendo que tinha dois produtos lá dentro e que eu podia escolher apenas um. Olhei na caixa e vi potes de maionese e pacotes de macarrão.
- Eu quero o pote de maionese. – Falei.
- Não! Você escolheu errado. Você tem que escolher o macarrão.
- Eu quero o pote de maionese.
O cara ficou bravo. Pegou um pacote de macarrão e jogou em mim e gritou:
- É para você escolher o macarrão.
Eu respirei fundo para me controlar. Eu não queria discutir com ele. Eu prometi para mim mesma que seria mais tolerante com as minhas figuras oníricas.
- Ok! Eu escolho o macarrão. Falei enquanto pegava do chão o pacote que ele atirou em mim. – Por que você me deu uma chance de escolha, porém, você é quem escolhendo no meu lugar?
Ele não respondeu. Só colocou uma caixinha fosforo sobre a mesa e saiu correndo.
Comecei a ouvir vozes dos outros trabalhadores e um barulho de uma escavadeira.
Acordo
O barulho era real. Hoje homens estão trabalhando na frente do meu prédio para reparar um encanamento que rompeu.

Sonho 02:
Relato correspondente ao Desafio Rank C:  Encontrar o animal interior.

Fico na cama e acabo adormecendo. O sonho começa não lúcido.
Eu estou no meu dormindo e acordo com uma gritaria. Eram meu irmão e meu primo que entram no meu quarto fazendo a maior bagunça. Eu levanto e vejo que meu quarto está diferente, mas não questiono a realidade.
Converso com meu primo e logo ele e meu irmão me deixa sozinha para trocar de roupa. Sobre uma cômoda tem um pacote de macarrão e uma caixa de fosforo.  De novo, não questiono a realidade.
Troco de roupa e vou para cozinha. Vejo meus avós tomando café e meu primo entra correndo, falando ia vir uma tempestade e meu irmão está na casinha do fundo, morrendo de medo. Eu saio para buscá-lo e fiquei horrorizada quando olhei para céu. Nuvens pretas carregadas cobriam todo o céu. Um vento gelado soprava no rosto. Corri até o fundo do quintal e entrei na casinha. Chamei meu irmão e ele apareceu chorando. Dizia estar com medo. Peguei na mão dele e falei que iriamos para casa, pois era mais seguro.
Saímos correndo. Começou a trovejar e ventar mais forte. Entramos na cozinha e por causa da ventania, eu tive dificuldade para fechar a porta. Meu avô me ajudou fechar a porta. Ele me disse para ir para levar meus primos para quarto, pois era mais seguro.
Levei os dois e eles ficaram lá brincando. Fui para sala e encontrei uma mulher com uma macaquinha no ombro. A macaquinha tinha cabelos vermelhos longos cacheados, estava maquiada e usava um vestidinho florido.
A macaquinha pulou do ombro da mulher e correu para sala. Fui atrás. Ela parou sobre uma mesinha próxima a janela. Na sala havia uma mulher dormindo. Ela parecia ser minha irmã, mas estava diferente. Havia também uma galinha marrom, que ciscava o tapete, puxando os fios dele com o bico.
Voltei minha atenção para macaquinha. Aquele cabelo vermelho dela era muito chamativo. Primeiro, pensei que era uma peruca, e quando eu me aproximei e puxei para ver se saia, descobri que era cabelo mesmo, e a macaquinha ficou muito brava e tentou me morder. Eu me afastei dela e fui parar perto da galinha.
A galinha não parecia ter medo. Eu me abaixei e comecei a fazer um carinho na cabeça dela e ela parecia gostar. De repente, a macaquinha se aproximou e parecia querer carinho também. Fiquei acariciando as duas e do nada pareceu um frango.
Era um frango abatido, como o que a gente compra no supermercado. Despenado, sem cabeça e com as pernas embutidas no corpo.
Sei lá porque eu comecei a acariciar o frango e ele começou a ganhar vida. Começou a mexer as asas e se levantou ficando sobre as coxas (ele não tinha pés). Aquilo era grotesco e estranho.
Trovejou bem forte e eu olhei assustada para janela. Vi aquele céu escuro assustador. Levantei para olhar melhor e vi estava não estava mais na casa da minha avó e sim no meu antigo apartamento.
Olhei para baixo e vi um mar com uma pequena ilha cheia de cabanas brancas. Percebi que a ilha ficava mudando de lugar o tempo todo.
– Isso só pode ser um sonho!  - Falei e olhei para minha mão esquerda. Eu tinha cinco dedos, mas os espaços entre eles estava muito grande. Olhei de novo e vi meus dedos grudarem uns nos outros formando uma garra estranha. Olho para outra mão e ela está assim também. Fico lúcida e me viro para a pessoa que está dormindo. Não era minha irmã. Era eu mesma. Vi a galinha, a macaquinha e o frango-zumbi  em cima de dela e eles pareciam agressivos. Trovejou mais uma vez.
Pensei em acordar a outra eu, mas fiquei com receio dela não gostar ou os três bichos me atacarem, sei lá. Decidi sair do apartamento e ir para a ilha que ficava mudando de posição.
Pressionei a língua contra o céu da boca e esfreguei as mãos. Fui andando de costas até atravessar a parede e sai voando. Enquanto voava, lembrei-me do desafio do Emerson Pawoski e decidi que procuraria meu animal na ilha. De repente, comecei a cair. Tudo escureceu por alguns segundos. Eu me concentrei na ilha e vi o sonho recomeçar. Vi em baixo de mim o mar surgindo. Ele era azul, mas era cintilante. Desci e entrei na água. Senti aquela água fria do mar e um vento gelado. Olhei para céu e as nuvens escuras ainda cobriam lá. Comecei a nadar em direção da ilha. A sensação de estar nadando era muito real. Pensei em mergulhar para quem sabe encontrar algum animal marinho, mas desisti. Quando eu estava me aproximado da costa, apareceu um pelicano voando em minha direção.
-Ele deve ser o meu animal. – Pensei.
O pelicano desceu na água bem perto de mim, abriu o enorme bico e cuspiu um outro animal e saiu voando e sumiu.
O outro animal era um ornitorrinco.

Ele era pequeno, amarelo com bico, patas e rabo vermelhos. Ele veio nadando em minha direção todo feliz. O bichinho era bonitinho.
Trovejou de novo e eu decidi nadar até a praia e procurar um abrigo. O ornitorrinco veio atrás. Chegamos na areia da praia e lá havia um rapaz. Era o Pyros (a minha versão onírica do pyros). Ele estava novamente usando só uma calça preta e o cabelo estava jogando no rosto. Ele falou que havia uma cabana onde poderíamos nos proteger da tempestade.
Eu peguei o ornitorrinco no colo e fomos para cabana.
Coloquei o bichinho em cima da mesa e perguntei para ele qual era o nome dele. Ele me olhou confuso e não respondeu nada. Tentei novamente e nada.
Pyros pediu para dar uma olhada nele e depois de olhar todo curioso ele falou:
-Do lado da cabeça tem um pequeno osso que parece um microfone. Talvez você precise falar perto dele para ele te escutar.
Eu me aproximei e fiz a mesma pergunta.
Ele respondeu. Só que no momento que ele disse o nome dele, uma sirene de bombeiro ou ambulância começou a tocar e em seguida parou.
Eu entendi que o nome dele era ERC e Pyros disse que entendeu ERIC e começamos uma discussão boba
Perguntei para o bichinho se o nome dele era ERC e ele disse que sim.
Pyros não gostou muito da resposta. Fiz mais uma pergunta:
- Erc, o que você mais gosta de fazer?
- Gosto de criar monstros em sonhos com tempestades.
(Eta! Só faltava aparecer um Kraken ou Godzilla para afundar a ilha onde estávamos)
-Mas porque você cria monstros?
Antes que ele me respondesse, Pyros me empurrou para lado dizendo que eu já tinha feito perguntas demais e pegou o ornitorrinco e saiu correndo.
Corri atrás gritando que ele era meu e ele respondeu que agora o bicho era dele. Pois ele também queria perguntar algumas coisas. Ele saiu voando e sumiu com o meu ornitorrinco.
Fiquei brava, mas me acalmei. Decidi voltar para cabana e procurar por um outro animal.
Andei pelos cômodos e encontrei uma senhora sentada numa cadeira de balanco. Perguntei onde eu poderia encontrar algum bichinho para conversar. Ela disse que na cozinha, embaixo da mesa tinha três caixotes. Em um deles eu encontraria o que eu procurava.
Fui para cozinha e me enfiei debaixo da mesa. Os três caixotes estavam lá.  De brucos e com os cotovelos no chão, comecei a vasculhar os caixotes. Olhei o primeiro e tinha vários gatos de borracha. No segundo, tinha gatos de pelúcia e no terceiro caixote tinha uma gata com um filhote  Eles eram cinza, pelo longo e os olhos também eram cinzas. O gatinho saiu do caixote e veio brincar comigo. Ele subiu nas minhas costas. Decidi bruxar um papo com a gata.
- Qual o seu nome?
Ela miou
- Você sabe para onde o Pyros levou o meu ornitorrinco?
- De novo ela miou.
- Eu não estou te entendendo. Fale a minha língua.
A gata levantou e pegou com a boca um papel, no qual ela esta deitada em cima e me entregou. Então ela subiu nas minhas costas e pegou o filhote dela e se foi.
Olhei para o papel e tinha algumas coisas anotadas. Lembro que li um nome e deduzi que ele era o nome da gata. Havia mais coisas escritas, mas não consegui ler. As letras ficavam tremidas. Eu me levantei e fui procurar aquela senhora na cadeira de balanco e pedir para ela ler o que estava escrito no papel. Um barulho surge.
Acordo com o barulho da escavadeira.

Sonho 3:
Tive mais um sonho lúcido, mas ainda nao digitei. Assim que terminar de digitar, volto para publicá-lo.

Sonhos muito legais Königin, achei curioso o fato da macaquinha ter cabelo vermelho e o ornitorrinco também ter bico, patas e rabo vermelhos. Pyros não está com uma boa fama nos sonhos, primeiro apareceu para desejar que eu acordasse do meu sonho e agora apareceu no seu para levar o Erc gargalhada

Vocês e seus personagens oníricos estão claramente me avacalhando batalha
hahahaa
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Mar 01, 2017 8:14 pm
Adrm escreveu:
Königin escreveu:Eu também gostaria muito que fizessem mais filmes baseados em sonhos lúcidos. Alias, nunca entendi porque não fizeram uma sequência ou trilogia do filme Inception. O filme é muito bom,merecia uma continuação.
Day, não sei se você já viu, mas há uma série online disponível no Youtube chamada Anamnesis. A primeira temporada possui 5 ou 6 episódios. Achei a série bem legal. A segunda temporada ainda não saiu. Nem sei se vai sair, porque depende de recursos financeiros externos. Acho até hoje não arrecadaram  o dinheiro suficiente.

O link para assistir a série está => aqui

Dei uma olhada nessa série e me interessei bastante, vou começar a assistir hoje! Valeu pela recomendação. Mas infelizmente os episodios sao poucos e curtos, mas acho que da pro gasto!

Sonhos da Königin:
Sonho 01:
Eu estava dormindo e meu marido me acordou para dizer que estava saindo. Tento voltar a dormir, mas antes decido ir ao banheiro. Passo pelo corredor e vejo um homem usando um macacão azul e de capacete. Ele auxiliava outros homens que estavam dentro de um buraco no meio do corredor. Perguntei o que ele estava fazendo, e ele disse que ele e a equipe dele estavam consertando o encanamento da rua que fornece água para o meu prédio. Já suspeitando que estava num sonho, olhei para minha mão esquerda e ela estava cheia de dedos. Fiquei lúcida.
Perguntei para o rapaz se eu podia entrar no buraco onde eles estavam trabalhando e ele disse que não porque eu não tinha equipamentos de segurança. Falei para ele me dar o capacete dele, mas ele se recusou.
Resolvi sair de perto e fui para cozinha. Não demorou muito, apareceu o rapaz trazendo uma caixa e dizendo que tinha dois produtos lá dentro e que eu podia escolher apenas um. Olhei na caixa e vi potes de maionese e pacotes de macarrão.
- Eu quero o pote de maionese. – Falei.
- Não! Você escolheu errado. Você tem que escolher o macarrão.
- Eu quero o pote de maionese.
O cara ficou bravo. Pegou um pacote de macarrão e jogou em mim e gritou:
- É para você escolher o macarrão.
Eu respirei fundo para me controlar. Eu não queria discutir com ele. Eu prometi para mim mesma que seria mais tolerante com as minhas figuras oníricas.
- Ok! Eu escolho o macarrão. Falei enquanto pegava do chão o pacote que ele atirou em mim. – Por que você me deu uma chance de escolha, porém, você é quem escolhendo no meu lugar?
Ele não respondeu. Só colocou uma caixinha fosforo sobre a mesa e saiu correndo.
Comecei a ouvir vozes dos outros trabalhadores e um barulho de uma escavadeira.
Acordo
O barulho era real. Hoje homens estão trabalhando na frente do meu prédio para reparar um encanamento que rompeu.

Sonho 02:
Relato correspondente ao Desafio Rank C: Encontrar o animal interior.

Fico na cama e acabo adormecendo. O sonho começa não lúcido.
Eu estou no meu dormindo e acordo com uma gritaria. Eram meu irmão e meu primo que entram no meu quarto fazendo a maior bagunça. Eu levanto e vejo que meu quarto está diferente, mas não questiono a realidade.
Converso com meu primo e logo ele e meu irmão me deixa sozinha para trocar de roupa. Sobre uma cômoda tem um pacote de macarrão e uma caixa de fosforo.  De novo, não questiono a realidade.
Troco de roupa e vou para cozinha. Vejo meus avós tomando café e meu primo entra correndo, falando ia vir uma tempestade e meu irmão está na casinha do fundo, morrendo de medo. Eu saio para buscá-lo e fiquei horrorizada quando olhei para céu. Nuvens pretas carregadas cobriam todo o céu. Um vento gelado soprava no rosto. Corri até o fundo do quintal e entrei na casinha. Chamei meu irmão e ele apareceu chorando. Dizia estar com medo. Peguei na mão dele e falei que iriamos para casa, pois era mais seguro.
Saímos correndo. Começou a trovejar e ventar mais forte. Entramos na cozinha e por causa da ventania, eu tive dificuldade para fechar a porta. Meu avô me ajudou fechar a porta. Ele me disse para ir para levar meus primos para quarto, pois era mais seguro.
Levei os dois e eles ficaram lá brincando. Fui para sala e encontrei uma mulher com uma macaquinha no ombro. A macaquinha tinha cabelos vermelhos longos cacheados, estava maquiada e usava um vestidinho florido.
A macaquinha pulou do ombro da mulher e correu para sala. Fui atrás. Ela parou sobre uma mesinha próxima a janela. Na sala havia uma mulher dormindo. Ela parecia ser minha irmã, mas estava diferente. Havia também uma galinha marrom, que ciscava o tapete, puxando os fios dele com o bico.
Voltei minha atenção para macaquinha. Aquele cabelo vermelho dela era muito chamativo. Primeiro, pensei que era uma peruca, e quando eu me aproximei e puxei para ver se saia, descobri que era cabelo mesmo, e a macaquinha ficou muito brava e tentou me morder. Eu me afastei dela e fui parar perto da galinha.
A galinha não parecia ter medo. Eu me abaixei e comecei a fazer um carinho na cabeça dela e ela parecia gostar. De repente, a macaquinha se aproximou e parecia querer carinho também. Fiquei acariciando as duas e do nada pareceu um frango.
Era um frango abatido, como o que a gente compra no supermercado. Despenado, sem cabeça e com as pernas embutidas no corpo.
Sei lá porque eu comecei a acariciar o frango e ele começou a ganhar vida. Começou a mexer as asas e se levantou ficando sobre as coxas (ele não tinha pés). Aquilo era grotesco e estranho.
Trovejou bem forte e eu olhei assustada para janela. Vi aquele céu escuro assustador. Levantei para olhar melhor e vi estava não estava mais na casa da minha avó e sim no meu antigo apartamento.
Olhei para baixo e vi um mar com uma pequena ilha cheia de cabanas brancas. Percebi que a ilha ficava mudando de lugar o tempo todo.
– Isso só pode ser um sonho!  - Falei e olhei para minha mão esquerda. Eu tinha cinco dedos, mas os espaços entre eles estava muito grande. Olhei de novo e vi meus dedos grudarem uns nos outros formando uma garra estranha. Olho para outra mão e ela está assim também. Fico lúcida e me viro para a pessoa que está dormindo. Não era minha irmã. Era eu mesma. Vi a galinha, a macaquinha e o frango-zumbi  em cima de dela e eles pareciam agressivos. Trovejou mais uma vez.
Pensei em acordar a outra eu, mas fiquei com receio dela não gostar ou os três bichos me atacarem, sei lá. Decidi sair do apartamento e ir para a ilha que ficava mudando de posição.
Pressionei a língua contra o céu da boca e esfreguei as mãos. Fui andando de costas até atravessar a parede e sai voando. Enquanto voava, lembrei-me do desafio do Emerson Pawoski e decidi que procuraria meu animal na ilha. De repente, comecei a cair. Tudo escureceu por alguns segundos. Eu me concentrei na ilha e vi o sonho recomeçar. Vi em baixo de mim o mar surgindo. Ele era azul, mas era cintilante. Desci e entrei na água. Senti aquela água fria do mar e um vento gelado. Olhei para céu e as nuvens escuras ainda cobriam lá. Comecei a nadar em direção da ilha. A sensação de estar nadando era muito real. Pensei em mergulhar para quem sabe encontrar algum animal marinho, mas desisti. Quando eu estava me aproximado da costa, apareceu um pelicano voando em minha direção.
-Ele deve ser o meu animal. – Pensei.
O pelicano desceu na água bem perto de mim, abriu o enorme bico e cuspiu um outro animal e saiu voando e sumiu.
O outro animal era um ornitorrinco.

Ele era pequeno, amarelo com bico, patas e rabo vermelhos. Ele veio nadando em minha direção todo feliz. O bichinho era bonitinho.
Trovejou de novo e eu decidi nadar até a praia e procurar um abrigo. O ornitorrinco veio atrás. Chegamos na areia da praia e lá havia um rapaz. Era o Pyros (a minha versão onírica do pyros). Ele estava novamente usando só uma calça preta e o cabelo estava jogando no rosto. Ele falou que havia uma cabana onde poderíamos nos proteger da tempestade.
Eu peguei o ornitorrinco no colo e fomos para cabana.
Coloquei o bichinho em cima da mesa e perguntei para ele qual era o nome dele. Ele me olhou confuso e não respondeu nada. Tentei novamente e nada.
Pyros pediu para dar uma olhada nele e depois de olhar todo curioso ele falou:
-Do lado da cabeça tem um pequeno osso que parece um microfone. Talvez você precise falar perto dele para ele te escutar.
Eu me aproximei e fiz a mesma pergunta.
Ele respondeu. Só que no momento que ele disse o nome dele, uma sirene de bombeiro ou ambulância começou a tocar e em seguida parou.
Eu entendi que o nome dele era ERC e Pyros disse que entendeu ERIC e começamos uma discussão boba
Perguntei para o bichinho se o nome dele era ERC e ele disse que sim.
Pyros não gostou muito da resposta. Fiz mais uma pergunta:
- Erc, o que você mais gosta de fazer?
- Gosto de criar monstros em sonhos com tempestades.
(Eta! Só faltava aparecer um Kraken ou Godzilla para afundar a ilha onde estávamos)
-Mas porque você cria monstros?
Antes que ele me respondesse, Pyros me empurrou para lado dizendo que eu já tinha feito perguntas demais e pegou o ornitorrinco e saiu correndo.
Corri atrás gritando que ele era meu e ele respondeu que agora o bicho era dele. Pois ele também queria perguntar algumas coisas. Ele saiu voando e sumiu com o meu ornitorrinco.
Fiquei brava, mas me acalmei. Decidi voltar para cabana e procurar por um outro animal.
Andei pelos cômodos e encontrei uma senhora sentada numa cadeira de balanco. Perguntei onde eu poderia encontrar algum bichinho para conversar. Ela disse que na cozinha, embaixo da mesa tinha três caixotes. Em um deles eu encontraria o que eu procurava.
Fui para cozinha e me enfiei debaixo da mesa. Os três caixotes estavam lá.  De brucos e com os cotovelos no chão, comecei a vasculhar os caixotes. Olhei o primeiro e tinha vários gatos de borracha. No segundo, tinha gatos de pelúcia e no terceiro caixote tinha uma gata com um filhote  Eles eram cinza, pelo longo e os olhos também eram cinzas. O gatinho saiu do caixote e veio brincar comigo. Ele subiu nas minhas costas. Decidi bruxar um papo com a gata.
- Qual o seu nome?
Ela miou
- Você sabe para onde o Pyros levou o meu ornitorrinco?
- De novo ela miou.
- Eu não estou te entendendo. Fale a minha língua.
A gata levantou e pegou com a boca um papel, no qual ela esta deitada em cima e me entregou. Então ela subiu nas minhas costas e pegou o filhote dela e se foi.
Olhei para o papel e tinha algumas coisas anotadas. Lembro que li um nome e deduzi que ele era o nome da gata. Havia mais coisas escritas, mas não consegui ler. As letras ficavam tremidas. Eu me levantei e fui procurar aquela senhora na cadeira de balanco e pedir para ela ler o que estava escrito no papel. Um barulho surge.
Acordo com o barulho da escavadeira.

Sonho 3:
Tive mais um sonho lúcido, mas ainda nao digitei. Assim que terminar de digitar, volto para publicá-lo.

Achei muito legal esse seu segundo sonho e digo que fiquei com bastante inveja da quantidade de detalhes, e pelo que percebi, o sonho durou bastante. E esse negócio de sonhar com pessoas que nem conhece? Como era o "seu" Pyros? kkk lingua
Seu sonho foi caprichado também Adrm. Eu gostei muito.
O Pyros no meu sonho é jovem, um pouco mais alto do que eu, magro e sempre aparece sem camisa e usando uma calça de brim preta. Parte do rosto sempre está coberta pelo cabelo desarrumado. lol
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Mar 01, 2017 8:16 pm
EmersonPawoski escreveu:01

Já suspeitando que estava num sonho não é?!... hahaha Nossa que final misterioso. Qual seria o significado de receber uma caixa de fósforo após escolher o macarrão? Ta aí uma mensagem do inconsciente.


02

Olha o macarrão e fósforo outra vez...
Fui andando de costas até atravessar a parede e sai voando Que técnica ótima menina. Nossa, aprendi bastante com esse relato. Realmente a sensação de estar na aguá no sonho é muito boa.
Gosto de criar monstros em sonhos com tempestades. Meu deus... E eu achando a Lisa, meu outro animal que era uma leoa, era hardcore.

Macaco, galo, ornitorrinco e gato. Que experiência fantástica. Parabéns. viva
Apareceram tantos animais que ao acordar, pensei em fazer uma aposta no jogo do bicho. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Mar 01, 2017 8:20 pm
Pyros escreveu:Eu poderia comentar muitas coisas, mas posso resumir tudo isso em apenas :                              3



Zoeiras a parte, sonho muito bom Koenigin. Se eu ficar lúcido antes do fim do desafio eu tento te procurar e devolver o ERC.
Eu vi que você tentou devolver o Erc, Pyros. Vou procurar a caixa que você me deu no meu próximo sonho, se eu lembrar. Hehehe.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Mar 01, 2017 8:27 pm
Reizen Endler escreveu:Eu não sei se o seu sonho foi na mesma data do Pyros, mas os dois estão registrados "Hoje" e como houve interação com o mesmo, aliás no sonho dele houve uma tempestade de areia já no seu talvez fora uma tempestade de "Chuva" contudo essa interação sobre tais fenômenos naturais é bem interessante.

O diálogo inicial foi muito bacana Kon, no caso observei que você foi um pouco mais receptiva com os personagens oníricos, isso é bom, apesar de que eu sei que as vezes tais personagens tendem a impor escolhas sem respeitar as nossas decisões. É claro que esse tipo de experiência varia de cada pessoa e temo que ter um certo bom senso para não nos deixarmos levar apenas pelas escolhas do subconsciente, contudo respeita-lo pode ser um trabalho difícil uma vez que o mesmo não sabe diferenciar o certo e errado como o consciente o faz. piscar

Fica ao seu critério Kon decidir se através da sua experiência você sentiu que o Ornitorrinco foi o seu animal interior, caso positivo seus pontos serão creditados no termino da data do desafio, caso contrário poderá tentar mais uma vez para ter certeza. certo
Reizen, eu acho que o Ornitorrinco foi o meu animal interior, porque em nenhum momento do sonho, eu pensei num animal especifico e o modo como ele apareceu (dentro do bico de um pelicano) foi totalmente inesperado. É um bicho esquisito, mas eu gostei dele. muito feliz
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Mar 01, 2017 8:30 pm
Érika escreveu:
Königin:



Sonho 01:
Eu estava dormindo e meu marido me acordou para dizer que estava saindo. Tento voltar a dormir, mas antes decido ir ao banheiro. Passo pelo corredor e vejo um homem usando um macacão azul e de capacete. Ele auxiliava outros homens que estavam dentro de um buraco no meio do corredor. Perguntei o que ele estava fazendo, e ele disse que ele e a equipe dele estavam consertando o encanamento da rua que fornece água para o meu prédio. Já suspeitando que estava num sonho, olhei para minha mão esquerda e ela estava cheia de dedos. Fiquei lúcida.
Perguntei para o rapaz se eu podia entrar no buraco onde eles estavam trabalhando e ele disse que não porque eu não tinha equipamentos de segurança. Falei para ele me dar o capacete dele, mas ele se recusou.
Resolvi sair de perto e fui para cozinha. Não demorou muito, apareceu o rapaz trazendo uma caixa e dizendo que tinha dois produtos lá dentro e que eu podia escolher apenas um. Olhei na caixa e vi potes de maionese e pacotes de macarrão.
- Eu quero o pote de maionese. – Falei.
- Não! Você escolheu errado. Você tem que escolher o macarrão.
- Eu quero o pote de maionese.
O cara ficou bravo. Pegou um pacote de macarrão e jogou em mim e gritou:
- É para você escolher o macarrão.
Eu respirei fundo para me controlar. Eu não queria discutir com ele. Eu prometi para mim mesma que seria mais tolerante com as minhas figuras oníricas.
- Ok! Eu escolho o macarrão. Falei enquanto pegava do chão o pacote que ele atirou em mim. – Por que você me deu uma chance de escolha, porém, você é quem escolhendo no meu lugar?
Ele não respondeu. Só colocou uma caixinha fosforo sobre a mesa e saiu correndo.
Comecei a ouvir vozes dos outros trabalhadores e um barulho de uma escavadeira.
Acordo
O barulho era real. Hoje homens estão trabalhando na frente do meu prédio para reparar um encanamento que rompeu.

Sonho 02:
Relato correspondente ao Desafio Rank C:  Encontrar o animal interior.

Fico na cama e acabo adormecendo. O sonho começa não lúcido.
Eu estou no meu dormindo e acordo com uma gritaria. Eram meu irmão e meu primo que entram no meu quarto fazendo a maior bagunça. Eu levanto e vejo que meu quarto está diferente, mas não questiono a realidade.
Converso com meu primo e logo ele e meu irmão me deixa sozinha para trocar de roupa. Sobre uma cômoda tem um pacote de macarrão e uma caixa de fosforo.  De novo, não questiono a realidade.
Troco de roupa e vou para cozinha. Vejo meus avós tomando café e meu primo entra correndo, falando ia vir uma tempestade e meu irmão está na casinha do fundo, morrendo de medo. Eu saio para buscá-lo e fiquei horrorizada quando olhei para céu. Nuvens pretas carregadas cobriam todo o céu. Um vento gelado soprava no rosto. Corri até o fundo do quintal e entrei na casinha. Chamei meu irmão e ele apareceu chorando. Dizia estar com medo. Peguei na mão dele e falei que iriamos para casa, pois era mais seguro.
Saímos correndo. Começou a trovejar e ventar mais forte. Entramos na cozinha e por causa da ventania, eu tive dificuldade para fechar a porta. Meu avô me ajudou fechar a porta. Ele me disse para ir para levar meus primos para quarto, pois era mais seguro.
Levei os dois e eles ficaram lá brincando. Fui para sala e encontrei uma mulher com uma macaquinha no ombro. A macaquinha tinha cabelos vermelhos longos cacheados, estava maquiada e usava um vestidinho florido.
A macaquinha pulou do ombro da mulher e correu para sala. Fui atrás. Ela parou sobre uma mesinha próxima a janela. Na sala havia uma mulher dormindo. Ela parecia ser minha irmã, mas estava diferente. Havia também uma galinha marrom, que ciscava o tapete, puxando os fios dele com o bico.
Voltei minha atenção para macaquinha. Aquele cabelo vermelho dela era muito chamativo. Primeiro, pensei que era uma peruca, e quando eu me aproximei e puxei para ver se saia, descobri que era cabelo mesmo, e a macaquinha ficou muito brava e tentou me morder. Eu me afastei dela e fui parar perto da galinha.
A galinha não parecia ter medo. Eu me abaixei e comecei a fazer um carinho na cabeça dela e ela parecia gostar. De repente, a macaquinha se aproximou e parecia querer carinho também. Fiquei acariciando as duas e do nada pareceu um frango.
Era um frango abatido, como o que a gente compra no supermercado. Despenado, sem cabeça e com as pernas embutidas no corpo.
Sei lá porque eu comecei a acariciar o frango e ele começou a ganhar vida. Começou a mexer as asas e se levantou ficando sobre as coxas (ele não tinha pés). Aquilo era grotesco e estranho.
Trovejou bem forte e eu olhei assustada para janela. Vi aquele céu escuro assustador. Levantei para olhar melhor e vi estava não estava mais na casa da minha avó e sim no meu antigo apartamento.
Olhei para baixo e vi um mar com uma pequena ilha cheia de cabanas brancas. Percebi que a ilha ficava mudando de lugar o tempo todo.
– Isso só pode ser um sonho!  - Falei e olhei para minha mão esquerda. Eu tinha cinco dedos, mas os espaços entre eles estava muito grande. Olhei de novo e vi meus dedos grudarem uns nos outros formando uma garra estranha. Olho para outra mão e ela está assim também. Fico lúcida e me viro para a pessoa que está dormindo. Não era minha irmã. Era eu mesma. Vi a galinha, a macaquinha e o frango-zumbi  em cima de dela e eles pareciam agressivos. Trovejou mais uma vez.
Pensei em acordar a outra eu, mas fiquei com receio dela não gostar ou os três bichos me atacarem, sei lá. Decidi sair do apartamento e ir para a ilha que ficava mudando de posição.
Pressionei a língua contra o céu da boca e esfreguei as mãos. Fui andando de costas até atravessar a parede e sai voando. Enquanto voava, lembrei-me do desafio do Emerson Pawoski e decidi que procuraria meu animal na ilha. De repente, comecei a cair. Tudo escureceu por alguns segundos. Eu me concentrei na ilha e vi o sonho recomeçar. Vi em baixo de mim o mar surgindo. Ele era azul, mas era cintilante. Desci e entrei na água. Senti aquela água fria do mar e um vento gelado. Olhei para céu e as nuvens escuras ainda cobriam lá. Comecei a nadar em direção da ilha. A sensação de estar nadando era muito real. Pensei em mergulhar para quem sabe encontrar algum animal marinho, mas desisti. Quando eu estava me aproximado da costa, apareceu um pelicano voando em minha direção.
-Ele deve ser o meu animal. – Pensei.
O pelicano desceu na água bem perto de mim, abriu o enorme bico e cuspiu um outro animal e saiu voando e sumiu.
O outro animal era um ornitorrinco.

Ele era pequeno, amarelo com bico, patas e rabo vermelhos. Ele veio nadando em minha direção todo feliz. O bichinho era bonitinho.
Trovejou de novo e eu decidi nadar até a praia e procurar um abrigo. O ornitorrinco veio atrás. Chegamos na areia da praia e lá havia um rapaz. Era o Pyros (a minha versão onírica do pyros). Ele estava novamente usando só uma calça preta e o cabelo estava jogando no rosto. Ele falou que havia uma cabana onde poderíamos nos proteger da tempestade.
Eu peguei o ornitorrinco no colo e fomos para cabana.
Coloquei o bichinho em cima da mesa e perguntei para ele qual era o nome dele. Ele me olhou confuso e não respondeu nada. Tentei novamente e nada.
Pyros pediu para dar uma olhada nele e depois de olhar todo curioso ele falou:
-Do lado da cabeça tem um pequeno osso que parece um microfone. Talvez você precise falar perto dele para ele te escutar.
Eu me aproximei e fiz a mesma pergunta.
Ele respondeu. Só que no momento que ele disse o nome dele, uma sirene de bombeiro ou ambulância começou a tocar e em seguida parou.
Eu entendi que o nome dele era ERC e Pyros disse que entendeu ERIC e começamos uma discussão boba
Perguntei para o bichinho se o nome dele era ERC e ele disse que sim.
Pyros não gostou muito da resposta. Fiz mais uma pergunta:
- Erc, o que você mais gosta de fazer?
- Gosto de criar monstros em sonhos com tempestades.
(Eta! Só faltava aparecer um Kraken ou Godzilla para afundar a ilha onde estávamos)
-Mas porque você cria monstros?
Antes que ele me respondesse, Pyros me empurrou para lado dizendo que eu já tinha feito perguntas demais e pegou o ornitorrinco e saiu correndo.
Corri atrás gritando que ele era meu e ele respondeu que agora o bicho era dele. Pois ele também queria perguntar algumas coisas. Ele saiu voando e sumiu com o meu ornitorrinco.
Fiquei brava, mas me acalmei. Decidi voltar para cabana e procurar por um outro animal.
Andei pelos cômodos e encontrei uma senhora sentada numa cadeira de balanco. Perguntei onde eu poderia encontrar algum bichinho para conversar. Ela disse que na cozinha, embaixo da mesa tinha três caixotes. Em um deles eu encontraria o que eu procurava.
Fui para cozinha e me enfiei debaixo da mesa. Os três caixotes estavam lá.  De brucos e com os cotovelos no chão, comecei a vasculhar os caixotes. Olhei o primeiro e tinha vários gatos de borracha. No segundo, tinha gatos de pelúcia e no terceiro caixote tinha uma gata com um filhote  Eles eram cinza, pelo longo e os olhos também eram cinzas. O gatinho saiu do caixote e veio brincar comigo. Ele subiu nas minhas costas. Decidi bruxar um papo com a gata.
- Qual o seu nome?
Ela miou
- Você sabe para onde o Pyros levou o meu ornitorrinco?
- De novo ela miou.
- Eu não estou te entendendo. Fale a minha língua.
A gata levantou e pegou com a boca um papel, no qual ela esta deitada em cima e me entregou. Então ela subiu nas minhas costas e pegou o filhote dela e se foi.
Olhei para o papel e tinha algumas coisas anotadas. Lembro que li um nome e deduzi que ele era o nome da gata. Havia mais coisas escritas, mas não consegui ler. As letras ficavam tremidas. Eu me levantei e fui procurar aquela senhora na cadeira de balanco e pedir para ela ler o que estava escrito no papel. Um barulho surge.
Acordo com o barulho da escavadeira.

Sonho 3:
Tive mais um sonho lúcido, mas ainda nao digitei. Assim que terminar de digitar, volto para publicá-lo.

Sonhos muito legais Königin, achei curioso o fato da macaquinha ter cabelo vermelho e o ornitorrinco também ter bico, patas e rabo vermelhos. Pyros não está com uma boa fama nos sonhos, primeiro apareceu para desejar que eu acordasse do meu sonho e agora apareceu no seu para levar o Erc gargalhada
Obrigada, Érika. O Pyros Onirico é um garoto muito complicado. gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qua Mar 01, 2017 8:32 pm
Pyros escreveu:
Érika escreveu:
Königin:



Sonho 01:
Eu estava dormindo e meu marido me acordou para dizer que estava saindo. Tento voltar a dormir, mas antes decido ir ao banheiro. Passo pelo corredor e vejo um homem usando um macacão azul e de capacete. Ele auxiliava outros homens que estavam dentro de um buraco no meio do corredor. Perguntei o que ele estava fazendo, e ele disse que ele e a equipe dele estavam consertando o encanamento da rua que fornece água para o meu prédio. Já suspeitando que estava num sonho, olhei para minha mão esquerda e ela estava cheia de dedos. Fiquei lúcida.
Perguntei para o rapaz se eu podia entrar no buraco onde eles estavam trabalhando e ele disse que não porque eu não tinha equipamentos de segurança. Falei para ele me dar o capacete dele, mas ele se recusou.
Resolvi sair de perto e fui para cozinha. Não demorou muito, apareceu o rapaz trazendo uma caixa e dizendo que tinha dois produtos lá dentro e que eu podia escolher apenas um. Olhei na caixa e vi potes de maionese e pacotes de macarrão.
- Eu quero o pote de maionese. – Falei.
- Não! Você escolheu errado. Você tem que escolher o macarrão.
- Eu quero o pote de maionese.
O cara ficou bravo. Pegou um pacote de macarrão e jogou em mim e gritou:
- É para você escolher o macarrão.
Eu respirei fundo para me controlar. Eu não queria discutir com ele. Eu prometi para mim mesma que seria mais tolerante com as minhas figuras oníricas.
- Ok! Eu escolho o macarrão. Falei enquanto pegava do chão o pacote que ele atirou em mim. – Por que você me deu uma chance de escolha, porém, você é quem escolhendo no meu lugar?
Ele não respondeu. Só colocou uma caixinha fosforo sobre a mesa e saiu correndo.
Comecei a ouvir vozes dos outros trabalhadores e um barulho de uma escavadeira.
Acordo
O barulho era real. Hoje homens estão trabalhando na frente do meu prédio para reparar um encanamento que rompeu.

Sonho 02:
Relato correspondente ao Desafio Rank C:  Encontrar o animal interior.

Fico na cama e acabo adormecendo. O sonho começa não lúcido.
Eu estou no meu dormindo e acordo com uma gritaria. Eram meu irmão e meu primo que entram no meu quarto fazendo a maior bagunça. Eu levanto e vejo que meu quarto está diferente, mas não questiono a realidade.
Converso com meu primo e logo ele e meu irmão me deixa sozinha para trocar de roupa. Sobre uma cômoda tem um pacote de macarrão e uma caixa de fosforo.  De novo, não questiono a realidade.
Troco de roupa e vou para cozinha. Vejo meus avós tomando café e meu primo entra correndo, falando ia vir uma tempestade e meu irmão está na casinha do fundo, morrendo de medo. Eu saio para buscá-lo e fiquei horrorizada quando olhei para céu. Nuvens pretas carregadas cobriam todo o céu. Um vento gelado soprava no rosto. Corri até o fundo do quintal e entrei na casinha. Chamei meu irmão e ele apareceu chorando. Dizia estar com medo. Peguei na mão dele e falei que iriamos para casa, pois era mais seguro.
Saímos correndo. Começou a trovejar e ventar mais forte. Entramos na cozinha e por causa da ventania, eu tive dificuldade para fechar a porta. Meu avô me ajudou fechar a porta. Ele me disse para ir para levar meus primos para quarto, pois era mais seguro.
Levei os dois e eles ficaram lá brincando. Fui para sala e encontrei uma mulher com uma macaquinha no ombro. A macaquinha tinha cabelos vermelhos longos cacheados, estava maquiada e usava um vestidinho florido.
A macaquinha pulou do ombro da mulher e correu para sala. Fui atrás. Ela parou sobre uma mesinha próxima a janela. Na sala havia uma mulher dormindo. Ela parecia ser minha irmã, mas estava diferente. Havia também uma galinha marrom, que ciscava o tapete, puxando os fios dele com o bico.
Voltei minha atenção para macaquinha. Aquele cabelo vermelho dela era muito chamativo. Primeiro, pensei que era uma peruca, e quando eu me aproximei e puxei para ver se saia, descobri que era cabelo mesmo, e a macaquinha ficou muito brava e tentou me morder. Eu me afastei dela e fui parar perto da galinha.
A galinha não parecia ter medo. Eu me abaixei e comecei a fazer um carinho na cabeça dela e ela parecia gostar. De repente, a macaquinha se aproximou e parecia querer carinho também. Fiquei acariciando as duas e do nada pareceu um frango.
Era um frango abatido, como o que a gente compra no supermercado. Despenado, sem cabeça e com as pernas embutidas no corpo.
Sei lá porque eu comecei a acariciar o frango e ele começou a ganhar vida. Começou a mexer as asas e se levantou ficando sobre as coxas (ele não tinha pés). Aquilo era grotesco e estranho.
Trovejou bem forte e eu olhei assustada para janela. Vi aquele céu escuro assustador. Levantei para olhar melhor e vi estava não estava mais na casa da minha avó e sim no meu antigo apartamento.
Olhei para baixo e vi um mar com uma pequena ilha cheia de cabanas brancas. Percebi que a ilha ficava mudando de lugar o tempo todo.
– Isso só pode ser um sonho!  - Falei e olhei para minha mão esquerda. Eu tinha cinco dedos, mas os espaços entre eles estava muito grande. Olhei de novo e vi meus dedos grudarem uns nos outros formando uma garra estranha. Olho para outra mão e ela está assim também. Fico lúcida e me viro para a pessoa que está dormindo. Não era minha irmã. Era eu mesma. Vi a galinha, a macaquinha e o frango-zumbi  em cima de dela e eles pareciam agressivos. Trovejou mais uma vez.
Pensei em acordar a outra eu, mas fiquei com receio dela não gostar ou os três bichos me atacarem, sei lá. Decidi sair do apartamento e ir para a ilha que ficava mudando de posição.
Pressionei a língua contra o céu da boca e esfreguei as mãos. Fui andando de costas até atravessar a parede e sai voando. Enquanto voava, lembrei-me do desafio do Emerson Pawoski e decidi que procuraria meu animal na ilha. De repente, comecei a cair. Tudo escureceu por alguns segundos. Eu me concentrei na ilha e vi o sonho recomeçar. Vi em baixo de mim o mar surgindo. Ele era azul, mas era cintilante. Desci e entrei na água. Senti aquela água fria do mar e um vento gelado. Olhei para céu e as nuvens escuras ainda cobriam lá. Comecei a nadar em direção da ilha. A sensação de estar nadando era muito real. Pensei em mergulhar para quem sabe encontrar algum animal marinho, mas desisti. Quando eu estava me aproximado da costa, apareceu um pelicano voando em minha direção.
-Ele deve ser o meu animal. – Pensei.
O pelicano desceu na água bem perto de mim, abriu o enorme bico e cuspiu um outro animal e saiu voando e sumiu.
O outro animal era um ornitorrinco.

Ele era pequeno, amarelo com bico, patas e rabo vermelhos. Ele veio nadando em minha direção todo feliz. O bichinho era bonitinho.
Trovejou de novo e eu decidi nadar até a praia e procurar um abrigo. O ornitorrinco veio atrás. Chegamos na areia da praia e lá havia um rapaz. Era o Pyros (a minha versão onírica do pyros). Ele estava novamente usando só uma calça preta e o cabelo estava jogando no rosto. Ele falou que havia uma cabana onde poderíamos nos proteger da tempestade.
Eu peguei o ornitorrinco no colo e fomos para cabana.
Coloquei o bichinho em cima da mesa e perguntei para ele qual era o nome dele. Ele me olhou confuso e não respondeu nada. Tentei novamente e nada.
Pyros pediu para dar uma olhada nele e depois de olhar todo curioso ele falou:
-Do lado da cabeça tem um pequeno osso que parece um microfone. Talvez você precise falar perto dele para ele te escutar.
Eu me aproximei e fiz a mesma pergunta.
Ele respondeu. Só que no momento que ele disse o nome dele, uma sirene de bombeiro ou ambulância começou a tocar e em seguida parou.
Eu entendi que o nome dele era ERC e Pyros disse que entendeu ERIC e começamos uma discussão boba
Perguntei para o bichinho se o nome dele era ERC e ele disse que sim.
Pyros não gostou muito da resposta. Fiz mais uma pergunta:
- Erc, o que você mais gosta de fazer?
- Gosto de criar monstros em sonhos com tempestades.
(Eta! Só faltava aparecer um Kraken ou Godzilla para afundar a ilha onde estávamos)
-Mas porque você cria monstros?
Antes que ele me respondesse, Pyros me empurrou para lado dizendo que eu já tinha feito perguntas demais e pegou o ornitorrinco e saiu correndo.
Corri atrás gritando que ele era meu e ele respondeu que agora o bicho era dele. Pois ele também queria perguntar algumas coisas. Ele saiu voando e sumiu com o meu ornitorrinco.
Fiquei brava, mas me acalmei. Decidi voltar para cabana e procurar por um outro animal.
Andei pelos cômodos e encontrei uma senhora sentada numa cadeira de balanco. Perguntei onde eu poderia encontrar algum bichinho para conversar. Ela disse que na cozinha, embaixo da mesa tinha três caixotes. Em um deles eu encontraria o que eu procurava.
Fui para cozinha e me enfiei debaixo da mesa. Os três caixotes estavam lá.  De brucos e com os cotovelos no chão, comecei a vasculhar os caixotes. Olhei o primeiro e tinha vários gatos de borracha. No segundo, tinha gatos de pelúcia e no terceiro caixote tinha uma gata com um filhote  Eles eram cinza, pelo longo e os olhos também eram cinzas. O gatinho saiu do caixote e veio brincar comigo. Ele subiu nas minhas costas. Decidi bruxar um papo com a gata.
- Qual o seu nome?
Ela miou
- Você sabe para onde o Pyros levou o meu ornitorrinco?
- De novo ela miou.
- Eu não estou te entendendo. Fale a minha língua.
A gata levantou e pegou com a boca um papel, no qual ela esta deitada em cima e me entregou. Então ela subiu nas minhas costas e pegou o filhote dela e se foi.
Olhei para o papel e tinha algumas coisas anotadas. Lembro que li um nome e deduzi que ele era o nome da gata. Havia mais coisas escritas, mas não consegui ler. As letras ficavam tremidas. Eu me levantei e fui procurar aquela senhora na cadeira de balanco e pedir para ela ler o que estava escrito no papel. Um barulho surge.
Acordo com o barulho da escavadeira.

Sonho 3:
Tive mais um sonho lúcido, mas ainda nao digitei. Assim que terminar de digitar, volto para publicá-lo.

Sonhos muito legais Königin, achei curioso o fato da macaquinha ter cabelo vermelho e o ornitorrinco também ter bico, patas e rabo vermelhos. Pyros não está com uma boa fama nos sonhos, primeiro apareceu para desejar que eu acordasse do meu sonho e agora apareceu no seu para levar o Erc gargalhada

Vocês e seus personagens oníricos estão claramente me  avacalhando batalha
hahahaa
Hahaha! Da próxima vez que o Pyros aparecer, vou pedir para ele ser mais simpático e se comportar melhor. lol
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01.03.2017 - Qual a História da Catedral de Notre Dame?

em Qua Mar 01, 2017 8:40 pm
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Abaixo segue meu relatório sobre o Desafio: Qual a história da Catedral de Notre Dame?. Foi uma longa tentativa, mas acho que consegui fazer as tarefas propostas no desafio. viva

Sonho 1:
Sonho começa comum. Estou numa rodoviária e a filha pequena da minha prima está comigo. Ela começa a chorar e saio a procura da minha prima. Durante a procura, menina tem um ano de idade, começa a falar comigo sobre botânica e ele fala de plantas e suas composições químicas. Acho aquilo absurdo e desconfio que estou sonhando. Eu olho para minha mão e vejo meus dedos todos tortos. Eu encontro o pai da menina e o sonho se desestabiliza e eu acordo.

Sonho 2:
Volto a dormir. Ouço passos no corredor e um vulto se aproxima do meu lado. Ele diz algo que eu não entendo. Eu o ignoro e giro meu corpo para lado e me levanto e faço um RC, que confirma que estou sonhando.
Lembro-me do meu desafio saio voando a procura da cidade de Paris. Eu me aproximo de uma grande cidade. Desço num viaduto e caminho em direção de uns prédios.
“Os prédios são modernos. Paris não é assim.” – Pensei.
Volto a voar e do alto olho para o horizonte. De longe eu enxergo a cidade. Vi a torre Eiffel e a Catedral. Era como se eu tivesse uma visão de águia, ou binóculo invisível.
Voo em direção da cidade e o sonho se desfaz e eu tenho um falso despertar.

Sonho 3:
Não percebo o falso despertar e me levanto da cama. Ao meu lado está o meu antigo notebook. Vejo que ele está ligado e a tela mostra o site do fórum sonho lúcidos.
O site não azul e sim verde-claro. Dou uma olhada no conteúdo e começo a ler um relato de um participante chamado Jayce. A cada frase que leio, muda em seguida para uma outra frase desconhecida. Tentei ler vários comentários, mas o conteúdo mudava a todo instante e então eu desisti e falei:
- Não vou perder meu tempo. Não dá para ler nada em sonho, mesmo.
Nesse momento ganhei lucidez. Fiz um RC para nao perder o hábito e fui dar continuidade ao meu desafio. Pressionei a língua contra o céu da boca e desenhei uma porta na parede e a travessei, desejando está em Paris quando chegasse do outro lado.
Eu fui parar numa cidade medieval. Caminhei pela rua de pedras até encontrar para um passante e perguntei a ele onde ficava a Catedral de Notre Dame, e ele me disse que eu estava na cidade errada. Paris ficava alguns poucos quilômetros dali. Ele apontou a direção, eu o agradeci e emseguida, corri para dar um impulso e voei para lá.
Não encontrei nada. Tive aideia de criar a minha cidade de Paris.
Desci numa rua de terra e comecei a imaginar que eu estava dentro da cidade. Aos poucos a cidade prédios foram surgindo. No começo eles eram translúcidos, mas foram ganhando forma e cores. Até o rio surgiu. Segui a pé, pela margem do rio, atéchegar uma praça. Vi o chão se abrir, e a catedral emergiu e acabou ficando num nível mais alto que a cidade. Era como se ela estivesse num morro. Voei até a entrada de catedral e dei uma olhada na minha construção. Ela era bem-parecida com a original. Tinha aquele vitral redondo e aquelas estátuas enfileiradas sobre a fachada. Não sei porque, algumas das estátuas não tinham cabeças.
As portas da entrada estavam fechadas e eu voei para uma das torres. Chegando lá, vi um exército de quimeras de pedras.
Eram muitas e todas eram diferentes . Cada uma delas eram compostas por dois ou três animais diferentes) e todas elas eram bípedes (ficavam em pé sobre duas patas).
Vou descrever as três primeiras que estavam posicionadas em destaque na frente das outras. A primeira, da esquerda, tinha uma cabeça, tronco e patas dianteiras de leão e o resto do corpo e patas traseiras pareciam ser de um touro e o rabo parecia ter uma cabeça de algum animal que não me lembro qual era. A segunda da direita tinha cabeça e pernas dianteiras de águia e o restnate corpo e patas traseiras de leão.
A quimera do meio era a mais esquisita de todas, porque o corpo dela era uma placa de madeira com um rosto desenhado. Ela me lembrava o Plank dodesenho “Du, Dudu e Edu”. (Quem assistiu esse desenho deve se lembrar de um personagem que tinha uma placa de madeira com um rosto desenhado chamada Plank).
Bom, a minha placa de madeira era bem maior e na parte de cima tinha uma cabeça de cabra e os bracos era de algum bicho que não me lembro. Ela segurava uma lança na mão direita. Às vezes, ela me lembrava uma porta.
Eu não sabia como começar a conversa com as quimeras de pedra e comecei com o básico:
- Oi, tudo bem?
A Quimera-Plank respondeu:
- Estamos bem.
(Que bom, elas sao amigáveis.)
Depois de quebrar o gelo, fui mais direta e pedi para que elas me contassem alguma história sobre a Catedral e a história que a Quimera-Águia me contou foi a seguinte:
A catedral foi construída para abrigar uma legião. Segundo a quimera-águia, membros dessa legião entram em conflito entre eles, quando um tal de Barlomeu (ou Bartolomeu) usou uma fechadura, construída por Lúcifer, para trancar as portas da Catedral. Pelo que eu entendi isso foi um ato de traição e desencadeu uma batalha entre eles e a catedral foi destruída. Tempos depois, ela novamente reconstruída pela igreja católica.
Perguntei a Quimera-Águia, se a fechadura de Lúcifer ainda estava na igreja e se eu poderia vê-la, ela respondeu que sim e pediu para que a acompanhasse. A quimera assumiu a posição de quatro patas e pulouda torre para solo e eu pulei atrás.
O sonho se desfez e eu acordei.

Sonho 4:
Eu me viro de lado e pensando ainda na história da catedral, eu volto a dormir. Ouço passos no corredor e ouço a voz do meu marido gritando comigo. Eu me levanto e estou sozinha no quarto. Recordo-me de meu marido já tinha saído para trabalhar e desconfio que estou sonhando. Olho para minha mão esquerda e ela está bem pequena. Decido voltar para a Catedral. Esfrego a mãos e desenho novamente uma porta e atravesso. Vou parar exatamente em frente da porta da Catedral. A Quimera não está mais lá.
Vejo uma fechadurana porta. Ela era toda de metal e tinha uma cabeça de um demônio com a boca aberta. É pela abertura da boca que a chave era colocada. Eu empurro a porta, mas ela não abre. Decido atravessá-la e ao passar por ela, caio num buraco.
A queda parecia longa e eu não conseguia controlá-la. Fiquei com medo e meu coração dispara. A coisa piorou quando um vulto se aproximou e me agarrou. Achei que meu coração ia sair pela boca. O vulto me abraçou com tanta força que eu senti os batimentos cardíacos dele nas minhas costas. O ritmo do coração dele era bem lento. Ele aproximou os lábios dele no meu ouvido e falou algo numa língua incompreensível. O interessante, foi que eu me acalmei e meu coração passou a bater no mesmo ritmo do dele.
Percebi que parei de cair e ele me pegou no colo. Parecíamos que voávamos. Por um instante pensei que ele seria o Dr. Manhattan (personagem de um outro sonho), mas eu senti o cabelo dele tocando no meu rosto. O cabelo era longo.
Começamos lentamente a descer e noto que o buraco se transforma no meu quarto. Pergunto se ele é o Dr. Manhattan, mas ele não responde. Ele me coloca na minha cama.
Eu agarro o cabelo dele e pergunto quem ele é. Ele segura no pulso e eu solto a mecha, mas insisto na pergunta e peço para ele pelo menos me dizer o nome.
- Muriel – disse ele.
Acordo em seguida.

Sonho 5:
Sobre esse sonho, eu não me recordo de muita coisa.
Eu permaneço imóvel na cama e sinto algo subir na minha cama e sentar do meu lado. Eu ignoro e giro meu corpo para lado e me levanto. Vejo a Quimera-Águia sentada na minha cama. Nós conversamos, mas não me recordo sobre o que falamos.
Pergunto a ela quem é Muriel e ela quer saber de onde eu tirei esse nome. Eu conto a história da minha queda e que um vulto chamado Muriel me segurou e me trouxe de volta para quarto. Ela disse que esse vulto não podia ser Muriel porque ele se foi a centenas de anos. Peço a ela para me contar a história dele e quando ela começa a falar começo a ouvir um som alto de uma música. Eu acho que a música vinha de um rádio, porque quando a música terminou, ouvi uma voz de um locutor falar algo em alemão. Em seguida ele tocou outra música. Sai a procura do rádio para desligá-lo e o sonho se desfaz e eu acordo.

Sonho 6:
Levanto para tomar café, mas eu me sinto tão sonolenta, que decido voltar para cama.
Durmo e sonho que estou numa casa tipo medieval. Há três senhores lá. O sonho tem aquele tom alaranjado e eu desconfio que estou sonhando. Olho para minha mão esquerda e ela está cheia de dedos. Fico lúcida.
Pergunto para os senhores se eu estou em Paris e eles dizem que não, mas não é muito longe dali. Eu quis saber o nome deles e eles me disseram (e eu esqueci).
Pergunto se eles sabem quem é Muriel, e após uma reação de espanto, eles me contam que Muriel estava mais entre nós, mas que ele foi um membro da legião que contra Barlomeu usar a fechadura do Diabo na porta da Catedral. Um deles, me perguntou de onde eu e conhecia o nome citado e eu contei rapidamente o sonho da queda no buraco. Um deles me disse que seria impossível ser Muriel, porque já fazia centenas de anos que ele havia partido. Então, um deles se levantou, foi para um quarto e voltou com uma caixa. Dentro dela tinha um punhal e eles disseram que esse punhal pertencia a Muriel. Eu pedi permissão para segurar o punhal e eles deixaram.
Gente, aquele punhal era extraordinário. É uma pena eu não saber desenhar, pois eu queria mostrar para vocês o que eu vi. O punhal era todo de metal. A lâmina era dourada e o cabo prateado. Nele tinha desenhos incríveis em alto-relevo dourado. A lâmina era lisa que dava para usar como espelho. No cabo havia um mecanismo ,que quando acionado, ele e a lâmina se abriam em dois como uma tesoura. Os desenhos em revelo no cabo mudavam, quandoo punhal adotava a forma da tesoura. Devolvi o punhal e ele foi guardado na caixa.
A partir daqui não consigo me lembrar do que aconteceu. Acordo.

Sonho 7:
Aqui minha memória falha bastante. Recordo-me de alguns trechos do sonho.
Lembro-me de ouvir a voz de Muriel falando coisas incompreensíveis e eu sentei na cama. Não sei como eu voltei à casa daqueles senhores e peguei o punhal da caixa. Voei a procura da igreja e não a encontrei. Ainda no ar, lembro-me que rodopie e me teleportei até a torre da Catedral. Voltei a falar com a Quimera-águia e ela me disse que se eu usasse o punhal para destruir uma pintura na parede dentro da catedral, eu descobriria a verdadeira história da Batalha dos Legionários.
...
Desço a escada segurando o punhal na mão e chego num salão cheio de telas. Parecia uma exposição. Vejo uma pintura da Catedral de Notre Dame. Ouço batimentos cardíacos e sinto que Muriel está atrás de mim. Ele usa uma roupa esquisita, algo como um colete em forma de armadura, e a cabeça está coberta com um capuz. Consigo ver parte do cabelo loiro. Ele tem um queixo quadrado e lábios finos.
Ele me pede para que eu devolva o punhal, mas eu me nego a devolver. Digo que primeiro preciso descobrir a verdade sobre a guerra entre os legionários, e usando o punhal, faço um corte na pintura que revela a existência de uma outra tela que estava escondida no fundo. Muriel pega o punhal e eu acordo.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Mar 02, 2017 12:01 am
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Sonho simplesmente fantástico, está de parabéns, 7 entradas, diálogos complexos e envolventes, analogias com número três seguido de um misticismo sem igual. Meus parabéns! Eu sempre tive o mesmo problema, depois da 4º reentrada a memória já começa a embaralhar um pouco, já na 6~7º reentrada o sonho durava em média 1~2 minutos e depois que acordava tinha que ser ligeiro com as palavras chaves para recordar o máximo possível dos detalhes.

certo
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Qui Mar 02, 2017 10:59 am
E você queria que eu esperasse até o fim da semana par ler esse sonho não é Koenigin? tsc tsc legal

Foi realmente um dos melhores sonhos seus que eu lembro de ter lido. A pegada épica e mitológica rendeu bastante para o sonho. A pergunta é, será que o Lulu que fez a fechadura é o mesmo conhecido seu que te ajudou a passar na prova? sim maligno

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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Sex Mar 03, 2017 3:36 pm
7 sonhos em uma noite só perplexo e o melhor é que eles são interligados entre si. Bem misterioso esse personagem Muriel. Estou tentando cumprir o desafio, tomara que eu encontre uma quimera simpática como as suas gargalhada
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Dom Mar 05, 2017 11:53 am
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01.03.2017 - Qual a História da Catedral de Notre Dame?

Se quiser mandar por inbox os detalhes do punhal, posso tentar desenhar Konigin. Geralmente quando sonho com coisas que não existem, desenho e escaneio para colocar no fórum (e desenho bem e não, não falo isso para me achar, é a realidade). Engraçado como o sonho pegou um teor judaico-cristão. Se Muriel for um anjo é algo dos judeus como Raziel que não é aceito no cristianismo. Fiz uma pesquisasinha e vi que Muriel é ou um querubim ou um serafim.
Mas enfim, que quimeras loucas hein... O Plank, nossa...
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Ter Mar 07, 2017 2:04 pm
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Reizen Endler escreveu:Sonho simplesmente fantástico, está de parabéns, 7 entradas, diálogos complexos e envolventes, analogias com número três seguido de um misticismo sem igual. Meus parabéns! Eu sempre tive o mesmo problema, depois da 4º reentrada a memória já começa a embaralhar um pouco, já na 6~7º reentrada o sonho durava em média 1~2 minutos e depois que acordava tinha que ser ligeiro com as palavras chaves para recordar o máximo possível dos detalhes.

certo
É verdade Reizen. Quanto mais reentrada, mais difícil fica para lembrar o sonho. Durante o sonho, quando acontecia algo que eu achava importante, eu ficava repetindo mentalmente para não esquecer. Esse método não funcionou na última reentrada, e eu me esqueci de muita coisa.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Ter Mar 07, 2017 2:06 pm
Pyros escreveu:E você queria que eu esperasse até o fim da semana par ler esse sonho não é Koenigin? tsc tsc legal

Foi realmente um dos melhores sonhos seus que eu lembro de ter lido. A pegada épica e mitológica rendeu bastante para o sonho. A pergunta é, será que o Lulu que fez a fechadura é o mesmo conhecido seu que te ajudou a passar na prova? sim maligno

Hahaha! Pensei na mesma coisa que você,Pyros, quando a Quimera me falou que Luci tinha feito a fechadura. sim maligno
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

em Ter Mar 07, 2017 2:09 pm
Érika escreveu:7 sonhos em uma noite só perplexo e o melhor é que eles são interligados entre si. Bem misterioso esse personagem Muriel. Estou tentando cumprir o desafio, tomara que eu encontre uma quimera simpática como as suas gargalhada
Eu li seu relato, Érika. Os adolescentes do seu sonhos pareciam mais assustadores que as minhas quimeras. lingua
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Königin

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