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Diário dos Sonhos Lúcidos de Lordão

em Qua Jun 11, 2014 6:25 am
Bom dia, SL. Iniciando minha participação aqui, conto que sou novo no fórum e o achei através de pesquisas sobre sonhos lúcidos na internet. Esse texto abaixo que vos disponibilizo, reproduzi no meu blog há um pouco tempo atrás. Complementei-o com uma teoria científica sobre a nossa participação & intervenção no universo em ligação com esses sonhos. Alego ainda, que tudo escrito nesse texto é de minha opinião! não estou ditando verdades - não sou possuidor delas - esse mesmo texto, é apenas uma reprodução de teorias criadas por mim. Espero que esse relato sirva pra alguém como experiência. Abraços. Segue:

Faz algum tempo que não escrevo nada, ando num processo criativo de merda. A realidade é um pouco dura de ser aceita quando se sente com saudade de fazer algo. No meu caso: a criatividade na reprodução dos meus textos. Contudo, esse também não é o "principal" o caso que faço uso hoje.

Tive minha primeira experiência com sonho lúcido alguns minutos atrás. Posso dizer que foi bem estranho, mas, em todo caso... íntimo. Não sei o que pensar. Procurei alguns relatos na internet sobre sonhos lúcidos e encontrei esse trecho no Wikipedia, segue: "Sonho lúcido - é o termo que refere-se à percepção consciente que temos de um determinado estado ou condição enquanto sonhamos, resultando em uma experiência da qual temos uma recordação muito clara ("lúcida") e nítida, normalmente aparentando termos tido controle e capacidade direta sobre nossas ações e, algumas vezes, o próprio desenrolar do conteúdo do sonho. A experiência completa do início ao fim é chamada de sonho lúcido. Stephen LaBerge, um popular autor e pesquisador do assunto, definiu o sonho lúcido como (sonhando enquanto sabemos que estamos sonhando). LaBerge e seus associados chamaram as pessoas que exploram intencionalmente as possibilidades dos "sonhos lúcidos" de "onironautas" (literalmente do grego querendo dizer "exploradores de sonhos"). O tema atrai a atenção de psicólogos, autores independentes, grupos da Nova Era, místicos, ocultistas, artistas e muitos outros."

Com isso, eu posso relatar da seguinte forma: Dou-me conta de estar num bar de pouca - mas ainda sim - familiaridade (não lembro de como cheguei lá, nem de nada precedente a isto). Logo encontro com alguns amigos (que também não são do meu conhecimento, mas que apenas sei que são de minha amizade (isso me incomoda um pouco! por que essa incerteza & discordância de sonho x realidade tira-me a razão apenas de ser algo do meu subconsciente). Ficamos durante um tempo na rua que conserva esse bar e logo depois decidimos ir pra casa. Não sei o que acontece, mas somos impedidos de ir embora e logo avistamos uma mesa nesse bar. Sentamos. Um tempo depois, põe-me à vista alguém que sonho sempre. Dessa vez, é uma pessoa que já fez parte do meu cotidiano... não faz mais. A presença dessa pessoa e de algumas outras me incomodam naquela mesa, então, logos elas somem e estou com um espetáculo à meus olhos. Toda aquela encenação parece-me ridícula. As pessoas ao meu lado denotam meu comportamento estranho. Perguntam se eu estou bem. Acordo.

Ok, vamos a segunda parte agora: Ainda estou sonhando. Acordei no meu quarto com o mesmo clima que antecede este sonho que falo aqui (A realidade). Está escuro e todo o apartamento também. Falta-me bom senso e saio correndo pela casa à procura de alguma resposta que me satisfaça sobre aquela desordem. Céus! estou em completo estado de insanidade... não consigo exercer uma função sequer da minha mente. Avisto uma pessoa que parece-me ser familiar - não consigo ver seu rosto - e ela me pede calma pra aquele momento. Ainda demente, corro até a cozinha e avisto meu avô. A pessoa que antecede esta cena e pede-me calma aparece agora. Pede ao meu avô que diga três palavras para que eu repouse ao chão. Caio.

Agora de fato acordo. Mas com a mesma visão de aparência que tive durante o sonho anterior. Meu quarto está escuro e todo o apartamento também. Ainda estou cambaleando. Acordei numa rede; como em outrora. Este sou eu... presente no mundo exterior dos meus sonhos. Como pode neste momento minha cadeira que passo a escrever meus contos e outros objetos de meu anfêmero estarem completamente iguais do meu estado anterior? um sonho. O mesmo sítio climático. Como posso acordar sem ter realmente acordado? Não sei o que pensar. Não posso dizer ou diferenciar o irreal do genuíno. Eu tenho o direito disso? e se no momento que escrevo esse texto aqui eu esteja participando de uma situação que engloba outra? É de se pensar, não? Por quê seriamos tão privilegiados de estarmos em uma consciência tão "fixa" de mundo?

Quero acrescentar outro ponto: A ciência nos fala de uma teoria chamada de Multiverso. Segue outro trecho retirado do Wikipedia para que o entendimento seja mais claro e eu possa prosseguir com o assunto: "Multiverso é um termo usado para descrever um hipotético grupo de todos os universos possíveis. É geralmente usado na ficção científica, embora também como possível extrapolação de algumas teorias científicas, para descrever um grupo de universos que estão relacionados, os denominados universos paralelos. A ideia de que o universo que se pode observar é só uma parte da realidade física deu luz a definição do conceito multiverso. O conceito de Multiverso tem suas raízes em extrapolações até o momento não científicas da moderna Cosmologia e na Teoria Quântica, e engloba também várias ideias oriundas da Teoria da Relatividade de modo a configurar um cenário em que pode ser possível a existência de inúmeros Universos onde, em escala global, todas as probabilidades e combinações dessas ocorram em algum dos universos. Simplesmente há espaço suficiente para acoplar outros universos numa estrutura dimensional maior: o chamado Multiverso." O Multiverso - como pensado por muitos - não é uma fantasia. Existem teses ciêntificas que foram estudadas ao longo dos tempos que comprovam que podemos estar realmente participando de uma pequena área dentro de uma dimensão descomunal que são vizinhas de outras dimensões descomunais. Poderia, em poucas palavras, ser explicado desta forma: Participamos de um pequeno planeta num sistema solar. Esse sistema solar faz parte de uma galáxia - A via láctea - que também abriga outros bilhões de planetas. Essa galáxia é imensa! e é vizinha de outras bilhões de galáxias. Antecedendo um pouco - e não tão pouco assim - chegamos há uma espécie de globo que abarca todas essas quantidades imensuráveis de galáxias. Fora deste globo estão seus "pequenos" vizinhos. Estes vizinhos podem ser menores ou maiores do que o que residimos que também abrigam outros incontáveis mundos.

Há primeiro ato, é normal que se pense que essa ideia é utopista ou visionária demais. Mas não é! muitos pesquisadores já acreditam nesta ideia. Que não é só uma proposição. Há dados no nosso universo que poderiam ser muito bem pontificados se esta concepção de multiversos fosse colocada à prova. O que refiro-me é: se estivéssemos mesmo nessa noção de vários universos. É inevitável não pensar que poderíamos ter outros de nós vivendo por aí. E não digo humanos! - bom, talvez e também - digo outras pessoas como eu ou você. Um outro eu. Mesma aparência. Mesma recepção e ataque de atos. Talvez eu vá longe demais agora... Mas não poderíamos nos conectar com esses outros seres através do nosso subconsciente? Quem pode dizer que não? quem pode dizer que isto é apenas um desvairo a ser dito?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Lordão

em Qua Jun 11, 2014 8:01 am
Meu segundo relato: Passei anos das minha vida - dos 6 até os 12 - sonhando unicamente com uma dimensão apenas. Todos os outros sonhos que me acontecera nesta época eram simplórios demais e não puxavam minha atenção. Este único cenário de sonho me acompanhou por anos! e era uma atmosfera que eu pertencia que me parecia incontrolável na época. Esse cenário era constituído unicamente por formas geométricas - todas em preto e branco - que se esmagavam/fundiam entre elas de formas váriaveis de repetição e velocidade. Postarei uma imagem abaixo para que fique mais claro o entendimento desse cenário que cito:

Essas formas eram altamente variáveis! podendo permanecer de forma líquida, rochosa, etc. Era como se eu estivesse em um planeta gigante formado apenas por esses objetos em tranformação. Mas a pergunta é: Onde eu me encaixo entre todos esses moldes em preto e branco? Eu simplesmente não possuia corpo nestes sonhos. Minha presença naquele lugar era onipresente e livre de qualquer sunstentação de corpo. Esse tipo de mundo criado por mim era como se fosse constituído de bilhões de traços singulares e, estes traços, eram conhecidos de forma muito peculiar por mim... todos eles. Quando eu ia dormir, já pensava que teria que aguentar aquele lugar insuportável novamente nos meus sonhos. Era aterrorizante ver tudo naquele lugar se deformando por todos os lados em cada sono que eu tinha. Minha lucidez nestes sonhos eram altamente nítidas! e, certa vez, embora pareça fantasioso demais, aos 8/9 anos de idade conseguir entrar nesses sonhos e estar acordado ao mesmo tempo, acordado mesmo. Em um momento eu conversava com minha mãe que assistia TV no quarto e, no outro, eu sonhava. Não sei explicar, mas eu estava nos meus sonhos e na realiadade ao mesmo tempo. Quando acordei - depois deste episódio - minha mãe disse que na hora que dormia naquele dia, eu abria os olhos e fechava de forma muito desconexa e meu corpo tinha leves impulsos enquanto eu falava palavras sem nexo. Como citei, minha consciência nesses sonhos eram extremamente realistas e o a consciência de que aquilo eram sonhos eram estupidamente claras. Na ciência de que aquilo que eu presenciava não era real, eu tentava escapar daquele cerco e até conversava comigo mesmo quando sentia-me solitário o bastante entre aquelas formas. A única coisa que eu não conseguia realizar no momento que eu era posto naqueles sonhos era conseguir acordar quando bem entendia. Por vezes, permaneci esperando dentro da minha mente - lembrando: consciente - o momento de acordar.

Nunca precisei fazer RC pra que me desse conta que tudo aquilo era um sonho! eu simplesmente já sabia que aquilo eram um tipo de sub-vida pra mim. Passando-se os anos, a frequência que aqueles sonhos me visitavam era menor. Mas, lembro-me vagamente da última vez que sonhei com aquelas formas. Nesta última, essas mesmas pareciam fazer parte de mim! como se eu estivesse suficientemente pleno de todo conhecimento existente ali de forma que não precisasse mais sonhar com aquilo. Bom, a verdade é: Tenho 18 anos hoje em dia... não sonho mais com essa dimensão há ano. Mas, digo que foi algo que me marcou durante muito tempo. Ainda marca.
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Lordão

em Ter Nov 01, 2016 2:49 pm
Nossa esse lugar é otimo como ancora. Vc nunca tentou manipular o sonho ? Alterar o lugar ou até mesmo sair de la?
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Re: Diário dos Sonhos Lúcidos de Lordão

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