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Annekk
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Diário dos Sonhos Lúcidos de Annekk

em Sab Mar 28, 2015 11:25 am
Bom dia, gente!
Após muita demora, resolvi postar meus sonhos lúcidos no fórum. Desculpem a enrolação, mas queria postar mais de um assim que abrisse o tópico. Provavelmente ficarei nesse sistema porque tenho preguiça de ficar escrevendo de um em um porque é mais fácil pra mim, ok?
Convidado
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Annekk

em Sab Mar 28, 2015 12:02 pm
Primeiro sonho lúcido.

Técnica WILD - num cochilo à tarde.

Parte do sonho não lúcido:

Após uma rápida paralisia do sono com direito a alucinação macabra de uma menina em cima de mim, fui para o primeiro cenário de sonho. Estava na minha sala no trabalho e o diretor do campus passava por lá pra falar comigo. Não lembro sobre o que falamos, mas era como se fosse um dia comum no trabalho e estávamos tentando resolver algum problema de última hora. Peguei o telefone pra ligar pra outro setor e ele estava mudo, não conseguia falar com ninguém. Discava o ramal, ligava e desligava e nada. Comecei a achar estranho, foi quando do nada me toquei que era sábado e eu não trabalho aos finais de semana. Então o cenário mudou e eu estava em casa, sozinha.

Parte do sonho lúcido:

Tudo estava igual: mesma ordem dos objetos, móveis e etc. Estava no meu quarto e saí, andando pelo corredor que dá acesso à sala. Senti que estava lúcida, pois apesar de tudo estar normal, estava mais nítido que num sonho comum. Então fiz o um teste de realidade com o interruptor do corredor. A luz acendeu, mas de um jeito estranho. Não iluminava direito, de modo homogêneo. Fiquei tão eufórica com isso que nem pensei em fazer um segundo teste. Corri até a porta e tentei atravessá-la. Fui parar no corredor do lado de fora (moro em apartamento). Me deu a ideia louca de bater na porta da vizinha e sair correndo e foi o que fiz. Bati lá e corri pra casa de volta. Quando ia voltando para o quarto, a tal vizinha apareceu na porta do banheiro e me deu um susto. Com cara de poucos amigos, ela queria saber porque bati em sua porta e saí correndo. Como ela sabia eu não sei (saí antes que pudesse abrir a porta), mas respondi com toda a sinceridade: estava fazendo um teste com sonhos lúcidos e queria saber que resultado minha ação traria. A resposta pareceu acalmá-la, então ela saiu do banheiro e foi comigo até a sala. Abri a porta, esperando que ela saísse. Foi quando vimos um senhor estranho nos espiando através da entrada da cozinha. Perguntei se ela o conhecia, pois eu não o estava reconhecendo de maneira alguma. Quando ela disse que não, resolvi pedir que o senhor saísse porque de alguma forma ter um desconhecido dentro de minha casa me assustava. Ele nada disse e saiu de boa vontade. Acordei em seguida.
Convidado
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Annekk

em Sab Mar 28, 2015 2:02 pm
Segundo Sonho Lúcido:

Técnica: WBTB

Parte de sonho não lúcido:

Estava na antiga casa onde minha avó paterna morava quando viva. Eu e minha irmã, adolescentes, dormíamos no pequeno quarto da casa quando ouvíamos um barulho vindo do lado de fora. Assustadas, nos sentávamos enquanto nossa avó acordava com os barulhos que não paravam. Com medo, achamos que fosse um ladrão que tivesse invadido a casa de madrugada. Como todas as portas da residência eram de ferro e vidro, encostei o rosto na porta do quarto tentando ver qualquer movimento do outro lado. De repente, uma mulher estranha de cabelos compridos e pretos apareceu, o rosto colado ao vidro. Horrorizada, abri a boca pra gritar mas nenhum som saiu. Desconfiei na hora que era um sonho. Antes que pudesse fazer qualquer coisa, a mulher simplesmente passou através da porta e ficou flutuando no ar. Era um espírito.

Reunindo toda a minha coragem, perguntei a ela: - O que veio fazer aqui?
Ela respondeu: - Vim avisar uma coisa.
Eu: - O quê?
Ela: - Não sei mais.
Eu: - Então vai embora.
A mulher flutuou por mais alguns segundos e depois foi embora da mesma forma que chegou. Aliviada, fui até a porta e a abri. Sabia que aquilo só podia ser um sonho.

Parte do sonho lúcido:

Abri a porta e de repente estava numa casa diferente, onde nunca estive antes. Acendi a luz do corredor quando passei e ela falhou. Aí chequei minhas mãos. Dois dedos estavam colados, tão juntos que não se via a junção entre eles. Soube com certeza que era sonho. Resolvi explorá-lo. Saí da casa e já era dia. O sol tinia no céu como se fosse meio dia. O tempo estava bom e uma suave música, como aquelas de elevador, tocava ao fundo. Parecia vir de todo lugar, mas era bem agradável. Atravessei o quintal e saí pelo portão. A casa dava para uma rua super movimentada. Decidi ir em direção aos carros para ver se conseguia pular sobre eles. De fato, consegui. Bastava pensar em pular e já estava pulando, como se nem pesasse nada e a tarefa fosse absurdamente fácil. Então fui novamente para a calçada e comecei a caminhar, observando tudo ao redor.
Como no primeiro sonho, tudo era bem nítido, as cores de alguma forma mais realçadas que na realidade. Foi quando me veio a ideia de tentar voar e quando vi, surpresa, já estava voando. Subi tão alto que acabei ficando eufórica e acordei Crying or Very sad
Convidado
Convidado

Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Annekk

em Sab Mar 28, 2015 2:33 pm
Terceiro Sonho Lúcido

Técnica: WBTB

Parte do Sonho não lúcido:

Estava chovendo muito na rua e eu estava chegando em casa, toda ensopada. Entrei no prédio e subi as escadas (moro no último andar e não temos elevador rs). Quando cheguei ao último lance de escadas, vi que tinha um grupinho de jovens conversando no corredor. Não dei bola, porque nem os conhecia e passei reto, ignorando um dos meninos que era bem bonitinho LOL Ao chegar no corredor propriamente dito, onde ficavam os apartamentos, estranhei. Os dois portões estavam muito diferentes. Todos tortos, enferrujados... Nada a ver com os portões do prédio.

Parte do sonho lúcido:

Desconfiada que aquilo na verdade era um sonho, dei meia volta e fui fazer um teste simples. Parei no ponto onde normalmente fica o número do andar numa plaquinha no alto da parede e bingo: Estava o número 5 e não 4. Aqui onde moro, não contamos com o térreo. Só para não perder o costume, olhei as mãos. Vi 5 dedos, pisquei e logo olhei de novo, vendo dessa vez, 7. Já sabendo que era um sonho, cheguei perto do menino bonito e peguei em seu pulso. Ele olhou para mim e talvez tenha dito algo, mas não lembro. Sei que saí puxando o cara até o corredor. Foi quando percebi que não havia mais corredor algum e que estávamos num terraço enorme.

Agora era noite. Paramos para apreciar a vista e percebi que os amigos dele estavam logo atrás. Minha intenção era que sumissem dali rapidinho. Mas não tentei manipular nada. Andamos até próximo do muro e dali vimos a cidade. Estávamos em algum prédio bem alto, mas não sabia onde. Ele se virou pra mim e eu perguntei seu nome. Ele me respondeu um nome muito estranho que iniciava com P que eu não me recordo bem. Então notei que os amigos dele desapareceram. Ele se recostou ao muro e eu fiquei de frente para ele, sem falar mais nada. Esperei para ver se faria alguma coisa. Em seguida, ele me beijou.

A sensação foi um pouco estranha no começo porque eu sabia que aquilo era um sonho, mas ao mesmo tempo parecia real demais. Acho que isso me deixou confusa e acabou por me travar um pouco.

Depois relaxei, sem me importar onde aquilo ia parar. Queria apenas aproveitar as sensações sem pensar muito ou tentar manipular. Mesmo assim, acabei acordando.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Annekk

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